segunda-feira, 20 de abril de 2026

Uma transa na cobertura de casa de praia

 Nem foram à praia...

(escrito por Kaplan)                

 

O convite que Maurício fez a sua amiga Silvia era tudo que ela desejava. A família dele tinha uma casa na praia. E ele a convidara para um fim de semana lá. Ele tinha de resolver uma questão no cartório e conseguira que o tabelião o atendesse no sábado, era o único dia disponível.

Ela ficou muito feliz com o convite e tratou de correr a uma loja para comprar pelo menos dois biquínis. Queria aparecer linda e moderna para ele. No fundo, apesar de eles serem amigos que nunca tinham transado, ela esperava, sinceramente, que eles pudessem entrar em acordo. Afinal, só os dois, numa casa sem mais ninguém... 


Pegaram o primeiro avião e três horas depois ela já estava na casa e ele desceu para os negócios. Pediu a ela que guardasse na geladeira as comidas que compraram tão logo chegaram e que o esperasse.

- Devo demorar umas duas ou três horas, Silvia. Fique à vontade para comer essas frutas que compramos e até mesmo esquentar essa pizza.

- Vai lá, resolve os negócios e volte para a gente curtir esse sol maravilhoso.

Enquanto ele esteve fora, ela fez o que ele tinha pedido. Comeu uma maçã, colocou um biquíni e foi tomar sol no terraço da casa. Em volta, uma natureza belíssima, lá embaixo a praia e o mar. Pouca gente. Basicamente moradores. Não era época de temporada...

Depois de alguns minutos ela pensou que poderia arriscar a ficar nua. Nunca tomara sol pelada, seria uma boa experiência! 




Deitada na cadeira, protegendo os olhos, ela se deliciou com o que estava fazendo. O tempo foi passando, ela acabou cochilando e quando abriu os olhos, viu, entre surpresa e espantada, o Mauricio completamente nu a observando.

- Mauricio, me desculpe... eu dormi e não tive tempo de colocar o biquíni.

- Pra que?

- Ora... pra que...

- Melhor coisa dessa casa, que esqueci de te falar, é justamente isso. Poder tomar sol completamente nus. E vejo que você assimilou rapidamente a ideia... e como você é bela, Silvia...

- Obrigada, mas você também é belo peladinho assim...

Riram. Porque sabiam que ia rolar algo de muito bom.

- Você está querendo o mesmo que eu, não está, Silvia? Nunca fizemos amor, mesmo sendo gandes amigos. Eu gostaria muito...

- venha... sou toda sua!

E a transa aconteceu. Suavemente, silenciosamente. 



- Que bom que aconteceu assim... adorei!

- Vamos comer a pizza? Estou faminto.

Adão e Eva no paraíso, comendo pizza e tomando cerveja.

Ficaram conversando, rememorando suas vidas e tentando descobrir as razões porque nunca tinham transado. Esperaram o sol baixar um pouco, foram nadar na piscina e depois transaram de novo. 


De noite, tomaram chá e comeram o que restou da pizza.

Tomaram um banho e foram dormir.

Mas... já que estavam nus, numa cama confortável.. por que não transar de novo?

Foi o que fizeram.

No domingo, acordaram tarde e se lembraram que não haviam transado durante a noite...

Foram para  o terraço e transaram de novo. 



Foi a despedida... tinham de voltar. Mas agora já voltaram namorados.

Este foi o fim de semana mais adorável para os dois!

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Ele comia a cunhada quando o irmão chegou

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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Cara feliz: tinha duas primas gatas

 O que mais ele precisava?

(escrito por Kaplan)     

 

André era o que se pode chamar de um cara sortudo. Não precisava sair pras baladas para procurar uma companhia feminina que lhe pudesse fazer companhia.

Nem precisava sair de casa.

Uma das vantagens de morar sozinho. Viera do interior para a capital para estudar numa faculdade. O pai tinha pedido para um seu irmão acolher o sobrinho pelos quatro anos de duração do curso.

Mas... o irmão tinha duas filhas, universitárias também e que logo se encantaram com o primo. Mas não era possível fazer nada na casa deles.

Por isso, André arrumou um emprego que lhe permitiu alugar a quitinete.

E ali ele recebia, periodicamente, as visitas das duas primas, Amália e Bianca. 



E elas eram tudo que um jovem universitário precisava.

Já tinham uma longa vivência sexual e poderiam até ensinar a ele algumas coisas.

Mas não fugiam muito do tradicional.

Tiravam a roupa, tanto elas quanto ele.

E o belo pau era alisado, lambido e engolido pelas duas bocas famintas.

Que prazer ele sentia! E as duas também! 



Sem pressa, sem ninguém para atrapalhar.

Elas se deliciavam.

Ora uma boqueteava, assistida pela outra que depois tomava o lugar.

E ali ficavam por tempo que quisessem.

Depois vinha a começão propriamente dita.

- Hoje eu primeiro!

Foi a Bianca que exigiu. Afinal, nas duas vezes anteriores, a Amália é que tinha sido a primeira. Rindo,  André  se posicionou, colocando a Bianca ajoelhada no sofá. 



A irmã, já acostumada, colocou os seios na boca a Bianca. Sim, elas brincavam muito entre si, o que assustou o André inicialmente, mas depois ele se acostumou e até se excitava bastante vendo as duas se pegarem na frente dele.

Já a Amália gostava mesmo era de ser comida de frente, sentindo o peso do André em seu corpo. E ela ficava deitada com a cabeça no colo da irmã.

E as duas também gostavam de cavalgar e ele as satisfazia plenamente.

E quase sempre terminavam com ele se masturbando e gozando no rosto das duas.

Não era um cara de sorte? Quantos de vocês, leitores, gostariam de viver como ele!

 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Ela pegou dois negões para trabalhar

 E aproveitou bem do trabalho deles

(escrito por Kaplan)           

Fernanda tinha conhecido dois trabalhadores que foram responsáveis pela instalação de uma piscina em sua casa. Os dois eram negros, altos, fortes, o tipo de homens que ela achava bem interessantes.

E ficou pensando em como poderia usar outro tipo de trabalho deles. Entendedores entenderão o que ela estava pensando.

Ligou para um deles, o André.

Alegou que o aquecimento da piscina não estava legal.

- Você e o Marcelo poderiam vir aqui para tentar consertar?

- Bem, se é o que estou pensando não seria necessária a presença de dois. Eu acho que daria conta sozinho.

- Ah... nunca se sabe... prefiro que venham os dois para qualquer emergência.

- Está bem, iremos amanhã.

Ela desligou feliz.

Ele desligou desconfiado e comentou com o Marcelo que achara esquisito o pedido dela. Como o Marcelo era mais safado, logo sacou que o problema não existia, ela estava é querendo usufruir deles. Riram muito.

E no dia seguinte, lá estavam os dois, recebidos por ela num biquíni bem sexy. Um piscou o olho para o outro. Entenderam. 


Olharam. Não tinha nenhum problema, a água estava quentinha.

- Será possível?

- Pode experimentar.

Ela entrou e confirmou. Estava quente mesmo. Deu o bote:

- Acreditem que ontem eu entrei nua na piscina e senti muito frio?

O Marcelo já tinha entendido.

- Por que a senhora não faz isso agora para se certificar?

Ela entendeu que eles já tinham sacado  o que ela queria.

Tirou o biquíni e entrou nua.

- Olha que curioso! Está quente mesmo.

Saiu e falou que não sabia como agradecer. Eles falaram que tinha um jeito e ficaram pelados mostrando duas picas enormes a ela. 



Ela pegou, feliz da vida. Era o que pensara!

Deu uma chupadinha leve nas duas picas e depois ficou de quatro.

Pegou uma com a boca e deixou o outro penetrar em sua buceta. Cachorrinho de três. Muito bom! 



Que picas grandes! Que picas adoráveis!

Já sabia que iria inventar novos problemas para chamá-los.

Eram muito eficientes.

O Marcelo, então... que graça de pessoa.

Como era forte!

Carregou-a, levantou-a bem alto e fez ela cair sentada em seu pau. Ele em pé.

E ela experimentou como era ser comida naquela posição. Urrou de prazer. 



E ainda sentou na pica do André para cavalgar e ao mesmo tempo chupar a pica do Marcelo.

Teve belo orgasmo.

Tinha que ter mais vezes.

Eles disseram que era só ela telefonar que viriam com prazer!

 

 

terça-feira, 14 de abril de 2026

Ser acordada pelo primo era bom demais!

 Pena que ele não ia todo dia lá...

(escrito por Kaplan)     

 

Alguns dias da semana o Lécio ia cedinho à casa de seus tios. Mas não era para vê-los.

É que lá morava a prima, Olivia...

Os dias eram certos. O tio trabalhava cedo, todo dia. Já a tia tinha trabalho mais folgado, só dava expediente às segundas, quartas e sextas.

Então, lá pelas 8 horas das terças e quintas, a Olivia ficava sozinha e esperava o primo ir acordá-la.

Era um ritual.

Ela dormia nua.

Mas ficava coberta com um lençol se calor ou uma colcha se fizesse frio. 



Tirar o lençol ou a colcha, era parte do ritual.

Mas ele fazia umas coisas antes.

Ia na cozinha, pegava uma bandeja, colocava café, leite e pão, uma fruta. Levava pra ela.

Silenciosamente.

Ela podia estar dormindo, ou talvez estivesse acordada e fingindo.

Então ele arrancava a coberta. E babava sempre vendo ela nuazinha.

Ela abria os olhos, sorria pra ele.   



- Olha só... o primo gostoso chegou... o que será que vai acontecer?

- Primeiro, toma este café. Precisa ficar forte para aguentar o que virá!

- Ai, que medo...

- Vamos, toma...

Ela tomava. Difícil era ignorar que ele estava pelado na cama servindo o café a ela.

- Vai ter lingüiça no café hoje?

- Nem precisa perguntar... sempre tem!

- Mas é bom saber. Aliás, me dá ela agora! 


Chupou bastante o pau do Lécio.

- Esta sempre é a parte mais gostosa do café da manhã.

- Pra você... pra mim tem outra, que só de 15 em 15 dias eu como.

- Você sempre taradinho... como gosta de um cu...

- Adoro... não só dele, gosto de tudo, mas ele... tem algo especial.

- Mas ele é a sobremesa, né? Primeiro tenho de conseguir gozar muito!

Ele sabia e sempre conseguia dar o prazer a ela, para depois ter o seu. 



Explodia de prazer dentro do cuzinho dela.

Ela gostava também, mas colocou aquela regra. Só três vezes no mês.

Se fosse todo dia, vai que ele ficasse enfastiado e não voltasse mais. Nem pensar!

segunda-feira, 13 de abril de 2026

O irmão foi dar bronca nela. Ela deu!

 Mas qual o motivo?

(escrito por Kaplan)          

 

O motivo da bronca foi o mais simplório possível. A Carol, dona de uma respeitável bunda estava na frente da geladeira, procurando alguma coisa.

Só que sua saia subiu muito e ela estava sem calcinha... apareceu tudo!

O Antônio, irmão dela, do alto da sua magreza de 19 anos, viu.

Achou lindo! 


Mas se sentiu na obrigação de dar a bronca nela.

- Carol, tenha paciência. Saia curta demais, sem calcinha, fica com a bunda aparecendo. Qualquer pessoa pode ver.

- Ô cidadão defensor dos bons costumes... quem pode ver a não ser você? Não tem mais ninguém na casa, que eu saiba.

- Sim, mas como eu vi, outra pessoa que aparecesse iria ver.

- Deixa de ser chato. Você sempre gostou de ver minha bunda, pegar, roçar o pau nela...

- Não misture as coisas, Carol.

- Misturo não. Aposto que está de pinto duro. Deixa eu ver!

Ele não resistiu. Como resistir àquela gostosura de irmã? 



E ela sabia o que fazer com um pinto na mão e na boca...

- Viu como ficamos empatados?  Você gosta de ver e pegar minha bunda, eu adoro ver e pegar seu pinto. Somos os irmãos perfeitos. Agora vamos ao mais importante. Me tesou muito, tem de me comer. Tá a fim?

- Sempre estou.

Ela deitou na mesa. Ele ficou em pé na beirada e enfiou o pinto nela.

- Você gosta mesmo, né Antônio? Sua cara diz isso... tá feliz da vida... mas eu também adoro, bobo. Aquele namorado que arranjei to quase dando o fora nele. Nem se compara! E sua namorada, gosta tanto quanto eu?

- Nunca reclamou não...

- Safado... vê se aprende algumas coisas com ela para aplicar em mim. Vamos pro sofá agora. O momento culminante. A amazona aqui cavalgando o potro selvagem! 



Pulou bastante. Era o jeito mais fácil e melhor que ela tinha para conseguir seu orgasmo.

- Ótimo, como sempre, mano. E vou continuar sem calcinha. E vou pegar coisas na geladeira sempre. Suas broncas me  dão o maior tesão.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Ela gostava do amigo do marido. Muito!

 Já dá pra saber o fim da história...

(escrito por Kaplan)     

 

Grandes amizades, sem dúvida.

Igor e Letícia eram casados já há seis anos. Viviam muito bem, sem conflitos. Sem filhos.

E tinha o amigo dele. O Marlon.

Sabe o que é esse amigo desde a infância? Estudaram juntos a vida inteira, só alterado isso quando chegaram à universidade.

Marlon dedicou-se à engenharia. Igor à medicina. Mas a amizade não acabou. E os encontros dos três tornaram-se corriqueiros.

Muitas vezes, estando os três no apartamento do casal, o telefone tocava. Era do hospital onde Igor dava muitos plantões. Era chamado para alguma emergência. 


Marlon, ao saber do telefonema, disse que sairia junto com o amigo.

Que protestou:

- Faça-me o favor. Fique aí conversando com a Letícia, se for coisa rápida eu não demoro.

E essa situação se repetiu muitas vezes.

E aconteceu o inevitável. Conhecendo a fundo o Marlon, a Letícia se encantou com ele.

Marlon logo percebeu que a carreira de médico avacalhava bastante com a vida do casal.

- Tem dias, Marlon, que ele sai daqui lá pelas 17 horas e só volta dois dias depois, cansado, esbugalhado, só quer dormir, tá complicado isso...

- Mas isso é necessário? Eu conheço médicos que vivem de forma diferente a profissão. Dão assistência a um hospital, mas ficam a maior parte do tempo em seu consultório particular.

- Sim, o Igor fala que isso será passageiro, está fazendo o pé de meia para ter seu consultório e aí será tudo diferente.

- Mas tá demorando, né?

Ele viu que algumas lágrimas desceram pelo rosto dela. Não se conteve, abraçou-a e ela, virando o rosto, o beijou.

Surpresa para os dois. E Igor ficou esquecido.

Levantaram-se. Ele tirou a camisa social, ficando apenas com uma camiseta que sempre usava por baixo. 



Abraços e beijos. Mão naquilo, aquilo nas mãos.

O desnudar dela, lento, sensual.

Seios maravilhosos, que Marlon nunca tinha visto, mas Igor já tinha feito o elogio deles.

E o pau dele... ela ficou pasma quando viu.

Era grande, grosso, o do Igor não era nem a metade dele.

- é tão lindo...

- É seu...

Ela encostou o pau nos seios... estremeceu de prazer. 



Era demais... nem nos tempos de solteira ela vira, pegara ou chupara um daqueles.

- Acho que estamos enlouquecendo, Letícia... seu marido, meu maior amigo...

- Não interrompa, por favor... me possua, quero!

Ele a atendeu.

Ali mesmo no sofá ele a deitou e a possuiu, ouvindo gemidos ininterruptos.

O corpo dela parecia uma pipoca, pulando sem qualquer vergonha.

 Ela quis chupar o pau dele.

Nossa... como foi complicado enfiar aquela grossura toda dentro da boca 



- É tão grosso... riu olhando pra ele que entendeu a comparação.

- Deixa eu sentar em você.

Sentou, lentamente, porque sua xota não estava acostumada nem à grossura nem ao tamanho. Mas quando chegou a encostar seu corpo no dele, deu um suspiro e começou a cavalgar. E pulou até gozar. Fazia tempos que não tinha um orgasmo tão violento. Que bom que o marido tinha aquele amigo!

Ainda deu de ladinho e depois viu ele se masturbar e deixar cair tudo no rosto dela.

Ficaram parados, apreciando a nudez um do outro.

- Não sei se foi certo isso, Letícia.

- Eu também não, mas se você pensa em sumir daqui de casa, esquece. Fazendo de novo isso que fizemos, você vai salvar o casamento de seu amigo. Nem pense nisso. Vem, venha me dar um banho bem gostoso.

E assim aconteceu. E ainda acontece. E acho que vai acontecer para sempre!