Mostrando postagens com marcador solteira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador solteira. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Recomendaram a ela um guia bom em Londres


E ele a guiou por locais inusitados...

(escrito por Kaplan)

Minha amiga Tahiany veio me contar sua viagem a Londres, feita mês passado. Ela é uma bela morena, com 27 anos, solteira e sabe viver. Não tem compromisso com ninguém, viaja quando quer e pra onde quer, porque tem muita grana (os pais, claro...) e o mais importante, trepa com quem quiser!
Já me quis, várias vezes, para felicidade minha... 

Tá me fazendo lembrar de uns lances assim em Londres...
Então, ela voltou da viagem, veio me mostrar as fotos, mas primeiro matamos a saudade de uma boa trepada.

Depois ela foi me mostrando. E eu percebi que ela tirava algumas selfies, mas a maioria das fotos foi tirada por outra pessoa. Como ela não foi de excursão... logo me assaltou uma dúvida e perguntei.

- Ei, quem é que tirou essas fotos? Você viajou com alguém?
- Viajei sozinha, mas quem tirou as fotos foi um guia que me recomendaram e que me mostrou tudo de Londres. Nossa... o trabalho dele é fantástico! Meio caro, mas vale a pena! E para de me olhar assim, que coisa... lógico que ele me mostrou o apartamento dele...
- Não vi nenhuma foto de lá...
- Kakaka... você acha que sou doida de fotografar apartamento de um sujeito que é mais velho e que mora sozinho? Meus pais logo iriam desconfiar, como você está desconfiando agora...

Dito isso, pegou em meu pau, deu uma chupadinha.

- Fica bravo não... poxa, 20 dias andando com o cara... simpático, boa praça... sedutor... eu tinha que experimentar um pau inglês, não?
- Tá certo... conta tudo, não me esconda nada...

Ela continuava com a mão em meu pau enquanto me mostrava as fotos e ia falando, contando tudo.

- Assim que cheguei lá, entrei em contato com ele. A agência aqui já tinha avisado da minha chegada, dos prazos, do que eu queria conhecer, enfim... ele já tinha tudo que precisava saber para fazer um roteiro e assim que se encontrou comigo, no saguão do hotel, me pôs a par do que havia pensado. Eu aceitei tudo que ele falou, ora essa, não conhecia nada...
Então começamos a sair. Eu tinha reservado um carro, daqui mesmo, e a agência lá levou o carro ao hotel. Eu não consegui dirigir naquela coisa estranha de volante do lado errado... deixei por conta dele. Ainda bem que ele sabia dirigir! 


Locais cheios de turistas... mas eu queria ver outras coisas! (foto Kaplan)
Londres é bonita mesmo (foto: Kaplan)



















- Começamos pelo óbvio: o palácio real, o Parlamento, o Big Ben. Visitamos o Albert Hall, uma casa de espetáculos musicais e teatrais fantástica, linda de morrer. E ele ia me explicando tudo direitinho. E tinha horas que ele me pegava pelo braço para me levar a algum lugar ou me desviar de alguma coisa... menino, comecei a gostar da mão dele, viu?

Bem, encerramos aquele dia em um pub, eu queria conhecer e tomar uma cerveja, ele me acompanhou e depois me levou ao hotel. Marcamos para as 9 horas do dia seguinte.

Fui de minissaia e como estava de óculos escuros, deu pra ver que ele olhou com muita curiosidade as pernas da brasileira... coincidência ou não, naquele dia ele ficou bem mais próximo de mim quando me explicava quem eram as pessoas cujas estátuas a gente via na rua... e ele só chegando perto, encostando o corpo dele no meu... eu comecei a achar interessante aquele senhor. E ele contou piadas, casos engraçados, estava tudo ótimo.

Sei que assim se passou o dia, e mais outro, e mais outro... e aí eu resolvi que queria transar com ele.  O importante agora era como conseguir. Já tínhamos falado de coisas mais íntimas, eu já sabia que ele era solteiro, morava sozinho... essas coisas a gente conversava nos horários de almoço, tomando cerveja, o clima ficava mais ameno... e ele ia soltando o verbo, contando a vida dele quase toda, e eu contava algumas coisas minhas também.

Ele quis saber porque eu viajava sozinha, expliquei meu modo de ser pra ele, quis saber se todas as brasileiras eram como eu, eu falei que não...

- Já foi dando as dicas pra ele...
- Pra bom entendedor um pingo é letra...
- Sim, eu sei... e quando é que ele pingou em você?
- Kaplan, você é um sem vergonha, sabia? 
- Eu sei, mas não sou o único...
- Tá bom, deixa eu te contar. 

Exposição de roupas teatrais (foto: Kaplan)
Foi o seguinte. Num dos teatros que nós fomos conhecer, havia exposição de várias roupas usadas pelas grandes atrizes. Aí me bateu uma bela ideia, e perguntei a ele se havia alguma loja que vendia roupas assim. Ele disse que havia, me levou numa e eu comprei a roupa mais safadinha que tinha lá.

E quando saímos da loja, eu, com toda a minha ingenuidade, perguntei se ele morava ali perto, ele falou que sim, então perguntei se a gente poderia ir lá para eu experimentar a roupa.

Ele disse que sim, então fomos. Ele ficou na sala e falou que eu poderia usar o quarto dele para vestir a roupa. Era uma roupa bem brega, eu sabia que ia jogar fora depois, horrível! Mas atendia ao meu propósito, porque era um vestido curtinho... pois eu entrei no quarto, tirei minha roupa, vesti a tal que tinha comprado, e tirei a calcinha. Mas você já ficou de pau duro só de eu falar isso? Tenha dó...

- Já estou imaginando o final... conta!

- Aí saí do quarto, fui pra sala e fiz um desfile para ele. E numa hora que eu estava de costas pra ele, deixei cair um anel e me curvei para pegá-lo... já sabe o que ele viu, não sabe?
- Essa bunda maravilhosa que eu tenho vontade de morder...
- Exato, meu amigo de pau duro... aí, quando eu virei, e sorri para ele, ele entendeu... chegou perto de mim e falou que o que ele vira era a melhor visão de todos os tempos naquela cidade.

Lasquei um beijo nele e ele já mandou a mão na minha bunda. E enfiou os dedos no meu rego e chegou na minha xota... ah... fiquei doidinha! 

Os paus ingleses são muito bons!
Aí sentei numa cadeira, abri as pernas e mostrei minha xota pra ele. Que não perdoou... ajoelhou na minha frente e me deu aquela chupada... cara, já tinha uma semana que eu não transava com ninguém... aquela língua foi um bálsamo pra mim... que prazer que eu tive...

Aí ele me levou pro sofá e já foi abrindo a braguilha. Pude por a mão no pau inglês pela primeira vez na vida...punhetei bastante, chupei, e ele me dedando o tempo todo...

Não estava aguentando mais, tirei aquela roupa ridícula, tirei a roupa dele e sentei no bicharoco. Hu... entrou bonito. E tome puladas e mais puladas... até eu gozar.

Aí chupei de novo e além do pau, também experimentei o leitinho inglês.
Bem, depois disso, ele continuou a me levar aos lugares, aos museus, aos parques... mas a gente ainda voltou mais três vezes ao apartamento dele. E aí não precisou de roupa estranha nenhuma!
Gostei muito de Londres, sabia?

- Sim... de Londres, claro...


sexta-feira, 2 de março de 2018

Foi ajudar na malhação... saiu malhada!

1.617.321 - que número é esse? Ah... são os acessos até hoje!!! que beleza!


 (escrito por Kaplan)

Já narrei muitas histórias envolvendo instrutores masculinos de ginástica, de malhação, enfim. E hoje vou contar uma de uma personal.

Ana Carolina era o nome dela. Corpo muito bem malhado, como é próprio de uma personal. E ela atendia em casa, pois cansou de ser explorada pelos donos de academia. Fez uma boa clientela, aí saiu e avisou a todos e todas que iria atender privativamente.
E vários e várias continuaram com ela, o que lhe garantiu bons rendimentos, muito superiores ao que ela ganhava enquanto era uma empregada.

Mas um, principalmente, ela adorou quando ele comunicou que iria continuar com ela. Era o Guilherme, por quem ela nutria uma simpatia especial. Trocando em miúdos, ela tinha tesão nele.
E desde que começaram as atividades dos dois, ela tentou seduzi-lo. 

Nem assim ele reage??? que coisa!

Usava shortinhos bem reveladores, tops pequenos, se exibia mesmo pra ele. E ficava triste de ver que ele não reagia como ela desejava.

Até que um dia...
Eles estavam malhando no quintal gramado da casa em que ele morava. E quando ela chegou lá e estranhou que não viu ninguém, só ele, recebeu a explicação de que todos tinham saído mesmo, só ele estava lá.
Ela achou ótimo, e em sua cabeça já veio a ideia para demonstrar o que ela queria.

Quando estavam no gramado, ela mandou ele ficar de bruços e depois erguer o corpo, sem tirar os pés e as mãos do chão.
Claro que, como nunca fizera aquilo antes, ele teve uma certa dificuldade, então ela se dispôs a ajudá-lo. Ficou de pé, na altura das coxas dele, e quando ele começou a erguer a bunda, ela segurou para ajudá-lo a levantar o máximo que ele pudesse.

Só que aí... para segurá-lo, ela acabou colocando as mãos no pau dele. Que deu uma risada e ela também riu. Mas não tirou as mãos de lá, pelo contrário, continuou segurando o pau dele e ele ficou ouvindo a respiração ofegante dela, então entendeu o que estava acontecendo.
Mas não fez nada. 

Até que enfim ele sentiu que eu quero...

Virou-se, deitou de costas. O exercício era para ele levantar as pernas e trazê-las até formar um ângulo de 90 graus. E para ele não mexer com as costas, ela ficou em pé, com a cabeça dele entre as pernas, para ele segurar nas pernas dela e ficar imóvel com o corpo.
Pode-se imaginar a visão divina que ele teve...ali estava a xotinha dela, protegida pelo shortinho, mas o olho dele conseguia atravessar a malha e imaginar o que havia ali debaixo.
O pau dele já estava duro e ela percebia claramente isso.
Sentaram e ficaram conversando e aí a situação se resolveu.

Ele manteve a seriedade da malhação. Fez ela deitar, levantou a perna direita dela bem alta, ajoelhou na frente dela, levantou a bermuda e tirou o pau pra fora, e sem maiores delongas, afastou o shortinho dela pro lado e foi enfiando.
Bombou bastante, para alegria dela, que até levantou a camiseta e mostrou os seios a ele.

- Vamos lá pra dentro, Ana... aqui podemos ser vistos.

Levantaram, entraram na casa e na sala é que transaram direito. 

Nada melhor que uma trepada depois de uma malhação...

Ele a desnudou, ela o desnudou. Ela teve os seios beijados e mamados por ele, chupou-lhe o pau e depois treparam, sem se preocupar se eram exercícios bons ou ruins.
De quatro eles começaram e depois foi de ladinho. E nisso se passou todo o horário combinado, mas ela não se incomodou, nem pensou em cobrar hora extra.
Pelo contrário, aquele dia foi de graça.
Nos outros, nem sempre foi possível, devido à presença de pessoas na casa. Mas aí tiveram de dar um jeito e os moteis da cidade conheceram um novo casal de trepadores.


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Ela provou a ele que tamanho não é documento

Vamos aos números? 1.607.078 acessos e 2.850 contos publicados. Uau!!!

(escrito por Kaplan)

Não é o que vocês, leitores de mente poluída, pensaram ao ler o título.
Vamos falar de Adriana, moreninha de 1,54cm. Baixinha, mas safadinha!
E ela encantou-se com um jogador de vôlei de exatos 2,02cm, o Roberto. 

Ele ria do tamanho dela...

Assistia aos treinos, ia a todos os jogos, pegava autógrafo... todo mundo começou a desconfiar que ela estava apaixonada pelo Roberto.
E os colegas dele, tão altos quanto, riam, gozavam da cara dele, dizendo que ele não poderia dar bola pra Adriana. Se fosse  pra cama com ela iria virá-la do avesso.

Ele ria, mas não pensava em transar com ela. Achava que seria complicado, exatamente pela diferença de altura.
Mas Adriana era teimosa, insistia, convidava para sair... até que ele resolveu dar uma colher de chá para ela. Pensou: acho que não vai dar certo, e aí ela desiste.
Então, depois de um jogo, ele aceitou o convite dela para tomarem um café, no apartamento dela, claro.

- Meu café é excelente, você vai gostar!

E lá foram o alto e a baixinha. Era até engraçado ver os dois juntos.
Entraram no apartamento, ela fez o café e ele tomou. Realmente, era um bom café.
E então ele puxou a conversa para o lado que motivara aquele encontro.
E Adriana não se deu por vencida.

- Te provo que não tem problema algum você ser muito mais alto do que eu.
- Está bem, Adriana, eu vou aceitar, porque gosto de você, gosto muito. Mas te confesso que talvez eu não consiga te contentar...
- Vamos ver... gostosão! 

E minha bunda dá de 10 a zero nas altas...

Sou baixinha, mas tenho peitos...
Pulou no colo dele que levantou-se carregando-a e a safadinha já foi levantando a blusa e mostrando os peitinhos a ele. Ele os achou lindos, pequenos,mas lindos e deu umas boas mamadas nela.

Aí sentou, ela de pé na frente dele e ele começou a tirar a calça dela, e a calcinha foi junto. Ele achou-a linda de corpo, tudo pequeno, mas tudo proporcional.
A bundinha, então, que coisa mais deliciosa. Pegou nela, apertou, beijou e ela já foi ficando devidamente excitada pelas grandes mãos a pegando.
Quis ver o pau dele. Amigas diziam que homens muito grandes costumam ter paus pequenos. Valia uma conferida... e ela viu que as amigas estavam erradas. O pau dele era grande, bonitaço. 

E seu pau... tão grande quanto você!
Fez um boquete de acordo com as possibilidades, ou seja, não conseguiu colocar tudo dentro da boca. Compensou com grandes e demoradas lambidas no tronco, no saco.
E deitou-se no sofá, abrindo as pernas e o convidando a penetrá-la.

Ele umedeceu a cabeça do pau com saliva e foi enfiando, sem forçar a penetração. Lentamente ele enfiava e via que ela retesava o corpo. Mas vaginas são elásticas e logo ela se acostumou com o pirocão do Roberto e ele conseguiu enfiar tudo.

Deu umas bombadas e depois virou-a, para meter por trás. O famoso cachorrinho.  E ela também o cavalgou, dando boas puladas até atingir o orgasmo que tinha certeza que sentiria.

Ele saiu do apartamento dela impressionado...


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Vizinho, me ajude a escolher a roupa!

Ele ajudou, quem não ajudaria?

(escrito por Kaplan)

Mais uma bela historia de vizinhos, mas não envolve a Meg...risos...
Marileia andava entusiasmada com o César, seu vizinho no prédio onde morava. Tinha visto ele de sunga na piscina do prédio e achou-o “aquele gato”, maravilhoso. 

O que será que esta sunga esconde? (foto: acervo Kaplan)
Era o número de consumo dela, sem dúvida.
Mas como seduzi-lo?

Ficou alguns meses tentando, usando biquínis tentadores na piscina, e nada.
Ela sabia que ele não era casado, nem tinha namorada. As únicas pessoas que o visitavam eram os pais dele, que moravam num condomínio fora da cidade. Eram mais velhos, aposentados, e não queriam mais saber das confusões da cidade grande. Por isso, como o César trabalhava e preferia ficar na cidade, compraram o apartamento para ele. Nos fins de semana ele, geralmente, ia para a casa dos pais.

Marileia se insinuava bastante pra ele e numa sexta-feira quase teve um treco de tanta alegria. Ele a convidou a passar o fim de semana na casa dos pais.

- Mas é claro que aceito... irei com muito prazer. Tenho certeza de que vou adorar conhecer seus pais!

Combinaram de sair no sábado, bem cedo. Ela mal dormiu, mas estava arquitetando um plano diabólico para seduzir de uma vez por todas o César.
Assim, quando ele telefonou, às 7 horas, para saber se ela já estava pronta, ela colocou o plano em prática.

- César, estou na maior confusão... não sei que roupas devo levar... como são seus pais, muito conservadores? Posso levar biquíni mais ousado? E short? E camiseta? Ou devo levar calça comprida e blusa fechada?
- Marileia... que é isso? Pode vestir qualquer coisa que quiser... eles não vão criticar nada!
- Me ajuda, César? Vem cá e me ajuda?
- Ok, estou indo.                                              

Estou na maior dúvida sobre o que vestir...
E quando ela abriu a porta pra ele, ele quase caiu de costas. Ela estava com uma cara de apavorada, mas estava... nua... completamente nua!
Ela não deixou que ele pensasse alguma coisa. Pegou-o pela mão e levou-o ao quarto, onde várias peças de roupas estavam espalhadas.

- O que eu levo, César? Estou confusa... me ajude!

Ele estava de olhos arregalados, vendo aquele monumento de mulher na sua frente e começou a ficar desconfiado que tinha caído numa armadilha... das boas!

- Eu acho que qualquer uma dessas está legal, Marileia.

Ela pegou numa blusa e mostrou a ele, colocando-a sobre o corpo.

- Ficou legal? Seus pais não irão achar indecente ou ousada?
- Não, está ótima.
- E esse short, olha como ele fica. 

Short legal? (foto: acervo Kaplan)
E vestiu o short, e ao vestir virou o corpo e ele viu o short subindo pelo bumbum da moça... que bumbum!

- Não ficou muito curto?
- Nada, está ótimo.

Ela começou a olhar para a bermuda dele e notou que havia um volume... eba! Era o que ela queria. Tinha de tesar ele mais.

- A outra hipótese seria eu ir de vestido. Veja:

Tirou o que estava vestindo e, novamente nua na frente dele, pegou o vestido e o colocou. Era um minivestido, mas bem comportado.

- Muito curto? Eles não irão achar ruim?
- Não, não é muito curto...

E aí ele resolveu encurtar a história.

- Marileia, fale francamente, você me trouxe aqui para te ajudar a escolher roupas  ou pra me seduzir?

Ela tirou o vestido e, de novo nua, olhou bem nos olhos dele e perguntou:

- O que você acha?
- Acho que você montou uma linda peça de teatro... e se queria me seduzir, conseguiu!

Ela deu um sorriso... 

Sua bermuda me diz que tive sucesso...
- É, eu percebi por este volume aí na sua bermuda...
- Você me quer?
- Agora!

Ele rapidamente tirou a roupa e os dois se deitaram na cama e treparam. Foi uma rapidinha, mas foi legal. Depois foram para a casa dos pais dele, passaram um dia muito agradável e ela gostou de ver que eles não se incomodaram de ela e o César ficarem no mesmo quarto.

Custaram a acordar no domingo, porque treparam a noite toda.

Ao regressarem, ele a convidou a dormir no apartamento dele. E depois passaram a se visitar periodicamente, até que resolveram assumir um compromisso mais sério e passaram a viver juntos.

Situação que se mantém até hoje.



quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O careca bom de bola na praia



Ele e o amigo fizeram muitos gols...

(escrito por Kaplan) – 

Outro episódio interessante aconteceu quando Meg e uma das irmãs dela, Teresa, tão gostosa quanto ela e com seios mais fartos, foram passar uns dias na praia. A irmã era solteira e eu não podia ir por conta de trabalho. Não era época de temporada, se a memória não me falha isso aconteceu num mês de junho.

Elas se hospedaram numa pousada em que a gente sempre ficava.
E dois dias depois que elas chegaram, dois amigos se hospedaram lá também.
Ambos se viram no café da manhã e logo se enturmaram. Um deles, Marcelo, tinha a cabeça raspada e foi ele que interessou mais à Meg. 

Dificil saber quem é mais gostosa...
Desceram para a praia juntos naquela manhã e os dois babaram quando as duas tiraram as saídas de praia e ficaram só de biquíni, cada um menor do que o outro.

Tinham levado uma bola, esperando formar dois times para jogarem, mas não havia quase ninguém na praia, então eles ficaram chutando a bola um para o outro. E as duas, de óculos escuros, percebiam que eles não tiravam os olhos delas.

- Meg, eles estão errando os chutes de propósito, só para a bola chegar perto de nós.
- O careca é meu, viu?

Teresa riu e comentou que ficaria com o cabeludo, então.
Dali a pouco a bola chegou perto de Meg. E lá veio o careca pegá-la. Teresa levantou e foi em direção ao mar e o outro a seguiu.
O careca chegou bem perto da Meg e começou a jogar aquele papo furado de "tá vazia a praia, né?"

- Eu gosto... você não gosta?
- Para ser franco, prefiro quando tem mais gente, dá para jogar uma bolinha legal.
- Se incomoda de passar protetor nas minhas costas? Minha irmã está lá na água e se bem a conheço, adora nadar, vai demorar a chegar aqui.
- Não é incômodo algum. 

Passa direitinho, viu, carequinha?
Ele pegou o protetor e começou a passar. Começou pelos ombros e foi descendo até chegar perto da calcinha do biquíni. Aí ela desamarrou o sutiã e pediu que ele passasse mais lá, para não dar diferença de cor. Ele passou e aí começou a passar nas pernas. E foi até os pés. Achou que teria feito tudo, mas ela já estava interessada e o surpreendeu:

- Mas não vai passar no meu bumbum?
- Você quer que eu faça isso?
- Sim, por favor...

Ele passou e ela sentiu o tremor da mão dele. Agora era dar o bote final.
Virou e o sutiã, claro, escorregou e os seios dela ficaram expostos.

- Ó... esqueci de amarrar...

Mas não amarrou, ficou sem ele, e vendo o Marcelo vidrado no que via.

- Meg... eu não sou de ferro...
- Mas aposto que tem um...
- O que você pretende?
- Fazer o que minha irmã e seu amigo estão fazendo... 

Ah, carequinha... sua cabeça de baixo é muito boa!!!
Surpreso, ele olhou para a água e viu os dois atracados, aos beijos. Olhou pra Meg, que sorria.

- Tá vendo aqueles coqueiros ali? A praia está deserta e eles podem esconder bem a gente. Vamos lá!

E, de topless, correu para o local. Ele foi atrás e se pegaram pra valer. Ele tirou a calcinha dela, beijou-lhe a bunda, a xotinha. Ela tirou o calção dele, pegou o pau e fez um boquete. Depois sentou no pau dele e o cavalgou. 

Ouviram vozes de crianças, então rapidamente se vestiram e voltaram para onde estavam as toalhas que elas tinham levado. Viram que a irmã e o amigo também estavam voltando.

Depois desse  primeiro envolvimento, as únicas bolas que interessaram aos dois amigos foram os seios das duas irmãs. Teresa foi "morar" no quarto onde os dois estavam, e Marcelo ficou o tempo todo no quarto com a Meg.

Só se encontravam no café da manhã e depois na praia. O resto do tempo era trepação sem parar.