segunda-feira, 2 de março de 2026

O novo amigo deu flores e um pau no aniversario de Meg

 Ela sempre gostava de fazer novos amigos

(escrito por Kaplan)   

 

Meg sempre teve muitos amigos e eles gostavam muito dela.Por ocasião do aniversário, eu sabia: a casa ia se encher de flores, vários enviavam e sempre lembravam das boas transas... o que quer dizer que estavam querendo bis.

Ela nunca recusou os bis... seria muito feio recusar!



Mas teve um ano, não me recordo mais qual, em que um novo amigo, que ela tinha conhecido no mês anterior e andaram dando uns rolés, esse novo amigo, Jurandir, a surpreendeu, porque, em vez de mandar as flores por meio das próprias floras onde compravam, ele fez questão de ir lá em casa entregar.

Ela ficou emocionadíssima.

Era um buquê lindo. E junto com ele veio um abraço apertado... e ela sentiu que algo duro a cutucava... 





Não teve dúvida. Ainda não tinha transado com ele, mas seria ali. Naquele dia, naquela hora.

- Eu nunca deixo de agradecer as flores que me mandam, e jamais deixaria de agradecer as suas flores, entregues com tanto carinho e tanta excitação. Deixa eu ver?

Ele deixou. Por que não deixaria?

E o  agradecimento dela vocês já sabem qual foi. Pegar, beijar, lamber e fazer aquele boquete sempre tão elogiado por quem tinha a sorte de ter seu pau nas mãos e na boca dela. 



- Mas meu presente não foi apenas isso, Meg...

- Imagino que não... ela riu enquanto tirava a roupa.

E ele deu-lhe uma chupada bela, ali mesmo na sala, ela se apoiando no sofá e vendo a língua dele fazer maravilhas em sua xota.

- Deixa eu te comer, Jurandir?

- Como assim?

- Vocês homens... acham que nos comem, mas quem é que abre a boca pra linguiça entrar?

Ele riu.

- Nunca tinha pensado nisso.

- Vamos lá, põe essa linguiça aqui dentro. 


Ele foi comido por ela, ali mesmo no sofá, de frente, de frango assado, de cachorrinho.

E claro, a comida melhor de todas: ela cavalgando com a linguiça dentro dela.

Naquele ano, o bis foi para o Vinicius. Ela o escolheu porque ele adorava trepar com ela usando meias, essas meias compridas, pretas... e como ela tinha ganhado um par, dado por uma amiga, resolveu ligar pro Vinicius, para agradecer as flores e contar desse presente.

Ele ficou eufórico.

Apareceu à noite. Eu tinha saído, a pedido dela.

E ela o recebeu usando apenas as meias... 




Ele arregalou os olhos... era muita areia pro caminhão dele... mas ela gostara da outra vez que transaram.

Deu um belo trato nela, com os dedos e com a língua.

E depois ela abriu a “boca” para receber a bela linguiça dele.

Treparam muito. Na nossa cama, olha que absurdo...

Quando cheguei em casa, a cama toda desarrumada..

O jeito foi deixar ela me comer também!

 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Patrão gostava de comer a secretária

 E ela gostava de ser comida

(escrito por Kaplan)   

 

 

Realmente, a convivência entre patrões e secretárias, especialmente quando os dois ficam sozinhos a maior parte do tempo e conversam sobre tudo... acaba rolando.

Já comentei vários casos aqui.

E hoje falo do arquiteto Hermes e de sua secretária, Sybil.

Ela já trabalhava com ele um bom tempo.

Ambos solteiros.

Ambos bonitos.

Não demorou muito para que as conversas começassem a girar em torno de sexo. 





E das conversas... passaram à ação!

Foi na época das férias na universidade que Sybil frequentava.

Assim, ao terminar o horário do trabalho, começaram a sair, ir a cinemas, a barzinhos.

Surgiram os primeiros beijos quando ele a deixava em casa.

E no dia seguinte, os beijos foram dados quando ela chegou no escritório.

Ficaram o dia todo rindo, conversando... mas sabiam o que queriam.

E naquele dia, ao término do expediente, em vez de saírem, ficaram trancados no escritório.

E aconteceu. 


Ele sentado,nu.

Ela, nua, sentada no pau dele.

Beleza de trepada.

Ambos gostaram muito.

E sabiam que não ficaria só naquilo. Haveria muitas mais.

Iam a motéis, iam no apartamento dele.

Mas no dia em que comemoravam o primeiro mês, foi no escritório mesmo, e ela usou a mesma roupa.

E no segundo mês... repetiu-se a cena. 





Nua, deitada na mesa, ela fez um boquete nele.

Depois, ajoelhada na mesa, ele a comeu por trás, segurando os cabelos dela.

Levou-a para o sofá e a comeu de ladinho. Ela adorava!

E gozou em sua boca. 



Perguntarão vocês: por que eles não se casaram?

Eles responderiam: pra que estragar esses encontros fantásticos?

Resposta bem interessante, concordam?

 

 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Ela foi acordar o rapaz... queria, né?

 Acho que foi o suco de laranja...

(escrito por Kaplan)   

 

Odete não era de perdoar. Gostou? Tá no papo! Linda, morena, seios firmes, bumbum lindo de morrer. Só mesmo se o cara que ela escolheu não quisesse, poderíamos duvidar da masculinidade dele...

Mas, para sorte dela, o seu primo Theo, que morava em outra cidade, veio visitar o pai dela, que era seu padrinho.

E hospedou-se lá, claro.

E a Odete, que mal se lembrava que na infância eles haviam brincado juntos, gostou de ver o rapagão. E tramou.

O pai saiu cedo no dia seguinte. Era viúvo. Moravam só os dois, e ela resolveu matar aula na faculdade naquela manhã. 


Assim que o pai saiu, ela colocou a camisola mais sexy que tinha. Foi à cozinha, preparou um delicioso suco de laranja.

Aí foi até o quarto onde Theo dormia.

Gostou de ver que ele devia estar nu, pelo menos da cintura pra cima estava. Era preciso conferir o resto...

Sentou-se na cama e ficou passando a mão no peito dele, que acordou.

- Dorminhoco... trouxe um suco pra você despertar.

- Hummm. Obrigado... dormi muito mesmo. Cadê o padrinho?

- Já saiu há muito tempo.

- Que pena!

- Bem, vamos ganhar a vida. Nada de ficar na cama!

E puxou o lençol que o cobria. Que beleza! Ele estava nu mesmo. 




- Menina... o que você fez?

- Por enquanto nada... mas pretendo... depende de você!

- Ora, uma priminha safadinha... gostosinha...

Tirou a camisola dela.

- Nossa... você é deliciosa, hein?

- Você ainda não experimentou...

O jeito é experimenta, então... deita aqui, sua gostosona!

E deu uma chupada na xotinha dela. Ela enlouqueceu. Ele sabia das coisas!

E tratou de retribuir, fazendo um boquete. 


- Me come, Theo... sonhei a noite toda com isso... me come!

- Era um pedido ou uma ordem?

Tanto fazia...

Deitado estava, só ajudou-a a sentar no seu pau.

Ela adorou. Cavalgou sem parar, cabelos esvoaçantes, seios pulando...

De ladinho também.

E de frango assado também.

E um gozo gostoso dela, e dele despejando a porra na barriguinha da prima. 



- Nossa, Theo... foi bom demais!

- Também achei. Nunca tinha imaginado transar com você. Fui muito bobo.. já podia ter vindo visitar você e o padrinho...

- Seu padrinho só volta de noite...

- Entendi... você quer acabar comigo...

- Gosta?

- Muito...

- É o que farei então.

Como eles treparam naquele dia.  E no outro, e mais um. Depois ele teve de voltar, mas ela fez ele jurar que não demoraria a visitá-la!

 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Professor foi apanhado por quatro alunas

 Na biblioteca da casa dele!

(escrito por Kaplan) 

 

Coisa de louco, gente.

Imagina: um professor que sem querer seduz quatro alunas... tudo bem, nada de gente jovem demais não. todas estavam terminando o curso de comunicação numa faculdade. Faixa de 23, 24 anos. Mas elas ficaram entusiasmadas com ele.

Conseguiram que a turma o chamasse para paraninfo. Ele gostou.

E elas combinaram de ir na casa dele para agradecer tudo que tinham aprendido.

Ele se chamava Galdino. Cara simples, barbudo, de óculos.

A primeira a chegar (haviam combinado 20 minutos de intervalo para cada uma) foi a Dalila.

Ele a levou até sua biblioteca. Ela ficou espantada com a quantidade de livros que ele tinha.

E sem mais delongas, levantou a blusa e mostrou os seios a ele. 


- Mas o que significa isso, Dalila?

- Significa que o senhor me seduziu e o único jeito de te agradecer é assim.

Ele era tímido, mas gostou da ideia.

E já foi tirando a camisa e iniciando a descida da calça.

Já estava só de cueca,quando a Iris chegou. E vendo o que estava acontecendo, chamou a Matilde e a Priscila também. Tinha sido muito fácil convencê-lo.

A Dalila tirou a cueca dele. Elas ficaram meio decepcionados. O que viram não era dos maiores não...

Envergonhado, ele tampou o dito cujo. 



Mas elas não se importaram.

A Priscila já foi pegando, fez ele ficar duro, aí a Matilde deu sequencia, e a Iris também.

Não deu outra. As quatro fizeram boquete nele.

Primeiro, a Dalila.

Depois a Iris.

A Matilde e a Priscila preferiram boquetear juntas... 



Se tinham dúvidas quanto à capacidade dele agradá-las plenamente, logo as dúvidas se dissiparam.

Ele comeu as quatro.

E fez as quatro gozarem.

E combinou com elas de voltarem, mas de preferência uma de cada vez.

Elas toparam...

 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Enquanto eu como, você podia me comer...

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

O amigo chegou quando ela estava de lingerie... deu!

 Estava vestida à caráter...

(escrito por kaplan) 

 

Nicolau e Camila eram amigos desde a adolescência. Estudaram no mesmo colégio, fizeram cursinho juntos, passaram no vestibular e estudavam já no segundo semestre do curso de Comunicação.

O que deixava Camila intrigada e não apenas ela, mas as colegas também, era o jeitinho delicado do Nicolau. Amigo de todas e de todos, muito gentil.

Como sabiam que os dois eram amigos, as colegas chegaram até a perguntar se ele era gay. Camila disse que não sabia, nunca tivera nada com ele.

Mas resolveu testar. Quem sabe as colegas tinham razão?

Então o chamou para estudarem juntos.

Qual estudar o quê... ela queria era tirar a prova dos 9 se ele era gay mesmo.

Assim, quando ouviu a campainha, tirou rápido o vestido e ficou só de lingerie, e foi assim que ela recebeu o moço. 






E de cara percebeu que de gay ele não tinha nada.

Ele elogiou-a.

- Nossa, Camila... que corpo lindo você tem! Nunca tinha imaginado.

Ela logo sacou que podia avançar.

- Acha mesmo?

- Sim... belíssimo.

- Estranho, né? a gente se conhece há tanto tempo, e nunca nos vimos de biquíni ou de sunga, no seu caso...

- Verdade... se tivéssemos praia por aqui, já teríamos visto!

- Bem... podemos ver agora, não?

- O que sugere?

Ela respondeu tirando a lingerie, ficando totalmente nua.

- E você, o que tem para me mostrar, que nunca vi?

Ele entendeu e tirou a roupa também. 



Ela ficou admirada.

Ele também.

E ela precisou perguntar.

- Sabe o que falam de você na faculdade?

- Não... falam de mim? A propósito de quê?

- Por causa da sua educação, seu jeito... acham que você é gay.

Ele deu uma gargalhada.

- Mesmo?

- Mesmo...

- Acho que terei de provar minha inocência a todas...

- Prove pra mim. 




Ele sentou na mesa e ela logo pegou no pau dele, que endureceu totalmente.

- Uau...

Ficou pegando, pegando, e o bicho só endurecendo.

Não teve jeito. Boquete nele!

- Magnífico!

- Obrigado.

- Você vai me comer, né?

- Claro, tenho de provar que é falso o que dizem de mim!

Ela o tirou da mesa e ela deitou, bem na beirada. Em pé, ele penetrou-a, metendo bastante. 



- De fato... não é gay.

Levantou, ficou curvada sobre a mesa e recebeu mais estocadas dele.

- Goza dentro não, tá?

- Ok.

Gozou na barriga e seios dela. Que se lambuzou toda.

- Então? Vai contar pras nossas colegas que não sou gay?

- De jeito nenhum! Quero saber delas te agarrando não. Você é só meu!

 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Ela foi ajudar o enteado a tomar banho

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