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sexta-feira, 9 de abril de 2021

Sobrinha chupando e dando

Ela sempre gostou

(escrito por Kaplan) 

 

Cecilia veio me contar que anda dando sem parar. Incrível como ela consegue parceiros da noite pro dia e depois larga de lado e acha outro... incrível! E ainda tem tempo de vir me contar e aí a gente trepa também, porque como não reagir aos casos que ela conta? Ficando de pau duro e à disposição dela e ela sempre está disposta!

Olha o caso que ela veio me contar ontem: 


Um encontro casual que rendeu bons frutos...

- Estava eu, calmamente, sentada num café, tomando um café, é claro. E aí eu vejo um cara me encarando e ele não me parecia desconhecido não. Custei a lembrar que era um colega do colégio, mas isso já tinha mais de 10 anos! Mas ele também me reconheceu, sentou-se comigo e batemos um longo papo. Ele se chama Hamilton. Está um pouco diferente, porque era cabeludo e agora está com cabelo cortado, normal. Fiquei sabendo que ele trabalha numa empresa de exportação.

E aí... papos para relembrar nosso tempo de colégio. Mas eu notei que ele não tirava os olhos dos meus peitos, dava para ver eles direitinho, porque estava com uma blusa justa e sem sutiã. E ele já foi falando que o que ele e os colegas mais apreciavam na época em que estudamos, era justamente os meios seios. Perguntei como era isso, nunca tinha reparado. Aí ele me falou que eles até apostavam os dias em que eu ia sem sutiã e quem veria mais lances!

- E isso só acontecia com você – me disse ele, e acho que era mentira, mas... – era quem tinha os seios mais bonitos. E ainda estão lindos, pelo que posso ver.

- Ah, tio, aquelas palavras me fizeram tremer nas bases, que tesão que me deu.

- E quantas vezes você viu lances deles? – perguntei. 


A turma masculina adorava quando ela ia sem sutiã...


Ele riu. Não se lembrava, só se lembrava que foram muitas vezes, porque eu ia de camiseta muitas vezes, outras vezes eu ia de blusa tomara que caia e quando eu ia apanhar alguma coisa no chão, eles viam tudo.

Brinquei com ele – quantas punhetas você bateu em minha homenagem? Ele tornou a rir e falou que foram muitas sim. Teve um dia em que ele e mais três bateram juntos para ver quem me “comia” primeiro. E ele ficou em segundo lugar. O que eles não sabiam, nem eu contei pra ele, que eu ia com aquelas roupas que davam lances era só na aula de Química, para ganhar uns pontos extras, por bom comportamento, entendeu? Eu trepava com ele... ele me dava pontos e eu agradecia dando aqueles lances... agora fiquei sabendo que os colegas também viam... kakakaka...

A conversa prosseguiu em termos bem humorados, mas eu já estava a fim de trepar com ele, então perguntei se ele queria ver direito, só “pra comparar” com o que ele tinha visto antes. Nem preciso dizer que ele aceitou na hora.

Então dei um beijo nele e ele me levou pro apartamento dele.

Aí tive de mostrar,né? Tirei a blusa e ele pôde apreciar,e como apreciou! Mamou em mim até cansar, meus bicos já estavam duros de tanto tesão, e ele mamando, mamando... 


Se tem uma coisa que ela gostava... era fazer boquete!

Aí falei com ele que estava gostando de ser mamada, mas eu também gostava de mamar, então tirei a calça dele e fiz um boquete, pensando que aquele pau já tinha gozado antes pensando em mim... que delícia!

Aí trepamos. Em pé. Não deu tempo nem de ir pro sofá ou pra cama, ele me traçou direitinho em pé. Que comida gostosa, viu? Normalmente eu prefiro ficar de quatro, você sabe disso, mas confesso que foi excelente aquela trepada em pé.

Sabe o que mais?  Ele me disse que ainda mantém contato com aqueles três que disputaram quem me comeria primeiro na punheta. E perguntou se eu quero encontrar com os quatro. Lógico que falei que quero, então, em breve virei te contar da orgia que iremos fazer!

E aí, vai querer? Já to vendo um pau duro na minha frente... 


Ela viu que eu me excitei com o que ela contou...


- Você quer?

- Eu quero...

- Vai ficar de quatro?

- Eu vou...

- Vou meter bastante?

- Espero que sim...

O gozo foi muito bom também.

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Arrumar o novo apartamento junto com a empregada... hummm


E bota hummmm..... nisso!

 (escrito por Kaplan)  

Mudar para um novo apartamento é complicado para algumas pessoas e muito agradável para outras. De fato, quando se vai mudar, é um tal de descobrir que a antiga casa tinha tanta coisa supérflua e que precisa ser jogada no lixo... dá trabalho, mas garante que a casa nova vai receber uma mudança mais enxuta.
Foi o caso do Valmir, que depois de jogar uma tralha imensa fora, levou as poucas coisas que sobraram e mais os móveis que a transportadora se encarregou de levar e colocar nos ambientes próprios.

Agora vinha a hora de tirar tudo que fora colocado em caixas e guardar. Por sorte, ele estava de férias no trabalho e ainda mais, tinham a Rosana, uma empregada que já trabalhava para eles há mais de dois anos.
A esposa ainda trabalhando, e o Valmir e a Rosana por conta de arrumar...  e como arrumaram!
Assim que a esposa saiu, a Rosana foi preparar um café, para animar a ela e o Valmir.


Café pronto, ela começa a tomar e eis que o Valmir chega e adora vê-la usando uma camisa dele. Aberta, e nada por baixo. Juntou os panos dela na hora!
E aí ficamos descobrindo que ela não era apenas a empregada... era também a amante dele!
E antes de abrir qualquer caixa, eles se pegaram na cozinha mesmo. Longos beijos e as mãos dele percorrendo todas as partes do corpo dela, detendo-se com mais cuidado nos seios, na bunda e na xotinha. E ela já sentia algo duro por ali, tratou de arrancar a calça dele para ver, pegar e fazer coisas legais com o pau dele.

Mas ele gostava de tesá-la primeiro, assim, ajoelhou, lambeu a xotinha, virou-a de costas, beijou e lambeu a bunda, colocou uma das pernas dela sobre a bancada e ficou embaixo dela, chupando a xotinha e deixando-a toda molhada. 


Depois levantou e enfiou a pica. Ela gemeu. Que delícia que era aquilo!
 Depois de dar boas bombadas, ela ficou de frente e foi fazer o que gostava: boquete nele!
Parou e perguntou:

- Patrão, até que dia você fica de férias?
- Tenho uns vinte dias ainda.
- Mal posso acreditar que vamos transar por vinte dias seguidos...
- Pois vamos... e continua chupando, estava ótimo. Como sempre, aliás!
- Adoro sua pica. Tenho vontade de cortá-la e levá-la comigo para chupar todo dia!
- Faz isso não...

Rindo, ela voltou ao boquete.
E depois ele a colocou sentada na bancada da pia e meteu de frente. Mais bombadas e depois mais chupadas na xotinha. Ela gemia, toda mole... 


- Promete que hoje vamos trepar em todos os lugares desse apartamento novo?
- Prometo, mas se não der para todos hoje, amanhã a gente continua...
- Isso é o que eu gosto de ouvir...

Ele enfiou de novo a pica e ficou metendo até que ambos gozassem.

- Muito bom... muito bom!
- Pra mim também, mas agora vamos virar pessoas sérias de novo. Prepare o almoço e eu vou abrir um punhado de caixas, para fazer de conta que você e eu trabalhamos muito! Depois do almoço a gente volta a fazer essas coisas maravilhosas...

Feliz da vida, ela foi preparar o almoço. A patroa viria almoçar e não podia atrasar em nada. E ele começou a abrir as caixas e tirar rapidamente tudo de dentro, deixando em cima da mesa da sala. Afinal, a esposa tinha de decidir onde cada coisa ia ficar...


quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Na academia ela chupou, na casa ela deu.


E deu tudo!!!

(escrito por Kaplan) 

Essas academias estão virando caso de polícia! Ou são as mulheres que estão ficando ousadas demais? Difícil saber e a coisa fica mais complicada ainda quando observamos as mudanças de comportamento. Olhem o que chegou ao meu conhecimento:

Aurélio e a esposa tinham uma academia. Tudo bem, negócios de vento em popa. E uma morena, chamada Salomé, matriculou-se lá, passou a frequentar e ficou bem interessada no Aurélio, mas sabia que ele era casado e que a esposa ajudava-o na direção. Então ela procurou se aproximar da esposa e acabou descobrindo que o casal tinha um relacionamento bem aberto. Ela descobriu isso quando viu a esposa dando um sarro num frequentador. Bem discreto, mas era um sarro. 

Ela viu o sarro que a dona fez num aluno...

Então perguntou e ela confirmou o lance.

- E seu marido, também?
- Claro, por que pergunta?
- Já que a coisa está nesse pé, eu tenho uma quedinha por ele.
- Vai em frente... ela gosta de morenas!
- Nossa... mas assim...
- Vem cá.

Ela levou-a até onde o marido estava e entregou.

- Aurélio, a Salomé anda querendo ter aqueles particulares com você. Acerta ai com ela.

Salomé ficou meio envergonhada, mas ao conversar com o Aurélio as coisas se dissiparam e ele já aproveitou para levá-la a uma salinha que vivia trancada.

- Olha, aqui não dá pra transar, porque as pessoas ouviriam, mas um sarrinho a gente pode dar. Quer?

Ela queria! 

Só pra começar, aquela chupada gostosa...

E ele, então, muito orgulhoso do pau que tinha, abaixou a calça e ela tratou de aproveitar, fez um belo boquete nele. E ele mamou nela, bem gostoso!
Combinaram de ir na casa dele. Ele marcou um dia que já estava agendada a saída da esposa com outro cara.
Ele estava terminando de escrever algo no laptop, ela ficou ao lado dele esperando. 

Quando ele terminou, a beijou, tiraram as calças e ele já foi beijando e lambendo a bundinha dela. E tratou de enfiar o pau, com ela curvada sobre a mesa.
Ela achou estranho ele ir metendo assim logo de cara, mas tinha um bom pau e poderia levá-la a momentos de prazer. Então deixou rolar.

Ele meteu bastante, depois sentou-se na cadeira e a trouxe para cavalgá-lo. Ela continuou achando que poderia ganhar uns beijinhos, umas mamadinhas... mas o Aurélio não dava sinais de que iria fazer isso, nem com os peitinhos dela batendo no rosto dele. 

Um jeito meio estranho de trepar...

Virou-a e ela  continuou pulando, agora de costas, e sentindo que o dedo dele começava a se insinuar no rabinho. Tudo bem, ela transava anal também, mas continuava achando que estava faltando alguma coisa...
Sem mais nem menos ele a tirou de cima.

- Vou fazer um café, você gosta?
- Gosto...

Mas foi à cozinha com ele sem entender muito bem... que estranho, no meio da trepada o cara vai fazer café?
Pois enquanto a água esquentava, olha ele enfiando o pau no rabinho dela! Inclinou-a sobre a bancada da pia e enfiou, sem maiores cerimônias. Doeu um bocado a entrada abrupta.
Ela resolveu ir embora.

No dia seguinte, foi conversar com a esposa dele, na academia. E ela já foi falando, antes mesmo de ouvir o que a Salomé iria dizer.

- Desculpe, eu devia ter te avisado como ele é.
- Muito estranho, muito mesmo. Nunca tive uma transa tão esquisita. Pensei muito e acho que entendi porque você sai com outros. Seu marido só tem pau grande, ele não sabe trepar direito.
- É isso, querida... é exatamente isso. Aguento aquilo quase toda noite e preciso sair com outros de vez em quando para ter prazer.


terça-feira, 24 de setembro de 2019

O pai dela saiu e a deixou sozinha com os dois pintores


Mas este pai é doido...

(escrito por Kaplan)

Eu realmente não compreendi a razão de esse pai ter feito o que fez. Morava apenas com a filha, Teodora, 23 anos, morena, longos cabelos e pernas, belos seios e maravilhoso bumbum.

Pois bem. Resolveram dar uma arrumada na casa. Precisava de pintura nova, entre outras coisas. Resolveram começar pela pintura e como a casa tinha um bom tamanho, contrataram logo dois pintores, Aurélio e Baltasar.

Desde o dia em que eles estiveram lá para avaliar o que teria de ser feito e dar um orçamento, que a Teodora sentiu uns comichões. Eram dois caras já dos seus 30-40 anos, boa aparência e que não tiraram os olhos dela, que estava com um shortinho que realçava suas longas pernas.

E ela também andou olhando bastante para eles, sorrindo muito, sem que o pai visse.
Acho até que eles deram um preço baixo exatamente porque sentiram que alguma coisa podia rolar.
No dia seguinte, o pai esperou que os dois chegassem, deu as últimas instruções e saiu para trabalhar.

- Não posso ficar, mas minha filha está aí, deve estar se levantando. O que precisarem vocês falam com ela e ela providencia.
- Pode deixar, doutor.

E ele saiu... 

Mulher interessada... ninguém segura!
E mal ouviu-se o barulho do carro sendo ligado, a Teodora apareceu. Os dois olharam um para o outro e sacaram que ela já tinha acordado há muito tempo e estava apenas esperando o pai ir embora. Blusinha vermelha e minissaia jeans.

- Bom dia, rapazes. Já tomaram café?
- Tomamos em casa.
- Tudo bem, eu vou tomar o meu.

Foi caminhando em direção à cozinha. Rebolava direitinho, a Teodora. E os dois ficaram de olho. Vendo ela se abaixar na cozinha... viram a calcinha dela.

- Baltazar, ela está a fim, mas vamos deixar que ela tome a iniciativa, tá? Segura!
- Pode deixar, sou doido não.

E começaram a raspar as paredes da sala, para preparar o emassamento e depois a pintura. 

Vocês precisam tomar este café, é ótimo!
Ela veio até onde eles estavam, com a xícara de café na mão.

- Adoro café! E meu pai faz um ótimo! Vocês deviam experimentar. Na hora que estiverem a fim, me falem, tá?
- Pode deixar, moça. Nós gostamos de café também.

Teodora não era de ficar esperando muito. Resolveu continuar o papo para levar pra onde ela queria.

- E de que mais vocês gostam?
- Ah... de muita coisa... talvez a gente tenha gostos comuns. Quais são os seus?

Ela já tinha notado que os dois estavam excitados. O macacão deixava claro. Tudo estufado na frente.

- Também tenho muitos gostos.

Foi andando até onde os dois estavam.

- Isso que vocês estão escondendo, por exemplo, eu gosto muito!
- Nós não estamos escondendo nada!
- Estão sim, isso aqui!

E mandou a mão nos paus deles.
Eles arregalaram os olhos. A moça não era de brincadeira. 

Isso é que é ir direto ao ponto!
E gostaram muito do que ela fez em seguida: tirou a roupa toda. E nua, continuou pegando nos paus deles. Era demais. Os dois tiraram as roupas também, para delícia dela, que viu dois paus do jeito que ela gostava.

- Como eu adoro isso!

Caiu de boca no pau do Baltazar e deixou o resto de seu corpo para que o Aurélio aproveitasse. E ele aproveitou dando-lhe uma boa chupada.

Ela fez o Baltazar deitar no chão e sentou nele. O Aurélio, então, foi para a frente dela e ela fez boquete nele enquanto pulava no Baltazar.

- Vocês notaram que fiquei interessada em vocês, não notaram?
- Sim, deu pra notar.
- Então vamos brincar muito, enquanto vocês estiverem trabalhando aqui. Não tenham pressa em terminar!

Saiu de cima do Baltazar e ficou de quatro para ser comida pelo Aurélio. E boquete no Baltazar enquanto isso.
Ela tinha um gozo fácil. Não demorou a demonstrar que havia atingido. 

Se isso rolou no primeiro dia, imaginem nos outros!
Deu o rabinho para o Aurélio e o Baltazar aproveitou para enfiar na xotinha. Fizeram uma DP que ela achou fantástica. Gozaram dentro dela.

- Rapazes, nota 10! Agora, ao trabalho! Se meu pai chegar aqui e não ver nada feito, vai ficar muito bravo e dispensar vocês! Vamos repetir o que fizemos hoje todas as manhãs, tá bem? Quero ver se vocês aguentam se segurar, porque vou ficar pelada o dia inteiro!

Era muito sacrifício para os dois, mas eles aguentaram firme. Tinham de trabalhar. Vai que o pai dela não gostasse... mas na hora do almoço, tiveram uma sessão de boquetes e de chupadas. Ninguém é de ferro, afinal!


quarta-feira, 3 de julho de 2019

Mais swing em Paris


Melhor cidade do mundo para o amor

(escrito por Kaplan)

Felizmente conseguimos viajar muitas vezes ao exterior. E Paris sempre era um destino que não deixávamos de lado. Eita cidade bonita e gostosa! E confirmamos o que se dizia e ainda se diz, que Paris é a cidade do amor.
O que conhecemos de pessoas lá, o que transamos! Individualmente, Meg pegou muitos franceses e até estrangeiros que conhecíamos geralmente nos hotéis em que nos hospedávamos. Eu também tive a sorte de conhecer e transar com várias francesas.
O melhor de tudo era quando conhecíamos casais e aí a farra era em dupla. Menages e swings aconteceram várias vezes, com casais diferentes, inclusive. 

Este local ficou na história... (foto Kaplan)

Numa das vezes em que estivemos lá, por exemplo, ficamos conhecendo Antoine e Desirée. Ela, loura e branquinha, branquela mesmo, fazendo um vivo contraste com Meg, moreníssima. Ele um pouco menos branquelo que ela. Ambos mais jovens do que Meg e eu.
Ficamos conhecendo os dois quando passeávamos pelas margens do Sena e parávamos naquelas barracas onde se vendem livros, gravuras, postais. Uma centena delas. E a gente parava em quase todas. Numa delas, os donos eram justamente o casal.
E papo pra cá, papo pra lá... sentimos um clima bom. No dia seguinte, nem precisei perguntar se Meg queria voltar lá, ela já foi me puxando...

- Tô achando que um certo Antoine vai conhecer uma xota brasileira...
- Não banque o engraçadinho. Acha que não vi seus olhares para a Desirée? Tô achando que ela vai conhecer uma pica brasileira...

Rimos, enquanto nos dirigíamos à barraca deles. Tinhamos ficado interessados, sim. Será que eles também?
Quando chegamos e vimos a cara de alegria dos dois, tivemos certeza. Então os convidamos para tomar um café com a gente, assim que eles fechassem a barraca. Aceitaram com prazer e mais tarde passamos lá então.
Achei interessante que a Desirée me puxou e caminhamos com ela me segurando pela cintura, e me obrigando a fazer o mesmo. Olhando pra trás, vi que Meg e Antoine faziam a mesma coisa. 

Eram despachados... logo sentimos!

Nem preciso dizer que, do café fomos levados ao apartamento em que eles moravam. Pequeno, bem pequeno mesmo, mas confortável. Os vinhos que tomamos depois dos cafés ajudaram a desinibir a todos nós. Assim que chegamos, o Antoine abriu a porta, puxou a Meg e deu-lhe um beijo. Olhei para a Desirée, que sorria e beijei-a também.
E fomos diretos para o quarto, sentamos na cama. O Antoine estava aflito para ver a Meg nua, começou a tirar a roupa dela, ajudei-o e logo ela estava só de calcinha. Quando pensei em despir a Desirée, olhei e ela já estava só de calcinha também.

O Antoine não perdia tempo. Tirou a calcinha da Meg e começou a chupar. Eu e a Desirée assistíamos, rindo de como ele era afoito.
Tirei minha roupa e mostrei meu pau para ela que tirou a calcinha, ajoelhou na cama e começou um boquete em mim, e quando a Meg viu, fez a mesma coisa, ajoelhada ao lado da Desirée, começou o boquete no Antoine. 

Conheci a xota francesa e ela a píca francesa...

Só se ouvia o slurp slurp das bocas em nossos paus.
Coloquei a Desirée me cavalgando, porque sabia que o boquete que a Meg fazia era mais demorado. Mas o Antoine interrompeu, quis que a Meg o cavalgasse também, então ficamos os dois deitados na cama e as duas nos cavalgando sem parar.
Depois eu continuei deitado e a Desirée iniciou outro boquete. Meg deitou com a cabeça em minha coxa e o Antoine a comeu de ladinho.
E não é que a Desirée, depois disso, foi chupar o pau do marido? Olhei pra Meg que deu de ombros e ficou de quatro para eu a comer.
Aí ouvimos a francesinha branquela falar:
- Les deux, les deux...
Será que tínhamos entendido direito? Ela queria os dois? 

Duas DPs... elas quiseram!

Era sim... E como ela estava cavalgando o marido, cheguei junto e enfiei no cuzinho dela. Gente, o que ela gemeu e gritou, não estava no gibi!
Meg não ia ficar só na observação, quis também e lá fomos nós fazer uma DP nela.
Para fechar a noite gloriosa, as duas, ajoelhadas se beijando enquanto nós, de pé, nos punhetavamos e despejamos em cima delas os nossos gozos.
Fomos para o hotel. No dia seguinte não aparecemos lá, afinal tínhamos muita coisa para ver na cidade. Mas passamos lá no outro dia, eles reclamaram sobre nossa ausência. E aí a Desirée falou para a Meg ficar na barraca com o Antoine e me levou para o apartamento.
Ficamos lá trepando por quase duas horas. Ai regressamos e foi a vez de o Antoine carregar a Meg para o apartamento e eu fiquei na barraca com a Desirée. Eles voltaram depois de 3 horas e meia. Desirée já estava espantada com o tempo que eles ficaram lá. Ele explicou. Tinham trepado duas vezes e na segunda teve anal também. Por isso a demora!
Em outro ano em que estivemos em Paris, procuramos pelo casal, nas barracas. Não estavam lá, ninguém sabia deles. Que pena!