Ela adorava ouvir e ser tocada
(escrito por Kaplan)
Dois
amigos, muito amigos, colegas de faculdade, apreciadores de boa música, Rafael
e Tamar viviam se encontrando. Ele tocava violão, ela cantava.
Já de
brincadeira, tinham pensado em arrumar mais alguém para formarem um trio. Pura
brincadeira, pois estavam na faculdade não era para aprender música, queriam se
tornar médicos.
Os
encontros musicais sempre eram o final dos encontros para estudo.
Quase
sempre na casa dele, pois o pai era médico e tinha uma biblioteca fantástica, a
qual recorriam sempre.
Ele morava
com o pai, viúvo. Ele, filho único.
Ela morava
com os pais, ele engenheiro, ela professora. Não se incomodavam de a filha
permanecer longas horas na casa do colega. Conheciam o pai dele, já tinham
visto a biblioteca e o fato de ela poder utilizar os livros dali os livrava de
terem de comprar. Livros muito caros!
E os dois
se gostavam muito.
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Tocar violão com esses trajes... sei não! |
Então,
aconteceu de um dia, depois de três horas estudando, já com a cabeça cheia, ele
resolveu tocar seu violão. E ela, em vez de cantar, ficou apreciando o amigo.
Gostava dele e já até pensara que poderiam se envolver, mas ele não tomava a
iniciativa...
E naquele
dia, ela resolveu dar uma dica.
- Toca
aquela música do Roberto?
- Qual?
- Como é
grande o meu amor por você...
Não era a
primeira vez que ele tocava essa música e ela cantava. Mas naquele dia ela só
ficou olhando pra ele, enquanto ele dedilhava o violão.
Quando
terminou, ele comentou:
- Achei
que você ia cantar...
- Hoje
não, eu só quis ver você tocar. Você tem os dedos tão bonitos!
Ele deu um
sorriso. Que observação mais estranha era aquela, depois de tantos anos
convivendo, ela vinha dizer que ele tinha os dedos bonitos. E logo ele entendeu
a razão daquele comentário.
- Seus
dedos só tocam esse violão?
- Já
toquei vários, mas um, em especial, ainda não toquei.
- Por quê?
Que violão é esse, tão especial?
- Você!
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Sim, os dedos dele tocavam todos os tipos de violão... |
Era tudo
que Tamar queria ouvir. Sorriu, ele também, ela sentou-se junto a ele, encostou
seu corpo no dele.
- Pode tocar!
Ele te espera há tempos!
Então ele
tocou. Começou pelos seios, que palpitavam sob a blusa folgada que ela usava.
Viu que ela não estava usando sutiã. Virou-a, colocando-a sentada sobre ele, os
seios bem na altura da boca. Abaixou as alcinhas da blusa e contemplou os mais
belos seios que ele já tinha visto. Nem pequenos demais, nem grandes demais. E
tocou-os, não mais com as mãos, mas com a boca. Beijou-os carinhosamente,
sentiu os mamilos endurecendo de tesão. Colocou um na boca e puxou levemente. Ela
gemeu. Que música era aquela que ele estava tocando em seu corpo!
Tirou o
shortinho dela. A calcinha. Que bucetinha mais linda! Que bundinha mais
gostosa!
Colocou-a
de pé, mas permaneceu sentado. A bundinha na altura de sua boca ganhou
lambidas, beijos. Mais gemidos, mais emoção.
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Aquela música que eles tocaram... não tinha partitura... |
Tirou a
roupa. Encostou seu corpo no dela. Os seios em seu peito. Os lábios em seus
lábios. A mão na xotinha. A mão dela em seu pau.
Deitou-a
com suavidade no tapete e sua língua percorreu todos os milímetros da xotinha. Molhada.
Ela estava no auge da excitação.
Levantou
uma das pernas dela, o suficiente para que pudesse introduzir seu pau na
xotinha e começar um movimento de vai e vem, que a fez soluçar de prazer.
Colocou-a
sentada sobre ele. Ela mal começou a cavalgar e já prorrompeu em um gozo
intenso, fantástico. Deitou seu corpo sobre o dele, soluçando. Rindo. Que gozo!
- Te amo
tanto, Rafa...
- Eu
também te amo...
- Por que
nunca falamos sobre isso?
- Para que
esse momento, aqui e agora, fosse tão especial...
Levantaram-se,
ela o abraçou e por longos minutos cantou a música que ele tocara. “Eu tenho
tanto pra te dizer, como é grande o meu amor por você!”
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