Ela nem imaginava...
(escrito
por Kaplan)
A dona
Tereza, casada com um próspero industrial, só andava de carro com motorista. E
sempre dava um jeito de criar caso com eles, que eram demitidos e lá ia o
marido arrumar outro.
Ela perdeu
a conta de quantos motoristas ela fez o marido demitir. Ele já estava pensando
em começar a criar caso com ela.
Até que
apareceu o Juscelino.
E desse
ela agradou bastante. Era jovem, bonito, corpo sarado, ela começou a achar o
moço bem interessante, até sabia dirigir, ora vejam só!
Isso não é um motorista... que achado! |
Não deu
outra, ela ficou com vontade de transar com ele. Mas como? Em casa havia outros
empregados. Sair para um motel era complicado. De dia, alguém poderia
reconhecer o BMW dela, de noite o marido estava em casa.
Estava
difícil, mas para quem quer, tudo se ajeita, concorda?
Nem sempre
é do jeito mais interessante, mas tudo é jeito.
O caso é
que a família da dona Tereza era do interior. E chegou a noticia de uma tia que
estava muito mal e a dona Tereza achou o jeito.
- Querido,
minha tia está nas últimas. Eu gosto muito dela e queria ir lá, pra me
despedir. Algum problema do Juscelino me levar lá amanhã?
- Bem,
claro que terei eu mesmo de dirigir o outro carro, mas isso não é problema
grave. Pode falar com o Juscelino pra te levar.
Ela adorou
a concordância do marido.
E no dia
seguinte, entrou no carro com o Juscelino e foram até a cidade onde a tia
morava. Ela agiu de uma forma bem diferente naquele dia, o motorista notou. Na
porta da casa, com os demais empregados vendo tudo, ela entrou no carro pela
porta traseira, com o ar de imponência que tinha todo dia. Mas assim que o
Juscelino pegou a rodovia principal, ela fez questão de passar para o banco do
passageiro.
Ele achou
estranho, mas o sorriso dela o desarmou.
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Mas a madame no banco da frente? Olha só! |
- Sabe que
ando no banco de trás por exigência social? Eu não gosto muito não, prefiro
aqui na frente, vendo o caminho e até pensando em parar em algum lugar, é muito
mais divertido. Mas na cidade... pobre de mim! As madames como eu vão falar até
o dia em que morrerem da “falta de classe da Tereza, andando ao lado do
motorista...”
E assim,
numa conversa animada, divertida, ele ficou conhecendo um outro lado da patroa.
Os demais empregados achavam que ela era um nojo, mas o salário que o patrão
pagava valia engolir os desaforos dela.
Bem,
encurtando a história, eles estiveram na cidade da tia, ela estava muito mal
mesmo e ficou emocionada vendo a sobrinha ali. Depois de fazer o “social” com
todos os familiares, ela resolveu voltar pra casa. Pediu que dessem notícias
sempre que ela voltaria para o que fosse necessário.
Pegaram o
carro e começaram o trajeto de volta.
E ela
pensando como poderia pegar o Juscelino. Não podia perder a oportunidade.
E de
repente... uma fila enorme de carros. O que seria aquilo?
Logo
chegou a notícia. Uma carreta caíra na pista e estava todo o trânsito impedido.
E ia demorar para resolver o problema.
Ela olhou
a situação e viu que havia uma placa, uns 30 metros à frente, indicando uma
cidade à direita.
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A estradinha levou os dois ao paraíso! |
-
Juscelino, eu sei que não é legal, mas vai pelo acostamento até aquela entrada,
vamos praquela cidade que estão indicando ali. Como já está ficando tarde,
vamos procurar um hotel, dormir lá e amanhã esse trânsito já deve estar
liberado.
- A gente
pode ver se dessa cidade tem alguma estrada que nos permita voltar à rodovia.
- Não,
não... estamos sem pressa, eu vou telefonar pro meu marido e falar do problema.
Amanhã a gente faz tudo com calma.
- A
senhora manda...
Ele fez
isso, aliás, alguns carros já estavam fazendo. Foi pelo péssimo acostamento até
encontra a saída para uma cidade, entrou lá e foram parar num hotel pequeno,
mas que pareceu bem limpo e agradável.
Tereza
tinha muita sorte mesmo. Não tinham dois quartos disponíveis, só um.
- Sem
problema, ficamos com ele.
Registraram-se,
pegaram a chave e foram para o quarto.
- Estou
cansada, vou tomar um banho e depois deitar pra dormir.
- Não quer
um lanche? Vai dormir com estômago vazio?
- É mesmo.
Faz o seguinte, Juscelino, enquanto eu tomo banho, desce e compre em alguma
lanchonete alguns sanduiches e sucos e traga pra cá.
Ele fez
isso rapidamente. Quando voltou ao quarto, ela ainda estava na cama, olhando as
notícias e vendo o tal acidente. Coisa feia mesmo.
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Ela já estava bem intencionada... |
Então,
lancharam e depois ela foi tomar o banho. Voltou enrolada na toalha e falou com
ele para tomar o banho dele também.
Ele estava
mesmo incomodado. Onde iria dormir? Só tinha uma cama! E ele não tinha levado
pijama, porque iriam chegar em casa, só que com o tal acidente, a coisa se
complicou. Ela viu que ele estava incomodado.
-
Juscelino, existem momentos na vida da gente que acontecem coisas sobre as
quais não temos controle. Não se preocupe, vamos dormir na mesma cama, isso não
é problema para mim. Nem precisamos contar isso pra ninguém...combinado? Vai tomar
o banho, eu já vou deitar.
Ele suava
frio, mas não tinha como ser diferente.
Então
tomou seu banho e voltou pro quarto, só de cueca. Ela já estava deitada, com o
rosto virado pra parede. Ele então deitou ao lado dela e ao puxar o cobertor...
ele a viu completamente nua. Nem lingerie ela estava usando. Que bunda
maravilhosa! Que corpo!
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Até eu que sou mais bobo iria querer... que bunda! |
Mas também
não conseguia dormir. E dali a uma meia hora, ele só não caiu porque estava
deitado.
Ela, sem
sair da posição, sem olhar pra ele, falou:
- Está
gostando do que vê?
- Senhora?
Gaguejou ele.
- Deixa de
ser bobo, Juscelino. Estou perguntando se você está gostando de me ver nua!
- Senhora,
é realmente algo que eu nunca imaginei ver. Sim, a senhora é muito bonita, tem
um corpo muito bonito.
-
Aproveita, então!
- Não
entendi...
-
Aproveita. Trepa comigo! Acha que fiquei nua sem motivo? Eu quero transar com
você!
Ela ria do
aperto dele, mas percebeu que ele ia tomar uma atitude. Sentiu a mão dele
passando em suas costas, chegando à bunda, enfiando-se pelo reguinho.
Virou o
corpo pra ele.
- Estou
gostando... pode me beijar, fazer tudo que você faz com as mulheres com quem
sai.
Ele fez.
Ela foi
beijada, mamada, lambida, chupada.
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Pau de motorista é diferente... |
Ela
arrancou a cueca dele, gostou de ver o pau, e chupou com vontade.
Subiu o
corpo, sentou no pau e cavalgou, esfregando os seios no rosto dele.
- Você não
notou que eu estava diferente hoje?
- Notei
sim senhora.
- Estou
com vontade de estar pulando nesse seu caralho desde que saímos de casa. Eu
tinha certeza de que iria gostar muito e estou gostando sim. Acaba comigo,
Juscelino, me fode toda! Faz de conta que sou uma vadia... vou te dar tudo que
meu marido não usa muito. Ahh... ahhh... nossa... mete em mim, mete muito...
Já estavam
de ladinho, ele não tirava o pau de dentro dela e ela se sacudia toda com as
estocadas.
(Por que
será que eu tive a certeza de que este cara seria tudo isso e que eu ia dar pra
ele um dia?) era o que ela pensava enquanto ele metia, metia, metia... e ela
gozava, aquele gozo que estava preso na garganta desde tempos...
Vendo que
ele continuava firme... entregou o cuzinho a ele.
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O segundo sempre é melhor que o primeiro! |
Treparam
de novo ao amanhecer, antes de voltarem para casa. Na cama e no chuveiro. Foi
tudo muito bom.
Voltando,
ela falou com ele que teriam de manter segredo total e absoluto. Se alguém
soubesse e falasse com o marido, o mundo dela cairia e o dele também.
Mas ela
queria e ia fazer de tudo para treparem de novo.
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