(escrito por Helena)
Trabalhando
como gerente da editora francesa de seu ex-patrão e ex-amante, Helena ficava
conhecendo muitas pessoas. Algumas eram especiais. Outras, nem tanto.
Só o jeito
de conversar, de explicar o que queriam, de barganhar preços... tudo isso
ajudava Helena a gostar ou não de algum cliente.
E
Jean-Paul foi um dos que ela mais apreciou.
Bonito,
simpático, bom papo. Não criou caso com nada, pelo contrário, só teve elogios
para o que ela apresentava como sugestão para o que ele desejava. Eram propagandas dos produtos
da fábrica da qual ele era dono.
E ele,
depois que ficou conhecendo-a, passou a ir ao escritório mais vezes do que
seriam necessárias... ela e os colegas logo perceberam que ele estava
interessado mais na gerente do que nos trabalhos feitos...
Não deu
outra. Um belo dia, o Jean-Paul compareceu num horário já quase de fim de
expediente. E ele foi ficando, até que todos os funcionários fossem embora,
então convidou-a para jantarem.
Como ela
já estava desconfiada das boas intenções dele, aceitou, fecharam as portas e
ele a levou a um restaurante finíssimo e caríssimo. Ela nunca teve coragem de
frequentar. Mas ele, ao que tudo indicava, era um habitué...
Ela achou
que não estava vestida de acordo com o local... mas ele não se incomodava com
isso.
Ficaram
conversando, tomando um vinho, ele já sabia que ela era brasileira. E já havia
estado no Brasil várias vezes.
Após o jantar,
ele a levou até o apartamento em que ela residia. Não pediu para entrar. Mas
fez um convite irresistível:
- Helena,
você gostaria de ir comigo amanhã, passar o dia em minha casa que fica perto
daqui? Podemos ir bem cedo e te trago na hora que você desejar.
- Uau...
que convite! Aceito sim. Mas fico preocupada com as roupas que preciso levar.
- Não... é
coisa muito simples. Uma casa onde ficaremos a maior parte do dia e uma pequena
praia, bem reservada. Leve uma roupa comum e um traje para nadar.
Ela
gostou.
E se preparou de forma conveniente.
Uma roupa
esporte, tipo blusa e short e um biquíni. Cabia tudo na mochila.
Quando ela
desceu para encontrá-lo, uma surpresa. O carrão dele estava com a capota
arriada. Um carro conversível!
Ela nunca
tinha andado num.
Começou a
achar que seu dia seria maravilhoso.
Andando no
carro, o vento levando seus cabelos quase para o banco de trás... que coisa
mais deliciosa era aquela!
Ao chegarem, ela ficou admirando a bela casa. Entraram e nem precisaram discutir o assunto, estavam ali pra fazer amor.
Beijos
foram dados.
Sorrisos.
Um pouco de vergonha por ter sido tão fácil? Talvez, mas ela não iria se
preocupar com isso.
Ele fez
questão de mostrar a ela o quarto.
E ela o
jogou na cama, subiu e ficou deitada sobre ele, dando beijos e mais beijos.
Tirou a
blusinha e mostrou os belos seios a ele.
Ele os
pegou e, carinhosamente, os beijou.
Ela tirou
o short.
Tirou a
camisa dele.
Ele tirou
a calcinha dela. Ela ajudou porque estava ajoelhada..
E tirou a
calça dele.
Tudo nele
era de alta qualidade.
Que pau!
Pegou
nele, ficou admirando.
Sorriu.
Ele
perguntou o motivo do riso.
- É o mais
bonito que já vi.
- Mesmo?
- Juro pra
você!
- Então
aproveite!
Fizeram
até um 69... tinha tempo que ela não fazia! Foi ótimo!
E depois
ela deu.
De tudo
quanto era jeito e posição.
Papai e
mamãe, de ladinho, cavalgando, ajoelhada... gozou horrores
Mas ele
não parava.
E claro,
comeu o cuzinho dela. Franceses!!!
Deram um
tempo.
Foram para
a praia exclusiva.
Ninguém
lá.
Só os
dois, que nem Adão e Eva.
E andara,
correram, ela fugindo dele, ele tentando alcançá-la.
Nadaram.
Beijaram,
se pegaram dentro do mar.
E depois
voltaram para a casa.
Preparam
alguma coisa para comer.
Ele
preferia comer a Helena.
Mas ela estava
faminta, então ele teve de esperar.
Depois do
lanche... cama! Até de noite.
Ela tinha
razão... que dia maravilhoso foi aquele!







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