Foi difícil, mas ele conseguiu.
(escrito por Kaplan)
Caso típico. Ele insiste. Ela resiste.
Renan não se cansava de pedir à Nicole para deixar.
- Ponho só a cabecinha...
- Cabecinha? Você chama essa coisa linda que tem entre as pernas de cabecinha? Ficou doido!
- Por favor, Nicole...
- Que obsessão é essa que todo homem tem?
- Não é obsessão. É gostoso... o encaixe é perfeito. O prazer é grande.
- Prazer seu. Já conversei com amigas que me falaram que é ruim, fazem porque querem agradar os maridos.
- Tem produtos que a gente pode usar que facilitam a penetração...
- Não, Renan... já falamos sobre isso. Não quero brigar com você. Vem colocar a coisa linda no buraquinho certo e me dar prazer!
Meio contrariado, como sempre ficava quando o assunto surgia, ele fez o serviço direitinho.
Ver a Nicole sedutora, deitada nua, com os seios lindos dela, produzia o efeito ncessário.
Mas não desistia.
Ele dava um tempo, ficava algumas semanas sem falar nisso, mas nas horas da transa ele sempre passava a mão na bunda dela, no reguinho... ela arrepiava, mas continuava negando.
Ele ousou perguntar a alguns amigos como haviam conseguido.
Um disse que não teve problema porque quando começou a namorar, ela já tinha dado o cu a outros namorados anteriores.
Outro deu uma sugestão que ele achou interessante.
- Leva ela prum hotel bacana, desses all inclusive, que você pode beber à vontade. Mas leve um vinho bom, duas garrafas, para vocês tomarem no quarto. Verá que meio tontinha, ela não vai negar. Comigo foi assim, e nem precisei de pedir, ela me falou que se eu quisesse, tudo bem.
E o Renan fez isso.
Preferiu um motel, que era mais perto e bem mais barato do que hotéis all inclusive. Acreditam que ela desconfiou? Ele estava tão agitado que ela percebeu que alguma coisa ele estava aprontando.
Só podia ser o sonho dele. E cansada, resolveu que não iria resistir mais. Talvez se arrependesse, mas ficar discutido aquele assunto a vida inteira não dava.
Não disse nada. Esperou para ver se era isso mesmo.
Fizeram tudo como manda o figurino. Ela libertou-se da trança, porque ele gostava de seus cabelos longos.
Ela fez um boquete demorado.
Interrompia para tomar vinho. Colocou o pau dele dentro da taça e depois chupou todo o vinho.Em retribuição, ele deitou-a e deu-lhe aquela chupada, toda regada a vinho também. Chupar uma buceta com vinho era algo indescritível.
E ela ofereceu sua xota para a tal “coisa linda” que ele tinha.
Mais vinho. Ela já começava a ficar mais alegre do que o normal.
Sentiu que o dedo dele massageava as áreas até então proibidas. Uma espécie de óleo ou creme ele estava usando, mas ela estava de olhos fechados.
Só sentiu quando ele a sentou no seu pau, mas usando o que sempre desejou e que ela tinha negado tanto.
Ele achou melhor não dar muitas estocadas. Não queria que ela ficasse dolorida e nunca mais topasse fazer anal.
Claro que ela comentou. Não gostara muito, mas foi melhor do que pensava. E sim, podiam tentar de novo. Quem sabe?




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