quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Depois do carro conversível, da praia, nada melhor que trepar

 

 Foi o que Helena descobriu!

(escrito por Helena)

 

Trabalhando como gerente da editora francesa de seu ex-patrão e ex-amante, Helena ficava conhecendo muitas pessoas. Algumas eram especiais. Outras, nem tanto.

Só o jeito de conversar, de explicar o que queriam, de barganhar preços... tudo isso ajudava Helena a gostar ou não de algum cliente.

E Jean-Paul foi um dos que ela mais apreciou.

Bonito, simpático, bom papo. Não criou caso com nada, pelo contrário, só teve elogios para o que ela apresentava como sugestão para o que  ele desejava. Eram propagandas dos produtos da fábrica da qual ele era dono.

E ele, depois que ficou conhecendo-a, passou a ir ao escritório mais vezes do que seriam necessárias... ela e os colegas logo perceberam que ele estava interessado mais na gerente do que nos trabalhos feitos...

Não deu outra. Um belo dia, o Jean-Paul compareceu num horário já quase de fim de expediente. E ele foi ficando, até que todos os funcionários fossem embora, então convidou-a para jantarem.

Como ela já estava desconfiada das boas intenções dele, aceitou, fecharam as portas e ele a levou a um restaurante finíssimo e caríssimo. Ela nunca teve coragem de frequentar. Mas ele, ao que tudo indicava, era um habitué... 



Ela achou que não estava vestida de acordo com o local... mas ele não se incomodava com isso.

Ficaram conversando, tomando um vinho, ele já sabia que ela era brasileira. E já havia estado no Brasil várias vezes.

Após o jantar, ele a levou até o apartamento em que ela residia. Não pediu para entrar. Mas fez um convite irresistível:

- Helena, você gostaria de ir comigo amanhã, passar o dia em minha casa que fica perto daqui? Podemos ir bem cedo e te trago na hora que você desejar.

- Uau... que convite! Aceito sim. Mas fico preocupada com as roupas que preciso levar.

- Não... é coisa muito simples. Uma casa onde ficaremos a maior parte do dia e uma pequena praia, bem reservada. Leve uma roupa comum e um traje para nadar.

Ela gostou.

E se preparou de forma conveniente.

Uma roupa esporte, tipo blusa e short e um biquíni. Cabia tudo na mochila.







Quando ela desceu para encontrá-lo, uma surpresa. O carrão dele estava com a capota arriada. Um carro conversível!

Ela nunca tinha andado num.

Começou a achar que seu dia seria maravilhoso.






Andando no carro, o vento levando seus cabelos quase para o banco de trás... que coisa mais deliciosa era aquela! 



Ao chegarem, ela ficou admirando a bela casa. Entraram e nem precisaram discutir o assunto, estavam ali pra fazer amor.

Beijos foram dados.

Sorrisos. Um pouco de vergonha por ter sido tão fácil? Talvez, mas ela não iria se preocupar com isso.

Ele fez questão de mostrar a ela o quarto.

E ela o jogou na cama, subiu e ficou deitada sobre ele, dando beijos  e mais beijos.

Tirou a blusinha e mostrou os belos seios a ele.

Ele os pegou e, carinhosamente, os beijou.

Ela tirou o short.

Tirou a camisa dele.

Ele tirou a calcinha dela. Ela ajudou porque estava ajoelhada.. 



E tirou a calça dele.

Tudo nele era de alta qualidade.

Que pau!

Pegou nele, ficou admirando.

Sorriu.

Ele perguntou o motivo do riso.

- É o mais bonito que já vi.

- Mesmo?

- Juro pra você!

- Então aproveite!





Fizeram até um 69... tinha tempo que ela não fazia! Foi ótimo!

E depois ela deu.

De tudo quanto era jeito e posição.

Papai e mamãe, de ladinho, cavalgando, ajoelhada... gozou horrores

Mas ele não parava.

E claro, comeu o cuzinho dela. Franceses!!!

Deram um tempo.

Foram para a praia exclusiva.

Ninguém lá.

Só os dois, que nem Adão e Eva. 



E andara, correram, ela fugindo dele, ele tentando alcançá-la.

Nadaram.

Beijaram, se pegaram dentro do mar.

E depois voltaram para a casa.

Preparam alguma coisa para comer.

Ele preferia comer a Helena.

Mas ela estava faminta, então ele teve de esperar.

Depois do lanche... cama! Até de noite.

Ela tinha razão... que dia maravilhoso foi aquele!

 

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