Não se pode brincar com essas coisas...
(escrito por Kaplan)
A interessante e
dolorosa história da Flávia, que gostava de bancar a dominatrix e vivia
arrastando homens dispostos a serem dominados para seu apartamento. E quando
lhe contaram do Leonardo, um negão que, pra variar, tinha um membro descomunal,
ela conseguiu atraí-lo.
Quando ele
chegou, admirou-se do belo apartamento, cuja decoração demonstrava ser a Flávia
uma pessoa de muita grana.
Mas não foi ela
que o recebeu e sim a empregada que tinha ordens claras. Algemar o Leonardo à
escada e vendá-lo. Foi o que ela fez ele não se opôs, estava até achando graça
na história.
Dali a pouco ele
notou passos. Sentiu que algo encostava nele, mas não era uma pessoa, parecia
mais um longo cabo de metal com algo macio na ponta. Mas deveria estar sendo
usado pela madame que o chamara. E sentiu o perfume dela, bem perto de si.
![]() |
Ela gostava de tudo bem grande... achou! |
E sentiu que ela encostava a bunda nele e ficava roçando perto de seu pau, que foi logo dando sinais de vida. E ela percebeu e tratou de abrir a braguilha da calça dele. Admirou-se. Era algo espantoso mesmo. Enorme, nunca tinha visto um tão grande. E nem totalmente duro ele estava... imagina quando estivesse!
Sentiu as
delicadas mãos dela pegarem nele, e a boca abrindo-se para abrigar a cabeçorra,
não mais do que ela. E a língua dela percorria cada centímetro do tronco duríssimo.
Ela tirou a calça
dele, desceu-a até os pés. Que espetáculo de homem era aquele negão nu, ali na
sua frente, algemado e disposto a fazer o que ela mandasse. Sim, havia esse
contrato. Ela daria todas as ordens e ele apenas obedeceria.
E ai ela fez um
boquete nele. Chupou com maestria. Depois tirou a venda e as algemas.
- Pegue-me!
Que delicia
aquelas mãos enormes e grossas pegando em sua bunda, quase arrancando pedaços
dela.
- Tire a minha
roupa!
Ele obedeceu e
ela apoiou-se no corrimão da escada.
- Possua-me!
![]() |
Enfia isso agora... ela disse! ele obedeceu! |
Ele enfiou aquela trolha que tinha entre as pernas. Ela foi sacudida por um tremor. E recebeu as primeiras bombadas dele. Que fúria, que força! Que delícia!
- Deite-se!
Ele deitou no
chão mesmo e ela sentou nele. Curtiu cada segundo de sua xota engolindo aquele
pau enorme. Pronto... chegou ao final, tudo dentro dela. Estava suando.
Pulou, mas ele
teve de ajudá-la, pegando em sua bunda e levantando-a e deixando que ela caísse
depois. Era uma dor lancinante, mas Flávia não reclamava.
Ela se levantou.
Ficou curvada, com as mãos apoiadas nos joelhos. Posição mais do que
convidativa e ela nem precisou ordenar nada. Ele sabia o que ela queria e
enfiou o pau na xota de novo.
- Isso, fracote!
Faz força! Me fode toda! Bota força nisso! Ahhhhhhhhhhhhhhhh.... isso, mais,
mais!
O Leonardo nunca
tinha estado com uma mulher daquele jeito. Encarou e bombou até esfolar o pau e
a xota dela.
Ela deitou-se de
lado no sofá.
- Já cansou? Fracote... vou te animar... enfia isso ai no meu rabo!
![]() |
Ela quis experimentar em todos os buracos... |
A dona é doida,
pensou ele, mas já que ela mandou... enfiou! Que coisa... que cuzão tinha ela,
entrou tudo e até que foi fácil. E lá foi ele bombar mais uma vez.
- Puta merda,
fracote... você está me virando do avesso...
- É pra parar?
- Claro que
não... continua... meu rabo adora receber cacetes como o seu...
E ela ficou de
quatro no sofá, sem tirar o pau do cu... e ele continuou.
- Está bom. Pode
parar agora, já estou satisfeita. Só falta uma coisa: bata uma punheta e
despeja sua porra no meu corpo.
Ele fez isso e
ela gostou de ver que ele tinha muita coisa para derramar no corpo dela.
Falou que ele
podia ir embora. Tocou a campainha, a empregada veio, abriu a porta e ele se
foi.
- Cruz credo,
dona Flávia, como a senhora aguentou aquilo tudo?
- Nem eu sei... mas
estou arrebentada, parece que um trator passou em cima de mim. Me faz um favor,
enche a banheira com água bem quentinha... preciso entrar lá e ficar um tempo
descansando!
Nenhum comentário:
Postar um comentário