sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Denise tesou o personal, ele comeu

Por que não comeria?

(escrito por Denise)   

 

Denise começou a frequentar uma academia. Estava se achando meio gordinha, umas banhazinhas apareciam aqui e ali. Então matriculou.

E foi bem atendida por um personal que tinha lá, o Eduardo.

Ela me contando:

Sabe, o Dudu é muito eficiente e extremamente interessado em atender a gente. Logo no primeiro dia em que eu frequentei, ele veio me atender e antes de qualquer exercício, ele quis saber a razão de eu estar ali.

Expliquei.

Ele olhou de alto a baixo.

- Você me parece fisicamente bem. 


- Pode ser, mas sabe como nós mulheres somos, né? sinto que minha bunda tá ficando meio flácida. O que você me recomenda?

Ele me passou uma série de exercícios, mas antes mediu minha bunda, a coxa, a panturrilha.

Uma mão bem interessante... sabia?

E ele me disse que como eu iria frequentar apenas duas vezes por semana, eu deveria fazer os exercícios em casa. Depois de um mês ele tiraria novas medidas para ver se estava dando tudo certo.

Eu levei a sério. Fiz mesmo, você me viu outro dia, não foi? Pois é...

Aí, então, quando completou o mês, eu tive de ir na parte da tarde, porque tive um compromisso de manhã. Cheguei lá devia ser umas 19 horas, pensando até que já estaria fechada.

Mas não, ele estava me esperando. Brincou:

- Achou que ia me enrolar, né? Enrola não... Fiquei esperando a senhora!

- Estou vendo. Não tem mais ninguém?

- Não, todos já foram. Só estamos nós dois. Vou ter de fechar a porta, inclusive, tem problema?

- Não. pode fechar.

Na verdade eu suspeitei de algo, mas como não tinha certeza, precisava ver com mais cuidado.

Se fosse o que eu estava pensando, eu acho que iria gostar muito!

Bem, estava de short e camiseta,como sempre. Mas para comprovar o que eu imaginava, falei que precisava ir ao sanitário. E lá eu tirei o sutiã, pus na bolsa. 


Quando voltei, observei o olhar dele pros meus biquinhos que estavam bem salientes...

Ele começou a medição. Iniciou pela panturrilha, depois a coxa e chegou na bunda.

- Você se incomodaria de tirar o short? A medição ficará mais objetiva.

Saquei logo.

Tirei. Só de calcinha  e a camiseta.

E ele foi medir, passando a mão delicadamente nas minhas nádegas.

Observou que estava mais firme.

Aí eu não resisti.

- Você se incomoda de eu medir sua bunda?

Ele sorriu, entendeu que eu estava no jogo.

Tirou a calça e eu fui medir o pau dele. Que bunda, que nada... eu queria a pica!

Mandei a ver num boquete. 


Ele gostou muito.

E já que a porta estava fechada... aconteceu tudo!

Dog style, cavalgada, de frente...

Deixei ele usar e abusar.

Eu estava adorando o Dudu.

Depois de tudo feito, aprovado... eu tive de perguntar em quais dias que ele ficava na parte da tarde, para eu voltar quando todos já tivessem saído.

Personal aprovado com louvor!

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Ele dormia, bêbado, mas Cecilia sabia como acordá-lo

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

domingo, 20 de setembro de 2026

Seu Otávio queria conhecer uma praia deserta. Meg o levou!

 Se tinha algo que ela adorava... era praia deserta!

(escrito por Meg).

 

Faz tempo que não coloco aqui alguns relatos que a Meg deixou no diário, de aventuras dela com seu Otávio, aquele fazendeiro que ficou encantado com ela desde que a conheceu e tornou-se um amante dedicado. 



Numa das vezes em que ela estava na fazenda, depois de uma bela trepada no mato, ele manifestou o desejo de conhecer uma praia deserta. Logo ela sacou o que ele pretendia fazer numa praia deserta... comê-la direitinho!

Adorou a ideia. E vamos ver como a coisa aconteceu.

Essa ideia do seu Otávio foi ótima. Sempre gostei de praias desertas, onde eu posso nadar de topless ou pelada mesmo.

E conhecia várias. Naquela época ainda não havia esse furor de turistas em praias até então tranquilas. Só com pescadores e olhe lá!

Então dei as coordenadas a ele e fomos.

Já na viagem eu tesei o coroa. 



Ficava abaixando o vestido e mostrando os seios. Claro que ele olhava e elogiava, mas os caminhoneiros também viam e buzinavam!

Chegamos.

Primeira coisa: investigação sobre possíveis elementos humanos estarem presentes.Felizmente, nada foi observado.

- A gente pode ficar pelado mesmo, Meg?

- Claro que pode. Mas olhe, cuidado com o sol. Eu trouxe protetor e precisa passar, você está muito branco.

Passei nele e depois pedi que ele passasse em mim. O safado gostou disso! 



Depois ele quis ficar deitado um pouco,tomando sol.

Aproveitei para fazer uma pequena caminhada. Nada como andar nua numa praia deserta!

Sempre faço caminhadas. Nas praias é tranquilo, faço mesmo.

Mas... quase sempre é de biquíni.

Então, o prazer de caminhar nua na praia é outro departamento! 



Quando regressei, fiz ele levantar. Não podia ficar só deitado...

Abracei-o.

Nos beijamos.

Entramos no mar. A água estava bem fria, mas suportável.

Brincamos muito, nos beijamos, ele mamou em mim, eu fiz boquete nele com as ondas batendo forte na gente... divertido.

Voltamos para a areia.

Estendi uma toalha e mandei ele deitar.

E sentei no pau dele, e pulei até cansar. 



E fizemos de tudo para alegrar o coroa gostoso.

Fizemos 69, fiquei de cachorrinho, até papai e mamãe aconteceu.

Ele adorou a experiência. Disse que queria fazer mais vezes.

E fizemos mais três vezes, em praias diferentes.

Realmente, é algo que valia a pena fazer!

 

 

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Ele elogiou as pernas dela... aí ela mostrou o resto!

 Denise, a que não perdoa!

(escrito por Kaplan)

 

Denise vivia encontrando os antigos colegas professores. Ela havia se aposentado e de vez em quando, para matar a saudade, dava um pulo no colégio. Era uma festa!

Tinha um professor lá com quem ela transou bastante enquanto ambos davam aulas. Mas ele também tinha aposentado.

Num desses dias em que ela esteve lá, ia sempre na hora do recreio para poder conversar e ver os antigos amigos e amigas. Num dia desses, como estava falando, um dos professores, o Jorge, ficou na sala porque tinha um horário vago. Os dois ficaram conversando.

Ela estava de saia, e quase sempre era curta.

E ganhou um elogio. 




- Denise, suas pernas são maravilhosas!

- Nunca tinha visto? Eu vinha sempre de saias curtas.

- Mas eu não fixava, porque sabia de sua história com seu colega da História.

- Sabia? Como assim? Ele contou?

- Não, não contou, mas a gente reparava nos olhares de vocês... tava na cara que vocês tinham um caso. Por isso nunca me manifestei, mas hoje posso fazer o elogio.

Aquilo deixou Denise arrepiada.

- Você tem mais aulas hoje?

- Folgo nesse horário e depois dou aula no último.

- Está de carro?

- Não.

- Eu estou, vou te dar uma carona pra gente conversar melhor a respeito disso.

Ela estava eufórica e o Jorge quase não conseguiu dar a aula direito, só pensando o que poderia ser aquela “conversa melhor”.

Pois bem, as aulas terminaram, ela e o Jorge foram em direção ao carro, e ela o levou para o edifício onde mora.

- Que lugar é esse, Denise?

- Meu apartamento é aqui. Vamos entrar.

Entraram e ela foi direto ao ponto.

- Jorge, eu fiquei encantada com seu elogio. E acho que posso retribuir o elogio, deixando você me ver por completo. Que tal?

- Acho magnífica a sua ideia.

Ela sorriu e tirou a roupa toda. 



Ele ficou encantado. Não eram apenas as pernas que ele considerou maravilhosas, tudo nela era maravilhoso.

Ficou admirando-a, quase babando.

Ela não perdeu tempo.

- Escuta, para de me olhar e me mostra se você também é maravilhoso...

Ele entendeu o recado.

Ficou pelado.

Pau duro, claro.

Ela gostou do que viu. 





E pegou e fez boquete.

Ele gemia.

Nem foi preciso ir pro quarto.

O sofá... ah! Se os sofás falassem...

Foi no sofá mesmo que os corpos se encontraram, se possuíram. 



- Foi maravilhoso, Jorge!

- Também achei.

- Qualquer dia desses, eu vou lá no colégio de novo... entendeu?

Ele sorriu. Claro que entendeu!

 

terça-feira, 15 de setembro de 2026

A caloura estava no beliche, mas levantou!

 Estava doida pra acontecer!

(escrito por Kaplan)   

 

Pois é... bons tempos de universitários que estudavam em cidades longe da família... a Julieta passou em três vestibulares e escolheu uma universidade que ficava bem longe. Tinha um motivo: amiga sua, que estudava lá, falou maravilhas dos colegas...

Entenderam, né?

Isso mesmo!

Ela queria bons motivos de farra, além de estudar, é claro.

E já na primeira semana de aulas, morando numa república onde havia dois beliches no quarto, ou seja, quatro jovens juntas, que não se conheciam, mas logo estariam sabendo de tudo!

Só que a Julieta, que chamara a atenção de vários estudantes, ainda não pudera experimentar o que a sua amiga havia garantido...

E uma manhã, logo depois da aula, ela chegou no quarto, as demais não estavam lá. 



Arrumando o beliche, usando um short e uma blusinha com alcinhas, ela ficava pensando o que estava acontecendo que ela não conseguia nada do que queria.

Aí viu a porta do quarto abrindo e achou que era uma das colegas, mas teve a surpresa de ver que era o Alfredo. Ela o conhecera na sala de aula. Haviam conversado, parecia que seria uma boa amizade, mas quando ela o viu entrando no quarto, logo teve a certeza de que a amiga não mentira pra ela. Rolava sexo, sim...

E não podiam perder tempo, pois as demais poderiam aparecer...

Então ela foi logo tirando a blusa, pois ele pediu. 



E depois de estar com os seios nus, ele pediu pra ela tirar o short.

Ela tirou.

- A calcinha também...

Ela sorriu e tirou.

Não cabia em si de contente... ia trepar pela primeira vez naquela cidade...

- Você tem um corpo maravilhoso!

- Obrigada... mas eu não sei se o seu é...

- Pode verificar, com seus próprios olhos! 



Ela adorou, ajoelhou na frente dele e abaixou a calça, pegando no pau, admirando e logo pondo na boca. Ela já sabia fazer as coisas!

Mas ele não... Ela mal deu uma chupada e ele gozou em sua boca.

Ela ficou olhando pra ele, não acreditando no que tinha acontecido.

E ele, sorrindo, vestiu-se e foi embora, deixando a Julieta frustradissima. Que horror! Será que todos eram assim?

Ficou uns três dias sem saber o que fazer, até que um outro colega, que morava na cidade, falou com ela que os pais ficavam fora o dia inteiro e ela poderia ir lá...

Ela resolveu ir. Mas tinha a certeza que se fosse igual ao Alfredo... não tentaria com mais nenhum cara da faculdade!

Deu sorte.

Ele era mais gentil, recebeu-a muito bem e logo estavam os dois nus.

O boquete foi legal, sem gozo dele, mas ela quase gozou quando ele deu-lhe uma chupada que ela nunca tinha recebido igual! 





A trepada foi ótima. Fez ela acreditar que poderia rolar muita coisa.

E foi ali mesmo, na casa dele que dois dias depois eles se encontraram e, sem maiores conversas, já foram para o quarto, arrancando as roupas.

Deitaram-se e ela o boqueteou novamente.

E ganhou aquela chupada fantástica!

E sentou no pau dele para dar uma bela cavalgada.

Sentada de frente pra ele, depois de costas, mostrando a bela bunda se mexendo.

E ainda foi comida de frente.

E depois de dog style. 



Já tinha gozado quando ele colocou o pau entre os seios dela, fazendo a famosa espanhola, gozando nos seios dela. Ela vibrou.

Aquele seria o companheiro dela por um bom tempo!

 

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Um amigo chamou Denise para ser sua secretária

 De professora a secretária... um avanço, né?

(escrito por Denise)

 

Eu estava calmamente, em casa, com esse calor, só de calcinha, quando recebo um telefonema. Surpresa? Sim, um pouco, mas achei, a principio que era só pra bater um papo. Só que não. 


Sabe quem era?

O Jacques!

Fazia tempo que a gente não se via.

E a surpresa é que ele me ligou para perguntar se eu estava sem fazer nada na vida.

Dei uma risada.

- Claro, né? Como uma boa aposentada, faço nada...

- Tá a fim de ganhar uma nota boa?

- Opa!!! Gostei disso...

- Estou precisando de uma secretária. Não é coisa definitiva, é só por dois meses.

- Legal... topo sim. O que tenho de fazer?

- Primeiro, venha ao meu escritório para a gente combinar tudo.

Me passou o endereço e lá fui eu.

Parecia tranquilo. Ele trabalhava nesse ritmo de hoje, o tal do home Office.

Eu ia atender telefone, arrumar uma papelada incrível que ele tinha completamente desorganizado. Tinha de separar por assunto, colocar em pastas, enfim, organizar o arquivo dele que estava literalmente uma zona.

Mas eu gosto desse tipo de desafio.

Comecei naquele dia mesmo. E nos outros dias fui com roupas mais provocantes... 



Era uma quarta feira.

Eu fiquei com vergonha de perguntar se iria trabalhar no sábado também.

Preparei um café e levei pra ele, que estava na mesa escrevendo no laptop.

Ele me olhou com carinho.

- Isso é que é secretária eficiente... até cafezinho ela traz pro patrão!

Riu e eu também. Sentei na frente dele e fiquei esperando ele tomar para perguntar.

Falei em surpresa? Agora teve!

Como a mesa era de vidro, só a tampa e laterais. Ele pegou meu pé!

Puxou pra perto.

E fez carinhos na minha perna. Esfriei! Eu sempre gostei dele, mas nunca tivemos nada. E percebi que iríamos ter!

- Eu te convidei não só pra trabalhar...

- Comecei a perceber...

- Tudo bem?

- Claro, por que não?

Então nos levantamos, juntamos nossos corpos e rolaram beijos e amassos.

Senti o volume e não resisti. Ajoelhei e baixei a calça dele. Adorei o belo pau que surgiu na minha frente e , claro, tratei de fazer um belo boquete. 



Ele tirou minha roupa, me colocou deitada na mesa... que perigo! Era de vidro!

Mas nem notei isso na hora, porque a língua dele começou a me deixar totalmente vidrada. Que chupada deliciosa!

Tinha um sofá lá e ele me colocou de quatro e mandou ver!

E ainda me deixou cavalgar... gozei horrores!

Aí que consegui perguntar se ia trabalhar sábado.

- Sim, eu gostaria, mas não será aqui.

- Não? Onde então?

- No meu sítio. Não posso me dar ao luxo de ficar sem trabalhar nos fins de semana.

- Hummm...

- Não se preocupe... saberei cuidar de você também!

Adorei saber!

Então, no sábado de manhã, ele passou em meu apartamento e me pegou pra levar ao tal sítio. Era uma bela casa de campo, isso sim.

Lá chegando, ele tirou a roupa, ficou apenas com a sunga, sentou-se perto da piscina, abriu o laptop e começou a digitar alguma coisa.

Falou que eu não teria nada de imediato pra fazer, então,que aproveitasse a piscina e o belo sol.

Como ele não tinha me falado sobre isso, não levei biquíni...

Então tive de ficar apenas de calcinha tomando sol... bem na frente dele! 


Depois de algum tempo, ele fechou o laptop e chegou bem perto de mim.

- Acho que está na hora de você fazer um trabalho...

- Pode falar, estou aqui pra isso.

Abaixou a sunga e me mostrou o pau, já duro.

- Acho que vai ser um trabalho bem gostoso...

Mandei ver no boquete.

Bom demais!

Aí ele tirou a sunga e tirou minha calcinha.

Me comeu bonito...

Fiquei imaginando o que seria o resto do sábado e o domingo...

Imagina só... de tarde choveu, tivemos de ficar dentro da casa.

Ele, trabalhando de verdade.

Eu, tomei um banho e coloquei uma saia. Só. 



Fui até onde ele estava. Levantei a saia e mostrei minha xota. Fiquei de costas, levantei e mostrei minha bunda.

Não precisou de mais nada.

Ele largou o laptop e veio atrás de mim.

Arrancou minha saia.

Me pôs sentada no pau. Como é gostoso...  



Não vou me alongar mais...

De noite tivemos outra.

Domingo de manhã, mais uma.

Domingo de tarde, a última. Voltamos pra cidade

E isso, gente, foi só a primeira semana.

Imaginem, eu sei que vocês conseguem, imaginem como foi “trabalhar” com ele por oito semanas!!!