Contos Eróticos de Kaplan e Meg
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Enquanto eu como, você podia me comer...
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
O amigo chegou quando ela estava de lingerie... deu!
Estava vestida à caráter...
(escrito por kaplan)
Nicolau e Camila eram amigos desde a adolescência.
Estudaram no mesmo colégio, fizeram cursinho juntos, passaram no vestibular e
estudavam já no segundo semestre do curso de Comunicação.
O que deixava Camila intrigada e não apenas ela,
mas as colegas também, era o jeitinho delicado do Nicolau. Amigo de todas e de
todos, muito gentil.
Como sabiam que os dois eram amigos, as colegas
chegaram até a perguntar se ele era gay. Camila disse que não sabia, nunca
tivera nada com ele.
Mas resolveu testar. Quem sabe as colegas tinham
razão?
Então o chamou para estudarem juntos.
Qual estudar o quê... ela queria era tirar a prova
dos 9 se ele era gay mesmo.
Assim, quando ouviu a campainha, tirou rápido o
vestido e ficou só de lingerie, e foi assim que ela recebeu o moço.
E de cara percebeu que de gay ele não tinha nada.
Ele elogiou-a.
- Nossa, Camila... que corpo lindo você tem! Nunca
tinha imaginado.
Ela logo sacou que podia avançar.
- Acha mesmo?
- Sim... belíssimo.
- Estranho, né? a gente se conhece há tanto tempo,
e nunca nos vimos de biquíni ou de sunga, no seu caso...
- Verdade... se tivéssemos praia por aqui, já
teríamos visto!
- Bem... podemos ver agora, não?
- O que sugere?
Ela respondeu tirando a lingerie, ficando
totalmente nua.
- E você, o que tem para me mostrar, que nunca vi?
Ele entendeu e tirou a roupa também.
Ela ficou admirada.
Ele também.
E ela precisou perguntar.
- Sabe o que falam de você na faculdade?
- Não... falam de mim? A propósito de quê?
- Por causa da sua educação, seu jeito... acham que
você é gay.
Ele deu uma gargalhada.
- Mesmo?
- Mesmo...
- Acho que terei de provar minha inocência a
todas...
- Prove pra mim.
Ele sentou na mesa e ela logo pegou no pau dele,
que endureceu totalmente.
- Uau...
Ficou pegando, pegando, e o bicho só endurecendo.
Não teve jeito. Boquete nele!
- Magnífico!
- Obrigado.
- Você vai me comer, né?
- Claro, tenho de provar que é falso o que dizem de
mim!
Ela o tirou da mesa e ela deitou, bem na beirada.
Em pé, ele penetrou-a, metendo bastante.
- De fato... não é gay.
Levantou, ficou curvada sobre a mesa e recebeu mais
estocadas dele.
- Goza dentro não, tá?
- Ok.
Gozou na barriga e seios dela. Que se lambuzou
toda.
- Então? Vai contar pras nossas colegas que não sou
gay?
- De jeito nenhum! Quero saber delas te agarrando
não. Você é só meu!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Ela foi ajudar o enteado a tomar banho
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
As duas foram brincar com ele o jogo da garrafa
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
A enteada viu que o padrasto a desejava
Daí, tudo pode acontecer
(escrito por Kaplan)
Carmélia
passou a ter um padrasto quando já tinha 22 anos. Até que ela incentivou
bastante a mãe, que havia se divorciado e andava meio nervosa.
- Mãe,
esse nervo seu é falta de sexo. Arruma um namorado, casa, e vai ficar calma de
novo.
A mãe riu,
mas pensou bem e viu que a filha tinha razão. Lembrou-se do Apolônio, um amigo
que vivia dando umas indiretas pra ela, até mesmo quando ela ainda estava
casada. Gostava dele.
E deu tudo
certo. Casou.
Só que o
Apolônio era meio safadinho. Aproveitando que trabalhava em home Office e a
esposa tinha uma loja, ou seja, ela ficava ausente boa parte do tempo, ele
acabou prestando mais atenção na Carmélia. Ela não se incomodava de ficar de
biquíni na frente dele. E ele respeitava.
Mas quando
a moça ia pra piscina... ele não aguentava, e ficava espiando-a. tentando não
parecer que fazia isso.
Mas teve um dia que ela percebeu. E ficou intrigada. Não que fosse uma moralista ou algo assim. Ser vista e admirada era algo que ela curtia muito.
Mas... ele
era o padrasto...
Resolveu
ter uma conversa com ele.
Entrou na
casa. Ele estava sentado numa poltrona, muito sem graça porque tinha sido descoberto.
E ela o
provocou.
Viu que
havia um certo volume na calça dele. Isso a atiçou. Deixou de saber se ele era
o marido da mãe, se ele era padrasto...
- O que
você queria ver, Apô?
- Nada...
foi sem querer...
- Foi
nada... fica sem graça não. eu gostei de ver.
-
Desculpa.
- Mas você
não viu quase nada, né? quer ver tudo?
- Acha
certo?
- Eu acho.
Olha só.
Tirou o
sutiã.
Ele ficou
doido. Que seios belos.
- Posso?
Perguntou já levando a mão a eles.
- Fique à
vontade...
Ele pegou,
acariciou, mamou.
Ela
gostou.
Tirou a
calcinha.
Puxou
ele, sentou na poltrona, com as pernas
abertas, mostrando tudo.
- Tira sua
roupa.
Ele tirou.
Foram para
o sofá. Ele sentou e ela sentou nele.
- Adoro
cavalgar!
Ele a
comeu em pé.
Ela
adorou.
Ele a comeu de frango assado. Maravilha!
Ela cavalgou de novo.
Gozou.
Ele punhetou e gozou na boca e nos seios dela.
- Apô... isso nunca aconteceu. Entendeu?
- Sim, entendi.
- E se você guardar segredo... pode acontecer de novo!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Tio safadão e sobrinha safadinha
Eles se entendiam...
(escrito por Kaplan)
Esses dois
realmente eram muito safados. Analu adorava passar algumas horas na casa do tio
Efraim. Ela dizia pros pais que ia assistir TV na casa dele, porque ele tinha
um pacote com dezenas de filmes à disposição. Os pais não se incomodavam.
Ela tinha
até uma roupa especial, guardada na casa do tio, para “assistir” TV com ele.
Então, a primeira coisa era chegar e vestir a tal roupa. Um simples short e uma mais simples ainda camiseta.
Então os
dois iam pra sala, deitavam-se no sofá, ligavam a TV porque ela precisaria
contar que filme assistiram.
E logo a
mãozinha esperta dele começava a passar nas coxas dela.
Como se
fosse um ritual, ela esbravejava, dizia que queria ver o filme... era um filme
o que eles faziam todas as tardes.
Logo a mão dele fazia a camiseta subir... subir... e os peitinhos lindos dela apareciam e ele podia pegar neles.
Ela fingia que não queria... mas já tinha mais de cinco anos que aquelas cenas se repetiam, começara no aniversário dela de 19 anos.
Ele
voltava com a mão para as pernas, o shortinho bem largo permitia que seus
dedos encostassem na xotinha da Analu. Que começava a ficar arrepiada...
Suspendia
mais o short. Pronto, a xotinha estava descoberta e ele apertava, enfiava um
dedo... até ela começar a gemer de satisfação.
- Ai,
tio.. ai...tioooo...
- Você vai
querer que eu faça aquelas coisas gostosas, igual toda vez?
-
Claro.... faz sim... tira meu shortinho...
Ele tirou
e ficou elogiando o belo corpo da sobrinha... xotinha lisinha, que ele amava...
E tratou
de dar prazer a ela... beijou, lambeu... chupou.
Ela
gemia... como gostava daquilo!
- Agora,
põe ele...
Ele punha
mas antes esfregava o pau na xotinha... esfregava bastante e só depois é que
metia.
Ela se
sacudia toda. Ter aquela vara dentro dela... que delícia que era!
E ela
gozava sempre.
E ele só
depois dela.
E
despejava na barriguinha dela. Que passava a mão e se lambuzava toda, levava os
dedos ensopados até a boca, lambia eles...
- Nossa
tio... bom demais, como sempre. Agora voltemos ao filme, tenho que contar tudo
dele quando chegar em casa!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Negão massagista comia todas
Poderoso, ele!
(escrito
por Kaplan)
É claro
que Meg iria querer experimentar. Amiga esteve num hotel onde havia um serviço
de massagem. A cliente podia escolher onde seria feita a massagem, numa pequena
sala perto da recepção ou no próprio quarto. Nem preciso dizer que a amiga
escolheu o quarto,quando viu que o massagista era um negão fortíssimo. E não se
arrependeu porque depois da massagem, muito boa, por sinal, eles treparam. E a
trepada também foi muito boa.
Lá foi a
Meg se hospedar no tal hotel.
Marcou a
massagem para o quarto e na hora determinada, já se aprontou.
Pôs uma
lingerie supersexy. Ficou na cama, esperando o negão aparecer, e ele apareceu
na hora marcada.
Ela já
tinha conversado com ele e ele sabia o que ela precisava.
Então
preparou os óleos e falou para ela ficar de bruços.
Ela
obedeceu e a bunda dela ficou praticamente toda visível, porque só tinha um
cordãozinho que passava pelo reguinho...
Ele
começou a massagem pelas pernas. Mãos poderosas. Ela estava gostando. Mas
adorou quando ele começou a massagear sua bunda. Que loucura!
Encerrada
essa parte,ele falou para ela ficar de costas.
E foi a
vez de a barriguinha e os seios... que ele fez questão de tirar o sutiã dela e
massageou os seios com toda a competência.
Pra ela,
já estava ótimo.
- Agora,
amigo, vamos àquela parte que minha amiga tanto elogiou.
Ele ficou
em pé ao lado dela, que na mesma hora abaixou a bermuda dele.
Senhor! O
que era “aquilo”?
Teve de
experimentar, tentou um boquete mas o bicho não cabia na boca... era grande e
grosso!
Rendeu-se
à chupada na xotinha.
Que língua
mais poderosa!
E ele
gostava mesmo de chupar uma xota... ficou bastante tempo, ela quase chegou ao
orgasmo só com a língua dele!
Ele a
puxou para a parte final da cama. Ela sabia o que ia rolar.
Ele, em
pé, só foi enfiando o caralhão na xotinha dela.
E como ele
metia gostoso...
Depois ele
foi deitando por cima dela, sem tirar o pau... era o próprio papai e mamãe...
quanto tempo ela não fazia aquilo!
Comeu-a de
quatro.
De frango
assado.
Ela o
cavalgou.
Estava tão
molhada que nem sentia a grossura do bicho.
Gozou
horrores.
E chupou
de novo, até ele gozar em sua boca.
- Amigo...
que loucura... minha amiga te elogiou não foi a toa.
-
Obrigado...
- Você tem
mais horários livres esta semana?
-
Lamento... todos os horários ocupados.
- Humm...
e passar uma noite aqui comigo?
- Aí o
hotel não permite.
- Vou ter
de esperar muito tempo então até te encontrar de novo.
- Estou
sempre aqui. Como o dono é gay e eu tenho de comê-lo de vez em quando, não irá
me demitir nunca...
















