sexta-feira, 3 de abril de 2026

Tímida, ela foi posar no Studio

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

O susto dele ao descobrir que ela era minha esposa

Foi muito divertido ver o apuro dele

(escrito por Kaplan)

 

 Estávamos numa praia normal. Nada de topless nem nudismo.

Eu me demorei um pouco no café do hotel e Meg, ansiosa para queimar seu corpo, foi na minha frente para a praia.

E no café fiquei conhecendo um hóspede que estava sozinho no hotel, chamava-se Tiago. Batemos um bom papo e fomos juntos para a barraca em que sempre ficava quando ia lá. Mas não falei da Meg, nem sei a razão.

Eis que quando a gente chegava, vimos ela tirando o short para ficar de biquíni. O Tiago quando viu, sem saber quem era ela, derramou-se em elogios. 


- Rapaz, olha só que bunda a daquela garota. Ah, se essa bunda fosse minha!

Resolvi que ia brincar com ele.

- De fato, maravilhosa...

- Será que ela está sozinha? Não vejo ninguém na mesa que ela ocupou.

- Pode ser, é comum encontrar moças que viajam a sós.

- Se estiver, vou cantar.  Olha lá, ela está indo nadar. Olha a bunda! O que é aquilo?

- Rapaz... é muito gostosa mesmo. 


- Vou lá. Vou entrar na água com ela e começar a cantada.

Deixei ele ir, morrendo de rir do que iria acontecer quando ele ficasse sabendo a verdade.

Ela me contou depois que ele se aproximou, cumprimentou-a e elogiou.

- Quando vimos você tirar o short e depois caminhar prá cá, eu e meu amigo não cansamos de te elogiar.

- Seu amigo? Quem é ele?

Ele apontou pra mim e ela sacou na hora que eu não tinha falado que éramos casados.

Então deu corda.

- Se eu fosse uma pessoa muito metida, ia ficar entusiasmada sabendo desses elogios de dois sujeitos boa pinta como vocês. Mas sou modesta, recebo seus elogios porque já recebi muitos.  



- Está hospedada aqui?

- Sim, no hotel X.

- Mas que boa surpresa... eu e ele também estamos hospedados lá. Será que isso é um bom motivo para convidá-la para jantar conosco?

- Humm... não sei... sou casada!

- Ah... que pena. Mas me desculpe, então, porque te vi sozinha. Seu marido não veio? Deixou você vir sozinha? Ele é doido a esse ponto?

Ela não se conteve... riu, gargalhou.

- Olha, não nos leve a mal, mas meu marido é o cara que veio com você... ele adora fazer essas brincadeiras. Olha lá como ele está rindo.

- Vou encher ele de porradas.

- Faz isso não... eu estou aceitando seu convite para jantarmos juntos. Vamos ficar todos amigos!

Voltaram para a barraca, ele me xingou um pouco mas logo aceitou a brincadeira numa boa. Passamos um dia animado e divertido.

E de noite, fomos jantar num restaurante que nós já conhecíamos. 




Ela caprichou no decote e no mostrar as pernas. Comecei a perceber que ela estava já interessada em conhecer melhor o Tiago.

Jantamos bem, tomamos belos vinhos.

E eu observando como ele ficava incomodado com os seios dela quase saindo do vestido, e arrepiando quando a perna dela – sem querer, querendo – encostava na dele.

Não demorou ele pedir licença pra ir ao banheiro.

- Acho que alguém está a fim de outro alguém... – disse eu pra ela.

- Confesso... fui descoberta. Mas você me dá razão? O cara é muito culto, adora cinema, como eu.

- E você fica tesando o coitado... ele deve ter ido bater uma punheta no banheiro.

- Será?

- Não duvido. Como vai ser, já quer transar com ele hoje?

Pode ser... ainda tenho um golpe para deixar ele bem entusiasmado.

- Qual vai ser?

- Me aguarde...

Ele voltou, batemos mais papos, e depois pedimos a conta e nos levantamos. Aí a Meg deu o golpe para ele não conseguir escapulir.

Fomos andando, mas passamos do hotel. Comecei a entender.

Ali havia uma região isolada, ninguém aparecia por lá. Tudo escuro.

Pois ela tirou o vestido e só de calcinha entrou no mar. E voltou sorridente, mostrando os seios a ele. 


Vestiu-se e fomos para o hotel.

Surpresa pra ele. Ela me deu um beijo e foi pro quarto dele.

Ele me olhou, sem entender. Fiz o sinal de positivo, ele aceitou.

Ela passou a noite lá. Trepou muito, gostou dele.

 Mas na noite seguinte teve ménage. Eu falei que queria participar da festa também. Eles aceitaram. E nas demais noites, ménage sempre!

  

quarta-feira, 1 de abril de 2026

A turista exibicionista em Paris

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terça-feira, 31 de março de 2026

Sem o amante saber, Meg filmou a trepada dos dois

 Ela e eu gostamos muito de ver!

(escrito por Meg)                       

 

Ela era muito inventiva mesmo. Cismou que queria guardar um filme de uma trepada boa. Brincou que era para mostrar aos netos!

Aí, veio me mostrar o filme. 




Sentei ao lado dela já sabendo que iria ficar de pau duro... mas vamos ver ela descrever o que foi filmado.

 

Pra guardar coisa boa, tinha que ser um amante dos bons. Escolhi o Leo, que já me dera fantásticos momentos de prazer.

Arranjei uma filmadora e escondi em cima do armário do meu quarto. Pegava a cama toda, era o que eu queria.

Deixei para ligar quando ele chegasse. Quando ouvi ele batendo a campainha, corri, liguei a filmadora e fui recebê-lo. Beijos e mais beijos na sala, mas eu tinha de carregá-lo para a cama.

O filme ficou uns 5 minutos mostrando só a cama.

Aí eu apareço,pulando na cama, deitando com as pernas abertas e ai o Leo aparece, pelado também, e deita com a cabeça entre minhas coxas e começa a me chupar.

E chupa bem, o safado. Segura meus peitos e manda ver com a língua... é de endoidecer! 


Depois ele só ajoelha entre minhas coxas e enfia o cacetão em mim... pena que o filme não registrou os sons, meus gemidos iam ficar lindos...

Ele meteu muito... muito mesmo!

Virou um verdadeiro frango assado! Ótimo, eu me deliciava!

Como é bom sentir o cacetão dele me cutucando sem parar. As vezes ele demora tanto que chega a doer, mas é aquela  dor gostosa... tem gente que sabe o que estou falando...

E depois foi ele que deitou. 



Minha vez de ficar por  cima. Sentada no cacetão e pulando sem parar.

E ainda inclinava meu corpo e ele mamava em mim.

Depois do filme pronto é que pude contar o tempo. Foram exatos 23 minutos de cavalgada. Se eu conseguisse, ficaria o dia inteiro pulando nele...

Mas cansei.

Então fiquei de quatro, dog style também é comigo! 



Foi aí que gozei.

Exato na hora em que a fita acabou.

Uma pena que não mostrou o cacetão enchendo minhas costas de porra.

 

Lógico que o que aconteceu em seguida não foi filmado.

Comi ela de acordo com o figurino.

É muito excitante ver sua mulher sendo comida por outro.  Dá um tesão fantástico!

Se você, leitor, já passou por uma experiência dessas, crie coragem e me envie que publicarei aqui com muito prazer!

 

segunda-feira, 30 de março de 2026

Os amigos a amavam. Mas comiam também!

Mais um belo caso.

(escrito por Kaplan)

 

É, Meg deixou uma lista enorme de amigos que a comeram. Aliás, praticamente todos!

O Aurélio foi um deles.

Um belo dia ele estava lá em casa, batíamos um belo papo, quando vi que a minha hora chegara. Tinha uma festa de 15 anos para fotografar. Geralmente Meg ia comigo, mas estando com visita... eu fui e ela ficou.

Claro que os dois gostaram.

Assim que ouviram meu carro saindo da garagem, sorriram um para o outro.

- Chega mais, Aurélio. 


Ela queria tirar a roupa dele, e logo o fez.

Quer coisa melhor do que ter um homem gostoso, totalmente pelado, na sua frente, em sua casa, com seu marido ausente?

Pra ela não tinha nada melhor do que isso!

O  que ela deveria fazer?

A melhor alternativa: ficar pelada também e pegar naquela gostosura. 



E com certeza ia levá-lo à boca para fazer o boquete que o Aurélio já conhecia e só tinha elogios a fazer.

Sentado no sofá ele só curtia ver a Meg inclinar sobre ele e sua cabeça subindo e descendo na medida em que ela engolia e tirava, engolia e tirava... 




- Aurelio, se tem uma coisa que gosto demais é isso. Adoro ter paus que cabem dentro da minha boca, como o seu, o do Kaplan e outros que já conheci. Tamanhos médios, esses 17,18 cm de prazer. Não nego que trepar com paus enormes é bom, mas nessa parte eles perdem. As vezes só consigo colocar a cabeça, o boquete não fica como deve ser.

- Bom  saber disso... já ouvi comentários que os grandões são os melhores.

- É lenda. Acredite em mim, tenho doutorado nesse assunto!

- Então chupa mais, me mostra porque você é doutora!

E ela continuou chupando, até cansar.

Aí sentou no sofá, expondo seu corpo maravilhoso. 





- Continuo gostosa?

- Igual aos vinhos: quanto mais velhos mais saborosos!

- Então use-me e abuse-me. Me come, me faz gritar, gemer, até chorar se for o caso.

Ele era um moço obediente.

Fez tudo que ela gostava.

Cachorrinho,  frango assado, cavalgada.

Ela gemia e gritava, não muito alto, pois havia vizinhos...

- Mete firme.... estou quase gozando! Ah....ah... que maravilha!

Ela gozou. E que gozo!

E viu que ele continuava firme como uma estaca.

- Hoje vai ser só na frente, viu? Quero beber esse leite quentinho que você tem!

Ele gostava muito de comer o cuzinho dela, mas como ela não queria... ficou em pé e ela chupou de novo até ele gozar em sua boca. Escorreu parte para os seios e ambos gostaram porque significava um banho a dois. 


Geralmente, no banho ela liberava o cuzinho, mas naquela noite não aconteceu. Ela não contou, o problema é que eu já tinha comido o dito cujo na parte da tarde. Estava meio dolorido...

 

sexta-feira, 27 de março de 2026

A morena, a ruiva e o louro pintudo

 Menage colorido este!

(escrito por Kaplan)

 

Sim, estamos falando de Isabel, de Ronara e de Alexandre. Acontece que Alexandre e Ronara eram casados, e Isabel era uma amiga de Ronara. Daquelas amigas de longa data, freqüentaram o mesmo colégio, a mesma universidade apesar de em cursos diferenciados. Quando Ronara se casou com ele, Isabel foi a madrinha, nem podia ser de outra forma.

E depois de casados, Isabel continuou frequentando a casa deles. Tornou-se amiga do Alexandre também. E curtiam festas, encontros com outros amigos, era um trio bem interessante. 


Era fatal que, mais dia menos dia, iria rolar entre eles mais do que amizades desinteressadas.  As conversas íntimas das duas acabaram por excitar a Isabel e isso ficou claro.

Então, uma conversa de Ronara com  Alexandre colocou as coisas no lugar. Todos os três estavam interessados num encontro sexual, um ménage.

Eles sabiam que Isabel iria concordar, apesar de ainda não terem falado nada com ela, mas era visível a excitação dela quando estavam juntos, assistindo TV na casa deles, ou tomando vinho e falando abertamente de sexo.

Então, uma noite a Ronara deixou os dois conversando na sala, foi ao quarto e voltou nua pra sala. 


Isabel olhou espantada. E mais ficou quando viu o Alexandre também tirar as roupas.  O que eles pretendiam?

- Bel, a gente sabe que você gostaria que isso acontecesse. E nós concordamos que já está na hora de acontecer. Participe conosco... tire sua roupa também e vamos nos amar, nós três!

Ela ainda ficou indecisa, mas o Alexandre,que estava mais perto dela, começou a tirar a blusa que ela vestia, tirou o sutiã. Ela ficou arrepiada, mas logo entendeu que ia acontecer. Então tirou a saia e a calcinha. Ficaram os três se admirando.

Levaram ela para o quarto. Ele deitou na cama, elas subiram, e ajoelharam cada uma de um lado dele. O pau já estava duro. E Ronara disse a Isabel para começar. E acabou por ajudá-la. 



Ficaram um bom tempo lambendo e chupando.

Inevitável que as duas bocas se tocassem de vez em quando. Apesar de nunca ter acontecido nada entre elas, não se espantaram com isso. Sorriram uma pra outra.

E Ronara ofereceu o pau do marido para Isabel sentar nele. Era a convidada de honra!

E ver o marido sendo cavalgado pela amiga, despertou um tesão muito grande e ela começou a acariciar os seios dela, a beijá-la. E foi correspondida. 





Tudo corria às mil maravilhas.

Todos achando tudo maravilhoso.

E pensando que seria o primeiro de muitos encontros que poderiam acontecer.

Foi a vez de Ronara ser comida. Deitou-se e ele a penetrou.

E demonstrando que algo de novo tinha acontecido, Isabel chegou com sua xotinha na boca da Ronara ao mesmo tempo que beijava ardorosamente o Alexandre.

E ele, finalmente, colocou a esposa de quatro, ajudou a Isabel a ficar por cima dela. Ele ficou com as duas bundas e xotas disponíveis. Uma em cima da outra.

E começou a meter na esposa, depois subiu com o pau e meteu na amiga.

Ficou nesse vai e vem por um bom tempo, esperando as duas gozarem para então ele também gozar. 



Dormiram ali mesmo, os três nus, enroscados um no outro.

Era um momento de rara felicidade.

Que iria se repetir, como, de fato, se repetiu. Só acabou quando Isabel começou a namorar e logo se casou. O marido dela não era nem um pouco liberal...