No dia seguinte. No café da manhã ainda não sabíamos o que fazer. Parece que a minha amiga ficou interessada em meus causos, insistiu para que eu contasse mais. Mas resolvemos que isso seria na praia. Aquela que permitia topless, desde que as garotas não ficassem andando na areia.
Fomos
pra lá então. O bom dessas excursões é que as agencias programam muitas coisas
e a praia fica meio esquecida. Pra nós foi ótimo, porque pudemos mostrar nossos
peitões enquanto bebíamos e comíamos algumas coisas.
Num
momento em que ficamos só nós duas, pois os dois foram olhar locais bons para
fotos, ela me segredou que meus casos de ontem a noite geraram ótimas transas.
E conversas sobre o futuro, então ela queria saber mais por causa disso.
Então,
quando eles voltaram, contei mais alguns causos, bem picantes, em minha
opinião.
- Nosso Studio era numa galeria de um bairro bom e quando eu
estava fazendo o cursinho, a noite, como era perto, sempre dava uma passada por
lá, pra dar uma última olhada do dia. Às vezes o Kaplan deixava um filme pra eu
revelar. Coisas assim.
E uma vez um colega, já nos seus 30 anos, me acompanhou, falou
que tinha muita curiosidade para ver como era o laboratório.
Entramos, o laboratório era no andar de baixo e o Studio no
andar de cima. Bem, vocês sabem que laboratório tem de ficar às escuras, só com
uma lâmpada vermelha para que se enxergue alguma coisa. Coloca-se o negativo no
ampliador, faz-se a cópia, coloca no químico revelador, depois lava e passa no
químico fixador (10 minutos)
Comecei a revelar, ele viu como era, sentou e pegou umas
revistas que a gente tinha lá, Playboy, Ele e Ela. Eu comprava para ter ideias
de fotos de nus. E a Ele e Ela tinha uma sessão de contos eróticos, ele começou
a ler e comentou comigo. E eu brinquei que qualquer dia ia escrever um conto
sobre uma fotógrafa que transou com um amigo no laboratório.
Ele perguntou: está se referindo a nós dois?
Respondi que sim e aí nos agarramos, beijamos. Parei com o
trabalho e o levei pro segundo andar e lá foi um festival de chupadas e beijos,
transamos bonito! Nem preciso dizer que
ele voltou lá em todos os dias em que eu ia para revelar filmes!
A
turma adorou essa história. E pediram mais, então contei uma fantástica.
Depois que fiz o curso de Belas
Artes, arrumei um trabalho num atelier de arte, e comecei a fazer
muitas esculturas. De tamanho pequeno, acho que todo mundo que começa faz desse
jeito, pequenas primeiro, depois médias e finalmente as grandes, que demandam
um conhecimento perfeito de tudo que se está esculpindo.
E em um dado momento, resolvi fazer
uma escultura para dar de presente pro meu marido, no aniversário dele. Mas eu
falei isso em maio... E o aniversário dele é em fevereiro. Argumentei que seria
uma peça grande, difícil, por isso demandaria muito tempo.
Eu trabalhava à tarde, de 13 às 19
horas. Enquanto trabalhava lá, não mexia na peça que estava fazendo, ia fazer
isso depois do expediente.
E aí aconteceu algo inesperado que me
obrigava a chegar em casa lá pela meia noite, uma hora da madrugada, sempre
cansada, mal tomava um banho, caía na cama e dormia pesado.
Isso durou 6 meses!!!
Depois que terminei falei que só
deixaria ele ver no aniversário.
E na semana seguinte, levei pra casa
uma escultura que um colega havia feito de mim. Bem feita, o colega era
realmente um bom escultor. Era a cabeça e os ombros. Ombros sem roupa.
Ele me olhou, desconfiado. Tive de
contar, afinal não tínhamos segredo. Eu ficava sozinha no ateliê, à noite, mas
um colega logo se interessou em ficar comigo. E o resultado foram seis meses de
trepadas!
- Gente, você é
louca, Meg...
- Mais ou menos...
deixa eu contar mais uma.
Outra vez fiquei
encantada com um careca. Dizem que é dos carecas que nós gostamos mais, né? Eu
não podia fugir à regra! O careca da história era dono de uma loja de roupas
femininas, junto com a esposa. A loja ficava numa rua e ao lado tinha uma
padaria. Era caminho nosso pra ir pra casa. Parávamos lá todo dia.
E o careca safadão ficava observando, observando
e um dia, quando eu estava na padaria, ele foi até lá e fez a
propaganda da loja dele. Fui lá, olhei tudo, gostei de muita coisa e disse que
voltaria depois para comprar um biquíni, pois a gente iria pra praia e o meu
estava já velho.
Voltei, realmente, e
ele mostrou o que tinha e fui experimentar e o local tinha uma
cortina que não fechava direito. E vi que ele olhava, e fiquei excitada, então
tratei de experimentar vários, sabendo que ele estava vendo o bumbum e os seios
, e até mexia no pau, quase rasgando a calça...
Já imaginaram a
cantada que eu recebi, né? E gostei, porque não era coisa vulgar, era de
qualidade, então começamos a sair. Sempre às tardes, porque era o horário em
que a esposa dele ficava na loja e Kaplan ficava no Studio. Portanto, de 14 às
17 a gente podia transar à vontade. Isso durou uns dois anos.
Por coincidência,
ele comprou um apartamento de cobertura na rua abaixo da nossa, o
que significava que, do hall do nosso prédio, a gente via a
cobertura dele. E um dia ele falou que a esposa estaria viajando e me convidou
para ir lá à noite. E deu pro Kaplan ver muita coisa, uns amassos, vinho sendo
tomado, ele tocava órgão, depois entramos pra dentro do apartamento e não deu
pra ver mais nada, mas garanti que foram boas trepadas.
- Você é incrível,
Meg... fica com um seis meses, com outro
dois anos... Espero que não tenha tido nenhum causo nesses dois anos... ou
teve?
Eu tive de rir.
- Acredita que tive?
Vou contar.
Quando começou a
onda de internet e surgiram sites de encontros, essas coisas, acabei conhecendo um argentino e o papo rolou
solto, acabamos nos exibindo um para o
outro, nus mesmo, e fiquei interessada.
Só que era Buenos Aires! E o Kaplan disse que sozinha não dava. Sabe-se lá quem
era o tal rapaz!
Então consegui uma
amiga que topou ir comigo. E lá fomos nós! E o tal rapaz tinha um irmão. Já
viram o que rolou?
Como os dois só
podiam nos receber à noite, pois trabalhavam, nós duas ficamos passeando pela
cidade, conhecendo tudo. E não é que, num restaurante ficamos conhecendo dois
pilotos de avião? Ah... os dois foram traçados também!
Aí o rapaz brigou
comigo e o assunto acabou!
As gargalhadas deles foram demais... cada
causo... deviam estar pensando que eu inventava, mas não... era tudo verdade!
Bem, depois desses causos nós fomos nadar um
pouco.
E o Rob, pra variar, aproveitava para
fotografar.
Depois que ficamos só nós duas nadando, ela
comentando tudo que ouvira, eu me recordei de um episódio que foi, digamos
assim, bem diferente. Então contei pra ela.
A gente morava num
bairro legal e uns dez anos depois que
tínhamos mudado pra lá, vagou um apartamento e um cara chamado Renato mudou-se
pra lá. Solteiro, boa praça, morava sozinho num apartamento de 4 quartos e 3
salas!
E era um desses
garanhões. Que logo começou a se engraçar comigo.
A gente ficou se
conhecendo, assim, mais de perto, numa reunião de condomínio, Kaplan estava fotografando
e não pode comparecer, então fui no lugar dele.
E aí, tendo visto a
gostosa e gostando da gostosa, começou a dar de cima. Ele via que Kaplan saía
cedo, voltava para almoçar, alguns dias ele nem vinha almoçar, por conta de
muitas fotos para fazer e revelar.
Ele era realmente um
sedutor e caí nas malhas dele. E trepavamos no apartamento dele, tomando todos
os cuidados possíveis para que os vizinhos não vissem nada. Nossos apartamentos
eram bem próximos, depois da farra, ele abria a porta, verificava que não tinha
ninguém e eu saía e corria para o nosso apartamento.
Numa sexta-feira, ele
me falou que ele ia inaugurar um barzinho e me convidou para a estreia. Claro
que Kaplan não podia ir, tinha festa de 15 anos para fotografar, então eu fui.
Só que a inauguração
seria no sábado... entendeu?
Ele quis fazer uma
inauguração só comigo. Trepamos nas mesas, em cima do balcão do bar, na
cozinha... conheci todos os ambientes do barzinho.
Outra ocasião foi
até um lance perigoso.
Eu estava no
apartamento dele e deu vontade de trepar no banheiro. Então entramos, tomamos
banho com todas as chupadas possíveis e imagináveis, e quando saímos, ele me
colocou sentada na bancada da pia para meter... e a bancada quebrou!
Por sorte nós não nos machucamos, mas eu ficou apavorada! Achei melhor sair com ele, daquele dia em diante para trepar em motéis. Não deixou de ser divertido, mas foi realmente perigoso!
Aquele dia foi muito
legal.
Claro que teve fotos
dessa pobre donzela dormindo, tomando banho... ele não parava um minuto!
E à noite, mais uma
rodada de cervejas e causos. Só eu que falava, parecia que era a única depravada do grupo!
Vamos aos próximos:
Kaplan tinha vários irmãos e irmãs. E um deles era casado com
uma bela moça, que tinha uma família enorme também,
Eu tenho vários irmãos e irmãs. E um deles era casado com uma
fantástica mulher de Juiz de Fora, que tinha uma família grande também.
E nas férias... praia que ninguém é de ferro. E eles nos
chamavam e quase sempre dava pra todo mundo ir;
eu, o Kaplan e um punhado de crianças. Mas tinha épocas em que eu ia
sozinha, pois o trabalho do Kaplan estava grande e não dava pra ele ir.
Pois bem, numa das vezes em que fui sozinha, fiquei conhecendo
um parente da família da que chegou lá,
de moto, para passar um fim de semana. Ele trabalhava no Rio e tinha
aproveitado para rever os parentes.
Fiz questão de ver como
era a moto... entendem?
E tinha uma parente que ele não conhecia, certo? E gostou muito
de conhecer. Ele chegou numa sexta à noite e voltaria no domingo. E só de ver a
parente não conhecida até então, ele ficou muito interessado e aproveitou o
resto da noite para conversar comigo numa das redes que ficavam na varanda da
casa. Foi o bastante para eu desejar o rapaz.
Bem, o sábado era o meu dia na cozinha. A turma revezava, para
que todos pudessem curtir praia, então, cada dia era uma família que cuidava do
café da manhã, do almoço e do lanche da tarde/quase noite. De noite era só pipoca
mesmo...
Então, eu tinha dito a ele que o sábado era meu. E que tinha de
levantar cedo para comprar os pães numa padaria que tinha perto da casa. E
fazer o café, o Nescau, sucos, tudo que a multidão de crianças e adultos
consumia.
Ele disse que iria na padaria e compraria o que fosse
necessário, enquanto eu ficava fazendo as coisas na cozinha. Adorei, era menos
trabalho. E ele ainda falou que iria comprar uns peixes e fariam uma peixada no
almoço, ficaria por conta dele também, sabia fazer uma peixada excelente.
Percebi que com essa ajuda eu até poderia pegar um pouquinho de
praia naquela manhã... rsss, então, ao levantar, já pus o biquíni, aliás, todos
na casa andavam com os trajes da praia, era todo mundo conhecido...
Bem, quando ele levantou e foi à cozinha saber o que tinha de
comprar, me viu, de costas pra ele, com
o biquíni quase fio dental que eu usava. Não teve dúvidas. Chegou por trás e
pegou no bumbum com as duas mãos. Eu quase deixei cair o que estava lavando.
Virei, ganhei um beijo, tremendo porque alguém poderia ver e dei a ele a lista
do que comprar. Ele sorriu, saiu, foi à padaria, quando voltou a maioria das
pessoas já estava de pé, aguardando. Tomaram o café, o chocolate e em seguida
dispararam para a praia, deixando nós dois sozinhos... era tudo o que nós
queríamos! Fomos para o quarto e demos uma bela trepada.
E combinamos de sair de moto mais tarde, para “ver o por do sol”. Para isso, tivemos de deixar o lanche da tarde/noite pronto, saímos lá pelas 4 e meia, ele disse que sabia qual o melhor local para ver o por do sol. Para dar crédito, ela levou a máquina e tirou algumas fotos. Claro que trepamos de novo, não podíamos perder a oportunidade.
No domingo, não teve jeito. Todos na praia, de tarde a criançada
querendo dar uma voltinha com ele na moto... e ele voltou para o Rio. Poderia
ter voltado no fim de semana seguinte, mas as férias acabariam na quarta feira,
então não deu para rolar de novo.
Em outra viagem pra
praia, fomos só eu e Kaplan. E o diabo estava lá. Eu o vi na hora do café da
manhã e fiquei indócil. Cara lindo, corpão malhado, confessei que ele era tudo
de bom e queria ver se pegava o rapaz.
Meu marido morria de
rir de mim. Não era a primeira vez que acontecia algo assim.
Só que este donzelo ficou
muito cabreiro quando viu meu marido e quando ele saiu pra fazer uma caminhada,
eu fui atrás, batemos um papo muito bom, ele percebeu que eu estava a fim dele,
mas ficou receoso, já que eu era casada.
Isso era realmente
irritante. Não adiantava eu falar que tinha um casamento aberto, que meu marido
não ligava se eu tinha casos...
Então, bolei um dos
planos malignos. Vendo que ele gostava de caminhar sempre na mesma direção, chamei
Kaplan para ver o que eu tinha aprontado. Tinha visto uns pedaços de madeira
numa parte mais afastada, bem deserta.
Fiquei lá, esperando
o moço chegar. Falei com Kaplan para
ficar meio escondido e ele aproveitou para fotografar. Fiquei em pé junto
àqueles pedaços de madeira, tirei o sutiã e joguei pra ele.
E quando o jovem
chegou perto, não tinha mais ninguém ali naquele pedaço, surgi pra ele,
mostrando os seios. O cara ficou bobo, ainda mais porque ele viu o Kaplan em
seguida. Não sabia o que fazer. Eu disse que ele estava ali para comprovar que
não tinha problema algum eu transar com ele. E o Kaplan deu tchau se mandou de
volta. Claro que ele deixou o sutiã comigo, para que eu pudesse voltar!
Transamos dentro do
mar e na areia. E entrou areia na xotinha, então ele teve de tirar com a
língua... garanti que precisava fazer isso com o maridão!
Depois desse, falei que não contaria mais nada. Eles foram pro quarto se divertir e eu fiquei na cama, peladona, esperando o Rob tomar banho.
Pena que só faltava um dia daquelas férias maravilhosas...














