sexta-feira, 20 de março de 2026

Meg foi fotografar pessoa que não conhecia

 Nem dá pra imaginar o que rolou...

(escrito por Meg)                                       

 

Um certo dia vi Meg se preparando para ir fotografar uma mulher que havia telefonado, dissera que vira fotos de amigas tiradas por ela e que queria também. Ótimo!

Combinaram tudo, pagamento, dia e local. Seria na própria casa da tal mulher.

E Meg estava em dúvida sobre que roupa usar. “Não perguntei a idade dela e fica chato ligar agora pra saber. Sempre escolho as roupas para não constranger a pessoa que vou fotografar”, me disse ela. Sugeri um short grande, quase bermuda, e um top. Ela gostou da ideia e foi assim que ela se encaminhou.

O relato dela:

 Eu nunca poderia imaginar que a pessoa era uma jovem linda, de 25 anos, chamada Rafaela. Pela voz ao telefone não dera para perceber. Bem, entrei, cumprimentei-a, sentamos no sofá da sala e ela foi me explicando o que queria. Queria fotos mais livres, nada de poses, que eu a pegasse no dia a dia. Achei ótimo. E ela me disse que estava na dúvida sobre que roupas usar, porque não tinha ideia do que eu poderia pensar. Achei uma graça, falei do que eu tinha pensado também, rimos muito e ela foi ao quarto se vestir, enquanto eu preparava os apetrechos.

Me surpreendeu. Veio quase nua. Me fez pensar que talvez ela quisesse um tratamento diferenciado como já tinha acontecido com outras que fotografei. Ou seja, sexo.

Mas comecei a fotografar. 


Ela era bem natural mesmo ao posar. Na porta do quarto, no sofá... na mesa da copa.

E comecei a ver os olhares dela pra mim.

Eu já conhecia aquele tipo de olhar.

É um olhar sedutor. Aquele tipo que diz, sem falar: eu te quero, te desejo... 



Então, fui tirar a prova. A cada foto eu elogiava, chegava bem perto dela, ouvia a respiração ofegante. Ela me desejava mesmo. Fiquei impressionada. Qual a razão desse desejo? E nossas mãos começaram a encostar nos nossos corpos... 



Terminei de fazer as fotos. Um filme de 36 chapas. Arrumei tudo e fiz que ia embora.

Ela não deixou.

- Espera um pouco, pode? Ou você tem mais trabalhos pra fazer?

- Tenho não. Posso ficar sim.

- Vamos conversar. Moro sozinha e tenho poucas amigas. E você? Por que virou fotógrafa?

- Meu marido é fotógrafo e além de viver posando pra ele, acabei gostando de ficar do outro lado da máquina.

- Não me admira que você seja a modelo preferida dele. Tem um corpo muito bonito, seu rosto é lindo...

- Mas você também tem esses atributos... poderia ter posado nua como eu vivo posando.

- Deixa eu te ver nua?

Eu já sabia que ia rolar algo.

- Deixo, mas também quero te ver nua!

Ela sorriu e tirou tudo.

- Pronto, já fiz minha parte. Agora você!

Tirei o top. Tirei a bermuda.

E fui tirando a calcinha bem devagar. 






Ficamos nuas frente a frente. Olhos nos olhos. Sorrisos nos lábios.

Mãos que se tocaram. Beijos que foram dados.

- Você me seduziu, danadinha...

- Que bom que você gostou e se deixou seduzir.



E rolamos no sofá. Ela não era iniciante.

Me deu uma chupada que vi estrelas. 


Retribui, claro. Ela é deliciosa.


Fizemos 69, fizemos velcro...

Tomamos banho juntas. Com muita pegação.

Vai tudo se repetir quando eu for levar as fotos reveladas!

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