quinta-feira, 23 de abril de 2026

Com vinho, ela liberou anal

 Foi difícil, mas ele conseguiu.

(escrito por Kaplan)           

 

 

Caso típico. Ele insiste. Ela resiste.

Renan não se cansava de pedir à Nicole para deixar.

- Ponho só a cabecinha...

- Cabecinha? Você chama essa coisa linda que tem entre as pernas de cabecinha? Ficou doido!

- Por favor, Nicole...

- Que obsessão é essa que todo homem tem?

- Não é obsessão. É gostoso... o encaixe é perfeito. O prazer é grande.

- Prazer seu. Já conversei com amigas que me falaram que é ruim, fazem porque querem agradar os maridos.

- Tem produtos  que a gente pode usar que facilitam a penetração...

- Não, Renan... já falamos sobre isso. Não quero brigar com você. Vem colocar a coisa linda no buraquinho certo e me dar prazer!

Meio contrariado, como sempre ficava quando o assunto surgia, ele fez o serviço direitinho.

Ver a Nicole sedutora, deitada nua, com os seios lindos dela, produzia o efeito ncessário.

Mas não desistia. 





Ele dava um tempo, ficava algumas semanas sem falar nisso, mas nas horas da transa ele sempre passava a mão na bunda dela, no reguinho... ela arrepiava, mas continuava negando.

Ele ousou perguntar a alguns amigos como haviam conseguido.

Um disse que não teve problema porque quando começou a namorar, ela já tinha dado o cu a outros namorados anteriores.

Outro deu uma sugestão que ele achou interessante.

- Leva ela prum hotel bacana, desses all inclusive, que você pode beber à vontade. Mas leve um vinho bom, duas garrafas, para vocês tomarem no quarto. Verá que meio tontinha, ela não vai negar. Comigo foi assim, e nem precisei de pedir, ela me falou que se eu quisesse, tudo bem.

E o Renan fez isso.

Preferiu um motel, que era mais perto e bem mais barato do que hotéis all inclusive. Acreditam que ela desconfiou? Ele estava tão agitado que ela percebeu que alguma coisa ele estava aprontando. 



Só podia ser o sonho dele. E cansada, resolveu que não iria resistir mais. Talvez se arrependesse, mas ficar discutido aquele assunto a vida inteira não dava.

Não disse nada. Esperou para ver se era isso mesmo.

Fizeram tudo como manda o figurino. Ela libertou-se da trança, porque ele gostava de seus cabelos longos.

Ela fez um boquete demorado. 



Interrompia para tomar vinho. Colocou o pau dele dentro da taça e depois chupou todo o vinho.Em retribuição, ele deitou-a e deu-lhe aquela chupada, toda regada a vinho também. Chupar uma buceta com vinho era algo indescritível.

E ela ofereceu sua xota para a tal “coisa linda” que ele tinha.

Mais vinho. Ela já começava a ficar mais alegre do que o normal.

Sentiu que o dedo dele massageava as áreas até então proibidas. Uma espécie de óleo ou creme ele estava usando, mas ela estava de olhos fechados.

Só sentiu quando ele a sentou no seu pau, mas usando o que sempre desejou e que ela tinha negado tanto. 



Ele achou melhor não dar muitas estocadas. Não queria que ela ficasse dolorida e nunca mais topasse fazer anal.

Claro que ela comentou. Não gostara muito, mas foi melhor do que pensava. E sim, podiam tentar de novo. Quem sabe?

 

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