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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Férias na praia com 5 garotas ensandecidas

 Eu nem acreditei quando me convidaram!

(escrito por Kaplan)   

 

As férias chegaram e boa parte dos estudantes foi para suas casas. Eu fiquei, estava mesmo desanimado de viajar pra casa. Aí, chega o meu colega Jairo, pergunta se vou pra casa, eu digo que não e ele me faz o convite irresistível:

- Kaplan, tem cinco gatas procurando gente pra ir com elas na praia, o pai de uma delas tem casa lá e por enquanto só eu e o Sérgio é estamos na parada. Vem com a gente!

Aquilo me animou, falei que ia, peguei os detalhes todos. Ninguém mais apareceu, então nós três teríamos cinco gatas para nos arranhar.

A casa do pai da Luciane era um desbunde. Uma área enorme, tinha até um campinho onde a gente poderia jogar volei, futebol... beleza pura.

Bem, além da Luciane tinha a Sílvia, a Eva, a Alice e a Luciene. 


Jogar vôlei de biquini... espetáculo extra!

No primeiro dia, o tempo estava meio nublado, então, em vez de irmos à praia, fomos jogar vôlei. Eu e Sérgio contra a Silvia e a Alice. Elas eram péssimas, e só continuamos porque ver as duas de biquíni pulando e os peitos quase fugindo do sutiã valia o esforço...

Dali a pouco o Jairo e a Eva também se juntaram a nós. Não melhorou o nível do jogo, mas era mais um corpo escultural para ser admirado.

Daí, as duas Lu – Luciane e Luciane – que estavam assistindo, gritaram que estavam indo pra piscina e iam nadar de topless. O vôlei parou na hora, corremos todos para a piscina e as duas estavam mesmo com os seios nus, nadando e rindo pra gente.

Os três homens tiraram as bermudas e mergulharam pelados. A Eva tinha sentado, ainda de biquíni, a Alice foi até ela e tirou-lhe o sutiã. 

Mas nadar pelados... que beleza!

E a pegação começou. Me atraquei com a Luciane e fiquei beijando os seios dela. O Jairo pegou a Eva e a levou para uma espreguiçadeira onde ela ficou fazendo boquete nele. Na piscina, o Sérgio era atacado pela Silvia e pela Alice. A Luciene ficou só olhando, rindo, sabia esperar a vez dela. Nenhum de nós iria deixar de dar uma pegada nela...

Nesse meio tempo, eu estava comendo a Luciane, que tinha tirado a calcinha dentro da piscina, pegou meu pau e enfiou na xotinha. Virou pra mim e falou:

- Não fique chateado, mas você não é o primeiro que eu trepo aqui na piscina. Todas as vezes que venho com amigos, nessas condições de liberdade, faço questão da trepada dentro da piscina. E o Jairo e o Sérgio também vão me comer aqui dentro. Vocês estão com sorte, já teve época em que vieram oito gatos... imagina que tristeza! Tive de dar pra todos os oito!!! 


Dezenas de boquetes foram feitos...

Depois de bem comida, ela me falou para ir pegar a Luciene, que até então estava sozinha. Foi o que eu fiz, levei-a para uma cadeira perto de onde o Jairo estava e ela também começou um boquete, o mesmo que a Eva fazia.

Na piscina a Alice estava provocando o Sergio, que a pegou de jeito e a comeu lá dentro mesmo.

Depois do show de boquetes, a Luciene e a Eva sentaram-se no meu colo e no do Jairo e nos cavalgaram até cansarem.

Bem,a manhã terminava, fomos beber e comer alguma coisa. Ninguém precisou pedir ou sugerir: ficamos os oito pelados o tempo todo, e era um tal de passar a mão na bunda, nos seios, nos paus, o que só fazia aumentar o tesão. Fiquei imaginando que depois dos 10 dias que iríamos ficar lá, íamos voltar com nossos paus arregaçados...

Depois de algumas horas de descanso, lá foi a Luciane com o Jairo para dentro da piscina. Ficamos todos olhando os dois e, de fato, ela deu pra ele. Faltava só o Sérgio, mas assim que saiu da piscina ela avisou que ele só iria trepar na piscina com ela no dia seguinte.

E ela era barra pesada mesmo. Me segredou que era a fim de dar um pega na Eva, mas tinha medo de ela não gostar e ficar aquele clima ruim pra todo mundo. Queria minha ajuda, então eu puxei a Eva para dentro do quarto, trepamos numa boa e depois ficamos conversando e perguntei a ela se já tinha tido algum caso com garotas, e ela disse que sim. Uma vez só, e foi bem interessante.  Então falei que a Luciane tinha tesão com ela.

- Jura? Mas logo  ela, a comedora de todos os homens? Que curioso... quer saber, acho que vou ter o meu segundo caso lésbico nessas férias... mas primeiro eu vou dar pra todos vocês. Só falta o Sérgio. Vou deixá-lo para amanhã, quando a Luciane estiver com ele na piscina... vou chegar e aprontar pros dois... segredo! Não  conte pra ninguém!

E foi o que aconteceu. No outro dia fomos todos à praia, nada de coisas escandalosas... mas quando voltamos pra casa, todo mundo pelado de novo, nos limpamos da areia e aí a Luciane carregou o Sérgio para a piscina, colocou-o sentado e ficou chupando o pau, então a Eva entrou na piscina,foi até onde os dois estavam e começou a dividir o pau do Sérgio com ela


É... teve isso também...

Claro que fez questão de dar um beijo na Luciane que arregalou os olhos de felicidade e arrastou a Eva para outro canto da piscina. O Sérgio ficou a ver navios,mas por pouco tempo, porque a Alice e a Luciene foram fazer o que as duas tinham desistido. Então, a Silvia e eu ficamos por conta um do outro e foi muito boa a trepada que demos na cozinha, pus ela em cima da mesa, chupei e depois deitei lá e ela me cavalgou até gozar!

De volta à piscina, vimos que a Luciane e a Eva tinham saído. Foram para o quarto, para colocar as coisas em dia. E o Sérgio estava trepando com a Luciene e a Alice estava nadando... que belo dia foi aquele!

Manhã seguinte levantei e encontrei o Jairo, a Luciene e a Alice, todos pelados, conversando. Cheguei junto, eles me obrigaram a ficar pelado também, aí propus de fazermos um swing. Morreram de rir. Como assim, um swing? Ali ninguém era casado ou namorado...

- Faz de conta que somos, eu trepo com a Alice, você com a Luciene, depois trocamos. Eles riram muito mas é claro que concordaram! 


Até um "swing fake" rolou...

A Silvia chegou logo depois e também o Sérgio. E as duas românticas, que tinham dormido juntas, Luciane e Eva, chegaram nuas e abraçadas.

- Sérgio, não fique triste, ainda vamos trepar na piscina, mas é que esse caso aqui é antigo e precisa ainda de muitos velcros pra ficar bem resolvido. Temos tempo, eu vou cuidar de você também, assim como cuidarei do Jairo e do Kaplan. Afinal, o que nós viemos fazer aqui?

Pois deixamos as duas na piscina e descemos para a praia. Claro que o tema da conversa foi o bissexualismo que estávamos assistindo e como ficamos perguntando muito às três, elas, para acabar com o papo falaram que transariam entre elas, assim que nos três comessemos uns aos outros. Se eu soubesse que dali a quarenta anos estaria dando o rabo naquele hostel...até poderia ter encarado aqueles dois... só pra ver as três transando!

Bem, nos demais dias,praia de manhã, piscina de tarde e as transas acontecendo.

No ultimo dia, a despedida teve algo diferente. A dona da casa perguntou se todos tínhamos gostado, claro que sim. Então, disse ela, quem quiser ser novamente convidado, tem de passar por uma prova hoje. Tem de dar o cu.

- Gatos, não precisam ficar preocupados, não quero que vocês banquem os gays hoje. Mas terão de aguentar um fio-terra da garota que estiverem comendo o cuzinho dela. É pegar ou largar!

O prazer de traçar um cuzinho levou a nós três a aceitação da exigência. Um fio terra não devia ser pior do que um exame de próstata!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Lances de faculdade


Vida boa era aquela!

(escrito por Kaplan) 

Fim de semana, folga nos estudos e saída com as amigas para lugares “quentes”, onde se poderia fazer mil coisas que os pais delas jamais poderiam imaginar que elas fizessem!
É, a vida de estudantes universitários sempre foi muito boa.
Foram tantos casos, que de vez em quando eu me recordo de um que ainda não foi contado aqui para meus sedentos e sedentas leitores!
Lá vai mais um:

Saí com Isabela e Lorena, duas encantadoras colegas que, como outras, já tinham assumido sua bissexualidade. Fico pensando como elas foram pioneiras! Nos anos 60 havia uma revolução sexual acontecendo no mundo. Gays saiam dos armários, lésbicas se assumiam, mas quase não se ouvia falar de bissexualidade. E tivemos o privilégio de ver ao vivo e a cores, garotas que transavam entre si e com a gente também.
Lorena e Isabela eram desse time.

Naquele sábado em que elas saíram comigo, levaram uma bola de vôlei, pois queriam treinar para entrar no time feminino da faculdade.
Quando chegamos a um local do bosque, estendemos toalhas no chão e colocamos lá os quitutes e as bebidas que leváramos. Como elas me chamaram muito cedo, eu não tinha tomado nem café ainda, comecei a comer um sanduíche e tomar uma cerveja, para rebater as da noite anterior.

E as duas ficaram jogando bola, uma para a outra, treinando cortadas e defesas. Jogavam bem!
O melhor de tudo: depois de começarem jogando de short e camiseta, fizeram a opção pelos trajes mais simples: nada! Isso mesmo, começaram a jogar peladinhas... era uma coisa muito boa ver as duas rindo, jogando, errando, os seios pulando... 

... assim ficou muito melhor!

Assim estava bom...
Depois de algum tempo, eu só apreciando, elas deram uma parada e foram até onde eu estava, sentaram-se na toalha ao meu lado, suadas.

- Os seios de vocês até brilham, de tanto que suaram.
- Enxuga pra nós?
- Com o máximo prazer!

Mas não foi com toalha que eu enxuguei... foi com a língua. Delícia lamber os seios delas suados. E aquilo serviu para elas esquecerem o vôlei e dar mais atenção a uma pica que estava ansiosa para penetrar nos buraquinhos que elas quisessem.
A Isabela deitou, de costas, pernas abertas. A Lorena agachou entre as pernas dela e ficou lambendo-lhe a xotinha. E eu, ajoelhei atrás da Lorena e mandei ver numa boa chupada na xotinha dela, por trás, pegando na bundinha, apertando. 

Agradecendo por eu as ter enxugado? Só pode...

E aí as duas vieram chupar meu pau. Uma de cada lado, lambendo, engolindo, pegando nas bolas. Trem bão dimais!

Melhor ainda: a Lorena quis ser a primeira a ser comida, ficou deitada de lado, eu atrás dela, meti e ao mesmo tempo que metia via que ela beijava a Isabela, que se masturbava.
Espelho, espelho meu, existe ménage mais gostoso do que esse? Duvido. Era muito legal ver a Isabela, de olhos fechados, se masturbando e sendo beijada.
Foi a vez de eu comer a Isabela. De quatro, com a Lorena com a cabeça em cima da bunda da amiga, e de vez em quando tirando meu pau, chupando e o devolvendo à xotinha dela.

Ela também ficou de quatro, ao lado da colega e eu entendi o que elas queriam: que eu as comesse de forma alternada. Metia numa por alguns minutos, tirava e enfiava na outra, repetindo até que elas gozassem e a Lorena foi a primeira. Depois que a Isabela também gozou, o que me restava fazer era gozar nas duas bundas que estavam bem à minha frente.

Tinha sido muito legal. Mas não ficou só nisso, esse lance foi de manhã, quando chegamos e ficamos lá até umas 15 horas. O que significa isso? Que trepamos mais, treinamos jogadas de vôlei (os três nus), bebemos e comemos. E trepamos. Tinha sido esse o objetivo da nossa ida!


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Ela viu sem querer... e teve lucro!


Essas visões sempre trazem bons resultados

(escrito por Kaplan) 

Coisas inusitadas acontecem... sem dúvida!
Imaginem vocês: No vestiário do clube, praticamente vazio. Como assim, praticamente? É que a Érica estava sentada no trono, resolvendo umas questões, entendem?  

O que estou ouvindo? Não acredito!

Trocando em miúdos, estava terminando de fazer um belo cocozinho, quando ouviu vozes. Uma masculina, que ela identificou como sendo do treinador Glauber e uma feminina que ela também distinguiu, era da Conceição, colega dela no time de vôlei.

Sem pensar no que eles poderiam estar conversando, ela terminou de fazer o cocozinho e abriu a porta para ir embora... e o que ela viu? A Conceição com a mão no pau do treinador que, por sua vez, estava com a mão na bunda dela.
E sem que os dois a vissem, Érica ficou observando e vendo tudo. E logo o treinador estava ajoelhado, levantando a saia da Conceição e mandando ver numa bela chupada na xotinha dela. E foi nesse momento que Conceição viu a Erica pelo espelho.

Não se desesperou. Antes, sem que o Glauber visse, ela fez sinal para a Erica se aproximar e quando o treinador a viu, tratou de pegar na bundinha dela também, que aí entendeu tudo. E eles estavam a atraindo para que ela não os denunciasse.

Mas o treinador era uma bela figura e Erica gostou muito da mão dele em sua bundinha.

Ela ficou espantada com o fato de a Conceição pegar em seus seios. Por cima da roupa, mas pegou e aquilo levou a Erica a ficar meio arrepiada.
E mais ficou quando a colega e o treinador começaram a tirar a sua calcinha e os dois começaram a beijar sua bunda, suas coxas.

Tiraram toda a sua roupa, ela ficou peladinha na frente deles e Conceição pegou nas mãos dela e colocou sobre os seios e pediu que ela tirasse sua camiseta e seu sutiã.
Sem entender muito bem, ela fez isso, motivada também pelas mãos do treinador que apertavam sua bunda, a beijavam...

Logo a Conceição estava só de calcinha e as duas estavam pegando no pau do treinador. Pareceu a ela que era de bom tamanho. Conceição já estava acostumada, mas Erica nunca pegara nele... e estava gostando bastante!

O treinador estendeu uma toalha no chão, tirou a roupa e deitou-se. Conceição não se opôs a que Erica fosse a primeira a ser comida. O silêncio dela era indispensável, afinal de contas. E Erica então sentou no pauzão dele e ficou pulando e sentindo as mãos da Conceição deslizarem pelas suas costas. Quanta novidade num dia! Carícias feitas por outra mulher e pica do treinador dentro dela. Era o dia de sorte! 

Como esse treinador treina bem... é um craque!

E ainda deu de cachorrinho, com a Conceição aos beijos com o Glauber e ele socando sem piedade.

Tinha sido ótimo tudo aquilo. E o Glauber, em seguida, foi cuidar da Conceição, comendo-a em pé. Foi tudo bem rápido, porque o local onde eles se encontravam era meio arriscado. Mas serviu para uma sólida amizade das duas. Quando o Glauber foi embora, as duas ficaram se vestindo e Erica comentou o que Conceição tinha feito com ela.

- Nunca tive uma mulher me encostando, me beijando, me tocando como você fez.
- Pelo menos foi bom?
- Foi, não posso negar. Quer ir lá em casa? Estou sozinha e gostaria de discutir melhor esse assunto com você!

Ganhou um beijo na boca e a Conceição foi com ela. Divertiram-se muito!


quinta-feira, 29 de março de 2018

Cinco amigas me contam suas aventuras


Excitantes, muito excitantes!

(escrito por Kaplan)

O que se faz numa tarde chuvosa em que você recebe a visita de cinco amigas? Além de tomar um bom vinho, conversar bastante... consegui arrancar algumas confissões picantes delas, que reproduzo a seguir. Os nomes, claro, totalmente inventados para não comprometer ninguém!

A primeira a ter coragem de contar foi Fabíola.

- Gente, o que vamos falar aqui, morre aqui, né? Porque eu tenho um caso bem escandaloso que guardo comigo há séculos...
Foi o seguinte:  Um amigo meu tinha feito um curso de fotografia e quis me fotografar. Eu disse que não tinha problema, mas ele falou que queria fazer uns nus... e eu topei, a gente nunca tinha tido nada e nem pensei que iria ter... não tenho preconceito de fotografar nua.
Então marcamos uma tarde, em que eu estaria sozinha em casa. Quem já foi lá em casa sabe que meu quarto é no andar de cima e a gente entra é por uma escada fora da casa. Pois bem, fiquei esperando e logo ele chegou e bateu na porta. Eu tinha colocado uma blusinha e estava com ela e minha calcinha, apenas. E assim que o vi, levantei a blusinha e mostrei os seios pra ele. 

Estou louca pra você me revelar!
Ele entrou no meu quarto, comentando que eu estava a fim mesmo... e começou a tirar fotos. Primeiro com a roupa que eu estava, depois ele pediu pra eu tirar a blusinha, fotografou meus peitos... e aí deu pra ver que ele estava excitado... gaguejou para me pedir pra tirar a calcinha e ficar peladinha... e isso me excitou.

Aí, vi que ele estava suando, sugeri que tirasse a camisa, ele tirou e eu não aguentei mais. Falei com ele que estava com vontade de fazer outras coisas. Ele entendeu, colocou a máquina de lado, me agarrou, me beijou, me deitou na cama e me chupou a pepeca, e enfiou dois dedos... e eu fiquei com muita vontade. Arranquei a calça dele e sentei no pau dele e cavalguei até! 

Gente, que pau gostoso era aquele... da cavalgada ele só virou meu corpo pro lado e continuou metendo de ladinho... eu gemia sem parar. E ainda via no espelho o que ele fazia comigo e isso me dava mais tesão ainda.
Ele me fez gozar duas vezes antes de gozar em cima de mim, me lambuzar toda... E o que me deixou mais maluca ainda foi que, depois de uns 10 minutos... lá estava ele, sorrindo e me mostrando o pau duro. Eu não estava acreditando,mas ele me comeu de novo, de cachorrinho! E depois ainda foi chupar minha pepeca de novo...
Aí, gente... não teve jeito... ele volta lá em casa muitas vezes! Se meu namorado descobre...

- Pode deixar, Fabíola... ninguém vai contar!

Magda parece que ganhou coragem com a história da Fabíola e se dispôs a nos contar o lance interessante da vida dela:

Gente... é segredo mesmo, viu? Eu tenho um tio que é meu fã número um.Vive me dando presentes e, curiosamente, quem me chamou a atenção foi minha mãe. Ela me falou um dia que achava estranho o irmão dela me dar tanto presente assim... comecei a ficar grilada com isso... e quando ele chegava com algum presente, eu reparava melhor nele e via que ele realmente agia de uma forma diferente... então isso me deu tesão. Será que ele gostava de mim não como tio? Mas como mulher? Era algo que eu precisava descobrir.

E acabei descobrindo num dia em que estava sozinha em casa e ele chegou com alguns presentes pra mim. Roupinhas... e me pediu para experimentar na frente dele.
Aí eu saquei que ele realmente me desejava e resolvi encarar.
Primeiro presente: uma blusinha, curtinha, dessas de amarrar logo abaixo dos seios. De costas pra ele, eu tirei a camiseta e pus a blusinha, amarrei e mostrei a ele. Vi os olhos dele brilhando...
Aí ele me deu outra blusinha, de alcinha... e dessa vez eu tirei a de amarrar de frente pra ele, que viu meus seios. Mais brilho nos olhos.

Me deu um shortinho e eu tirei o que estava usando e vesti o que ele me deu, depois tirei, e fiquei de calcinha e com a blusinha levantada. A excitação dele era total.

Falei: - Tio, você me deseja?  

Nunca imaginei tão grande!

Ele respondeu que sim. Eu disse que também o desejava. Aí ele se despiu e eu assustei: que pau enorme era aquele... nunca tinha visto um de tal tamanho...
Falei: - Tio, isso não vai entrar em mim não...
Ele disse: - Entra sim, meu anjo... eu sei como fazer!
Aí chegou perto de mim e eu pude pegar no pau... nossa... tremi da cabeça aos pés! Tentei chupar...  mal consegui colocar a cabeçorra na boca... Aí ele me beijou e começou a passar a mão na minha xotinha, eu percebi que ele queria me deixar bem relaxada para poder meter...

Aí tirou minha roupa e me enfiou a língua na xotinha, me lambeu até dizer chega! Eu estava totalmente molhada e aí consegui receber aquele monstro dentro de mim. Entrou rasgando, mas entrou legal, para minha surpresa. E foi um belo gozo que ele me proporcionou.
Ainda transamos, de vez em quando. Mas eu disse a ele que não precisava de mais presentes, porque a mãe estava ficando desconfiada. Ele entendeu e agora o presente são as trepadas. Ótimas!

Não resta dúvida que a história da Magda precisava ser mantida em segredo... A terceira garota que resolveu contar coisas picantes da sua vida foi a Lídia.

Eu era fascinada com um professor da minha escola. No terceiro ano, todo mundo já com 18, 19 anos, já viu como os hormônios ficavam... coleguinhas inexperientes não davam conta de nos acalmar... e eu achava que o professor de Educação Física era tudo de bom.
E aproveitei uma chance ótima: como eu fazia ballet, ele precisou de mim para o desfile da Olimpíada que acontecia todo ano entre os colégios da cidade. E começou a me treinar e eu aproveitei pra me exibir um pouco pra ele até conseguir trepar.

No ensaio, era só eu e ele numa sala da praça de esportes do colégio. E eu ia com as roupas de ballet, mas sem as meias... o que quer dizer isso? O saiote não escondia minha calcinha... quando eu levantava a perna para fazer o movimento que ele precisava... ele via minha calcinha e eu ia sempre com as menores...
Não deu outra... foi um tal de pegar em mim pra me ajudar a levantar a perna... e a mão dele esbarrando “sem querer querendo” nas minhas coxas e até na minha bunda... que teve uma hora que não resisti e abaixei o corpete, e ele viu meus seios. Aí ele já tinha percebido o que eu queria e deixou claro que não iria fugir da raia. 

Pula, garota, pula!!!
Trancou a porta da sala e já veio tirando a calça. Ah... que belo pau... e era prevenido ou fazia isso muito por ali... tinha camisinha numa das gavetas, que ele tratou de colocar, sentar e me colocar no pau dele.

Foi uma cavalgada épica! Pela primeira vez eu soube o que era trepar direito... demorado, me fez ter o primeiro orgasmo da minha vida. E ele me beijava, me chupava os biquinhos e não parava de meter. Era bom demais, muito bom!

E ainda me deu o pau pra chupar e depois me colocou de quatro e meteu de novo... eu gemia, meus olhos reviravam... eu não queria saber de mais garoto nenhum... só ele, só ele...

Quando acabamos, eu fui direta, falei que ia querer trepar com ele mais vezes. Ele concordou mas fez uma exigência... esperar o ano terminar. Aí eu deixaria de ser aluna e ele não teria problemas. Concordei e por dois anos a gente se encontrava sempre e era cada trepada melhor do que a outra!
Acabou porque ele casou e disse que ia querer ser fiel. Fazer o quê?

Gabriela foi a garota que nos brindou em seguida com sua história:

Meu lance é de uma tarde só. Não teve continuidade. Foi com um primo que estava lá em casa e eu fiquei vidrada nele. E como sabia que ele não iria ficar muito tempo, tratei de ser rápida no gatilho! Eu e ele ficávamos toda tarde sozinhos. Aí pus uma minissaia, fui pra sala e ficamos ouvindo música e eu mexia bastante com as pernas e ele só de olho no lance...
Até que não aguentou e falou que estava vendo. Eu sorri  e disse que não tinha problema, eu queria que ele visse mesmo.
Ah... quando falei isso, ele animou e pediu para ver mais coisas... Tirei a blusa, tirei o sutiã e mostrei os peitos pra ele.

- Quer ver mais ainda? Perguntei. E ele respondeu que sim, então tirei a saia e fiquei dançando só de calcinha na frente dele e abria as pernas, punha a calcinha pro lado, mostrava a xoxota... aí ele endoidou e veio até onde eu estava, tirou minha calcinha e me deu uma bela chupada. 

Uau... que chupada... nunca tive igual!

Eu tinha a intuição de que ele sabia das coisas... e estava comprovando isso. Que chupada... me deixou com a respiração ofegante!
Falei que também queria ver o que ele tinha a me mostrar. E ele me mostrou o pau, já duro... que eu chupei, masturbei, lambi...
Sentou no sofá, eu deitei e continuei chupando e ele mandou a mão na minha xota, enfiou o dedo... uma loucura... eu sentia que estava derramando todos os líquidos que eu tinha dentro do corpo!
Me colocou deitada no sofá e me penetrou de frente. Gostosura! Como metia bem o primo!
Cavalguei... e ele ainda me comeu o cu. Primeira vez que dei. Foi bom... médio... médio... mas o resto tinha sido ótimo.
Pena que logo ele foi embora e nunca mais o vi, não mora aqui não...

Finalmente, Lorena nos contou o picante da vida dela.

Foi uma loucura... eu jogava vôlei no clube e a gente vivia espiando o time masculino... era cada gato!  E um, em particular, me interessou, a gente conversou, ficamos amigos e a cada dia ficava mais claro que acabaríamos transando. Mas do jeito que aconteceu é que foi a loucura.
Numa tarde, tínhamos acabado de treinar e eu vi que os rapazes ainda não tinham terminado. Fui ao vestiário, tomei banho, pus a roupa e fui ver o treino deles. Tinha acabado e logo ele apareceu, ficamos conversando, todo mundo foi embora, o clube já bem vazio. Ele me perguntou se tinha alguém no vestiário feminino. Eu disse que não.

- Então entra lá e me espera!
- Ficou louco?
- Quase! Vai lá... 

Tremendo, eu fui e logo ele apareceu, e aí começamos a nos beijar. E ele me beijava suspendendo minha saia, pegando na minha bunda... tirou minha blusa e mamou bonito...
Eu já tinha perdido o juízo, sabia que poderia ser expulsa do clube, mas deixei  de saber... me entreguei totalmente a ele. Já estava só de calcinha, ele tirou a roupa toda, me mostrou o pau, dei uma chupada legal nele.
E ele enfiando a mão dentro da minha calcinha, passando o dedo no meu rego, pressionando meu cu... gente, o que era aquilo!
Foi a vez de ele me chupar... gostoso demais... e depois eu o cavalguei, e pulei até gozar! Vontade de gritar, de gemer... e tendo de me controlar...
Fizemos um 69... gozei na boca dele. E ele gozou também, me fez engolir tudo!
Bem, é claro que virou namoro e muitas outras transas aconteceram, mas nenhuma com aquele tesão e aquela adrenalina.
Depois ele foi para um time de São Paulo, aí acabou.

Com todo mundo tendo encerrado, verificamos que a chuva havia parado e elas começaram a ir embora. Lorena ficou. E fomos pro quarto, transamos legal. Afinal, excitados com tudo o que ouvimos, seria uma injustiça não terminar aquele encontro com uma transa legal!


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Ela provou a ele que tamanho não é documento

Vamos aos números? 1.607.078 acessos e 2.850 contos publicados. Uau!!!

(escrito por Kaplan)

Não é o que vocês, leitores de mente poluída, pensaram ao ler o título.
Vamos falar de Adriana, moreninha de 1,54cm. Baixinha, mas safadinha!
E ela encantou-se com um jogador de vôlei de exatos 2,02cm, o Roberto. 

Ele ria do tamanho dela...

Assistia aos treinos, ia a todos os jogos, pegava autógrafo... todo mundo começou a desconfiar que ela estava apaixonada pelo Roberto.
E os colegas dele, tão altos quanto, riam, gozavam da cara dele, dizendo que ele não poderia dar bola pra Adriana. Se fosse  pra cama com ela iria virá-la do avesso.

Ele ria, mas não pensava em transar com ela. Achava que seria complicado, exatamente pela diferença de altura.
Mas Adriana era teimosa, insistia, convidava para sair... até que ele resolveu dar uma colher de chá para ela. Pensou: acho que não vai dar certo, e aí ela desiste.
Então, depois de um jogo, ele aceitou o convite dela para tomarem um café, no apartamento dela, claro.

- Meu café é excelente, você vai gostar!

E lá foram o alto e a baixinha. Era até engraçado ver os dois juntos.
Entraram no apartamento, ela fez o café e ele tomou. Realmente, era um bom café.
E então ele puxou a conversa para o lado que motivara aquele encontro.
E Adriana não se deu por vencida.

- Te provo que não tem problema algum você ser muito mais alto do que eu.
- Está bem, Adriana, eu vou aceitar, porque gosto de você, gosto muito. Mas te confesso que talvez eu não consiga te contentar...
- Vamos ver... gostosão! 

E minha bunda dá de 10 a zero nas altas...

Sou baixinha, mas tenho peitos...
Pulou no colo dele que levantou-se carregando-a e a safadinha já foi levantando a blusa e mostrando os peitinhos a ele. Ele os achou lindos, pequenos,mas lindos e deu umas boas mamadas nela.

Aí sentou, ela de pé na frente dele e ele começou a tirar a calça dela, e a calcinha foi junto. Ele achou-a linda de corpo, tudo pequeno, mas tudo proporcional.
A bundinha, então, que coisa mais deliciosa. Pegou nela, apertou, beijou e ela já foi ficando devidamente excitada pelas grandes mãos a pegando.
Quis ver o pau dele. Amigas diziam que homens muito grandes costumam ter paus pequenos. Valia uma conferida... e ela viu que as amigas estavam erradas. O pau dele era grande, bonitaço. 

E seu pau... tão grande quanto você!
Fez um boquete de acordo com as possibilidades, ou seja, não conseguiu colocar tudo dentro da boca. Compensou com grandes e demoradas lambidas no tronco, no saco.
E deitou-se no sofá, abrindo as pernas e o convidando a penetrá-la.

Ele umedeceu a cabeça do pau com saliva e foi enfiando, sem forçar a penetração. Lentamente ele enfiava e via que ela retesava o corpo. Mas vaginas são elásticas e logo ela se acostumou com o pirocão do Roberto e ele conseguiu enfiar tudo.

Deu umas bombadas e depois virou-a, para meter por trás. O famoso cachorrinho.  E ela também o cavalgou, dando boas puladas até atingir o orgasmo que tinha certeza que sentiria.

Ele saiu do apartamento dela impressionado...