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quinta-feira, 11 de março de 2021

Ele é gostosinho... vamos atacá-lo?

 Gostosinho e competente

(escrito por Kaplan) 

Cristina e Amada passando férias na praia. Trabalhavam no mesmo escritório e sempre tiravam as férias no mês de maio. A alta temporada já tinha acabado, os preços caíam, era o melhor período segundo elas. 


E lá estavam as duas. Chegaram à praia que estava bem vazia, andaram um pouco e viram um gato solitário sentado na areia, olhando para as ondas.

- Cris, você está vendo o que que vejo?

- Já faz tempo... e ele é gostosinho... vamos atacá-lo?

- Qual o plano?

- Xá comigo....

Chegaram perto do rapaz e levaram um papo com ele.

- Tudo bem? Eu sou a Cris e ela é a Amada. Qual seu nome?

- Prazer, sou o Alexei.

- Hummm, é russo?

- Só o nome. Alexei da Silva, mais brasileiro do que isso impossível!

- Legal, sabe Alexei, a gente estava querendo um favor seu.

- Diga lá!

- É que gostamos muito de fazer caminhadas e isso aqui está tão vazio que a gente fica um pouco com medo. Caminha com a gente?

- Isso não é favor... é um prazer! Vamos lá!

E lá foram eles caminhando, fizeram uma marcha de mais de 30 minutos, quando a Cristina falou que poderiam parar um pouco e descansar.

Estenderam toalhas na areia e deitavam de bruços, queriam que o Alexei tivesse uma boa visão. Só que ele preferiu entrar na água.

Enquanto ele se divertia, elas conversavam:

- Acha que vai dar jogo?

Ele não iria resistir... assim pensavam elas!

- Claro, gay ele não é, então vamos usar o velho golpe de tirar o sutiã e pedir pra ele passar protetor na gente. Passa nas costas, aí a gente vira, ele vê... e está no papo!

Assim fizeram, quando ele voltou, portanto, viu as duas deitadas de bruços e sem o sutiã.

- Pelo visto, não gostam de marquinhas nas costas  - comentou ele.

- É verdade, fica feio, não acha?

- Sinceridade, não ligo pra isso, ter marquinhas ou não é de menor importância, o importante é a cabeça. Se tiver cabeça boa, é tranquilo, do contrário, não vale nada.

- É, são diferentes maneiras de pensar. Mas Alexei, pode passar protetor na gente? Ou é abusar demais de você?

- Abuso nenhum..  


Aí elas se revelaram... e treparam!

E ele passou protetor nas costas das duas, e como já estava imaginando coisas, porque esse lance de passar protetor é manjado, é lógico que uma poderia ter passado na outra, ele caprichou ao passar nas bundinhas, vendo as duas ficarem arrepiadas. E teve a certeza quando elas pediram para ele tirar as calcinhas delas e passar na bunda toda e depois ainda se viraram e mostraram os seios a ele. E as xotinhas...

- Vocês me arrastaram aqui com a desculpa de protegê-las, mas acho que eu é que vou precisar ser protegido...

- Foi um golpe perfeito, não foi? E como você foi legal com a gente, precisamos te agradecer. Tira essa sunga e chega  mais, gato!

Ele fez o que que elas queriam e recebeu um boquete das duas...

- Precisam de mais proteção?

- Total!

E deram pra ele, comeu as duas de quatro, foi chupado de novo, chupou as duas, tornou a meter até elas gozarem e gozou nos seios das duas.

- Gatas, vocês são demais. Seguinte, eu estou com um amigo na pousada, ele não veio comigo porque não gosta de acordar cedo. Mas já deve estar me procurando. Que tal a gente passar a semana juntos?

- Se ele é legal como você, garanto que teremos as melhores férias das nossas vidas!

Elas tiveram muitos casos para contar às amigas do escritório quando voltaram!

 

Seu Otavio cuidava dos negócios e Meg cuidava de seu Otavio

Cuidavam bem um do outro

(escrito por Kaplan)  

 

Há muito tempo atrás, cheguei em casa e vi Meg se preparando. Estava nua, pude ver que se depilara, então devia ter algum programa em vista. Lógico que perguntei e ela me disse que recebera um telefonema do seu Otávio, aquele mesmo com quem ela transara não sei quantas vezes. Ele pedia que ela fosse lá para ajudá-lo na papelada dos negócios, que estavam muito complicados.

Eu dei uma gargalhada.  

Nua, arrumando mala... aí tem!

- Meg, fala com ele que não precisa ficar inventando essas desculpas não... O que ele pretende é te comer e você gosta de trepar com ele... então, pra que isso de cuidar da papelada dos negócios... o único papel que vai rolar nesse negócio é o higiênico...

- Charminho, querido... faz parte, ele é um velhinho que precisa justificar tudo o que faz, e não é de falar abertamente sobre sexo, as trepadas que vamos dar... deixa ele, fica bonitinho isso.

- Tá bom. Vai ficar quantos dias lá?

- Só o fim de semana, domingo à noite já estarei aqui.

Eu jamais a impediria de fazer qualquer coisa. Principalmente o que ela pretendia nesse fim de semana. Pegou o carro e foi para a fazenda do Otávio.

Voltou domingo à noite, conforme prometera e me contou a beleza que foi o encontro deles.

Ao chegar já foi falando baixinho no ouvido dele que estava totalmente depilada. Ele se encantou, para ele não havia nada mais bonito do que uma xota depilada.

Mas ela fez questão de mostrar que havia ido para ajudá-lo nos negócios. Então, saíram os dois, olharam o que os trabalhadores estavam fazendo, ela anotava tudo num caderno, eles ficavam impressionados com aquilo.

E só à tardinha, quando os empregados se retiravam para suas casas, que eram na fazenda mesmo, mas bem longe da casa principal é que os “negócios” dos dois iam acontecer.

Ele estava realmente louco para ver a xotinha dela depilada, mas ela iria curtir muito antes de mostrar...

Estavam os dois sentados frente a frente, na mesa do quarto que ele transformara em escritório, ele falando do preço do leite, da soja, dos insumos, algo que definitivamente interessava a ela. Então, ela se levantou, foi até ele, sentou-se no colo dele e o beijou. Ele adorava os beijos dela, molhados, cheios de tesão. 



Como ela gostava de chupar o pau dele...


E aí ela abriu a braguilha da calça dele e fez o boquete que ele também era fã. Beijou o pau, lambeu, lambeu as bolas, enfiou o pau quase todo dentro da boca, tornou a lamber, o pau já estava todo melado quando ela finalmente tirou a roupa dele e começou a tirar a dela. Primeiro a blusa, cheia de botões, que foi abrindo devagarzinho, para desespero dele que queria ver ela pelada logo. Mas ela, cheia de charme, demorou até que ele pudesse ver os seios dela emergirem, a blusa foi tirada e ele pode pegar e mamar.

Aí ela tirou a calça, a calcinha ela tirou de costas pra ele e depois virou para ele apreciar a beleza da xotinha toda depilada.  


Do jeitinho que ele gostava!!!



E então, transaram como sempre, chupando, cavalgando, gozando.

Dormiram abraçados, esquentando seus corpos.

No domingo pela manhã, ela foi nadar e tomar sol na piscina. Fazia parte do ritual, ela tirava o sutiã e ficava de topless para os trabalhadores apreciarem. Desde que um descobriu esse detalhe, por ter subido numa mangueira, visto e avisado aos outros, toda vez era um festival de gente subindo em árvores para apreciar os belos seios dela. 


Do jeitinho que os peões gostavam!!!


Almoçou pelada com ele pelado, sentado no colo dele. Lá pelas 15 horas transaram de novo, ela tomou um banho e pegou a estrada, chegando aqui às 20. Missão cumprida! Os negócios iam muito bem!!!

Paulinha encontrou seu negão favorito

Ela se acabava com ele...

(escrito por Paulinha)

 

Sempre achei incrível como Paulinha se parecia com sua tia Meg. Fisicamente, a única diferença era o tamanho dos seios. Eram bem menores do que os da tia. O bumbum parecia um clone, igualzinho e deixava a homarada doida igual a Meg deixava.

E quando resolveu fazer um novo curso superior,optou por Belas Artes,  o mesmo curso que Meg tinha feito.

E nem preciso dizer que estudou, fotografou e pintou todos os modelos vivos que apareceram, além de transar com quase todos. Colegas eram poucos, mas todos puderam levá-la para alguma cama!

Mas teve um modelo vivo que a deixou realmente apaixonada. O Elias, um negão que tinha um tamanho quase o dobro do corpo dela, e um pinto que ela não se cansava de elogiar. 

Quando ela viu isso... enlouqueceu!

Pois o Elias era pernambucano que estava em nossa cidade e foi chamado para posar para a turma dela. Quando ela e as colegas viram o Elias nu, babaram. E ela conseguiu ser a primeira e única a transar com ele, porque ele voltou a Recife.

Pois ela foi lá, alguns meses depois e tentou achar o Elias. Tarefa difícil, Recife é uma grande metrópole!

E a sorte sorriu pra ela. Passeando no cais do porto,com um vestidinho leve, curtinho, que chamava a atenção, que fez ela ganhar alguns assovios e elogios... quem é que está num barco, só de bermuda, arrumando a rede para pescar? Ele!

Não acreditou, chegou perto e perguntou:

- Elias, é você?

- Olha só, a mineirinha bunduda apareceu na minha frente! O que te trouxe aqui, minha linda?

- Ah, estou de férias e estando aqui, lembrei de você, mas nunca imaginaria te encontrar!

- Pois encontrou e acho que precisamos comemorar isso! Quer dar uma voltinha de barco?

- Adoraria!

Ele abriu os braços para pegá-la e safado como ele só, já a segurou pelos seios, o que ela adorou! Saíram pelo mar afora e bem lá onde ninguém poderia vê-los, sugeriu que ela fizesse topless. 



Fazer topless... início de tudo de bom!

Na hora ele tirou o vestidinho e ficou só de calcinha, recostada e olhando pra ele, com aquele olhar 43 e meio que estava dizendo: vem cá, meu nego, sou sua...

E ele foi, e a beijou, e lambeu os peitinhos dela,  ela tirou a bermuda dele, ele tirou a calcinha dela, ela viu o pau maravilhoso dele e já foi chupando...

E ganhou uma chupada fantástica, ela já conhecia a língua dele, grossa, dura, parecia um pau entrando dentro dela.

Mas foi o pau dele que entrou com vontade! Meteu de frente, de cachorrinho, ela cavalgou, ele meteu de ladinho e a levou ao gozo. E ele despejou seu gozo nos seios dela, que sorria vendo aquele liquido leitoso sair aos borbotões daquela pica maravilhosa. 



Ele admirou de ela aguentar aquilo tudo!

- Mineirinha, vou te falar uma coisa, você é pequena, magrinha... mas aguenta minha pica numa boa, tem muita mulher que não dá conta. Qual o segredo?

- Se eu te contar... deixará de ser um segredo!

- Tá certo... mineiros nunca contam os segredos... fica ainda até que dia?

- Pena que só tenho mais dois dias... se eu soubesse onde te achar poderíamos ter uma semana inteira!

- Pena mesmo... mas vamos brincar mais, não vamos?

- Preciso responder a essa pergunta boba sua?

Foram dois dias de trepadas ótimas, segundo ela me disse... ao todo, 5!!! Isso sem contar a primeira.

Voltou tão feliz de Recife!

E ainda ganhou mais uma quando me contou. Não tenho a pica monstruosa do Elias, mas ela gosta da minha também!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Duas amigas, tão diferentes, mas tão gostosas!

 Elas se amavam muito

(escrito por Kaplan) 

 

Definitivamente, este é o século das mulheres se revelarem e, principalmente, largarem os homens babacas e cuidarem de seus próprios interesses, namorando outras mulheres e até casando com outras mulheres. O que era condenado há algumas décadas, agora está sendo aceito, porque elas não tem o medo de homens as insultarem, agredirem verbalmente ou fisicamente. Elas são poderosas!

Alcione e Bianca eram assim. Faziam faculdade juntas , cedo descobriram que gostavam muito uma da outra, apesar de gostarem de seus namorados também...

Alcione morava numa bela casa com piscina, pretexto para Bianca aparecer lá todo fim de semana, mas no esquema de bem comportadas, já que a família estava presente. Adoravam as férias quando se encontravam todos os dias. 

Que vida boa dessas duas! Mas ainda iria melhorar mais!

Vamos ver um dia de férias delas. As duas de biquíni, sentadas em espreguiçadeiras, tomando sol, lendo, sozinhas em casa.

- Alcione, posso fazer topless?

- Uai... claro que pode... nem precisava pedir...

- Faz também, fico mais à vontade!

Alcione riu, e tirou o sutiã, como a amiga já havia tirado. Os seios eram bem diferentes. Os da Alcione eram pequenos, já os da Bianca eram médios, quase grandes. Ficaram comentando sobre isso e foram ficando com um tesão muito grande. E Bianca tirou a calcinha também e ficou se masturbando e depois foi até onde Alcione estava, pegou nos seios da amiga e deu-lhe um gostoso beijo, reproduzido com igual fervor por ela.

- Quer me matar, Bianca?

- Só se for de amor, posso?

- Pode sim, meu bem... 



Beijos delicados, amorosos...

E um festival de beijos aconteceu ali. E mãos nos seios. E beijos nos seios. E mordidinhas nos biquinhos. E arrepios generalizados.

- Meu Deus... por que as mulheres demoraram tanto tempo para descobrir que podem se dar prazer e muito mais prazer que um homem pode nos proporcionar...

E Alcione quase desmontava quando tinha seus seios sugados pela amiga. Ela sabia dar uma mamada gostosa...

E Bianca tirou a calcinha da Alcione e, curvada sobre ela, a beijava e passava sua mão, carinhosamente na xotinha da amiga, enfiava um dedo, dois... Alcione passou a agir também, pegando nos seios da amiga, acariciando-os. Beijando-os.

- Traz sua pepeca pra minha boca...

Bianca atendeu ao pedido, ficou em pé na espreguiçadeira e levou seu corpo na direção da cabeça da Alcione que, assim, pôde chupar lindamente, levando Bianca a gemer baixinho. 


Homem nenhum sabe dar esse prazer a uma mulher!

Depois Bianca virou o corpo, ficando por cima da amiga e elas fizeram um demorado 69, bebendo seus respectivos sucos. Como gostavam daquilo!

Foram nadar e depois vestiram seus biquínis.

- Que dia vamos contar pros nossos namorados sobre nós?

- Olha, se o seu é como o meu, vamos contar o dia que nós quisermos terminar com eles. Jamais admitirão!

- É verdade... o pior de tudo é que gosto de trepar com ele...

- Eu também gosto de trepar com o meu...

- Sabe que outro dia eu sonhei que a gente contava e eles nos contavam que também transavam... não acreditamos e eles transaram mesmo... amiga... que tesão que deu! Te peguei na mesma hora e ficamos nós duas de um lado e eles de outro, na maior ferveção... to ficando louca, não tô?

- Com certeza, louquinha da silva!

 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Férias na praia com 5 garotas ensandecidas

 Eu nem acreditei quando me convidaram!

(escrito por Kaplan)   

 

As férias chegaram e boa parte dos estudantes foi para suas casas. Eu fiquei, estava mesmo desanimado de viajar pra casa. Aí, chega o meu colega Jairo, pergunta se vou pra casa, eu digo que não e ele me faz o convite irresistível:

- Kaplan, tem cinco gatas procurando gente pra ir com elas na praia, o pai de uma delas tem casa lá e por enquanto só eu e o Sérgio é estamos na parada. Vem com a gente!

Aquilo me animou, falei que ia, peguei os detalhes todos. Ninguém mais apareceu, então nós três teríamos cinco gatas para nos arranhar.

A casa do pai da Luciane era um desbunde. Uma área enorme, tinha até um campinho onde a gente poderia jogar volei, futebol... beleza pura.

Bem, além da Luciane tinha a Sílvia, a Eva, a Alice e a Luciene. 


Jogar vôlei de biquini... espetáculo extra!

No primeiro dia, o tempo estava meio nublado, então, em vez de irmos à praia, fomos jogar vôlei. Eu e Sérgio contra a Silvia e a Alice. Elas eram péssimas, e só continuamos porque ver as duas de biquíni pulando e os peitos quase fugindo do sutiã valia o esforço...

Dali a pouco o Jairo e a Eva também se juntaram a nós. Não melhorou o nível do jogo, mas era mais um corpo escultural para ser admirado.

Daí, as duas Lu – Luciane e Luciane – que estavam assistindo, gritaram que estavam indo pra piscina e iam nadar de topless. O vôlei parou na hora, corremos todos para a piscina e as duas estavam mesmo com os seios nus, nadando e rindo pra gente.

Os três homens tiraram as bermudas e mergulharam pelados. A Eva tinha sentado, ainda de biquíni, a Alice foi até ela e tirou-lhe o sutiã. 

Mas nadar pelados... que beleza!

E a pegação começou. Me atraquei com a Luciane e fiquei beijando os seios dela. O Jairo pegou a Eva e a levou para uma espreguiçadeira onde ela ficou fazendo boquete nele. Na piscina, o Sérgio era atacado pela Silvia e pela Alice. A Luciene ficou só olhando, rindo, sabia esperar a vez dela. Nenhum de nós iria deixar de dar uma pegada nela...

Nesse meio tempo, eu estava comendo a Luciane, que tinha tirado a calcinha dentro da piscina, pegou meu pau e enfiou na xotinha. Virou pra mim e falou:

- Não fique chateado, mas você não é o primeiro que eu trepo aqui na piscina. Todas as vezes que venho com amigos, nessas condições de liberdade, faço questão da trepada dentro da piscina. E o Jairo e o Sérgio também vão me comer aqui dentro. Vocês estão com sorte, já teve época em que vieram oito gatos... imagina que tristeza! Tive de dar pra todos os oito!!! 


Dezenas de boquetes foram feitos...

Depois de bem comida, ela me falou para ir pegar a Luciene, que até então estava sozinha. Foi o que eu fiz, levei-a para uma cadeira perto de onde o Jairo estava e ela também começou um boquete, o mesmo que a Eva fazia.

Na piscina a Alice estava provocando o Sergio, que a pegou de jeito e a comeu lá dentro mesmo.

Depois do show de boquetes, a Luciene e a Eva sentaram-se no meu colo e no do Jairo e nos cavalgaram até cansarem.

Bem,a manhã terminava, fomos beber e comer alguma coisa. Ninguém precisou pedir ou sugerir: ficamos os oito pelados o tempo todo, e era um tal de passar a mão na bunda, nos seios, nos paus, o que só fazia aumentar o tesão. Fiquei imaginando que depois dos 10 dias que iríamos ficar lá, íamos voltar com nossos paus arregaçados...

Depois de algumas horas de descanso, lá foi a Luciane com o Jairo para dentro da piscina. Ficamos todos olhando os dois e, de fato, ela deu pra ele. Faltava só o Sérgio, mas assim que saiu da piscina ela avisou que ele só iria trepar na piscina com ela no dia seguinte.

E ela era barra pesada mesmo. Me segredou que era a fim de dar um pega na Eva, mas tinha medo de ela não gostar e ficar aquele clima ruim pra todo mundo. Queria minha ajuda, então eu puxei a Eva para dentro do quarto, trepamos numa boa e depois ficamos conversando e perguntei a ela se já tinha tido algum caso com garotas, e ela disse que sim. Uma vez só, e foi bem interessante.  Então falei que a Luciane tinha tesão com ela.

- Jura? Mas logo  ela, a comedora de todos os homens? Que curioso... quer saber, acho que vou ter o meu segundo caso lésbico nessas férias... mas primeiro eu vou dar pra todos vocês. Só falta o Sérgio. Vou deixá-lo para amanhã, quando a Luciane estiver com ele na piscina... vou chegar e aprontar pros dois... segredo! Não  conte pra ninguém!

E foi o que aconteceu. No outro dia fomos todos à praia, nada de coisas escandalosas... mas quando voltamos pra casa, todo mundo pelado de novo, nos limpamos da areia e aí a Luciane carregou o Sérgio para a piscina, colocou-o sentado e ficou chupando o pau, então a Eva entrou na piscina,foi até onde os dois estavam e começou a dividir o pau do Sérgio com ela


É... teve isso também...

Claro que fez questão de dar um beijo na Luciane que arregalou os olhos de felicidade e arrastou a Eva para outro canto da piscina. O Sérgio ficou a ver navios,mas por pouco tempo, porque a Alice e a Luciene foram fazer o que as duas tinham desistido. Então, a Silvia e eu ficamos por conta um do outro e foi muito boa a trepada que demos na cozinha, pus ela em cima da mesa, chupei e depois deitei lá e ela me cavalgou até gozar!

De volta à piscina, vimos que a Luciane e a Eva tinham saído. Foram para o quarto, para colocar as coisas em dia. E o Sérgio estava trepando com a Luciene e a Alice estava nadando... que belo dia foi aquele!

Manhã seguinte levantei e encontrei o Jairo, a Luciene e a Alice, todos pelados, conversando. Cheguei junto, eles me obrigaram a ficar pelado também, aí propus de fazermos um swing. Morreram de rir. Como assim, um swing? Ali ninguém era casado ou namorado...

- Faz de conta que somos, eu trepo com a Alice, você com a Luciene, depois trocamos. Eles riram muito mas é claro que concordaram! 


Até um "swing fake" rolou...

A Silvia chegou logo depois e também o Sérgio. E as duas românticas, que tinham dormido juntas, Luciane e Eva, chegaram nuas e abraçadas.

- Sérgio, não fique triste, ainda vamos trepar na piscina, mas é que esse caso aqui é antigo e precisa ainda de muitos velcros pra ficar bem resolvido. Temos tempo, eu vou cuidar de você também, assim como cuidarei do Jairo e do Kaplan. Afinal, o que nós viemos fazer aqui?

Pois deixamos as duas na piscina e descemos para a praia. Claro que o tema da conversa foi o bissexualismo que estávamos assistindo e como ficamos perguntando muito às três, elas, para acabar com o papo falaram que transariam entre elas, assim que nos três comessemos uns aos outros. Se eu soubesse que dali a quarenta anos estaria dando o rabo naquele hostel...até poderia ter encarado aqueles dois... só pra ver as três transando!

Bem, nos demais dias,praia de manhã, piscina de tarde e as transas acontecendo.

No ultimo dia, a despedida teve algo diferente. A dona da casa perguntou se todos tínhamos gostado, claro que sim. Então, disse ela, quem quiser ser novamente convidado, tem de passar por uma prova hoje. Tem de dar o cu.

- Gatos, não precisam ficar preocupados, não quero que vocês banquem os gays hoje. Mas terão de aguentar um fio-terra da garota que estiverem comendo o cuzinho dela. É pegar ou largar!

O prazer de traçar um cuzinho levou a nós três a aceitação da exigência. Um fio terra não devia ser pior do que um exame de próstata!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Se você olhar pela minha janela, verá algo interessante

Ele viu e aí ficou mais interessante ainda

(escrito por Kaplan)  

 

Tem vizinhos que são muito sortudos. Tem sim! Um deles é o Robert que, outro dia me contou algo alucinante. Ele mora em um desses condomínios em que as pessoas se sentem tão seguras que não existem cercas entre um lote e outro. Quando muito uma cerca de plantas que, inclusive, permitem que uma pessoa ou um animalzinho possa transitar pelos quintais vizinhos.

E na casa ao lado da dele mora a Aline. Uma gostosura de mulher, que é casada, mas que ele vivia achando que ela dava muita bola pra ele... 

Ela enlouquecia vendo...


E era verdade! Aline quase enlouquecia quando o Robert ia nadar na casa dela. Ficava admirando até ostensivamente a sunga dele, imaginando o que ela estaria escondendo.

E o Robert percebia isso. O marido dela, ao que tudo indica, ou não percebia, ou então percebia e não se importava.

Até que ela não aguentou e bolou um plano para o Robert não conseguir escapar de suas garras.

Calmamente ela esperou o marido sair em direção à cidade, de onde ele só retornaria às 19 horas. Como acontecia todos os dias.

E ele também... mas não falava  nada...


Então, ela deixou bem aberta a janela da sala de sua casa, que dava vista para o quintal do Robert. Tirou a blusa e o sutiã e ficou só de shortinho, aberto, deitada no sofá. E o chamou no zap zap. Ele atendeu rapidamente, era doido pra bater papo com ela. E aí ouviu o convite mais encantador do mundo:

- Robert, acho que você deveria vir aqui pelo quintal...

- Posso ir, você está precisando de alguma coisa?

- Não... mas se você olhar pela janela verá algo interessante.

O recado estava meio truncado, mas ele achou poderia ser algo interessante mesmo. Então passou pela cerca e chegou até a janela dela e olhou pra dentro da sala. Quase caiu duro!

Ela estava, simplesmente, deitada no sofá, com uma da mãos dentro do shortinho e, pelos movimentos, ele viu que ela se masturbava, e a outra mão quase arrancava um dos seios, demonstrando um tesão alucinante da parte dela. 


Essa visão mudou o rumo da história...

Ele ficou encantado com a visão dos seios dela. Do corpo todo, porque o shortinho não cobria quase nada.

Entusiasmado, ele entrou na casa, sem fazer barulho, tirou a roupa e quando Aline virou o corpo para ficar de quatro se masturbando... viu bem na sua frente, o Robert sem a sunga que sempre atrapalhara a visão dela. Que pau! Grande! Exatamente como ela imaginara e até sonha um dia com ele.

Não quis saber de masturbação. Jogou o Robert no sofá, inclinou-se sobre ele e mandou ver um boquete maravilhoso.

- Seu pau é exatamente como eu imaginava... por que demorou tanto a vir me mostrar?

- Como eu podia imaginar que você me desejava?

- Nunca reparou em meus olhares?

- Bem, reparei sim, mas, sendo casada, eu fiquei meio que sem saber...

- Agora já sabe. Deita aí que quero ter esse pau dentro de mim.

Ele deitou e ela sentou no pau dele, de costas pra ele e começou a pular freneticamente. Aquilo estava bom demais... quanto tempo será que o Robert poderia ficar com ela? Se dependesse dela, ele seria cavalgado horas a fio! E o melhor de tudo, que nunca haviam feito com ela. Ele segurava sua bundinha pra cima e ele metia, em vez de ela pular. Nunca gozou tão rápido! Não iria deixar esse vizinho escapar. Nunca mais! 

Ela conseguiu... e ele também!

- Vamos lá pro meu quarto, a cama nos espera, é mais confortável que este sofá.

Levantaram-se e ela foi puxando ele pelo pau até chegarem à cama. Ela deitou e ele ajoelhou na frente dela e mandou vara. Quando parou, ela deu outra chupada no pau dele e ele a comeu de ladinho em seguida.

Fez ela cavalgar de novo, agora de frente pra ele e ficou mamando enquanto ela pulava.

E ainda a comeu de cachorrinho, ela ajoelhada no chão e com o corpo deitado na cama. Experimentaram um gozo simultâneo ela quase desmaiando e ele despejando tudo em sua boca.

Ficaram deitados, felizes da vida, se acariciando, conversando.

- Sabe que eu sonhei com isso, Robert? Não é mentira minha não, no meu sonho você me fez gozar duas vezes, como agora.

- E você tem ideia de quantas punhetas eu bati em sua homenagem?

- Que lindo! Mesmo?

- Verdade, mas posso estar enganado, acho que não vou precisar disso mais não...

- Claro que não! Mas até pode ser, você bater uma aqui, eu vendo... que tal?

- O dia que você quiser!

 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Nada como admirar duas amigas, lindas, nuas, se amando à beira da piscina

 Visão do paraíso!

(escrito por Kaplan)

 

Uma das minhas alegrias, quando ia ao sítio da minha cunhada, era ver como as pessoas eram descuidadas. Explico melhor: como o sítio ficava num condomínio, em que as casas são um pouco afastadas visto que os lotes são de, no mínimo 10.000 m2, e alguns proprietários chegaram até a comprar dois lotes contíguos, isso significa que dificilmente de uma casa se vê a outra. E todas são muito seguras, pois o condomínio tem seguranças que passam de moto o tempo todo, inclusive à noite, para verificar se há algum problema.

O que algumas pessoas não percebem, ou, se percebem não se incomodam, é existem árvores muito altas nos vários sítios. E como um sujeito sacana como sou, voyeur incorrigível, logo percebi, é que subindo nessas árvores se pode ver muita coisa interessante.


Esta moça matava a gente do coração...

No sítio vizinho, por exemplo, morava um casal com uma filha, já universitária. Aos fins de semana, a família toda usava a piscina, e a moça fazia questão de queimar o corpo o máximo possível, ou seja, fazia topless. Algumas vezes eu vi o pai reclamando, mas ela não dava bola. E eu agradecia a teimosia dela, porque vi muita coisa acontecendo por lá.

O que vou contar hoje é algo que me deixou surpreso, mas, ao mesmo tempo, muito feliz por ver.

Era em fevereiro, mês de férias nas escolas e nas universidades também. E com exceção de alguns dias de chuva, aquele mês foi fértil em dias ensolarados.

Já imaginam? Sim, os pais saiam para trabalhar, a moça ficava sozinha em casa e aí não era só os seios que ela gostava de expor ao sol. Era tudo. Maravilhoso! Fantástico!

Eu quase caía da árvore que utilizava para “assuntar” o ambiente.

E o melhor de tudo foi um dia em que uma amiga dela, possivelmente colega de faculdade, esteve lá o dia inteiro.

Vi as duas chegando na piscina, ambas de biquíni. Até estranhei, imaginei que não devia haver muita intimidade entre as duas. 


Pensei que não ia ver nada de interessante...

Mas logo me enganei. A amiga ficou sentada numa espreguiçadeira,  e a moça da casa entrou na piscina. Aí aconteceu. Dentro da piscina ela tirou o sutiã do biquíni e jogou na direção da amiga e em seguida tirou a calcinha e jogou também. A amiga ria. Mas parou de rir quando ela saiu da piscina, se dirigiu até a espreguiçadeira e quase deitou em cima da outra, beijando-a com sofreguidão.

Então a dona da casa tirou o biquíni da visitante e beijando-se sem parar, as mãos procuraram os seios, as xotinhas e ficaram fazendo carícias sem conta. Pena que não dava para ouvir os gemidos nem o que elas falavam. A dona da casa não perdoou a amiga. Levou a perna esquerda para um dos lados da espreguiçadeira, o que fez com que sua xotinha ficasse exatamente na boca da amiga, que chupou-a gostosamente, passava a mão, enfiava o dedo, massageava o grelinho... os rumores ali deviam estar divinos!

Parecia que aquela cena nunca deixaria de existir, elas não se cansavam e eu via, pela cara da dona da casa que ela estava quase a gozar. Aí desceu com o corpo, voltaram aos beijos, aos carinhos nos seios, as xotinhas roçando uma na outra... que espetáculo!

Aí foi a vez de ela chupar a xotinha da visitante. E massagear o grelinho também, e a moça revirava os olhos de tesão, de prazer.

Saíram da espreguiçadeira, estenderam uma toalha no chão, a visitante deitou e a  outra deitou por cima dela. Mais beijos, mais mamadas e ela desceu até a xotinha da amiga e deu-lhe outra chupada demorada,  e voltou pra cima, beijando-a e tendo sua bundinha apertada, e voltou a chupar a xotinha dela, e fizeram um 69 maravilhoso. 


Eu queria estar por cima... ou por baixo...
Sentadas, de frente uma pra outra, xotinhas bem juntas, deram-se mais beijos, tapinhas nas bundinhas, puxadinhas nos biquinhos dos seios.

Levantaram, entraram na piscina, ficaram nadando nuas até que a moça da casa fez um sinal apontando com o dedo para o pulso, de que estava na hora. Hora de quê?

Sei que elas saíram da piscina, colocaram os biquínis e ficaram fazendo de conta que liam alguma coisa, sim havia dois livros ali que eu não tinha reparado.

Entendi a razão disso. Os pais chegaram, era hora do almoço.

Aproveitei para descer da árvore e também comi alguma coisa. Aí, como quem não quer nada, fiquei andando em direção ao sítio deles, queria ver se dava para ver as duas garotas de perto.  Infelizmente eu vi, porque elas saíram da casa com mochilas, os pais fecharam as portas e entraram no carro. O pai me viu, e como me conhecia, me cumprimentou.

Não resisti a perguntar se iam viajar.

- Só as duas folgadas. Estão indo pra Maceió, para aproveitar o fim das férias.

- Ah... que beleza! Já conhecem lá?

A filha do casal disse que não.

- Vão gostar, as praias são lindas!

É... fiquei o resto do mês sem ver as belezuras, só imaginando o que elas estariam aprontando lá...