Não era o primeiro, nem seria o último!
(escrito por
Kaplan)
Meg e eu
moramos em muitos prédios desta nossa cidade. Antes de comprarmos um
apartamento que foi o definitivo, e onde eu resido até hoje, moramos de aluguel
em uns oito ou nove, se não me engano.
E quase
sempre eram prédios altos, com muitos apartamentos. Consequentemente, com
centenas de moradores, muitos dos quais se tornaram nossos amigos e outros
tantos conhecerem as delícias de ficar numa cama com Meg.
E tinha de
tudo: engenheiros, médicos, advogados, empresários diversos, músicos, poetas,
escritores. Algumas das aventuras dela com tais vizinhos já foram narrados
aqui.
A história
de hoje é dela com um escritor, o Pedro, autor de diversos livros, alguns de
conteúdo erótico, outros eram romances mais leves.
E quando
nos conhecemos, logo se estabeleceu um bom laço de amigos vicinais.Claro que ganhamos
alguns livros escritos por ele, que tanto Meg quanto eu lemos e gostamos.
Um dia,
ela e ele se encontraram no elevador e subiram só os dois. Ele morava um andar
abaixo do nosso.
E como Meg
elogiara muito um dos livros dele, ele a convidou para conhecer sua biblioteca
e como ela estava sem nada pra fazer, desceu com ele e foi ver os livros.
Ficou maravilhada. Eram três paredes de um quarto com estantes do chão ao teto e ela julgou que havia mais de 3000 livros ali. Ele afirmou que sim, na verdade, ele tinha 5000 livros naquele quarto.
Ele disse
que ficou envergonhada.
- Nossa,
Pedro... eu achava que lá em casa tínhamos muitos livros, mas não chega nem a
um décimo do que você tem. Que maravilha! Já leu todos?
- Eu diria
que 90%. Ainda restam alguns, que andei comprando na última bienal e não os li,
mas vou ler.
- E dando
uma olhada rápida, vejo que os assuntos são bem variados, hein? Economia,
Sociologia, Religião, História, Filosofia... bem interessante isso. A nossa é
mais direcionada para artes, fotografia. É o que vivemos, é disso que
trabalhamos...
- Eu
gostaria de conhecer.
- Tudo
bem, podemos ir lá agora, sempre mantenho tudo arrumado.
Levou-o ao
nosso apartamento.
E no
corredor da sala ao quarto-biblioteca, havia alguns quadros pendurados na
parede... e na maioria deles, ela aparecia bem à vontade... entendem? Nua ou
seminua.
Ele ficou
encantado, parou para examinar todos os quadros, nem se lembrava mais dos
livros!
- Eu já
tinha ouvido falar que o casal tinha a fotografia como atividade, mas não
imaginava que você, além de fotógrafa, fosse também modelo. E de primeira
qualidade!
-
Obrigada... fico feliz que tenha gostado.
- Gostado?
Amei! Nunca pensaram em publicar um livro com essas fotos e com outras que
vocês devem ter tirado ao longo da vida? Merecem um livro! Eu compraria com
prazer!
- É uma
ideia... quem sabe a gente possa fazer isso juntos? Entramos com as fotos e
você com poemas sobre cada uma delas... que tal?
- Já
aceitei! Vamos fazer sim. Conheço boas editoras. É livro para fazer sucesso!
Aproveitando
a ideia, já que ela começava a ficar com tesão com o Pedro, ela sugeriu que
poderíamos tirar fotos na biblioteca dele. Ele ficou arrepiado. Que ideia
maravilhosa era aquela.
Então,
quando Kaplan chegou, à noite, fomos ao apartamento do Pedro e discutimos a
ideia, aprovada por unanimidade. E marcamos as fotos que Kaplan faria de mim na
biblioteca dele no sábado seguinte.
Chegando
em nosso apartamento, Kaplan, rindo muito, entendeu meu interesse nas fotos na
biblioteca do Pedro.
- Você não
me engana, safadinha... já vi que arrumou alguém para se divertir bastante...
Ela não
podia negar.
As fotos
foram feitas, então.
Ela já foi
só de camiseta e calcinha... ainda bem que não vimos ninguém na escada!
E o que
ela fez foi um autêntico strip tease. Foi tirando a camiseta, posando só de
calcinha e depois foi tirando a dita cuja, até ficar totalmente despida.
O Pedro
assistia,de boca aberta. Acho que ele nunca tinha pensado em ver o que estava
vendo!
Quando
terminamos as fotos, ela continuou nua. Ele nos ofereceu vinho, que aceitamos e
ela ali na frente dele, sorridente, nua, bebendo...
Fomos
embora, ela falou com ele que eu iria revelar o filme na segunda feira e na
terça de manhã ela iria trazer as fotos para ele ver. E me contar...
- Nem
preciso dizer que trepamos loucamente na terça feira.... preciso?
E bom que
ele era um belo amante... me deu bons momentos de prazer.
Sim, não
ficou só naquele dia... imagina!










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