Já dá pra saber o fim da história...
(escrito por Kaplan)
Grandes amizades, sem dúvida.
Igor e Letícia eram casados já há seis anos. Viviam muito bem, sem conflitos. Sem filhos.
E tinha o amigo dele. O Marlon.
Sabe o que é esse amigo desde a infância? Estudaram juntos a vida inteira, só alterado isso quando chegaram à universidade.
Marlon dedicou-se à engenharia. Igor à medicina. Mas a amizade não acabou. E os encontros dos três tornaram-se corriqueiros.
Muitas vezes, estando os três no apartamento do casal, o telefone tocava. Era do hospital onde Igor dava muitos plantões. Era chamado para alguma emergência.
Marlon, ao saber do telefonema, disse que sairia junto com o amigo.
Que protestou:
- Faça-me o favor. Fique aí conversando com a Letícia, se for coisa rápida eu não demoro.
E essa situação se repetiu muitas vezes.
E aconteceu o inevitável. Conhecendo a fundo o Marlon, a Letícia se encantou com ele.
Marlon logo percebeu que a carreira de médico avacalhava bastante com a vida do casal.
- Tem dias, Marlon, que ele sai daqui lá pelas 17 horas e só volta dois dias depois, cansado, esbugalhado, só quer dormir, tá complicado isso...
- Mas isso é necessário? Eu conheço médicos que vivem de forma diferente a profissão. Dão assistência a um hospital, mas ficam a maior parte do tempo em seu consultório particular.
- Sim, o Igor fala que isso será passageiro, está fazendo o pé de meia para ter seu consultório e aí será tudo diferente.
- Mas tá demorando, né?
Ele viu que algumas lágrimas desceram pelo rosto dela. Não se conteve, abraçou-a e ela, virando o rosto, o beijou.
Surpresa para os dois. E Igor ficou esquecido.
Levantaram-se. Ele tirou a camisa social, ficando apenas com uma camiseta que sempre usava por baixo.
Abraços e beijos. Mão naquilo, aquilo nas mãos.
O desnudar dela, lento, sensual.
Seios maravilhosos, que Marlon nunca tinha visto, mas Igor já tinha feito o elogio deles.
E o pau dele... ela ficou pasma quando viu.
Era grande, grosso, o do Igor não era nem a metade dele.
- é tão lindo...
- É seu...
Ela encostou o pau nos seios... estremeceu de prazer.
Era demais... nem nos tempos de solteira ela vira, pegara ou chupara um daqueles.
- Acho que estamos enlouquecendo, Letícia... seu marido, meu maior amigo...
- Não interrompa, por favor... me possua, quero!
Ele a atendeu.
Ali mesmo no sofá ele a deitou e a possuiu, ouvindo gemidos ininterruptos.
O corpo dela parecia uma pipoca, pulando sem qualquer vergonha.
Ela quis chupar o pau dele.
Nossa... como foi complicado enfiar aquela grossura toda dentro da boca
- É tão grosso... riu olhando pra ele que entendeu a comparação.
- Deixa eu sentar em você.
Sentou, lentamente, porque sua xota não estava acostumada nem à grossura nem ao tamanho. Mas quando chegou a encostar seu corpo no dele, deu um suspiro e começou a cavalgar. E pulou até gozar. Fazia tempos que não tinha um orgasmo tão violento. Que bom que o marido tinha aquele amigo!
Ainda deu de ladinho e depois viu ele se masturbar e deixar cair tudo no rosto dela.
Ficaram parados, apreciando a nudez um do outro.
- Não sei se foi certo isso, Letícia.
- Eu também não, mas se você pensa em sumir daqui de casa, esquece. Fazendo de novo isso que fizemos, você vai salvar o casamento de seu amigo. Nem pense nisso. Vem, venha me dar um banho bem gostoso.
E assim aconteceu. E ainda acontece. E acho que vai acontecer para sempre!

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