Foi difícil, mas aconteceu!
(escrito por Kaplan)
Provavelmente
você leitora, você leitor, lendo as aventuras da Meg aqui no nosso blog, devem
fazer uma ideia de ela ser muito ativa em termos de sexo e que não respeitava
nada. Se queria, avançava o sinal e pegava o cara.
De
certa forma, vocês estão certos. Mas ela tinha um princípio fundamental, ético.
Jamais transava com o marido de uma amiga, a não ser que houvesse concordância
total dela.
Não era
o caso que vou narrar agora.
Dava
para ver que o Guilherme, sócio de nosso clube, quase devorava a Meg, mas ele
tinha uma esposa que não aceitaria jamais que acontecesse alguma coisa fosse
com a Meg ou com outra mulher. Mas ele insinuava.
No
clube, após nadar, jogar bola, a gente se reunia para tomar as cervejas todas
que existissem por ali. Era o momento em que ele se aproximava da Meg, mas sem
falar nada, só olhando, porque a esposa também estava lá.
Nas
festas que a gente ia, seja no clube ou na casa de algum sócio, sempre havia
música e dança. Ele,depois de dançar com a esposa, vinha todo pressuroso e
chamava a Meg para dançar. Como eu não me incomodava, acabava ficando numa mesa
com a esposa dele, conversando enquanto ela e ele dançavam.
De vez
em quando, sem que a esposa visse, ele dava uma cantada ligeira, mas ela
recusava sempre.
Falou
com ele de forma dura, mas tinha de ser:
-
Guilherme, eu não vou sair com você para colocar chifre numa pessoa que gosto
muito. Sua esposa jamais aceitaria. Não quero. Por favor, não insista.
Parecia
que ele iria se conformar.
Mas
acabou que aconteceu.
Tudo
começou de uma forma simples. O Guilherme era engenheiro e havia sido
contratado pra construir a casa de um amigo. E esse amigo estava planejando ter
uma “história” da construção da casa. Queria fotos das várias etapas da
construção.
-
Então, Kaplan, combinei com ele de ir sábado que vem lá. E como sou seu amigo,
insisti em que eu não iria fazer boas fotos, tinha de te levar. Ele vai pagar
uma boa nota pelo trabalho. Você topa?
-
Sábado que vem? Olha, eu tenho de te telefonar depois porque não me recordo se
tenho algum compromisso. Não recordo. Chegando em casa eu te ligo e confirmo.
-
Beleza, fico no aguardo.
Só que,
quando chegamos em casa, eu olhei a agenda. Tinha um casamento para fotografar.
Pedi
pra Meg falar com ele.
- Puxa,
que azar! Contava como certo.
- Bem,
se vocês não tiverem preconceito, eu posso fazer as fotos – foi o que ela
disse. E ele aceitou prontamente.
Então,
enquanto Meg preparou-se para fazer fotos, o Guilherme pensou em outra coisa. A
esposa dele não iria.
E ele
teria uma tarde toda para convencer a Meg.
Claro
que não falou nada com ela.
No
sábado, ele a pegou em casa, foram até o sítio do sujeito, ela fez várias fotos
de uma casa ainda em construção.
Comentou
com o Guilherme, quando começaram a viagem de volta, que parecia uma idiotice
fazer aqueles tipos de fotos.
- Eu
sei, mas o cara quer, paga bem, então a
gente faz. Daqui a um mês voltaremos para ver o avanço das obras. Ou você ou o
Kaplan, certo?
- Por
mim, tudo bem...
A
estrada estava bem vazia, muito calor. Ele parou num restaurante para comerem
alguma coisa e beber água. Foi aí que ele voltou ao ataque, explicando como gostava
dela, e aquele papo de que o casamento não ia muito bem...
Ela
sorria e dizia: Não!
Pegaram
o carro e ele foi dirigindo. Era um local onde havia vários motéis. Ele
insistiu:
- Que
tal entrarmos num desses? Talvez você mude de ideia...
- Podemos
até entrar, mas te garanto que iremos dar gargalhadas, morrer de rir, porque eu
não vou mudar de ideia.
Ele
gostou de ouvir isso e entrou no primeiro.
Ela
gostou do local. Muitos espelhos, cama redonda... não era má ideia, mas trair a
amiga? Não era o caso.
Depois
de tentar dissuadi-la, ele se deu por vencido.
- Está
bem... vou só tomar um banho e a gente vai pra casa.
Tirou a
roupa e entrou no boxe. Não trancou a porta. Ela viu ele peladão tomando
banho...
- Que
se dane! – pensou ela.
Resolutamente
tirou o roupa e entrou junto com ele.
Ele
amou a decisão dela.
- Veio
só tomar banho ou posso me entusiasmar?
-
Entusiasme. Não aguento ver um pau como esse seu e não poder usar. Minha amiga
vai me odiar quando souber.
- Não
vai saber, não contarei.
E ali
no boxe de um motel, aconteceu.
Ela fez
boquete, ele a chupou, ele a comeu em pé, ele sentou no chão e ela o cavalgou.
Serviço
completo.
-
Espero que mês que vem seja você que venha fotografar a casa do sujeito!
Ela
riu. Nada mais tinha a fazer.