E o pai caiu como um patinho...
(escrito por Kaplan)
Curiosa,
essa história. Mariana morava com o pai. Já tinha 20 anos, e adorava dançar.
Dançava desde os 12. Em vésperas de festivais, que sempre eram promovidos, ela
esquecia do mundo. Treinava todos os dias no Studio e fez questão de treinar em
casa também. O professor Benjamin se dispôs a treinar com ela, o que deixou o
pai muito preocupado.
Era para
ficar mesmo, mas ele acabou concordando com a filha, quando ela disse que não
teria problema algum, porque o Benjamin era gay.
Como o pai
dela era daqueles machões que achava que todo dançarino é gay mesmo, acabou
ficando despreocupado.
E eles
aproveitavam!!! Como aproveitavam!!!
Só os
dois, naquela casa grande, sem mais ninguém, nem empregada, porque ela saía às
16 horas... e aí o treinamento mudava de figura!
Vejamos
uma tarde deles, “treinando”...
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O dançarino não era gay, mas o pai dela acreditou... |
Ela o
recebeu com um top e um shortinho daqueles que deixam as popinhas quase por inteiro
de fora, e ele foi logo brincando com ela, imitando um gay, desses bem
afetados.
-
Noooosssa! Você está querendo me
converter, é, sua safadinha?
- Mas eu
ainda não te converti? Então vou acabar desistindo...
- Bem...
quase, né?
- Ou você
prova que eu já te converti ou nunca mais deixo você entrar em casa...
-
Delícia... mostra os peitinhos, mostra!
Rindo da
brincadeira, ela o carregou para o quarto, e tirou o top. Eram peitinhos mesmo
que ela tinha, e ele conseguia colocá-los quase inteiros em sua boca, o que a
deixava sempre com um tesão enorme!
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Então eles puderam trepar bastante, além de dançar... |
E começaram com os beijos, ela louca para que ele também começasse a tirar a roupa, mas ele gostava de fazer um charme. Ela conseguiu arrancar a blusa dele e aí tirou o shortinho e a calcinha. Via que o pau dele estava bem duro, o volume na calça não deixaria ele mentir sobre isso.
Então ela
fez questão de abrir a calça dele e ver o que tanto gostava.
- Seu
pinto é algo de doido... será que os gays também tem pintos grandes assim?
- Bem, nunca procurei saber mas imagino que
podem ter sim.
- Eu tinha
vontade de ver um, quem sabe um bom boquete não iria converter o rapaz?
-
Desista... eles não se convertem não...
- Como não? Eu te converti! Aliás, não podemos
deixar papai saber que eu te converti... ia dar um rolo!
Papos
descontraídos assim eram uma constante entre aqueles dois. Aí vinha a coisa
séria. Ela pegava no pinto dele e chupava até! Só não gostava de ele ser tão
grande que ela não conseguia engolir tudo. Afinal, não era uma “garganta
profunda”...
Depois de
engolir tudo que conseguia, ela lambia aquela vara de alto a baixo, lambia as
bolas, lambia a região entre o saco e o cu, coisa que ele ensinou a ela e o
deixava com tesão também.
Aí, vinha
a parte mais gostosa: sentar naquela vara que quando estava toda dentro dela,
parecia que cutucava seu coração.
Pular
desenfreadamente nela era algo sublime... ela sentia totalmente completada e
pulava. E quando cansava, ele fazia os movimentos e ela subia e descia...até
suspirava de tão gostoso!
Paravam,
ela chupava de novo o pinto dele e depois, já sabendo dos gostos, ela ficava de
ladinho, ele deitava atrás dela e enfiava. E lá vinham as bombadas que a
sacudiam por inteiro, quase a jogavam fora da cama, e ela gemia loucamente até
gozar.
Sentou de
novo no pau dele, agora de frente pra ele, pois sabia que ele gostava de
colocar os peitinhos dela em sua boca enquanto ela pulava.
Ter um
segundo gozo não era novidade. Ela quase sempre tinha, e houve um dia que
conseguiu três!
Tornou a
deitar e ele tornou a meter nela, agora de frente. Ela sabia que era assim que
ele gostava de gozar e logo sentiu o pinto dele inchar. Lá vinha o gozo, e ele
tirou o pau e gozou na barriguinha dela.
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E gozo na barriguinha para evitar problemas... |
Que belo
treino tinha sido aquele!
Mas no dia
seguinte, seria treino de verdade...
Esses
treinos especiais eram apenas duas vezes na semana. Afinal, ela não podia ficar
muito cansada, tinha de dançar no festival!
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