O que seria?
(Escrito por Denise)
Há muito tempo, eu publiquei uma história da Denise que tinha ido aos Estados Unidos para o casamento de uma amiga. E lá ela se encontrou com um antigo namorado. Ela me disse que haviam transado, mas não contou os detalhes. Pressionei-a agora, e ela, finalmente, concordou em falar tudo. Vamos ver?
Bem, é uma longa história, mas vou abreviar.
Esse meu ex morava numa casa simples, mas como todas as casas nas cidades
menores, tinha garagem e um pequeno jardim na frente. Algumas tinham piscinas
pequenas num quintalzinho, mas nem todas.
Aquele povo é meio doido. Usam a garagem
para guardar tudo que não cabe dentro da casa. Os carros ficam no passeio ou na
rua...
Mas esse meu amigo, como bom brasileiro, cometia a ousadia de guardar o carro dele na garagem! Mas só à noite. Todo mundo passava e admirava aquela loucura!
Pois bem.
Eu sabia que ele estaria lá, tinha me dito
que estava aproveitando uma folga no trabalho para consertar algumas coisas.
Então pus um colant e um shortinho e entrei
na garagem.
Ele estava de calça jeans e sem camisa.
Era um belo corpo, que tinha me entusiasmado
muito.
Relembramos as boas trepadas de antigamente.
E ele me pediu para passar o dia com ele.
Ajudando ali na garagem e depois, na parte da tarde, divertindo-nos dentro da
casa, muito confortável, por sinal.
Bem, eu tinha ido para um casamento de
amiga, que já tinha acontecido. Nada me impedia de ficar mais alguns dias lá.
Fiquei.
E foi ótimo, como sempre.
Conversamos muito, trepamos bastante,
relembrando os velhos tempos. Nem tão velhos assim, mas já tinha mais de 5 anos
que a gente não se via.
Rever foi algo assim bem explosivo.
Nem pensei em recusar quando ele me pediu
para passar o fim de semana com ele. Por que recusaria? País diferente, homem o
mesmo, a gostosura de sempre...
Fui no hotel, fechei a conta, peguei minhas
coisas.
Ele me esperava, viemos no carro dele para a
casa.
Entramos.
Me de uma vontade de fazer um boquete nele!
Arrancamos as roupas, pulamos na cama e fiz.
Óbvio que não ficou só no boquete.
Fui chupada com força! Delícia!
Trepamos.
Demos uma folga, voltamos à garagem.
Ajudei-o em pouca coisa. Não é meu forte...
Depois da ceia, sentamos na sala, vimos um
pouco de TV, ele me explicando alguma coisa que eu não entendia, porque meu
inglês é bem fraquinho.
E cama!
Nossa... e isso foi no sábado.
O que me esperava no domingo?
Levantamos, tomamos nosso café da manhã.
De short e camiseta, fui ver uma revista que
havia chegado pelo correio no dia anterior.
Só ver, porque não entendia quase nada do
que estava escrito.
Aí ele chegou perto de onde eu estava, com
uma cara séria.
- Que foi?
- Denise, esta noite eu acordei com uma voz
me fazendo perguntas.
- Já fiquei arrepiada de pavor... que
perguntas?
- Na verdade, só lembrei de uma. A voz
perguntava: cadê aquela boquinha que me chupou tão gostoso ontem? Acredita! Era
meu pau falando isso!
Eu quase caí da cadeira de tanto rir. Safado
demais!!! Mas não podia deixar de atender à voz do pau...
Evidente que após o pau dele ter ficado tão
alegre... você pode adivinhar que outra bela trepada aconteceu.
Mas o resto do dia foi dedicado a uns
passeios, pude conhecer melhor a cidade que ele elegeu para ser seu novo lar.
Só de noite, depois de um banho gostoso, pus
minha camisola e fomos pra cama.
Estávamos cansados, mas eu sabia que no dia
seguinte eu iria embora. Não podia ficar mais tempo.
Então... a última trepada!
E aí, ela me deu uma gozeira.
- Tá feliz agora? Gostou do punhado de
chifres que coloquei em você?
Eu perdoo...























