Meg e
esportes radicais
O título
não está politicamente correto, porque algumas aventuras dela não eram tão
esportivas, mas radicais eram!
Havíamos ido passar uma semana de férias lá, em pleno verão, com muito sol.
Aproveitamos bastante, ficamos num belo hotel cujo quarto, de frente para o
mar, foi testemunha de dezenas de trepadas da mais alta qualidade.
Mas o lance mais interessante foi justamente numa das manhãs, quando fomos a uma praia, cujo nome não me recordo mais, em que havia um sujeito que dava passeios de jet sky para as pessoas interessadas (e que pagassem, é claro...).
Minha esposa, que
na época devia ter uns 38 anos, gostosíssima, de seios médios e uma bunda
enorme que deixava todos os machos babando, ainda mais que usava biquinis
pequenos e fio dental, minha esposa, eu dizia, se interessou em andar.
Na hora fiquei já meio desconfiado de que ela se interessou mais pelo condutor do que pelo veículo, afinal ela sempre foi muito safada e já tinha me colocado chifres até não poder mais...
Claro que ela sempre me contou tudo e cada safadeza dela acabava se transformando em motivo para novas e deliciosas trepadas nossas.
Pois bem...paguei a quantia que o cara pedia e ela sentou-se atrás dele, colocando os braços em volta do peito dele e, safada como ela só, encostou os peitinhos nas costas dele, como se estivesse com medo de cair... Saíram em alta velocidade. O passeio era de meia hora, então fiquei por ali, sentado numa cadeira e tomando uma cerveja geladissima. Eu não conseguia mais vê-los, sumiram de minha vista.
Passou-se meia hora
e nada de eles voltarem...olhei no relógio de novo e já havia 40
minutos...45...50... comecei a ficar preocupado, nessas horas a gente sempre
pensa que pode ter acontecido algum acidente.
Fui até o colega do
condutor, que ficava agenciando as pessoas para andarem no jet sky e perguntei
a ele sobre a demora...ele deu um sorrisinho bem maroto e disse que eu não
deveria ficar preocupado.
- Como não? já se
passou quase uma hora...
- Ora, na certa eles encontraram alguma coisa interessante para ver, respondeu
ele, ainda com aquele sorriso safado.
Voltei para a cadeira e fiquei olhando para o mar, a fim de ver quando eles voltariam. Finalmente apontaram, e já havia 80 minutos que tinham saído. Comecei a entender que deveria ter ocorrido algo de muito interessante quando eles se aproximaram e percebi que minha esposa não estava mais atrás do condutor e sim na frente, ele é que estava atrás, corpo colado ao dela e segurando em seu corpo, quase que com as mãos nos seios dela.
- Demorou, hem, sua
safada... o que vocês fizeram?
- Pera ai, deixa eu tomar uma cerveja que eu te conto...mas foi uma delícia!!!
Enquanto ela pedia
a cerveja, olhei despistadamente para o condutor que conversava, rindo, com o
colega dele, na certa contando o que havia acontecido.
Como já estava
tarde, esperei minha mulher tomar a cerveja e chamei-a para irmos embora. Ao
entramos no carro, ela esticou as pernas, deu um baita sorriso e me disse:
- Aposto que você
já sabe o que aconteceu, né?
- Claro, aposto que você devorou aquele sujeito...
- Lógico, meu bem, não tinha como... um cara com um corpo sarado daqueles,
fazer o que? Assim que a gente saiu da visão de vocês, eu fui abaixando minhas
mãos que seguravam o peito dele, me aproximando do cacetão do cara, que já
estava endurecendo e subindo... quando minhas mãos o encontraram, não deu
outra... comecei a bater uma punheta gostosa para ele e rapidinho ele gozou,
espalhando porra pelo jet sky todo. Reclamei com ele que ele gozara rápido
demais, mas ele disse que eu não precisaria ficar chateada, porque não
demoraria muito ele estaria em pé de novo. E de fato, não demorou dez minutos,
lá estava aquele cacete maravilhoso de novo pronto para a ação. Claro que
tivemos de parar numa ilha pequena que havia por perto. Ele me carregou para a
praia, me despiu e começou a me chupar... e como chupa gostoso!!! Fui à loucura
umas 3 vezes antes de ele me penetrar. Mesmo sendo um cacete enorme, não teve a
menor dificuldade, de tão molhada e excitada que eu estava. Me comeu até eu
cansar, perdi a conta de quantas vezes gozei com aquele cacete dentro de mim.
Ele, finalmente gozou e aí percebemos que já se passara muito tempo, entramos
na água, tiramos a porra toda, e voltamos, dessa vez com eu dirigindo.
Ele é muito
safado... pediu que eu ficasse um pouco em pé, enfiou o dedo em meu cuzinho e
disse que quer se encontrar comigo hoje a noite pois não pode deixar minha
bundinha sair daqui sem experimentar a delicia do cacete dele...
E aí a safadinha
virou-se para mim, com aquela carinha de menina pidona e me fez duas perguntas:
- Você gostou do
que eu fiz?
- Claro, respondi, adorei, olha aqui e mostrei meu cacete para ela, quase
rasgando a bermuda. Ela caiu de boca, aproveitando que a estrada estava bem
deserta e fez a segunda pergunta:
- Você se incomoda
se eu me encontrar com ele hoje a noite? Eu acho que vou ficar muito frustrada
se sair de Maceió sem dar meu cuzinho para ele...posso???
Como é que eu poderia negar tal pedido charmoso?
Assim, quando chegamos ao
hotel, tomamos banho, demos uma gostosa transada já pensando no que iria
acontecer à noite.
Ela ligou para o Héctor, este era o nome do argentino do Jet Sky.
Disse a ele que poderiam se encontrar. Ele a chamou à casa dele, deu o
endereço e lá pelas 19 horas eu a levei. Era importante isso, afinal eu precisava saber onde ela estaria, caso acontecesse alguma coisa. Aliás, fingi que tinha ido embora, fiquei de longe, sem
eles perceberem, tinha de fotografar!!!
A casa do Héctor era, na
verdade, pouco mais que uma garagem, onde ele tinha uma rede, um fogão, uma
moto e um jetsky. Além de um cachorro, que ele pôs para fora quando ela chegou.
Estava só de bermuda e tomando uma cerveja.
Abriu a portinhola, sorridente e a puxou para dentro. Ela tinha
ido com uma sainha curtinha
e uma camiseta com aqueles decotes escandalosos. Nos pés, um tênis. Enquanto ele continuava a beber a
cerveja e ficava olhando-a com olhares gulosos, ela ficou rodeando e admirando a moto.
Super limpa, via-se que ele era muito cuidadoso com seus pertences.
Sentou na moto. Ele pediu
que tirasse a saia. Atendeu. Mostrou a ele a minúscula calcinha que usava. Vendo que seu cacete já dava sinais de vida, então desceu a bermuda dele e começou a chupa-lo.
A maioria dos homens adora
colocar o pau dentro da boca de uma mulher. Conheço muitas que não gostam.. Nenhum homem precisa pedir a ela para fazer um boquete. Ela sempre faz e com gosto.
Vi que ela ficou de quatro, mas ele apenas lambeu e mordeu sua bunda. Depois meteu e bombou à vontade. Deu pra ouvir
ela quase gritando!
- Héctor, ta muito
gostoso...não pára...continue...mais forte...
E ele meteu...muito, com
força, até ela dar um grito e quase cair deitada, desfalecida.
Aí
sim, com o pau molhado por meu gozo, enfiou no cuzinho. Deu outro grito, pois ele enfiou tudo de uma vez.
Depois de gozar, ele pediu para ela passar a noite com ele, mas
ela disse que não podia e me telefonou. Fui logo pegá-la.
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Depois desse passeio...
Pois bem, uns cinco anos depois, olha nós de novo em Maceió. E,
lógico, a lembrança daqueles dias e do Jet Sky vieram na hora.
- Será que
ele ainda está por aqui?
- Não sei,
querida... como era mesmo o nome dele?
- Hector,
era argentino.
- Isso,
isso.
- Vamos
até aquela praia para ver se ele continua lá?
- Ficou
com vontade de transar com ele de novo?
- Querido,
aquilo foi bom demais... dá vontade de repetir...
Então fomos à praia em que nós o conhecemos. E por incrível que
pareça, lá estava ele! E mais incrível, ainda, ele reconheceu a Meg e veio,
todo sorridente, ao nosso encontro. Já estava falando um português melhor. Eles
se abraçaram e eu senti que as vibrações estavam no máximo.
- Você
ainda tem o Jet Sky?
- Si,
Meg... tengo, veja, ali está ele.
- Então
iremos passear de novo por aqueles lugares lindos?
- Se
quiser, estou à disposição.
- Agora?
-
Agora!
Só marquei a hora, tinha certeza de que seria um passeio bem
demorado! Fiquei numa barraca, pedi uma cerveja e aguardei.
Uma hora e meia depois, lá veio o Jet Sky com os dois sorridentes,
felizes da vida! E ela na frente e quando desceu, arrumou o sutiã do biquíni,
que estava aberto. Imaginem a cena!
- Então,
visitou os lugares lindos de novo?
- Você é
engraçado... acha que saí para ver algum lugar lindo?
-
Foi você quem disse isso...
- Meu
querido amigo, amante, marido... só vi o pau dele, mais nada! nem sei aonde ele
me levou. Estava sentada atrás dele e assim que ele saiu, já peguei no pau e fiz
ele endurecer com minhas mãos. E quando ele parou... boquete nele! Salgadinho
como sempre, pois ele vive entrando no mar.
E chegamos num local que era diferente do que havíamos ido da
outra vez. Mas isso não importava, estávamos os dois loucos para trepar e
arrancamos as roupas e nos abraçamos, nos beijamos e mais boquete, até ficar
naquela dureza que me emocionou da outra vez.
- Sim,
demorou uma hora e meia tudo.
- Pois
é... deu pra duas, bem dadas... ele está bem melhor do que da outra vez, e olha
que já tinha sido muito bom.
- Deu
tudo, né?
- Fazer o
quê? Ele gosta, eu também...
E deu uma gargalhada. Queria dizer que tinha dado o cuzinho pra
ele também.
- E depois
das duas, voltamos, e ele veio pegando nos meus seios, deu pra você perceber?
- Sim,
quando você chegou vi que arrumou o sutiã... e já marcaram mais alguma coisa?
- Não, por
mais triste que isso possa ser, ele me falou que amanhã está voando pra terra
dele, e vai ficar 15 dias lá... uma pena, poderíamos nos divertir bastante...
-
Console-se comigo, boba! Isso se não aparecer mais ninguém interessante por
aqui, né?
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Tambaba com surfista e
exibicionismo
Tinha épocas em que ela ficava
toda exibicionista. E Tambaba era uma praia que se prestava muito a isso,
apesar de existir um controle grande sobre o que se passava nas areias.
Lá tem até segurança, não se pode
fazer nada em publico. A não ser dar uma exibida para quem estivesse
interessado em ver.
Era o que ela mais fazia. E eu
fotografava, morrendo de rir da vontade que ela tinha de alguém chegar e
paquerar. Dá uma olhada. Ela ficava de olho, quando via passar um cara
interessante, abria as pernas, se mostrava toda...
![]() |
Se abrisse mais... arreganhava! |
Mas o problema, é que quando algum aparecia, era cara que estava hospedado em João Pessoa, geralmente com esposa ou namorada, então não rolou nada.
Em outra vez, ela conseguiu um
surfista. Conversando com ele e com a irmã (porque lá não pode entrar homem
sozinho) falou que tinha muita vontade de saber surfar e ele se prontificou a
lhe dar algumas lições. Por sorte, eles estavam hospedados ali, na pousada que
tem na praia, onde a gente também estava.
Então, depois de algumas lições
fajutas, recheadas de conversas e planos, ela passou algumas horas, a noite,
com ele no quarto, enquanto eu distraia a irmã que não estava a fim de transar
comigo... kkkk
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Lancha
De volta a Maceió, curtindo umas férias. Praia
maravilhosa, muito sol, o que mais poderíamos querer? Ela, cada dia mais
bronzeada, chamava a atenção, não vou
negar. Os biquinis eram mínimos, quase todos fio dental. Eu me deliciava vendo
os homens passarem por ela e olharem, até descaradamente, para a bunda dela.
Um dos dias que estávamos na praia, vimos
um sujeito muito interessante, parecia que ele oferecia algo às pessoas na
praia. Ia perto de cada um, conversava, mas não dava para ouvir o que era. Ela
comentou que o sujeito era um tesão de homem. Olhei. ri, disse que não era meu
tipo.
Conversando...
- Pois olha... é
meu número certinho, viu? O que será que ele está vendendo? Não tem nada na
mão...
- Mas quem te disse que ele está vendendo alguma coisa? Vai ver está é
apreciando as bundas gostosas que estão por ai...
- Deixa de ser bobo...
- Então espera, daqui a pouco ele chega aqui e você pergunta.
Ficou deitada, fingindo que estava lendo um livro, mas de olho no tal sujeito.
De fato, ele só foi chegando mais perto, até que nos viu e veio direto para
nós.
- E aí, casal simpático? São de onde?
- Somos de Minas, respondi.
- Ah...a terra das montanhas... e então, estão gostando das nossas praias?
- Nossa... sem igual. É a segunda vez que a gente vem aqui e cada vez gostamos mais.
- Legal, muito legal. E já fizeram passeio de lancha?
- Não... da primeira vez eu fiz um passeio de jet sky, com um argentino, esqueci o nome dele.
- E não estão interessados no passeio de lancha? Pode ser de meia hora ou de uma hora, a gente roda por este litoral quase todo, é um passeio e tanto. Vale a pena!
Ela olhou pra mim, vi meu sorriso sarcástico, já sabia que ela estava louca para ir na lancha com aquele homem lindo.
- Que acha, meu bem? Vamos?
- Ah, Meg.. pode ir, eu prefiro ficar aqui com minha loura cerveja...
- Então eu vou. A que horas é o passeio?
- Agora mesmo! Só temos de caminhar uns 200 metros para chegar na lancha. Está vendo ela ali?
- Ah, estou... bonita sua lancha... então vamos.
Veio me dar um beijo e ao se debruçar, o sujeito pôde ver a bunda quase por
inteiro. Deu um beijo e agradeceu, mas dizendo que eu era louco mesmo.
- Sou nada.. você está a fim... curta, depois me conta tudinho!
- Pode deixar, seu taradinho...contarei.
Foi, então com o sujeito, que disse se chamar Rubens. Foi contando sua vida enquanto caminhavam em
direção à lancha. Era paranaense. Veio conhecer Maceió e se apaixonou, nunca
mais voltou. Era solteiro, mas casou-se ali e vive desse trabalho árduo de
levar as pessoas para passear de lancha.
- Sua esposa deve ficar meio brava com você levando mocinhas e senhoras para
alto mar, não?
Ele riu.
- É muito raro eu sair só com uma pessoa, hoje o dia não está muito bom não.
Espero que você me traga sorte!
Chegaram ao local onde a lancha estava ancorada. Numa jangadinha foram até lá.
Entraram e ele começou o passeio.
Ela me contou o que
aconteceu:
“Tirei a canga que
enrolara na cintura e deitei-me de frente para ele. Meu biquini era amarelo. O
sutiã era de cortininha, mas cortininha mesmo, só tampava o mamilo. E a
calcinha... nem sei o que ela tampava! Se é que tampava alguma coisa!
Dei uma de sem-vergonha mesmo, confesso... fiquei abrindo e fechando as pernas, dando uma visão que imagino fabulosa para o Rubens. Ele entendeu o recado direitinho. Afastou-se bem da costa e parou a lancha. Veio até mim, agora só de bermuda. Tinha um fisico lindo. Deitou-se ao meu lado. Achei melhor abrir o jogo com ele.
- Rubens, eu não quero que você pense que sou uma vadia. Estou me exibindo aqui para você, mas não pense que faço isso sempre e nem que faço para qualquer um. Eu já havia notado você na praia, e comentei com meu marido que você era um belo tipo de homem. E se estou sozinha aqui com você, é porque ele sentiu que eu estava com tesão e não quis atrapalhar. Eu não sabia que você era casado, e agora que sei, quero deixar claro o seguinte: meu marido e eu temos um casamento aberto. Acredito que você não tenha. Então, se você sentir que algo que venhamos a fazer atrapalhe sua relação com sua esposa, não precisa fazer nada. Me deixe aqui sonhando, de sonhos a gente vive tambem!
- Olha, Meg... estou impressionado. Te confesso que a principio achei que você era mesmo uma vadia, dessas que se jogam pro primeiro que aparece. E se eu vim deitar aqui perto de você foi justamente para tentar descobrir se você é ou não. Porque se eu percebesse que você é uma vadia, pode ter certeza de que teria um profissional de turismo aqui e nada mais. Já recebi muitas cantadas de mulheres desse tipo e sempre as recusei. Prezo muito meu casamento, não vou jogá-lo fora por uma - desculpe o termo - piranha qualquer. Isso que você falou me deixou realmente contente. Sei que se acontecer algo aqui entre nós não vai cair na boca do povo. Meu casamento não corre perigo com você, assim como o seu não corre perigo algum comigo.
Fiquei super feliz ouvindo Rubens falar tudo isso. A voz dele, a expressão do rosto, dos olhos, tudo me dizia que ele era sincero.
- Que bom, Rubens, que bom..
Sorri para ele e convidei:
- Chega mais, vem matar meu tesão, vem!
- Ora...quem sou eu... eu estava esperando que você matasse o meu!!!”
Podem imaginar que aconteceu de tudo naquele passeio!
Nos dias seguintes ele passou por nós, mas ela não foi mais. Alegou que a lembrança que ia levar de Maceió era fantástica. Não precisava de outro round.
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Meg na praia
passeando de bote inflável
Ela economizou 200
pratas...
Fico
pensando se alguma vez em que estivemos numa praia ela ficou sem aprontar. Até
comigo lá ela dava um jeito de pular a cerca! Que coisa impressionante!
Pra
variar, nas férias fomos curtir as praias nordestinas. E é incrível como eles
inventam coisas para tirar dinheiro da gente! Jet Sky, paraquedas, passeios de
escuna, bananas... é tanta coisa que achei que não veria mais nada. Pois ela
viu. E aproveitou, imagina se eu não iria aproveitar!
Tinha um
rapaz lá que ficava numa lancha, arrastando um desses botes infláveis. Uma
pessoa de cada vez entrava no bote e ele saía em disparada, fazia o bote virar,
era uma loucura!
Na hora em
que ele estava na praia catando futuros clientes para o passeio que durava meia
hora, ele passou por nós e depois de quase arrancar o biquíni com os olhos, o
que a deixou arrepiada, perguntamos o preço. Salgado! 200.000 cruzeiros.
Levaria nós dois. Tudo bem que na época a inflação era altíssima, mas pagar
aquilo tudo pareceu-nos um despropósito. Recusamos.
Mas ela
tinha ficado com vontade e quando viu o rapaz lá longe, conversando
com outras pessoas, acabou indo até lá e depois que a turma também recusara, foi
andando com ele e dando uma choradinha e acho que ele entendeu que poderia ter
um pagamento diferente. Devia estar acostumado, era um gato, queimado de sol,
musculoso. Uma delícia, pra ser exato, segundo ela. Disse que se fosse só ela
ele poderia dar um desconto especial. E piscou o olho. Baiano terrível! Mexeu
com ela!.
Então foi.
Passaram por mim e ela disse que ele ia fazer um preço melhor, dei de ombros. Se quer, vá! Disse eu. E ela obedeceu...
kakakaka
Ela conta:
“Então fomos até onde ele preparava tudo. Me fez colocar um colete salva-vidas,
minto, me ajudou a colocar e já senti a mão dele passando pelo meu biquíni.
Então, da
lancha, eu pulei na água em direção ao bote, entrei nele. Ele me falou como eu
devia me segurar, eu disse que não queria ser jogada como ele fizera com um
rapaz antes.
“Ah, quer
sem emoção!” ele disse e eu confirmei.
Fiz um
sinal de que estava pronta, ele arrancou a lancha. Custei a me acostumar com
aquilo, principalmente quando ele fazia curvas e o bote quase voava de um lado
para o outro. Logo a praia sumiu de vista. E eu vi que ele levava a lancha para
um local bem deserto.
Parou e me
fez sinal para nadar até a lancha. Lá fui eu, já imaginando o que ele ia
querer.
Me ajudou
a subir na lancha e começamos a comentar o passeio. E ele só olhando pro meu
corpo. Quando falei que tinha ficado com um pouco de medo no início,
ele falou, todo meloso:
- Ficou
com medo? Arrepiou toda?
E foi
passando um dedo, carinhosamente entre meus seios. Aí, sim , fiquei arrepiada.
- Quer
passar a mão direito, em tudo?
- Eu
gostaria.
Afastei as
cortininhas do sutiã e deixei ele ver e pegar em meus seios. Mais arrepios
quando ele pegou nos biquinhos e deu um pequeno aperto neles.
Tirou
minha calcinha e continuou me enfiando o dedo. Senti que já era hora de agir.
Me virei e tirei a bermuda. Peguei no pau dele e chupei bastante.
No curto
espaço disponível, fiquei de quatro e tive o prazer de sentir o pau dele
entrando em mim e ele começou a me dar estocadas firmes, sem parar. Claro que
depois eu fiz questão de cavalgar o rapaz, aliás, que tinha um nome diferente.
Chamava-se Kaique.
Trepada
muito boa. Me levou ao gozo. E gozou em cima de mim, o safado.
Ainda bem
que tive de nadar de volta ao bote e a porra saiu toda...kakaka
Mas antes
de eu voltar ele perguntou se eu achava que meu marido ia ficar bravo com ele
por ter demorado tanto.
- Preocupa
não. Ele estava distraído lendo e deve continuar. Nem percebeu que demoramos.
- Quer
passear de novo amanhã?
- Calma,
moço... aí é que mora o perigo. Aí ele vai desconfiar mesmo!”
Bugs
Carona
erótica
Fomos passar umas férias em Natal, no
nordeste. Estava tudo ótimo, muito sol, muita praia, até o dia em que um cara
desses que alugam buggies apareceu distribuindo folhetos para quem estivesse
interessado em fazer passeios. Geralmente as pessoas contratam um buggeiro para
levá-las a algum lugar, mas aquele não, ele alugava o veículo para quem
quisesse sair dirigindo por aí.
Nem preciso dizer que Meg ficou profundamente interessada na conversa do Marcos. Perguntou tudo que tinha direito. E eu só vendo o tal do Marcos devorando-a com os olhos. Também pudera, com o biquíni que ela usava se ele não olhasse com certeza deveria ser gay. Ainda mais que quando ele chegou ela estava queimando as costas por igual, o que significa que tirara o sutiã e se deitara de bruços. Quando ela se virou para colocar o sutiã, logicamente ele teve uma visão de detalhes dos seios dela.
Ela pegou o folheto e ficou de tentar me “convencer”. Daria uma resposta no dia seguinte. Ele se foi, mas ficou distribuindo folhetos às pessoas próximas e sem tirar o olho do corpão da Meg.
Naquela
noite, ela fez um verdadeiro furacão na cama, me deixando alucinado. E ao
final, deu o bote: queria andar de bug no dia seguinte, mas sozinha.
-
Desconfio que você pode até começar sozinha, mas vai terminar acompanhada.
Estou certo?
-
Certíssimo! É por isso que te amo! Você conhece até meus pensamentos!
Fazer o
quê?
Manhã seguinte ela colocou um shortinho, uma blusa com um decote imenso. Qualquer abaixadinha que ela desse... via-se tudo! e foi até o endereço do rapaz que alugava os buggies. Claro, não se esquecera de pegar o telefone dele caso acontecesse alguma coisa. E o Marcos, que quase enfiara a cabeça no decote dela, sentiu que ela iria telefonar. E não deu outra! Depois de uns quarenta minutos, olha ele atendendo o telefone.
Fazendo
voz de desesperada, ela disse que entrara em areias muito fofas e encalhara. E
não passava ninguém que pudesse ajudar. Seria que o Marcos poderia ir até onde
ela estava? Ele deu um sorriso enorme. Tinha certeza de que ia rolar alguma
coisa. Falou que iria, pediu as coordenadas de onde ela estava. Ela disse que
ficaria na beira da estrada esperando. Ele disse em qual veículo iria e lá
ficou ela esperando.
Quando viu
o jipe dele chegando, ela ficou na ponta dos pés, fazendo sinal de quem pedia
carona. Ele parou e ela sorriu para ele.
- Vem
comigo, o bug está logo ali.
De fato,
ela o havia jogado no meio de um areal. Se colocasse alguns calços sairia
fácil, fácil. Foi o que ele fez e tirou o bug de lá.
- Nossa,
Marcos, eu já estava desesperada, que bom que você veio me salvar... como posso
te recompensar?
Acho que
ele esperava alguma coisa do gênero, porque não titubeou:
- Bem, se
faz questão de me recompensar, que tal tirar a blusa e me mostrar toda essa
beleza que você mal esconde?
Meg
adorava safados assim. Sorriu e recompensou-o. Tirou a blusa e mostrou os belos
seios que tinha, já de olho na “possível reação peniana” do Marcos. Não se
enganou. A bermuda dele mostrou movimentos que indicavam uma bela ereção.
E aí não
houve mais delongas. Ele a abraçou e se beijaram. Os seios dela foram tocados,
beijados, chupados e ela entrou no clima completamente. Tirou a roupa toda e
arrancou a bermuda do Marcos. E foi em cima do bug que eles deram a primeira
trepada do dia. Ele apoiou as mãos dela no bug e meteu por trás, furiosamente,
fazendo o corpo dela tremer todo e ela gemeu muito e muito alto.
Deu tudo
que queria e ainda ganhou uma esporrada no rosto e nos seios.
---
Sair de bug, sem destino? Vai rolar...
Quando se vai a praias do nordeste é difícil você não ver bugs rodando
pra baixo e pra cima. Tem empresas que alugam e você mesmo vai dirigindo, como
é o caso de Porto Seguro, tem outras em que o percurso é mais complicado e tem
o bugueiro para dirigir, como é o caso de Natal, de Fortaleza. Enfim, bugs são
o veículo que mais se vê rodando ali.
Claro que Meg gostava de andar nos bugs. Se achava o bugueiro bonitinho,
então... fazia questão de dar um passeio com ele, para sondar todas as
qualidades do “bug”. Às vezes voltava sem nada ter acontecido, por alguma razão
qualquer não gostara do papo dele, em outras, pelo contrário, voltava
sorridente, feliz!
Não vou falar o nome do bugeiro que é personagem deste conto, nem em
qual praia ele fica. É aquela história: conto o milagre, mas não conto o nome
do santo!
- Ora, se é isso que você quer, podemos sair por aí, sem destino certo,
acharemos locais mais desertos, sem dúvida alguma!
- Ótimo, então vou ali pegar a grana com meu marido e já volto.
- Já podemos ir, eu paro onde ele estiver e de lá seguimos. Ele vai
também?
Ela riu internamente. Ele já tinha sacado o que poderia rolar.
- Não, ele não gosta disso, eu é que adoro!
Entraram no bug e dali a pouco eu os vejo chegando, ela me pediu o
dinheiro para pagar o rapaz e disse que iria dar uma volta “por aí, para
conhecer melhor as coisas”. Eu entendi que “coisas” ela queria conhecer.
Eles se afastaram rapidamente, ela estava atrás, mas antes que sumissem de minha vista deu para ver que ela passara para o banco da frente, ao lado do bugueiro. Fiquei esperando, para ver o que ela iria me contar quando chegasse. Pela cara dela eu saberia se tinha conseguido ou não.
E ela estava bem sorridente quando voltaram. Despediu-se do bugueiro,
que ofereceu seus serviços sempre que ela precisasse.
- Já viu que foi ótimo, não viu? Menino, ele é muito bom no que faz!
- Eu vi que você não demorou muito a passar para o banco da frente,
depois não vi mais nada.
- Kakaka... deu pra ver isso? Eu pensei que já estávamos longe de seu
olhar de lince!
- Conta logo, o que rolou?
- Uai, ele saiu por aí, e como foi direto para um local bem deserto, eu saquei que não era a primeira pessoa que ele levava lá. Inclusive ele tinha uma toalha para estender na areia que era sintomático de que ele era comedor de turistas. Imagina que ele parou num local, bem deserto, mas lindo. Perto de um rio que deságua lá, com grama nas margens, lindo! E eu saí do bug e fiquei admirando, e como eu levei a máquina, tirei umas fotos de lá. Mas, então, enquanto eu fazia isso, esqueci do rapaz e quando voltei para perto do bug... lá estava ele, deitado na toalha e peladão! E o que ele tinha entre as pernas... faça-me o favor, era um espetáculo à parte.
- E aí você atacou o pobre rapaz...
- Lógico, imagina se eu perderia a chance. Fui até ele e chupei aquela
vara maravilhosa que endureceu totalmente. Coloquei-a entre os seios e fiquei
subindo e descendo com eles, sentindo aquele calor que pulsava... e tratei de
sentar nele e pular bastante. Como eu gemia! Era uma senhora vara e usada de
maneira correta, dava muito prazer!
- Da cavalgada passamos à trepadinha de lado e depois nova cavalgada,
que me fez gozar como doida. Daí viemos, você só me deu grana para pagar uma
hora de passeio...
- Que pena! Só uma hora? Oh... coitadinha dela... amanhã eu pago duas
horas, está bem?
- Não, essas aventuras só acontecem uma vez. Não vou querer sair de novo
com ele.
- Mas se aparecer um outro interessante...
- Ah. Bom... aí teremos de pensar direitinho a respeito!
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