terça-feira, 23 de junho de 2026

A balconista encantadora.

              Muitos se encantaram com ela

(escrito por Kaplan)

 

Tivemos uma pequena loja e Studio de fotografia. A loja ficava numa galeria de um edifício com uns 15 andares, tudo comercial. Ou seja, escritórios, consultórios, o diabo a quatro. Como a nossa lojinha era no andar térreo, o dia inteiro era uma multidão passando pela nossa porta. Não apenas os que trabalhavam lá, mas também os clientes, acho que esses eram até em maior número.

Houve uma época em que estávamos sem uma secretária e Meg ficava então para atender os telefonemas, agendar serviços e pegar filmes para revelar. Os coloridos a gente mandava para um laboratório, ficava mais barato. Os preto e branco eu mesmo revelava, havia um espaço para montar o laboratório, o que fiz desde que alugamos aquela loja.

Ela, pra variar, usava roupas discretas, mas provocantes. O que chamava a atenção principalmente dos rapazes. 


Com o tempo, algumas pessoas que trabalhavam lá passaram a usar nossos serviços de revelação e cópia de fotos.

E viam as fotos expostas, gostavam. Uma senhora nos encomendou o álbum dos 15 anos da filha, uma moça levou o noivo e eles ficaram vendo exemplos de fotos de casamento (os nossos álbuns tinham alguns diferenciais) e lá íamos nós fotografar as bodas... fizemos até amizades com algumas pessoas. Elas saiam do trabalho, passavam lá e ficavam conversando sobre fotografias.

E quando comecei a dar cursos básicos de fotografia, muitas pessoas que trabalhavam no edifício se interessaram e formei várias turmas. Várias porque não queria saber de turmas grandes. 5, 6 anos eram o máximo de cada vez.

Por ocasião do terceiro curso que ofereci, um rapaz chamado Otávio, que estava sempre por lá,batendo papo, levando filmes pra revelar... nos disse que gostaria de estar presente. Claro que aceitamos, e assim que o grupo esteve completo, Meg avisou a ele os horários e dias em que o curso seria dado. Geralmente após o expediente comercial, já que seria impossível em horário de trabalho.

O curso tinha algumas aulas teóricas sobre iluminação (natural e flash), composição, tipos de filmes, enfim... tudo que alguém interessado precisa saber.

E tinha as aulas práticas.

Levava os alunos e as alunas num domingo em Ouro Preto e lá fazíamos muitas fotos, geralmente coloridas.

E finalmente, havia as fotos em preto e branco feitas no Studio. O que eles teriam aprendido nas aulas colocariam em prática, principalmente a questão da iluminação, a direção de modelos.

Na viagem a Ouro Preto, o Otávio começou a colocar as manguinhas de fora... só tirava retratos da Meg, que nem estava produzida para ser fotografada. Mas ele tirava assim mesmo.





Comecei a ficar desconfiado... então, na volta, deixei ela sentada num dos bancos da frente do ônibus e fui conversar com a turma do fundo do ônibus. Logo vi que o Otávio sentou ao lado dela e conversavam sorridentes.

Quando chegamos em casa, levantei a questão.

- Você tá interessada nele?

- Deu pra notar?

- Sim, deu.

- Ele tem um poder de sedução muito grande... vamos ver que bicho que dá.

A fúria com que ela trepou comigo logo depois,  me fez adivinhar!

Bem, a viagem foi no domingo, as fotos, como eu disse, foram feitas com filmes coloridos,m mandei pro laboratório e na quarta feira eles começaram a aparecer para ouvir meus comentários e críticas ao que fizeram. No geral estavam boas. Alguns pequenos erros de composição que eu diagramei para eles não esquecerem.

Nunca colocar a pessoa no centro. Sempre num dos terços. 


Aí marquei com eles as fotos no Studio, que seria a última aula.

De noite,  a Meg veio conversar comigo.

- Seguinte... o Otávio me perguntou se eu iria ficar nua ou seminua nas fotos de Studio. Eu fingi que fiquei sem graça e falei que ia pensar no assunto.

- Ué... mas você já fez isso...

- Eu sei... mas to querendo ser diferente com ele, e preciso da sua ajuda.

- Diga.

- Eu vou posar vestida, no Maximo vou dar uns lancezinhos de seios.  Depois que você der as instruções pro grupo, você chama  o Otávio pra te ajudar a levar alguma coisa lá pro andar de baixo. E aí, você fala que eu te contei o que ele perguntou e você vai dizer que geralmente eu fico muito constrangida posando para um grupo de pessoas. Por isso que não estaria,naquele momento, posando nua. Mas que eu não me incomodo de posar nua para um fotografo ou uma fotógrafa, só que tem de ser um só. E que, se ele quiser, eu poso pra ele. Mas sem mais ninguém saber.

- Meg e suas maluquices... está bem, verei o que posso fazer.

Na noite da aula de Studio, ela levou algumas roupas que foi trocando na medida em que os alunos iam fotografando-a. 







Depois de algumas poses, chamei o Otávio para me ajudar a levar alguns equipamentos para o andar de baixo e aí falei como ela tinha pedido.










- Olha, Otávio, a Meg me contou que você demonstrou interesse em fazer fotos dela nua. Sem problema, não precisa ficar constrangido. É minha esposa mas estamos falando aqui de arte fotográfica. Já aconteceu nos cursos anteriores. Ela só posou para uns 3, um de cada vez. Veja aqui.

Mostrei a ele alguns exemplos. 






Ele não conseguiu evitar de elogiar a bunda da Meg.

- Me desculpe, Kaplan... acho que não devia ter falado isso.

- Não tem problema, Otavio. Como te falei, estamos falando de arte, não de pornografia.

Então, voltemos ao Studio. Depois que todos forem embora, você fica e marca com ela outro dia, porque hoje ficaria muito tarde.

Foi o que fizemos. A turma foi se despedindo, eu desci para fechar a porta da loja e quando eles desceram, ela me disse que iriam fotografar no dia seguinte, à noite.

- Perfeito. Eu tenho um casamento pra fazer. Você sabe como costuma ser demorado. Então, você fecha a loja, vocês tiram as fotos e depois você pode ir pra casa. A gente se encontra lá.

A trepada daquela noite foi fantástica, também. Ela sempre ficava com um grau de excitação muito grande com a perspectiva de uma transa nova.

E na noite seguinte fizeram as fotos.

Como era filme preto e branco, na manhã seguinte fui revelar e ela foi me contando como tinha sido. 


- Aqui... a primeira foi essa, eu levei esse vestidinho transparente e fui tirando aos poucos até ficar toda nua.

O pau dele não negava... ele estava muito excitado de estar comigo ali, sem você por perto.

Eu fui dirigindo, porque ele estava nervoso e não se recordava do que você tinha falado sobre iluminação.

- Essa aqui ficou excelente! 




Conversamos muito, eu pelada...

Ele me agradeceu a confiança de posar nua. Eu disse que ele mereceu, pelas conversas que tivemos antes, eu senti que ele era honesto e eu podia confiar plenamente nele.

Quando levantamos para ir embora, eu meio frustrada, falei que tinha gostado do jeito dele e que poderíamos fazer mais fotos. Quem sabe ele teria uma casa de campo, um local cheio de flores, com piscina...

Ele me disse que infelizmente não tinha nada daquilo. Mas que iria pensar em algum lugar interessante. Eu disse que também pensaria, mas eu já sabia onde.  Naquela cachoeira dos Macacos, onde já fizemos belas fotos.

Assim, quando, depois de alguns dias ele veio me contar que não conseguira local algum, eu sugeri a cachoeira. Ele gostou mas ficou curioso, perguntando se lá não iriam outras pessoas.

Eu disse que era difícil. Era bem deserta.

Então combinamos de, no sábado irmos lá.

Ele me pegou de carro em casa e saímos.

Só que no meio do caminho caiu uma tempestade, dessas que dão até medo.

- Não vai dar, Otávio... com chuva é impossivel.

- Que pena... vai ser difícil achar outro lugar.

Me ocorreu na hora, vendo o local onde estávamos. Era na rodovia, justo naquele trecho em que tem uma meia dúzia de motéis.

Falei:

- Olha, por mim tudo bem. Podemos fotografar num desses motéis, conheço um que é cheio de espelhos, cama redonda... lindo demais!

- Mas o que o Kaplan vai dizer?

- Nada... tem problema não!

Então eles entraram no Chalet.

Ele conhecia também.

E fizeram várias fotos lá. 







Quando terminaram o filme, ele disse que iria tomar um banho, estava suando.

Ela não disse nada, mas quando escutou o chuveiro sendo aberto... já estava pelada, entrou lá.

Ele se assustou, mas ela disse que estava muito a fim.

E no boxe foi a primeira trepada.

As outras duas foram na cama mesmo, afinal, por que iriam desprezar um local tão acolhedor?

Aquele motel se tornou um lugar muito procurado pelos dois nos meses seguintes. Nem precisavam mais tirar fotos!

 

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Semana temática: Cecília, a audaz parte5

 Cecília foi colocar o biquíni na frente do vizinho. Logo...

(escrito por Kaplan)

 

De fato, ela me contou e falou que não tinha planejado nada, mas aconteceu.

Foi no sítio.

Ela tinha feito amizade com uma garota, faziam caminhadas juntas, nadavam juntas. Tudo numa boa, não tinha nada de sexo não. Amizade de verdade.

que, num determinado dia, ela foi procurar a mochila que tinha levado pra casa da amiga e esquecido lá.

Então, pôs um shortinho e um top e foi até a casa da amiga. 



Chamou.

Ela não respondeu.

Quem apareceu na porta foi o irmão dela.

Ela perguntou se ele sabia onde estava a mochila.

- Acho que a vi numa cadeira lá perto da piscina. Entra, vamos procurar!

- Cadê sua irmã?

- Foi levar minha mãe na cidade. Saiu tem pouco mais de 15 minutos. E devem demorar, minha mãe sempre acha mil coisas pra fazer...

Caminharam até perto da piscina e ela viu, de fato, a mochila numa cadeira.

Abriu, viu que o biquíni estava lá, mostrou a ele.

Ele disse para ela sentar, poderiam conversar, eles nunca tinham conversado antes.

Ela aceitou, sentou e começaram aquela conversa boba de sempre.

- vocês duas ficaram bem amigas, né? ela não se cansa de falar de você.

- Foi sim.

- Nadavam muito aqui?

- Quase todo dia.

- Por que não nada agora? Eu não queria ser o responsável por você não nadar.

- Não se incomoda mesmo? [ de fato ela já estava vendo que ele estava interessado e ela também estava ficando. O cara era muito legal, boa pinta. Resolveu que ia nadar.]

- Boa ideia. Vou lá dentro me trocar.

- Bobagem. Pode colocar o biquíni aqui mesmo.

Ela levou um susto, ele estava pedindo para ver ela pelada!

E topou.

Tirou o top. Ele viu os seios dela, mas de perfil.

Ela pegou o sutiã e começou a colocar. Teve uma ideia, pediu que ele amarrasse nas costas dela. Sentiu seu corpo tremer ao contato das mãos dele.

Aí tirou o shortinho.

Tirou a calcinha. 




Vestiu a calcinha do biquíni.

Sentou na beirada e ficou com as pernas dentro da água.

- Tá fria...

- É, hoje o sol não está muito quente.

Ela queria ver ate onde iriam.

- Por que não entra também?

Achou que demorou a perguntar, ele tirou a camisa e a bermuda e entrou na piscina com a sunga.

Ficaram brincando de jogar bola.

E num momento em que a bola caiu fora, ela ameaçou sair para pegar... mas ele a pegou primeiro.

- Você é um tesão, Cecília! Estou profundamente excitado com você aqui.

Segurava-a com firmeza, mas sem machucar.

E como ela já tinha resolvido...

Se deixou levar...

Ele a colocou sentada na borda da piscina.

Tirou a calcinha dela.

Deu-lhe uma chupada dos deuses!

Tirou o sutiã.

Mamou gostoso nos peitinhos dela.

Ela tirou a sunga dele.

Fez um boquete no belo pau do vizinho. 



Comeu-a dentro da piscina, ela apoiando seu braço na borda da piscina.

Depois saíram.

Ele deitou e ela sentou no pau dele  para dar uma cavalgada.

Gozou bonito.




E depois ele levou o pau até a boca da Cecília, que chupou até ele gozar.

Foi pra casa até tropeçando nas próprias pernas!

 

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Semana temática: Cecília, a audaz parte4

 Ele gostava de pé no pau, Cecília de pau na xota

(escrito por Kaplan)

 

Acontece cada coisa com essa garota... tem gente que não acredita.

Eu acredito porque sei que ela é uma moça de caráter, que jamais inventaria uma mentira para me contar. Não precisava, mas mesmo assim ela jamais me contou algo inverossímil.

Pois bem, ela tem um amigo, o Ronaldo.

Cara jovem, bon vivant, trepava direitinho.

Mas tinha um fetiche.

Adorava quando ela colocava o pau dele entre os pés e ficava massageando até ele gozar.

Não é doido?

Eu acho. Tudo bem que os pés e os dedos (aqui incluo os das mãos) tem seu lugar numa transa. Mas... isso costuma ser nas preliminares, né?

Ele não...

Gostava de transar sim, mas primeiro tinha que ter o gozo nos pés.

Ela sempre achou estranho, mas acabou se acostumando.

E lá estava ela, na sala de sua casa, sozinha, ouvindo música, quando ele telefonou e perguntou se poderia ir lá. 


Como ela já adivinhava que ele queria era o de sempre, brincou:

- Pode vir, já tomei banho e caprichei na limpeza dos pés. Estou pronta!

Deu uma gargalhada e ele também riu.

- Adoro você, Cecília! Me entende!

Logo ele chegou.

E sem mais delongas, ficou na frente dela, que continuava na poltrona, e os pés dela começaram a atiçar o moço. Mesmo vestido, ele gostava de sentir os pés dela sobre seu pau.

Mas não demorava muito. 



Ele logo abaixava a calça.

E ela começava a acariciar o pau, esfregando seus pés nele, sentindo-o endurecer rapidamente.

- Seus pés são poderosos...

- Seu pau é que é um fracote... não aguenta nada!

Mais risos.

Trepar de bom humor é muito legal.

E ela tanto mexeu, tanto sacudiu o pau dele que o gozo veio rápido. 



Ela ria.

Não se importava. Sabia que logo ele estaria pronto pra fazer o que ela gostava.

Eles se desnudaram completamente.

Ele a levou para o sofá, mais espaçoso do que uma poltrona.

- Isso mesmo, Rô... fiz o que você gosta, agora faça o que eu gosto. Enfia essa pica na minha perereca...

Frango assado. Bela posição. E o pau dele adentrou os grandes lábios e foi cutucar o mais longe possível dentro dela. Que gemeu. Gostava demais!

E depois, sem tirar o pau, virou-a e ficou metendo de ladinho. Outra posição que a perereca adorava!

E cachorrinho? Também teve... 



E acreditam que depois de ela gozar, ela voltou a colocar os pés no pau dele até ele gozar, agora em cima dos pezinhos dela!

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Semana temática: Cecília, a audaz parte3

 Cecília chegou me dizendo que precisava daquele chá de picãoduro...

(escrito por Kaplan)

 

Estava eu, tranquilamente, em casa, olhando as coisas da internet, das redes sociais, quando escuto o barulho de chaves abrindo a porta da sala. Como várias pessoas tem a chave, fui olhar quem era.

Era a Cecília.

Com uma cara que me fez inquirir o que estava acontecendo.





- Ah, tio... muitas coisas. Muitos rolos... sem um namorado nem um ficante... trabalho cansativo e pouco criativo... muita coisa!

- Pois fique aqui, deite-se, descanse...

- Estou precisando de um chá.

- Acho que tenho alguns aqui.

- Não, tio... preciso daquele chá que você tem... chá de picão duro!

Não pude deixar de rir.

Mas se ela precisava, o jeito era providenciar! 



Abri a calça e ela logo veio ajoelhar e pegar em meu pau e colocar na boca. Como gostava de chupar, e como eu gosto de ser chupado!

E como ela e todas as garotas da minha vida adoram cavalgar, foi o que ela fez, tirou a roupoua dela e a minha e sentou-se no meu pau, mexendo com suavidade. Não pulou. Foi apenas aquele ondear que me permitia ver o pau entrando e saindo da xotinha... coisa mais linda!

Mas ela adorava me mostrar a bundinha quando cavalgava. 




Então virou o corpo, e eu vi. Aquele cuzinho que eu visitava quase sempre.

Acho que ele também precisava do chá...

E ela também achava.

- Tem aquele cremizinho, tio?

- Tá na gaveta.

Ela pegou, passou no meu pau, passou na entrada do cuzinho.

E derramei o chá lá dentro.

- Tá melhor?

- Um pouco, mas acho que daqui a pouco vou precisar de outra dose. Vou tomar um banho, não fuja!

Fugir pra quê?

Fiquei esperando ela voltar.

Mas ela quis comer alguma coisa antes. Então os dois pelados foram para a cozinha à procura de frutas.

Depois é que o chá de picão duro voltou a ferver...

Mais uma dose de boquete, para deixar ele todo duro.

E depois o famoso dog style.   



E mais um gozo dos dois.

- Agora posso ir embora... seu chá continua duro e ótimo!

terça-feira, 9 de junho de 2026

5002. Semana temática: Cecília, a audaz parte2

 Amiga de Cecília tinha um personal e ela foi conhecer

(escrito por Kaplan)

 

Esta amiga Rosa, sei não, viu. Até a Cecília duvidou no início. Depois gostou.

- Mas, Rosa, você está me falando que trepa com seu personal. Não entendo, com aquele marido que você tem, com aquela pica monumental e deliciosa que eu pude experimentar... você ainda trepa com seu personal? O que seu marido acha disso?

- Kakaka. Pode parecer estranho, mas ele adora saber que eu trepo com outros caras.

O bilau dele parece até duplicar de tamanho e grosssura. É um trem de doido.

- Inacreditável... e você quer me apresentar esse jovem? O que eu devo esperar?

- Pode esperar tudo!

- Ele vai me comer?

- Claro que vai. A você e a mim... mais um ménage pra sua coleção, amiga!

E ela acreditou e foi.

E a Rosa ainda recebia o personal na casa dela!

Bem, a Cecília viu que o maridão não estaria lá.

E começaram a fazer os exercícios que ele comandava.

Estavam de short e top inicialmente.

Mas com dez minutos ele mandou que elas tirassem a roupa. 



Rindo, a Cecília tirou tudo, ao mesmo tempo em que a Rosa fazia o mesmo.

E para surpresa dela.., ele também ficou pelado e mostrando a pica pras duas.

Que entenderam o recado, e foram fazer o novo exercício, que era apropriado para fortalecer as bocas: chupar o pau dele.

Primeiro a Rosa, depois a Cecília e finalmente as duas juntas!

Exercício seguinte: fortalecer as pernas.

Já viu, né?

Rosa sentada no pau dele e cavalgando até gozar. 


Aí foi a vez da Cecília fazer a mesma coisa. Ela até revirou os olhinhos de tanto prazer.

E depois, à falta de um óleo apropriado, Cecília lambeu a pica do personal até deixá-la bem umedecida.

Prá quê?

- Ora, vocês adivinharam...

Comeu o cu das duas.  



Isso é que era um personal fantástico.

E ela ia na casa dela duas vezes por semana.

Ou seja...

Entendedores entenderão!