Era uma coisa que virou outra coisa!
(escrito por Kaplan)
Meg tinha
uma amiga, a Marli, tão gostosa quanto. Era casada com Sálvio, que, como eu,
não se incomodava de saber que sua esposa e a Meg de vez em quando se
encontravam para tórridas noitadas. Elas se amavam muito, ambas eram bissexuais
e seus maridos não se importavam.
Chegamos a
fazer swing umas duas vezes e era tudo ótimo.
Depois de
um tempo sumidos, Marli telefonou e chamou Meg para passar uma tarde com ela,
para relembrar os velhos tempos.
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Essas duas viviam "namorando" |
Sabendo que
o Sálvio trabalhava o dia inteiro, Meg foi pronta para acariciar e ser
acariciada pela amiga e foi o que aconteceu logo que ela chegou na casa deles.
Foi arrastada para o quarto e as duas começaram a se beijar a se acariciar,
enquanto as roupas iam sendo progressivamente retiradas, e os seios iam sendo
beijados, mamados, e quando a peça de resistência, as calcinhas também foram
tiradas foi o momento das línguas e dedos se enfiarem dentro das xotinhas,
levando-as ao delírio.
Foram
longos minutos, que deixaram as duas suando e querendo mais, sempre mais.
Era tão
bom quando as duas tinham esse tempo só pra elas!
Meg
voltava revigorada e o Sálvio sempre me dizia que encontrava a Marli do mesmo
jeito, rindo sem parar, lembrando de cada detalhe.
E
relembrando doces momentos, logo as duas se engalfinhavam de novo.
E aí veio
a surpresa. Quando Meg estava de quatro, cabeça virada para a parede e tinha
sua bunda e sua xota lambidas pela Marli, subitamente ela sentiu que algo bem
mais duro do que os dedos da amiga entravam em sua xotinha.
Assustada,
olhou pra trás e viu o Sálvio, pelado, enfiando a tora nela.
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Foi uma bela surpresa... o pau entrou bonito! |
Marli ria
e explicou. O marido estava de férias e os dois tramaram aquele encontro.
Evidente
que Meg não iria recusar!
Aí, a
relação bi se transformou num ménage delicioso.
Meg virou
o corpo e foi fazer um boquete no Sálvio e a Marli aproveitou para dar mais
umas chupadas na xotinha da amiga.
Inverteram
tudo depois. Afinal, a Marli também tinha todo o direito de trepar com o
marido, ora essa!
E foi cavalgar,
o que permitiu à Meg ficar mamando nos seios dela. E levando a mão do Sálvio em
sua xotinha. Eram gemidos de todos os lados.
Meg também
quis cavalgar, imagina se não iria fazer isso!
E
cavalgando, depois de tudo que já tinham feito, logo gozou, cedendo o pau do
Sálvio pra que a esposa fosse comida também.
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As duas adoravam cavalgar! |
Tinha sido
muito legal a surpresa.
Alguns
dias depois, novamente a Marli telefonou, chamando para um novo ménage.
- Sem
surpresa?
- Sem
surpresa, só nós três mesmo!
Quando Meg
chegou, viu Sálvio sentado no sofá, sorrindo. Marli carregou Meg pro quarto e
mandou que ela tirasse a roupa, ficasse só de calcinha, e ela fez a mesma
coisa.
Aí, de
mãos dadas, foram para a sala e pararam na frente dele. Que não sabia qual das
duas era mais gostosa. Ficou babando, olhando pra elas.
Aí elas
tiraram as calcinhas e foram se ajoelhar no sofá, uma de cada lado e começaram
a tirar a calça dele. O pau já estava pronto e as duas ficaram lambendo e
chupando, simultaneamente.
E Meg foi
a primeira a cavalgar e Marli ficava lambendo-a e também ao marido.
Depois
Marli cavalgou.
Comeu as
duas de quatro, uma ao lado da outra e depois uma cima da outra. Metia numa,
tirava, metia na outra e ia revezando.
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Um jeito interessante de agradar as duas! |
Receberam
o gozo dele nos seios. Foram os três tomar banho e lá os cuzinhos entraram na
dança.
Era tudo
muito bom nesses encontros!
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