Meg
e os vizinhos
Não consigo esquecer uma das primeiras aventuras
da Meg, logo depois de termos casado. Não tinha um ano, ainda estávamos em
plena lua de mel, quando ela se sentiu atraída por um cara que morava na casa
ao lado da nossa casinha. |
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Já falei aqui dessa casinha, pequena,
com um grande jardim na frente, com várias árvores. Ali vivemos três anos. E
ali aconteceram os primeiros ménages, as experiências com outras pessoas, foi
um tempo muito bom! Ela aproveitava para
tomar sol bem à vontade!
E havia o vizinho, o Elias,
que chamou a atenção dela. Conversa vai, conversa vem, ali no passeio, no
jardim, mas ele era casado e a esposa dele, muito simpática, estava sempre
presente. Ambos trabalhavam, ficavam o dia quase todo fora de casa, então essas
conversas se davam ao anoitecer.
Meg me falou que achava ele um charme,
mas o fato de ser casado e ao que parece, bem fiel, bem tradicional, a
desanimava.
Até que um dia... a sorte bateu à porta
dela.
Ela chegava das compras, com duas
sacolas pesadas e foi surpreendida por ele, que tinha ido ajudá-la.
Ele estava de férias e ela o convidou a
tomar um café na parte da tarde.
Era muito bom para ser verdade! Quando
cheguei para o almoço, ela me falou que iria recebê-lo.
Quando cheguei, de noite, ela estava
feliz, tão feliz que saquei na hora que tudo dera certo.
- Nem te conto, querido. Foi muito
interessante, muito bom mesmo!
Claro que eu me preparei. Coloquei uma
minissaia, uma camisa sua, porque tem botões e nenhuma blusa minha tem, deixei
dois desabotoados e não usei sutiã.
Quando ele bateu à porta, o recebi e o levei à cozinha, já tinha deixado a mesa prontinha para recebê-lo. Tomamos o café, ele elogiou, mostrei a ele como era a nossa casa, e paramos no quarto.
Dali fomos para a sala, sentei no
sofazinho.
- Senta aqui, Elias, já que está de
férias temos tempo para conversar. A gente se vê tão rápido, não é mesmo?
Aí perguntei um punhado de coisas, do
tipo quanto tempo de casados, de onde eram, esses papos furados... e logo o
papo chegou onde eu queria... ele estava disposto a trair a esposa!
Me encheu de beijos enquanto um dedo
dele entrava dentro de mim e me cutucava sem parar. Gemi gostoso, querido! Que
coisa boa estava acontecendo!
Tirei a calcinha e o ajudei a tirar a
roupa toda e ficamos deitados, nus, aqui no sofá, ele atrás de mim e eu
sentindo o pau dele, duro, me encostar na bunda e logo ele ficou entre minhas
coxas e aí ele meteu. Uuuuuuuuuuu... que pau grosso! Eu nem tinha pegado nele
ainda e senti o bicho entrando e ele me dando estocadas em cima de estocadas.
- Que coisa! Tudo numa tarde só. E tenho
certeza de que ele vai voltar aqui outras tardes, enquanto estiver de
férias e a esposa trabalhando, certo?
- Certo, certíssimo. Ele ficou de voltar
todos os dias, precisamos repetir essa experiência tão boa de hoje!
Viram só? Desde o início de nossa vida
em comum, ela já era bem safadinha! Com o tempo... só melhorou!
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O segundo caso foi com um vizinho, que ela já transara várias
vezes, mas que depois dera um sumiço. Com saudade das transas, ela arranjou um
jeito de chamá-lo em nosso apartamento. Alegou que a torneira da pia estragara,
e como eu já tinha saído, ela queria saber se ele daria conta de resolver o
problema para ela.
Quando o vizinho chegou, ela estava na cozinha, com um
minivestido, super decotado, fazendo de conta que tentava resolver o problema.
O vizinho na mesma hora conseguiu solucionar, e percebeu que ela o chamara ali
não tinha sido por causa da torneira...
- Você inventou esse conserto só para eu vir aqui, não foi,
safadinha? Estava com saudades?
- Claro, você sumiu! Ainda sente algo por mim?
- Claro, morena... claro!
Ela já foi apalpando o pau dele, mas ainda estava mole dentro da
calça. Entendeu que precisava animá-lo, baixou a calça até o meio das pernas,
pegou no pau dele e chupou-o até ele ficar durinho como ela sempre gostava. Ele
aproveitou que ela estava ajoelhada em sua frente, levou a mão por dentro do
vestido e pegou nos seios dela. Como já era conhecido de longa data, sabia da
sensibilidade que ela tinha e pegou os biquinhos e ficou puxando-os, pois sabia
que ela delirava quando se fazia isso.
No minuto seguinte ela já estava sem calcinha, sentada na bancada
ao lado da pia, com o vestido abaixado e os seios de fora, e o vizinho já
começava a chupar a bucetinha dela. Ela adorava as chupadas dele, gemia e pedia
mais e mais, e ele sempre atendia. Tirou a roupa dela, tirou a dele, fez ela
ficar em pé de frente para a bancada, colocou a perna direita dela lá em cima e
ficou com a bucetinha toda aberta para enfiar o cacete e bombar sem parar até
ela gritar de prazer. Alucinada, ela virou-se para ele, ele ajudou-a a levantar
uma perna e colocar sobre seu ombro e com a bucetinha toda aberta, mas agora de
frente, tornou a meter. Meg delirava, sentia um prazer enorme que culminou com
um belo orgasmo.
Ele tornou a virá-la de costas e agora enfiou no cuzinho. Outro grito mesclando dor e prazer, e lá estava o pau todo dentro dela, e ele bombando novamente. Meg gostava demais de transar com este vizinho, porque ele demorava o tempo que ela quisesse.
Mas o vizinho ainda não gozara, colocou-a de joelhos e bateu uma
punheta, dirigindo o jato para os seios dela. Inebriada de prazer, ela só pediu
a ele que não sumisse tanto, aparecesse mais vezes!
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Mais um
vizinho me pondo chifres...
Sempre fui meio nômade, gosto muito de mudar. Depois que conheci a Meg, um
outro prazer veio se somar ao que eu já sentia: nos novos endereços sempre
havia vizinhos com os quais ela se encantava e aí... meus amigos e amigas
leitores, a nossa relação ficava cada vez mais apimentada.
Numa dessas mudanças, eu vi que ela se encantou desde logo com um
vizinho que morava dois andares acima da gente. Depois de vê-lo no elevador,
ela foi logo piscando o olho para mim, dando a entender que “gostara muito da
peça”. Já imaginei, na hora, que ela não iria descansar enquanto não pegasse o
rapaz. Que, por sinal, era solteiro, o que facilitou ainda mais as coisas.
Arranjar uma desculpa para ir até o apartamento dele não foi
difícil. Como todo morador educado, quando ele nos viu a primeira vez no
elevador, se apresentou, já comendo a Meg com os olhos, e se ofereceu para nos
ajudar no que fosse necessário. Meg agradeceu, encantada... a caça dera motivos
para ser caçada pela caçadora incansável!
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Resistir, quem há de...? |
Dia seguinte, me preparava para sair e vi que ela colocou um
shortinho branco, justo e curtinho, e uma blusa de alcinha, que mal tampava os
seios.
- Hummmm.... acho que hoje a noite terei belas histórias para me
fazer dormir...
- Espero que sim, mas amolece isso ai antes de sair, não fica bem
os moradores vendo você entrar no elevador de pau duro...
Dei-lhe um beijo de despedida e sai, já com a adrenalina a mil. De
noite fiquei sabendo dos detalhes.
Ela foi até o apartamento dele. Bateu a campainha e esperou. Logo a porta se
abriu. Rafael, este o nome da “vítima”, olhou-a de alto a baixo e creio que ele
adivinhou que sua manhã ia ser muito boa.
- Ora, que prazer recebe-la tão cedo!
- Desculpe a hora, mas imaginei que você deverá sair daqui a pouco
para o trabalho e eu precisava perguntar algumas coisas. Como você é a única
pessoa que nós já ficamos conhecendo... você teria um tempinho?
- Claro que tenho, vou sair para trabalhar, mas ainda é cedo, não preciso
marcar ponto, posso chegar um pouco depois. Mas entre, por favor!
Ela entrou e se admirou da beleza da decoração. Sentou-se num
amplo sofá, ele sentou-se à sua frente.
- Então, em que posso ser útil?
- Nós estamos em dúvida sobre como fechar a varanda. E eu vi que
você é um dos poucos que já fez isso. Existe um modelo único? O que o regimento
do prédio estabelece? Nós não recebemos ainda um exemplar dele.
- Ah, sim, venha aqui.
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Levou-a até a varanda e foi falando como deveria ser. A cor do
blindex, a cor das ferragens, tudo ele mostrou. Voltaram para a sala,
sentaram-se nos mesmos locais em que estavam antes. E aí, satisfeita a
curiosidade (que era real, diga-se de passagem, nós queríamos mesmo fechar a
varanda), rolou aquele papo de pessoas que se conhecem e que desejam saber do
outro alguma coisa também.
- Você é casado, Rafael?
- Ainda não, nem sei se pretendo... você é, já nos vimos no
elevador, muito simpático o seu marido. O que ele faz?
- É fotógrafo, como eu também, mas ele exerce mais a profissão do
que eu.
- Acho que você deve ser a modelo preferida dele, acertei?
Ela sorriu e confirmou. Já sabia que ele ia pedir para ver fotos
dela. E não deu outra.
- Será que poderei ver algumas fotos suas feitas por ele? Não é
por nada não, é só para saber se ele é realmente um bom fotógrafo.
- Ah...claro... com certeza!
- Você tem um belo rosto e me desculpe a ousadia, um belo corpo.
Deve ter fotos lindas.
- Obrigada... acha mesmo?
- Bem... as partes que eu já vi eu garanto o que falei... não
posso falar nada das partes que ainda não vi... se você quiser me mostrar...
Meg suspirou. Adorava homens atirados, e com classe. E Rafael se
revelava um homem assim. Então ela não teve dúvidas, iria atender ao pedido
dele.
- Nossa... você é muito ousado... mas gosto disso. Quero saber seu
veredito. E foi tirando a blusinha.
Os seios dela, lindos, durinhos, ficaram expostos aos olhos gulosos
do Rafael. Ele não era bobo. Sacou logo que ela queria algo mais. Levantou-se e
sentou-se ao lado dela. Ela viu que ele já estava de pau duro. Sem perguntar
nada, ele levou a mão ao seio direito dela, provocando um leve arrepio.
- Não são apenas bonitos, são muito gostosos de pegar... e imagino
que também de outras coisas... Bem, aqui em cima, tudo aprovado... e o resto?
Sorrindo, ela se levantou e desabotoou o shortinho. Pediu que ele
a ajudasse a tirar, o que ele fez com o maior prazer, ajoelhado na frente dela.
Surgiu uma calcinha minúscula, fio dental, que deixou Rafael alucinado. Mais
que depressa, ele a tirou também e pôde admirar o triângulo peludinho que Meg
ostentava em cima da xoxota.
Virou-a, para admirar a bunda de 104 cm. Passou a mão, de leve, por toda a
extensão. Meg estava queimada por igual, pois faziam poucos dias que
regressáramos da praia de Tambaba. Ele deu uns beijos nas nádegas, ela tornou a
ficar arrepiada.
Ela pegou o short, a calcinha e a blusinha e se inclinou sobre o sofá,
como se fosse colocar todas as peças em ordem. Rafael aproveitou a posição dela
para segurar nos seios, puxando os biquinhos (coisa que ela adora, ele foi no
ponto crucial).
- Rafael, é só eu que vou ficar sem roupa?
Ele riu e sentou-se no sofá. Ela viu o volume debaixo da calça,
sentou-se ao lado dele e pegou no pau, sentindo a firmeza. Abriu a braguilha e
viu saltar na sua frente um belo espécime que, na mesma hora, ela colocou na
boca.
Meg sempre dizia que homens não resistem a um bom boquete. Então demorou-se
chupando o pau do Rafael, fez de tudo com ele e ele gemia, olhos fechados,
segurando para não gozar, de tão bom que estava aquele momento. Ela ria,
brincava com o pau dele, balançava-o, batia no rosto dela com ele, chupava de
novo... ele estava a ponto de enlouquecer de tão gostoso.
Mas vendo que, se ela continuasse, ele ia acabar gozando, parou
com a brincadeira, colocou-a de quatro no sofá e enfiou seu pau na xotinha
dela, por trás. Ela gemeu e suspirou com o pau dele entrando e saindo dela.
Estava excitadíssima, saiu da posição,sentou no sofá e mamou de novo no cacete
dele. Empurrou-o para o sofá e sentou-se em cima, fazendo o pau entrar bem
devagar dentro de sua xoxota. E ai cavalgou-o, sem parar até sentir que ele
iria gozar, então se levantou rapidinho e ficou punhetando-o, até que ele
despejasse tudo no rosto e nos seios dela.
Ele estava admirado, suado, satisfeito...
- Moça... seu marido sabe que você faz essas maldades com os
vizinhos?
Ela deu uma gargalhada...
- Sabe, fica tranqüilo, ele não virá aqui tomar satisfações não...
- Isso quer dizer que você poderá voltar aqui mais vezes?
- Sempre que você quiser, Rafa... sempre que você quiser...
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Em um dos edifícios em que moramos, nos anos 80, um dos vizinhos
era metido a poeta. Aposentado, com pouco mais de 50 anos, vivia escrevendo,
não deixava ninguém ler. Nós o víamos no jardim do prédio, na área de lazer,
sentado num banco numa pracinha que havia ali perto, sempre com um caderno e um
lápis. Olhava para o infinito, como todos os poetas fazem, eu acho, escrevia
algo, depois voltava à posição contemplativa.
Acabou que de tanto nos encontrarmos no elevador ou nas reuniões
de condomínio, passamos a bater papos, ele se interessou pelas fotografias que
Meg e eu fazíamos, mas foi reticente quando pedimos para ler as poesias que ele
escrevia.
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ver ela peladinha ele gostou... |
Negaceou, disse que não eram muito boas, que precisava aperfeiçoar
mais, inventou milhões de desculpas. Meg ficou invocada com aquilo e pôs na
cabeça que iria conseguir ler o que o Gualter – este o nome dele – tanto
produzia.
Começou a infernizar a vida dele, indo atrás sempre que o via com
o caderno, pedia, implorava, e ele não deixava. Mas tantas ela fez que ele
acabou concordando em mostrar. Disse que iria datilografar algumas e mostraria
para ela. Eu achava que isso não ia acontecer, mas aconteceu. Um belo dia ele
bateu à nossa porta, Meg o recebeu e ele lhe passou umas vinte folhas, batidas
à máquina. Meg ficou feliz de ver que ele cumprira com o que prometera. Disse
que ia ler e depois comentaria com ele.
Leu tudo naquele dia mesmo. Me disse depois que não eram ruins
não, o Gualter tinha talento. Pensou até em conversar com ele para tentarem
publicar um livro, com as poesias dele e fotos que ela tiraria para ilustrar
determinados poemas que falavam de natureza, de mulher, de animais. Discutiu
comigo essa ideia, achei bem interessante. Provavelmente não seria fácil
encontrar uma editora que topasse a ideia, mas pelo menos os dois produziriam
uma obra legal.
O que ela não me disse, porque, como me falou depois, não tinha
certeza e queria tirar a dúvida com ele, é que ela se reconheceu em dois dos
poemas. Seria muita coincidência os versos falarem sobre atributos físicos
femininos que eram idênticos aos dela? Ela queria saber do Gualter até que
ponto teria se transformado em musa dele...
Ela tinha ficado excitada com os dois poemas. E na cabecinha dela
o Gualter fazia homenagem a ela e ela já ficara pensando em transa com ele.
Então, no dia em que ela foi conversar com ele a respeito do que lera, foi
“mais ou menos” a caráter: uma blusinha vermelha, tipo tomara que caia e uma saia não muito curta, mas que também não era comprida. Bateu a campainha, ele
atendeu, sorriu quando a viu.
- Já leu?
- Já. E
quero comentar algumas coisas com você!
- Pois
entre! Será um prazer!
Ela teve a
sensação de que estava, como na Roma antiga, entrando na arena para ser
devorada por um leão, mas tinha a certeza de que se fosse isso, ela não
morreria!
Foi
entrando e já falando que gostara muito e que ele devia dar um jeito de
publicar. E ofereceu sua ideia, de um livro com poesias e fotos, o que o
entusiasmou. Aí ela sapecou a dúvida:
- Gualter,
com relação a esses dois poemas aqui, sobre uma mulher. Sou muito presunçosa em
pensar que você escreveu a meu respeito?
O poeta
não sabia onde esconder a cara. Ficou vermelho como um pimentão maduro. Não
imaginava que havia sido tão explícito assim, a ponto de ela descobrir na
primeira leitura. Tentou pegar os papeis, mas ela não entregou.
Ele acabou
confessando o que ela imaginara. Sim, ela o tinha inspirado a escrever os dois
poemas. Foi pedir desculpas, mas ela não aceitou.
- Gualter,
eu nunca imaginei que pudesse inspirar versos tão bonitos,tão eróticos como
esses! Estou super lisonjeada!
Ela falava
e olhava para ele. Abaixando os olhos, viu que havia um volume diferente na
calça dele. Ele estava excitado com ela ali, naqueles trajes! Saber que um
homem se excitava por ela era algo que descontrolava Meg. Ela se excitava
também. E sem pensar duas vezes, mandou a mão verificar o que era “aquilo” que
estava sob a calça.
Quando o
Gualter sentiu a mão dela em seu pau enorme, enlouqueceu, abaixou a blusa dela
e babou. Que seios maravilhosos! Também pudera, ele com mais de 50 e ela com
26, no auge de sua sensualidade... ele tinha de ficar louco mesmo! Caiu de
boca, mamou até ela se cansar e querer outras coisas que aquele pauzão
prometia!
Treparam
loucamente! Ela saiu da casa dele tropeçando nas próprias pernas!
Depois daquele dia, não me recordo quantas vezes
ela e ele fizeram “poesias” juntos
Um desses
vizinhos quase enlouqueceu quando a viu só de calcinha e avental que deixava as
costas nuas e a frente tão folgada que os seios ficavam totalmente à
mostra..
Este
vizinho, chamado Bruno, esteve em nosso apartamento logo que ele se mudou, foi
lá pegar algumas informações. Quando a Meg viu que era ele, pelo olho mágico,
pediu para ele esperar um pouco e vestiu o avental. Aí o atendeu, ironicamente
pedindo desculpas pela demora, pois estava nua e precisou vestir algo.
O Bruno
ficou de queixo caído quando viu o que ela havia vestido. E mais ainda quando
ela o convidou a entrar e ir à cozinha, onde preparava um sundae.
Quando ele
a viu pelas costas, só a calcinha minúscula aparecendo, ele pensou que havia
batido na porta errada, não era o apartamento de uma vizinha, era o paraíso!
Ele até se esqueceu do que havia ido perguntar, ficou só apreciando ela falando
e preparando o sundae e mexendo a bunda, e os seios à vista. Caiu em si. Ela
estava a fim. Esqueceu da esposa que estava no apartamento deles, chegou perto
das costas dela, encostou e desamarrou o avental. Meg adorou a ousadia dele,
detestava homens sem iniciativa.
Ele tirou
o avental e a calcinha dela e ela mostrou a ele que também era
ousada. Abaixou-lhe as calças, viu o pau duríssimo à sua frente,
agachou-se e fez-lhe o boquete de boas vindas. Aquele boquete significava que
ela gostara dele, e estava avisando que se ele quisesse mais, teria! Ela sabia
convencer as pessoas!
Aí passou-lhe uma camisinha e debruçou-se sobre a mesa. Ele entendeu o recado, colocou a camisinha e enfiou o cacete na xotinha dela. Meteu por uns bons minutos. Depois beijou-a, disse que estava agradavelmente surpreendido e que queria satisfaze-la. Como ela gostava de trepar? Ela não respondeu, simplesmente fez ele sentar numa cadeira, ficou entre as pernas dele e sentou-se no cacetão, pulando freneticamente.
- Agora
você me come do jeito que mais gostar, Bruno!
- Esta
mesa é bem firme?
-
Sim...
Ele então
deitou-se na mesa atrás dela e comeu-a de ladinho. Meteu bastante até ver que
ela gozava. Então não se segurou mais, gozou, enchendo a camisinha que ela
tirou e jogou fora para, em seguida, voltar a chupá-lo, deixando seu pau
limpinho.
- Espero
que tenha gostado da recepção de boas vindas. Volte sempre que quiser!
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A bola caiu
no quintal do vizinho safado
Alugamos
uma casinha na praia, uma certa vez. Estávamos só eu e Meg, mas na casa ao lado
havia um morador, o Celso, já entrado em idade, meio careca e que, desde a hora
em que nos conhecemos não parou de comer a Meg com os olhos. Não falava nada,
não se insinuava, apenas os olhos diziam o que lhe ia na cabeça.
Como
ficamos lá por quinze dias, era fatal que todo dia nos cumprimentássemos, ele
nos via passando na frente da casa dele para irmos à praia. Estava sempre lá na
frente da casa quando voltávamos, começou a bater papo e a Meg ficou gostando de
ser paquerada, ainda que discretamente.
Deixou de
usar a canga quando íamos à praia, então ele a via de biquíni e os biquínis
dela nunca primaram pelo tamanho. A gente percebia que ele ficava indócil
quando a via. Estávamos nos divertindo bastante.
No dia
anterior à nossa volta, eu fui fazer alguma coisa que não me lembro bem o que
era e na volta recebi um relato delicioso dela.
Ela ouviu
barulho que vinha do quintal da casa dele, então ficou apenas com a calcinha do
biquíni, tirou o sutiã e colocou uma camiseta. Pegou uma bola e começou a
chutar no muro que dividia os dois quintais. E, malandramente, jogou a bola por
cima do muro e ela caiu no quintal do vizinho.
Ela pegou
uma cadeira, subiu nela e ao ver o vizinho, abriu um sorriso encantador e
perguntou se ele podia devolver a bola para ela. Ele pegou a bola e jogou, mas
bem baixo, então ela não conseguiu segurar.
Ele então
subiu numa escadinha e levou a bola até as mãos dela, que agradeceu e desceu da
cadeira. Quando ele viu os trajes dela, deve ter ficado ensandecido. Pediu a
bola e Meg, sem entender, entregou, então ele a jogou no próprio quintal e
perguntou porque ela não pulava o muro e pegava ela mesmo. Meg sacou o que ele
queria, mas como era o que ela queria também, começou a pular o muro e claro,
pediu ajuda.
Então, quando ela passou as pernas para o lado de lá, ele segurou nelas e na bunda e, safado como era, tascou um belo beijo na bunda dela. Ajudou-a a colocar os pés na escadinha e quando ela firmou o corpo, ele segurou no corpo dela, já enfiando as mãos dentro da camiseta e chegando aos seios. Ele não perdia tempo, pelo visto...
Pegou uma
colcha que estava estendida no varal, estendeu-a no chão e convidou Meg a ficar
em cima dela. E mais que depressa, começou a beija-la, a passar a mão na
bucetinha, por cima da calcinha, levantou-lhe a camiseta, mamou nos peitinhos.
Rapidamente
arrancou-lhe a calcinha, baixou sua própria calça mostrando a ela um pintão
duro, e começou a chupar a bucetinha, fazendo Meg se arrepiar toda com o
contato das mãos e da língua áspera.
Depois de
chupar, colocou-a de ladinho e mandou lenha, sacudindo o corpo dela por inteiro
com suas bombadas.
Foi nessa hora que eu cheguei e não a vendo dentro de casa, fui ao quintal, vi a cadeira encostada no muro e ouvi os gemidos dela. Saquei na hora o que estava acontecendo, peguei a cadeira e levei-a para uma outra parte do muro, que me protegeria, eu os veria e eles não me veriam. E assisti às bombadas que ele dava, e vi ele colocando-a sentada em seu pau e ela pulando, os seios balançando, o cabelo esvoaçando... comecei a me punhetar na mesma hora
De onde eu
estava eu via a bunda dela sendo apertada e puxada, o cuzinho todo aberto e o
pau do cara entrando e saindo , até que ele falou alguma coisa com ela, ela fez
que sim com a cabeça, ele então a colocou de quatro e meteu a pica no cuzinho.
Meteu bastante, depois saiu, deu uma bela lavada no pau com uma mangueira que
tinha por ali e então ofereceu para ela chupar, o que ela sempre fazia com
muito gosto.
Da hora em
que cheguei até aquele momento já tinham se passado trinta minutos, eu não
sabia quanto tempo eles já estavam transando antes de eu chegar, mas o cara
continuava firme e forte, e tornou a colocar a Meg deitada de costas e a comeu
de novo, num papai e mamãe que parecia estar muito gostoso.
Mas eu
acho que ela cansou, porque falou com ele para terminar porque eu deveria estar
chegando. Ele então pediu que ela o chupasse de novo, punhetou-se, ela ajudou e
logo ele derramava tudo em cima dela.
Satisfeita,
ela vestiu a calcinha e quando foi pular o muro de volta, viu que a cadeira não
estava onde ela a havia deixado. Levou um susto, mas ao olhar para os lado e me
ver em pé na cadeira, entendeu que eu havia visto o que ela tinha feito. Fui
até lá e ajudei-a a descer.
Fomos para
dentro da casa, ela me contou o que eu não havia visto e me pediu, implorou,
para não transar com ela naquele momento.
- Esse
cara acabou comigo... dá um tempo, tá, querido? De noite a gente
conversa...
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Quando eu
chegava em casa, após o trabalho e via Meg com uma expressão de felicidade, já
sabia que alguma coisa de interessante tinha acontecido. E naquele dia ela
estava com uma cara de sapeca e feliz. Sentei no sofá, trouxe-a para meu lado e
falei para ela contar o que tinha acontecido.
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Ninguem resistia... |
Rindo
muito, ela contou que, de fato, havia provocado um dos vizinhos (no andar eram
quatro apartamentos) porque o tesão por ele já estava grande. Assim que viu ele
sair do apartamento, ela abriu a porta e apareceu para ele com um short bem
curtinho e uma blusa, razoavelmente transparente, dessas que se amarram logo
abaixo dos seios. Como o vizinho não era bobo, já tinha percebido alguns
olhares dela para ele nos dias anteriores, elogiou, disse que ela estava muito
bonita. Ela deu o melhor sorriso que conseguiu para ele e chegou bem
perto.
Ficaram
conversando, o elevador chegou e foi embora e do papo não demorou muito para
que eles juntassem seus corpos e as mãos dele começaram a passar pelas pernas
dela, pela barriguinha desnuda e peos seios. E a mão dela já percorria a região
mais interessante, segurando o pau dele por cima da calça.
Quando já começavam
os amassos mais intensos, ouviram barulho de chave, algum outro vizinho ia
sair. Recompuseram-se rapidamente. Era uma adolescente, que ia para a escola,
chamou o elevador e desceu. Entenderam que ali era um local muito perigoso,
então ela o levou até nosso apartamento e aí, sem chance de aparecer algum
intruso, ele voltou a percorrer o corpo dela, ajoelhou-se atrás dela, enfiou a
mão dentro do short, apertou as nádegas. Ela já estava no ponto. Puxou-o para
cima, abraçou-o, e ele continuava apertando-lhe a bunda.
Até que
ele se resolveu e tirou o shortinho, para babar de tesão quando viu a calcinha
preta, fio dental, que ela usava. Continuaram abraçados, ele segurando a bunda
dela sem parar. Tirou a calcinha e ela, então, começou a querer tirar a roupa
dele, começando pela camisa, tudo recheado com beijos, apertos, amassos. Ela
ficava se perguntando porque demorara tanto tempo para dar o bote no vizinho,
já que ele tão fácil de ser seduzido...
Aí ele se
agachou e deu-lhe uma lambida na bucetinha e ele mesmo tirou o resto da roupa,
tirou também a blusa dela e beijou-lhe os seios e mais que depressa colocou-a
deitada na bancada da cozinha, chupou a bucetinha dela até senti-la bem úmida e
enfiou-lhe a vara, que ela nem vira direito ainda, nem experimentara o sabor.
Foi enfiando, metendo com vontade, arrancando os gemidos que ela sempre dava
quando gostava bem da coisa.
Meteu até
gozar e ai combinou com ela de voltar sempre que pudesse. Naquele dia ele não
poderia demorar mais porque se atrasara para o trabalho.
Ela terminou de contar já segurando em meu pau
e preparando-se para a segunda trepada do dia! E durante o tempo em que aquele
vizinho morou lá, pelo menos umas duas vezes por semana eu tinha.
Tivemos um
vizinho, o Valmir, em um dos muitos prédios em que moramos, que ela babava nele
o tempo todo, mas nunca conseguiu nada. Chegou até a pensar que ele era gay,
mas teve provas de que não era. Apenas não gostava de mexer com mulheres
casadas. As solteiras do prédio ele comeu todas. E ela estava sempre na
saudade. Só de pensar nele ela se masturbou várias vezes...
Só que ele
não era proprietário, era inquilino. E quando venceu o contrato, ele não quis
renovar, preferiu mudar-se para outro edifício.
Imaginem a
tristeza dela quando vi a turma do caminhão de mudança entrando e carregando
tudo que ele ia levar. Depois que o caminhão saiu, ficou aquele vazio no
corredor. No dia seguinte, ouviu barulho na porta. Foi ver pelo olho mágico e o
viu, entrando no apartamento. Na certa tinha ido buscar alguma coisa, ou
verificar se ficara algo para trás. Criou coragem e foi até lá. A seguir,
o que ela me contou:
- Oi,
Valmir! Resolveu nos abandonar?
- Oi, Meg.
É, o proprietário queria um aumento abusivo, não chegamos a um acordo, então
estou indo morar em outro local. Vim aqui para dar uma checada final, se bem
que ainda terei de voltar mais vezes, pois tenho de mandar pintar o
apartamento. Está no contrato!
- Sei como
é... mas é uma pena, você foi um bom vizinho, apesar de termos pouco contato,
deu para perceber que é gente boa.
-
Obrigado. Vou sentir saudades daqui também. Muitas pessoas legais.
- É...
fiquei sabendo o que você andou aprontando com algumas dessas “legais”...
- Fofocas
da oposição, pode acreditar.
- Não
acredito, sei que foi verdade. Pena que não foi comigo!
- Meg,
você é casada...
- E que
importância tem isso?
Fui
falando e já chegando bem perto dele. Quando senti que ele ia se afastar,
joguei a cartada final. Segurei-o pelo pescoço e tasquei-lhe um beijo na boca.
Ele arregalou os olhos. Não estava acreditando na minha ousadia. E mais ousei
ao carregá-lo para meu apartamento e aí, com a mão no pau dele, ele não
resistiu, me beijou também e senti as mãos dele apertando minha bunda e logo entrando
dentro de minha blusa.
Senti que
era vitoriosa. Finalmente ia rolar algo de bom com o vizinho que todas as
amigas do prédio que transaram com ele encheram de elogios.
Pegando
meus seios e enfiando a mão dentro da minha calça, procurando minha grutinha
que ficou toda molhadinha ao toque dos dedos dele. Enlouquecida, abaixei a
calça e a cueca dele, me ajoelhei e fiz-lhe um boquete caprichado. Era um
boquete para acabar com qualquer tipo de resistência porventura existente.
E se ele
ainda resistia, deixou de resistir. Me fez ficar curvada, apoiada na mesa e me
comeu por trás, nós dois em pé, eu gemendo e ele bombando sem parar. Gozei
legal ali na sala, e como ele ainda estava bem ativo, carreguei-o para meu
quarto, fiz ele sentar na cama e me sentei em cima dele e o cavalguei até que
ele gozasse também.
Foi muito
bom. Falei com ele que a fama dele era justa. E o convidei a voltar mais vezes,
eu estaria sempre pronta a recebê-lo.
E não é
que ele voltou? Dois dias depois, escuto barulho. Fui espiar e o vi, juntamente
com dois pintores. Dali a pouco ele saiu e bateu em minha porta. Abri e o puxei
para dentro. Fomos diretos para meu quarto. Sem aquela ânsia da primeira vez,
tivemos longos minutos de beijos suaves, molhados... primeiro em pé mesmo, depois
ele me colocou suavemente na cama enquanto me beijava e continuou me beijando
por mais um tempo.
E depois
dos beijos na boca, senti minha blusa sendo erguida e meu ventre sendo beijado,
ele subia e parou nos meios seios que foram mamados, chupados, mordidos, me
deixando louca de tesão novamente.
Tirei a
blusa e comecei a tirar a camisa dele. Tirei a calça e a cueca, deixei-o
peladão deitado na cama, tirei minha calça, fiquei só de calcinha e comecei a
acariciar o corpo dele. Peguei nos pés, beijei-os, chupei os dedos, depois
comecei a beijar as pernas, as coxas, fiz que ia abocanhar o pau dele, mas não
o abocanhei, beijei e lambi a barriga, mordi os mamilos e cheguei à boca de
novo.
- Se
quiser que eu chupe seu pau vai ter que implorar!
- Por
favor, eu imploro! Eu quero muito que você me chupe...
Sorri para
ele e desci até o pau. Era o que eu mais queria fazer naquele momento. Pau
gostoso demais, o do Valmir. Caprichei no boquete, bem mais do que no dia
anterior. Deixei-o em ponto de bala, duríssimo. E então esperei para ver como
ele iria me comer.
Ele tirou
a minha calcinha e meteu de frente para mim, que gracinha, papai e
mamãe! Deitado em cima de mim, me beijando e metendo seu pau em
minha xoxota, metendo com força e eu pedia mais e mais força, parecia um aríete
martelando uma muralha de uma fortaleza. Fortaleza que já estava totalmente
rendida ao invasor!
Como
aquele ex-vizinho metia bem! Eu já estava quase gozando quando ele saiu de
dentro de mim e me pôs sentada no pau dele. Quem contou para ele que era isso
que eu mais apreciava? Com menos de um minuto de pulação eu já gozava, gemendo
alto, quase gritando.
E ele?
Nada... continuava firme! E continuou metendo em mim, agora de ladinho. Eu
pensei em premiá-lo dando o cuzinho, mas antes que eu falasse algo, ele gozou.
Só pude prometer, então que, se ele viesse mais uma vez, ganharia o presente.
No dia
seguinte, ele ganhou o presente! Delícia de homem!
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