quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Os últimos dias da viagem

 No dia seguinte. No café da manhã ainda não sabíamos o que fazer. Parece que a minha amiga ficou interessada em meus causos, insistiu para que eu contasse mais. Mas resolvemos que isso seria na praia. Aquela que permitia topless, desde que as garotas não ficassem andando na areia. 



Fomos pra lá então. O bom dessas excursões é que as agencias programam muitas coisas e a praia fica meio esquecida. Pra nós foi ótimo, porque pudemos mostrar nossos peitões enquanto bebíamos e comíamos algumas coisas.

Num momento em que ficamos só nós duas, pois os dois foram olhar locais bons para fotos, ela me segredou que meus casos de ontem a noite geraram ótimas transas. E conversas sobre o futuro, então ela queria saber mais por causa disso.

Então, quando eles voltaram, contei mais alguns causos, bem picantes, em minha opinião.

 

- Nosso Studio era numa galeria de um bairro bom e quando eu estava fazendo o cursinho, a noite, como era perto, sempre dava uma passada por lá, pra dar uma última olhada do dia. Às vezes o Kaplan deixava um filme pra eu revelar. Coisas assim.

E uma vez um colega, já nos seus 30 anos, me acompanhou, falou que tinha muita curiosidade para ver como era o laboratório.

Entramos, o laboratório era no andar de baixo e o Studio no andar de cima. Bem, vocês sabem que laboratório tem de ficar às escuras, só com uma lâmpada vermelha para que se enxergue alguma coisa. Coloca-se o negativo no ampliador, faz-se a cópia, coloca no químico revelador, depois lava e passa no químico fixador (10 minutos)

Comecei a revelar, ele viu como era, sentou e pegou umas revistas que a gente tinha lá, Playboy, Ele e Ela. Eu comprava para ter ideias de fotos de nus. E a Ele e Ela tinha uma sessão de contos eróticos, ele começou a ler e comentou comigo. E eu brinquei que qualquer dia ia escrever um conto sobre uma fotógrafa que transou com um amigo no laboratório.

Ele perguntou: está se referindo a nós dois? 





Respondi que sim e aí nos agarramos, beijamos. Parei com o trabalho e o levei pro segundo andar e lá foi um festival de chupadas e beijos, transamos bonito! Nem preciso  dizer que ele voltou lá em todos os dias em que eu ia para revelar filmes!

A turma adorou essa história. E pediram mais, então contei uma fantástica.

 

Depois que fiz o curso de Belas Artes, arrumei um trabalho num atelier de arte, e comecei   a fazer muitas esculturas. De tamanho pequeno, acho que todo mundo que começa faz desse jeito, pequenas primeiro, depois médias e finalmente as grandes, que demandam um conhecimento perfeito de tudo que se está esculpindo. 



E em um dado momento, resolvi fazer uma escultura para dar de presente pro meu marido, no aniversário dele. Mas eu falei isso em maio... E o aniversário dele é em fevereiro. Argumentei que seria uma peça grande, difícil, por isso demandaria muito tempo.

Eu trabalhava à tarde, de 13 às 19 horas. Enquanto trabalhava lá, não mexia na peça que estava fazendo, ia fazer isso depois do expediente.

E aí aconteceu algo inesperado que me obrigava a chegar em casa lá pela meia noite, uma hora da madrugada, sempre cansada, mal tomava um banho, caía na cama e dormia pesado.

Isso durou 6 meses!!! 

Depois que terminei falei que só deixaria ele ver no aniversário.

E na semana seguinte, levei pra casa uma escultura que um colega havia feito de mim. Bem feita, o colega era realmente um bom escultor. Era a cabeça e os ombros. Ombros sem roupa.

Ele me olhou, desconfiado. Tive de contar, afinal não tínhamos segredo. Eu ficava sozinha no ateliê, à noite, mas um colega logo se interessou em ficar comigo. E o resultado foram seis meses de trepadas!

- Gente, você é louca, Meg...

- Mais ou menos... deixa eu contar mais uma.

 

Outra vez fiquei encantada com um careca. Dizem que é dos carecas que nós gostamos mais, né? Eu não podia fugir à regra! O careca da história era dono de uma loja de roupas femininas, junto com a esposa. A loja ficava numa rua e ao lado tinha uma padaria. Era caminho nosso pra ir pra casa. Parávamos lá todo dia.

 E o careca safadão ficava observando, observando e um dia, quando eu estava na padaria, ele foi até lá e  fez a propaganda da loja dele. Fui lá, olhei tudo, gostei de muita coisa e disse que voltaria depois para comprar um biquíni, pois a gente iria pra praia e o meu estava já velho.

Voltei, realmente, e ele  mostrou o que tinha e fui experimentar e o local tinha uma cortina que não fechava direito. E vi que ele olhava, e fiquei excitada, então tratei de experimentar vários, sabendo que ele estava vendo o bumbum e os seios , e até mexia no pau, quase rasgando a calça... 



Já imaginaram a cantada que eu recebi, né? E gostei, porque não era coisa vulgar, era de qualidade, então começamos a sair. Sempre às tardes, porque era o horário em que a esposa dele ficava na loja e Kaplan ficava no Studio. Portanto, de 14 às 17 a gente podia transar à vontade. Isso durou uns dois anos.

Por coincidência, ele comprou  um apartamento de cobertura na rua abaixo da nossa, o que significava que, do hall do nosso prédio, a gente via  a cobertura dele. E um dia ele falou que a esposa estaria viajando e me convidou para ir lá à noite. E deu pro Kaplan ver muita coisa, uns amassos, vinho sendo tomado, ele tocava órgão, depois entramos pra dentro do apartamento e não deu pra ver mais nada, mas garanti que foram boas trepadas.

 

- Você é incrível, Meg... fica com  um seis meses, com outro dois anos... Espero que não tenha tido nenhum causo nesses dois anos... ou teve?

Eu tive de rir.

- Acredita que tive? Vou contar.

Quando começou a onda de internet e surgiram sites de encontros, essas coisas, acabei  conhecendo um argentino e o papo rolou solto,  acabamos nos exibindo um para o outro, nus mesmo, e  fiquei interessada. Só que era Buenos Aires! E o Kaplan disse que sozinha não dava. Sabe-se lá quem era o tal rapaz!

Então consegui uma amiga que topou ir comigo. E lá fomos nós! E o tal rapaz tinha um irmão. Já viram o que rolou? 



Como os dois só podiam nos receber à noite, pois trabalhavam, nós duas ficamos passeando pela cidade, conhecendo tudo. E não é que, num restaurante ficamos conhecendo dois pilotos de avião? Ah... os dois foram traçados também!

Aí o rapaz brigou comigo e o assunto acabou!

As gargalhadas deles foram demais... cada causo... deviam estar pensando que eu inventava, mas não... era tudo verdade!

 

Bem, depois desses causos nós fomos nadar um pouco.

E o Rob, pra variar, aproveitava para fotografar. 





 

Depois que ficamos só nós duas nadando, ela comentando tudo que ouvira, eu me recordei de um episódio que foi, digamos assim, bem diferente. Então contei pra ela.

A gente morava num bairro legal  e uns dez anos depois que tínhamos mudado pra lá, vagou um apartamento e um cara chamado Renato mudou-se pra lá. Solteiro, boa praça, morava sozinho num apartamento de 4 quartos e 3 salas!

E era um desses garanhões. Que logo começou a se engraçar comigo.

A gente ficou se conhecendo, assim, mais de perto, numa reunião de condomínio, Kaplan estava fotografando e  não pode comparecer, então fui no  lugar dele.

E aí, tendo visto a gostosa e gostando da gostosa, começou a dar de cima. Ele via que Kaplan saía cedo, voltava para almoçar, alguns dias ele nem vinha almoçar, por conta de muitas fotos para fazer e revelar. 




Ele era realmente um sedutor e caí nas malhas dele. E trepavamos no apartamento dele, tomando todos os cuidados possíveis para que os vizinhos não vissem nada. Nossos apartamentos eram bem próximos, depois da farra, ele abria a porta, verificava que não tinha ninguém e eu saía e corria para o nosso apartamento.

Numa sexta-feira, ele me falou que ele ia inaugurar um barzinho e me convidou para a estreia. Claro que Kaplan não podia ir, tinha festa de 15 anos para fotografar, então eu  fui.

Só que a inauguração seria no sábado... entendeu? 



Ele quis fazer uma inauguração só comigo. Trepamos nas mesas, em cima do balcão do bar, na cozinha... conheci todos os ambientes do barzinho.

Outra ocasião foi até um lance perigoso.

Eu estava no apartamento dele e deu vontade de trepar no banheiro. Então entramos, tomamos banho com todas as chupadas possíveis e imagináveis, e quando saímos, ele me colocou sentada na bancada da pia para meter... e a bancada quebrou! 


Por sorte nós não nos machucamos, mas eu ficou apavorada! Achei melhor sair com ele, daquele dia em diante para trepar em motéis. Não deixou de ser divertido, mas foi realmente perigoso!

 

Aquele dia foi muito legal.

Claro que teve fotos dessa pobre donzela dormindo, tomando banho... ele não parava um minuto!

E à noite, mais uma rodada de cervejas e causos. Só eu que falava, parecia que era a única  depravada do grupo!

Vamos aos próximos:

Kaplan tinha vários irmãos e irmãs. E um deles era casado com uma bela moça, que tinha uma família enorme também,

Eu tenho vários irmãos e irmãs. E um deles era casado com uma fantástica mulher de Juiz de Fora, que tinha uma família grande também.

E nas férias... praia que ninguém é de ferro. E eles nos chamavam e quase sempre dava pra todo mundo ir;  eu, o Kaplan e um punhado de crianças. Mas tinha épocas em que eu ia sozinha, pois o trabalho do Kaplan estava grande e não dava pra ele ir.

Pois bem, numa das vezes em que fui sozinha, fiquei conhecendo um parente da família da  que chegou lá, de moto, para passar um fim de semana. Ele trabalhava no Rio e tinha aproveitado para rever os parentes. 





Fiz questão  de ver como era a moto... entendem?

E tinha uma parente que ele não conhecia, certo? E gostou muito de conhecer. Ele chegou numa sexta à noite e voltaria no domingo. E só de ver a parente não conhecida até então, ele ficou muito interessado e aproveitou o resto da noite para conversar comigo numa das redes que ficavam na varanda da casa. Foi o bastante para eu desejar o rapaz.

Bem, o sábado era o meu dia na cozinha. A turma revezava, para que todos pudessem curtir praia, então, cada dia era uma família que cuidava do café da manhã, do almoço e do lanche da tarde/quase noite. De noite era só pipoca mesmo...

Então, eu tinha dito a ele que o sábado era meu. E que tinha de levantar cedo para comprar os pães numa padaria que tinha perto da casa. E fazer o café, o Nescau, sucos, tudo que a multidão de crianças e adultos consumia.

Ele disse que iria na padaria e compraria o que fosse necessário, enquanto eu ficava fazendo as coisas na cozinha. Adorei, era menos trabalho. E ele ainda falou que iria comprar uns peixes e fariam uma peixada no almoço, ficaria por conta dele também, sabia fazer uma peixada excelente.

Percebi que com essa ajuda eu até poderia pegar um pouquinho de praia naquela manhã... rsss, então, ao levantar, já pus o biquíni, aliás, todos na casa andavam com os trajes da praia, era todo mundo conhecido... 



Bem, quando ele levantou e foi à cozinha saber o que tinha de comprar, me viu,  de costas pra ele, com o biquíni quase fio dental que eu usava. Não teve dúvidas. Chegou por trás e pegou no bumbum com as duas mãos. Eu quase deixei cair o que estava lavando. Virei, ganhei um beijo, tremendo porque alguém poderia ver e dei a ele a lista do que comprar. Ele sorriu, saiu, foi à padaria, quando voltou a maioria das pessoas já estava de pé, aguardando. Tomaram o café, o chocolate e em seguida dispararam para a praia, deixando nós dois sozinhos... era tudo o que nós queríamos! Fomos para o quarto e demos uma bela trepada. 


E combinamos de sair de moto mais tarde, para “ver o por do sol”. Para isso, tivemos de deixar o lanche da tarde/noite pronto, saímos lá pelas 4 e meia, ele disse que sabia qual o melhor local para ver o por do sol. Para dar crédito, ela levou a máquina e tirou algumas fotos. Claro que trepamos de novo, não podíamos perder a oportunidade.

No domingo, não teve jeito. Todos na praia, de tarde a criançada querendo dar uma voltinha com ele na moto... e ele voltou para o Rio. Poderia ter voltado no fim de semana seguinte, mas as férias acabariam na quarta feira, então não deu para rolar de novo.

Em outra viagem pra praia, fomos só eu e Kaplan. E o diabo estava lá. Eu o vi na hora do café da manhã e fiquei indócil. Cara lindo, corpão malhado, confessei que ele era tudo de bom e queria ver se pegava o rapaz.

Meu marido morria de rir de mim. Não era a primeira vez que acontecia algo assim.

Só que este donzelo ficou muito cabreiro quando viu meu marido e quando ele saiu pra fazer uma caminhada, eu fui atrás, batemos um papo muito bom, ele percebeu que eu estava a fim dele, mas ficou receoso, já que eu era casada.

Isso era realmente irritante. Não adiantava eu falar que tinha um casamento aberto, que meu marido não ligava se eu tinha casos...

Então, bolei um dos planos malignos. Vendo que ele gostava de caminhar sempre na mesma direção, chamei Kaplan para ver o que eu tinha aprontado. Tinha visto uns pedaços de madeira numa parte mais afastada, bem deserta. 




Fiquei lá, esperando o moço chegar. Falei com Kaplan  para ficar meio escondido e ele aproveitou para fotografar. Fiquei em pé junto àqueles pedaços de madeira, tirei o sutiã e joguei pra ele. 

E quando o jovem chegou perto, não tinha mais ninguém ali naquele pedaço, surgi pra ele, mostrando os seios. O cara ficou bobo, ainda mais porque ele viu o Kaplan em seguida. Não sabia o que fazer. Eu disse que ele estava ali para comprovar que não tinha problema algum eu transar com ele. E o Kaplan deu tchau se mandou de volta. Claro que ele deixou o sutiã comigo, para que eu pudesse voltar!

Transamos dentro do mar e na areia. E entrou areia na xotinha, então ele teve de tirar com a língua... garanti que precisava fazer isso com o maridão!

 

Depois desse, falei que não contaria mais nada. Eles foram pro quarto se divertir e eu fiquei na cama, peladona, esperando o Rob tomar banho. 


Pena que só faltava um dia daquelas férias maravilhosas...

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

O terceiro dia da viagem com o fotógrafo

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