Eu prefiro as vizinhas
(escrito por Kaplan)
Felizes são as pessoas que convivem com vizinhos ou vizinhas que adoram
sexo. Eu mesmo, cansei de transar com vizinhas. Meg, então, traçava todos os
vizinhos e até algumas vizinhas. Adorava ter bem perto pessoas que poderiam lhe
dar prazer.
Bem, mas vou falar hoje de outros. O Denis morava numa cobertura de um
prédio e nesse prédio havia duas coberturas, separadas por um muro
relativamente baixo. Claro que um ou outro dos moradores poderia mandar
instalar um guarda-corpo e assim garantir a privacidade da sua cobertura.
Mas... isso não tinha acontecido, então ele podia ter alguns horários de
convivência com a moradora da outra cobertura, a Silvana.
Linda, gostosa demais! E ela também o achava um belo gato, ficava
pensando se valeria a pena ouvir os miados dele em sua cama...
Será que ela vai chamar a atenção dele? |
As conversas aconteciam nos momentos em que ela estava sozinha e ia para
a cobertura tomar um solzinho, ou até mesmo para dar uma limpeza. E o Denis,
ouvindo que havia alguém lá, aparecia. Ele sabia que ela tinha pai e mãe, mas
era filha única, e na casa dela não tinha empregada. Então, o pai sempre fora,
trabalhando, e a mãe de vez em quando saindo para compras, para o salão...
enfim, para fazer as coisas dela. Esses eram os horários preferidos.
Ela podia ir limpar a área ou então, colocar seu biquini pequenino e de
uma forma ou de outra, iria chamar a atenção do Denis.
Nos dias que fazia limpeza, ela ia de shortinho e camiseta razoavelmente
transparente, sem sutiã. Ela sabia deixar o Denis ouriçado. Via que a mão
direita dele ficava abaixada e mexendo, ou seja, punhetava-se...
Até que aconteceu!
Ele não aguentou ver os seios dela quase por inteiro, com a camisetinha
que ela usava.
Ah... com certeza chamou!!! |
- Sua mãe vai demorar?
- Vai... tem tanta coisa pra ela fazer hoje!
- Posso ir aí na sua casa?
Ela se fez de desentendida.
- Pra quê?
- Pra te fazer feliz.
- Humm... e você também vai ficar feliz?
- Tenho certeza que sim.
- Então, venha!
Mais que depressa o Denis saiu da cobertura e correu até a porta do
apartamento dela.
Ela abriu a porta de um jeito que o Denis quase caiu pra trás...
peladinha!
Nem precisava falar nada... |
Como ela teria conseguido se despir tão rápido? Mas não importava. Que
corpo ela tinha!
Pau endureceu na hora.
E ela o carregou para sua cama.
E alí fizeram tudo a que tinham direito. Se chuparam, ele enfiou um dedo
na xotinha dela, ele mamou nos belos
seios, ela pegou no pau dele e o chupou.
- Você já bateu muitas punhetas em minha homenagem?
- Já perdi a conta! E você?
- Também já perdi a conta, quase toda noite eu pensava em você e meus
dedos já sabiam o caminho...
- Daria tudo pra ver...
- Que tal a gente se masturbar juntos?
- Na próxima vez faremos isso. Hoje eu quero que meu pau conheça suas
entranhas.
- Uau... manda ver então!
E ela experimentou a delícia de ter um vizinho... |
Ele a colocou para cavalga-lo, comeu-a de quatro, de ladinho. Ela gozou
bonito.
Teria valido a pena esperar tanto tempo assim para resolver dar pra ele?
Com certeza valeu. Agora, era esperar a mãe sair de novo e trepar de
novo! Vizinho bom era aquele!
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