quinta-feira, 5 de março de 2026

De quando ajudei Meg pegar um vizinho tímido

 Não me chamem de doido ou de corno, por favor!

(escrito por Kaplan)   

 

Podem acreditar! A história não deixa de ser engraçada e vou falar sobre isso, mas a parte final quem contou foi a Meg.

Tudo começou quando encontrei um amigo na rua e ele, depois de um papo, me falou:

- Cara, mas a Meg continua a mesma, hein?

- Sim, cada vez mais bonita.

- Não é disso que estou falando... é do exibicionismo dela!

- Uai... onde você a viu?

- Na verdade, eu não vi, mas meu amigo Quintino, que mora num prédio em frente ao seu, ele tem uma visão privilegiada dela, no quarto, no banheiro, na sala, na varanda... e tira fotos até não poder mais. Me mostrou outro dia. Cara... sua mulher é gostosa e deixa os homens malucos. 







- E esse Quintino, já tentou alguma coisa? Porque ela nunca me falou dele.

- Eu acho que ela nem sabe o nome dele. O cara é super tímido, te garanto que ele nunca iria procurá-la ou telefonar pra ela... ele se contenta com o que vê, bate as punhetas dele e fica com as fotos. Aliás, algumas são muito ruins. Mas tem algumas boas.

- Me apresenta ele.

- Vai encher ele de porrada?

- Não... quero ver as fotos que ele tira e dependendo de eu gostar do sujeito, até apresento ele pra Meg.

- Como sempre, acho que você e ela são loucos alucinados. Mas vou te satisfazer. Vamos lá.

- Não diga a ele que sou o marido. Fala que me contou das fotos e eu queria ver. Só isso.

Fomos então até o apartamento do Quintino. Quando meu amigo falou como eu pedira, ele ficou meio ressabiado, mas garantimos a ele que eu só queria ver.

Então ele mostrou algumas. Realmente, muitas eram mal feitas. Aqui estão dois exemplos das melhorzinhas. 




Fiz um sinal pro meu amigo sair, ele inventou que tinha um compromisso e fiquei com o Quintino vendo as fotos. Devia ter mais de 100!

E aí inventei que eu conhecia a moça, ela se chamava Meg, e se ele quisesse, eu a apresentaria a ele.

- Ela tem uma vida muito livre, se gostar de você, pode até rolar alguma coisa interessante...

- Ah, meu caro... eu jamais conseguiria isso.

- Por que não?

- Imagina se um mulherão desses ia querer alguma coisa comigo...

- Deixa de ser bobo. Tô falando que a conheço e sei que ela pode gostar de saber que você a fotografa, vai querer ver as fotos!

- Socorro... nunca, jamais, em tempo algum eu mostraria!

- Olha, vamos fazer o seguinte. Como eu a conheço vou falar de você pra ela. Me dá seu telefone, se ela te ligar é porque ficou curiosa e interessada. É o primeiro passo.

Com muito custo ele me passou o telefone. Fui pra casa e comentei com a Meg. Realmente ela ficou curiosa. E telefonou pro Quintino. 


Ele não acreditou. Ela falou:

- Olha aí na minha sala, sou eu mesma que estou te ligando. O Kaplan me falou que você é meu fã, quero te conhecer. Vem aqui no meu apartamento!

Mas traga as fotos... quero ver o que você já viu de mim!

Bem... agora é a parte que a Meg vai contar.

- Achei graça no tal Quintino. Ele gaguejava, e fiquei sem saber se ele viria mesmo me ver. 




Mas veio! Trazia um envelope desses maiores que parecia cheio de alguma coisa, ou seja, as fotos que ele tirou de mim.

Kaplan já tinha me avisado que nem todas eram de boa qualidade. Mas gostei de algumas sim, como essas aqui:  






Fiquei comentando com ele sobre como tirar fotos melhores, mostrei fotos minhas, sem falar que era do maridão...falei que eram de studios.

E aí quis conhecer melhor o Quintino.

Conversamos muito, ele era tímido mesmo, mas consegui soltar a língua dele.

E cheguei no ponto que eu queria, porque estava mesmo a fim de trepar com ele.

- E quando você tira essas fotos minhas? Qual a sua reação?

- Como assim?

- Bate uma punheta em minha homenagem?

O cara ficou mais vermelho que um tomate! Gaguejou, tentou falar que não, mas eu encarei ele firme e ele confessou que sim, batia quase todo dia.

Tirei a roupa. Fiquei nua na frente dele. 



Ele fez menção de puxar o celular e me fotografar.

- Nada disso... nada de fotos... quero que você me coma!

Pinto não muito grande... talvez fosse o motivo da timidez dele.

Mas depois do trato que dei... entenda-se, um belo boquete, transamos gostoso. Muito bom. As punhetas diárias fizeram com que ele aguentasse bastante tempo, gozamos juntos.

Aí ele se despediu, me agradecendo.

Contei pro Kaplan.

- Vai querer mais?

- Vou... gostei mesmo! 

 

Eu de novo.

Fui na casa do Quintino no outro dia.

- Então? Correu tudo bem?

- Maravilha!

- Eu sei, ela me contou.

- Te contou? Como assim?

- Somos casados, nada que acontece fica escondido.

Ele ficou branco.

- Veio me agredir?

- Eu não. tá  maluco? Só vim acertar as coisas.

- Diga.

- Você poderá voltar lá quando quiser, é só telefonar marcando. Ela gostou muito de você.

Agora, nada de fotos. Se a gente pegar você fotografando ela de novo... acaba tudo. E as fotos que você já tirou, pega e me dá, todas. Contente-se só em ver e trepar.

Foi assim que aconteceu. Acreditem se quiserem!

 

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