Não me chamem de doido ou de corno, por favor!
(escrito por Kaplan)
Podem
acreditar! A história não deixa de ser engraçada e vou falar sobre isso, mas a
parte final quem contou foi a Meg.
Tudo
começou quando encontrei um amigo na rua e ele, depois de um papo, me falou:
- Cara,
mas a Meg continua a mesma, hein?
- Sim,
cada vez mais bonita.
- Não é
disso que estou falando... é do exibicionismo dela!
- Uai...
onde você a viu?
- Na
verdade, eu não vi, mas meu amigo Quintino, que mora num prédio em frente ao
seu, ele tem uma visão privilegiada dela, no quarto, no banheiro, na sala, na
varanda... e tira fotos até não poder mais. Me mostrou outro dia. Cara... sua
mulher é gostosa e deixa os homens malucos.
- E esse
Quintino, já tentou alguma coisa? Porque ela nunca me falou dele.
- Eu acho
que ela nem sabe o nome dele. O cara é super tímido, te garanto que ele nunca
iria procurá-la ou telefonar pra ela... ele se contenta com o que vê, bate as
punhetas dele e fica com as fotos. Aliás, algumas são muito ruins. Mas tem
algumas boas.
- Me
apresenta ele.
- Vai
encher ele de porrada?
- Não...
quero ver as fotos que ele tira e dependendo de eu gostar do sujeito, até
apresento ele pra Meg.
- Como
sempre, acho que você e ela são loucos alucinados. Mas vou te satisfazer. Vamos
lá.
- Não diga
a ele que sou o marido. Fala que me contou das fotos e eu queria ver. Só isso.
Fomos
então até o apartamento do Quintino. Quando meu amigo falou como eu pedira, ele
ficou meio ressabiado, mas garantimos a ele que eu só queria ver.
Então ele
mostrou algumas. Realmente, muitas eram mal feitas. Aqui estão dois exemplos
das melhorzinhas.
Fiz um
sinal pro meu amigo sair, ele inventou que tinha um compromisso e fiquei com o
Quintino vendo as fotos. Devia ter mais de 100!
E aí
inventei que eu conhecia a moça, ela se chamava Meg, e se ele quisesse, eu a
apresentaria a ele.
- Ela tem
uma vida muito livre, se gostar de você, pode até rolar alguma coisa
interessante...
- Ah, meu
caro... eu jamais conseguiria isso.
- Por que
não?
- Imagina
se um mulherão desses ia querer alguma coisa comigo...
- Deixa de
ser bobo. Tô falando que a conheço e sei que ela pode gostar de saber que você
a fotografa, vai querer ver as fotos!
-
Socorro... nunca, jamais, em tempo algum eu mostraria!
- Olha,
vamos fazer o seguinte. Como eu a conheço vou falar de você pra ela. Me dá seu
telefone, se ela te ligar é porque ficou curiosa e interessada. É o primeiro
passo.
Com muito
custo ele me passou o telefone. Fui pra casa e comentei com a Meg. Realmente
ela ficou curiosa. E telefonou pro Quintino.
Ele não acreditou. Ela falou:
- Olha aí
na minha sala, sou eu mesma que estou te ligando. O Kaplan me falou que você é
meu fã, quero te conhecer. Vem aqui no meu apartamento!
Mas traga
as fotos... quero ver o que você já viu de mim!
Bem...
agora é a parte que a Meg vai contar.
- Achei graça no tal Quintino. Ele gaguejava,
e fiquei sem saber se ele viria mesmo me ver.
Mas veio! Trazia um envelope desses maiores
que parecia cheio de alguma coisa, ou seja, as fotos que ele tirou de mim.
Kaplan já tinha me avisado que nem todas eram
de boa qualidade. Mas gostei de algumas sim, como essas aqui:
Fiquei comentando com ele sobre como tirar
fotos melhores, mostrei fotos minhas, sem falar que era do maridão...falei que
eram de studios.
E aí quis conhecer melhor o Quintino.
Conversamos muito, ele era tímido mesmo, mas
consegui soltar a língua dele.
E cheguei no ponto que eu queria, porque
estava mesmo a fim de trepar com ele.
- E quando você tira essas fotos minhas? Qual
a sua reação?
- Como assim?
- Bate uma punheta em minha homenagem?
O cara ficou mais vermelho que um tomate!
Gaguejou, tentou falar que não, mas eu encarei ele firme e ele confessou que
sim, batia quase todo dia.
Tirei a roupa. Fiquei nua na frente dele.
Ele fez menção de puxar o celular e me fotografar.
- Nada disso... nada de fotos... quero que
você me coma!
Pinto não muito grande... talvez fosse o
motivo da timidez dele.
Mas depois do trato que dei... entenda-se, um
belo boquete, transamos gostoso. Muito bom. As punhetas diárias fizeram com que
ele aguentasse bastante tempo, gozamos juntos.
Aí ele se despediu, me agradecendo.
Contei pro Kaplan.
- Vai querer mais?
- Vou... gostei mesmo!
Eu de
novo.
Fui na
casa do Quintino no outro dia.
- Então?
Correu tudo bem?
-
Maravilha!
- Eu sei,
ela me contou.
- Te
contou? Como assim?
- Somos
casados, nada que acontece fica escondido.
Ele ficou
branco.
- Veio me
agredir?
- Eu não.
tá maluco? Só vim acertar as coisas.
- Diga.
- Você
poderá voltar lá quando quiser, é só telefonar marcando. Ela gostou muito de
você.
Agora,
nada de fotos. Se a gente pegar você fotografando ela de novo... acaba tudo. E
as fotos que você já tirou, pega e me dá, todas. Contente-se só em ver e
trepar.
Foi assim
que aconteceu. Acreditem se quiserem!














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