Contos Eróticos de Kaplan e Meg
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Uma lingerie nova para agradar ao maridão
terça-feira, 14 de julho de 2026
Em Paris, Meg deu para um bom francês
Só pra um não, distraído...
(escrito por Kaplan)
Marcel, Alain e Régine. Marcel solteiro, Alain e Régine casados.
Vamos pela ordem.
Nós os conhecemos através de amigos que já tínhamos feito em Paris, em viagem anterior. Voltando agora, descobrimos que os amigos mais antigos não moravam mais na capital, um estava em Lion e o outro na Alemanha.
Então, o jeito foi procurar esses três novos amigos para vivermos intensamente, como sempre acontecia quando a gente ia lá.
E Meg deu mais sorte, também eu estava mais preocupado em fotografar as obras do Louvre, fiquei três dias inteiros lá dentro. Bom é que se podia fotografar à vontade.
Então, ela ficou livre, leve e solta.
E pegou o Marcel. Já tinham transado em anos anteriores. Mas gostaram e repetiram.
Ela foi na casa dele, se abraçaram, beijaram. Tomaram um daqueles deliciosos vinhos franceses.
E não demorou muito para o clima esquentar e as roupas tiveram de ser tiradas, ninguém aguentava aquele calorão!
Lá foi ela admirar o belo pau dele e mais do que admirar, ela gostava mesmo é de pegar e boquetear. Não deu outra...
Ainda derramou um pouco de vinho no pau dele para ficar mais gostoso! Ela era muito inventiva!
O Marcel era um bom trepador também. Tinha aquele problema típico dos franceses, de não se contentar só com a xotinha, nada seria perfeito se o cuzinho não comparecesse para alegrar o ambiente.
Ela dava, mas primeiro, ela queria o prazer dela e ele respeitava isso. Então, na cama, rolava de tudo, cavalgada, cachorrinho, de frente e de costas, até que, com ela feliz da vida, ele podia se contentar também.
Lá se foi o cuzinho dela!
Tudo tranquilo, ela voltou pro hotel onde a gente estava hospedado.
E lá ela recebeu o recado do Alain, que queria muito revê-la. Mas ela agendou para o dia seguinte... sabia que ia rolar anal também!
Ele a levou a um flat que tinha alugado, e ela amou quando foi até a varanda e viu nada mais nada menos do que a Torre Eifell!!!
Já era de noite, ela iluminada era algo fantástico.
- O que é aquilo que está escrito na torre?
- É a contagem regressiva para o ano 2000. Faltam 889 dias.
- Que legal! Vai ser uma festa gigantesca aqui, hein?
- Já estão com tudo programado. Vocês virão, não é?
- Faremos o possível!
- Vamos ao que interessa!
Ela sorriu. Era o que queria também.
E como sempre, boquete primeiro!
E depois, sempre com a porta da varanda aberta, ela sentou e cavalgou. Parecia que ela estava sentada na torre, bem lá em cima.
E o gozo foi espetacular.
E a noitada se encerrou com o tradicional anal. Esses franceses!!!
Ela voltou para nosso hotel, me contou as novidades. Mostrei a ela mais de 200 fotografias que havia feito dentro do Louvre.
- E amanhã, cherie, tem mais algum cacetão pra você encarar?
- Tenho programa, mas sem cacetes. Com buceta!
- Mesmo? Quem?
- A Régine, esposa do Alain. Ela liberou ele para me comer hoje, mas falou que amanhã é ela!
E assim, foi no hotel em que a gente estava hospedado que a Régine apareceu. Mal entrou no quarto, tirou a roupa, ficando só de lingerie e pulou em cima da Meg, que estava de short e camiseta. A quantidade de beijos que elas se deram foi incontável!
E a língua dela deu um prazer imenso à Meg.
Não resta dúvida... Paris é a cidade do amor!
E Meg sabia tirar proveito desse lado amoroso da cidade e de seus habitantes!
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Divertimento para as três sobrinhas em Porto Seguro
Mas não foi na praia não...
(escrito por Paulinha)
Sim, nós
três estávamos lá, de férias.
Curtíamos as praias na parte da manhã e depois do almoço saiamos as três para conhecer os detalhes da cidade.
Eis que,
num local mais afastado, vimos uma enorme casa. Mas não parecia estar habitada.
- Deve ser
um museu – disse a Cecília.
- Pode
ser, mas... continua sem ninguém à vista.
- Vamos
até lá investigar.
E fomos.
A porta, grande, tinha um pedaço que era de vidro, olhamos e não vimos nada. Só os móveis, claro. Pessoas? Nada!
Vimos que
a porta não estava trancada. E as três malucas resolvemos entrar.
Entramos.
Silêncio total.
Vimos que
havia mais um andar, uma bela escada estava ali.
Resolvemos
nos dividir e olhar tudo.
Eu subi a
escada.
Vi um
longo corredor, carpetado. Algumas portas.
Fui olhando.
Nada...
Até que abri
uma porta e quase caí dura.
Tinha um
cara lá, bonito, atlético. Pelado.
E que pau
era aquele!!!
Enorme!
Pensei em
sair correndo, mas ele me chamou.
- Pode
vir, sem medo...
Acreditem,
eu fui. Não tirava os olhos do pau dele.
- Posso
pegar? É tão bonito!
- Pode,
mas precisa me dar um beijo primeiro.
Achei
graça, mas fiz o que ele pedia, foi um belo beijo e eu segurando o pau dele...
nossa!
- Posso
fazer um boquete?
- Pode,
mas tem de tirar a blusa.
Acreditem,
tirei e deixei ele ver meus peitinhos.
Ai fiz o
boquete.
E fiquei
com uma vontade danada de dar pra ele.
Aí ele
disse para eu tirar a roupa e deitar na cama. Só aí percebi que era um quarto,
e havia uma cama enorme, de casal.
Tirei tudo
e deitei lá.
Ganhei uma
dedada fantástica e depois uma chupada fenomenal.
Foi ai que
as duas entraram e ficaram abismadas vendo.
A Cecília não
titubeou. Virou pra Helena e falou que era pra elas entrarem na roda!
E tiraram
as roupas e vieram para a cama.
Três
peladas e um peladão.
Cecília ficou
deitada à minha direita e Helena à esquerda.
E ele
ficou revezando as chupadas em nossas bocetas.
E enquanto
ele chupava uma, as duas se engalfinhavam, afinal, nós sempre gostamos de
transar uma com a outra.
Como
estávamos perto do fim da cama, ele ficou em pé.
Meteu em
mim e com os dedos balançava as bocetas das duas.
Depois de
me deixar até tonta com tantas metidas, ele tirou e foi comer a Helena.
Aí foi a
vez de eu e a Cecília nos engalfinhamos. Beijos, mamadas, chupadas. A gente
gozava só de ver a Helena gemendo feito louca.
Ela gozou
e ele, impávido colosso, foi trepar com a Cecília.
Ela urrava
de prazer. Eu e Helena nos pegávamos pra valer também.
Ela gozou
também.
O cara
saiu. Não o vimos mais.
Então nos
vestimos e fomos embora.
Foi tão
gostoso, mas tão estranho, que achamos melhor não voltar lá!!!
segunda-feira, 29 de junho de 2026
A moça pediu pra Denise tirar umas fotos dela
Denise tirou mais do que fotos!
(escrito por Kaplan)
Denise
ficou conhecendo a Karina quando estavam numa loja do shopping comprando
biquinis. Denise já se prevenia para os meses de férias que iríamos passar em
alguma praia do nordeste.
Pois a
Karina, que estava sentada ao lado dela esperando o rapaz trazer alguns
biquinis para ela escolher, acabou puxando assunto com Denise, que respondeu
com toda a educação, afinal esta gostava de um bom papo.
E logo
percebeu que as duas poderiam se ajudar na escolha dos biquinis.
O que de
fato aconteceu.
E aí veio
a proposta indecorosa.
- Denise,
a coisa que meu namorado mais gosta é receber fotos minhas de biquíni. Pelada
ele sempre pede, mas não mando de forma alguma.
- Rsss...
namorado pidão, hein?
- É, e ele
está em São Paulo agora, vai ficar um mês lá e todo dia me pede fotos.
Então,
você poderia me ajudar nisso? Tirar fotos minhas de biquíni pra eu mandar pra
ele?
- Claro
que posso. Quando?
- Se você
puder, agora mesmo. Vamos lá em casa, tem piscina, a gente fotografa e depois
pulamos na água!
Denise
topou. A Karina era um encanto de pessoa.
Foram, ela
se desnudou na frente da Denise, pôs um dos biquinis que havia comprado e
Denise tirou algumas fotos dela.
E
comentou:
- Você tem
um belo corpo, Karina. Seu namorado deve enlouquecer quando vocês transam. Oh,
falei bobagem? Vocês já transam?
- KKK,
Denise... acha que não? Claro que transamos...
- Pergunta
idiota mesmo, a minha.
- E você,
tem namorado? Marido?
- Vivo com
um cara muito legal, que, por sinal, é fotografo. Ele adoraria tirar fotos
suas.
- Ele tira
muitas de você?
- Nossa...
demais!
- Pelada
também?
- Sim, tem
nada de mais não. A gente vive juntos, não é o seu caso, né?
- É, ainda
não pensamos em juntar os panos não.
- O que
impede?
- Posso te
confessar algo bem secreto?
- Pode...
serei um túmulo!
- Eu gosto
de transar com mulheres também, sou bissexual.
-
Mentira!!!
- Nossa,
te escandalizei?
- Não...
eu também sou! Gosto tanto de uma pica quanto de uma boceta!
Karina
pulou nos braços dela.
- Vamos
nadar! Que coisa linda que está acontecendo!
Denise
colocou o biquíni também e as duas pularam na água, e ficaram brincando, rindo,
conversando sobre suas experiências bi.
- Denise,
vamos nadar peladas?
- Podemos,
mas não me responsabilizo pelas consequências!
- O que?
Vai me agarrar?
- Com
certeza!
- Te
agarro primeiro!
Rindo,
elas se agarraram.
Saíram da
piscina.
Deitaram
numa ampla espreguiçadeira. Olhavam-se amorosamente. Que descoberta foi aquela!
As mãos da Denise percorriam o corpo da Karina.
- Sua
bunda é bonita demais!
- Ah... a
sua também...
- Eu tenho
uns 10 anos a mais que você... confesso que já tive uma bunda assim, mas hoje
ela já começa a dar sinais...
-
Bobagem... eu não minto. Acho sua bunda muito bonita!
- Obrigada...
- Você tem
filhos, Denise?
- Não. Por
opção mesmo. Eu era professora. Entendi que se casasse e tivesse filhos, ou
eles ou a escola seriam prejudicados. Então preferi não casar e me cuidar para não engravidar com
meus ficantes e com meu namorido.
- Que
legal!
- Eu acho,
e depois que aposentei já estava com mais de 40, aí nem pensar em ter filhos!
- Mudando
de assunto, me mostra como você gosta de uma boceta?
- Mostro
sim...
O que ela
lambeu, chupou, enfiou os dedos... a Karina quase desmaiava de tanto gozo.
Teve
retribuição também... claro!
Ela sabia
das coisas tanto quanto Denise.
E assim
surgiu mais uma amizade beleza para Denise.
Como o
namorado da Karina iria demorar um mês... adivinha se Denise apareceu lá toda
semana!!!
terça-feira, 23 de junho de 2026
A balconista encantadora.
Muitos se encantaram com ela
(escrito por Kaplan)
Tivemos uma pequena loja e Studio de fotografia. A loja ficava numa galeria de um edifício com uns 15 andares, tudo comercial. Ou seja, escritórios, consultórios, o diabo a quatro. Como a nossa lojinha era no andar térreo, o dia inteiro era uma multidão passando pela nossa porta. Não apenas os que trabalhavam lá, mas também os clientes, acho que esses eram até em maior número.
Houve uma época em que estávamos sem uma secretária e Meg ficava então para atender os telefonemas, agendar serviços e pegar filmes para revelar. Os coloridos a gente mandava para um laboratório, ficava mais barato. Os preto e branco eu mesmo revelava, havia um espaço para montar o laboratório, o que fiz desde que alugamos aquela loja.
Ela, pra variar, usava roupas discretas, mas provocantes. O que chamava a atenção principalmente dos rapazes.
Com o tempo, algumas pessoas que trabalhavam lá passaram a usar nossos serviços de revelação e cópia de fotos.
E viam as fotos expostas, gostavam. Uma senhora nos encomendou o álbum dos 15 anos da filha, uma moça levou o noivo e eles ficaram vendo exemplos de fotos de casamento (os nossos álbuns tinham alguns diferenciais) e lá íamos nós fotografar as bodas... fizemos até amizades com algumas pessoas. Elas saiam do trabalho, passavam lá e ficavam conversando sobre fotografias.
E quando
comecei a dar cursos básicos de fotografia, muitas pessoas que trabalhavam no
edifício se interessaram e formei várias turmas. Várias porque não queria saber
de turmas grandes. 5, 6 anos eram o máximo de cada vez.
Por
ocasião do terceiro curso que ofereci, um rapaz chamado Otávio, que estava
sempre por lá,batendo papo, levando filmes pra revelar... nos disse que
gostaria de estar presente. Claro que aceitamos, e assim que o grupo esteve
completo, Meg avisou a ele os horários e dias em que o curso seria dado.
Geralmente após o expediente comercial, já que seria impossível em horário de
trabalho.
O curso tinha
algumas aulas teóricas sobre iluminação (natural e flash), composição, tipos de
filmes, enfim... tudo que alguém interessado precisa saber.
E tinha as
aulas práticas.
Levava os
alunos e as alunas num domingo em Ouro Preto e lá fazíamos muitas fotos, geralmente
coloridas.
E
finalmente, havia as fotos em preto e branco feitas no Studio. O que eles
teriam aprendido nas aulas colocariam em prática, principalmente a questão da
iluminação, a direção de modelos.
Na viagem
a Ouro Preto, o Otávio começou a colocar as manguinhas de fora... só tirava
retratos da Meg, que nem estava produzida para ser fotografada. Mas ele tirava
assim mesmo.
Comecei a
ficar desconfiado... então, na volta, deixei ela sentada num dos bancos da
frente do ônibus e fui conversar com a turma do fundo do ônibus. Logo vi que o
Otávio sentou ao lado dela e conversavam sorridentes.
Quando
chegamos em casa, levantei a questão.
- Você tá
interessada nele?
- Deu pra
notar?
- Sim,
deu.
- Ele tem
um poder de sedução muito grande... vamos ver que bicho que dá.
A fúria
com que ela trepou comigo logo depois,
me fez adivinhar!
Bem, a
viagem foi no domingo, as fotos, como eu disse, foram feitas com filmes
coloridos,m mandei pro laboratório e na quarta feira eles começaram a aparecer
para ouvir meus comentários e críticas ao que fizeram. No geral estavam boas.
Alguns pequenos erros de composição que eu diagramei para eles não esquecerem.
Nunca
colocar a pessoa no centro. Sempre num dos terços.
Aí marquei
com eles as fotos no Studio, que seria a última aula.
De
noite, a Meg veio conversar comigo.
-
Seguinte... o Otávio me perguntou se eu iria ficar nua ou seminua nas fotos de
Studio. Eu fingi que fiquei sem graça e falei que ia pensar no assunto.
- Ué...
mas você já fez isso...
- Eu
sei... mas to querendo ser diferente com ele, e preciso da sua ajuda.
- Diga.
- Eu vou
posar vestida, no Maximo vou dar uns lancezinhos de seios. Depois que você der as instruções pro grupo,
você chama o Otávio pra te ajudar a
levar alguma coisa lá pro andar de baixo. E aí, você fala que eu te contei o
que ele perguntou e você vai dizer que geralmente eu fico muito constrangida
posando para um grupo de pessoas. Por isso que não estaria,naquele momento,
posando nua. Mas que eu não me incomodo de posar nua para um fotografo ou uma
fotógrafa, só que tem de ser um só. E que, se ele quiser, eu poso pra ele. Mas
sem mais ninguém saber.
- Meg e
suas maluquices... está bem, verei o que posso fazer.
Na noite
da aula de Studio, ela levou algumas roupas que foi trocando na medida em que
os alunos iam fotografando-a.
Depois de
algumas poses, chamei o Otávio para me ajudar a levar alguns equipamentos para
o andar de baixo e aí falei como ela tinha pedido.
Mostrei a
ele alguns exemplos.
Ele não
conseguiu evitar de elogiar a bunda da Meg.
- Me
desculpe, Kaplan... acho que não devia ter falado isso.
- Não tem
problema, Otavio. Como te falei, estamos falando de arte, não de pornografia.
Então,
voltemos ao Studio. Depois que todos forem embora, você fica e marca com ela
outro dia, porque hoje ficaria muito tarde.
Foi o que
fizemos. A turma foi se despedindo, eu desci para fechar a porta da loja e
quando eles desceram, ela me disse que iriam fotografar no dia seguinte, à noite.
-
Perfeito. Eu tenho um casamento pra fazer. Você sabe como costuma ser demorado.
Então, você fecha a loja, vocês tiram as fotos e depois você pode ir pra casa.
A gente se encontra lá.
A trepada
daquela noite foi fantástica, também. Ela sempre ficava com um grau de
excitação muito grande com a perspectiva de uma transa nova.
E na noite
seguinte fizeram as fotos.
Como era
filme preto e branco, na manhã seguinte fui revelar e ela foi me contando como
tinha sido.
- Aqui... a primeira foi essa, eu levei esse vestidinho transparente e fui tirando aos poucos até ficar toda nua.
O pau dele
não negava... ele estava muito excitado de estar comigo ali, sem você por
perto.
Eu fui
dirigindo, porque ele estava nervoso e não se recordava do que você tinha falado
sobre iluminação.
- Essa
aqui ficou excelente!
Conversamos
muito, eu pelada...
Ele me
agradeceu a confiança de posar nua. Eu disse que ele mereceu, pelas conversas
que tivemos antes, eu senti que ele era honesto e eu podia confiar plenamente nele.
Quando
levantamos para ir embora, eu meio frustrada, falei que tinha gostado do jeito
dele e que poderíamos fazer mais fotos. Quem sabe ele teria uma casa de campo,
um local cheio de flores, com piscina...
Ele me
disse que infelizmente não tinha nada daquilo. Mas que iria pensar em algum
lugar interessante. Eu disse que também pensaria, mas eu já sabia onde. Naquela cachoeira dos Macacos, onde já
fizemos belas fotos.
Assim,
quando, depois de alguns dias ele veio me contar que não conseguira local algum,
eu sugeri a cachoeira. Ele gostou mas ficou curioso, perguntando se lá não
iriam outras pessoas.
Eu disse
que era difícil. Era bem deserta.
Então
combinamos de, no sábado irmos lá.
Ele me
pegou de carro em casa e saímos.
Só que no
meio do caminho caiu uma tempestade, dessas que dão até medo.
- Não vai
dar, Otávio... com chuva é impossivel.
- Que
pena... vai ser difícil achar outro lugar.
Me ocorreu
na hora, vendo o local onde estávamos. Era na rodovia, justo naquele trecho em
que tem uma meia dúzia de motéis.
Falei:
- Olha,
por mim tudo bem. Podemos fotografar num desses motéis, conheço um que é cheio
de espelhos, cama redonda... lindo demais!
- Mas o
que o Kaplan vai dizer?
- Nada...
tem problema não!
Então eles
entraram no Chalet.
Ele
conhecia também.
E fizeram
várias fotos lá.
Quando
terminaram o filme, ele disse que iria tomar um banho, estava suando.
Ela não
disse nada, mas quando escutou o chuveiro sendo aberto... já estava pelada,
entrou lá.
Ele se
assustou, mas ela disse que estava muito a fim.
E no boxe
foi a primeira trepada.
As outras
duas foram na cama mesmo, afinal, por que iriam desprezar um local tão
acolhedor?
Aquele
motel se tornou um lugar muito procurado pelos dois nos meses seguintes. Nem
precisavam mais tirar fotos!













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