sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Ensinando inglês para a coleguinha


Ela era muito boa de língua

(escrito por Kaplan)

Isaias dava aulas de inglês. Já tinha feito vários cursos, já morara na Inglaterra por dois anos, era fera na língua inglesa. Sabendo disso, sua vizinha, Talita, perguntou se ele não podia lhe dar umas aulinhas.
Ele disse que sim, mas entendeu que ela não queria pagar. Como ele achava a Talita muito gostosa, resolveu dar a ela um tipo especial de aulas, pensando daquele jeito: se colar, colou!

No primeiro dia ele não a assustou. Ensinou aqueles cumprimentos essenciais (ela queria viajar, por isso quis aprender algo que a ajudasse a se relacionar com as pessoas). E o famoso verbo To Be. 

É desse jeito que ela quer aprender?
Mas pelos trajes dela na primeira aula – uma minissaia que volta e meia revelava a calcinha – ela achou que já na segunda aula poderia avançar o sinal. 
Então disse a ela que iria ensinar os nomes das partes do corpo humano.

- Algumas palavras são bem parecidas com as nossas, mas outras tem diferenças grandes. Você provavelmente deve conhecer algumas, mas vamos ver, da cabeça aos pés. Cabeça, por exemplo, é head. O que temos em nossa head?
- Temos os olhos.
- Isso: we have our eyes, quer dizer: nós temos nossos olhos.
- Que legal, temos também o nariz.
- Nariz é nose. Do you have one nose?

Ela sorriu, havia entendido.
- Yes!

- Very good! Muito bom! E que mais temos?
- A boca, claro!
- Sim, boca é mouth. Lábio é lip. Mas faltou o neck.
- Neck? Mas o que é o neck?
- O pescoço.
- Ah, bom... bem, agora temos, então os ombros e os braços.
- Ombros: shoulders e braço é arm. E sabe como se fala sua barriguinha?
- Nem imagino!
- Belly.
- Oh... quer dizer que minha barriga é belly?
- Ficou interessante... e esqueceu dos seios. Breasts. Que tamanho são os seus?
- Uai... acho que são médios... 
- Deixa eu ver.

Viu? Não são médios... small!
Ela mostrou.
- Não, nada de médios, são pequenos. A gente fala small breasts ou mais popular, small tits.
- Gostei dos tits... então meus tits são small... sempre achei que eram médios.
- São lindos. They are beautiful.

Ela deu um sorriso sapeca e aí começou a perguntar.

- Me fala uma coisa. De vez em quando eu reparo nos filmes que eles usam muito a palavra fuck. O que isso quer dizer?
- Hum... quer dizer foder.
- Nossa! Bem, vamos continuar. Paramos onde?
- Na barriga, e aí embaixo temos a diferença entre homens e mulheres. Nos homens, o penis. Que é penis mesmo em inglês, mas se usa muito falar Dick. Small Dick, great Dick...medium Dick.
- O seu é qual?
- Medium.
- Bem, eu te mostrei meus small tits. Posso ver seu médium dick? 

Hmm... médios mesmo...
- Pode.
Ele mostrou, ela mediu com a mão. Oito dedos. É... tamanho médio mesmo.
- E as partes femininas, quais os nomes? Tô adorando essa aula!
- Vagina é vagina mesmo, mas quando se dá nomes carinhosos, xoxota, por exemplo, é pussy.
- Pussy parece nome de gato... bem e minhas coxas como são chamadas?
- Coxas é tighs. Pernas é legs, pé é foot, dedo é finger, unha é nail, joelho é knee. Ah... mãos é hands. E não falamos dos cabelos, que é hair.
- Faltou a bunda.
- Ass. Engraçado, né? Ass. Posso ver a sua? 

Uau... beautiful ass..
Ela mostrou... ele achou beautiful também e ela partiu para o ataque.

- Uau... vimos o corpo todo... e  me diga, você tem usado muito o seu médium dick?

Ele deu uma gargalhada...

- Você é muito curiosa...
- Sou sim, e queria que você me mostrasse, entendeu, mostrasse,  não apenas falasse, o que você faz com seu médium Dick...

Bem, ela tinha pedido, e ele gostou de saber que ela estava a fim de que ele mostrasse.

- Acho que, para isso, deveríamos tirar as roupas...
- É justo.

Tiraram e ela viu que ele estava tão excitado quanto ela com aquela lição. Então ele foi falando e fazendo o que falava, deixando a Talita cheia de tesão.

- Bem, você sabe que antes de usar o médium Dick, é preciso que eu coloque minhas hands in your breasts, que eu lhe dê kisses...
- Yes...
- Também lhe dê abraço, que é hug... e que nós podemos fazer um blowjob em meu Dick e um suck em  sua pussy. 

Sixty nine... very good!
- Eu adoro isso...
- Podemos fazer juntos... um 69 ou sixty nine.
- Estou quase gozando...
- Enjoyment, é gozo...
- Pois é... tenho conseguido isso muito sozinha.
- Masturbation.... e se tivesse mais alguém aqui poderíamos fazer uma Double penetration em você.
- Mas o seu médium Dick é que iria ficar atrás, na minha ass...
- Sim, posso fazer um anal em você agora... é anal mesmo em inglês.
- Pois faça, e depois iremos tomar um banho.
- Yes, um shower.

Aquela lição de inglês a Talita nunca esqueceria!

As sobrinhas foram estrear a banheira e eu vi tudo


Também... foram elas que me chamaram!

(escrito por Kaplan)

Helena e Paulinha, as duas irmãs, sobrinhas da Meg e sobrinhas minhas por afinidade, ficaram sabendo que o nosso novo apartamento tinha uma bandeira de hidro na suíte do casal. Já podem imaginar o que elas pensaram fazer, não podem?

Me apareceram lá no apartamento e ficaram conversando comigo na sala, querendo saber se eu e a Meg já tínhamos estreado...

- Vocês são muito curiosas, não vou contar nada...
- Hi,  já vi que estrearam – falou a Helena.

E Paulinha perguntou se elas podiam estrear.

- Claro, podem ir lá.
- Vem ver, vem! 

As duas são muito lindas!!!
Era o tipo do convite que não precisava ser feito. Eu iria ver sim, com o convite ou sem ele. Elas correram para o banheiro e quando cheguei lá já estavam nuas, esperando a água encher a banheira.
Na verdade, eu não cheguei a tempo de ver que as duas planejaram, depois é que elas me contaram. A ideia foi da Paulinha. Elas iriam dar um show para mim.
Ouvi os gritinhos dela.

- Uau... a água tá quente...

Ela só tinha  colocado o pé... a Helena estava prendendo o cabelo e ria da irmã. Mas quando ela também colocou o pé, viu que a água estava realmente quente. Então abriram a torneira da água fria, temperaram direitinho e, com a banheira já cheia, as duas entraram e ficaram frente a frente, rindo, brincando, colocando espuma uma na outra. E eu assistindo...

E então o show começou. Primeiro um selinho, depois passar a mão cheia de espuma nos seios uma da outra, beijos mais demorados... e meu pau endurecendo... 

E se gostavam muito... estão vendo?
Helena banhando os seios da irmã e ela colocando a mão na xotinha.

- Ai, safada... olha tio, tá com a mão na minha perereca...

Se afastaram e aí foi o dedão do pé da Paulinha que forçou a entrada na xotinha da Helena. Que não resistiu, puxou a irmã e deu-lhe um sonoro e demorado beijo. Ficaram de pé, Helena atrás da Paulinha, mão na xotinha dela, a outra nos seios, a boca na nuca, no ombro, nos braços. E Paulinha gemia. Helena sentou de novo e levou sua boca à xotinha da irmã e lambeu-a todinha. Mais gemidos e meu pau quase estourando, furando a minha calça.
Foi uma senhora chupada, demorada, que levou Paulinha ao gozo. Seu melzinho escorreu e foi bebido por Helena.

- Agora é sua vez...

Helena apoiou os pés nas bordas da banheira, Paulinha ficou ajoelhada entre as pernas dela e deu um banho de língua na irmã. Também demorada, provocando gemidos dela também. E levou a irmã ao gozo. 

Eu acho que ele gostou de nos ver...
Olharam para mim e para meu pau. Eu já tinha abaixado a calça e mostrado que ele estava duro, mas dentro da cueca. E riram.

- Tio, essa banheira é tudo de bom... você viu?
- Vi, e agora vocês é que vão ver!

Tirei a roupa e entrei na banheira com elas que logo pegaram em meu pau, me chupando.

E comi os cuzinhos das duas, para castigá-las pelo que haviam feito eu sofrer vendo-as.
Elas gostaram!

Sinal de que aquilo ia se repetir, mais dia menos dia...


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Professor, já que vou tomar bomba, pelo menos trepa comigo!


Ele não conseguiu falar não...

(escrito por Kaplan)

E essa agora... Ana deixou o professor Sidney completamente sem ação. 

Tá certo, professor, me dê a bomba. Mas vamos trepar?
Tudo porque, ao entregar o último trabalho do semestre, atrasado, mas ele deu a colher de chá de receber quando as aulas já tinham terminado e só faltava o bendito trabalho da Ana para que ele entregasse os resultados na secretaria e viajasse de férias, ela veio com este comentário maluco, assim que ele olhou o trabalho e viu que não estava bom. Falou com ela e ela então soltou a pérola:

- Professor, já que vou tomar bomba, pelo menos trepa comigo!

Pego de surpresa, ele não soube o que dizer. Ficou parado, boquiaberto, completamente sem ação.
E ela aproveitou, deu a volta na mesa e abraçou-o por trás, beijando-lhe a careca e depois a nuca. E sentiu que ele reagiu com um leve tremor do corpo ao contato de seus lábios.
Então, não perdeu tempo.

Ela fez ele levantar da cadeira e começou a abrir a braguilha e ele continuava sem reação, não estava entendendo direito o que se passava. E, ao mesmo tempo, preocupado porque alguém poderia aparecer ali e pegá-los em flagrante. Um turbilhão de pensamentos passava pela sua cabeça e ele só acordou quando sentiu que seu pau estava dentro da boca da Ana. 

Ela está me chupando... de verdade!
Olhou pra baixo e viu que ela tinha tirado a calça dele, abaixado tudo, cueca junto, e, sofregamente, chupava seu pau. 

Admirado, ele reconheceu que ela era muito boa nisso... a esposa dele não fazia um sexo oral tão bom quanto o da Ana.
Depois de muito chupar, ela levantou o vestido, tirou a calcinha e inclinou seu corpo sobre a mesa do professor, que entendeu o que ela queria e já agora participando ativamente do que estava acontecendo, tratou de enfiar o pau na xotinha dela e dar fortes estocadas, que a fizeram gemer, mas teve o cuidado de gemer baixinho por conta do ambiente em que estavam.

Quando ele, já suando pelas estocadas que deu, fez uma paradinha, ela comentou que gostava muito dele, e sempre sonhara com uma trepada... mas nunca tivera a coragem de falar com ele sobre isso, temendo uma reação negativa. Mas já que ia repetir a matéria dele... não custava tentar, e estava muito feliz por ele ter aceitado.

O professor Sidney tinha um sofá no gabinete e foi para lá que ele a levou. Sentou-se, e ela entendeu que a festa ia continuar. Sentou no pau dele e começou a pular, e seus peitinhos eram seguros por ele, beijados por ele. 

Ela tomou bomba, mas ele mereceu nota 10!
Deitou-a de lado e continuou metendo. E ela chegou ao gozo, mordendo os próprios dedos para que seu grito não fosse ouvido na faculdade inteira.
Esbaforido, parece que caindo em si, o professor Sidney virou-se para ela e perguntou:

- Quantos pontos faltam para você ser aprovada?
- 18.
- Tudo bem, vou te dar 18 neste trabalho, você está aprovada.
- Professor, não faça isso, o senhor já disse que o trabalho não está bom...
- Sim, mas vou te dar 18 nele.
- Professor, está me deixando envergonhada... não foi pra ganhar pontos que eu transei com o senhor. Lembra do que eu falei? Eu disse que JÁ que eu ia tomar bomba, eu queria, pelo menos o prazer de transar com você.
- Eu sei disso, e acredito, não duvido do que você me falou. Mas eu é que não quero ter você  como aluna de novo. Está aprovada, adeus! Seja feliz!

E mandou-a embora.
Não resta dúvida, os dois tiveram comportamentos muito interessantes!



Duas amigas faturando o irmão de uma delas


Felizardo ou pobre coitado?

(escrito por Kaplan)    

Eu não sei se Florencio era um felizardo ou um pobre coitado... porque depois que aconteceu a primeira vez, ele nunca mais teve sossego.

Bem, convenhamos, eu adoraria perder o sossego pelos dois motivos que ele tinha... aliás, duas motivos deliciosas. Uma, sua irmã, Klene, 24 anos, corpo de academia. Outra, a amiga dela, Luciana, mesma idade e também corpo moldado na mesma academia da amiga.
Foi justamente lá que surgiu a primeira conversa das duas a respeito do irmão. Primeiro, como acontecia sempre, a gozação com o nome dele. 

- O que seus pais estavam pensando quando colocaram esse nome nele, Klene? Que ele ia ser uma flor? Coitado...
- Eu não sei se pensavam nisso, mas se pensaram, se enganaram, porque ele tem um, ó... deste tamanho!

E fez com as mãos aquele gesto que significa "o pau dele é deste tamanho". 

Sério? viu, mediu e provou? Que louco!
- Mentira! Já viu?
- Já vi, já medi e já provei! 22cm de gostosura!
- Socorro! Você falou mesmo o que eu escutei?
- Falei... algum problema?
- Não... quer dizer, não sei... irmãos fazem isso sempre? Eu não tenho irmão, então não sabia que isso acontecia.
- Não sei de mais ninguém, só sei de mim... provei e te convido a provar também!
- Kakakaka... agora sei que é piada sua!
- Pois vamos lá em casa depois daqui... te mostro!

Luciana balançava a cabeça. Não, aquilo não era verdade, a Klene estava zoando com ela. Mas foi com ela quando terminaram os exercícios daquela manhã.
Quando estavam chegando, Klene falou com ela:

- Quer apostar quanto, como ele deve estar vendo filme pornô? Sempre assiste quando fica sozinho em casa, ou só nós dois.

Entraram e foram ao quarto dele. Porta aberta e gemidos vindo da televisão.
Entraram. Lá estava ele, pau na mão, duro, babando no filme. 

Eu sabia... vendo pornô!
- Oi mano! Olha só quem está aqui!

Ele não ficou constrangido... continuou se masturbando enquanto elas entravam no quarto. E aí, enquanto a Luciana dava uns beijinhos nele, a Klene foi direta chupar o pau. E, mostrando que era amiga mesmo da Luciana, chamou-a para compartilhar o pau do irmão.

Nessa altura, Luciana já se convencera de que a amiga não mentira. Então... o jeito era aproveitar, ainda mais que o pau do Florêncio era exatamente como a amiga dissera. Uma beleza!

Tratou de chupar também. E depois, para surpresa dela, recebeu um beijo na boca dado pela amiga.
Mas não teve tempo de refletir muito, porque o Florêncio tirou as camisetas das duas e começou a mamar nos belos peitinhos que viu à sua frente.

E Klene deitou-se, pegou a amiga e fez com que ela deitasse sobre si, de modo que as duas xotinhas ficaram, uma em cima da outra, para deleite do irmão, que chupava as duas sem sair do lugar. Foram muitas chupadas, que agradaram bastante à Luciana. A Klene já estava acostumada... 

Mas isso tudo é maravilhoso...
Depois, ele começou a meter na Klene, deitada de costas, e ela puxou a Luciana para ficar com a xotinha em sua boca. Luciana nunca imaginara ser chupada por uma mulher, e estava ali, agora, com a amiga querida dando-lhe um verdadeiro banho de língua... e estava gostando demais!

Em seguida, ela pôde experimentar o cacete dele, cavalgando-o, enquanto a Klene passava as unhas em suas costas, fazendo-a ficar arrepiada e gemendo ao mesmo tempo.

A festa acabou com as duas chupando o pau dele e tendo os rostos lambrecados quando ele gozou.

Foram as duas para o chuveiro, ele continuou vendo o filme. Lá, a Luciana teve maiores explicações do lance lésbico acontecido... e aproveitaram para fazer mais algumas coisas bem interessantes debaixo d´água...


A prima estudava, a outra... trepava...


Gosto não se discute...

(escrito por Kaplan)

Na ampla sala daquele apartamento, dividida em dois ambientes, sala e e copa, Gabrielle e Ione tinham comportamentos diferentes. 

Olha quem chegou de repente...
Enquanto Gabrielle estava sentada no sofá da sala, estudando, com vários livros e cadernos espalhados, Ione, sua prima, andava de um lado para o outro, cantarolando. O motivo da alegria dela logo apareceu: o Cesar, seu namorado. 

Apresentou-o à prima estudiosa e logo os dois caminharam para o quarto. Portas fechadas? Não! O casal era bem exibicionista e não se incomodavam de a prima ouvir o que iriam dizer ou gemer...

Ela o jogou na cama, subiu e tirou a camiseta, mostrando os seios pra ele. E ele abriu a braguilha e mostrou o enorme pau, duríssimo.
Ione não se conteve.

- Gabrielle, vem cá! Precisa ver uma coisa!
- Mas você ficou louca, Ione...
- Preciso dar um pouco de alegria pra minha prima... ela só pensa em estudar.

Nesse meio tempo ele já tentava colocar o travesseiro em cima do pau, mas ela o arrancou.

- Olha, Gabrielle... já viu alguma coisa parecida? 
Gabrielle estava realmente espantada. Aquilo era fenomenal.
- E Cesar, ela tem os seios lindos! Mostra pra ele, Gabi!

Ele mostrou pra ela...
... e ela pra ele (foto: Kaplan)

Não teve jeito... Gabrielle abriu a blusa, tirou o sutiã e mostrou. Realmente, belos seios, um pouco maiores do que os da prima. Que nessa altura, já tinha tirado as calças e a camisa do namorado, tirado sua saia e calcinha.

- É muito pau pruma buceta só... vai ter de comer nós duas!

Quando ela falou isso, Gabrielle entendeu que ia rolar um ménage. Não era a primeira vez...
Ficou só de calcinha. O Cesar ficou de joelhos e as duas, uma de cada lado, começaram a chupar o pau dele. Lambiam tudo, e morriam de rir quando tentavam colocar dentro da boca e mal passavam da metade!
Mas era um tesão danado, elas chupando e ele mandando a mão nas duas bundas.

- Olha, eu como as duas, mas quero ver um show de vocês!
- Como assim, um show nosso?
- Quero ver vocês duas se beijando, se chupando...
- Ficou louco! Nós não somos lésbicas!
- Eu sei disso. Mas se vocês não se beijarem agora, nada feito. Não como ninguém.

Elas olharam uma pra outra e resolveram contentar o dono do pau. Deram um selinho. Ele protestou, queria ver beijo de verdade.
Elas se beijaram, beijo prolongado e gostoso, tanto é que demoraram porque ficaram surpreendidas.

- Uai...
- Uau...

As duas sabiam da mesma coisa... depois que ele fosse embora elas teriam de conversar a respeito daquele beijo... 

Estes shows merecem ser repetidos...
- Beleza... aposto que gostaram! Então, agora, enquanto eu te como, namoradinha querida, você vai chupar a xotinha da sua prima. E quando eu estiver comendo sua prima, ela vai te chupar...

As duas arregalaram os olhos. Nunca tinham feito aquilo. Mas ambas estavam a fim de ter aquele cacetão dentro delas, então... Ione ficou de quatro na cama, o Cesar, em pé atrás dela, metendo, e a Gabrielle deitou, com a xotinha perto da cabeça da prima que começou a chupar a xotinha dela. O misto de susto e de prazer da Gabrielle era algo indescritível. E o mesmo aconteceu quando o Cesar a comeu e ela pôde chupar a xotinha da prima.

Depois que ambas gozaram, beberam leite, dispensaram o Cesar, a pretexto de terem de estudar. Mas correram para a cama.

- Gabi, o que foi isso?
- Não sei, mas que foi algo maravilhoso, lá isso foi.
- Vamos estudar mais essas questões?
- Agora!

A sobrinha e seu namorado afoito no banheiro da casa de praia


Quem mandou levar o namorado?

(escrito por Kaplan) 

A família da Meg tinha o costume de passar as férias na praia. Eles conheciam um pessoal numa cidade do Espírito Santo e todo ano alugavam a casa deles. Então, era aquela festa! Mais de 20 pessoas numa casa só, entre pais e filhos e alguns aderentes, amigos dos filhos que sempre apareciam. Eram convidados, na verdade. E as crianças, depois adolescentes, dormiam todos na grande sala da casa. Quando chegava a noite, espalhavam colchões pela sala e amontoavam-se lá, era uma gritaria que custava a acabar. Só quando a Teresa, irmã da Meg e solteira e que dormia com eles na sala ameaçava tirar a praia no dia seguinte é que eles sossegavam e dormiam.

Quando ficaram adultos, continuavam a dormir na sala, pois os 4 quartos eram sempre ocupados pelos pais. E, de vez em quando, algum namorado também ia, o que obrigava a Teresa a ficar mais atenta...

Mas Teresa era muito legal e não enchia muito a paciência dos namoradinhos não. Até se divertia, vendo as tentativas de mãos  e bocas se aproximarem.

Mas a Cecilia... essa dava trabalho quando levava um namorado.
A Teresa nos contou que numa noite, ela viu o Fausto, namorado da ocasião, levantar e ir ao banheiro, sem fazer qualquer barulho. E dali a pouco, lá vai a Cecilia para o banheiro... 

Ela sorriu e deixou, não iria atrapalhar os beijos e amassos dos dois. Mas a Cecilia depois contou pra Meg que não foi coisa simples não... eles treparam pra valer no banheiro.

- Tia... que delícia! A gente tinha combinado de dar um jeito de ficar acordados até todo mundo dormir, inclusive a tia Teresa. E quando notamos que o pessoal já tinha pegado no sono... ele levantou e foi pro banheiro e ficou me esperando lá. Passou uns 5 minutos e eu fui. Ele já estava pelado! E eu tirei meu pijaminha e fiquei pelada também, a gente se abraçou, eu senti o pinto dele me cutucando... tive de pegar... uau, estava duro pra cacete.

No escondidinho do banheiro, eles treparam pra valer!

Ele me pediu para chupar, era tudo o que eu queria! Chupei e como a gente não podia demorar, fiquei sentada naquela cadeirinha que tem lá,  e ele meteu gostoso... nossa... a adrenalina estava a mil... que trepada boa! Aí eu vesti o pijaminha e voltei pro meu lugar e logo depois ele também voltou. A tia Teresa por acaso comentou isso com você ou com minha mãe?

- Falou comigo e eu disse a ela pra não contar pra mais ninguém. Mas chega, viu? Foi só hoje!
- Tia, você é linda! Prometo, não vamos fazer mais. 

As promessas dela não valiam nada. Claro que fizeram mais duas vezes! Seria demais pedir abstinência a quem fica um mês na praia, ela desfilando com biquínis que deixavam o pai furioso, brigando com a esposa  o tempo todo porque permitira que ela comprasse aquela coisa indecente... coisas típicas de famílias!

Com este biquini, como o namorado iria se comportar?

E o Fausto, coitado... vendo tudo aquilo  e não podendo agarrar a namorada no meio daquela multidão... a solução era o banheiro, de noite, quando todos dormiam, ou fingiam dormir, como era o caso da Teresa...

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Mães de amigos atacando!


O mundo está mudado...

(escrito por Kaplan),

Pesquisei e encontrei quatro caras que tinham histórias edificantes para contar a respeito de sexo com mães de amigos. Por incrível que possa parecer, as mães que estão na faixa dos 50 anos estão mandando brasa! Elas não são mais aquelas cinquentonas de antigamente. Pelo contrário, estão cada vez mais jovens.
Vamos aos casos. Todos eles esconderam os nomes dos amigos cujas mães vão aparecer aqui com nomes fictícios. Creio que as razões disso são óbvias!

Helton,por exemplo, me contou que tinha acesso fácil na casa de um colega dele, dava-se muito bem com a mãe dele – que vamos chamar de Mariana – e teve um dia em que ele estava na casa deste colega. Só ele e a Mariana. Que o deixou à vontade na sala onde ele estudava, esperando o colega chegar.

Só que ele começou a ouvir frases desconexas, que vinham de um dos quartos. Achando que a Mariana poderia estar com algum problema, levantou-se e foi até lá. E da porta ele agachou para ver melhor o que se passava. 

Uma mãe se exibindo... que coisa!
- Pode acreditar, eu vi com estes olhos. Ela estava de lingerie, em cima da cama, com o laptop ligado e se exibindo para alguém que não consegui identificar quem seria.
E ela me viu... pensei: agora fudeu... vai me expulsar da casa.

Mas não. Ela me viu e foi até onde eu estava, me pegou pela mão e me levou pra cama. Falou que estava se mostrando para um amigo e que ele gostaria de ver ela fazendo alguma coisa interessante. Então ela me perguntou se eu topava ser parceiro dela.

Eu disse que sim e aí tive a grata surpresa de ouvir ela falando com o tal cara que ia me fazer um boquete. E fez! Aliás, vou te contar, que boquete... a coroa chupa muito melhor que a maioria das meninas de hoje! E aí ela fez questão de transar. Tirou a calcinha, ficou de quatro em cima da cama e falou comigo para meter! E eu meti... e ela gemia loucamente, depois o cara falou que queria ver ela me cavalgando, e lá fomos nós! Ela de costas pra mim e de frente pra webcam, mostrando a xoxota para o cara ver...
E depois me chupou até eu gozar.

- Não foi um caso maluco? Até hoje eu não acredito muito que vivi isso não...

O segundo cara foi o Davi. Para minha surpresa ele me contou que transa com a mãe de um amigo há mais de ano, e isso acontece pelo menos uma vez por semana, mas já houve semana em que ele transou quatro vezes com a Silvia.

- Ela é uma delicia de coroa. Aliás, nem acho que seja o caso de chamá-la de coroa. Tem 46 anos, e eu tenho 22. A gente não transa na casa dela, por causa do meu amigo e da empregada. Ela vai no meu apartamento. Moro sozinho, então é tranquilo.

Ontem, por exemplo, ela apareceu lá quando eu estava morgando. Com esse frio, eu estava deitado, vendo TV. Aí ela chegou, sentou perto de mim e começou a conversar e a passar as mãos nas minhas pernas, fui ficando entusiasmado e a agarrei, puxei para perto de mim, enfiei a mão dentro da blusa dela, peguei nos seios... trocamos beijos e a mão dela já veio procurar meu pau. E me fez aquele boquete! 

Ela adora dar o rabinho... e que rabinho!

Aí comecei a tirar a roupa dela, mamar um bocado... e depois dei uma bela chupada na xoxota. Aí aproveitei a posição dela, só virei-a, ela ficou de quatro e mandei brasa. Mas ela gosta muito de cavalgar então mandamos brasa. E ela gosta de anal também, então fizemos.
Ela prometeu que esta semana vai ter mais... é esperar pra ver!

Vicente narrou encontros que acontecem no escritório dele. É designer de móveis, e foi como conheceu a Eliza, mãe de um amigo dele. Ela foi fazer orçamento de móveis para um novo apartamento, ele criou vários móveis, e dessa convivência aconteceram as transas.

A primeira, ele se lembra bem, foi ela que o atacou, dando-lhe um aperto na bunda. Ele levou na brincadeira e apertou a bunda dela. Então ela o agarrou, deu-lhe um beijo, praticamente o jogou sentado numa poltrona e sentou no colo dele. Encheu-o de beijos e ele esqueceu que era mãe de amigo... abriu a blusa dela e mamou nos seios fartos. Depois colocou-a sentada na mesa, tirou a calcinha e chupou a xotinha. 

Mesa de escritório serve pra tudo!

E ela mandou brasa num boquete. Findo o qual ela foi comida em cima da mesa mesmo. De frente, de cachorrinho, tudo com muita gemeção. E pediu bis naquele dia mesmo. Debruçada na mesa, ela pediu que ele metesse de novo. E ele meteu até ela gozar!

Dali em diante... muitas e muitas visitas dela ao designer de móveis!

Finalmente, o relato do Geraldo e suas transas com Jacqueline, mãe de amigo dele desde a infância.

Ele me contou que, quando chegou à adolescência, já crescido, começou a notar certos olhares dela para ele. E não apenas olhares, de vez em quando punha a mão nos ombros dele, dava umas passadas de mão nos braços, na nuca... ele ficava alucinado e quando chegava em casa corria para o banheiro e batia uma bela punheta pensando nela. Depois ficava com remorso, porque era a mãe de um amigo...

Mas ela continuava insistindo nessas carícias, olhares. Até que na festa dos 18 anos dele, ela o chamou. Quando ele chegou lá, viu que ela estava sozinha e vestindo um roupão. E ela simplesmente disse que tinha chamado para lhe dar o presente pelo aniversário.

- Eu era tão ingênuo, que falei que não precisava... 

Meu presente de aniversário!!!

E ela falou que queria há muito me dar o presente. E abriu o roupão! Vi, pela primeira vez, aquele corpaço dela. Imagina como ficou meu pau... eu ainda era virgem!

Ela devia saber disso,porque me falou que teríamos um segredo. Ela ia me ensinar tudo. E começou a pegar em meu pau, colocou na boca e eu não aguentei nada. 

Gozei no rosto dela. Que foi encantadora, sorriu e me disse que era normal por ser a minha primeira vez, mas que me ensinaria como controlar a ejaculação.

Isso já tem três anos... e as lições ainda não acabaram...  já tive mais de 100 aulas, e o assunto não acaba!