segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

A enteada viu que o padrasto a desejava

 Daí, tudo pode acontecer

(escrito por Kaplan)    

 

Carmélia passou a ter um padrasto quando já tinha 22 anos. Até que ela incentivou bastante a mãe, que havia se divorciado e andava meio nervosa.

- Mãe, esse nervo seu é falta de sexo. Arruma um namorado, casa, e vai ficar calma de novo.

A mãe riu, mas pensou bem e viu que a filha tinha razão. Lembrou-se do Apolônio, um amigo que vivia dando umas indiretas pra ela, até mesmo quando ela ainda estava casada. Gostava dele.

E deu tudo certo. Casou.

Só que o Apolônio era meio safadinho. Aproveitando que trabalhava em home Office e a esposa tinha uma loja, ou seja, ela ficava ausente boa parte do tempo, ele acabou prestando mais atenção na Carmélia. Ela não se incomodava de ficar de biquíni na frente dele. E ele respeitava.

Mas quando a moça ia pra piscina... ele não aguentava, e ficava espiando-a. tentando não parecer que fazia isso. 


Mas teve um dia que ela percebeu. E ficou intrigada. Não que fosse uma moralista ou algo assim. Ser vista e admirada era algo que ela curtia muito.

Mas... ele era o padrasto...

Resolveu ter uma conversa com ele.

Entrou na casa. Ele estava sentado numa poltrona, muito sem graça porque tinha sido descoberto.

E ela o provocou.

Viu que havia um certo volume na calça dele. Isso a atiçou. Deixou de saber se ele era o marido da mãe, se ele era padrasto...

- O que você queria ver, Apô?

- Nada... foi sem querer...

- Foi nada... fica sem graça não. eu gostei de ver.

- Desculpa.

- Mas você não viu quase nada, né? quer ver tudo?

- Acha certo?

- Eu acho. Olha só. 





Tirou o sutiã.

Ele ficou doido. Que seios belos.

- Posso? Perguntou já levando a mão a eles.

- Fique à vontade...

Ele pegou, acariciou, mamou.

Ela gostou.

Tirou a calcinha.

Puxou ele,  sentou na poltrona, com as pernas abertas, mostrando tudo.

- Tira sua roupa.

Ele tirou.

Foram para o sofá. Ele sentou e ela sentou nele.

- Adoro cavalgar! 



Ele a comeu em pé.

Ela adorou.

Ele a comeu de frango assado. Maravilha!           

Ela cavalgou de novo.

Gozou.

Ele punhetou e gozou na boca e nos seios dela.

- Apô... isso nunca aconteceu. Entendeu?

- Sim, entendi.

- E se você guardar segredo... pode acontecer de novo!

 

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