Não era pra dar?
(escrito
por Kaplan)
Às vezes,
acontecem coisas que a gente gostaria mesmo que acontecesse. Estou falando isso
porque a Paulinha veio me contar que era doida pra transar com um colega da
faculdade, mas ele não dava sinais de
que estaria interessado. Ela chegou até a pensar que ele seria gay. Afinal, no
mundo das artes tem muitos gays, seria normal.
Até que um
dia, conversando com algumas pessoas da turma, na cantina da faculdade, o
Hélio, este colega que a Paulinha estava a fim, apareceu e perguntou se alguém
ali estaria interessada em posar pra ele. Disse que precisava mesmo, e a
Paulinha na mesma hora, levantou a mão.
Ele
gostou, passou o telefone e o endereço dele e pediu que ela ligasse para
marcarem um horário e ele explicar o que pretendia.
Com o
coração aos pulos, ela ficou de ligar naquele dia mesmo.
Depois que
o Helio saiu, as amigas, que também faziam o mesmo curso de Belas Artes,
falaram com ela que ficaram receosas.
- Paula,
esse cara quase nunca fala nada nas aulas, ele é meio estranho... tem certeza
de que é uma boa posar pra ele? E se ele quiser que você pose nua?
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As amigas ficaram preocupadas... o cara era estranho! |
- Gente,
calma... eu ainda vou conversar com ele e saber do que se trata. E não acho ele
estranho não, pelo contrário, é um cara super responsável. E se quiser que eu
pose nua, não tenho nenhum problema com relação a isso. O que já fiquei pelada
na frente de homens... vocês nem imaginam!
As
gargalhadas foram gerais e não se tocou mais no assunto.
E ela
ligou, marcaram para o dia seguinte, ela foi lá, ansiosa. Será que ele estaria
sozinho? Será que haveria chance de ela ter o tratamento que esperava?
Pois teve
tudo isso. Sim, ele queria alguém que posasse sem roupa. Ela disse que isso não
era problema. Quando começariam?
Ele gostou
de ver a disposição dela e disse que já poderiam começar, se ela estivesse com
tempo.
- Tenho
todo o tempo do mundo! – ela disse.
Ele então
explicou que queria ela nua, deitada de bruços num pufe que ele tinha lá no
atelier dele, em casa mesmo. E com a cabeça erguida.
Ela tirou
a roupa ali mesmo, fazendo questão de ser quase um strip tease!
E deitou
como ele pedira. Ele fez alguns arranjos na pose, ela arrepiou toda com a mão
dele em seu corpo, mas manteve a pose!
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E ele começou a pintar. Ela, nua, aguardava |
E ele
pegou os pinceis, a tela já estava pronta e começou a desenhar a Paulinha.
Ela estava
doida pra ver o que estava saindo, mas sabia que modelos não podem se mexer, a
não ser que o artista determine.
Ficou
naquela pose por quase uma hora e os braços começaram a doer. Então, ele
percebeu.
- Tô vendo
que está cansada, vamos dar uma parada, guarde bem como é a pose, tá? Vamos
tomar um refrigerante e comer um sanduiche, quer?
- Quero
sim.
Ela
levantou e continuou pelada do lado dele, vendo-o preparar o “lanche”.
- Pode
colocar um roupão, Paula.
- Precisa
não... você já me viu nua, pra que eu vou tampar alguma coisa?
- Já posou
pra outros artistas?
Ela mentiu
bonito.
- Pra
pintura não, mas tenho um tio que é fotógrafo, eu poso pra ele.
- Olha,
poderia me mostrar alguma foto que ele fez?
- Posso,
sabe que pensei que poderia te mostrar isso? Eu trouxe algumas.
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Por que será que ele gostou dessa? |
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E desta também ele gostou... |
-
Engraçado, quando fizemos Fotografia, eu pensei em chamar alguém para posar,
tinha algumas ideias, mas fiquei sem graça.
- Poxa...
eu teria posado numa boa. Adoro ser fotografada, com roupa e sem!
Ele riu.
- Você é
muito espontânea. Gosto disso.
Ela não
aguentou mais. Pegou a mão dele e colocou no seio. Ele arregalou os olhos.
- Eu
gostaria que você fosse espontâneo também. Queria te conhecer melhor, por
inteiro. Quer?
Ele mal
conseguiu gaguejar um “sim” e ela deitou no pufe, abrindo as pernas.
- Vem...
Ele foi,
para delícia dela, deu-lhe uma chupada de tirar o chapéu.
Ela tirou
a calça dele, a cueca e se ofereceu, de ladinho. Ele sabia o que tinha de
fazer. Deitou no pufe por trás dela e seu pau foi entrando, sem qualquer
cerimônia,na xotinha dela, que geme de satisfação. Conseguira o que tanto
desejara!
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Depois de ser pintada... ela ganhou o pinto do pintor! |
E ainda
ficou de quatro e ele metendo, ela gozando e ele também.
Ficaram
deitados ali no pufe, recuperando-se.
- Quer
continuar a posar, Paula?
- Claro
que quero, mas hoje não... terei de vir mais vezes, até você conseguir
terminar, não vou?
- Se depender
de mim, esse será apenas o primeiro quadro seu que vou fazer! Quero te ver
muito aqui!
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