Contos Eróticos de Kaplan e Meg
sexta-feira, 17 de abril de 2026
Ele comia a cunhada quando o irmão chegou
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Cara feliz: tinha duas primas gatas
O que mais ele precisava?
(escrito por Kaplan)
André era o que se pode chamar de um cara sortudo. Não precisava sair pras baladas para procurar uma companhia feminina que lhe pudesse fazer companhia.
Nem precisava sair de casa.
Uma das vantagens de morar sozinho. Viera do interior para a capital para estudar numa faculdade. O pai tinha pedido para um seu irmão acolher o sobrinho pelos quatro anos de duração do curso.
Mas... o irmão tinha duas filhas, universitárias também e que logo se encantaram com o primo. Mas não era possível fazer nada na casa deles.
Por isso, André arrumou um emprego que lhe permitiu alugar a quitinete.
E ali ele recebia, periodicamente, as visitas das duas primas, Amália e Bianca.
E elas eram tudo que um jovem universitário precisava.
Já tinham uma longa vivência sexual e poderiam até ensinar a ele algumas coisas.
Mas não fugiam muito do tradicional.
Tiravam a roupa, tanto elas quanto ele.
E o belo pau era alisado, lambido e engolido pelas duas bocas famintas.
Que prazer ele sentia! E as duas também!
Sem pressa, sem ninguém para atrapalhar.
Elas se deliciavam.
Ora uma boqueteava, assistida pela outra que depois tomava o lugar.
E ali ficavam por tempo que quisessem.
Depois vinha a começão propriamente dita.
- Hoje eu primeiro!
Foi a Bianca que exigiu. Afinal, nas duas vezes anteriores, a Amália é que tinha sido a primeira. Rindo, André se posicionou, colocando a Bianca ajoelhada no sofá.
A irmã, já acostumada, colocou os seios na boca a Bianca. Sim, elas brincavam muito entre si, o que assustou o André inicialmente, mas depois ele se acostumou e até se excitava bastante vendo as duas se pegarem na frente dele.
Já a Amália gostava mesmo era de ser comida de frente, sentindo o peso do André em seu corpo. E ela ficava deitada com a cabeça no colo da irmã.
E as duas também gostavam de cavalgar e ele as satisfazia plenamente.
E quase sempre terminavam com ele se masturbando e gozando no rosto das duas.
Não era um cara de sorte? Quantos de vocês, leitores, gostariam de viver como ele!
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Ela pegou dois negões para trabalhar
E aproveitou bem do trabalho deles
(escrito por Kaplan)
Fernanda tinha conhecido dois trabalhadores que foram responsáveis pela instalação de uma piscina em sua casa. Os dois eram negros, altos, fortes, o tipo de homens que ela achava bem interessantes.
E ficou pensando em como poderia usar outro tipo de trabalho deles. Entendedores entenderão o que ela estava pensando.
Ligou para um deles, o André.
Alegou que o aquecimento da piscina não estava legal.
- Você e o Marcelo poderiam vir aqui para tentar consertar?
- Bem, se é o que estou pensando não seria necessária a presença de dois. Eu acho que daria conta sozinho.
- Ah... nunca se sabe... prefiro que venham os dois para qualquer emergência.
- Está bem, iremos amanhã.
Ela desligou feliz.
Ele desligou desconfiado e comentou com o Marcelo que achara esquisito o pedido dela. Como o Marcelo era mais safado, logo sacou que o problema não existia, ela estava é querendo usufruir deles. Riram muito.
E no dia seguinte, lá estavam os dois, recebidos por ela num biquíni bem sexy. Um piscou o olho para o outro. Entenderam.
Olharam. Não tinha nenhum problema, a água estava quentinha.
- Será possível?
- Pode experimentar.
Ela entrou e confirmou. Estava quente mesmo. Deu o bote:
- Acreditem que ontem eu entrei nua na piscina e senti muito frio?
O Marcelo já tinha entendido.
- Por que a senhora não faz isso agora para se certificar?
Ela entendeu que eles já tinham sacado o que ela queria.
Tirou o biquíni e entrou nua.
- Olha que curioso! Está quente mesmo.
Saiu e falou que não sabia como agradecer. Eles falaram que tinha um jeito e ficaram pelados mostrando duas picas enormes a ela.
Ela pegou, feliz da vida. Era o que pensara!
Deu uma chupadinha leve nas duas picas e depois ficou de quatro.
Pegou uma com a boca e deixou o outro penetrar em sua buceta. Cachorrinho de três. Muito bom!
Que picas grandes! Que picas adoráveis!
Já sabia que iria inventar novos problemas para chamá-los.
Eram muito eficientes.
O Marcelo, então... que graça de pessoa.
Como era forte!
Carregou-a, levantou-a bem alto e fez ela cair sentada em seu pau. Ele em pé.
E ela experimentou como era ser comida naquela posição. Urrou de prazer.
E ainda sentou na pica do André para cavalgar e ao mesmo tempo chupar a pica do Marcelo.
Teve belo orgasmo.
Tinha que ter mais vezes.
Eles disseram que era só ela telefonar que viriam com prazer!
terça-feira, 14 de abril de 2026
Ser acordada pelo primo era bom demais!
Pena que ele não ia todo dia lá...
(escrito por Kaplan)
Alguns dias da semana o Lécio ia cedinho à casa de seus tios. Mas não era para vê-los.
É que lá morava a prima, Olivia...
Os dias eram certos. O tio trabalhava cedo, todo dia. Já a tia tinha trabalho mais folgado, só dava expediente às segundas, quartas e sextas.
Então, lá pelas 8 horas das terças e quintas, a Olivia ficava sozinha e esperava o primo ir acordá-la.
Era um ritual.
Ela dormia nua.
Mas ficava coberta com um lençol se calor ou uma colcha se fizesse frio.
Tirar o lençol ou a colcha, era parte do ritual.
Mas ele fazia umas coisas antes.
Ia na cozinha, pegava uma bandeja, colocava café, leite e pão, uma fruta. Levava pra ela.
Silenciosamente.
Ela podia estar dormindo, ou talvez estivesse acordada e fingindo.
Então ele arrancava a coberta. E babava sempre vendo ela nuazinha.
Ela abria os olhos, sorria pra ele.
- Olha só... o primo gostoso chegou... o que será que vai acontecer?
- Primeiro, toma este café. Precisa ficar forte para aguentar o que virá!
- Ai, que medo...
- Vamos, toma...
Ela tomava. Difícil era ignorar que ele estava pelado na cama servindo o café a ela.
- Vai ter lingüiça no café hoje?
- Nem precisa perguntar... sempre tem!
- Mas é bom saber. Aliás, me dá ela agora!
Chupou bastante o pau do Lécio.
- Esta sempre é a parte mais gostosa do café da manhã.
- Pra você... pra mim tem outra, que só de 15 em 15 dias eu como.
- Você sempre taradinho... como gosta de um cu...
- Adoro... não só dele, gosto de tudo, mas ele... tem algo especial.
- Mas ele é a sobremesa, né? Primeiro tenho de conseguir gozar muito!
Ele sabia e sempre conseguia dar o prazer a ela, para depois ter o seu.
Explodia de prazer dentro do cuzinho dela.
Ela gostava também, mas colocou aquela regra. Só três vezes no mês.
Se fosse todo dia, vai que ele ficasse enfastiado e não voltasse mais. Nem pensar!
segunda-feira, 13 de abril de 2026
O irmão foi dar bronca nela. Ela deu!
Mas qual o motivo?
(escrito por Kaplan)
O motivo da bronca foi o mais simplório possível. A Carol, dona de uma respeitável bunda estava na frente da geladeira, procurando alguma coisa.
Só que sua saia subiu muito e ela estava sem calcinha... apareceu tudo!
O Antônio, irmão dela, do alto da sua magreza de 19 anos, viu.
Achou lindo!
Mas se sentiu na obrigação de dar a bronca nela.
- Carol, tenha paciência. Saia curta demais, sem calcinha, fica com a bunda aparecendo. Qualquer pessoa pode ver.
- Ô cidadão defensor dos bons costumes... quem pode ver a não ser você? Não tem mais ninguém na casa, que eu saiba.
- Sim, mas como eu vi, outra pessoa que aparecesse iria ver.
- Deixa de ser chato. Você sempre gostou de ver minha bunda, pegar, roçar o pau nela...
- Não misture as coisas, Carol.
- Misturo não. Aposto que está de pinto duro. Deixa eu ver!
Ele não resistiu. Como resistir àquela gostosura de irmã?
E ela sabia o que fazer com um pinto na mão e na boca...
- Viu como ficamos empatados? Você gosta de ver e pegar minha bunda, eu adoro ver e pegar seu pinto. Somos os irmãos perfeitos. Agora vamos ao mais importante. Me tesou muito, tem de me comer. Tá a fim?
- Sempre estou.
Ela deitou na mesa. Ele ficou em pé na beirada e enfiou o pinto nela.
- Você gosta mesmo, né Antônio? Sua cara diz isso... tá feliz da vida... mas eu também adoro, bobo. Aquele namorado que arranjei to quase dando o fora nele. Nem se compara! E sua namorada, gosta tanto quanto eu?
- Nunca reclamou não...
- Safado... vê se aprende algumas coisas com ela para aplicar em mim. Vamos pro sofá agora. O momento culminante. A amazona aqui cavalgando o potro selvagem!
Pulou bastante. Era o jeito mais fácil e melhor que ela tinha para conseguir seu orgasmo.
- Ótimo, como sempre, mano. E vou continuar sem calcinha. E vou pegar coisas na geladeira sempre. Suas broncas me dão o maior tesão.
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Ela gostava do amigo do marido. Muito!
Já dá pra saber o fim da história...
(escrito por Kaplan)
Grandes amizades, sem dúvida.
Igor e Letícia eram casados já há seis anos. Viviam muito bem, sem conflitos. Sem filhos.
E tinha o amigo dele. O Marlon.
Sabe o que é esse amigo desde a infância? Estudaram juntos a vida inteira, só alterado isso quando chegaram à universidade.
Marlon dedicou-se à engenharia. Igor à medicina. Mas a amizade não acabou. E os encontros dos três tornaram-se corriqueiros.
Muitas vezes, estando os três no apartamento do casal, o telefone tocava. Era do hospital onde Igor dava muitos plantões. Era chamado para alguma emergência.
Marlon, ao saber do telefonema, disse que sairia junto com o amigo.
Que protestou:
- Faça-me o favor. Fique aí conversando com a Letícia, se for coisa rápida eu não demoro.
E essa situação se repetiu muitas vezes.
E aconteceu o inevitável. Conhecendo a fundo o Marlon, a Letícia se encantou com ele.
Marlon logo percebeu que a carreira de médico avacalhava bastante com a vida do casal.
- Tem dias, Marlon, que ele sai daqui lá pelas 17 horas e só volta dois dias depois, cansado, esbugalhado, só quer dormir, tá complicado isso...
- Mas isso é necessário? Eu conheço médicos que vivem de forma diferente a profissão. Dão assistência a um hospital, mas ficam a maior parte do tempo em seu consultório particular.
- Sim, o Igor fala que isso será passageiro, está fazendo o pé de meia para ter seu consultório e aí será tudo diferente.
- Mas tá demorando, né?
Ele viu que algumas lágrimas desceram pelo rosto dela. Não se conteve, abraçou-a e ela, virando o rosto, o beijou.
Surpresa para os dois. E Igor ficou esquecido.
Levantaram-se. Ele tirou a camisa social, ficando apenas com uma camiseta que sempre usava por baixo.
Abraços e beijos. Mão naquilo, aquilo nas mãos.
O desnudar dela, lento, sensual.
Seios maravilhosos, que Marlon nunca tinha visto, mas Igor já tinha feito o elogio deles.
E o pau dele... ela ficou pasma quando viu.
Era grande, grosso, o do Igor não era nem a metade dele.
- é tão lindo...
- É seu...
Ela encostou o pau nos seios... estremeceu de prazer.
Era demais... nem nos tempos de solteira ela vira, pegara ou chupara um daqueles.
- Acho que estamos enlouquecendo, Letícia... seu marido, meu maior amigo...
- Não interrompa, por favor... me possua, quero!
Ele a atendeu.
Ali mesmo no sofá ele a deitou e a possuiu, ouvindo gemidos ininterruptos.
O corpo dela parecia uma pipoca, pulando sem qualquer vergonha.
Ela quis chupar o pau dele.
Nossa... como foi complicado enfiar aquela grossura toda dentro da boca
- É tão grosso... riu olhando pra ele que entendeu a comparação.
- Deixa eu sentar em você.
Sentou, lentamente, porque sua xota não estava acostumada nem à grossura nem ao tamanho. Mas quando chegou a encostar seu corpo no dele, deu um suspiro e começou a cavalgar. E pulou até gozar. Fazia tempos que não tinha um orgasmo tão violento. Que bom que o marido tinha aquele amigo!
Ainda deu de ladinho e depois viu ele se masturbar e deixar cair tudo no rosto dela.
Ficaram parados, apreciando a nudez um do outro.
- Não sei se foi certo isso, Letícia.
- Eu também não, mas se você pensa em sumir daqui de casa, esquece. Fazendo de novo isso que fizemos, você vai salvar o casamento de seu amigo. Nem pense nisso. Vem, venha me dar um banho bem gostoso.
E assim aconteceu. E ainda acontece. E acho que vai acontecer para sempre!
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Ele transava de terno e gravata!
Tem gosto pra tudo!
(escrito por Kaplan)
Bem, no caso da Meg, ela aceitava até certo ponto. Podia até começar a transa com ele de terno e gravata. Mas no meio do caminho, ela conseguia tirar pelo menos o paletó. A gravata até que era interessante para ela fazer do cara um cachorrinho que aceitava ser puxado... cada coisa!
Isso eu comprovei quando ela me contou que tinha conhecido um empresário (mais um!!!) chamado Murilo por quem ela ficou bem interessada.
Encontrou o distinto numa recepção não me lembro de que. Mas era um local mais chique, ela caprichou no visual.
Vestido mini, como sempre, belo decote que chamava a atenção de todos e todas lá presentes. E o Murilo não foi exceção.
Vendo ela sozinha, aproximou, puxou conversa, quis saber em qual empresa ela trabalhava ou se era esposa de algum empresário que a deixava muito solta no salão.
O papo de sempre. Mulher sozinha é alvo de piadas, de cantadas e tudo o mais.
E como ela não mentisse, falou que tinha sido convidada pela esposa do senhor Y, que era o dirigente de uma empresa de moda feminina. Como esse vestido que estou usando.
- Ah, entendi.
- Sou casada, mas meu marido declinou do convite, e eu não iria perder essa bela ocasião. Ele não se incomoda com isso.
- Ótimo ele não se incomodar, porque me permitiu chegar até você e começarmos essa bela conversa. Já bebeu alguma coisa?
- Não, e agradeço uma boa taça de vinho que tenho certeza você irá me oferecer.
Ela riu, ele gostou do senso de humor dela e logo estava com a taça na mão, saboreando um delicioso vinho chileno.
E papo vai, papo vem, ele acabou convidando-a para seu apartamento. Ela brincou que ele era muito atrevido, mas iria sim. E foram.
Ela tirou o vestido assim que chegaram, porque sabia muito bem porque ele a tinha convidado. E ficou surpresa de ver que ele continuou de terno e gravata.
Foi beijada por ele com sofreguidão.abriu a braguilha e ela viu um belo pau à sua frente.
E sem mais delongas, ela ajoelhou na frente dele e deu uma boa chupada. Ele ate gemeu!
Ela ficou esperando que ele tirasse a roupa, mas nada disso... simplesmente a colocou apoiada numa mesa e só com o pau fora da braguilha, enfiou e deu centenas de estocadas. Ela delirou, mas continuava intrigada.
Também ela pode cavalgar, mas ele continuava com a calça, a camisa... ela conseguiu tirar o paletó.
Foi aí que fez o que eu falei antes. Puxou o bicho pela gravata, fez ele ficar ajoelhado. Ela achou que ele gostava de transar com essas mulheres que são conhecidas como dominatrix. Só faltou um chicote para ela dar umas chicotadas na bunda dele.
Resultado: ela me disse que perdeu o tempo. Havia outros homens lá bem mais interessantes e que a olharam bastante, mas não tiveram a coragem de se aproximar.
- Fraquinho, o empresário de terno e gravata...















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