sexta-feira, 6 de março de 2026

Paulinha e Cecília dando pra dois irmãos

Foi sem planejamento... mas foi bom!

(escrito por Kaplan)

 

Sim, às vezes, o que acontece sem ser programado acaba sendo bom ou até ótimo!

Foi o que aconteceu com as duas.

A Cecília chegou em casa com o Nilo, seu ficante do momento, e foram direto pra cama e começaram a se pegar.

Não haviam prestado atenção no barulho do chuveiro, o que indicava que mais alguém poderia estar na casa... amantes são tão descuidados!!!

Assim, mal tinham começado, a Cecília ainda de calcinha e sutiã e tirando a bermuda do Nilo e pegando no pau dele, quando a porta se abriu e aparecem a Paulinha, pelada, e o Tadeu com uma toalha tampando a parte de baixo. Aliás, a curiosidade maior foi pelo fato de Nilo e Tadeu serem irmãos! 


- Uai... protestou a Paulinha – o que é isso?

- Ora, não sabe? – respondeu a Cecília. Vou te explicar, eu e o Nilo estávamos começando uma transa que a gente imaginava seria muito boa, quando vocês dois me aparecem, sem avisar.

- Ora essa, eu e Tadeu já estávamos aqui antes de vocês chegarem. Fomos tomar um banho e aí encontramos vocês dois... que coisa!

Cecília olhou pro Nilo.

- Você se incomoda com os dois aqui junto com a gente?

- Nem um pouco.

- Então, tá. Vamos continuar e vocês dois podem começar. Tudo em família!

Rindo, eles fizeram como ela sugeriu. Enquanto Cecília fazia boquete no Nilo, na cama, Paulinha tirou a toalha do Tadeu, ajoelhou e ficou chupando o pau dele ali mesmo.

E aí se ajeitaram na cama, para caber os quatro.

E lá estavam a Cecília sendo comida pelo Nilo e a Paulinha sendo chupada pelo Tadeu. Lado a lado... 


E cada qual se ajeitava como gostava...

Paulinha também foi comida como a prima.

Depois ela foi cavalgar enquanto Cecília era comida de cachorrinho.

A Cecília foi cavalgar também e a Paulinha deu de ladinho pro Tadeu.

E quando a Paulinha viu a prima cavalgando, teve uma ideia.

- Ei... que tal a gente fazer um troca-troca?

- Como assim?

- Você vem cavalgar o Tadeu e eu vou cavalgar o Nilo. Não é tudo em família?

Eles pensaram um pouco, mas a Cecília entusiasmou.

- Vamos sim. 



E trocaram os parceiros. E cavalgaram até que os quatro gozassem, cheios de tesão pela novidade.

quinta-feira, 5 de março de 2026

De quando ajudei Meg pegar um vizinho tímido

 Não me chamem de doido ou de corno, por favor!

(escrito por Kaplan)   

 

Podem acreditar! A história não deixa de ser engraçada e vou falar sobre isso, mas a parte final quem contou foi a Meg.

Tudo começou quando encontrei um amigo na rua e ele, depois de um papo, me falou:

- Cara, mas a Meg continua a mesma, hein?

- Sim, cada vez mais bonita.

- Não é disso que estou falando... é do exibicionismo dela!

- Uai... onde você a viu?

- Na verdade, eu não vi, mas meu amigo Quintino, que mora num prédio em frente ao seu, ele tem uma visão privilegiada dela, no quarto, no banheiro, na sala, na varanda... e tira fotos até não poder mais. Me mostrou outro dia. Cara... sua mulher é gostosa e deixa os homens malucos. 







- E esse Quintino, já tentou alguma coisa? Porque ela nunca me falou dele.

- Eu acho que ela nem sabe o nome dele. O cara é super tímido, te garanto que ele nunca iria procurá-la ou telefonar pra ela... ele se contenta com o que vê, bate as punhetas dele e fica com as fotos. Aliás, algumas são muito ruins. Mas tem algumas boas.

- Me apresenta ele.

- Vai encher ele de porrada?

- Não... quero ver as fotos que ele tira e dependendo de eu gostar do sujeito, até apresento ele pra Meg.

- Como sempre, acho que você e ela são loucos alucinados. Mas vou te satisfazer. Vamos lá.

- Não diga a ele que sou o marido. Fala que me contou das fotos e eu queria ver. Só isso.

Fomos então até o apartamento do Quintino. Quando meu amigo falou como eu pedira, ele ficou meio ressabiado, mas garantimos a ele que eu só queria ver.

Então ele mostrou algumas. Realmente, muitas eram mal feitas. Aqui estão dois exemplos das melhorzinhas. 




Fiz um sinal pro meu amigo sair, ele inventou que tinha um compromisso e fiquei com o Quintino vendo as fotos. Devia ter mais de 100!

E aí inventei que eu conhecia a moça, ela se chamava Meg, e se ele quisesse, eu a apresentaria a ele.

- Ela tem uma vida muito livre, se gostar de você, pode até rolar alguma coisa interessante...

- Ah, meu caro... eu jamais conseguiria isso.

- Por que não?

- Imagina se um mulherão desses ia querer alguma coisa comigo...

- Deixa de ser bobo. Tô falando que a conheço e sei que ela pode gostar de saber que você a fotografa, vai querer ver as fotos!

- Socorro... nunca, jamais, em tempo algum eu mostraria!

- Olha, vamos fazer o seguinte. Como eu a conheço vou falar de você pra ela. Me dá seu telefone, se ela te ligar é porque ficou curiosa e interessada. É o primeiro passo.

Com muito custo ele me passou o telefone. Fui pra casa e comentei com a Meg. Realmente ela ficou curiosa. E telefonou pro Quintino. 


Ele não acreditou. Ela falou:

- Olha aí na minha sala, sou eu mesma que estou te ligando. O Kaplan me falou que você é meu fã, quero te conhecer. Vem aqui no meu apartamento!

Mas traga as fotos... quero ver o que você já viu de mim!

Bem... agora é a parte que a Meg vai contar.

- Achei graça no tal Quintino. Ele gaguejava, e fiquei sem saber se ele viria mesmo me ver. 




Mas veio! Trazia um envelope desses maiores que parecia cheio de alguma coisa, ou seja, as fotos que ele tirou de mim.

Kaplan já tinha me avisado que nem todas eram de boa qualidade. Mas gostei de algumas sim, como essas aqui:  






Fiquei comentando com ele sobre como tirar fotos melhores, mostrei fotos minhas, sem falar que era do maridão...falei que eram de studios.

E aí quis conhecer melhor o Quintino.

Conversamos muito, ele era tímido mesmo, mas consegui soltar a língua dele.

E cheguei no ponto que eu queria, porque estava mesmo a fim de trepar com ele.

- E quando você tira essas fotos minhas? Qual a sua reação?

- Como assim?

- Bate uma punheta em minha homenagem?

O cara ficou mais vermelho que um tomate! Gaguejou, tentou falar que não, mas eu encarei ele firme e ele confessou que sim, batia quase todo dia.

Tirei a roupa. Fiquei nua na frente dele. 



Ele fez menção de puxar o celular e me fotografar.

- Nada disso... nada de fotos... quero que você me coma!

Pinto não muito grande... talvez fosse o motivo da timidez dele.

Mas depois do trato que dei... entenda-se, um belo boquete, transamos gostoso. Muito bom. As punhetas diárias fizeram com que ele aguentasse bastante tempo, gozamos juntos.

Aí ele se despediu, me agradecendo.

Contei pro Kaplan.

- Vai querer mais?

- Vou... gostei mesmo! 

 

Eu de novo.

Fui na casa do Quintino no outro dia.

- Então? Correu tudo bem?

- Maravilha!

- Eu sei, ela me contou.

- Te contou? Como assim?

- Somos casados, nada que acontece fica escondido.

Ele ficou branco.

- Veio me agredir?

- Eu não. tá  maluco? Só vim acertar as coisas.

- Diga.

- Você poderá voltar lá quando quiser, é só telefonar marcando. Ela gostou muito de você.

Agora, nada de fotos. Se a gente pegar você fotografando ela de novo... acaba tudo. E as fotos que você já tirou, pega e me dá, todas. Contente-se só em ver e trepar.

Foi assim que aconteceu. Acreditem se quiserem!

 

quarta-feira, 4 de março de 2026

Você está sendo fiel, não faz nada sem eu saber!

Assim é que se vive bem!

(escrito por Kaplan)

 

Mais um belo casal que tem confiança total no que eles fazem, inclusive quando transam com pessoas de fora do casamento.

Foi assim que Olga gostou de ver seu marido Gutemberg confessar uma saída com Bruna, amiga deles. Tinha pintado um clima, confessou ele e foi recíproco, mesmo os dois sendo casados. Sim, Bruna era casada com Wesley, também amigo deles. E, pra variar, já tinha acontecido. Bruna já confessara essa suposta “traição”. Ela e Wesley já tinham transado.


Gutemberg e Olga foram para a cama e uma bela trepada selou o casamento aberto que passavam a ter. Sim, confiança em contar tudo. Isso não era traição, era fidelidade. Era como eles pensavam.

E depois daquela trepada, eles ficaram conversando e pensando como deveria ser bom um swing. Os quatro transando juntos. Cada marido vendo a esposa dar pro outro e cada esposa vendo seu marido comendo outra.

Conversaram com eles. Eles toparam.

E se encontraram na casa de Bruna e Wesley. 



Apesar de todos estarem sabendo do que já tinha rolado individualmente, o primeiro encontro foi meio tímido. Nada que um bom vinho deixasse de resolver. Duas garrafas esvaziadas fizeram com que o tesão reprimido aflorasse e sem nada perguntar, Gutemberg pegou a Bruna, o que foi logo copiado pelo Wesley, que agarrou a Olga.

Nada de constrangimentos quando ficaram os quatro nus.

E ali mesmo no sofá da sala, a transa teve inicio, com a Olga sendo chupada e com a Bruna chupando o Gutemberg.

E tome começão.

Bruna foi comida por trás, e estava com a Olga ajoelhada em frente a ela e sendo comida também. 


Gemidos das duas eram ouvidos e só serviam para aumentar o tesão de todos eles.

- Vamos fazer tudo igual?

Era a proposta da Bruna, que foi aceita.

Assim, as duas sentaram meio reclinadas no sofá e foram penetradas pelos dois, na frente. Uma ao lado da outra, até encostando mesmo seus corpos.

Depois as duas fizeram seus homens sentarem e sentaram nos paus deles. Uma cavalgada lado a lado. Nunca tinham imaginado isso e estavam adorando! E elas pulavam... pulavam... 





E gozaram, arfando, uma olhando pra outra, sorrindo.

- Eu gosto, mas não sei você – disse a Olga.

Ela se referia a transa anal.

Bruna falou que só tinha feito uma vez, quando era mais jovem, e nem tinha sido com o Wesley.

- Vamos nessa?

Ela topou e ali mesmo os dois tiraram os paus das bucetas delas e enfiaram nos cuzinhos.



Eles gozaram dentro. Elas já tinham gozado, mas gostaram do que rolou.

Voltaram ao vinho, agora pelados.

Bruna sentada no colo do marido e Olga sentada no colo do marido.

Conversaram a respeito.

E chegaram à conclusão de que aquela tinha sido apenas a primeira vez. Muitas outras iriam acontecer!

 

terça-feira, 3 de março de 2026

Denise amava o pintão do colega professor

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segunda-feira, 2 de março de 2026

O novo amigo deu flores e um pau no aniversario de Meg

 Ela sempre gostava de fazer novos amigos

(escrito por Kaplan)   

 

Meg sempre teve muitos amigos e eles gostavam muito dela.Por ocasião do aniversário, eu sabia: a casa ia se encher de flores, vários enviavam e sempre lembravam das boas transas... o que quer dizer que estavam querendo bis.

Ela nunca recusou os bis... seria muito feio recusar!



Mas teve um ano, não me recordo mais qual, em que um novo amigo, que ela tinha conhecido no mês anterior e andaram dando uns rolés, esse novo amigo, Jurandir, a surpreendeu, porque, em vez de mandar as flores por meio das próprias floras onde compravam, ele fez questão de ir lá em casa entregar.

Ela ficou emocionadíssima.

Era um buquê lindo. E junto com ele veio um abraço apertado... e ela sentiu que algo duro a cutucava... 





Não teve dúvida. Ainda não tinha transado com ele, mas seria ali. Naquele dia, naquela hora.

- Eu nunca deixo de agradecer as flores que me mandam, e jamais deixaria de agradecer as suas flores, entregues com tanto carinho e tanta excitação. Deixa eu ver?

Ele deixou. Por que não deixaria?

E o  agradecimento dela vocês já sabem qual foi. Pegar, beijar, lamber e fazer aquele boquete sempre tão elogiado por quem tinha a sorte de ter seu pau nas mãos e na boca dela. 



- Mas meu presente não foi apenas isso, Meg...

- Imagino que não... ela riu enquanto tirava a roupa.

E ele deu-lhe uma chupada bela, ali mesmo na sala, ela se apoiando no sofá e vendo a língua dele fazer maravilhas em sua xota.

- Deixa eu te comer, Jurandir?

- Como assim?

- Vocês homens... acham que nos comem, mas quem é que abre a boca pra linguiça entrar?

Ele riu.

- Nunca tinha pensado nisso.

- Vamos lá, põe essa linguiça aqui dentro. 


Ele foi comido por ela, ali mesmo no sofá, de frente, de frango assado, de cachorrinho.

E claro, a comida melhor de todas: ela cavalgando com a linguiça dentro dela.

Naquele ano, o bis foi para o Vinicius. Ela o escolheu porque ele adorava trepar com ela usando meias, essas meias compridas, pretas... e como ela tinha ganhado um par, dado por uma amiga, resolveu ligar pro Vinicius, para agradecer as flores e contar desse presente.

Ele ficou eufórico.

Apareceu à noite. Eu tinha saído, a pedido dela.

E ela o recebeu usando apenas as meias... 




Ele arregalou os olhos... era muita areia pro caminhão dele... mas ela gostara da outra vez que transaram.

Deu um belo trato nela, com os dedos e com a língua.

E depois ela abriu a “boca” para receber a bela linguiça dele.

Treparam muito. Na nossa cama, olha que absurdo...

Quando cheguei em casa, a cama toda desarrumada..

O jeito foi deixar ela me comer também!

 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Patrão gostava de comer a secretária

 E ela gostava de ser comida

(escrito por Kaplan)   

 

 

Realmente, a convivência entre patrões e secretárias, especialmente quando os dois ficam sozinhos a maior parte do tempo e conversam sobre tudo... acaba rolando.

Já comentei vários casos aqui.

E hoje falo do arquiteto Hermes e de sua secretária, Sybil.

Ela já trabalhava com ele um bom tempo.

Ambos solteiros.

Ambos bonitos.

Não demorou muito para que as conversas começassem a girar em torno de sexo. 





E das conversas... passaram à ação!

Foi na época das férias na universidade que Sybil frequentava.

Assim, ao terminar o horário do trabalho, começaram a sair, ir a cinemas, a barzinhos.

Surgiram os primeiros beijos quando ele a deixava em casa.

E no dia seguinte, os beijos foram dados quando ela chegou no escritório.

Ficaram o dia todo rindo, conversando... mas sabiam o que queriam.

E naquele dia, ao término do expediente, em vez de saírem, ficaram trancados no escritório.

E aconteceu. 


Ele sentado,nu.

Ela, nua, sentada no pau dele.

Beleza de trepada.

Ambos gostaram muito.

E sabiam que não ficaria só naquilo. Haveria muitas mais.

Iam a motéis, iam no apartamento dele.

Mas no dia em que comemoravam o primeiro mês, foi no escritório mesmo, e ela usou a mesma roupa.

E no segundo mês... repetiu-se a cena. 





Nua, deitada na mesa, ela fez um boquete nele.

Depois, ajoelhada na mesa, ele a comeu por trás, segurando os cabelos dela.

Levou-a para o sofá e a comeu de ladinho. Ela adorava!

E gozou em sua boca. 



Perguntarão vocês: por que eles não se casaram?

Eles responderiam: pra que estragar esses encontros fantásticos?

Resposta bem interessante, concordam?