E ela gostava de ser comida
(escrito por Kaplan)
Realmente,
a convivência entre patrões e secretárias, especialmente quando os dois ficam
sozinhos a maior parte do tempo e conversam sobre tudo... acaba rolando.
Já
comentei vários casos aqui.
E hoje
falo do arquiteto Hermes e de sua secretária, Sybil.
Ela já
trabalhava com ele um bom tempo.
Ambos
solteiros.
Ambos
bonitos.
Não
demorou muito para que as conversas começassem a girar em torno de sexo.
E das
conversas... passaram à ação!
Foi na
época das férias na universidade que Sybil frequentava.
Assim, ao
terminar o horário do trabalho, começaram a sair, ir a cinemas, a barzinhos.
Surgiram
os primeiros beijos quando ele a deixava em casa.
E no dia
seguinte, os beijos foram dados quando ela chegou no escritório.
Ficaram o
dia todo rindo, conversando... mas sabiam o que queriam.
E naquele
dia, ao término do expediente, em vez de saírem, ficaram trancados no
escritório.
E
aconteceu.
Ele
sentado,nu.
Ela, nua,
sentada no pau dele.
Beleza de
trepada.
Ambos
gostaram muito.
E sabiam
que não ficaria só naquilo. Haveria muitas mais.
Iam a
motéis, iam no apartamento dele.
Mas no dia
em que comemoravam o primeiro mês, foi no escritório mesmo, e ela usou a mesma
roupa.
E no
segundo mês... repetiu-se a cena.
Nua,
deitada na mesa, ela fez um boquete nele.
Depois,
ajoelhada na mesa, ele a comeu por trás, segurando os cabelos dela.
Levou-a
para o sofá e a comeu de ladinho. Ela adorava!
E gozou em
sua boca.
Perguntarão
vocês: por que eles não se casaram?
Eles
responderiam: pra que estragar esses encontros fantásticos?
Resposta
bem interessante, concordam?




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