segunda-feira, 4 de maio de 2026

Meg posando pro admirador na casa dele

Ela tinha muitos admiradores... e comedores!

(escrito por Kaplan)

 

Já falei muito sobre esses admiradores que viviam pedindo para ela posar na casa deles, ou num sitio deles, ou numa fazenda deles.

Mas ela escolhia a dedo, pois sabia que o que eles queriam era comer a apetitosa modelo do marido fotógrafo.

Vários eu já publiquei aqui no blog.

E hoje, vou contar de mais um, o Miguel.

Casa bonita, moravam ele e a esposa, que gostava muito de viajar. Então, toda vez que ela ia pra Miami fazer as comprinhas, ele ligava pedindo para eu fotografar a Meg na casa dele.

Eu falava com ela e como ela não tinha ficado muito interessada quando o conheceu, torcia o nariz, inventava uma desculpa e a gente não ia.

Mas o Miguel insistia. Não desistia. E finalmente ela concordou.

Então preparamos tudo. E o esquema seria o mesmo: fotos vestida. Se começasse a ficar interessada, mostrava alguma coisa. Se o interesse aumentasse, mostrava os seios.

Aí eu já ficava alerta. Se ela tirasse a roupa toda era o sinal para que eu inventasse uma desculpa e saísse. Ela tinha aceitado transar com ele.

Chegamos lá, ele ficou feliz em ver a “modelo” , mostrou a casa toda e ela optou pela sala.

E comecei com as fotos. Ela de vestido. Curto, mas era vestido. E posando em cima do sofá, fazendo aquelas poses que sempre deixavam os admiradores acesos, de pau duro. 






Acreditem,ela ainda não estava muito a fim. Enquanto eu fotografava, ela puxa conversa com o Miguel, falando de tudo, queria conhecer melhor o fulano.

Bati dois filmes de 36 poses com ela de vestido. Percebi que não seria muito fácil o desfecho.

Mas quando comecei o terceiro filme, ela deu um sinal de que estava agradando do Miguel.

Tirou uma das pernas do sofá, apoiou-a no chão, levantou um pouco o vestido e mostrou a calcinha pra ele. Ele arregalou os olhos. Não estava acreditando!

Mas eu entendi que ela estava já dando o sinal. 


E com 5 fotos batidas daquele terceiro filme, ela deu mais sinais.

Voltou a sentar no sofá, abaixou um pouco o vestido e mostrou os seios a ele.

Não apenas isso. Enfiou a mão dentro da calcinha e fingiu estar se masturbando. Eu via a hora que o Miguel ia gozar nas calças...

Ela estava se divertindo. 


Depois ela chegou a calcinha pro lado e ele viu a xotinha dela. Toda ela...

E então ela tirou o vestido.

Ele não conseguia ficar quieto na cadeira.

Eu o via segurando o pau, por cima da calça, evidente.

Ele só faltava babar. 



Terminei o filme.

Coloquei mais um filme na máquina. Não usei um de 36 poses. Eu já sabia o que ia rolar, então usei o menor filme, o de 12 poses.

Ela dançava lubricamente, tirou a calcinha, toda nua, chegando perto do Miguel e deixando que ele passasse as mãos no bumbum.

O recado estava dado. Perguntei, já sabendo a resposta.

- Meg, terminei todos os filmes. E como te falei, tenho um compromisso daqui a 45 minutos. Temos de ir.

O Miguel desorientou.

- Mas... mas... esse compromisso envolve ela também?

- Não, mas eu tenho de levá-la embora, né?

- Não se preocupe com isso. Eu a levo. Mas não vou deixá-la ir embora sem aceitar um lanche, um vinho... minha forma de agradecer pelo que vi aqui.

- Você concorda, Meg?  


Ela, ainda nua, falou que adoraria tomar o vinho dele.

Então fui embora. Aí não teve mais fotos. Fico devendo a vocês.

Mas ela me contou que treparam bastante, o Miguel era muito potente.

- Vai voltar lá?

- Ele me pediu... mas fico desconfiada de a esposa chegar de repente... volto não!

 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Ela viu o tio pelado...foi conferir!

 Era muito curiosa!!!

(escrito por Kaplan)  

 

Eu sempre digo que sobrinhas passando dias nas casas de tios ou de primos... não é boa coisa. Ou talvez seja, né?

Vou lhes contar o que Nelma me contou de um fim de semana em que ela se hospedou no apartamento do tio Dilo.

Era o tio mais querido dela. Iam a cinemas juntos, jantavam em restaurantes, ele pagando tudo, era muito legal a convivência deles.

Mas aí aconteceu aquilo que poderia já ter acontecido, mas não, foi a primeira vez.

Ela dormiu no quarto em que sempre dormia. Acordou e viu que o tio ainda não levantara. Ficou na dúvida se o chamava ou esperava. Mas tinha acordado com fome e resolveu ir até o quarto dele e o chamar.

Abriu devagarzinho a porta e teve uma surpresa enorme. O tio dormia pelado!


Ela já tinha 22 anos, já transava com os ficantes de ocasião.

Mas aquele pau que ela estava vendo ali... mole, mole e que belo tamanho!

Sentiu que sua xotinha dava sinais de vida.

Apertou uma coxa na outra.

Não podia ficar só no Ver.

Ela precisava olhar mais de perto, pegar, sentir...

Dúvida: e se ele não gostasse?

Acabaria aquela convivência tão legal que eles tinham?

Pensou, pensou e resolveu arriscar. 


Mas logo que pegou nele, o tio acordou.

- Epa... o que tá acontecendo, Nelma?

- Desculpa, tio... eu vim te acordar, não tenho culpa de você dormir sem roupa. Vi e achei lindo. Tive de vir pegar, mesmo sabendo que você poderia achar ruim e brigar comigo.

O tio Dilo entendeu tudo.

- Não vou brigar com você. Mas tem uma condição, aliás, duas condições.

- Que seriam?

- Ninguem pode ficar sabendo disso.

- Juro pra você.

- E a segunda, é que você me deixe ver tudo que você tem... ou seja, já que estou pelado, quero te ver peladinha também.

Ela deu um sorriso largo.

Tirou tudo num átimo.  

Ele passou a mão na xotinha dela.

- Eu também tenho uma exigência, tio.

- Faço qualquer coisa.

- Eu peguei no seu pau, você está passando a mão na minha xota. Nunca, jamais, em tempo algum, ficaremos só nisso. Entendeu?

Como não entender?

Ele adorou a exigência dela.

Treparam bonito! 





Que gozo mais gostoso!

- Ah, tio... você está perdido... agora, toda vez que eu aparecer aqui, vou querer...

- Estarei sempre disposto...

Pois bem, o tio tinha ficado tão entusiasmado, que não conseguiu esconder do filho dele, André. Contou tudo.

E o André, claro, achou que merecia um tratamento daqueles.

E aconteceu alguns dias depois. Ele foi até o apartamento dela, sabendo que naquele horário ela ficava sozinha, pois os pais trabalhavam.

De fato, ela estava sozinha, olhando no laptop algumas fotos. 


- Oi André, que bom te ver! O que te traz aqui?

- Você!

- Hã? Como assim?

- Meu pai me contou.

- AH... mas a gente tinha combinado não contar nada a ninguém!

- Ele me disse que te pediu isso e você jurou, mas você não pediu a ele...

- Que bando de safados... você e ele!

- Nelma... a gente se conhece há tanto tempo... eu sou meio tímido, por isso nunca te dei uma cantada...

- E nem vai precisar... 



Ela tirou a camiseta, ele tirou a camisa. Mamou nos peitinhos dela. Que delícia!

Ela logo quis ver o pau dele.

Bom... bem parecido com o do tio.

Ela já ficou imaginando um ménage com os dois! Era mais safada do que eles!

Claro, mandou ver um boquete, sentindo o pau todo duro em sua boca.



E ganhou a pica dele, de cachorrinho, de frente e cavalgando.

Que família feliz passou a ser aquela!

 

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Ter o pau na boca de duas é divino!

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

terça-feira, 28 de abril de 2026

O biquíni não era cavadão, mas cavou!

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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Nas férias, as duas encontraram alguém interessante

 Encontro casual ou...?

(escrito por Paulinha)              

 

Olha só o email que a Paulinha me enviou:

Tio, ta tudo bem por aí?

Aqui também. Viemos, Cecilia e eu aqui pra Salvador, e nos hospedamos num hotel muito bacana. Ela fez questão de estarmos na capital da Bahia e exatamente naquele hotel. Me disse que já havia se hospedado nele e gostara muito.

Tudo bem, eu estava sem nada pra fazer e viajar com ela sempre é um bom divertimento.

Mas eu fiquei pensando, depois, que ela havia programado alguma coisa. Não sabia o que, mas parecia.

Bem, chegamos ao hotel, fomos pro quarto, tomei banho, depois ela tomou. E aí saiu do banheiro só de calcinha e ficou olhando pela janela, um pouco escondida. 


- Viu alguma coisa interessante?

- Não, só estava olhando o mar. Amanhã, com sol, vamos sair bem cedo, tá? Quero voltar super bronzeada.

- Por mim tudo bem. Mas agora vamos buscar um restaurante porque estou morta de fome!

Acabamos de nos aprontar e descemos. Cecilia parecia conhecer bem o local. Fomos ao restaurante La Pastieira. Comida italiana muito boa. E um bom vinho também.

Voltando para o hotel, de repente, ela me cutuca e fala: - Olha quem está ali!

- Quem é?

- O Wesley! Lembra dele? Já fizemos um programa juntos!

- Ah... é mesmo. Que coincidência, hein Cecilia?

Ela riu, entendi a jogada toda.

Aparentando surpresa, ela chegou até onde ele estava, o cumprimentou, perguntou se ele lembrava de mim... essas coisas.

E mais uma coincidência: ele estava hospedado no mesmo hotel em que a gente estava.

Ou seja, entramos no hotel e fomos diretos pro nosso quarto, ajeitamos as duas camas de solteira para virar uma de casal. Tiramos as roupas e fomos trepar!

Chupar  nossas xotas foi a primeira coisa, que foi seguida por duas gatas pegando um pau grande e conhecido. 


Lambemos tudo a que tínhamos direito antes de realizarmos o gran finale, qual seja, ele comendo nós duas com muito prazer.

Eu cavalgando, ela beijando meus peitinhos, depois ela cavalgando e eu beijando.



E no final ele comeu o cuzinho da Cecilia.

O meu ficou pro dia seguinte...kkkkk

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Com vinho, ela liberou anal

 Foi difícil, mas ele conseguiu.

(escrito por Kaplan)           

 

 

Caso típico. Ele insiste. Ela resiste.

Renan não se cansava de pedir à Nicole para deixar.

- Ponho só a cabecinha...

- Cabecinha? Você chama essa coisa linda que tem entre as pernas de cabecinha? Ficou doido!

- Por favor, Nicole...

- Que obsessão é essa que todo homem tem?

- Não é obsessão. É gostoso... o encaixe é perfeito. O prazer é grande.

- Prazer seu. Já conversei com amigas que me falaram que é ruim, fazem porque querem agradar os maridos.

- Tem produtos  que a gente pode usar que facilitam a penetração...

- Não, Renan... já falamos sobre isso. Não quero brigar com você. Vem colocar a coisa linda no buraquinho certo e me dar prazer!

Meio contrariado, como sempre ficava quando o assunto surgia, ele fez o serviço direitinho.

Ver a Nicole sedutora, deitada nua, com os seios lindos dela, produzia o efeito ncessário.

Mas não desistia. 





Ele dava um tempo, ficava algumas semanas sem falar nisso, mas nas horas da transa ele sempre passava a mão na bunda dela, no reguinho... ela arrepiava, mas continuava negando.

Ele ousou perguntar a alguns amigos como haviam conseguido.

Um disse que não teve problema porque quando começou a namorar, ela já tinha dado o cu a outros namorados anteriores.

Outro deu uma sugestão que ele achou interessante.

- Leva ela prum hotel bacana, desses all inclusive, que você pode beber à vontade. Mas leve um vinho bom, duas garrafas, para vocês tomarem no quarto. Verá que meio tontinha, ela não vai negar. Comigo foi assim, e nem precisei de pedir, ela me falou que se eu quisesse, tudo bem.

E o Renan fez isso.

Preferiu um motel, que era mais perto e bem mais barato do que hotéis all inclusive. Acreditam que ela desconfiou? Ele estava tão agitado que ela percebeu que alguma coisa ele estava aprontando. 



Só podia ser o sonho dele. E cansada, resolveu que não iria resistir mais. Talvez se arrependesse, mas ficar discutido aquele assunto a vida inteira não dava.

Não disse nada. Esperou para ver se era isso mesmo.

Fizeram tudo como manda o figurino. Ela libertou-se da trança, porque ele gostava de seus cabelos longos.

Ela fez um boquete demorado. 



Interrompia para tomar vinho. Colocou o pau dele dentro da taça e depois chupou todo o vinho.Em retribuição, ele deitou-a e deu-lhe aquela chupada, toda regada a vinho também. Chupar uma buceta com vinho era algo indescritível.

E ela ofereceu sua xota para a tal “coisa linda” que ele tinha.

Mais vinho. Ela já começava a ficar mais alegre do que o normal.

Sentiu que o dedo dele massageava as áreas até então proibidas. Uma espécie de óleo ou creme ele estava usando, mas ela estava de olhos fechados.

Só sentiu quando ele a sentou no seu pau, mas usando o que sempre desejou e que ela tinha negado tanto. 



Ele achou melhor não dar muitas estocadas. Não queria que ela ficasse dolorida e nunca mais topasse fazer anal.

Claro que ela comentou. Não gostara muito, mas foi melhor do que pensava. E sim, podiam tentar de novo. Quem sabe?

 

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Com máscara, ele não viu quem era ela

 

 Vantagem ou desvantagem?

(escrito por Kaplan) 

 

Em nosso clube naturista por várias vezes realizamos bailes que chamávamos de “Mascarada”.

A razão do nome é bem óbvia. Todo mundo tinha de usar máscaras e as danças se realizavam com pares que dificilmente se identificavam.

Em outras ocasiões, no meio do baile era dado um sinal previamente combinado. Ao ouvi-lo, as mulheres deveriam tirar as máscaras  e escolher um parceiro mascarado, em outro baile, invertia-se. Eram os homens que tiravam as máscaras e escolhiam as parceiras.

É bem provável que algumas máscaras acabavam por deixar pistas de quem as estavam usando. E como todo mundo dançava nu, quem conhecia alguma parceira especial logo procurava fazer par com ela.

O que vou contar foi um desses bailes que os homens tiravam as máscaras. De antemão, eu sabia que pelo corpo eles iriam sacar quem era a Meg. Mas ela estava dançando com um novato e ele, candidamente, assim que tirou a máscara, pediu que ela continuasse com ele. O que ela fez, para desespero de quem já sabia que era ela. 


O que  o novato não sabia, ainda, é que a mulher escolhida por ele iria pra cama com ele... e ele foi carregado pela Meg para um dos quartos.

Ele pensou que ela tiraria a máscara. A propósito, o nome dele era Vitor.

E como ela sabia que ele era o novato, resolveu que iria continuar mascarada e sem dar uma palavra. Nada que pudesse revelar quem era ela.

Ele aceitou as regras do jogo. E caiu na cama com ela, agarrando-a de tudo quanto era jeito, mamando, chupando a xotinha dela, passeando com as mãos na bunda soberba. 



Ela ficou extasiada. Ali estava um parceiro para novas e frutíferas trepadas, com baile ou sem baile.

Deixou ele fazer o que bem entendesse. Não havia pressa, ninguém tinha horário para acabar. Todos e todas estavam bem envolvidos, como os dois.

Depois que ele se fartou, foi a vez dela aprontar.

Começou com o boquete, como sempre. 



E depois trepou de todas as maneira que conhecia. E, evidente, a cavalgada não iria faltar, nem o gozo tão esperado.

E ele, doido pra saber se ela iria tirar a máscara.

Mas ela não tirou.

Passaram a noite numa trepação maravilhosa.

E ele ficou sem saber quem era aquela mulher deliciosa que deu tudo o que ele queria naquela noite.

Mas a turma se encarregou de contar pra ele. E ela deu um sorriso pra ele de dentro do carro em que iríamos voltar para a “civilização”.