Mostrando postagens com marcador minissaia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador minissaia. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de agosto de 2020

A jovem Meg encarou a pica grossa do coroa


A primeira pica grossa ela nunca esqueceu!

(escrito por Meg, no diário)

No diário que a Meg deixou, além de casos que eu nunca soubera, também havia alguns que eu tinha ficado sabendo e foi muito bom recordar aqueles momentos. Como este, em  que ela procurava um apartamento. Íamos nos mudar da casinha em que moramos no inicio do nosso casamento e como eu estava lotado de trabalhos, felizmente, ela ficou encarregada de olhar. Combinamos que depois que ela gostasse, eu também iria para discutirmos os detalhes necessários à compra.
E foi assim que ela conheceu o Silvio. Alto, simpático, careca, fez uma entrevista com ela para saber exatamente o que precisávamos e levou- a vários edifícios. Ela foi anotando tudo para me mostrar depois. Aí começou a perceber algo no ar...

Olhar apartamentos é um porre. Foi a primeira vez que tive de fazer isso e, a princípio, detestei. Mas quando conheci este corretor, o Silvio, comecei a mudar de ideia, porque ele me levava a apartamentos realmente muito bons, ao contrário de outros corretores. E visitamos vários, então, trocávamos idéias, falávamos de muita coisa, acabou que eu fiquei meio entusiasmada com ele, e como eu sabia que o Kaplan não se incomodava de eu ficar com outros caras, acabei me interessando. 

E tive a sorte de, num dos dias em que saímos, ele me mostrar um apartamento que o dono queria vender com tudo dentro: mesas, cadeiras, camas, geladeira, fogão... tudo. Era o primeiro que eu via nessas condições. Imaginei que seria bem mais caro, mas o Silvio me disse que não, porque o proprietário estava mudando de cidade e precisava se desfazer logo deste apartamento para ajudar na compra de outro na cidade em que ele iria morar.

Rodamos o apartamento todo, estava ótimo, nem precisava pintar. Naquele dia, já com maus pensamentos sobre o Silvio, eu tinha ido com uma minissaia para ele poder apreciar melhor meus dotes pernais. E quando entramos no quarto e vi uma bela cama de casal, resolvi atacar. 

Ver apartamento mobiliado dá uma vontade...

- Silvio, me permite uma pergunta fora do lance de imóveis?
- Sim, pode fazer.
- É dos carecas que nós, mulheres, realmente gostamos mais?

Ainda bem que ele era esperto e sacou logo onde aquilo ia chegar.

- Não sei, só você poderia me dizer isso...
- E você quer que eu diga?
- Quero muito.

Então cheguei bem perto dele e nos beijamos. Uau... beijava bem meu carequinha. Aproveitamos a cama, sentei, ele ajoelhou atrás de mim e além dos beijos, mandou a mão dentro da minha calcinha e ficou me fazendo coisas deliciosas. Que me fizeram gemer gostoso. E adorei que ele, em seguida, tirou minha calcinha, me deitou, abriu minhas pernas e me deu uma chupada dos deuses. Nossa, como gostei da língua dele em minha xota. 

Nossa... o que é isso que o careca tem pra me oferecer?

Não aguentei muito tempo. Mandei ele tirar a calça e fiz um boquete também bem especial. Mas fiquei impressionada com a grossura do pau dele. Era o mais grosso que eu já tinha visto, se bem que eu não tinha visto tantos assim... mas o dele era algo impressionante. Tive de abrir a boca muito, para que ele entrasse e eu pudesse me deliciar e deliciar a ele também.
E aí, comigo deitada, ainda de blusa, ele começou a enfiar aquela tora dentro de mim. Pensei que não iria entrar... mas entrou, me completou totalmente e a dorzinha que senti no início logo sumiu, quando ele começou a meter. Era um sujeito de categoria! Sabia meter e meter bem. Achei maravilhoso o que ele fazia comigo. Quando ele saiu, chupei de novo e depois sentei nele. Cavalguei por bom tempo, era muito bom mesmo...

De quatro, depois... e eu gemia feito louca. Que beleza era aquilo que me acontecia...
E só ai ele tirou minha blusa e mamou em mim, me deixando tão excitada que quase gozei sem pau dentro... tornei a chupar e sentar nele, cavalguei mais um pouco.

Ela entendeu porque as mulheres preferem os carecas...


Ele quis meu cuzinho, mas fiquei com receio, porque eu tinha dado pouco. E a última vez já tinha mais de mês. Então falei com ele que na próxima eu daria. Assim, quando ele me avisou que teria mais um apartamento mobiliado pra me mostrar, eu dei o cuzinho pro Kaplan antes e aí consegui receber a tora dele. Doeu um pouco, mas ele sabia fazer as coisas.

Pena que ele não conseguiu um apartamento bom pra gente comprar. Mas visitamos ainda uma dúzia antes de encerrarmos as negociações. E trepamos mesmo sem estar mobiliado. Foi cada loucura!!! Agora eu podia falar que nós mulheres gostamos muito dos carecas. E aquela rola grossa povoou meus sonhos por muitos dias!


terça-feira, 24 de setembro de 2019

O pai dela saiu e a deixou sozinha com os dois pintores


Mas este pai é doido...

(escrito por Kaplan)

Eu realmente não compreendi a razão de esse pai ter feito o que fez. Morava apenas com a filha, Teodora, 23 anos, morena, longos cabelos e pernas, belos seios e maravilhoso bumbum.

Pois bem. Resolveram dar uma arrumada na casa. Precisava de pintura nova, entre outras coisas. Resolveram começar pela pintura e como a casa tinha um bom tamanho, contrataram logo dois pintores, Aurélio e Baltasar.

Desde o dia em que eles estiveram lá para avaliar o que teria de ser feito e dar um orçamento, que a Teodora sentiu uns comichões. Eram dois caras já dos seus 30-40 anos, boa aparência e que não tiraram os olhos dela, que estava com um shortinho que realçava suas longas pernas.

E ela também andou olhando bastante para eles, sorrindo muito, sem que o pai visse.
Acho até que eles deram um preço baixo exatamente porque sentiram que alguma coisa podia rolar.
No dia seguinte, o pai esperou que os dois chegassem, deu as últimas instruções e saiu para trabalhar.

- Não posso ficar, mas minha filha está aí, deve estar se levantando. O que precisarem vocês falam com ela e ela providencia.
- Pode deixar, doutor.

E ele saiu... 

Mulher interessada... ninguém segura!
E mal ouviu-se o barulho do carro sendo ligado, a Teodora apareceu. Os dois olharam um para o outro e sacaram que ela já tinha acordado há muito tempo e estava apenas esperando o pai ir embora. Blusinha vermelha e minissaia jeans.

- Bom dia, rapazes. Já tomaram café?
- Tomamos em casa.
- Tudo bem, eu vou tomar o meu.

Foi caminhando em direção à cozinha. Rebolava direitinho, a Teodora. E os dois ficaram de olho. Vendo ela se abaixar na cozinha... viram a calcinha dela.

- Baltazar, ela está a fim, mas vamos deixar que ela tome a iniciativa, tá? Segura!
- Pode deixar, sou doido não.

E começaram a raspar as paredes da sala, para preparar o emassamento e depois a pintura. 

Vocês precisam tomar este café, é ótimo!
Ela veio até onde eles estavam, com a xícara de café na mão.

- Adoro café! E meu pai faz um ótimo! Vocês deviam experimentar. Na hora que estiverem a fim, me falem, tá?
- Pode deixar, moça. Nós gostamos de café também.

Teodora não era de ficar esperando muito. Resolveu continuar o papo para levar pra onde ela queria.

- E de que mais vocês gostam?
- Ah... de muita coisa... talvez a gente tenha gostos comuns. Quais são os seus?

Ela já tinha notado que os dois estavam excitados. O macacão deixava claro. Tudo estufado na frente.

- Também tenho muitos gostos.

Foi andando até onde os dois estavam.

- Isso que vocês estão escondendo, por exemplo, eu gosto muito!
- Nós não estamos escondendo nada!
- Estão sim, isso aqui!

E mandou a mão nos paus deles.
Eles arregalaram os olhos. A moça não era de brincadeira. 

Isso é que é ir direto ao ponto!
E gostaram muito do que ela fez em seguida: tirou a roupa toda. E nua, continuou pegando nos paus deles. Era demais. Os dois tiraram as roupas também, para delícia dela, que viu dois paus do jeito que ela gostava.

- Como eu adoro isso!

Caiu de boca no pau do Baltazar e deixou o resto de seu corpo para que o Aurélio aproveitasse. E ele aproveitou dando-lhe uma boa chupada.

Ela fez o Baltazar deitar no chão e sentou nele. O Aurélio, então, foi para a frente dela e ela fez boquete nele enquanto pulava no Baltazar.

- Vocês notaram que fiquei interessada em vocês, não notaram?
- Sim, deu pra notar.
- Então vamos brincar muito, enquanto vocês estiverem trabalhando aqui. Não tenham pressa em terminar!

Saiu de cima do Baltazar e ficou de quatro para ser comida pelo Aurélio. E boquete no Baltazar enquanto isso.
Ela tinha um gozo fácil. Não demorou a demonstrar que havia atingido. 

Se isso rolou no primeiro dia, imaginem nos outros!
Deu o rabinho para o Aurélio e o Baltazar aproveitou para enfiar na xotinha. Fizeram uma DP que ela achou fantástica. Gozaram dentro dela.

- Rapazes, nota 10! Agora, ao trabalho! Se meu pai chegar aqui e não ver nada feito, vai ficar muito bravo e dispensar vocês! Vamos repetir o que fizemos hoje todas as manhãs, tá bem? Quero ver se vocês aguentam se segurar, porque vou ficar pelada o dia inteiro!

Era muito sacrifício para os dois, mas eles aguentaram firme. Tinham de trabalhar. Vai que o pai dela não gostasse... mas na hora do almoço, tiveram uma sessão de boquetes e de chupadas. Ninguém é de ferro, afinal!


quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Pausa nos estudos para receber um pau na xotinha


Sobrinha estudava, mas gostava também

(escrito por Kaplan)

Paulinha no cursinho. Se esbaldou. Perdeu a conta de quantos colegas transou. Das colegas ela lembrava, foi em menor numero. Mas eles... uau! Como fez festa!

O melhor de tudo, segundo ela, é que não precisava gastar grana com moteis. Ou trepava na casa deles, aproveitando momentos de sossego quando pais e irmãos não estavam presentes, ou no meu apartamento, que foi requisitado muitas vezes, algumas das quais eu pude assistir. Outras eu era gentilmente convidado a ficar ausente...
O Wagner foi um dos que pude assistir.

Ela tinha me dito que já haviam dado uns beijos e amassos numa festinha, e como ela gostou da pegada dele, convidou-o para estudarem juntos. Incrível como esse velho truque sempre resultava no que ela queria! Funcionava sempre! 

Desse jeito, que estudo seria feito???

A provocação dela já começava ao receber o distinto. Minissaia, que não tinha jeito de ser mais curta. Era sentar e mostrava tudo.
Ela adorava ver que os caras, Wagner inclusive, quando a viam sentar-se já ficavam mexendo no pau. Fazia cara de santa....

Pegou os livros para estudarem, mas ele mostrou que sabia porque estava ali. Enquanto ela falava algo sobre uma matéria, que nem me recordo qual era, ele já começava a passar a mão nas pernas dela. Ela era mais velha do que ele. Ele tinha 19, ela estava com 28.
Então, tirava a mão dele, e, rindo, falava:

- Menino, fica quieto, estamos aqui para estudar...

O atrevido retrucou:

- Estou estudando a textura de sua perna...
- Isso não vai cair no vestibular...
- Mas você pode deixar eu cair em cima de você!

Pronto. Como estudar assim?   

O estudo dele começou pelos peitinhos...

Ela pôs os livros de lado e ficou olhando, sensualmente, pra ele. E o atrevido desabotoou a blusa dela, abriu-a todinha. Que peitinhos mais lindos!
Beijou-a. Ela estremeceu. Aqueles beijos eram bons, muito bons. E a mão dele foi à xotinha, afastando a calcinha pro lado e passando entre os grandes lábios.

Ela enlouquecia. Tirou a calcinha, era um obstáculo desnecessário. E ele tirou a calça. E ela fez um boquete.

Ele a deitou no sofá e cutucou-a com os dedos. Um, depois dois. Ela revirava os olhos de tanto prazer! E ele a colocou de quatro e meteu. Em cima do meu sofá! Eu só ouvia os gemidos dela e via ele enfiando e tirando sem parar. Era um bom metedor, pelo visto!

Ela o cavalgou. Gostava como a tia! Ficou pulando, pulando, gemendo, ele segurando na bundinha dela.

Perguntou se ela gostava de anal. Ela não costumava entregar o rabinho na primeira vez que saía com um cara. Então não respondeu, continuou pulando e gozou.
Ele insistiu. Ela deu. 

Tanto insistiu que conseguiu estudar o cuzinho dela também...

Depois de muito meter no cuzinho dela, ele tirou e masturbou-se, jogando nos seios dela.

- Uau... foi muito bom, hein? Vai querer estudar ainda?
- Você quer?
- Eu não!

Beijou-a, vestiu-se e foi embora.
Apareci.

- Fez algo que não é usual...
- Fiz, tava bom demais...
- Que pena.
- Não entendi...
- Acho que não vai querer dar pra mim...
- Agora não, tio. Preciso estudar mesmo. Quem sabe mais à noite?


segunda-feira, 17 de junho de 2019

Por que ler? Venha fazer!


Livros podem ajudar...

(escrito por Kaplan)

Vanessa estava calmamente deitada no sofá, lendo um desses Best-sellers cheios de erotismo que andam sendo publicados. Ficava excitada, mas nunca imaginou que acabaria sendo protagonista... sim, porque ela não viu seu primo Adail entrando no apartamento e vendo como ela estava: de minissaia e camisetinha, levantando as pernas e dando o maior lance da calcinha. Ele viu e entusiasmou.  

Este livro inspira...
- Tá lendo o que, prima?
- Um livro maravilhoso, excitante demais da conta...
- Por que ler? Venha fazer! É muito melhor!
- Fazer com você? Tá doido? Somos primos!
- E daí, acha que não podemos ter tesão só porque somos primos? Eu tenho tesão e estou com muito tesão te vendo aqui, agora...

Ela assustou. Nunca imaginara aquilo. Olhou para ele e viu uma cara de quem deseja muito. Aquilo mexeu com ela, que já estava excitada com o que lia.
Parou de ler e ele chegou perto dela, tirou a camiseta e a minissaia, tirou sua camisa e sentou-lhe beijos nos peitinhos.

- Tira a roupa antes que eu mude de ideia, primo! 

E o livro ficou esquecido...
Ela tirou a calcinha e ele tirou a calça e a cueca. Ela gostou de ver o pau dele e tratou de fazer carinhos nele... com os pés! Ele adorou aquela novidade. Ela de quatro, com a bunda bem na frente dele e massageando o pau dele com os dois pés... adorável!

E depois ela fez boquete nele. Priminha safadinha aquela, sabia de tudo! E ele nunca percebera!
Ela terminou o boquete e ficou olhando pra ele.

- O que posso fazer, prima?
- Não é o que você pode, é o que você deve fazer: me comer.

Deitada no sofá, ela abriu as pernas e ele viu a xotinha brilhando de tão úmida. Foi chegando seu corpo junto ao dela e meteu, ela revirou os olhos e gemeu baixinho quando ele entrou com tudo.

Colocou-a de quatro e meteu de novo, sacudindo o corpo dela com as estocadas que dava. Ela gemia mais alto, estava gostando muito da pegada do primo. E ela nunca olhara para ele como homem...

Que boa trepada. Vai ter bis?

Foi tão bom, estava tão excitada que não demorou a gozar. 

E voltou a chupar o pau dele até que ele gozasse, mas ela virou o pau na direção da barriga dele que foi inundada pela porra. Rindo, ela deitou-se sobre ele e rolou seu corpo no dele, transferindo parte da porra para sua barriga.

Ele também riu e os dois se levantaram e correram para o chuveiro. Se lavaram, se chuparam, treparam de novo lá no box.

- Está intimado a vir mais vezes aqui em casa! – disse ela ao primo que só fez sorrir e prometer que iria sim!

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Aceitou o convite do vizinho para conhecer o apartamento, mas ele mostrou outra coisa


O que teria sido melhor?

(escrito por Kaplan)

- Você acha que eu tenho algum tipo de carma com vizinhos?
Era a Meg me perguntando. Tinha notado que ela transara de forma meio mecânica e estava mais silenciosa do que nunca. Estávamos na cama e ela me veio com a pergunta. 

O que está te incomodando, querida? o vizinho?
E eu quis saber a razão de tal pergunta, pois sempre soube que ela adorava vizinhos. E até vizinhas!

- Imagina que estou calmamente em casa, quando batem à porta. Vou ver, é um cara que não conheço. Diz que se chama Marco Aurélio e que está mudando pro apartamento aí da frente. E queria saber se o rapaz que estava arrumando algumas coisas poderia utilizar uma tomada aqui de casa, porque a energia do apartamento que ele alugou tinha sido cortada e demoraria um dia ou dois para que fosse feito o religamento. Eu disse que não haveria problema. Então o rapaz passou um fio pela janela da cozinha e está ali, na nossa cozinha o fio que está permitindo a ele realizar o trabalho de reforma ou seja lá o que for.

- E o que isso tem a ver com o que você perguntou?
- Tem tudo, porque o tal do Marco Aurélio não se cansou de me agradecer. Agradeceu na hora, depois de umas duas horas ele veio aqui perguntar coisas do prédio e agradeceu de novo, acabamos batendo um longo papo em que ele mais olhou pras minhas pernas do que para meu rosto. E fez questão de dizer que assim que fizesse a mudança, me convidaria para conhecer o apartamento dele. E pelos olhares dele, eu entendi que ele estava querendo outra coisa.

- É bem provável. Pelo papo que tiveram, acha que vale a pena?
- Me pareceu ser um cara bem legal. É professor universitário e mudou-se pra cá porque vai lecionar nessa faculdade que tem aqui perto da gente. Viu minhas pinturas e fotos na parede, elogiou, disse que tem muitos livros de arte, falei que sou artista plástica e fotógrafa, falei que meu marido também é fotógrafo, ele disse que teremos bons papos, então.
- Aguardemos, pois.

No dia seguinte ele continuou a usar a eletricidade de casa, parece que o rapaz que trabalhava lá estava raspando o chão para sintecar. Na época era o must de decoração, sintecar as casas. Mas isso não impediu que o Marco Aurélio aparecesse de novo para conversar mais ainda. 


(foto: Meg)
- Quis ver nossas fotos, claro que não mostrei as que estou nua. Mas até mesmo aquelas mais sensuais, vestidas, ele derramou elogios e mais elogios. E tive o azar de abrir aquele álbum de fotos que tirei e tinha aquelas dos homens nus que andei fotografando. Ele olhou admirado, viu que algumas foram feitas em moteis, outras em sítios, algumas em praias desertas... e como todo homem, quis saber se você estava presente. Eu quase falei que sim, mas saiu a verdade, que você não estava lá. Ele não perguntou, mas vi que estava com vontade de saber se teve sexo depois das fotos...

No dia seguinte, ele perguntou se ela, que fotografava tantos nus, também não era fotografada pelo marido... e como ela já começara a ficar interessada, falou que sim, mas que só poderia mostrar se o marido concordasse. Conversaria com ele à noite, e se ele deixasse, ela mostraria.
Nem precisa perguntar se ele esteve lá no dia seguinte. Chegou eufórico, porque o sinteko já estava pronto e a mudança chegaria em breve. E ficou mais eufórico ainda quando ela disse que o marido tinha concordado.


- Ele disse que já que você é um apreciador da arte, não teria problema algum em te mostrar. Quer ver?
- Sim, gostaria muito. 

Esta é minha Meg... (foto: Kaplan)
 
Água fria, biquinhos excitados...
Ñão é linda demais?

Mostrou um álbum só com fotos dela nua ou semi-nua. Ela achou que ele realmente entendia de arte, porque comentou sobre a iluminação, sobre os filtros usados, sobre a composição... e elogiou bastante a modelo...
E depois que a mudança dele chegou e ele colocou tudo nos lugares, ele a chamou, às 14 horas, sabendo que eu não estaria em casa... para conhecer o apartamento. Ela disse que já iria.
Colocou um minivestido tomara que caia, me telefonou dizendo do convite e que estava indo. Eu tinha certeza de que haveria uma história para ela me contar quando eu chegasse, à noite.

- Ele me recebeu muito bem. Me mostrou a sala, onde ele tem alguns livros de arte, depois pegou minha mão e me levou para o resto da casa. O quarto dele, e aí fiquei sabendo que é solteiro, o outro quarto, que vai ser o escritório, com estantes cheias de livro de Administração e livros de arte também, como ele dissera.

E aí sentamos na sala, eu elogiei o apartamento, falei que ele iria gostar de morar ali. Ele disse que tinha certeza disso. E buscou uma cerveja para tomarmos enquanto conversávamos. Eu disse que fui com um minivestido, não é? E ele sentou-se de tal forma que se eu cruzasse as pernas ele veria mais que a gente viu naquele filme da Sharon Stone... e eu deixei ele ver... Não vou negar que estava querendo... 

Sharon Stone aprendeu com ela?
Aí, depois da primeira garrafa já ter sido esvaziada e quando ele já enchia os nossos copos com o precioso líquido da segunda garrafa, ele me perguntou se eu tinha noção do que mais ele gostara nas fotos que tinha mostrado.
Falei que devia ser o que tenho de maior, ou seja, a bunda.
Ele disse que não, que tinha gostado mais de meus seios. Fiz cara de surpresa e abaixei o vestido, mostrando os seios a ele. Falei: Jura? Logo eles? Todo mundo sempre fala da bunda...

Tive de parar de falar porque ele chegou perto de mim e enfiou a cara nos meus seios... e deu muitos beijos neles, mamou bonito... e você sabe o perigo disso... arranquei o vestido e ele me viu nua, arranquei a roupa dele e o vi nu. Um belo espécime, vale a pena ser fotografado, e já o convidei para posar, o que ele aceitou de imediato. 

Esses vizinhos me enlouquecem!!!
E aí aconteceu... ele sentado no sofá, eu ajoelhada chupando o belo pau. Depois eu sentando e cavalgando o belo pau. Forte, duro, resistente... e depois fiquei de quatro, ele me comeu e eu gozei. Daí, mais um boquete e ele gozou em meu rosto, escorreu para os meus seios... que ele fez questão de limpar.

Foi isso... acho que terei mais um amante vizinho, ou um vizinho amante... você já imaginava que isso ia acontecer, né?

- Sim, quando ele pediu pra ver suas fotos nua eu já tinha ideia de que ia rolar... Pelo menos valeu a pena, estou vendo isso nessa sua cara sem-vergonha de tanta alegria!