sexta-feira, 24 de abril de 2026

Nas férias, as duas encontraram alguém interessante

 Encontro casual ou...?

(escrito por Paulinha)              

 

Olha só o email que a Paulinha me enviou:

Tio, ta tudo bem por aí?

Aqui também. Viemos, Cecilia e eu aqui pra Salvador, e nos hospedamos num hotel muito bacana. Ela fez questão de estarmos na capital da Bahia e exatamente naquele hotel. Me disse que já havia se hospedado nele e gostara muito.

Tudo bem, eu estava sem nada pra fazer e viajar com ela sempre é um bom divertimento.

Mas eu fiquei pensando, depois, que ela havia programado alguma coisa. Não sabia o que, mas parecia.

Bem, chegamos ao hotel, fomos pro quarto, tomei banho, depois ela tomou. E aí saiu do banheiro só de calcinha e ficou olhando pela janela, um pouco escondida. 


- Viu alguma coisa interessante?

- Não, só estava olhando o mar. Amanhã, com sol, vamos sair bem cedo, tá? Quero voltar super bronzeada.

- Por mim tudo bem. Mas agora vamos buscar um restaurante porque estou morta de fome!

Acabamos de nos aprontar e descemos. Cecilia parecia conhecer bem o local. Fomos ao restaurante La Pastieira. Comida italiana muito boa. E um bom vinho também.

Voltando para o hotel, de repente, ela me cutuca e fala: - Olha quem está ali!

- Quem é?

- O Wesley! Lembra dele? Já fizemos um programa juntos!

- Ah... é mesmo. Que coincidência, hein Cecilia?

Ela riu, entendi a jogada toda.

Aparentando surpresa, ela chegou até onde ele estava, o cumprimentou, perguntou se ele lembrava de mim... essas coisas.

E mais uma coincidência: ele estava hospedado no mesmo hotel em que a gente estava.

Ou seja, entramos no hotel e fomos diretos pro nosso quarto, ajeitamos as duas camas de solteira para virar uma de casal. Tiramos as roupas e fomos trepar!

Chupar  nossas xotas foi a primeira coisa, que foi seguida por duas gatas pegando um pau grande e conhecido. 


Lambemos tudo a que tínhamos direito antes de realizarmos o gran finale, qual seja, ele comendo nós duas com muito prazer.

Eu cavalgando, ela beijando meus peitinhos, depois ela cavalgando e eu beijando.



E no final ele comeu o cuzinho da Cecilia.

O meu ficou pro dia seguinte...kkkkk

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Com vinho, ela liberou anal

 Foi difícil, mas ele conseguiu.

(escrito por Kaplan)           

 

 

Caso típico. Ele insiste. Ela resiste.

Renan não se cansava de pedir à Nicole para deixar.

- Ponho só a cabecinha...

- Cabecinha? Você chama essa coisa linda que tem entre as pernas de cabecinha? Ficou doido!

- Por favor, Nicole...

- Que obsessão é essa que todo homem tem?

- Não é obsessão. É gostoso... o encaixe é perfeito. O prazer é grande.

- Prazer seu. Já conversei com amigas que me falaram que é ruim, fazem porque querem agradar os maridos.

- Tem produtos  que a gente pode usar que facilitam a penetração...

- Não, Renan... já falamos sobre isso. Não quero brigar com você. Vem colocar a coisa linda no buraquinho certo e me dar prazer!

Meio contrariado, como sempre ficava quando o assunto surgia, ele fez o serviço direitinho.

Ver a Nicole sedutora, deitada nua, com os seios lindos dela, produzia o efeito ncessário.

Mas não desistia. 





Ele dava um tempo, ficava algumas semanas sem falar nisso, mas nas horas da transa ele sempre passava a mão na bunda dela, no reguinho... ela arrepiava, mas continuava negando.

Ele ousou perguntar a alguns amigos como haviam conseguido.

Um disse que não teve problema porque quando começou a namorar, ela já tinha dado o cu a outros namorados anteriores.

Outro deu uma sugestão que ele achou interessante.

- Leva ela prum hotel bacana, desses all inclusive, que você pode beber à vontade. Mas leve um vinho bom, duas garrafas, para vocês tomarem no quarto. Verá que meio tontinha, ela não vai negar. Comigo foi assim, e nem precisei de pedir, ela me falou que se eu quisesse, tudo bem.

E o Renan fez isso.

Preferiu um motel, que era mais perto e bem mais barato do que hotéis all inclusive. Acreditam que ela desconfiou? Ele estava tão agitado que ela percebeu que alguma coisa ele estava aprontando. 



Só podia ser o sonho dele. E cansada, resolveu que não iria resistir mais. Talvez se arrependesse, mas ficar discutido aquele assunto a vida inteira não dava.

Não disse nada. Esperou para ver se era isso mesmo.

Fizeram tudo como manda o figurino. Ela libertou-se da trança, porque ele gostava de seus cabelos longos.

Ela fez um boquete demorado. 



Interrompia para tomar vinho. Colocou o pau dele dentro da taça e depois chupou todo o vinho.Em retribuição, ele deitou-a e deu-lhe aquela chupada, toda regada a vinho também. Chupar uma buceta com vinho era algo indescritível.

E ela ofereceu sua xota para a tal “coisa linda” que ele tinha.

Mais vinho. Ela já começava a ficar mais alegre do que o normal.

Sentiu que o dedo dele massageava as áreas até então proibidas. Uma espécie de óleo ou creme ele estava usando, mas ela estava de olhos fechados.

Só sentiu quando ele a sentou no seu pau, mas usando o que sempre desejou e que ela tinha negado tanto. 



Ele achou melhor não dar muitas estocadas. Não queria que ela ficasse dolorida e nunca mais topasse fazer anal.

Claro que ela comentou. Não gostara muito, mas foi melhor do que pensava. E sim, podiam tentar de novo. Quem sabe?

 

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Com máscara, ele não viu quem era ela

 

 Vantagem ou desvantagem?

(escrito por Kaplan) 

 

Em nosso clube naturista por várias vezes realizamos bailes que chamávamos de “Mascarada”.

A razão do nome é bem óbvia. Todo mundo tinha de usar máscaras e as danças se realizavam com pares que dificilmente se identificavam.

Em outras ocasiões, no meio do baile era dado um sinal previamente combinado. Ao ouvi-lo, as mulheres deveriam tirar as máscaras  e escolher um parceiro mascarado, em outro baile, invertia-se. Eram os homens que tiravam as máscaras e escolhiam as parceiras.

É bem provável que algumas máscaras acabavam por deixar pistas de quem as estavam usando. E como todo mundo dançava nu, quem conhecia alguma parceira especial logo procurava fazer par com ela.

O que vou contar foi um desses bailes que os homens tiravam as máscaras. De antemão, eu sabia que pelo corpo eles iriam sacar quem era a Meg. Mas ela estava dançando com um novato e ele, candidamente, assim que tirou a máscara, pediu que ela continuasse com ele. O que ela fez, para desespero de quem já sabia que era ela. 


O que  o novato não sabia, ainda, é que a mulher escolhida por ele iria pra cama com ele... e ele foi carregado pela Meg para um dos quartos.

Ele pensou que ela tiraria a máscara. A propósito, o nome dele era Vitor.

E como ela sabia que ele era o novato, resolveu que iria continuar mascarada e sem dar uma palavra. Nada que pudesse revelar quem era ela.

Ele aceitou as regras do jogo. E caiu na cama com ela, agarrando-a de tudo quanto era jeito, mamando, chupando a xotinha dela, passeando com as mãos na bunda soberba. 



Ela ficou extasiada. Ali estava um parceiro para novas e frutíferas trepadas, com baile ou sem baile.

Deixou ele fazer o que bem entendesse. Não havia pressa, ninguém tinha horário para acabar. Todos e todas estavam bem envolvidos, como os dois.

Depois que ele se fartou, foi a vez dela aprontar.

Começou com o boquete, como sempre. 



E depois trepou de todas as maneira que conhecia. E, evidente, a cavalgada não iria faltar, nem o gozo tão esperado.

E ele, doido pra saber se ela iria tirar a máscara.

Mas ela não tirou.

Passaram a noite numa trepação maravilhosa.

E ele ficou sem saber quem era aquela mulher deliciosa que deu tudo o que ele queria naquela noite.

Mas a turma se encarregou de contar pra ele. E ela deu um sorriso pra ele de dentro do carro em que iríamos voltar para a “civilização”.

 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Três gatas para um cachorrão

 Cara de muita sorte!

(escrito por Kaplan)          

 

Realmente, tem pessoas que nascem com o c* virado pra lua. É incrível como conseguem as coisas!

O Mateus, por exemplo, ficou conhecido na vizinhança como um cara muito bom de cama. O que atraiu logo a atenção de duas amigas que moravam ali perto e que comentaram com uma colega a respeito.

Pra ele, que já havia transado com a Carina e a Larissa, individualmente e em dupla, conhecer e receber a Eduarda foi a glória!

Três gatas de uma só vez. E ele como o rei da cocada preta! 



Ela só foi pra transar depois de conhece o Mateus. Não era tão fácil quanto as outras, ela sempre teve reservas quanto a relacionamentos, ainda que casuais.

Mas conheceu, gostou e aí topou fazer parte daquilo que ela considerava uma pequena orgia.

E foi muito bem recebida e teve o privilégio de ser a primeira a receber as boas graças representadas por um belo caralho.

Foi a primeira a ter o bicho dentro de sua boca. 



Mas as duas não deixaram que só ela fizesse boquete. Juntaram-se a ela e chuparam o gostosão também.

Ele fez questão de comer as três. Mas como combinado, a Eduarda sempre seria a primeira, pelo fato de estar estreando no grupo.

Ele perguntou a ela como gostaria, ela disse que adorava cavalgar.

Então ele sentou numa cadeira, ela sentou nele e ficou cavalgando. As duas louras ficaram ao lado, segurando-a e alisando os seios dela, esperando que ela liberasse para elas também cavalgarem. 


E assim, ele contentou as três.

Mas continuaram, tinha muitas coisas mais que podiam ser feitas.

A Larissa preferiu o frango assado.

A Carina, o dog style.

A Eduarda, o anal.

E depois as três receberam o gozo deles em seus corpos. 



O que era antes um ménage, passou, a partir desse dia, a ser mini orgia, conforme classificou a Eduarda.

 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Uma transa na cobertura de casa de praia

 Nem foram à praia...

(escrito por Kaplan)                

 

O convite que Maurício fez a sua amiga Silvia era tudo que ela desejava. A família dele tinha uma casa na praia. E ele a convidara para um fim de semana lá. Ele tinha de resolver uma questão no cartório e conseguira que o tabelião o atendesse no sábado, era o único dia disponível.

Ela ficou muito feliz com o convite e tratou de correr a uma loja para comprar pelo menos dois biquínis. Queria aparecer linda e moderna para ele. No fundo, apesar de eles serem amigos que nunca tinham transado, ela esperava, sinceramente, que eles pudessem entrar em acordo. Afinal, só os dois, numa casa sem mais ninguém... 


Pegaram o primeiro avião e três horas depois ela já estava na casa e ele desceu para os negócios. Pediu a ela que guardasse na geladeira as comidas que compraram tão logo chegaram e que o esperasse.

- Devo demorar umas duas ou três horas, Silvia. Fique à vontade para comer essas frutas que compramos e até mesmo esquentar essa pizza.

- Vai lá, resolve os negócios e volte para a gente curtir esse sol maravilhoso.

Enquanto ele esteve fora, ela fez o que ele tinha pedido. Comeu uma maçã, colocou um biquíni e foi tomar sol no terraço da casa. Em volta, uma natureza belíssima, lá embaixo a praia e o mar. Pouca gente. Basicamente moradores. Não era época de temporada...

Depois de alguns minutos ela pensou que poderia arriscar a ficar nua. Nunca tomara sol pelada, seria uma boa experiência! 




Deitada na cadeira, protegendo os olhos, ela se deliciou com o que estava fazendo. O tempo foi passando, ela acabou cochilando e quando abriu os olhos, viu, entre surpresa e espantada, o Mauricio completamente nu a observando.

- Mauricio, me desculpe... eu dormi e não tive tempo de colocar o biquíni.

- Pra que?

- Ora... pra que...

- Melhor coisa dessa casa, que esqueci de te falar, é justamente isso. Poder tomar sol completamente nus. E vejo que você assimilou rapidamente a ideia... e como você é bela, Silvia...

- Obrigada, mas você também é belo peladinho assim...

Riram. Porque sabiam que ia rolar algo de muito bom.

- Você está querendo o mesmo que eu, não está, Silvia? Nunca fizemos amor, mesmo sendo gandes amigos. Eu gostaria muito...

- venha... sou toda sua!

E a transa aconteceu. Suavemente, silenciosamente. 



- Que bom que aconteceu assim... adorei!

- Vamos comer a pizza? Estou faminto.

Adão e Eva no paraíso, comendo pizza e tomando cerveja.

Ficaram conversando, rememorando suas vidas e tentando descobrir as razões porque nunca tinham transado. Esperaram o sol baixar um pouco, foram nadar na piscina e depois transaram de novo. 


De noite, tomaram chá e comeram o que restou da pizza.

Tomaram um banho e foram dormir.

Mas... já que estavam nus, numa cama confortável.. por que não transar de novo?

Foi o que fizeram.

No domingo, acordaram tarde e se lembraram que não haviam transado durante a noite...

Foram para  o terraço e transaram de novo. 



Foi a despedida... tinham de voltar. Mas agora já voltaram namorados.

Este foi o fim de semana mais adorável para os dois!

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Ele comia a cunhada quando o irmão chegou

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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Cara feliz: tinha duas primas gatas

 O que mais ele precisava?

(escrito por Kaplan)     

 

André era o que se pode chamar de um cara sortudo. Não precisava sair pras baladas para procurar uma companhia feminina que lhe pudesse fazer companhia.

Nem precisava sair de casa.

Uma das vantagens de morar sozinho. Viera do interior para a capital para estudar numa faculdade. O pai tinha pedido para um seu irmão acolher o sobrinho pelos quatro anos de duração do curso.

Mas... o irmão tinha duas filhas, universitárias também e que logo se encantaram com o primo. Mas não era possível fazer nada na casa deles.

Por isso, André arrumou um emprego que lhe permitiu alugar a quitinete.

E ali ele recebia, periodicamente, as visitas das duas primas, Amália e Bianca. 



E elas eram tudo que um jovem universitário precisava.

Já tinham uma longa vivência sexual e poderiam até ensinar a ele algumas coisas.

Mas não fugiam muito do tradicional.

Tiravam a roupa, tanto elas quanto ele.

E o belo pau era alisado, lambido e engolido pelas duas bocas famintas.

Que prazer ele sentia! E as duas também! 



Sem pressa, sem ninguém para atrapalhar.

Elas se deliciavam.

Ora uma boqueteava, assistida pela outra que depois tomava o lugar.

E ali ficavam por tempo que quisessem.

Depois vinha a começão propriamente dita.

- Hoje eu primeiro!

Foi a Bianca que exigiu. Afinal, nas duas vezes anteriores, a Amália é que tinha sido a primeira. Rindo,  André  se posicionou, colocando a Bianca ajoelhada no sofá. 



A irmã, já acostumada, colocou os seios na boca a Bianca. Sim, elas brincavam muito entre si, o que assustou o André inicialmente, mas depois ele se acostumou e até se excitava bastante vendo as duas se pegarem na frente dele.

Já a Amália gostava mesmo era de ser comida de frente, sentindo o peso do André em seu corpo. E ela ficava deitada com a cabeça no colo da irmã.

E as duas também gostavam de cavalgar e ele as satisfazia plenamente.

E quase sempre terminavam com ele se masturbando e gozando no rosto das duas.

Não era um cara de sorte? Quantos de vocês, leitores, gostariam de viver como ele!