Quatro casais fazendo de tudo!
(escrito por Kaplan)
Quando a
gente é mais jovem faz de tudo mesmo. Este verão muito louco foi no século
passado que aconteceu, na década de 1980.
Quatro
casais – dois casados e dois namorados – se reuniram numa casa de campo de um
dos casais pra festejar tudo que fosse possível.
Vamos dar
nomes aos bois.
O casal
casado dono da casa era Yeda e Roger. O outro casal casado, Meg e este amigo de
vocês. Os dois namorados eram Maria das Graças e Luciano e Cláudia e Manolo.
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Essa turma era da pesada... prometia!!! |
Nem preciso dizer que todos já se conheciam nas camas desse mundo. E todos foram exatamente para continuarem a se conhecer,agora numa casa bacana!
Bebidas
não faltaram. Imagina ficar um sábado e um domingo sem obrigação nenhuma, só
diversão.
Se no
sábado de manhã, quando chegamos e fomos fazer um lanche, quase todos estavam
totalmente vestidos, alguns dos rapazes, eu inclusive, sem camisas.
Mas foi só
terminar o lanche e começar a beber coisa mais saudáveis como cervejas e
vinhos, que as peças de roupa foram saindo, saindo.
E a gente
sabia que ali valia tudo, sem essa de ficar os casais certos... era para trocar
mesmo!
A primeira
a ser bolinada foi a Meg, pelo Manolo. Ele a deixou só de calcinha e ficou
dançando na frente dela, que ria.
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Meeg, como sempre a mais desejada... |
Mas logo a
coisa ficou séria, ela teve os biquinhos dos seios puxados, o que a excita
demais e aí tirou a cueca dele e foi fazer boquete.
Parecia
que todos estavam esperando alguém começar. Peguei a dona da casa, a Yeda e
tirei a roupa dela, o que ela também fez comigo, e também me fez boquete, que
logo virou um 69.
Nesse meio
tempo a Meg já estava sendo comida de cachorrinho pelo Manolo. O Roger pegava a
Maria das Graças e o Luciano pegou a Cláudia
Não
demorou para todas estarem devidamente comida, seja cavalgando, de cachorrinho,
de ladinho ou de papai e mamãe.
O dia prometia!
Ficamos
ali quase uma hora na maior trepação e ainda deu tempo de trocarmos de
parceiras. Nem é preciso saber quem ficou com quem. Ficamos.
Depois que
paramos, fomos, todos pelados, passear pelo quintal. Era época de mangas, fruta
que todos gostamos. Então...
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Elas chupavam mangas e depois seriam chupadas por nós... |
Foi muito divertido ver as garotas subirem nas mangueiras, peladinhas da silva. Meu pau estava duro só de ver as bundas rebolando. Olhei pro lado e vi que os três também estavam como eu.
Mas
ninguém iria subir na árvore para trepar lá em cima. Tá doido? Se a gente
despencasse ia ser um problemão.
Meg e
Cláudia foram as primeiras a descer,
todas lambuzadas com o suco das mangas que chuparam. E jogaram mangas pra nós,
que também já estávamos chupando.
Peguei a
Cláudia, o Roger pegou a Meg e entramos, fomos para um sofá, elas lambuzaram
nossos paus com o suco das mangas, nos chuparam... coisa deliciosa!
E nós
passamos a língua cheia de suco de manga nas xotinhas delas que ficaram bem
molhadinhas e prontas para serem penetradas, o que fizemos com o maior gosto.
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A hora certa de trepar... todo mundo trocado! |
Não fiquei
sabendo o que os outros dois fizeram enquanto a gente se divertia no sofá...
Fomos
almoçar e depois deitamos todos na sala, vendo filme pornô. Pra que?
Pra variar
a trepação nos moldes do filme foi com
todos os casais novamente trocados.
Era
impossível não trepar. Só de ouvir os gemidos das atrizes do filme já dava o
maior tesão!
Seria
repetitivo falar que no domingo também trepamos à vontade. Deu até pra
transarmos com nosss respectivas esposas
e namoradas.
Voltamos
pra cidade, tendo a certeza de que deveríamos fazer mais encontros assim!
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