quarta-feira, 22 de abril de 2026

Com máscara, ele não viu quem era ela

 

 Vantagem ou desvantagem?

(escrito por Kaplan) 

 

Em nosso clube naturista por várias vezes realizamos bailes que chamávamos de “Mascarada”.

A razão do nome é bem óbvia. Todo mundo tinha de usar máscaras e as danças se realizavam com pares que dificilmente se identificavam.

Em outras ocasiões, no meio do baile era dado um sinal previamente combinado. Ao ouvi-lo, as mulheres deveriam tirar as máscaras  e escolher um parceiro mascarado, em outro baile, invertia-se. Eram os homens que tiravam as máscaras e escolhiam as parceiras.

É bem provável que algumas máscaras acabavam por deixar pistas de quem as estavam usando. E como todo mundo dançava nu, quem conhecia alguma parceira especial logo procurava fazer par com ela.

O que vou contar foi um desses bailes que os homens tiravam as máscaras. De antemão, eu sabia que pelo corpo eles iriam sacar quem era a Meg. Mas ela estava dançando com um novato e ele, candidamente, assim que tirou a máscara, pediu que ela continuasse com ele. O que ela fez, para desespero de quem já sabia que era ela. 


O que  o novato não sabia, ainda, é que a mulher escolhida por ele iria pra cama com ele... e ele foi carregado pela Meg para um dos quartos.

Ele pensou que ela tiraria a máscara. A propósito, o nome dele era Vitor.

E como ela sabia que ele era o novato, resolveu que iria continuar mascarada e sem dar uma palavra. Nada que pudesse revelar quem era ela.

Ele aceitou as regras do jogo. E caiu na cama com ela, agarrando-a de tudo quanto era jeito, mamando, chupando a xotinha dela, passeando com as mãos na bunda soberba. 



Ela ficou extasiada. Ali estava um parceiro para novas e frutíferas trepadas, com baile ou sem baile.

Deixou ele fazer o que bem entendesse. Não havia pressa, ninguém tinha horário para acabar. Todos e todas estavam bem envolvidos, como os dois.

Depois que ele se fartou, foi a vez dela aprontar.

Começou com o boquete, como sempre. 



E depois trepou de todas as maneira que conhecia. E, evidente, a cavalgada não iria faltar, nem o gozo tão esperado.

E ele, doido pra saber se ela iria tirar a máscara.

Mas ela não tirou.

Passaram a noite numa trepação maravilhosa.

E ele ficou sem saber quem era aquela mulher deliciosa que deu tudo o que ele queria naquela noite.

Mas a turma se encarregou de contar pra ele. E ela deu um sorriso pra ele de dentro do carro em que iríamos voltar para a “civilização”.

 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Três gatas para um cachorrão

 Cara de muita sorte!

(escrito por Kaplan)          

 

Realmente, tem pessoas que nascem com o c* virado pra lua. É incrível como conseguem as coisas!

O Mateus, por exemplo, ficou conhecido na vizinhança como um cara muito bom de cama. O que atraiu logo a atenção de duas amigas que moravam ali perto e que comentaram com uma colega a respeito.

Pra ele, que já havia transado com a Carina e a Larissa, individualmente e em dupla, conhecer e receber a Eduarda foi a glória!

Três gatas de uma só vez. E ele como o rei da cocada preta! 



Ela só foi pra transar depois de conhece o Mateus. Não era tão fácil quanto as outras, ela sempre teve reservas quanto a relacionamentos, ainda que casuais.

Mas conheceu, gostou e aí topou fazer parte daquilo que ela considerava uma pequena orgia.

E foi muito bem recebida e teve o privilégio de ser a primeira a receber as boas graças representadas por um belo caralho.

Foi a primeira a ter o bicho dentro de sua boca. 



Mas as duas não deixaram que só ela fizesse boquete. Juntaram-se a ela e chuparam o gostosão também.

Ele fez questão de comer as três. Mas como combinado, a Eduarda sempre seria a primeira, pelo fato de estar estreando no grupo.

Ele perguntou a ela como gostaria, ela disse que adorava cavalgar.

Então ele sentou numa cadeira, ela sentou nele e ficou cavalgando. As duas louras ficaram ao lado, segurando-a e alisando os seios dela, esperando que ela liberasse para elas também cavalgarem. 


E assim, ele contentou as três.

Mas continuaram, tinha muitas coisas mais que podiam ser feitas.

A Larissa preferiu o frango assado.

A Carina, o dog style.

A Eduarda, o anal.

E depois as três receberam o gozo deles em seus corpos. 



O que era antes um ménage, passou, a partir desse dia, a ser mini orgia, conforme classificou a Eduarda.

 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Uma transa na cobertura de casa de praia

 Nem foram à praia...

(escrito por Kaplan)                

 

O convite que Maurício fez a sua amiga Silvia era tudo que ela desejava. A família dele tinha uma casa na praia. E ele a convidara para um fim de semana lá. Ele tinha de resolver uma questão no cartório e conseguira que o tabelião o atendesse no sábado, era o único dia disponível.

Ela ficou muito feliz com o convite e tratou de correr a uma loja para comprar pelo menos dois biquínis. Queria aparecer linda e moderna para ele. No fundo, apesar de eles serem amigos que nunca tinham transado, ela esperava, sinceramente, que eles pudessem entrar em acordo. Afinal, só os dois, numa casa sem mais ninguém... 


Pegaram o primeiro avião e três horas depois ela já estava na casa e ele desceu para os negócios. Pediu a ela que guardasse na geladeira as comidas que compraram tão logo chegaram e que o esperasse.

- Devo demorar umas duas ou três horas, Silvia. Fique à vontade para comer essas frutas que compramos e até mesmo esquentar essa pizza.

- Vai lá, resolve os negócios e volte para a gente curtir esse sol maravilhoso.

Enquanto ele esteve fora, ela fez o que ele tinha pedido. Comeu uma maçã, colocou um biquíni e foi tomar sol no terraço da casa. Em volta, uma natureza belíssima, lá embaixo a praia e o mar. Pouca gente. Basicamente moradores. Não era época de temporada...

Depois de alguns minutos ela pensou que poderia arriscar a ficar nua. Nunca tomara sol pelada, seria uma boa experiência! 




Deitada na cadeira, protegendo os olhos, ela se deliciou com o que estava fazendo. O tempo foi passando, ela acabou cochilando e quando abriu os olhos, viu, entre surpresa e espantada, o Mauricio completamente nu a observando.

- Mauricio, me desculpe... eu dormi e não tive tempo de colocar o biquíni.

- Pra que?

- Ora... pra que...

- Melhor coisa dessa casa, que esqueci de te falar, é justamente isso. Poder tomar sol completamente nus. E vejo que você assimilou rapidamente a ideia... e como você é bela, Silvia...

- Obrigada, mas você também é belo peladinho assim...

Riram. Porque sabiam que ia rolar algo de muito bom.

- Você está querendo o mesmo que eu, não está, Silvia? Nunca fizemos amor, mesmo sendo gandes amigos. Eu gostaria muito...

- venha... sou toda sua!

E a transa aconteceu. Suavemente, silenciosamente. 



- Que bom que aconteceu assim... adorei!

- Vamos comer a pizza? Estou faminto.

Adão e Eva no paraíso, comendo pizza e tomando cerveja.

Ficaram conversando, rememorando suas vidas e tentando descobrir as razões porque nunca tinham transado. Esperaram o sol baixar um pouco, foram nadar na piscina e depois transaram de novo. 


De noite, tomaram chá e comeram o que restou da pizza.

Tomaram um banho e foram dormir.

Mas... já que estavam nus, numa cama confortável.. por que não transar de novo?

Foi o que fizeram.

No domingo, acordaram tarde e se lembraram que não haviam transado durante a noite...

Foram para  o terraço e transaram de novo. 



Foi a despedida... tinham de voltar. Mas agora já voltaram namorados.

Este foi o fim de semana mais adorável para os dois!

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Ele comia a cunhada quando o irmão chegou

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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Cara feliz: tinha duas primas gatas

 O que mais ele precisava?

(escrito por Kaplan)     

 

André era o que se pode chamar de um cara sortudo. Não precisava sair pras baladas para procurar uma companhia feminina que lhe pudesse fazer companhia.

Nem precisava sair de casa.

Uma das vantagens de morar sozinho. Viera do interior para a capital para estudar numa faculdade. O pai tinha pedido para um seu irmão acolher o sobrinho pelos quatro anos de duração do curso.

Mas... o irmão tinha duas filhas, universitárias também e que logo se encantaram com o primo. Mas não era possível fazer nada na casa deles.

Por isso, André arrumou um emprego que lhe permitiu alugar a quitinete.

E ali ele recebia, periodicamente, as visitas das duas primas, Amália e Bianca. 



E elas eram tudo que um jovem universitário precisava.

Já tinham uma longa vivência sexual e poderiam até ensinar a ele algumas coisas.

Mas não fugiam muito do tradicional.

Tiravam a roupa, tanto elas quanto ele.

E o belo pau era alisado, lambido e engolido pelas duas bocas famintas.

Que prazer ele sentia! E as duas também! 



Sem pressa, sem ninguém para atrapalhar.

Elas se deliciavam.

Ora uma boqueteava, assistida pela outra que depois tomava o lugar.

E ali ficavam por tempo que quisessem.

Depois vinha a começão propriamente dita.

- Hoje eu primeiro!

Foi a Bianca que exigiu. Afinal, nas duas vezes anteriores, a Amália é que tinha sido a primeira. Rindo,  André  se posicionou, colocando a Bianca ajoelhada no sofá. 



A irmã, já acostumada, colocou os seios na boca a Bianca. Sim, elas brincavam muito entre si, o que assustou o André inicialmente, mas depois ele se acostumou e até se excitava bastante vendo as duas se pegarem na frente dele.

Já a Amália gostava mesmo era de ser comida de frente, sentindo o peso do André em seu corpo. E ela ficava deitada com a cabeça no colo da irmã.

E as duas também gostavam de cavalgar e ele as satisfazia plenamente.

E quase sempre terminavam com ele se masturbando e gozando no rosto das duas.

Não era um cara de sorte? Quantos de vocês, leitores, gostariam de viver como ele!

 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Ela pegou dois negões para trabalhar

 E aproveitou bem do trabalho deles

(escrito por Kaplan)           

Fernanda tinha conhecido dois trabalhadores que foram responsáveis pela instalação de uma piscina em sua casa. Os dois eram negros, altos, fortes, o tipo de homens que ela achava bem interessantes.

E ficou pensando em como poderia usar outro tipo de trabalho deles. Entendedores entenderão o que ela estava pensando.

Ligou para um deles, o André.

Alegou que o aquecimento da piscina não estava legal.

- Você e o Marcelo poderiam vir aqui para tentar consertar?

- Bem, se é o que estou pensando não seria necessária a presença de dois. Eu acho que daria conta sozinho.

- Ah... nunca se sabe... prefiro que venham os dois para qualquer emergência.

- Está bem, iremos amanhã.

Ela desligou feliz.

Ele desligou desconfiado e comentou com o Marcelo que achara esquisito o pedido dela. Como o Marcelo era mais safado, logo sacou que o problema não existia, ela estava é querendo usufruir deles. Riram muito.

E no dia seguinte, lá estavam os dois, recebidos por ela num biquíni bem sexy. Um piscou o olho para o outro. Entenderam. 


Olharam. Não tinha nenhum problema, a água estava quentinha.

- Será possível?

- Pode experimentar.

Ela entrou e confirmou. Estava quente mesmo. Deu o bote:

- Acreditem que ontem eu entrei nua na piscina e senti muito frio?

O Marcelo já tinha entendido.

- Por que a senhora não faz isso agora para se certificar?

Ela entendeu que eles já tinham sacado  o que ela queria.

Tirou o biquíni e entrou nua.

- Olha que curioso! Está quente mesmo.

Saiu e falou que não sabia como agradecer. Eles falaram que tinha um jeito e ficaram pelados mostrando duas picas enormes a ela. 



Ela pegou, feliz da vida. Era o que pensara!

Deu uma chupadinha leve nas duas picas e depois ficou de quatro.

Pegou uma com a boca e deixou o outro penetrar em sua buceta. Cachorrinho de três. Muito bom! 



Que picas grandes! Que picas adoráveis!

Já sabia que iria inventar novos problemas para chamá-los.

Eram muito eficientes.

O Marcelo, então... que graça de pessoa.

Como era forte!

Carregou-a, levantou-a bem alto e fez ela cair sentada em seu pau. Ele em pé.

E ela experimentou como era ser comida naquela posição. Urrou de prazer. 



E ainda sentou na pica do André para cavalgar e ao mesmo tempo chupar a pica do Marcelo.

Teve belo orgasmo.

Tinha que ter mais vezes.

Eles disseram que era só ela telefonar que viriam com prazer!

 

 

terça-feira, 14 de abril de 2026

Ser acordada pelo primo era bom demais!

 Pena que ele não ia todo dia lá...

(escrito por Kaplan)     

 

Alguns dias da semana o Lécio ia cedinho à casa de seus tios. Mas não era para vê-los.

É que lá morava a prima, Olivia...

Os dias eram certos. O tio trabalhava cedo, todo dia. Já a tia tinha trabalho mais folgado, só dava expediente às segundas, quartas e sextas.

Então, lá pelas 8 horas das terças e quintas, a Olivia ficava sozinha e esperava o primo ir acordá-la.

Era um ritual.

Ela dormia nua.

Mas ficava coberta com um lençol se calor ou uma colcha se fizesse frio. 



Tirar o lençol ou a colcha, era parte do ritual.

Mas ele fazia umas coisas antes.

Ia na cozinha, pegava uma bandeja, colocava café, leite e pão, uma fruta. Levava pra ela.

Silenciosamente.

Ela podia estar dormindo, ou talvez estivesse acordada e fingindo.

Então ele arrancava a coberta. E babava sempre vendo ela nuazinha.

Ela abria os olhos, sorria pra ele.   



- Olha só... o primo gostoso chegou... o que será que vai acontecer?

- Primeiro, toma este café. Precisa ficar forte para aguentar o que virá!

- Ai, que medo...

- Vamos, toma...

Ela tomava. Difícil era ignorar que ele estava pelado na cama servindo o café a ela.

- Vai ter lingüiça no café hoje?

- Nem precisa perguntar... sempre tem!

- Mas é bom saber. Aliás, me dá ela agora! 


Chupou bastante o pau do Lécio.

- Esta sempre é a parte mais gostosa do café da manhã.

- Pra você... pra mim tem outra, que só de 15 em 15 dias eu como.

- Você sempre taradinho... como gosta de um cu...

- Adoro... não só dele, gosto de tudo, mas ele... tem algo especial.

- Mas ele é a sobremesa, né? Primeiro tenho de conseguir gozar muito!

Ele sabia e sempre conseguia dar o prazer a ela, para depois ter o seu. 



Explodia de prazer dentro do cuzinho dela.

Ela gostava também, mas colocou aquela regra. Só três vezes no mês.

Se fosse todo dia, vai que ele ficasse enfastiado e não voltasse mais. Nem pensar!