sexta-feira, 29 de maio de 2026

O dia em que Meg pôs chifre na amiga

Foi difícil, mas aconteceu!

(escrito por Kaplan)

 

Provavelmente você leitora, você leitor, lendo as aventuras da Meg aqui no nosso blog, devem fazer uma ideia de ela ser muito ativa em termos de sexo e que não respeitava nada. Se queria, avançava o sinal e pegava o cara.

De certa forma, vocês estão certos. Mas ela tinha um princípio fundamental, ético. Jamais transava com o marido de uma amiga, a não ser que houvesse concordância total dela.

Não era o caso que vou narrar agora.

Dava para ver que o Guilherme, sócio de nosso clube, quase devorava a Meg, mas ele tinha uma esposa que não aceitaria jamais que acontecesse alguma coisa fosse com a Meg ou com outra mulher. Mas ele insinuava. 





No clube, após nadar, jogar bola, a gente se reunia para tomar as cervejas todas que existissem por ali. Era o momento em que ele se aproximava da Meg, mas sem falar nada, só olhando, porque a esposa também estava lá.

Nas festas que a gente ia, seja no clube ou na casa de algum sócio, sempre havia música e dança. Ele,depois de dançar com a esposa, vinha todo pressuroso e chamava a Meg para dançar. Como eu não me incomodava, acabava ficando numa mesa com a esposa dele, conversando enquanto ela e ele dançavam. 



De vez em quando, sem que a esposa visse, ele dava uma cantada ligeira, mas ela recusava sempre.

Falou com ele de forma dura, mas tinha de ser:

- Guilherme, eu não vou sair com você para colocar chifre numa pessoa que gosto muito. Sua esposa jamais aceitaria. Não quero. Por favor, não insista.

Parecia que ele iria se conformar.

Mas acabou que aconteceu.

Tudo começou de uma forma simples. O Guilherme era engenheiro e havia sido contratado pra construir a casa de um amigo. E esse amigo estava planejando ter uma “história” da construção da casa. Queria fotos das várias etapas da construção.

- Então, Kaplan, combinei com ele de ir sábado que vem lá. E como sou seu amigo, insisti em que eu não iria fazer boas fotos, tinha de te levar. Ele vai pagar uma boa nota pelo trabalho. Você topa?

- Sábado que vem? Olha, eu tenho de te telefonar depois porque não me recordo se tenho algum compromisso. Não recordo. Chegando em casa eu te ligo e confirmo.

- Beleza, fico no aguardo.

Só que, quando chegamos em casa, eu olhei a agenda. Tinha um casamento para fotografar.

Pedi pra Meg falar com ele.  





- Puxa, que azar! Contava como certo.

- Bem, se vocês não tiverem preconceito, eu posso fazer as fotos – foi o que ela disse. E ele aceitou prontamente.

Então, enquanto Meg preparou-se para fazer fotos, o Guilherme pensou em outra coisa. A esposa dele não iria.

E ele teria uma tarde toda para convencer a Meg.

Claro que não falou nada com ela.

No sábado, ele a pegou em casa, foram até o sítio do sujeito, ela fez várias fotos de uma casa ainda em construção. 



Comentou com o Guilherme, quando começaram a viagem de volta, que parecia uma idiotice fazer aqueles tipos de fotos.

- Eu sei,  mas o cara quer, paga bem, então a gente faz. Daqui a um mês voltaremos para ver o avanço das obras. Ou você ou o Kaplan, certo?

- Por mim, tudo bem...

A estrada estava bem vazia, muito calor. Ele parou num restaurante para comerem alguma coisa e beber água. Foi aí que ele voltou ao ataque, explicando como gostava dela, e aquele papo de que o casamento não ia muito bem... 



Ela sorria e dizia: Não!

Pegaram o carro e ele foi dirigindo. Era um local onde havia vários motéis. Ele insistiu:

- Que tal entrarmos num desses? Talvez você mude de ideia...

- Podemos até entrar, mas te garanto que iremos dar gargalhadas, morrer de rir, porque eu não vou mudar de ideia.

Ele gostou de ouvir isso e entrou no primeiro.

Ela gostou do local. Muitos espelhos, cama redonda... não era má ideia, mas trair a amiga? Não era o caso.

Depois de tentar dissuadi-la, ele se deu por vencido.

- Está bem... vou só tomar um banho e a gente vai pra casa.

Tirou a roupa e entrou no boxe. Não trancou a porta. Ela viu ele peladão tomando banho...

- Que se dane! – pensou ela.

Resolutamente tirou o roupa e entrou junto com ele. 



Ele amou a decisão dela.

- Veio só tomar banho ou posso me entusiasmar?

- Entusiasme. Não aguento ver um pau como esse seu e não poder usar. Minha amiga vai me odiar quando souber.

- Não vai saber, não contarei.

E ali no boxe de um motel, aconteceu.



Ela fez boquete, ele a chupou, ele a comeu em pé, ele sentou no chão e ela o cavalgou.

Serviço completo.

- Espero que mês que vem seja você que venha fotografar a casa do sujeito!

Ela riu. Nada mais tinha a fazer.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Achou que sonhava. Mas era real

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quarta-feira, 27 de maio de 2026

Ela adorava tirar a roupa dele

E ele a dela...

(escrito por Kaplan)     

 

Silenciosamente, aquele casal entrava num ambiente que não era muito frequentado. Tratava-se da biblioteca da faculdade, e a frequência era apenas nos períodos de aula. Mas a personagem feminina, Natália, não se intimidava, porque seu namorado, Ulisses, trabalhava ali e sabia quais os horários mais interessantes para eles “brincarem” sexualmente falando.

Horários e salas mais adequados, melhor dizer.

Foram direto para a sala do diretor. Ambiente clássico, pouco iluminado, lugar gostoso mesmo! 


- Tem perigo de ele aparecer não, Ulisses?

- Perigo nenhum. Ele esteve aqui hoje cedo e falou que iria para um sítio de um amigo dele, só volta na segunda.

- Fico preocupada sempre com seu emprego...

- Esquece, tá tudo em ordem. Vem cá, gostosura!

E eles começaram a se abraçar, se beijar e as roupas começaram a desaparecer dos corpos frementes...

Ávida, ela abaixou a calça dele e pegou no pau. Que beleza! Já estava do jeito que ela gostava.


Pegou nele bastante, mas a vontade era mais do que isso, era colocar em sua boca, sugar tudo, engolir se fosse o caso,mas sabia que ele não iria deixá-la na mão. Nunca acontecera, não seria naquele dia que daria alguma zebra.

O silêncio da sala só era quebrado pelo barulho dela chupando loucamente o pau do Ulisses. Era um chup chup bom demais de se ouvir.

Aí foi a vez de ele tirar a roupa dela e dar-lhe uma chupada que produziu um gemido, logo abafado. O silêncio ali era fundamental.



- Mete em mim, querido... mete... preciso de seu pau dentro de mim!

Ele obedeceu.

Enfiou com gosto e meteu por um bom tempo, até perceber que ela estava satisfeita. Tinha gozado, estava bamba, sorrindo sem parar. Isso acontecia sempre com ela!

Sorrateiramente, saíram do local e foram embora. Ele ficava ainda, tinha que trabalhar, ela foi pra casa, cantando de tanta felicidade!

terça-feira, 26 de maio de 2026

Ela pediu pra fazer ginástica pelada

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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Cecília foi num quiroprata

 Ele comeu

(escrito por Kaplan)   

 

Não sei se pelo excesso de aventuras sexuais, houve um momento em que Cecília começou a reclamar de dores na coluna, um certo mal estar.

Uma amiga recomendou que ela procurasse ajuda com um quiroprata, especialista nesses casos. Indicou o que ela ia sempre, o doutor Marcos.

De posse do endereço, Cecília telefonou e agendou uma consulta.

Achou o doutor Marcos muito simpático e até mesmo novo. Será que ele iria resolver seu problema?

Conversou bastante com ele, explicou tudo que estava sentindo e ficou animada com o que ele falou.

E ele já quis começar uma primeira sessão. Ela adorou.

Deitou-a numa maca e fez aqueles exercícios que parecem coisa de doido, mas que funcionam. Dobrou o corpo dela, dobrou as pernas, massageou a nuca e as costas. 





Ela gostou, principalmente porque as mãos dele eram firmes e a deixaram até meio que com tesão... ela era impossível.

Sentiu-se melhor,mas é claro que só aquela sessão não resolveria os problemas, ele marcou um novo encontro para dali a três dias.

Ela chegou, sorridente.

- E então? Sentiu melhoras?

- Nossa... super!

- Que bom. As pessoas duvidam muito dos nossos trabalhos, mas eles são eficientes de verdade.

Vamos aos exercícios de novo.

E recomeçou. Os  mesmos exercícios. Só que como ela foi com uma saia bem curtinha, quando ele virava as pernas dela... ele via coisas bem interessantes. 



E mesmo sendo um profissional sério... o pau dele não era tão sério assim, endureceu e ela viu.

Não falou nada, mas começou a pensar como poderia tirar proveito daquilo.

Depois da sessão toda, ele perguntou se ela precisava de mais coisas, e ela falou, na lata.

- Olha, eu fico até meio sem graça de falar sobre isso... mas minha xotinha também precisa de um tratamento...

- Hummm... entendi. (ele logo sacou o que ela estava pretendendo)

Mas você sabe que isso demanda atividades um pouco diferentes, e não é com as mãos que se faz. Vai querer?

- Eu preciso, doutor Marcos. E tenho certeza de que o senhor tem tudo o que é necessário para solucionar meu problema.

Ele sorriu e abaixou a calça.

- Belo instrumento de trabalho, doutor. Posso examinar com mais cuidado?

- Fique à vontade. 





Ela não era quiroprata, mas boqueteadora...

Depois do boquete, ela virou pra ele e falou que já tinha deixado o instrumento bem molhado e pronto pra ele usar.

E como ele usou!

Colocou-a sentada nele e ela pulou bastante.

Depois a colocou sentada quase deitada na maca e penetrou-a, arrancando gemidos. Que instrumento de trabalho bom o doutor Marcos tinha!

E depois de fazer ela gozar lindamente, ele afirmou ser necessário tratar do outro buraquinho... ela gostou muito dessa afirmação!



E ainda ajudou, enfiando seus dedos na xotinha enquanto o pau dele conhecia o que havia lá por trás...

- Doutor Marcos, pelo que nós fizemos até agora, acha que preciso de mais sessões?

- Com certeza, já vou agendar mais duas pra semana que vem.

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Ela descansava, mas ele interrompeu o descanso

 Foi melhor assim...

(escrito por Kaplan)

 

Jessica era uma bela loura, de seus 26 anos, estudante de Psicologia na universidade federal. Sérgio era seu colega de sala, também de 26 anos. Formavam uma boa dupla em trabalhos e pesquisas, e isso acabou por levá-los a outros caminhos. Não se preocuparam em relacionar sua vida amorosa com o que aprendiam na faculdade. Não... isso ficaria para o futuro.

No momento, aproveitar os bons momentos em que ficavam juntos e estudavam atentamente cada parte de seus corpos era o objetivo.

Ela morava sozinha, os pais eram do interior.

Volta e meia Sérgio aparecia por lá.

E foi num desses dias que aconteceu o que irei contar agora.

Na verdade, Jessica estava meio cansada, tinha chegado em casa, tomara um banho gostoso, pusera uma camiseta e uma calcinha e tinha ido deitar. Queria um descanso. 



Estava quase pegando no sono quando ouviu o ruído da porta da sala se abrindo. Só podia ser o Sérgio, ele tinha a chave, já que, como afirmamos, os dois tinham uma vida amorosa baseada na fidelidade e no respeito mútuo.

Era ele, de fato.

Tinha saído do trabalho, ainda de terno, e passara lá para ver como estavam as coisas.

Mas ao ver aquela cena...

Ele pensou que as coisas poderiam ficar melhores!

Então foi até a cozinha, pegou dois copos com vodka e levou ao quarto.

- Acorda, preguiçosa!

- Tô acordada, bobo... só de olhos fechados...

- Toma aqui, vamos brindar.

- A que?

- Ao que vai acontecer em seguida!

Ela riu, sabia o que ia rolar. 



Tirou a camiseta e abaixou a calcinha, mostrando a beleza da bunda e da xotinha.

Entusiasmado, ele tirou o paletó, abriu a calça e ela viu que ele já estava no ponto!

Não perguntou.

Sabia do que ele gostava.

Ela também adorava.

Pegou o pau e sua boca completou. 



Chupou com aquela vontade... ele adorou!

E aí, ficaram totalmente nus, ele subiu na cama e começaram a se beijar, a se tocar.

- Você fica tão gostosa dormindo como eu vi!

- Já te falei que não estava dormindo, só repousando...

- Dá no mesmo.

-  Então, tá. Não vamos brigar por isso.

- Claro que não.

- E nem por outro motivo, a não ser que você não queira me dar aquele prazer que sempre me dá.

- Mas é o que eu mais quero. 





Por cima dela, boca na boca, mão nos seios, pau na xotinha.

Era tudo que ela queria...

E ele caprichou.

Ainda a colocou de quatro e meteu por trás... o dog style de sempre.

E por último, o de ladinho com o gozo quentinho.

Ela gostava muito de beber o leitinho, mas naquele dia não fez questão.



Agora os dois podiam cochilar, dormir, acordar descansados e partir pra outra. Quer coisa melhor?

Eu duvido!

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Não ouse me desprezar, mano...

 Será que tem manos desprezando as manas?

(escrito por Kaplan)   

 

E não é que a senhorita Angélica presenciou o irmão Bruno trocando de roupa e ficou muito, mas muito interessada no que viu balançando entre as pernas dele.

Cara de pau, ela viu e falou com ele que viu e que queria ver mais e até fazer outras coisas...

Mas o Bruno ficou receoso. Por mais que ele e a irmã fossem maiores de idade, moravam com os pais. E se eles descobrissem? Ia ser uma catástrofe!

Então ele ficou negaceando.

E ela não desistiu.

Aproveitando bons momentos de folga que tinham à tarde, ela viu que ele estava sentado no sofá da sala vendo televisão e tentou seduzi-lo sentando de frente pra ele, suspendendo a saia e mostrando a calcinha. 





Ele arregalou os olhos. Ela estava mesmo decidida... só que ele ainda não!

Então, desligou a TV e foi correndo pro quarto.

Deitou-se na cama e ficou ruminando a situação.

E ela?

Ora, ela fez o que achava certo, foi atrás dele.

Entrou no quarto e falou aquela frase que virou o título deste conto:

- Não ouse me desprezar, mano...

- Não é desprezo... é receio do que pode acontecer.

- Irão acontecer belos momentos de prazer. Olha aqui: 



Tirou a calcinha e mostrou a xotinha pra ele.

Ele não sabia o que pensar... mas o pau dele soube!

Ficou duro e ela viu.

Deu um sorriso.

Ele não iria escapar.

Levantou o corpete que usava, mostrando os seios a ele.

Ele estava alucinado.

Não conseguiu resistir a ela tirando sua calça e cueca.

E ela sentou no pau dele. 





- Você é doida!

- Tem perigo não, mano... tomo pílula, estou protegida.

E cavalgou um bom tempo, até ver que ele estava completamente rendido.

Aí levantou e fez um belo boquete.

O Bruno percebeu que ela chupava melhor do que as meninas da faculdade...

Entregou-se completamente.

Comeu-a de cachorrinho. 



Depois de frente. Ela gemia loucamente.

- Estou gozando,mano... mete mais, mete mais!

Ele meteu.

Ela gozou.

Ele tirou o pau de dentro, punhetou e gozou na barriguinha dela.

- Viu como foi fácil e gostoso? Ainda tá com medo?

- Não... você conseguiu, danadinha.

- E você já sabe que não foi só hoje, né? sou muito gulosa, quero todo dia!