Vantagem ou desvantagem?
(escrito por Kaplan)
Em nosso clube naturista por várias vezes realizamos bailes que chamávamos de “Mascarada”.
A razão do nome é bem óbvia. Todo mundo tinha de usar máscaras e as danças se realizavam com pares que dificilmente se identificavam.
Em outras ocasiões, no meio do baile era dado um sinal previamente combinado. Ao ouvi-lo, as mulheres deveriam tirar as máscaras e escolher um parceiro mascarado, em outro baile, invertia-se. Eram os homens que tiravam as máscaras e escolhiam as parceiras.
É bem provável que algumas máscaras acabavam por deixar pistas de quem as estavam usando. E como todo mundo dançava nu, quem conhecia alguma parceira especial logo procurava fazer par com ela.
O que vou contar foi um desses bailes que os homens tiravam as máscaras. De antemão, eu sabia que pelo corpo eles iriam sacar quem era a Meg. Mas ela estava dançando com um novato e ele, candidamente, assim que tirou a máscara, pediu que ela continuasse com ele. O que ela fez, para desespero de quem já sabia que era ela.
O que o novato não sabia, ainda, é que a mulher escolhida por ele iria pra cama com ele... e ele foi carregado pela Meg para um dos quartos.
Ele pensou que ela tiraria a máscara. A propósito, o nome dele era Vitor.
E como ela sabia que ele era o novato, resolveu que iria continuar mascarada e sem dar uma palavra. Nada que pudesse revelar quem era ela.
Ele aceitou as regras do jogo. E caiu na cama com ela, agarrando-a de tudo quanto era jeito, mamando, chupando a xotinha dela, passeando com as mãos na bunda soberba.
Ela ficou extasiada. Ali estava um parceiro para novas e frutíferas trepadas, com baile ou sem baile.
Deixou ele fazer o que bem entendesse. Não havia pressa, ninguém tinha horário para acabar. Todos e todas estavam bem envolvidos, como os dois.
Depois que ele se fartou, foi a vez dela aprontar.
Começou com o boquete, como sempre.
E depois trepou de todas as maneira que conhecia. E, evidente, a cavalgada não iria faltar, nem o gozo tão esperado.
E ele, doido pra saber se ela iria tirar a máscara.
Mas ela não tirou.
Passaram a noite numa trepação maravilhosa.
E ele ficou sem saber quem era aquela mulher deliciosa que deu tudo o que ele queria naquela noite.
Mas a turma se encarregou de contar pra ele. E ela deu um sorriso pra ele de dentro do carro em que iríamos voltar para a “civilização”.



Nenhum comentário:
Postar um comentário