Nadar
de topless é um convite e tanto!
(escrito por
Kaplan)
E lá foi a nossa amiga
Julia para a fazenda do tio que adorava trepar com ela. Chegou no sábado à
noite e não falou nada com ele. Ficou na casa grande e só no domingo, pela
manhã, é que ela avisou que estava lá e que iria ficar na piscina.
Era muito tormento para
o tio. Tratou de ir pra casa grande e dispensar a empregada, pois não queria
testemunhas do que ele e a Julia iriam aprontar.
Procurou-a e encontrou-a
nadando. E quando ela ficou de pé, na parte rasa, ele viu que ela não estava
usando sutiã. Estaria nua?
Não, era só um simples
topless que ela fazia naquela momento. A calcinha estava lá como ele pôde ver
quando ela saiu da piscina e veio cumprimentá-lo.
Ah... ela deixou os pelinhos que ele gostava tanto! |
Abraçou-o, se beijaram e
o atrevido já foi abaixando a calcinha dela para ver os pelinhos. Isso se ela
não estivesse totalmente depilada como costumava fazer. Mas ele gostava mais
dos pelinhos...
Ela estava com eles, deu
pra ver, mas ela não deixou que ele tirasse a calcinha dela.
- Não seja precipitado,
tio... temos o dia todo...
- A saudade mata a
gente, minha querida... a vontade é muito grande!
- Eu sei, também estou
com saudades e também estou com muita vontade. Mas vamos com calma... primeiro
quero ver se você já está pronto, entende o que eu digo?
- Entendo, e é claro que
estou, pode conferir.
O que ela queria saber é
se o pau dele já estava pronto para entrar em ação. Abaixou a bermuda dele e
conferiu. Lá estava o pauzão, soberbo, totalmente ereto quase falando que
queria alguma coisa. Ela entendeu a muda linguagem do pau. Abaixou o corpo e
começou a chupar.
O pauzão dele a deixava alucinada... tinha de chupar! |
O tio gostava muito das
chupadas que ela sempre dava. Sempre teve curiosidade de perguntar onde ela
aprendera, mas ficava receoso de ela ficar chateada com a pergunta e assim ele
nunca soube que havia sido o irmão dele, o tio da cidade, quem ensinara tudo
para a Julia. Mas gostava, era o importante.
Depois do boquete, ela
deixou que ele tirasse a calcinha dela. E logo estavam os dois, ajoelhados, ele
atrás dela, se roçando todos. Ela gostava do contato do corpo e das mãos dele,
calejadas da lida na fazenda. Bem diferente das mãos dos boys que ela arrumava,
mãos diáfanas, mãos de quem nunca pegou numa enxada. As mãos do tio eram
fortes, cheias de calos que davam um gostinho especial quando ele usava as mãos
para acariciá-la.
E aí ele a comeu, ali
mesmo. Começou com ela de quatro, mas logo ele a fez deitar de bruços e ficou
metendo, fazendo-a emitir os primeiros gemidos do dia.
69 e anal... nunca faltavam nos encontros deles! |
Fizeram um 69,
preliminar à cavalgada que ela tanto gostava pois gozava sempre pulando nele.
E
sabendo que, em seguida, ele colocaria o pau no outro buraquinho dela. Era
fatal! Ele adorava enrabar a Julia e não foi diferente naquela manhã.
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