quinta-feira, 12 de março de 2026

Foi acordada pelos dois irmãos

 Denise na França, arrebentando corações!

escrito por Denise


Acho que Denise nunca vai esquecer aquela viagem que fez à França. Voltou entusiasmada com a performance dos ficantes que arrumou por lá. Vejam:

Realmente, creio que foi a mais interessante e produtiva no que se refere a sexo. Interessante é que não fui pensando nisso, mas depois de tudo que rolou por lá,vou te contar, acho que preciso voltar!

O caso que vou narrar hoje aconteceu no apartamento de dois irmãos. Eu os conheci numa festinha da empresa que a Helena trabalha. Caras ótimos, cultos,bons papos, conversamos muito sobre assuntos que me interessavam.

Mas bebi muito também. Vinhos franceses são ótimos!

E nem vi quando a festinha acabou, e sai com os dois irmãos. Sinceridade, não sei onde fomos, mas quando acordei, estava numa cama no apartamento deles, praticamente nua e os dois estavam ali ao meu lado, esses sim, totalmente nus. 



Não sei se tínhamos transado antes.Nem perguntei. Apenas admirei os dois paus ali, balançando do meu lado e praticamente me pedindo para serem chupados. Tive que fazer isso,sem pensar muito. Depois eu perguntaria como é que tinha chegado ali e o que acontecera antes de dormir como uma pedra.

Eu fazia boquete em um,o outro me cutucava porque também queria, então eu passava o boquete pra ele e segurava o pau do outro que começava a me acariciar os seios, me deixando arrepiada e com vontade de senti tudo que eu poderia.

E a coisa se repetia... adorável! 



Aí um deles sentou na cama  me pediu para cavalgá-lo. O outro ficou em pé na cama de modo que pude ficar chupando o pau dele enquanto cavalgava. E isso fazia com que meus peitos ficassem na boca do que estava sendo cavalgado. Como os franceses sabem dar prazer a uma mulher!

Depois eles mudaram. O que estava sendo chupado veio me comer de cachorrinho e  outro ajoelhou na minha frente para ser chupado por mim.

Gozei horrores! 





E como não podia faltar, o que me comia de cachorrinho só tirou o pau de dentro de um buraquinho para enfiar no outro, que fica ali pertinho. Acha que o outro deixou de querer também? Quis, mas eu o cavalgando e ele com o pau dentro do meu cu.

Tudo ótimo. Falaram que tinham de sair pra trabalhar, eu podia ficar lá,mas preferi sair junto com eles. Me disseram pra voltar então à noite para comer uma pizza.

Voltei. Mas a pizza só foi comida depois que um deles me comeu. O outro não apareceu, foi ver a namorada. Safado!

Mas  o que ficou, assim que chegamos,colocou a pizza pra esquentar e veio me esquentar. 



Pelados ficamos, fomos pra cama e ele me comeu direitinho por uns 15 minutos. Foi o tempo do forno avisar que a pizza já estava pronta.. aí fomos,pelados, comer pizza e tomar vinho.

E o jeito foi eu dormir lá... e você sabe que fui comida de novo depois de vermos um filme, e de manhã, antes de ele sair pro trabalho. Saí junto com ele. Até podia retornar à noite, mas o convite não foi feito...

 

quarta-feira, 11 de março de 2026

Meg levou um amigo pra conhecer uma praia deserta

 Pensa se ele gostou!

(escrito por Meg)     

 

Tudo  começou quando ficamos conhecendo o Leonel. Gente fina, logo ficamos amigos e passamos a nos frequentar.

E quando ele soube que Meg e eu éramos fotógrafos, imaginou  - certíssimo! – que eu deveria tirar muitas fotos dela. Não pediu, mas tava na cara que ele gostaria muito de ver.

Depois de dezenas de visitas que nos fizemos, seja em nosso apartamento, seja no dele, uma noite em que eu estava fotografando um casamento, os dois ficaram conversando e aí ele criou coragem e perguntou se poderia ver.

Como ela já estava bem interessada nele, falou que sim, e foi buscar um álbum. Mas levou na brincadeira, e naquele álbum só tinha fotos dela vestida, aqui no Brasil e em alguns países que visitamos. Fotos como essas duas: 


Ela foi levando a conversa para onde ela queria.

- Temos um Studio, o dia que quiser conhecer será um prazer. Lá recebemos fotos para revelar e tiramos fotos de pessoas. O Kaplan dá cursos de fotografia e eu vivo sendo chamada por ele para posar pros alunos quando está dando as informações sobre iluminação e direção de modelos.

- Acho que ele está certo. Você deve ser uma modelo excelente!

- Obrigada. Ele gosta mesmo e os alunos, então, ficam alucinados quando poso com pouca roupa ou nua.

- Você posa nua pros alunos?

A cara dele era de surpresa e incredulidade.

-  Tá duvidando? Te mostro!

Foi lá dentro e pegou o álbum que tinha as fotos dela nua, não apenas no Studio, mas em praias desertas. 





E viu a excitação dele...

Aí fisgou o peixe.

- Quer ir comigo nessa praia? É perto daqui. A gente pode sair sábado de madrugada, chegamos lá por volta de meio dia, armamos a barraca, comemos alguma coisa e depois vamos explorar o local. É lindo! Se quiser, podemos ir neste fim de semana,

- O Kaplan também vai, claro!

- Não. Ele anda com muitos trabalhos de laboratório, vai adorar ficar sozinho, sem ter de parar para almoçar ou outra coisa.

- Mas ele não vai ficar chateado?

- Nada... ele não se incomoda com isso.

Mesmo duvidando um pouco, ele concordou e marcaram tudo. Meg não mentiu totalmente. Eu ia passar o sábado inteiro fotografando uma garota que estava doida para trepar comigo. Essa seria o “muito trabalho de laboratório”... (risos muito quando ela me contou)

Como a gente tinha uma barraca, pequena, mas que servia aos sexuais propósitos, ajudei-a a colocar no carro. Ela saiu às 5 da madrugada, pegou o Leonel e foram para a praia que conhecíamos. Não vou dar o nome porque hoje ela deixou de ser deserta. Triste!

Ela me contando:

Chegamos lá,ele me ajudou a armar a barraca, tínhamos levado um isopor cheio de cerveja, tomamos duas latinhas... e roupas foram tiradas! 





Daí  fomos dar uma volta, para ele ver que realmente a praia era deserta.

Dei a mão a ele. Andamos de mãos dadas, curtindo o sol e a água do mar tocando nossas pernas.

- Isso aqui é o paraíso, concorda?

Ele concordou e acho que já estava pensando que era Adão e eu a Eva...

Depois de um tempo, voltamos para onde estava a barraca, estendi toalhas e deitamos, curtindo o sol. Dava vontade até de dormir, mas não era o que eu pensava,. Então, depois de alguns minutos, me virei e comecei a fazer massagens nele.

Cara, como aquele pau endureceu quando eu massageava em volta dele.

Tive de me conter para não cair de boca nele!

Mas chegou o momento em que isso teria de acontecer. E aconteceu! 


Fiz um boquete de longos minutos. Depois sentei no peito dele, de costas para o rosto dele para ele apreciar bastante minha bunda, e fiquei pegando no pau, me curvando e chupando de novo... senti as mãos dele pegando em meus seios... tudo maravilhoso.

Claro... cavalguei. E tivemos um gozo simultâneo!

Levantamos e fomos pra água. Nos agarramos de novo e ele me comeu em pé. As ondas vinham e batiam em nossos corpos. Experiência única!

Voltamos para as toalhas e aí foi ele que me fez massagem no corpo todo.

Que mãos... massagem nos seios, na xota, na bunda... achei que ele ia massagear meu cu também... mas não, ali ele entrou foi com o pau, que deslizou e me cutucou sem parar.

Por aquela manhã ficamos nisso.... suficiente e de boa qualidade.

Comemos os sanduiches que tínhamos levado, bebemos mais umas latinhas de cerveja e dormimos dentro da barraca.

Quando acordamos, já quase no entardecer, fomos ver o por do sol. Aquelas cores lindíssimas! 


Esfriou um pouco, nos enrolamos nas cobertas e ficamos dentro da barraca conversando bastante. Fiquei sabendo da vida dele e ele ficou sabendo da nossa.

Cada episódio significava um beijo bem gostoso. Mãos nos seios, mão no pau.

Transamos de novo.

Dormimos.

Infelizmente, o dia amanheceu chuvoso... desarmamos a barraca e viemos embora.

Agora não precisamos ir tão longe, vamos poder transar por aqui, a hora que der vontade!

 

terça-feira, 10 de março de 2026

O patrão não queria comer...

 Ela teve de dar duro nele!

(escrito por Meg)          

 

 

 - Por todos os santos do universo... detesto homens indecisos! Especialmente no campo sexual. Fico fula da vida, perco a esportiva, chego a ser grossa. Me arrependo depois, mas na hora em que acontece viro uma onça.

Estou contando isso porque alguns dias atrás me aconteceu.

Como sou uma vagabunda, no sentido de que não tenho um trabalho fixo, com carteira assinada e etc, apenas ajudo Kaplan nas fotos e isso é mais diversão do que emprego; como estou sempre livre e tenho dezenas de amigos e amigas que possuem empresas ou escritórios e que sempre apelam pra mim quando as secretárias precisam entrar em férias.

Acho o maior barato e graças a isso já fiquei conhecendo as rotinas de advogados, engenheiros, escritores, arquitetos. Ser secretária também é cultura!

E muitas vezes esses períodos de ser secretária de ocasião me proporcionaram deliciosos momentos. Não com todos, mas com vários desses patrões, tive transas homéricas!


E foi exatamente isso. Fui trabalhar com o Ezequiel, que era consultor de várias empresas. Mas no escritório dele só ficávamos nós dois. Ele nunca recebia seus clientes lá, ele ia até onde eles estavam. Em suma, das 8 horas de trabalho eu só o via umas três. Não todos os dias. Mas na maioria era assim.

E nas horas e dias que ficávamos só os dois preenchendo papeis e organogramas, havia sempre bons minutos para conversarmos de assuntos que não eram os do ofício dele. Falávamos de coisas mais íntimas, ele conhecia o Kaplan.

E acabou acontecendo o inevitável. Fiquei com vontade dele. Mas nas conversas isso nunca era dito ou insinuado.

Então comecei a “melhorar” as roupas com que ia trabalhar. Como mais ninguém entrava no escritório, eu podia usar roupas mais sensuais. Quem sabe assim eu despertaria o moço?

Mas nada. Algumas vezes eu observava que ele me olhava, especialmente quando eu dava uns lances de calcinha ou de seios. Aproveitava os momentos de descontração, sentava na mesa e ele só não veria se fosse cego...


O tempo foi passando, o período de meu trabalho ia terminar e eu já estava subindo pelas paredes de tanta vontade. E o danado.... nem dava dicas da possibilidade.

Apelei.

Num dia lá, peguei um vestido hiper transparente e coloquei na bolsa.

Não iria sair na rua com ele, imagina!

Chegando ao escritório, ele não estava, ainda não tinha chegado, mas eu sabia que ele não iria demorar.

Então, coloquei o vestido e sentei, meio deitada no sofá, de frente pra porta que ele iria abrir quando chegasse. 





Tremi de emoção quando ouvi o barulho da chave.

Ele entrou, me deu bom dia, sentou-se à mesa  abriu o computador.

Ah... foi aí que eu explodi.

- Ezequiel, não estou acreditando. Você não viu que estou quase nua, te esperando? Ainda não entendeu nada dos meus sentimentos em relação a você?

- Meg, não me leve a mal se despertei algo em você. Mas eu jamais faria isso ao Kaplan.

- O que?Mas não é com ele que você tem de fazer, é comigo!

- Não, mas não posso me relacionar com a mulher de um amigo.

- Você está me recusando? Nunca fui tão humilhada, me sinto totalmente desprezada. Lamento, hoje foi o último dia meu aqui.

Levantei, quase chorando pela humilhação, tirei o vestido e coloquei a roupa normal. Saí batendo a porta. Fui pra casa e quase bati o carro.

Fiquei remoendo o episódio o dia inteiro. Contei pro Kaplan. Ele já sabia que eu estava interessada no Ezequiel. Ficou abismado. Acho que era a primeira vez que ele ficava sabendo que um homem desejado por mim, me ignorava.

No dia seguinte voltei ao escritório. Ele já estava lá. 

- Desculpe o que aconteceu ontem, Ezequiel. Vim terminar o trabalho. Faltam só dois dias para sua secretária retornar, não quero deixar nada pra ela.

- Meg, você entendeu por que m recusei?

- Entendi, mas ninguém no mundo entenderia. Nem o Kaplan entendeu.

- Você contou a ele? Ele está sabendo que você queria transar comigo?

- Ele sempre soube, Ezequiel. Mas o assunto está encerrado. Deixa eu terminar estes relatórios que você precisa.

O resto do dia foi um silêncio pesado.

Final do expediente, dei boa noite e fui embora. Não tinha terminado tudo, teria de voltar no dia seguinte.

Aí tive a surpresa. Abri a porta e lá estava ele, pelado, sentado no sofá.




Comecei a rir.

Ele me falou que sempre me desejara, mas não queria atrapalhar meu casamento. Já que o Kaplan sabia... ali estava ele para me pedir desculpas.

Valeu  a pena!

 

segunda-feira, 9 de março de 2026

Aula de pintura com modelo vivo

 E de pau grande... elas enlouqueceram 

(escrito por Paulinha)

 

Paulinha e Ofélia estavam fazendo aulas de pintura com a professora Helena. Ela dava aulas na faculdade que elas cursavam, mas era bem safada e logo percebeu as duas alunas também eram.

Então as convidou para pintarem no ateliê dela.

- A senhora tem um ateliê? Que legal!

- Eu chamo assim, mas é uma pequena sala que tenho num barracão no fundo da casa em que moro. Lá é meu Studio, ateliê, pode-se dar o nome que quiser.

- Uai... vamos sim.

E foram, no dia que ela marcou, sem saber o que as aguardava.

Chegando lá, já havia dois cavaletes com as telas. 


- Podem sentar, meninas, e vamos começar nosso trabalho.

- Eu chamei meu irmão Jonas, para posar pra vocês.

Elas até pararam de respirar.

Um homem ia posar pra elas?

- Sim... vai sim, ele está acostumado. Vive posando pra mim.

E ele chegou, com um roupão, que logo tirou, sem pudor algum.

Estava peladão. E o pau dele... as duas ficaram de boca aberta. Mole já tinha um tamanho mais que razoável. 





A Paulinha ficou na dela, só observando a maravilha, mas a Ofélia, muito safada, já foi apontando para o dito cujo e perguntando se era de verdade!

- O que você acha, Paulinha? – perguntou a professora.

- É claro que é de verdade, a Ofélia é maluca...

- Vocês podem ver de mais perto, se quiserem, medir, tudo que for necessário para pintar com exatidão.

Elas gostaram muito de saber, e arrastaram as cadeiras até onde o Jonas estava para fazer o exame que a professora falara. Já estavam desconfiadas que não teria pintura alguma...

Olharam atentamente, e a Ofélia foi a primeira a pegar, levantar e viu o bicho endurecer totalmente. 


E a Paulinha também pegou nele. Muito bom! Duríssimo... devia fazer um belo estrago nas xotinhas que tivessem a sorte de estar com ele...

Quando as duas pensaram que poderiam fazer um trisal... a professora cortou o barato delas.

- Nada disso, aqui não. Isso é uma aula séria.

Já viram, pegaram, examinaram, agora tratem de pegar nos pinceis e pintar o pinto dele!

 

sexta-feira, 6 de março de 2026

Paulinha e Cecília dando pra dois irmãos

Foi sem planejamento... mas foi bom!

(escrito por Kaplan)

 

Sim, às vezes, o que acontece sem ser programado acaba sendo bom ou até ótimo!

Foi o que aconteceu com as duas.

A Cecília chegou em casa com o Nilo, seu ficante do momento, e foram direto pra cama e começaram a se pegar.

Não haviam prestado atenção no barulho do chuveiro, o que indicava que mais alguém poderia estar na casa... amantes são tão descuidados!!!

Assim, mal tinham começado, a Cecília ainda de calcinha e sutiã e tirando a bermuda do Nilo e pegando no pau dele, quando a porta se abriu e aparecem a Paulinha, pelada, e o Tadeu com uma toalha tampando a parte de baixo. Aliás, a curiosidade maior foi pelo fato de Nilo e Tadeu serem irmãos! 


- Uai... protestou a Paulinha – o que é isso?

- Ora, não sabe? – respondeu a Cecília. Vou te explicar, eu e o Nilo estávamos começando uma transa que a gente imaginava seria muito boa, quando vocês dois me aparecem, sem avisar.

- Ora essa, eu e Tadeu já estávamos aqui antes de vocês chegarem. Fomos tomar um banho e aí encontramos vocês dois... que coisa!

Cecília olhou pro Nilo.

- Você se incomoda com os dois aqui junto com a gente?

- Nem um pouco.

- Então, tá. Vamos continuar e vocês dois podem começar. Tudo em família!

Rindo, eles fizeram como ela sugeriu. Enquanto Cecília fazia boquete no Nilo, na cama, Paulinha tirou a toalha do Tadeu, ajoelhou e ficou chupando o pau dele ali mesmo.

E aí se ajeitaram na cama, para caber os quatro.

E lá estavam a Cecília sendo comida pelo Nilo e a Paulinha sendo chupada pelo Tadeu. Lado a lado... 


E cada qual se ajeitava como gostava...

Paulinha também foi comida como a prima.

Depois ela foi cavalgar enquanto Cecília era comida de cachorrinho.

A Cecília foi cavalgar também e a Paulinha deu de ladinho pro Tadeu.

E quando a Paulinha viu a prima cavalgando, teve uma ideia.

- Ei... que tal a gente fazer um troca-troca?

- Como assim?

- Você vem cavalgar o Tadeu e eu vou cavalgar o Nilo. Não é tudo em família?

Eles pensaram um pouco, mas a Cecília entusiasmou.

- Vamos sim. 



E trocaram os parceiros. E cavalgaram até que os quatro gozassem, cheios de tesão pela novidade.

quinta-feira, 5 de março de 2026

De quando ajudei Meg pegar um vizinho tímido

 Não me chamem de doido ou de corno, por favor!

(escrito por Kaplan)   

 

Podem acreditar! A história não deixa de ser engraçada e vou falar sobre isso, mas a parte final quem contou foi a Meg.

Tudo começou quando encontrei um amigo na rua e ele, depois de um papo, me falou:

- Cara, mas a Meg continua a mesma, hein?

- Sim, cada vez mais bonita.

- Não é disso que estou falando... é do exibicionismo dela!

- Uai... onde você a viu?

- Na verdade, eu não vi, mas meu amigo Quintino, que mora num prédio em frente ao seu, ele tem uma visão privilegiada dela, no quarto, no banheiro, na sala, na varanda... e tira fotos até não poder mais. Me mostrou outro dia. Cara... sua mulher é gostosa e deixa os homens malucos. 







- E esse Quintino, já tentou alguma coisa? Porque ela nunca me falou dele.

- Eu acho que ela nem sabe o nome dele. O cara é super tímido, te garanto que ele nunca iria procurá-la ou telefonar pra ela... ele se contenta com o que vê, bate as punhetas dele e fica com as fotos. Aliás, algumas são muito ruins. Mas tem algumas boas.

- Me apresenta ele.

- Vai encher ele de porrada?

- Não... quero ver as fotos que ele tira e dependendo de eu gostar do sujeito, até apresento ele pra Meg.

- Como sempre, acho que você e ela são loucos alucinados. Mas vou te satisfazer. Vamos lá.

- Não diga a ele que sou o marido. Fala que me contou das fotos e eu queria ver. Só isso.

Fomos então até o apartamento do Quintino. Quando meu amigo falou como eu pedira, ele ficou meio ressabiado, mas garantimos a ele que eu só queria ver.

Então ele mostrou algumas. Realmente, muitas eram mal feitas. Aqui estão dois exemplos das melhorzinhas. 




Fiz um sinal pro meu amigo sair, ele inventou que tinha um compromisso e fiquei com o Quintino vendo as fotos. Devia ter mais de 100!

E aí inventei que eu conhecia a moça, ela se chamava Meg, e se ele quisesse, eu a apresentaria a ele.

- Ela tem uma vida muito livre, se gostar de você, pode até rolar alguma coisa interessante...

- Ah, meu caro... eu jamais conseguiria isso.

- Por que não?

- Imagina se um mulherão desses ia querer alguma coisa comigo...

- Deixa de ser bobo. Tô falando que a conheço e sei que ela pode gostar de saber que você a fotografa, vai querer ver as fotos!

- Socorro... nunca, jamais, em tempo algum eu mostraria!

- Olha, vamos fazer o seguinte. Como eu a conheço vou falar de você pra ela. Me dá seu telefone, se ela te ligar é porque ficou curiosa e interessada. É o primeiro passo.

Com muito custo ele me passou o telefone. Fui pra casa e comentei com a Meg. Realmente ela ficou curiosa. E telefonou pro Quintino. 


Ele não acreditou. Ela falou:

- Olha aí na minha sala, sou eu mesma que estou te ligando. O Kaplan me falou que você é meu fã, quero te conhecer. Vem aqui no meu apartamento!

Mas traga as fotos... quero ver o que você já viu de mim!

Bem... agora é a parte que a Meg vai contar.

- Achei graça no tal Quintino. Ele gaguejava, e fiquei sem saber se ele viria mesmo me ver. 




Mas veio! Trazia um envelope desses maiores que parecia cheio de alguma coisa, ou seja, as fotos que ele tirou de mim.

Kaplan já tinha me avisado que nem todas eram de boa qualidade. Mas gostei de algumas sim, como essas aqui:  






Fiquei comentando com ele sobre como tirar fotos melhores, mostrei fotos minhas, sem falar que era do maridão...falei que eram de studios.

E aí quis conhecer melhor o Quintino.

Conversamos muito, ele era tímido mesmo, mas consegui soltar a língua dele.

E cheguei no ponto que eu queria, porque estava mesmo a fim de trepar com ele.

- E quando você tira essas fotos minhas? Qual a sua reação?

- Como assim?

- Bate uma punheta em minha homenagem?

O cara ficou mais vermelho que um tomate! Gaguejou, tentou falar que não, mas eu encarei ele firme e ele confessou que sim, batia quase todo dia.

Tirei a roupa. Fiquei nua na frente dele. 



Ele fez menção de puxar o celular e me fotografar.

- Nada disso... nada de fotos... quero que você me coma!

Pinto não muito grande... talvez fosse o motivo da timidez dele.

Mas depois do trato que dei... entenda-se, um belo boquete, transamos gostoso. Muito bom. As punhetas diárias fizeram com que ele aguentasse bastante tempo, gozamos juntos.

Aí ele se despediu, me agradecendo.

Contei pro Kaplan.

- Vai querer mais?

- Vou... gostei mesmo! 

 

Eu de novo.

Fui na casa do Quintino no outro dia.

- Então? Correu tudo bem?

- Maravilha!

- Eu sei, ela me contou.

- Te contou? Como assim?

- Somos casados, nada que acontece fica escondido.

Ele ficou branco.

- Veio me agredir?

- Eu não. tá  maluco? Só vim acertar as coisas.

- Diga.

- Você poderá voltar lá quando quiser, é só telefonar marcando. Ela gostou muito de você.

Agora, nada de fotos. Se a gente pegar você fotografando ela de novo... acaba tudo. E as fotos que você já tirou, pega e me dá, todas. Contente-se só em ver e trepar.

Foi assim que aconteceu. Acreditem se quiserem!