quinta-feira, 21 de junho de 2018

Orgia na piscina


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(escrito por Kaplan) 

Ter uma colega que tem pais abastados e que mora numa bela casa, com piscina e tudo o mais... tem as suas vantagens.
Daniela era essa colega.
Morava numa cidade pequena, pertinho de onde a faculdade estava. Ia e vinha todo dia de carro, não demorava nem 20 minutos para chegar. E uma vez ela deu um churrasco lá pra turma toda, os pais estavam lá e ficou todo mundo comportado. O pai dela tinha cara de ser muito bravo. Ninguém se arriscou a nada. 

Ela tinha namorado, mas transava comigo...
Mas um dia ela e eu estávamos transando no meu quarto na república e ela comentou que ia ficar o fim de semana na república das amigas dela. Perguntei a razão e ela explicou que não gostava de ficar sozinha, os pais iriam estar ausentes.
Na mesma hora sugeri:

- E por que a gente não te faz companhia lá?
- A gente quem?
- Eu, o Rubens, e as duas colegas suas, a Mariza e a Simone. Já imaginou a farra que a gente podia fazer?
- Hummm... você me deu uma boa ideia.
- Podemos ir, então?
- Vou ver com as duas. Acha que o Rubens topa?
- Topa sim.
- Não seria melhor mais um?
- Olha, para coisas secretas eu só confio nele. Se você tiver algum amigo em quem confia guardar segredo... tudo bem.
- Tenho não, mas vocês dois dão conta do recado...
- Você já trepou com ele também, né, safada?
- Eu já...

Depois das risadas e mais uma trepada, ela se foi e no dia seguinte me avisou que as amigas tinham topado. Então, no sábado, fomos os cinco para a casa dela. 

Elas estavam muito a fim... e nós também!
Enquanto ela arrumava algumas coisas na casa, o Rubens e eu já fomos para a piscina e tiramos as roupas, sendo acompanhados pela Mariza e pela Simone.
As duas ficaram chupando nossos paus, Mariza com o Rubens e Simone comigo. Aquelas duas gostavam de dar uma chupada... e como chuparam! Mas a Simone terminou primeiro e curvou-se na frente dos dois, ajudando Mariza na chupada do pau do Rubens. Eu aproveitei para enfiar o pau na xotinha da Simone e enquanto bombava, ela chupava o Rubens e Mariza que era bi, mamava nos seios dela, e tinha a xotinha manipulada pelo Rubens.

Ela dava pinotes dentro da piscina e aí tirou o Rubens de lá, queria ser comida. Ele colocou-a sentada na borda da piscina e mandou lenha.
Aí a Daniela chegou e com uma surpresa. O namorado dela tinha aparecido por lá , ela teve de explicar o que estava acontecendo, ele não se incomodou. Tirou a roupa, ela também e se juntaram a nós. Eu e o Rubens ficamos desconfiados de que não trepariamos com ela...

Nesse meio tempo, Mariza saiu da piscina e ficou de quatro, tal como Simone estava. Então nós dois as comíamos e olhávamos Daniela chupando o pau do namorado.
Dali a pouco a Mariza propôs que a Simone trocasse de parceiro com ela. E aí tivemos a surpresa de ouvir o namorado da Daniela falar que também queria entrar na brincadeira. A Simone, feliz da vida, foi trepar com ele, a Mariza veio comigo e a Daniela com o Rubens.
E tome mais chupadas, e aí a Daniela começou a cavalgar o Rubens, a Mariza preferiu continuar de quatro comigo e a Simone estava experimentando o pau do namorado da Daniela.
Terminou a primeira rodada quando todas elas ficaram satisfeitas. 

Um brinde à orgia!
Demos uma parada para recuperarmos as forças, momento em que as cervejas foram abertas e esvaziadas prontamente.
Daniela comigo, Simone com Rubens e Mariza com o namorado. Essa foi a distribuição da nova rodada de trepadas. Chupadas, cavalgadas, cachorrinhos... teve de tudo por mais de uma hora, até novo gozo das três. E nosso.

Outra parada. Mais cervejas.
O namorado da Daniela chegou perto de mim e comentou:

- Acho que a Dani merece um castigo por não ter me contado... quer me ajudar a castigá-la?
- De que jeito?
- Daquele jeito gostoso... 

Era castigo, mas ela adorou!
- Vamos lá!

Ele pegou a namorada, disse que ela teria um castigo. Deitou-se e mandou ela sentar no pau dele. E deixou o cuzinho pra mim. Beleza! Foi uma bela DP que fizemos nela, que urrava de prazer.

E o Rubens estava se deliciando comendo a Simone e vendo a Mariza beijar a colega, mamar nos seios dela. Ele gozou na bundinha da Simone, a Mariza lambeu tudo!

Bem, todo mundo satisfeito, ficamos apenas nadando e tomando cerveja.

- Dani, quando é que seus pais viajam de novo?

Perguntei e todos ficaram ansiosos pela resposta. Mas ela não sabia, só nos disse que iria avisar, com certeza.


A noite dos mascarados


Segunda vez que isso aconteceu...

(escrito por Meg em seu caderno) 

Incrível, mas aconteceu uma segunda vez. Os detalhes todos eu só fiquei sabendo quando li o caderno que ela deixou. Porque no dia em que isso aconteceu, nós dois estávamos numa festa em que era obrigatório o uso de máscaras e ninguém podia retirá-las, de forma alguma.
Logo que chegamos, já vimos um grande número de pessoas dançando, todo mundo com máscara. Não precisava de fantasia. Só de máscara. E a ideia que estava presente era justamente a de pessoas transarem sem saber com quem estavam transando. 

Baile de máscaras... muito legal!

Eu fui agarrado por uma loura que me levou para um dos quartos e lá transamos adoidado. Claro que Meg ficou com alguém, mas tal como me ocorreu, não ficou sabendo quem era. Vejamos o que ela contou:

Esta experiência de festa com todo mundo usando máscara é muito boa. Esta que vou narrar não foi a primeira nem a última de que participei. E todas foram ótimas!
Kaplan e eu chegamos e fiquei espantada com a rapidez de uma mulher loura que o agarrou, dançou com ele um pouco e depois o puxou para algum quarto. Fiquei pensando se não seria a dona da casa, pois ela andava com muito desenvoltura pelos ambientes... mas não tive tempo de pensar muito, porque logo me deparei com um mascarado que sorria pra mim e me tirou pra dançar.

E juntou meus panos, meu corpo estava colado ao dele e logo senti o pau dele crescendo e esbarrando em minhas coxas.
Aquilo me deixou alucinada. E ele me deu uns beijos muito gostosos. Eu sabia que ele seria o meu par naquela festa!
E não esperei ele me chamar, já abri o jogo, perguntando onde iríamos ficar mais à vontade. E ele me tirou da sala, me levou pra fora, me pôs dentro do carro e me levou a um motel! Fiquei pensando que eu estava me arriscando saindo assim com um cara que eu nem desconfiava quem seria. Pensei que, saindo da festa, iríamos tirar as máscaras, mas ele disse que era melhor ficarmos com elas. 

Nada de tirar as máscaras...
Então, chegando ao motel, logo começamos a nos despir e deitar na cama. E os beijos recomeçaram, cada vez mais intensos...
Eu já estava só de lingerie, e enquanto ele me beijava e abaixava meu sutiã e me lambia os seios, a mão dele afastava minha calcinha pro lado e começava a acariciar minha xota.
Não demorou para que ele tirasse minha calcinha e me desse um banho de língua que me levou a gemer... Com certeza, eu não sabia quem era aquele homem. Nunca tinha transado com ele. Eu saberia...

E lá estava eu, pernas abertas, a cabeça dele entre minhas pernas, ele me chupando e enfiando dedos dentro de mim...
E aí ele tirou a roupa e me mostrou aquele pau que tanto me cutucara enquanto dançávamos. Não era gigante, era normal, mas já estava daquele jeito que eu gosto.
E fiz um boquete nele, bem caprichado. Segurava as bolas, passava a mão na região entre o saco e o cu... senti que ele gostou.

Depois, virei a mamãe que recebe o papai em cima dela, metendo sem parar. É gostoso, não nego, se bem que prefiro outras posições. Mas ali eu estava entregue àquele homem que conseguira me seduzir tão facilmente.
Levantou minhas pernas, fiquei de frango assado sem ele parar de meter. Já estava desconfiada que ia sair daquele motel com a sensação de que um trator me atropelara...


E lá veio ele me colocando de quatro... só virou meu corpo, ergueu minha bunda, meteu na xota por trás e tome bombadas... 

Gozei ali mesmo, mas ele continuava... de uma coisa eu tinha certeza: não sairia daquele motel sem dar uma boa cavalgada nele! 


E foi o que rolou em seguida. Como que adivinhando o que eu pensava, ele se deitou e me fez sinal para sentar nele. Com muito prazer, senhor mascarado! Com muito prazer!!!

Comecei de costas pra ele e quando ele menos esperava, virei o corpo, sem deixar o pau dele sair, e fiquei de frente. Bom para nós dois, porque ele via eu gemendo e podia pegar em meus seios, o que me agradava bastante. Outro gozo... e ele ainda continuava firme.
Terminamos de ladinho, com ele gozando não dentro de mim, mas em meu corpo.
Não quis saber de conversa. Aliás, não falara praticamente nada o tempo todo.

Será que foi essa loura que pegou o Kaplan?
Pediu a conta, pagou e voltamos à casa onde a festa rolava solta. Todo mundo mascarado, como as regras determinaram. Ele não entrou, me deixou lá e foi embora. Ou seja, nunca vou saber quem me proporcionou aquela noite maravilhosa! Olhei em volta. Ninguém mais dançava. 

Tinha um cara já gozando em cima dos seios de uma moça; tinha uma loura fazendo DP... estava bom demais!

Procurando ver se achava o Kaplan, acabei sendo puxada por um cara para um quarto. Dei pra ele também, mas não teve muita graça...


Swing em Paris


Não é a toa que se chama a cidade do amor!

(escrito por Kaplan)

Ah... Paris... la cité de l’amour...
Visitamos aquela bela cidade várias vezes. E em todas, literalmente em todas as vezes que lá estivemos conhecemos pessoas ou casais maravilhosos, que nos proporcionaram momentos de muito sexo. 

Restaurante reservava surpresas agradáveis!
Camille e François, por exemplo. Eram donos de um pequeno restaurante próximo ao hotel em que ficamos, na rue Taylor. Simpático o pequeno restaurante e quando estivemos lá para um jantar, Camille se interessou ao saber que éramos brasileiros.
Deu a entender que o hotel que estávamos era de um brasileiro, que depois o vendeu para uns árabes.

Conversa vem, conversa vai, logo o François, marido dela, se aproximou, já com uma garrafa de vinho que nos ofereceu, os dois sentaram-se junto com a gente e conversamos muito.
Não tivemos dúvida: todos os dias que ficamos lá jantamos naquele restaurante.

E no terceiro dia, Meg, que havia ficado muito interessada no François, conseguiu falar com ele num momento em que Camille não se encontrava. E para surpresa nossa, ele não só gostou do interesse dela, como falou que ele e Camille eram bem liberais, e adorariam nos receber no apartamento em que moravam, na mesma rua.
Quando Camille chegou, ele a colocou a par e ela ficou tão feliz quanto a Meg. Brincou, dizendo que seria a primeira vez que colocaria a boca num peru brasileiro.
Resultado: esperamos eles fecharem o restaurante, o que aconteceu antes da meia noite e eles nos levaram ao apartamento deles. 

Relações internacionais deveriam ser sempre assim...
E mal chegamos o François despiu a Meg, colocou-a sentada num sofá e começou a chupar o xotinha dela. Enfiava dois dedos na xotinha, e Meg já começou a ficar muito excitada. Enquanto isso, Camille só abaixou minha calça e se pôs a chupar meu pau. Ajoelhada no mesmo sofá, ela segurava meu pau e o engolia, lambia...

François também ficou interessado em ser chupado. Tirou a calça e mostrou seu belo pau para Meg que na mesma hora mandou brasa naquele boquete que ela sempre gostou de fazer.
E assim, durante bons minutos, só se ouvia o som produzido por elas ao engolir e tirar o pau de suas bocas.

Deixei Camille parada, ajoelhada, dei a volta e me preparei para enfiar o pau na xotinha dela. Enfiei e comecei a bombar, sendo recebido com muitos gemidos. Então François fez a mesma coisa com Meg, colocando-a de joelhos ao lado da Camille. Enfiou os dedos de novo na xotinha e depois enfiou o pau.
Ficamos nós dois bombando nossas mulheres trocadas, nos deliciando com os gemidos delas.

Sem nada combinado, nós dois paramos de bombar, e Meg, ainda ajoelhada, veio até mim, me beijando, segurando meu pau. E Camille sentou no pau do marido e começou a cavalgar.
Meg não ia deixar de cavalgar também. Sentou em mim e começou a pular e depois as duas voltaram a trocar de parceiros. E com Camille me cavalgando e Meg cavalgando o François, tivemos o prazer de ver as duas gozando loucamente.

Tinha sido muito bom, para todos. Nos vestimos para voltar ao hotel, ele nos acompanhou porque disse que à noite o bairro costumava ficar perigoso. Muito cortês!

No dia seguinte, domingo, eles não iriam abrir o restaurante, então nos chamaram para que mostrassem Paris para a gente. Já tínhamos visto muita coisa, mas aceitamos. E o primeiro lugar em que nos levaram, foi a Torre Eiffel. 

Os franceses pensam em tudo... (foto: Kaplan)

- Estão vendo aquele número luminoso na torre? Significa que faltam 891 dias para chegarmos ao ano 2000. Praticamente daqui a dois anos e meio estaremos chegando ao fim do século XX.

Visitamos vários locais, um museu.
E quando começava a anoitecer, eles nos levaram de volta. Para o apartamento deles, claro. Tinham gostado, e queriam repetir!

Entramos, ele trouxe um vinho, bebemos e as roupas começaram a sair. Meg já foi direta para a cavalgada no François, e eu comecei a comer a Camille de cachorrinho. Todo mundo no sofá! Nem sequer conhecemos o quarto deles!
Era lindo de se ver os seios da Meg subindo e descendo quando ela pulava e os da Camille indo e vindo quando eu bombava... 

Troca de casais um perto do outro... bom demais!
Camille também quis cavalgar, mas logo voltou à posição de cachorrinho. Eu penso que era a preferida dela... e Meg continuava cavalgando porque era o que ela mais gostava de fazer.
Gemidos, mãos pegando nos seios, e xotinhas sentindo o pau entrar e sair sem parar...

Mas depois o François colocou a Meg na posição de frango assado e ficou metendo assim. E a Camille me pôs sentado e foi cuidar do “peru brasileiro”, me chupando gostosamente. Depois, ela tornou a me cavalgar e foi quando gozou.

Quando Meg gozou, só pegou no pau do François e ficou punhetando-o até ele gozar em sua barriga.
De novo, tinha sido muito bom. Mas não teve mais. Iamos continuar a viagem. Deixamos nosso endereço com eles, caso viessem ao Brasil, era para nos procurar. Mas nunca vieram. Ficaram na nossa memória aquelas duas noitadas sensacionais na cité de l’amour...

Mas perguntem se voltamos lá outras vezes....


Deu pra dois no quintal da velha casa


Esses quintais de antigamente... se falassem!

(escrito por Kaplan)   

Nívea era amiga da Meg, nasceram na mesma cidade, estudaram juntas. E depois de um tempo separadas, se encontraram lá e ela suspeitou que algo acontecia entre Meg e seu primo Paulo.
Puxou conversa e acabou sabendo da verdade. E entusiasmou. Meg disse a ela que transar com primos era algo delicioso.

Então Nívea começou a seduzir logo dois, o Tobias e o Gil. Ambos aceitaram o jogo de sedução dela e começaram a comparecer...
E teve um dia em que ela estava sozinha em casa e os dois chegaram quase ao mesmo tempo. Ela não se incomodou, seria uma experiência nova, transar com os dois.
Levou-os ao quintal, os dois sentaram-se e ela começou fazer um striptease pra eles, dançando e tirando as roupas... mas não chegou a tirar tudo, ficou só de calcinha e uma blusa bem decotada que mostrava os seios quase por inteiro. 

Dois seios para dois primos... vocês querem?

Abriu a blusa, mostrando os seios. Afastou a calcinha pro lado, mostrando a xota. E viu que os dois já estavam excitados. Então fez os dois ficarem em pé, abaixou as bermudas deles, e, ajoelhada entre os dois, começou a chupar os deliciosos paus deles. Chupava ora um, ora o outro, colocava as duas cabeças dentro de sua boca... eles estavam vibrando com a performance dela.
Gil logo quis saber de comer a prima. Deitou-se numa toalha e ela sentou em cima dele, pulando enquanto continuava a chupar o Tobias.

- Ahhhh... vocês dois sabem como me deixar feliz... que paus mais gostosos... vou querer muito, hein?

E continuava pulando e chupando...
Depois foi a vez de ela ficar de quatro, chupando o pau do Gil e o Tobias foi lá pra trás, mexer na bunda dela, beijar, enfiar um dedo no cuzinho... Nivea delirava com tudo que acontecia ali.

O dedo do Tobias enfiava-se todo dentro do cuzinho... e ele ainda lambia... ela já estava doida para ele enfiar o pau lá. E aconteceu logo.
Dando o cuzinho e chupando o pau... Ela iria sempre agradecer à Meg pela dica... transar com primos era muito bom! 

Primos, vocês são demais!!!

É claro que vendo como ela gostava daquilo, o Gil também se interessou em conhecer aquele buraquinho que até então ele não explorara. Ela não se incomodou. O  Tobias foi até um tanque que tinha no quintal, lavou bem o pau e o trouxe de volta à boca da prima. E lá estava ela, de novo pulando e chupando, só que agora o pulo era para tirar e por o pau no cu.

O que mais poderiam fazer? Logo ela soube, afinal os primos eram bem mais experientes do que ela.
Tobias deitou e fez ela sentar no pau dele e  o Gil veio e enfiou no cuzinho. Uma DP! Ela nunca imaginara fazer uma e estava ali, fazendo com eles.
Gozou, enlouquecida de tesão.
E ainda teve de engolir o “leitinho” dos dois...

Depois que eles foram embora, ela ligou pra Meg e contou tudo. Meg ficou tão entusiasmada que combinou com Nívea de conhecer os primos dela quando fosse lá...


quarta-feira, 20 de junho de 2018

Viu o primo fazer um anal com a irmã


Que tipo de visão é essa?

(escrito por Kaplan)

Tiago e Odete eram irmãos. Ela com 19 anos, corpo divino, 55kg, 86 de busto e 88 de bumbum. Já viram que delícia, né? Ele tinha 17, corpo malhado, porque frequentava mais a academia do que a escola.
Mas nada havia entre eles.

Até o dia em que o Tiago chegou em casa mais cedo, porque não tivera a última aula. Pensava que iria estar sozinho, naquele horário não haveria ninguém em casa. Mas enganou-se redondamente.
Quando abriu a porta da sala e entrou, ele ouviu gemidos que vinham do andar de cima. Sim, a casa era grande, tinha dois andares.
Assustado, ele tentou descobrir o que era e logo viu. Sentado numa cadeira, no corredor dos quartos, seu primo Valter tinha a Odete no colo. Distraídos, eles não pensavam que alguém poderia vê-los, devido justamente ao horário. A casa sempre estivera vazia.

Mas ele está enfiando no cuzinho dela...
E ele notou algo curioso. O pau do Valter não estava entrando na xotinha da irmã. Estava no cuzinho dela.

Será por isso que ela gemia tanto? Seria doloroso? Ele já ouvira falar de sexo anal, mas nunca praticara nem pensara que veria justamente a irmã e o primo fazendo.
Passou a ver melhor a cena. Sua irmã ele viu pela primeira vez como uma bela mulher. Belíssima, aliás. Que seios...
Ficou espreitando. Queria ver como aquilo ia acabar.
Mas demorou...

Depois de algum tempo, ela se levantou, ficou de joelhos na cadeira e o Valter tornou a enfiar o pau no cuzinho dela. E ouviu um pequeno diálogo dos dois.

Ele – Essa sua mania de ficar virgem... adoro comer seu cu, mas queria comer sua buceta também...
Ela – Nem pensar... não vai mesmo. Aqui na frente só meu namorado.
Ele – Qual a diferença?
Ela – Você é meu primo, ele não. Então, contente-se com meu cu, ou então não terá nada.
Ele – Você é a chata mais gostosa que conheço. Tá bom... continuo na traseira. É bom também!
Ela -  Eu sei, também gosto. E fique feliz, é só você que come ai... meu namorado tenta, mas não deixo.
Ele – Obrigado pela parte que me toca...
Ela, rindo – Cala a boca e continua a comer... 

Nossa... ela só dá o cuzinho...
Ele a colocou sentada e enfiou de novo, no cuzinho, dessa vez pela frente. E avisou que ia gozar, então tirou o pau e despejou tudo no rosto e nos seios dela.
Rindo, ela foi ao banheiro,tomou uma ducha. Ele se vestiu e se preparou pra ir embora. Ela saiu do banheiro, nua, para admiração do Tiago. Despediu-se do primo com beijos e depois que ele saiu, ela foi à cozinha pegar uma fruta para comer.
Aí o Tiago apareceu na frente dela. Que ficou roxa, amarela, azul... não sabia onde se esconder, tentava tampar os seios e a xotinha, olhando apavorada pra ele.

- Você chegou agora? Tá cedo...
- Não, cheguei deve ter uns 40 minutos... tempo suficiente para ver o que rolou ali no corredor...
- Você não viu... está mentindo...

Ele deu um sorriso e repetiu o diálogo dos dois. Ela gelou. Ele tinha visto, ouvido... e poderia contar pros pais. Seria o escândalo do século.
Ficou em silêncio, esperando ele dizer alguma coisa. 

Mana, eu vi tudo... também quero!
- Mana, eu fiquei curioso, porque nunca tinha visto sexo anal.
- É... tem isso...
- Doeu muito? Você gemia tanto...
- Não, só doeu a primeira vez que dei, agora estou acostumada. Gemi porque estava gostoso.
- Faz comigo também?
- Ficou doido? Você é meu irmão... não devia nem ter visto!
- Mas o Valter é nosso primo...
- É diferente, Tiago... é diferente...
- Se você não fizer eu vou contar pro pai.
- Não faça isso...
- Então dá pra mim, nem que seja uma vez só.

Ela entendeu que tinha de dar... seria a única forma de a coisa ficar em segredo.

- Está bem, então vamos lá pro quarto. Mas aqui: é segredo nosso...
- Pode deixar. Eu não contaria pra ninguém.

Foi assim que Tiago experimentou o que era sexo anal. Gostou... e acabou repetindo de vez em quando com ela, que não reclamou. Afinal, ela gostava!


A mãe do amigo estava com dor no pescoço


Massagem, por favor...

(escrito por Kaplan)
  
É verdade... dependendo do que a gente faz, doem certas partes do corpo e quando isso acontece, nada melhor que uma massagem.

Nádia era mãe de César. Bela mulher, 48 anos, tivera César quando estava com 22. Divorciada, ela morava com ele e adorava quando amigos do filho apareciam por lá. Eram todos na faixa de 25 a 27 anos, corpos musculosos, que ela admirava, babando de vontade de ter alguma coisa com um deles.
Teve uma bela chance quando precisou desfazer-se de alguns móveis pois comprara artigos novos.

Que bom que você veio nos ajudar!
César chamou o George para ajudar a tirar móveis, colocar móveis... todo mundo sabe o que é isso.
E o mais interessante de tudo é que a namorada do César ligou pedindo que ele fosse encontrá-la com urgência. Ele tentou argumentar que não poderia, mas ela disparou a chorar, porque tinha de levar uma irmã ao hospital. Então ele se rendeu e foi, deixando o George com a mãe.
Ela não ia perder aquela chance.

Enquanto ele empurrava uns móveis, ela disse que ia trocar de roupa, colocar algo mais confortável. Foi pro quarto, tirou a calça comprida, colocou um shortinho, o menor que tinha. Um corpete e uma camisa do filho por cima.E deitou-se na cama.
O George começou a achar que ela estava demorando demais. Ele não sabia mais o que tinha de fazer, então tomou a liberdade de bater na porta do quarto dela. Ela falou para ele entrar.

- George, me deu um jeito aqui no pescoço... tive de deitar pra ver se melhora... mas não melhorou não.
- Tem algum remédio pra dor aqui?
- Nada, tenho não...
- O que eu posso fazer?
- Pode fazer uma massagem? Talvez melhore...
- Bem, acho que sei fazer isso.

Ela então ajoelhou na cama de tal modo que ele, para fazer a massagem, também teria de se ajoelhar lá em cima. E começou, desajeitadamente, a massagear os ombros dela, que tirou a camisa e ficou só com o corpete.

- Está bom? 

Faz mais em baixo...(meus seios vão adorar suas mãos!)
- Está, mas pode fazer mais embaixo também?

Ele começou a desconfiar... mais embaixo ele colocaria as mãos nos seios dela...
Ela insistiu e até pegou na mão dele e colocou onde ela queria: dentro do corpete, em contato direto com os seios.

- Por que estou achando que fui enganado? – perguntou ele sorrindo porque entendeu a jogada dela...
- Porque foi mesmo...

Já com o corpete tirado e os seios balançando na frente dele, ele resolveu encarar, tirou o shortinho dela e começou a fazer uma massagem especial na xotinha, primeiro com os dedos, depois com a língua, fazendo Nádia suspirar, gemer. 

Preciso massagear seu pau também...
Ele demorou na chupada, até que ela, enlouquecida, falasse com ele para tirar a calça e aí foi a vez de ela fazer um boquete demorado no pau dele, que ela adorou quando viu. Grosso, muito grosso. Ao chupar, ela já ficou pensando como seria a entrada dele em sua xotinha... afinal, havia meses que ela não transava com ninguém, devia estar parecendo uma virgem...

Depois do boquete, ela sentou no pau dele. Realmente, doeu um pouco receber aquele pauzão lá dentro, mas entrou tudo e foi ele que ficou subindo e descendo com o pau, deixando-a cheia de gemidos.

Rolaram na cama, ela ficou ajoelhada e ele a comeu por trás. Ela gozou. Tinha tanto tempo que não sentia aquele prazer com um homem, que logo gozou, e deixou que ele gozasse sobre seu corpo.