Casamento e luas de mel
Luas de mel? Sim, foi uma na época
convencional e outra alguns anos depois.
Casamos, numa cerimônia simples, mas com
familiares e amigos presentes. Sem nada depois. cumprimentos só no final.
Tínhamos dinheiro para recepção não.
Aceitamos o
presente de uma das madrinhas dela, tia Margarida, que possuía uma pequena casa
de praia e fomos pra lá. De ônibus, com os amigos seguindo em carreata e
gritando para os demais passageiros que nós estávamos em lua de mel.
A brincadeira não deu certo. O ônibus
estava vazio. Apenas três casais e o motorista. E todos em lua de mel!!!
Brincadeira... Foi uma risaria só e tratamos de ficar um casal na frente, outro
no meio e nós na ultima fileira.
Meg casou virgem... e deixou de ser
virgem num banco de ônibus!
Viagem à noite, três casais se
divertindo. Nas paradas, risos incontidos. As três no banheiro, confabulando e
os três comentando a aventura inusitada.
Bem, chegamos de manhã cedo e fomos
procurar a tal casa da tia. Não foi difícil encontrá-la e uma empregada nos
esperava. Tratamos de dispensá-la, dizendo que não iríamos precisar dos
serviços dela.
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E trepamos oito vezes naquele primeiro dia! |
Nem fomos à praia, que era em frente da casa! Só no segundo dia, depois de tomarmos um bom café e repetirmos, porque não tínhamos comido nada no primeiro dia, é que passamos algumas horas na praia. O suficiente para que os poucos homens que a viram babarem com a bundinha escultural e com os lances de seio, porque ela desamarrava o sutiã toda vez que se deitava para dourar-se ao sol e “sem querer”, volta e meia levantava um pouco o corpo e os brindava com os lances. Algumas esposas xingavam os maridos que se aventuraram a olhar... era divertido e servia como estímulo para as trepadas que demos à tarde e à noite.
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finalmente ela fez topless... |
No outro dia, procuramos uma praia mais
reservada, achamos uma bem deserta e ali ela exibiu os seios totalmente... pena
que não teve plateia, a não ser eu!
E assim foram mais cinco dias. Ela
sendo olhada cupidamente pelos marmanjos na praia e a gente fantasiando ela
trepando com os que ela achava mais interessantes.
E ao voltarmos, trepadas homéricas!
A SEGUNDA
Depois de quase dez anos de casados, Meg e eu, já com uma situação
financeira mais equilibrada, conversamos e resolvemos ter uma segunda lua de
mel. A primeira fora ótima, mas a infra-estrutura, digamos assim, não foi das
melhores, pois a grana era muito pouca. Achamos que merecíamos uma bem melhor.
E assim, procuramos um hotel de primeira, à beira-mar.
Achamos um flat, maravilhoso, com um preço bom, reservamos e fomos pra lá. A felicidade da Meg era algo esplendoroso. Já no avião ela só faltou levantar e gritar para todo mundo o que iríamos fazer!
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dançando de alegria... |
Quando chegamos ao flat, ela ficou maravilhada com o tamanho, com
a paisagem belíssima (ele ficava bem de frente à praia). Já queria ir para a
praia naquele momento mesmo. Colocou o biquíni e ficou dançando, enquanto eu
arrumava as coisas, abria as malas e guardava tudo nos armários. Ela só queria
saber de dançar, cantar, passava perto de mim e me beijava.
De tanto pular, o sutiã afrouxou e os biquinhos apareceram. Ela
pulou na cama e ficou sensualizando, passando a mão na bunda, nos seios... me
convidando e eu tirei a roupa e transamos belissimamente.
Ai já tinha ficado tarde e ela desistiu da praia. Tomamos um banho
e descemos para o restaurante, para um lauto jantar
Sentamos à mesa, o garçom veio nos atender e começou a ficar inquieto
com as belas pernas dela. Ela fez questão de mostrar, cruzando as pernas e não
deixando que a toalha as cobrisse. E, além das pernas, o decote. Claro que
estava sem sutiã e o decote da blusa era mais que generoso, era dadivoso!
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O garçom tinha razão de gostar... |
Quando o garçom veio servir o vinho, ele não sabia se olhava para
as taças ou para os seios, quase derramou o vinho na mesa. Meg se divertia, e
eu acabei me excitando com o que estava acontecendo...
Ela acabou de inspecionar o flat. Havia um barzinho, com frigobar
e um forno de microondas, poderíamos fazer algum lanche lá mesmo. Tinha uma
sala e um quarto e, ao abrir a cortina, ela se deparou com uma varanda.
- Querido, olha aqui... varanda!
Pelo olhar dela, eu percebi que ela já pensava em alguma coisa.
- O que foi que está pretendendo? Não adianta negar, conheço sua
carinha, viu? Já bolou algum plano maligno?
- Bolei dois. O primeiro é tomar sol pelada aqui amanhã, e o
segundo é a gente transar aqui na varanda amanhã à noite, só com a iluminação
da Tv ligada. Quem estiver vendo, só verá nossas silhuetas.
- Grandes ideias. Mas amanhã cedo a gente vai à praia, não é?
- Lógico... comprei dois biquínis para a ocasião e tenho de
usá-los, na praia.
Deitamos e conseguimos dormir.
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Muito bom queimar as costas... |
Ficamos na praia até as 15 horas. Então voltamos ao flat e ela
colocou em prática a primeira das suas ideias. Apesar de a varanda ser bem
protegida, como o flat era muito grande, havia pontos que impediam que alguém
visse, mas havia outros que permitiam. Estavam mais longe do nosso, mas era
possível ver. Se alguém tivesse levado binóculo, teria uma visão super
privilegiada do que iria acontecer naquela tarde e nas outras também, porque
ela fez questão de repetir todos os dias em que ficamos lá.
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Exibicionista? Imagina... |
Depois que o sol foi embora, ela levantou-se, entrou, feliz da
vida e fomos tomar banho. Pensei em transar, mas ela me impediu.
- Vamos ficar só nos amassos agora... lembre-se que depois do
jantar iremos transar na varanda...
Bem, naquela noite fizemos como ela queria. Apagamos as luzes,
abrimos as cortinas e ligamos a TV. A luminosidade era pequena, mas era a única
possível para o que ela pretendia.
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Muito bom trepar à meia luz.. |
Os que estavam olhando para nós e puderam ver, viram um casal se
beijando, eu mamando nos seios dela, ela me fazendo boquete, eu a comendo em
pé, ela se apoiando na mesinha que tinha colocado cedo lá.
E assim a semana transcorreu. Praia maravilhosa, muito sol, muito
exibicionismo dela, na praia, na varanda, no restaurante.
Voltamos
deixando um garçom eternamente feliz. Só não ficou mais porque eu não deixei
Meg levá-lo ao nosso quarto, como ela me confessou que queria. Bati o pé. Em
lua de mel não entra ninguém! Mas prometi que voltaríamos lá em outro ano, e se
ele continuasse trabalhando, eu não iria me opor aos planos malignos dela
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