De camisola ou sem... valia tudo!
(escrito por Meg no diário)
Já comentei com
vocês que a Meg sempre gostou de transar na cozinha. E sempre dava a
justificativa mais ridícula: cozinha não é o lugar de comer? Então...
Bem... eu não
poderia deixar de dar uma certa razão a ela... comi muito a distinta esposa nas
cozinhas de nossos apartamentos! Agora, ela... nossa! Olha aí, dois casos!
O primeiro foi
com o Vitor, amigo que de vez em quando dormia lá em casa. A primeira vez dele
foi depois de uma noite regada a muito vinho. Eu tomei menos porque tinha de
levantar cedo. Levantei, me despedi dela, fui trabalhar. O Vitor estava no
quarto de hóspedes, vi ele roncando lá.
Mas deixemos que
ela conte tudo:
Receber o Vitor foi muito legal. Gente fina!
Contava piadas e conversava sério. E não tirava os olhos de mim. A gente
lanchou e depois ficamos na sala, conversando e tomando vinho. Foram umas três
garrafas, e eu e ele fomos os que mais bebemos. O Kaplan não podia se dar ao
luxo de beber muito em dias de semana...
Lembro vagamente que na manhã seguinte o
Kaplan, já vestido e pronto pra sair, veio ao quarto, me deu um beijo e falou
que estava saindo. Acho que ele disse que o Vitor continuava dormindo... mas não
posso garantir que ele tenha dito isso.
O fato é que eu acordei eram 9 horas.
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Ele chegou tão de repente... ela adorou! |
De camisola mesmo eu fui fazer um café, estava
com fome, e o Vitor também deveria estar.
Pois quando estou lá terminando de arrumar
tudo, ele chega, sem camisa, e era dos meus, foi direto ao ponto, sem conversa
mole.
- Meg, tive sonhos maravilhosos com você.
- Eu imagino, você me comeu com os olhos a
noite toda!
- Não consegui evitar, ficou chateada?
- Imagina... fico é lisonjeada!
Até então eu estava de costas pra ele, ai me
virei e ele viu que minha camisola estava toda aberta, e eu só tinha uma
calcinha além dela.
- Acho que é a primeira vez que um sonho meu
vai virar realidade... posso pensar assim?
- Pensar não... pode agir!
Com esse incentivo, ele pegou em meus seios,
tirou minha camisola e me deixou só de
calcinha. Abracei-o, roçando minha perna no pau dele, senti ele endurecendo.
Ele me virou e pegou em minha bunda, e eu sentindo o pau dele... não aguentei,
tirei a calça dele e admirei a bela peça. Claro que ajoelhei e fiz um boquete
nele, só ouvindo ele suspirar... que tesão danado era aquele!
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Ela teve de dar um prêmio a ele! |
Aí ele tirou minha calcinha, me sentou na
bancada e me deu uma chupada e tanto... e depois me tirou de lá, deitou no
tapete e me pôs pra cavalgá-lo... como ele sabia que isso era o que eu mais
gosto?
Depois me pôs de quatro, ajoelhou e meteu
firme. Nossa! Cada bombada! Eu gemia feito louca!
Gozei lindamente. E vendo o pau dele ainda
durão, não tive dúvida! Chupei de novo até ele gozar.
Foi muito gostosa aquela manhã. Tão gostosa
que ele adiou por mais um dia sua ida e na manhã seguinte repetimos a dose, mas
na cama.
Outro que adorava passar a noite lá em casa
era o Daniel. Gostosíssimo, ele!
Também me pegou direitinho numa manhã, eu de
camisola na cozinha, ele chegou e já foi me agarrando. Me entreguei todinha...
eu adorava trepar com ele!
Minha camisola não era a mesma, era uma de
alcinha, que logo foi descida e meus seios ficaram à disposição dele. Uma
mamada gostosa!
Aí ele tirou a calça, me oferecendo o pau,
que tratei de chupar gostosamente!
Depois ele me pôs na bancada e meteu. Belas
bombadas!
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Este outro também era muito bom na cozinha... comia tudo! |
Aí me desceu, me pôs curvada sobre a bancada
e meteu de novo. Mais bombadas, daquelas firmes, gostosas, que quase me fizeram
gozar.
Mas ainda deu tempo para cavalgá-lo.
E foi depois de pular muito que gozei e
recebi o gozo dele dentro de mim.
Outra manhã deliciosa!
Repito: a cozinha é o melhor lugar para se
comer e ser comida!
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