Contos Eróticos de Kaplan e Meg
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Ele dormia, bêbado, mas Cecilia sabia como acordá-lo
domingo, 20 de setembro de 2026
Seu Otávio queria conhecer uma praia deserta. Meg o levou!
Se tinha algo que ela adorava... era praia deserta!
(escrito por Meg).
Faz tempo
que não coloco aqui alguns relatos que a Meg deixou no diário, de aventuras
dela com seu Otávio, aquele fazendeiro que ficou encantado com ela desde que a
conheceu e tornou-se um amante dedicado.
Numa das vezes em que ela estava na fazenda, depois de uma bela trepada no mato, ele manifestou o desejo de conhecer uma praia deserta. Logo ela sacou o que ele pretendia fazer numa praia deserta... comê-la direitinho!
Adorou a
ideia. E vamos ver como a coisa aconteceu.
Essa ideia do seu Otávio foi ótima. Sempre
gostei de praias desertas, onde eu posso nadar de topless ou pelada mesmo.
E conhecia várias. Naquela época ainda não
havia esse furor de turistas em praias até então tranquilas. Só com pescadores
e olhe lá!
Então dei as coordenadas a ele e fomos.
Já na viagem eu tesei o coroa.
Ficava abaixando o vestido e mostrando os
seios. Claro que ele olhava e elogiava, mas os caminhoneiros também viam e
buzinavam!
Chegamos.
Primeira coisa: investigação sobre possíveis
elementos humanos estarem presentes.Felizmente, nada foi observado.
- A gente pode ficar pelado mesmo, Meg?
- Claro que pode. Mas olhe, cuidado com o sol.
Eu trouxe protetor e precisa passar, você está muito branco.
Passei nele e depois pedi que ele passasse em
mim. O safado gostou disso!
Depois ele quis ficar deitado um pouco,tomando
sol.
Aproveitei para fazer uma pequena caminhada.
Nada como andar nua numa praia deserta!
Sempre faço caminhadas. Nas praias é tranquilo,
faço mesmo.
Mas... quase sempre é de biquíni.
Então, o prazer de caminhar nua na praia é
outro departamento!
Quando regressei, fiz ele levantar. Não podia ficar só deitado...
Abracei-o.
Nos beijamos.
Entramos no mar. A água estava bem fria, mas
suportável.
Brincamos muito, nos beijamos, ele mamou em
mim, eu fiz boquete nele com as ondas batendo forte na gente... divertido.
Voltamos para a areia.
Estendi uma toalha e mandei ele deitar.
E sentei no pau dele, e pulei até cansar.
E fizemos de tudo para alegrar o coroa gostoso.
Fizemos 69, fiquei de cachorrinho, até papai e
mamãe aconteceu.
Ele adorou a experiência. Disse que queria
fazer mais vezes.
E fizemos mais três vezes, em praias
diferentes.
Realmente, é algo que valia a pena fazer!
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Ele elogiou as pernas dela... aí ela mostrou o resto!
Denise, a que não perdoa!
(escrito por Kaplan)
Denise
vivia encontrando os antigos colegas professores. Ela havia se aposentado e de
vez em quando, para matar a saudade, dava um pulo no colégio. Era uma festa!
Tinha um
professor lá com quem ela transou bastante enquanto ambos davam aulas. Mas ele
também tinha aposentado.
Num desses
dias em que ela esteve lá, ia sempre na hora do recreio para poder conversar e
ver os antigos amigos e amigas. Num dia desses, como estava falando, um dos
professores, o Jorge, ficou na sala porque tinha um horário vago. Os dois
ficaram conversando.
Ela estava
de saia, e quase sempre era curta.
E ganhou
um elogio.
- Denise,
suas pernas são maravilhosas!
- Nunca
tinha visto? Eu vinha sempre de saias curtas.
- Mas eu
não fixava, porque sabia de sua história com seu colega da História.
- Sabia?
Como assim? Ele contou?
- Não, não
contou, mas a gente reparava nos olhares de vocês... tava na cara que vocês
tinham um caso. Por isso nunca me manifestei, mas hoje posso fazer o elogio.
Aquilo
deixou Denise arrepiada.
- Você tem
mais aulas hoje?
- Folgo
nesse horário e depois dou aula no último.
- Está de
carro?
- Não.
- Eu
estou, vou te dar uma carona pra gente conversar melhor a respeito disso.
Ela estava
eufórica e o Jorge quase não conseguiu dar a aula direito, só pensando o que
poderia ser aquela “conversa melhor”.
Pois bem,
as aulas terminaram, ela e o Jorge foram em direção ao carro, e ela o levou
para o edifício onde mora.
- Que
lugar é esse, Denise?
- Meu
apartamento é aqui. Vamos entrar.
Entraram e
ela foi direto ao ponto.
- Jorge,
eu fiquei encantada com seu elogio. E acho que posso retribuir o elogio,
deixando você me ver por completo. Que tal?
- Acho
magnífica a sua ideia.
Ela sorriu
e tirou a roupa toda.
Ele ficou
encantado. Não eram apenas as pernas que ele considerou maravilhosas, tudo nela
era maravilhoso.
Ficou
admirando-a, quase babando.
Ela não
perdeu tempo.
- Escuta,
para de me olhar e me mostra se você também é maravilhoso...
Ele
entendeu o recado.
Ficou
pelado.
Pau duro,
claro.
Ela gostou
do que viu.
E pegou e
fez boquete.
Ele gemia.
Nem foi
preciso ir pro quarto.
O sofá...
ah! Se os sofás falassem...
Foi no
sofá mesmo que os corpos se encontraram, se possuíram.
- Foi
maravilhoso, Jorge!
- Também
achei.
- Qualquer
dia desses, eu vou lá no colégio de novo... entendeu?
Ele
sorriu. Claro que entendeu!
terça-feira, 15 de setembro de 2026
A caloura estava no beliche, mas levantou!
Estava doida pra acontecer!
(escrito por Kaplan)
Pois é...
bons tempos de universitários que estudavam em cidades longe da família... a
Julieta passou em três vestibulares e escolheu uma universidade que ficava bem
longe. Tinha um motivo: amiga sua, que estudava lá, falou maravilhas dos
colegas...
Entenderam,
né?
Isso
mesmo!
Ela queria
bons motivos de farra, além de estudar, é claro.
E já na
primeira semana de aulas, morando numa república onde havia dois beliches no
quarto, ou seja, quatro jovens juntas, que não se conheciam, mas logo estariam
sabendo de tudo!
Só que a
Julieta, que chamara a atenção de vários estudantes, ainda não pudera
experimentar o que a sua amiga havia garantido...
E uma
manhã, logo depois da aula, ela chegou no quarto, as demais não estavam lá.
Arrumando
o beliche, usando um short e uma blusinha com alcinhas, ela ficava pensando o
que estava acontecendo que ela não conseguia nada do que queria.
Aí viu a
porta do quarto abrindo e achou que era uma das colegas, mas teve a surpresa de
ver que era o Alfredo. Ela o conhecera na sala de aula. Haviam conversado,
parecia que seria uma boa amizade, mas quando ela o viu entrando no quarto,
logo teve a certeza de que a amiga não mentira pra ela. Rolava sexo, sim...
E não
podiam perder tempo, pois as demais poderiam aparecer...
Então ela
foi logo tirando a blusa, pois ele pediu.
E depois de estar com os seios nus, ele pediu pra ela tirar o short.
Ela tirou.
- A
calcinha também...
Ela sorriu
e tirou.
Não cabia
em si de contente... ia trepar pela primeira vez naquela cidade...
- Você tem
um corpo maravilhoso!
-
Obrigada... mas eu não sei se o seu é...
- Pode
verificar, com seus próprios olhos!
Ela
adorou, ajoelhou na frente dele e abaixou a calça, pegando no pau, admirando e
logo pondo na boca. Ela já sabia fazer as coisas!
Mas ele
não... Ela mal deu uma chupada e ele gozou em sua boca.
Ela ficou
olhando pra ele, não acreditando no que tinha acontecido.
E ele,
sorrindo, vestiu-se e foi embora, deixando a Julieta frustradissima. Que
horror! Será que todos eram assim?
Ficou uns
três dias sem saber o que fazer, até que um outro colega, que morava na cidade,
falou com ela que os pais ficavam fora o dia inteiro e ela poderia ir lá...
Ela
resolveu ir. Mas tinha a certeza que se fosse igual ao Alfredo... não tentaria
com mais nenhum cara da faculdade!
Deu sorte.
Ele era
mais gentil, recebeu-a muito bem e logo estavam os dois nus.
O boquete
foi legal, sem gozo dele, mas ela quase gozou quando ele deu-lhe uma chupada
que ela nunca tinha recebido igual!
A trepada
foi ótima. Fez ela acreditar que poderia rolar muita coisa.
E foi ali
mesmo, na casa dele que dois dias depois eles se encontraram e, sem maiores
conversas, já foram para o quarto, arrancando as roupas.
Deitaram-se
e ela o boqueteou novamente.
E ganhou
aquela chupada fantástica!
E sentou
no pau dele para dar uma bela cavalgada.
Sentada de
frente pra ele, depois de costas, mostrando a bela bunda se mexendo.
E ainda
foi comida de frente.
E depois
de dog style.
Já tinha
gozado quando ele colocou o pau entre os seios dela, fazendo a famosa
espanhola, gozando nos seios dela. Ela vibrou.
Aquele
seria o companheiro dela por um bom tempo!
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Um amigo chamou Denise para ser sua secretária
De professora a secretária... um avanço, né?
(escrito por Denise)
Eu estava
calmamente, em casa, com esse calor, só de calcinha, quando recebo um
telefonema. Surpresa? Sim, um pouco, mas achei, a principio que era só pra
bater um papo. Só que não.
Sabe quem
era?
O Jacques!
Fazia
tempo que a gente não se via.
E a
surpresa é que ele me ligou para perguntar se eu estava sem fazer nada na vida.
Dei uma
risada.
- Claro,
né? Como uma boa aposentada, faço nada...
- Tá a fim
de ganhar uma nota boa?
- Opa!!!
Gostei disso...
- Estou
precisando de uma secretária. Não é coisa definitiva, é só por dois meses.
- Legal...
topo sim. O que tenho de fazer?
-
Primeiro, venha ao meu escritório para a gente combinar tudo.
Me passou
o endereço e lá fui eu.
Parecia
tranquilo. Ele trabalhava nesse ritmo de hoje, o tal do home Office.
Eu ia
atender telefone, arrumar uma papelada incrível que ele tinha completamente
desorganizado. Tinha de separar por assunto, colocar em pastas, enfim,
organizar o arquivo dele que estava literalmente uma zona.
Mas eu
gosto desse tipo de desafio.
Comecei
naquele dia mesmo. E nos outros dias fui com roupas mais provocantes...
Era uma quarta feira.
Eu fiquei
com vergonha de perguntar se iria trabalhar no sábado também.
Preparei
um café e levei pra ele, que estava na mesa escrevendo no laptop.
Ele me
olhou com carinho.
- Isso é
que é secretária eficiente... até cafezinho ela traz pro patrão!
Riu e eu
também. Sentei na frente dele e fiquei esperando ele tomar para perguntar.
Falei em
surpresa? Agora teve!
Como a
mesa era de vidro, só a tampa e laterais. Ele pegou meu pé!
Puxou pra
perto.
E fez
carinhos na minha perna. Esfriei! Eu sempre gostei dele, mas nunca tivemos
nada. E percebi que iríamos ter!
- Eu te
convidei não só pra trabalhar...
- Comecei
a perceber...
- Tudo
bem?
- Claro,
por que não?
Então nos
levantamos, juntamos nossos corpos e rolaram beijos e amassos.
Senti o
volume e não resisti. Ajoelhei e baixei a calça dele. Adorei o belo pau que
surgiu na minha frente e , claro, tratei de fazer um belo boquete.
Ele tirou
minha roupa, me colocou deitada na mesa... que perigo! Era de vidro!
Mas nem
notei isso na hora, porque a língua dele começou a me deixar totalmente
vidrada. Que chupada deliciosa!
Tinha um
sofá lá e ele me colocou de quatro e mandou ver!
E ainda me
deixou cavalgar... gozei horrores!
Aí que
consegui perguntar se ia trabalhar sábado.
- Sim, eu
gostaria, mas não será aqui.
- Não?
Onde então?
- No meu
sítio. Não posso me dar ao luxo de ficar sem trabalhar nos fins de semana.
- Hummm...
- Não se
preocupe... saberei cuidar de você também!
Adorei
saber!
Então, no
sábado de manhã, ele passou em meu apartamento e me pegou pra levar ao tal
sítio. Era uma bela casa de campo, isso sim.
Lá
chegando, ele tirou a roupa, ficou apenas com a sunga, sentou-se perto da
piscina, abriu o laptop e começou a digitar alguma coisa.
Falou que
eu não teria nada de imediato pra fazer, então,que aproveitasse a piscina e o
belo sol.
Como ele
não tinha me falado sobre isso, não levei biquíni...
Então tive
de ficar apenas de calcinha tomando sol... bem na frente dele!
Depois de algum tempo, ele fechou o laptop e chegou bem perto de mim.
- Acho que
está na hora de você fazer um trabalho...
- Pode
falar, estou aqui pra isso.
Abaixou a
sunga e me mostrou o pau, já duro.
- Acho que
vai ser um trabalho bem gostoso...
Mandei ver
no boquete.
Bom
demais!
Aí ele
tirou a sunga e tirou minha calcinha.
Me comeu
bonito...
Fiquei
imaginando o que seria o resto do sábado e o domingo...
Imagina
só... de tarde choveu, tivemos de ficar dentro da casa.
Ele,
trabalhando de verdade.
Eu, tomei
um banho e coloquei uma saia. Só.
Fui até onde ele estava. Levantei a saia e mostrei minha xota. Fiquei de costas, levantei e mostrei minha bunda.
Não
precisou de mais nada.
Ele largou
o laptop e veio atrás de mim.
Arrancou
minha saia.
Me pôs
sentada no pau. Como é gostoso...
Não vou me
alongar mais...
De noite
tivemos outra.
Domingo de
manhã, mais uma.
Domingo de
tarde, a última. Voltamos pra cidade
E isso,
gente, foi só a primeira semana.
Imaginem,
eu sei que vocês conseguem, imaginem como foi “trabalhar” com ele por oito
semanas!!!
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Cecília esperou o namorado tomar banho para treparem gostoso
Gostoso e cheiroso...
(escrito por Kaplan, com Cecília)
Como
sempre, Cecília chega com a cara mais feliz do mundo. E já nem preciso
perguntar a razão de tal alegria.
Ela já vem
contando, sabe que sou curioso e que a cara dela diz que algo aconteceu de muito
bom.
- Pois é,
tio. Já te contei que estou namorando o Bruno, não é?
- Não
senhora, não contou não.
- Nossa...
desculpa. Sabe que não escondo nada de você, mas devo ter esquecido de contar.
Pois
então, o Bruno eu fiquei conhecendo na casa de uma amiga. Ou seja, ele é irmão
dessa amiga minha.
Logo
ficamos amigos e daí pra cama foi fácil.
Ele é muito legal, não fica o dia inteiro no celular não. Sabe conversar, é gente boa.
E outro
dia eu fui na casa deles.
Na verdade
eu ia me encontrar com a minha amiga, só que ela não estava. Eu já ia embora
quando o Bruno chegou.
Aí me
convidou pra entrar.
E eu
entrei.
Ele me
levou ao quarto dele, me deu uma revista.
- Fica
vendo aí enquanto eu tomo um banho.
- Ok...
vai lá!
Fiquei deitada na cama. Blusinha e shortinho. Peguei a revista e fiquei folheando, só ouvindo o barulho do chuveiro.
E dali a pouco ele abre a porta. Enrolado numa toalha, da cintura pra baixo.
Fiquei
atenta...
Ele deu a
volta na cama, deitou-se ao meu lado e começou a me beijar.
Que homem
mais cheiroso!
Joguei a
revista pro chão, me virei e participei dos beijos.
E ele
beijou minha boca, minha nuca, meu ombro, foi descendo e levantando minha
blusinha e beijando meus peitinhos... arrepiei toda!
Desceu
beijando minha barriga.
E tirou
meu shortinho, por que não tiraria, né?
E a
calcinha foi junto...
Aí a
toalha dele também saiu fora.
Pinto
duro. Muito duro.
Mas ele
abriu minhas pernas e me deu bela chupada.
Que eu
queria retribuir...
Mas ele
demorou...
Eu já
estava quase gozando...
Aí fiquei
tomando a iniciativa,
Deitei em
cima dele e logo peguei no pau. E fiz um boquete desses que ficam na história!
Foi a
primeira vez que um homem gemia sendo chupado por mim.
Bom
demais!
Aproveitando
a posição, parei de chupar e sentei no pau dele. E fiquei mexendo com o corpo e
pulava e mexia... que delícia que era aquilo!
Ele me
colocou de lado e meteu. Que pegada forte! Estava adorando tudo.
Me pós de
quatro. Dog style... e mandou brasa. O pau quase chegava no meu coração!
E não teve
jeito... lá se foi meu fiofó...
Ainda bem que gosto!
A minha
amiga chegou e ouvindo barulho,foi até o quarto e viu meu cuzinho sendo
estraçalhado pelo irmão.
Deu uma
gargalhada e saiu.
Quebrou o
clima. Odiei ela!























