Maridos cornos ou sabiam de tudo?
(escrito por Kaplan)
Minhas
leitoras e meus leitores já estão acostumados a ler os famosos debates de
amigos e amigas do clube que frequentávamos. Hoje vou apresentar a todos e
todas um dos mais interessantes que foi exclusivamente masculino. A pergunta
que lancei era: Vocês são cornos? Ou já foram? As esposas de vocês são como a
Meg, que gosta de trepar? Aliás, todos aqui já treparam com ela, então nem
preciso contar meus casos... mas gostaria de saber de vocês. Quem quer começar?
Oscar
tomou um belo gole de cerveja e falou que começaria. Ele era casado com Iara,
que também frequentava o clube, mas às vezes ele via sozinho. Então ficamos
sabendo a razão...
Seguinte, pessoal. A Iara descobriu uma
aventura minha e aí exigiu direitos iguais. Não pude negar, era aceitar ou
perder a esposa.
Então, aqueles sábados que eu venho sozinho
aqui pro clube, ela fica em casa recebendo a visita de algum amigo. Ou até de
dois, como vou contar a vocês.
Um detalhe, e gostaria que todos aqui, ao
contarem seus casos, não falassem os nomes dos caras que andam comendo nossas
mulheres... vai que... entenderam?
Pois então, quando cheguei em casa ela me
contou que tinha recebido a visita de dois amigos, mais velhos que brincaram
com ela falando que eram da polícia e que haviam recebido denúncias relativas a
ela.
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Eram policiais? Mas que surpresa! |
Ela aceitou a brincadeira e sentou-se na sala
com eles que ficaram perguntando as coisas mais malucos do mundo e depois de um
tempo falaram que ela seria presa.
- Mas não tem jeito de vocês esquecerem isso?
O que eu poderia fazer? – Ela é bem espirituosa e entendeu logo o que eles iam
falar. E não deu outra!
Eles sentaram no sofá, um de cada lado.
E um deles sugeriu que ela poderia mostrar os
seios pra eles. Se eles gostassem de ver, já seria o primeiro passo para eles
não a prenderem.
Ela riu, abaixou a camiseta e mostrou os
seios. Eles pegaram, examinaram e gostaram.
- Então? Fiquei livre?
- Não, esse foi so o primeiro passo.
- E que tenho de fazer agora?
Eles não responderam, só abriram as braguilhas
e mostraram os paus a ela. Ela entendeu, pegou neles, e fez boquete nos dois,
um de cada vez. Deixou os dois bem duros.
E então, ela ficou de quatro no sofá, chupando
o pau de um e sendo chupada pelo outro. Era um de cada lado...
E aí, todo mundo pelado, ela sentou no pau do
que tinha chupado e o outro ficou em pé para ser chupado.
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Até DP ela fez com eles! |
Deu de ladinho pra eles e um já foi enfiando
no fiofó... daí, aconteceu uma DP.
Conclusão: aquela noite, por mais que eu
estivesse a fim... nada aconteceu!
Kaplan, você não comente nada disso com a Meg,
viu? Porque ela, com certeza vai sacar de quem estou falando. A Luzia começou a
fazer o curso de Belas Artes, com a Meg, mas depois desistiu. Fez só a metade
do curso e foi suficiente para me colocar alguns chifres, com colegas e com um
professor. É dele que fiquei sabendo a historia detalhada.
Vai que um belo dia a Luzia se apronta toda,
um short, uma camiseta de alcinha e foi ao ateliê desse professor. Era um
pintor famoso e ela foi lá com a desculpa de ver os trabalhos dele.
De fato, chegou, foi bem recebida, ele a levou
ao local onde havia dezenas de quadros e ela ficou examinando e começou a puxar
a conversa pra onde ela queria. Pintar pessoas nuas.
- Professor, eu acho tão difícil pintar um
homem nu... outro dia levaram um cara lá, e eu travei, não consegui pintar, só
o rosto dele...
O professor falou que era normal, mas ela iria
se acostumar. Afinal, todo homem tem pinto...
- Mas o dele era gigante, professor...
Ele riu e falou que o tamanho não importava.
Ela não tinha que pintar do tamanho exato, podia diminuir e até aumentar. E
riu.
Ela, então, foi direto ao assunto.
- Deixa eu ver o seu?
- Pra quê?
- Pra ver se vou sentir o mesmo
constrangimento que senti com o cara lá.
Ele caiu na conversa e mostrou.
- Ah... é outra coisa, fico mais tranquila, o
seu é como o do meu marido.
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Foi assim que acabou... ótimo! |
E para surpresa dele... pegou no pau e pôs na
boca. Ele tentou resistir, mas ela segurou firme e foi abaixando a camiseta e
mostrando os peitos pra ele... aí acabou a resistência e eles treparam bonito.
E não foi a única vez. Ela vivia interessada nos quadros dele e voltou lá
muitas vezes!
Eu entendi
muito bem o que o próximo amigo, o Osni, falou sobre a esposa dele, a Laís. Era
uma situação que vivi muitas vezes em minha casa!
É gente, ainda bem que somos um grupo de
cornos... ser corno sozinho é difícil. A Laís, que vocês todos conhecem, somos
casados há 10 anos, não temos filhos e ela cuida da casa, só eu que trabalho. E
acabei descobrindo que tem um vizinho que adora ir na cozinha lá de casa...
O cara mora em outro andar, mas não sei como,
acabaram transando e então ele se tornou um visitante contumaz. É ele ouvir ela
mexendo na cozinha que aparece.
Obvio: ela sabe que ele vai aparecer, então
fica vestida a caráter: camiseta e calcinha. E deixa a porta da área aberta.
Óbvio.
E é por ali que ele entra. E começam a fazer
as safadezas.
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A esposa dele não era fácil, não... |
É chupada, é boquete, em cima da mesa da
cozinha, na sala, na cama... é uma farra total.
E ela dá tudo, até o fiofó que nunca quis me
dar e de repente aceitou que eu metesse lá. Por isso que desconfiei e fiquei de
butuca, e vi o infeliz entrando lá em casa. Pensei em entrar e quebrar a cara
dele, mas acabei esperando eles saírem da cozinha, entrei e fiquei vendo tudo.
Aceitei. Pelo menos agora eu posso comer o cuzinho dela quando eu quero!
O
Olegário, casado com a Vanessa, foi o próximo, e também ele tinha problema com
o vizinho, mas não era na cozinha, o cara tinha era fetiche...
Vocês imaginam um cara que tem fetiche e a
Vanessa, que nunca gostou, acaba fazendo? Pois é o que acontece comigo. Um belo
dia eu a vi experimentando um par de meias, dessas que vão até quase a buceta.
Ela nunca gostou disso, nem eu. Quando ela me viu olhando, ficou vermelha e
falou que era o fulano que morava no prédio vizinho, quem dera a ela de
presente.
Claro que desconfiei na hora e ela me
confessou que era isso mesmo. Ela trepava com ele e tinha de usar as meias
porque era o fetiche do cara.
Achei uma maluquice.
Mas enfim... ela é que dava, eu pelo menos
fiquei sabendo da minha cornice.
Fiquei escondido um dia pra ver, não resisti.
E vi que o cara chegou, trouxe uma nova meia
pra ela e pediu pra ela vestir. Ela foi pro quarto, onde eu estava, e rindo,
meio sem graça, tirou a roupa e foi pra sala só de calcinha e meias. Ele só
faltou aplaudir. Tirou a calcinha dela, tirou a roupa toda dele, e foi no sofá
que ele a chupou, que ela fez boquete, cavalgou, foi uma bela festa.
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Ela gemia mais do que com o marido |
Não sei se foi pra me provocar, mas ela gemeu
um tanto... comigo ela gemia bem menos.
E o cara ainda fez questão de gozar na boca da
Vanessa. Quando ele foi embora, eu falei com ela para lavar a boca com
detergente, do contrário eu nunca mais iria beijá-la!
Mais uma
cozinha visitada por um sujeitinho que irritou bastante o Osmar, casado com a
Ligia. Eles quase se separaram por conta desse chifre que ela colocou nele.
Pois é, amigos. A Ligia me aprontou uma que
por pouco meu casamento não acabava. Vocês sabem, a gente casa, compra um
apartamentozinho já usado há mais de 5 anos e logo começam a aparecer problemas
de encanamento, elétricos... é uma zona.
E aconteceu com a gente, e chamamos um
bombeiro para ver o que estava rolando. Ele veio cedo, eu estava saindo pra
trabalhar e a Ligia ficou com ele explicando onde tinha os vazamentos, essa
coisa toda.
E não é que o cara começa a dar umas indiretas
pra ela? A falar que ela era muito bonita, ele nunca tinha trabalhado numa casa
com uma dona tão linda, e falou ate que era gostosa. Não acostumada com isso,
ela ficou sem condições de reagir e o cara foi chegando, apertando a bunda
dela, apalpando os seios e ela se entregou totalmente.
Viu o cara tirar a roupa dela e colocá-la
sentada na bancada da pia e deu-lhe uma chupada que a fez ficar arrepiada. Era
o segundo homem da vida dela, pois ela tinha casado comigo virgem...
E depois ele tirou a roupa e pediu pra ela
chupar o pau dele, e ela chupou, tremendo, mas estava gostando, foi o que ela
me disse.
E ele a colocou de quatro no chão, meteu nela
pra valer, depois ele a colocou sentada no pau dele e ela cavalgou, já estava
até gritando de tanto tesão.
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Esse bombeiro pelo menos não cobrou! |
E por ultimo, colocou ela inclinada sobre a mesa da cozinha e comeu ela direitinho até ela gozar e também fez ela engolir a porra dele.
Depois foi embora, sem cobrar pelo serviço. Um
canalha!
O último
foi o Heitor, casado com a Leonor. Até que rimavam os nomes...
A gente começou aqui com dois caras comendo a
mulher do Oscar, e vamos terminar com dois caras comendo a Leonor. Eram amigos
dela, pai e filho. Acho que o filho tinha sido namorado dela, mas como ela não
quis dizer quem eram, fiquei sem saber. Não importa.
Importa que os dois apareceram lá em casa,
eram conhecidos dela que os recebeu alegremente porque fazia tempo que não se
encontravam... e de repente lá estava o filho tirando a roupa e mostrando o pau
a ela. Que conhecia... tinham sido namorados mesmo...
Ela ficou sem graça, por conta do mais velho,
mas como ele também ficou pelado, ela entendeu que tinham ido prum ménage. Como
não era novidade isso, ela aceitou ser comida pelos dois, chupar os dois e no
final os dois gozarem nos seios dela.
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Outra que gostava de dois... |
Prometeram voltar, se ela quisesse.
Acho que já quis umas 3 vezes!
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