Contos Eróticos de Kaplan e Meg
quarta-feira, 1 de abril de 2026
terça-feira, 31 de março de 2026
Sem o amante saber, Meg filmou a trepada dos dois
Ela e eu gostamos muito de ver!
(escrito por Meg)
Ela era
muito inventiva mesmo. Cismou que queria guardar um filme de uma trepada boa.
Brincou que era para mostrar aos netos!
Aí, veio
me mostrar o filme.
Sentei ao
lado dela já sabendo que iria ficar de pau duro... mas vamos ver ela descrever
o que foi filmado.
Pra guardar coisa boa, tinha que
ser um amante dos bons. Escolhi o Leo, que já me dera fantásticos momentos de
prazer.
Arranjei uma filmadora e escondi
em cima do armário do meu quarto. Pegava a cama toda, era o que eu queria.
Deixei para ligar quando ele
chegasse. Quando ouvi ele batendo a campainha, corri, liguei a filmadora e fui recebê-lo.
Beijos e mais beijos na sala, mas eu tinha de carregá-lo para a cama.
O filme ficou uns 5 minutos
mostrando só a cama.
Aí eu apareço,pulando na cama,
deitando com as pernas abertas e ai o Leo aparece, pelado também, e deita com a
cabeça entre minhas coxas e começa a me chupar.
E chupa bem, o safado. Segura
meus peitos e manda ver com a língua... é de endoidecer!
Depois ele só ajoelha entre minhas coxas e enfia o cacetão em mim... pena que o filme não registrou os sons, meus gemidos iam ficar lindos...
Ele meteu muito... muito mesmo!
Virou um verdadeiro frango
assado! Ótimo, eu me deliciava!
Como é bom sentir o cacetão dele
me cutucando sem parar. As vezes ele demora tanto que chega a doer, mas é
aquela dor gostosa... tem gente que sabe
o que estou falando...
E depois foi ele que deitou.
Minha vez de ficar por cima. Sentada no cacetão e pulando sem parar.
E ainda inclinava meu corpo e ele
mamava em mim.
Depois do filme pronto é que pude
contar o tempo. Foram exatos 23 minutos de cavalgada. Se eu conseguisse, ficaria
o dia inteiro pulando nele...
Mas cansei.
Então fiquei de quatro, dog style
também é comigo!
Foi aí que gozei.
Exato na hora em que a fita
acabou.
Uma pena que não mostrou o
cacetão enchendo minhas costas de porra.
Lógico
que o que aconteceu em seguida não foi filmado.
Comi ela
de acordo com o figurino.
É muito
excitante ver sua mulher sendo comida por outro. Dá um tesão fantástico!
Se você,
leitor, já passou por uma experiência dessas, crie coragem e me envie que
publicarei aqui com muito prazer!
segunda-feira, 30 de março de 2026
Os amigos a amavam. Mas comiam também!
Mais um belo caso.
(escrito por Kaplan)
É, Meg
deixou uma lista enorme de amigos que a comeram. Aliás, praticamente todos!
O Aurélio
foi um deles.
Um belo
dia ele estava lá em casa, batíamos um belo papo, quando vi que a minha hora
chegara. Tinha uma festa de 15 anos para fotografar. Geralmente Meg ia comigo,
mas estando com visita... eu fui e ela ficou.
Claro que
os dois gostaram.
Assim que
ouviram meu carro saindo da garagem, sorriram um para o outro.
- Chega
mais, Aurélio.
Ela queria tirar a roupa dele, e logo o fez.
Quer
coisa melhor do que ter um homem gostoso, totalmente pelado, na sua frente, em
sua casa, com seu marido ausente?
Pra ela
não tinha nada melhor do que isso!
O que ela deveria fazer?
A melhor
alternativa: ficar pelada também e pegar naquela gostosura.
E com
certeza ia levá-lo à boca para fazer o boquete que o Aurélio já conhecia e só
tinha elogios a fazer.
Sentado
no sofá ele só curtia ver a Meg inclinar sobre ele e sua cabeça subindo e
descendo na medida em que ela engolia e tirava, engolia e tirava...
-
Aurelio, se tem uma coisa que gosto demais é isso. Adoro ter paus que cabem
dentro da minha boca, como o seu, o do Kaplan e outros que já conheci. Tamanhos
médios, esses 17,18 cm de prazer. Não nego que trepar com paus enormes é bom,
mas nessa parte eles perdem. As vezes só consigo colocar a cabeça, o boquete
não fica como deve ser.
-
Bom saber disso... já ouvi comentários
que os grandões são os melhores.
- É
lenda. Acredite em mim, tenho doutorado nesse assunto!
- Então
chupa mais, me mostra porque você é doutora!
E ela
continuou chupando, até cansar.
Aí sentou
no sofá, expondo seu corpo maravilhoso.
-
Continuo gostosa?
- Igual
aos vinhos: quanto mais velhos mais saborosos!
- Então
use-me e abuse-me. Me come, me faz gritar, gemer, até chorar se for o caso.
Ele era
um moço obediente.
Fez tudo
que ela gostava.
Cachorrinho, frango assado, cavalgada.
Ela gemia
e gritava, não muito alto, pois havia vizinhos...
- Mete
firme.... estou quase gozando! Ah....ah... que maravilha!
Ela
gozou. E que gozo!
E viu que
ele continuava firme como uma estaca.
- Hoje
vai ser só na frente, viu? Quero beber esse leite quentinho que você tem!
Ele
gostava muito de comer o cuzinho dela, mas como ela não queria... ficou em pé e
ela chupou de novo até ele gozar em sua boca. Escorreu parte para os seios e
ambos gostaram porque significava um banho a dois.
Geralmente, no banho ela liberava o cuzinho, mas naquela noite não aconteceu. Ela não contou, o problema é que eu já tinha comido o dito cujo na parte da tarde. Estava meio dolorido...
sexta-feira, 27 de março de 2026
A morena, a ruiva e o louro pintudo
Menage colorido este!
(escrito
por Kaplan)
Sim, estamos falando de Isabel, de Ronara e de
Alexandre. Acontece que Alexandre e Ronara eram casados, e Isabel era uma amiga
de Ronara. Daquelas amigas de longa data, freqüentaram o mesmo colégio, a mesma
universidade apesar de em cursos diferenciados. Quando Ronara se casou com ele,
Isabel foi a madrinha, nem podia ser de outra forma.
E depois de casados, Isabel continuou frequentando a
casa deles. Tornou-se amiga do Alexandre também. E curtiam festas, encontros
com outros amigos, era um trio bem interessante.
Era fatal que, mais dia menos dia, iria rolar entre eles mais do que amizades desinteressadas. As conversas íntimas das duas acabaram por excitar a Isabel e isso ficou claro.
Então, uma conversa de Ronara com Alexandre colocou as coisas no lugar. Todos
os três estavam interessados num encontro sexual, um ménage.
Eles sabiam que Isabel iria concordar, apesar de
ainda não terem falado nada com ela, mas era visível a excitação dela quando
estavam juntos, assistindo TV na casa deles, ou tomando vinho e falando
abertamente de sexo.
Então, uma noite a Ronara deixou os dois conversando
na sala, foi ao quarto e voltou nua pra sala.
Isabel olhou espantada. E mais ficou quando viu o Alexandre também tirar as roupas. O que eles pretendiam?
- Bel, a gente sabe que você gostaria que isso
acontecesse. E nós concordamos que já está na hora de acontecer. Participe
conosco... tire sua roupa também e vamos nos amar, nós três!
Ela ainda ficou indecisa, mas o Alexandre,que estava
mais perto dela, começou a tirar a blusa que ela vestia, tirou o sutiã. Ela
ficou arrepiada, mas logo entendeu que ia acontecer. Então tirou a saia e a
calcinha. Ficaram os três se admirando.
Levaram ela para o quarto. Ele deitou na cama, elas
subiram, e ajoelharam cada uma de um lado dele. O pau já estava duro. E Ronara
disse a Isabel para começar. E acabou por ajudá-la.
Ficaram um bom tempo lambendo e chupando.
Inevitável que as duas bocas se tocassem de vez em
quando. Apesar de nunca ter acontecido nada entre elas, não se espantaram com
isso. Sorriram uma pra outra.
E Ronara ofereceu o pau do marido para Isabel sentar
nele. Era a convidada de honra!
E ver o marido sendo cavalgado pela amiga, despertou
um tesão muito grande e ela começou a acariciar os seios dela, a beijá-la. E
foi correspondida.
Tudo corria às mil maravilhas.
Todos achando tudo maravilhoso.
E pensando que seria o primeiro de muitos encontros
que poderiam acontecer.
Foi a vez de Ronara ser comida. Deitou-se e ele a
penetrou.
E demonstrando que algo de novo tinha acontecido,
Isabel chegou com sua xotinha na boca da Ronara ao mesmo tempo que beijava
ardorosamente o Alexandre.
E ele, finalmente, colocou a esposa de quatro,
ajudou a Isabel a ficar por cima dela. Ele ficou com as duas bundas e xotas
disponíveis. Uma em cima da outra.
E começou a meter na esposa, depois subiu com o pau
e meteu na amiga.
Ficou nesse vai e vem por um bom tempo, esperando as
duas gozarem para então ele também gozar.
Dormiram ali mesmo, os três nus, enroscados um no
outro.
Era um momento de rara felicidade.
Que iria se repetir, como, de fato, se repetiu. Só
acabou quando Isabel começou a namorar e logo se casou. O marido dela não era
nem um pouco liberal...
quinta-feira, 26 de março de 2026
Elas eram 3 eles eram 4
Nossa, como elas treparam! E tudo em família!
(escrito por Kaplan)
Família
boa era aquela. Olhem só o elenco: Ana, a mais velha, casada com Laurentino.
Não tinham filhos, mas sobrinhos e sobrinhas tinham, e todos da pá virada.
O casal
morava em bela casa, com piscina.
E
adoravam receber visitas. Como os três irmãos, sobrinhos do Laurentino: Roberto, Luiz e Márcio. E asa duas primas,
sobrinhas da Ana: Sofia e Karina.
Vocês
devem estar curiosos para saber porque essas visitas eram as preferidas. E a
resposta é simples: todos e todas gostavam muito de “brincar” na piscina...
E foi pra
isso que eles se reuniram numa bela tarde de sol.
E nem
precisavam de preliminares.
Pularam
na piscina, elas de biquíni, eles de sunga.
E foram
se chegando, se chegando... o clima ia ficar muito bom quando elas e eles
tirassem algumas peças de roupa, só as necessárias para o que iriam fazer.
Havia
quem queria mamar nos seios delas, outros já queriam era meter mesmo, ou fazer
69 (pra isso tinham de sair da piscina).
O
Laurentino e o Márcio levaram as duas para um dos lados da piscina e ficaram
metendo nelas, lado a lado. Enquanto isso, o Roberto e o Luis saíram da piscina
e ficaram pegando a Ana. Tia deles, mas como ela gostava de dar praqueles
sobrinhos...
Como ela queria um de cada vez, o Luis saiu fora e foi ver como participar da pequena orgia que acontecia no outro lado.
Foi bem
recebido pela Sofia, que estava cavalgando o tio e gostou de chupar o pau dele
enquanto pulava.
Ao lado,
a Karina fazia um delicioso boquete no
Márcio.
Já
imaginaram que beleza que era aquilo?
Eles
viviam se reunindo para esses encontros. E não havia problema algum em a tia
dar pros sobrinhos, o tio comer as duas sobrinhas, e os irmãos comerem todas as
três.
Podemos
falar que era uma família feliz Acho que sim!
sexta-feira, 20 de março de 2026
Meg foi fotografar pessoa que não conhecia
Nem dá pra imaginar o que rolou...
(escrito por Meg)
Um certo
dia vi Meg se preparando para ir fotografar uma mulher que havia telefonado,
dissera que vira fotos de amigas tiradas por ela e que queria também. Ótimo!
Combinaram
tudo, pagamento, dia e local. Seria na própria casa da tal mulher.
E Meg
estava em dúvida sobre que roupa usar. “Não perguntei a idade dela e fica chato
ligar agora pra saber. Sempre escolho as roupas para não constranger a pessoa
que vou fotografar”, me disse ela. Sugeri um short grande, quase bermuda, e um
top. Ela gostou da ideia e foi assim que ela se encaminhou.
O relato
dela:
Me surpreendeu. Veio quase nua.
Me fez pensar que talvez ela quisesse um tratamento diferenciado como já tinha
acontecido com outras que fotografei. Ou seja, sexo.
Mas comecei a fotografar.
Ela era bem natural mesmo ao posar. Na porta do quarto, no sofá... na mesa da copa.
E comecei a ver os olhares dela
pra mim.
Eu já conhecia aquele tipo de
olhar.
É um olhar sedutor. Aquele tipo
que diz, sem falar: eu te quero, te desejo...
Então, fui tirar a prova. A cada foto eu elogiava, chegava bem perto dela, ouvia a respiração ofegante. Ela me desejava mesmo. Fiquei impressionada. Qual a razão desse desejo? E nossas mãos começaram a encostar nos nossos corpos...
Terminei de fazer as fotos. Um
filme de 36 chapas. Arrumei tudo e fiz que ia embora.
Ela não deixou.
- Espera um pouco, pode? Ou você
tem mais trabalhos pra fazer?
- Tenho não. Posso ficar sim.
- Vamos conversar. Moro sozinha e
tenho poucas amigas. E você? Por que virou fotógrafa?
- Meu marido é fotógrafo e além
de viver posando pra ele, acabei gostando de ficar do outro lado da máquina.
- Não me admira que você seja a
modelo preferida dele. Tem um corpo muito bonito, seu rosto é lindo...
- Mas você também tem esses
atributos... poderia ter posado nua como eu vivo posando.
- Deixa eu te ver nua?
Eu já sabia que ia rolar algo.
- Deixo, mas também quero te ver
nua!
Ela sorriu e tirou tudo.
Tirei o top. Tirei a bermuda.
E fui tirando a calcinha bem
devagar.
Ficamos nuas frente a frente.
Olhos nos olhos. Sorrisos nos lábios.
Mãos que se tocaram. Beijos que
foram dados.
- Você me seduziu, danadinha...
- Que bom que você gostou e se
deixou seduzir.
E rolamos no sofá. Ela não era
iniciante.
Me deu uma chupada que vi estrelas.
Retribui, claro. Ela é deliciosa.
Fizemos 69, fizemos velcro...
Tomamos banho juntas. Com muita
pegação.
Vai tudo se repetir quando eu for
levar as fotos reveladas!
quinta-feira, 19 de março de 2026
Ele não imaginava que ménage com duas seria daquele jeito
Ela achou uma parceira fenomenal!
(escrito por Kaplan)
Muito bom quando todos os envolvidos se dão bem, a
ponto de desejarem reprisar o que fora feito. Estou me referindo, obviamente, a
uma bela tarde de sexo entre três personagens: Monica, Paula e Lucas.
Havia um breve histórico entre eles.
Todos estavam no último ano da faculdade. Eram
quatro anos de muitas provas, muitos trabalhos, e aproximava-se o momento em
que receberiam seus canudos para sair à procura de bons empregos.
E foi num dos trabalhos de grupo que pintou um clima
entre o Lucas e a Monica. Sem que os demais membros do grupo percebessem, os
dois se envolveram e andaram dando boas trepadas!
Isso aconteceu já no segundo ano.
E agora, no quarto ano, o clima foi entre a Paula e
o Lucas.
E o pobre rapaz, de tanto transar com a Monica, num
dos dias em que estava no motel com a Paula, errou o nome, chamou-a de Mônica.
No meio da trepada.
Ela parou, assustada. Ele ficou branco, totalmente
sem graça. Que mancada!
- Lucas, por que você me chamou de Mônica? Bem, nem
precisa arrumar desculpa, já saquei que das duas uma: ou você já transou com
ela ou tem tesão nela, a ponto de me confundir.
Ele achou melhor não mentir.
- Sim, Paula, eu e a Monica transamos desde o segundo ano. Foi isso que me fez te chamar
pelo nome dela. Me desculpe.
- Ainda transam?
- Sim.
- E está pondo chifre nela, né, seu safado?
- Bem, a gente não tem compromisso sério, não somos
nem namorados, mas acho que podemos considerar que tem um chifre aí.
Riram muito.
- Eu não me incomodo. Gosto dela. E como já enfiamos
metade do chifre, vamos completar a chifrada.
Transaram
gostoso.
Na saída, ela perguntou:
- Será que ela toparia uma transa a três? Acho que
seria um barato!
- Ou ela poderia ficar puta da vida e nunca mais
querer me ver.
- Deixa que eu converso com ela.
E conversou mesmo. Monica ficou intrigada. Nunca
tinha participado de ménage. Paula garantiu que era muito bom.
- Mas aqui, tudo bem nós duas transarmos com ele.
Mas entre nós duas tem de rolar alguma coisa?
- Monica, isso se decide na hora, sem planejamento.
Se der vontade, tudo bem, se não de vontade, a transa é só com ele.
Animada, Monica topou. E eles marcaram o dia de se
encontrarem.
Acharam melhor no apartamento da Monica, que morava
sozinha. Paula chegou, viu que a amiga estava nervosa, tentou acalmá-la,
tomaram uma taça de vinho e quando o Lucas chegou elas já estavam só de
lingerie esperando por ele.
Ele foi levado para o quarto e começaram a tirar sua
roupa. Ficaram sentadas, uma de cada
lado dele, fazendo carícias no peito, pegando no pau que logo estava duríssimo,
louco para ser enfiado nas duas.
Mariana começou a chupar o pau, e a Paula ficou
ajoelhada, beijando-o e oferecendo os seios para ele se aproveitar. Depois ela
desceu e foi ajudar Monica na chupação. E aí, sem ninguém ter planejado, os
lábios de uma se encostaram nos lábios da outra.
Para Lucas, aquilo era algo sensacional. Nunca havia
visto ou participado vendo as parceiras se tocarem.
E elas se entusiasmaram também.
Monica sentou no pau dele e Paula na boca dele. Uma
de frente à outra, pela primeira vez pegaram
nos seios, nas bundas e se beijaram também!
Novidade em cima de novidade! E estavam vibrando de
emoção com a descoberta da delícia que é uma mulher pegar a outra.
Já totalmente desinibida, Monica deixou Paula
cavalgar o Lucas e ela, em vez de fazer algo com ele, preferiu beijar os seios
da amiga, acariciar sua xotinha.
E depois uma deitou em cima da outra, faziam um 69 diferente porque o Lucas metia na que estava com o traseiro perto dele.
E ele gozou no rosto das duas.
Todos felizes.
Ele foi embora. As duas tinham o que conversar.
- Monica, adorei tudo, mas ter você como parceira,
te beijar, beijar seus seios, passar a mão na sua bunda...confesso: me excitou
mais do que ser penetrada por ele.
- Eu também tive essa mesma impressão.
- Agora que ele já foi, vamos brincar nós duas?
- Eu topo!
E elas se amaram fervorosamente.
E resolveram arrumar outro ménage, com outro cara. Pensaram e optaram pelo Marcus, também colega da turma. Ambas já tinham trepado com ele. Era bom!
Já bem desinibidas, elas o receberam peladinhas!
- Uau... estou vendo que teremos uma tarde
maravilhosa!
- Vamos sim, mas primeiro senta ali que vamos te
mostrar uma novidade.
Ele sentou e ficou de olhos arregalados e pinto duro
vendo as duas se amarem com intensidade.
Depois é que elas o chamaram.
E fizeram tudo que se faz num ménage. Uma
cavalgando, a outra sendo chupada por ele, as duas chupando o pau dele, ele
comendo uma enquanto ela chupava a outra,
e por aí vai...
Que pena que isso só foi acontecer no final do
curso... era o que as duas pensavam!


























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