segunda-feira, 27 de julho de 2026

Cecilia e seus ménages com casal amigo

 Ela fazia grandes amizades!

(escrito por Kaplan)   

 

Sim, Cecília não se furtava a nada. Ménages, swings... tudo ela encarava, numa boa.

Saionara tornou-se amiga dela desde que era solteira e dava seus roles junto com ela.

Casou-se com o Cristiano. E em pouco tempo, ela convenceu o marido de como era bom ele ter uma “namorada” com quem ele pudesse transar, sem ter de trair. Ela gostaria, ela aprovava, Cecília estava de pleno acordo. Ele gostou demais da proposta.

E assim ela passou a frequentar a casa deles para belas trepadas.

Vamos ver um dia desses.

Ela foi chamada, chegou na casa deles lá pelas 19 horas. Imaginou que ele já estaria em casa, mas não. Ainda ia demorar um pouco. Então as duas se preparam, colocando suas lingeries mais sexys. 


A da Cecília era como ele já tinha dito que gostava: preta. A da Saionara era vermelha.

As duas ficaram conversando amenidades, esperando o poderoso chegar. Ele demorou ainda uns 20 minutos, e alegrou-se vendo as duas naqueles trajes íntimos e mínimos.

As duas foram logo abraçá-lo. Ele as segurava, e a esposa o beijava bastante, do que se aproveitava a Cecília para pegar no pau dele. Ele ainda vestido, mas o pau logo deu sinal de vida. Só que a Saionara exigia sempre ser a primeira, e Cecília não se incomodava com isso.

Então a calça dele foi abaixada e ela fez boquete. Ele beijava a Cecília e passava a mão em sua bunda. Tudo começava muito bem.

Passo seguinte, foi elas tirarem toda a roupa dele. E Saionara sentou no pau para cavalgar. Cecília ficou em frente e sentou na boca do Cristiano. 



Isso era um momento adorado pelos três.

Saionara continuava pulando, Cecília de frente pra ela. Acabaram se beijando. Sim, elas também gostavam de momentos só das duas... junto com o marido, sempre ficava melhor, porque ele ficava excitadíssimo vendo as duas.

Chegou o momento que Cecília mais apreciava.

Ela cavalgando o Cristiano e a Saionara fazendo carícias em seu corpo.

Era o momento do glorioso orgasmo. 





Todos felizes. Todos gozando.

Menos ele... faltava ainda um detalhe importante.

Elas já tinham combinado revezar o anal.

E naquele dia era a hora e a vez da Cecília entregar o fiofó pro Cristiano.

Era tudo combinado e ninguém fugia das regras.



Então lá foi a Cecília experimentar, de novo, porque isso acontecia sempre, experimentar a entrada do pau dele em seu cuzinho. 

 

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Uma DP para Cecilia na oficina de carro

 Quando eu falo...

(escrito por Kaplan)

 

Quando eu falo que a Nasa precisa estudar a Cecília ninguém acredita. Mas confiram se não é necessário!

Quando ela ganhou do pai o primeiro carro, logo após ter tirado a CNH, já viu, né? era uma batidinha aqui, era o esquecimento de trocar o óleo... e tantas coisinhas mais, típicas de motorista iniciante.

Por sorte, perto da casa dela tinha uma oficina, pequena, mas o Rodolfo, o dono, dava conta de tudo. Foi um achado encontrar o Rodolfo.

Então, qualquer coisa... lá estava ela na oficina do Rodolfo.

E de tanto ir, de tanto conversar... ela começou a achar que ele era muito interessante. E bolou um plano que achava que era infalível.

Foi pro sítio. No meio do caminho, deserto, ela ligou pra ele, falando que o carro tinha dado defeito, se ele podia socorrê-la. Ele acabou indo. E o que ele viu o deixou transtornado. 



Ela estava de biquíni.

Sorriu ao ver o Rodolfo.

- Resolvi  tomar um solzinho enquanto você não chegava!

Ele foi olhar o tal defeito. Não viu nada. Ficou bravo com ela.

- Cecília, não acredito que você me chamou só pra eu te ver de biquíni.

- Foi não. Vou falar com toda sinceridade. Te chamei porque confio muito em você, eu quero aprender como se transa dentro de um carro. Me ensina?

A braveza dele desapareceu.

E ele ensinou tudo que sabia a respeito.





Claro que ambos gostaram.

Ele voltou pra cidade e ela foi pro sítio.

Mas antes de irem embora, ela deu o recado:

- Qualquer dia desses eu vou querer transar lá na sua oficina...

- Muito suja... cheia de óleo...

- Eu quero... não me importo com isso.

E assim aconteceu.

Ela esteve lá umas 3 vezes e treparam bastante. Previdente, ela levou um lençol velho que estendeu no chão e puderam transar sem pensar na sujeira.

A grande surpresa pra ela foi um dia que ela foi pra transar, tinha avisado a ele e quando chegou lá, ele não estava sozinho. Tinha um negão lá com ele.

Pensou que logo ele seria dispensado. Mas o Rodolfo a apresentou a ele, era o Sálvio. E foi claro: ele sabia do que rolava ali e gostaria muito de participar.

Ela não achou ruim, preferia ter sido avisada, mas ménage era o tipo da coisa interessante! 



Tirou a roupa,ficou só de sutiã e meias,pegou nos dois paus e fez um boquete gostoso demais!!!

E rolou tudo.

Não demorou para o Rodolfo comer o cuzinho dela, enquanto ela continuava no boquete com o Salvio.

E depois foi a vez do Sálvio enfiar aquela tora no cuzinho dela, enquanto o Rodolfo enfiava na xotinha.

Ela urrava de dor e de prazer.

Gozou como poucas vezes tinha gozado na sua vida.

O Sálvio,feliz da vida, foi embora.

Ela virou para o Rodolfo:

- Olha, foi ótimo, só não gostei de você não ter me avisado com antecedência.

- Pensei que talvez você não fosse gostar.

- Pois é. Perdeu,Mané. Nunca mais virei consertar meu carro aqui.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Denise era boa cozinheira?

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

A gata que Meg pegou na piscina do sítio

Deliciosa, ela! Aliás, elas!

(escrito por Kaplan)

 

Meg tinha uma sorte em encontrar amigas e viver loucos momentos de amor com elas!

Esta era a Júlia. Loura, um pedaço de bom caminho.

Conheceram-se quando a família de Julia comprou uma casa no mesmo condomínio em que a irmã da Meg tinha, e que já tinha sido palco de inúmeras aventuras que foram narradas aqui.

Fim de semana era quase todo mundo lá. No final do domingo todos iam embora. Mas naquele domingo a Meg preferiu ficar. Alegou que precisava descansar. Ninguém se incomodou. 


Mas, na verdade, ela quis ficar porque tinha conhecido a Julia, andaram pelas trilhas, conversaram muito, ficaram amigas.

E  Meg não perdeu tempo.

- Júlio, não costumo me enganar, você joga no mesmo time que eu, hein?

A outra sorriu, confirmando.

Então  reservaram a segunda feira para se conhecerem melhor.

Meg não se continha de felicidade.

Foi para a piscina, já nua, para esperar a nova amiga. 

E ela chegou.

- Nossa... já está pronta, Meg?

- Estou louca para te amar.

- Aiiii... que delícia...

- Tira a roupa e entra, a água está ótima!

Foi o que Julia fez.

E logo as duas estavam se abraçando, se beijando, dentro da piscina. 





- Menina... quando a gente estava caminhando, ontem, eu senti que isso ia acontecer.

- Eu também estava com vontade, mas fiquei sabendo que você é casada, então fiquei triste.

- Sou sim, não vou mentir pra você. Mas adoro as pessoas do meu sexo também. Sou bissexual assumida. Espero que não se incomode com isso.

- De jeito algum. Não sou. Sou lésbica mesmo. Com orgulho!

O riso das duas ecoou, claro, límpido.

Mais beijos.

- Vamos sair, Julia... quero te conhecer por inteiro.

Saíram, deitaram e fizeram um 69 digno de premiação! 



E tudo o mais que duas gatas sabem fazer quando estão a sós, sem ninguém para atrapalhar, elas fizeram.

Pena que ela teve de ir embora, tinha faculdade à tarde.

Mas... claro que voltaria no próximo fim de semana!

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Uma lingerie nova para agradar ao maridão

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terça-feira, 14 de julho de 2026

Em Paris, Meg deu para um bom francês

 Só pra um não, distraído...

(escrito por Kaplan)

 

Marcel, Alain e Régine. Marcel solteiro, Alain e Régine casados.

Vamos pela ordem.

Nós os conhecemos através de amigos que já tínhamos feito em Paris, em viagem anterior. Voltando agora, descobrimos que os amigos mais antigos não moravam mais na capital, um estava em Lion e o outro na Alemanha.

Então, o jeito foi procurar esses três novos amigos para vivermos intensamente, como sempre acontecia quando a gente ia lá.

E Meg deu mais sorte, também eu estava mais preocupado em fotografar as obras do Louvre, fiquei três dias inteiros lá dentro. Bom é que se podia fotografar à vontade. 






Então, ela ficou livre, leve e solta.

E pegou o Marcel. Já tinham transado em anos anteriores. Mas gostaram e repetiram.

Ela foi na casa dele, se abraçaram, beijaram. Tomaram um daqueles deliciosos vinhos franceses.

E não demorou muito para o clima esquentar e as roupas tiveram de ser tiradas, ninguém aguentava aquele calorão!

Lá foi ela admirar o belo pau dele e mais do que admirar, ela gostava mesmo é de pegar e boquetear. Não deu outra... 



Ainda derramou um pouco de vinho no pau dele para ficar mais gostoso! Ela era muito inventiva!


O Marcel era um bom trepador também. Tinha aquele problema típico dos franceses, de não se contentar só com a xotinha, nada seria perfeito se o cuzinho não comparecesse para alegrar o ambiente.

Ela dava, mas primeiro, ela queria o  prazer dela e ele respeitava isso. Então, na cama, rolava de tudo, cavalgada, cachorrinho, de frente e de costas, até que, com ela feliz da vida, ele podia se contentar também. 



Lá se foi o cuzinho dela!

Tudo tranquilo, ela voltou pro hotel onde a gente estava hospedado.

E lá ela recebeu o recado do Alain, que queria muito revê-la. Mas ela agendou para o dia seguinte... sabia que ia rolar anal também!

Ele a levou a um flat que tinha alugado, e ela amou quando foi até a varanda e viu nada mais nada menos do que a Torre Eifell!!! 



Já era de noite, ela iluminada era algo fantástico.

- O que é aquilo que está escrito na torre?

- É a contagem regressiva para o ano 2000. Faltam 889 dias.

- Que legal! Vai ser uma festa gigantesca aqui, hein?

- Já estão com tudo programado. Vocês virão, não é?

- Faremos o possível!

- Vamos ao que interessa!

Ela sorriu. Era o que queria também.

E como sempre, boquete primeiro! 





E depois, sempre com a porta da varanda aberta, ela sentou e cavalgou. Parecia que ela estava sentada na torre, bem lá em cima.

E o gozo foi espetacular.

E a noitada se encerrou com o tradicional anal. Esses franceses!!!

Ela voltou para nosso hotel, me contou as novidades. Mostrei a ela mais de 200 fotografias que havia feito dentro do Louvre.

- E amanhã, cherie, tem mais algum cacetão pra você encarar?

- Tenho programa, mas sem cacetes. Com buceta!

- Mesmo? Quem?

- A Régine, esposa do Alain. Ela liberou ele para me comer hoje, mas falou que amanhã é ela!

E assim, foi no hotel em que a gente estava hospedado que a Régine apareceu. Mal entrou no quarto, tirou a roupa, ficando só de lingerie e pulou em cima da Meg, que estava de short e camiseta. A quantidade de beijos que elas se deram foi incontável!

E a língua dela deu um prazer imenso à Meg. 



Não resta dúvida... Paris é a cidade do amor!

E Meg sabia tirar proveito desse lado amoroso da cidade  e de seus habitantes!

 

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Divertimento para as três sobrinhas em Porto Seguro

 Mas não foi na praia não...

(escrito por Paulinha)

 

Sim, nós três estávamos lá, de férias.  


Curtíamos as praias na parte da manhã e depois do almoço saiamos as três para conhecer os detalhes da cidade.

Eis que, num local mais afastado, vimos uma enorme casa. Mas não parecia estar habitada.

- Deve ser um museu – disse a Cecília.

- Pode ser, mas... continua sem ninguém à vista.

- Vamos até lá investigar.

E fomos. 



A porta, grande, tinha um pedaço que era de vidro, olhamos e não vimos nada. Só os móveis, claro. Pessoas? Nada!

Vimos que a porta não estava trancada. E as três malucas resolvemos entrar.

Entramos. Silêncio total.

Vimos que havia mais um andar, uma bela escada estava ali.

Resolvemos nos dividir e olhar tudo.

Eu subi a escada.

Vi um longo corredor, carpetado. Algumas portas.

Fui olhando. Nada...

Até que abri uma porta e quase caí dura.

Tinha um cara lá, bonito, atlético. Pelado. 



E que pau era aquele!!!

Enorme!

Pensei em sair correndo, mas ele me chamou.

- Pode vir, sem medo...

Acreditem, eu fui. Não tirava os olhos do pau dele.

- Posso pegar? É tão bonito!

- Pode, mas precisa me dar um beijo primeiro.

Achei graça, mas fiz o que ele pedia, foi um belo beijo e eu segurando o pau dele... nossa!

- Posso fazer um boquete?

- Pode, mas tem de tirar a blusa.

Acreditem, tirei e deixei ele ver meus peitinhos. 



Ai fiz o boquete.

E fiquei com uma vontade danada de dar pra ele.

Aí ele disse para eu tirar a roupa e deitar na cama. Só aí percebi que era um quarto, e havia uma cama enorme, de casal.

Tirei tudo e deitei lá.

Ganhei uma dedada fantástica e depois uma chupada fenomenal.

Foi ai que as duas entraram e ficaram abismadas vendo.

A Cecília não titubeou. Virou pra Helena e falou que era pra elas entrarem na roda!

E tiraram as roupas e vieram para a cama.  





Três peladas e um peladão.

Cecília ficou deitada à minha direita e Helena à esquerda.

E ele ficou revezando as chupadas em nossas bocetas.

E enquanto ele chupava uma, as duas se engalfinhavam, afinal, nós sempre gostamos de transar uma com a outra.

Como estávamos perto do fim da cama, ele ficou em pé.

Meteu em mim e com os dedos balançava as bocetas das duas.

Depois de me deixar até tonta com tantas metidas, ele tirou e foi comer a Helena.

Aí foi a vez de eu e a Cecília nos engalfinhamos. Beijos, mamadas, chupadas. A gente gozava só de ver a Helena gemendo feito louca.

Ela gozou e ele, impávido colosso, foi trepar com a Cecília.

Ela urrava de prazer. Eu e Helena nos pegávamos pra valer também.

Ela gozou também.

O cara saiu. Não o vimos mais.  



Então nos vestimos e fomos embora.

Foi tão gostoso, mas tão estranho, que achamos melhor não voltar lá!!!