terça-feira, 14 de julho de 2026

Em Paris, Meg deu para um bom francês

 Só pra um não, distraído...

(escrito por Kaplan)

 

Marcel, Alain e Régine. Marcel solteiro, Alain e Régine casados.

Vamos pela ordem.

Nós os conhecemos através de amigos que já tínhamos feito em Paris, em viagem anterior. Voltando agora, descobrimos que os amigos mais antigos não moravam mais na capital, um estava em Lion e o outro na Alemanha.

Então, o jeito foi procurar esses três novos amigos para vivermos intensamente, como sempre acontecia quando a gente ia lá.

E Meg deu mais sorte, também eu estava mais preocupado em fotografar as obras do Louvre, fiquei três dias inteiros lá dentro. Bom é que se podia fotografar à vontade. 






Então, ela ficou livre, leve e solta.

E pegou o Marcel. Já tinham transado em anos anteriores. Mas gostaram e repetiram.

Ela foi na casa dele, se abraçaram, beijaram. Tomaram um daqueles deliciosos vinhos franceses.

E não demorou muito para o clima esquentar e as roupas tiveram de ser tiradas, ninguém aguentava aquele calorão!

Lá foi ela admirar o belo pau dele e mais do que admirar, ela gostava mesmo é de pegar e boquetear. Não deu outra... 



Ainda derramou um pouco de vinho no pau dele para ficar mais gostoso! Ela era muito inventiva!


O Marcel era um bom trepador também. Tinha aquele problema típico dos franceses, de não se contentar só com a xotinha, nada seria perfeito se o cuzinho não comparecesse para alegrar o ambiente.

Ela dava, mas primeiro, ela queria o  prazer dela e ele respeitava isso. Então, na cama, rolava de tudo, cavalgada, cachorrinho, de frente e de costas, até que, com ela feliz da vida, ele podia se contentar também. 



Lá se foi o cuzinho dela!

Tudo tranquilo, ela voltou pro hotel onde a gente estava hospedado.

E lá ela recebeu o recado do Alain, que queria muito revê-la. Mas ela agendou para o dia seguinte... sabia que ia rolar anal também!

Ele a levou a um flat que tinha alugado, e ela amou quando foi até a varanda e viu nada mais nada menos do que a Torre Eifell!!! 



Já era de noite, ela iluminada era algo fantástico.

- O que é aquilo que está escrito na torre?

- É a contagem regressiva para o ano 2000. Faltam 889 dias.

- Que legal! Vai ser uma festa gigantesca aqui, hein?

- Já estão com tudo programado. Vocês virão, não é?

- Faremos o possível!

- Vamos ao que interessa!

Ela sorriu. Era o que queria também.

E como sempre, boquete primeiro! 





E depois, sempre com a porta da varanda aberta, ela sentou e cavalgou. Parecia que ela estava sentada na torre, bem lá em cima.

E o gozo foi espetacular.

E a noitada se encerrou com o tradicional anal. Esses franceses!!!

Ela voltou para nosso hotel, me contou as novidades. Mostrei a ela mais de 200 fotografias que havia feito dentro do Louvre.

- E amanhã, cherie, tem mais algum cacetão pra você encarar?

- Tenho programa, mas sem cacetes. Com buceta!

- Mesmo? Quem?

- A Régine, esposa do Alain. Ela liberou ele para me comer hoje, mas falou que amanhã é ela!

E assim, foi no hotel em que a gente estava hospedado que a Régine apareceu. Mal entrou no quarto, tirou a roupa, ficando só de lingerie e pulou em cima da Meg, que estava de short e camiseta. A quantidade de beijos que elas se deram foi incontável!

E a língua dela deu um prazer imenso à Meg. 



Não resta dúvida... Paris é a cidade do amor!

E Meg sabia tirar proveito desse lado amoroso da cidade  e de seus habitantes!

 

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Divertimento para as três sobrinhas em Porto Seguro

 Mas não foi na praia não...

(escrito por Paulinha)

 

Sim, nós três estávamos lá, de férias.  


Curtíamos as praias na parte da manhã e depois do almoço saiamos as três para conhecer os detalhes da cidade.

Eis que, num local mais afastado, vimos uma enorme casa. Mas não parecia estar habitada.

- Deve ser um museu – disse a Cecília.

- Pode ser, mas... continua sem ninguém à vista.

- Vamos até lá investigar.

E fomos. 



A porta, grande, tinha um pedaço que era de vidro, olhamos e não vimos nada. Só os móveis, claro. Pessoas? Nada!

Vimos que a porta não estava trancada. E as três malucas resolvemos entrar.

Entramos. Silêncio total.

Vimos que havia mais um andar, uma bela escada estava ali.

Resolvemos nos dividir e olhar tudo.

Eu subi a escada.

Vi um longo corredor, carpetado. Algumas portas.

Fui olhando. Nada...

Até que abri uma porta e quase caí dura.

Tinha um cara lá, bonito, atlético. Pelado. 



E que pau era aquele!!!

Enorme!

Pensei em sair correndo, mas ele me chamou.

- Pode vir, sem medo...

Acreditem, eu fui. Não tirava os olhos do pau dele.

- Posso pegar? É tão bonito!

- Pode, mas precisa me dar um beijo primeiro.

Achei graça, mas fiz o que ele pedia, foi um belo beijo e eu segurando o pau dele... nossa!

- Posso fazer um boquete?

- Pode, mas tem de tirar a blusa.

Acreditem, tirei e deixei ele ver meus peitinhos. 



Ai fiz o boquete.

E fiquei com uma vontade danada de dar pra ele.

Aí ele disse para eu tirar a roupa e deitar na cama. Só aí percebi que era um quarto, e havia uma cama enorme, de casal.

Tirei tudo e deitei lá.

Ganhei uma dedada fantástica e depois uma chupada fenomenal.

Foi ai que as duas entraram e ficaram abismadas vendo.

A Cecília não titubeou. Virou pra Helena e falou que era pra elas entrarem na roda!

E tiraram as roupas e vieram para a cama.  





Três peladas e um peladão.

Cecília ficou deitada à minha direita e Helena à esquerda.

E ele ficou revezando as chupadas em nossas bocetas.

E enquanto ele chupava uma, as duas se engalfinhavam, afinal, nós sempre gostamos de transar uma com a outra.

Como estávamos perto do fim da cama, ele ficou em pé.

Meteu em mim e com os dedos balançava as bocetas das duas.

Depois de me deixar até tonta com tantas metidas, ele tirou e foi comer a Helena.

Aí foi a vez de eu e a Cecília nos engalfinhamos. Beijos, mamadas, chupadas. A gente gozava só de ver a Helena gemendo feito louca.

Ela gozou e ele, impávido colosso, foi trepar com a Cecília.

Ela urrava de prazer. Eu e Helena nos pegávamos pra valer também.

Ela gozou também.

O cara saiu. Não o vimos mais.  



Então nos vestimos e fomos embora.

Foi tão gostoso, mas tão estranho, que achamos melhor não voltar lá!!!

segunda-feira, 29 de junho de 2026

A moça pediu pra Denise tirar umas fotos dela

Denise tirou mais do que fotos! 

(escrito por Kaplan)

 

Denise ficou conhecendo a Karina quando estavam numa loja do shopping comprando biquinis. Denise já se prevenia para os meses de férias que iríamos passar em alguma praia do nordeste.

Pois a Karina, que estava sentada ao lado dela esperando o rapaz trazer alguns biquinis para ela escolher, acabou puxando assunto com Denise, que respondeu com toda a educação, afinal esta gostava de um bom papo.

E logo percebeu que as duas poderiam se ajudar na escolha dos biquinis.

O que de fato aconteceu.

E aí veio a proposta indecorosa.

- Denise, a coisa que meu namorado mais gosta é receber fotos minhas de biquíni. Pelada ele sempre pede, mas não mando de forma alguma.

- Rsss... namorado pidão, hein?

- É, e ele está em São Paulo agora, vai ficar um mês lá e todo dia me pede fotos.

Então, você poderia me ajudar nisso? Tirar fotos minhas de biquíni pra eu mandar pra ele?

- Claro que posso. Quando?

- Se você puder, agora mesmo. Vamos lá em casa, tem piscina, a gente fotografa e depois pulamos na água!

Denise topou. A Karina era um encanto de pessoa.

Foram, ela se desnudou na frente da Denise, pôs um dos biquinis que havia comprado e Denise tirou algumas fotos dela. 





E comentou:

- Você tem um belo corpo, Karina. Seu namorado deve enlouquecer quando vocês transam. Oh, falei bobagem? Vocês já transam?

- KKK, Denise... acha que não? Claro que transamos...

- Pergunta idiota mesmo, a minha.

- E você, tem namorado? Marido?

- Vivo com um cara muito legal, que, por sinal, é fotografo. Ele adoraria tirar fotos suas.

- Ele tira muitas de você?

- Nossa... demais!

- Pelada também?

- Sim, tem nada de mais não. A gente vive juntos, não é o seu caso, né?

- É, ainda não pensamos em juntar os panos não.

- O que impede?

- Posso te confessar algo bem secreto?

- Pode... serei um túmulo!

- Eu gosto de transar com mulheres também, sou bissexual.

- Mentira!!!

- Nossa, te escandalizei?

- Não... eu também sou! Gosto tanto de uma pica quanto de uma boceta!

Karina pulou nos braços dela.

- Vamos nadar! Que coisa linda que está acontecendo! 





Denise colocou o biquíni também e as duas pularam na água, e ficaram brincando, rindo, conversando sobre suas experiências bi.

- Denise, vamos nadar peladas?

- Podemos, mas não me responsabilizo pelas consequências!

- O que? Vai me agarrar?

- Com certeza!

- Te agarro primeiro! 



Rindo, elas se agarraram.

Saíram da piscina.

Deitaram numa ampla espreguiçadeira. Olhavam-se amorosamente. Que descoberta foi aquela! As mãos da Denise percorriam o corpo da Karina.

- Sua bunda é bonita demais!

- Ah... a sua também...

- Eu tenho uns 10 anos a mais que você... confesso que já tive uma bunda assim, mas hoje ela já começa a dar sinais...

- Bobagem... eu não minto. Acho sua bunda muito bonita! 


- Obrigada...

- Você tem filhos, Denise?

- Não. Por opção mesmo. Eu era professora. Entendi que se casasse e tivesse filhos, ou eles ou a escola seriam prejudicados. Então preferi  não casar e me cuidar para não engravidar com meus ficantes e com meu namorido.

- Que legal!

- Eu acho, e depois que aposentei já estava com mais de 40, aí nem pensar em ter filhos!

- Mudando de assunto, me mostra como você gosta de uma boceta?

- Mostro sim... 


Denise deitou sobre ela, beijou-a e foi descendo com a boca e a língua, passando pelos seios, pela barriguinha até chegar ao ponto mais interessante.

O que ela lambeu, chupou, enfiou os dedos... a Karina quase desmaiava de tanto gozo.

Teve retribuição também... claro!

Ela sabia das coisas tanto quanto Denise.

E assim surgiu mais uma amizade beleza para Denise.

Como o namorado da Karina iria demorar um mês... adivinha se Denise apareceu lá toda semana!!!

terça-feira, 23 de junho de 2026

A balconista encantadora.

              Muitos se encantaram com ela

(escrito por Kaplan)

 

Tivemos uma pequena loja e Studio de fotografia. A loja ficava numa galeria de um edifício com uns 15 andares, tudo comercial. Ou seja, escritórios, consultórios, o diabo a quatro. Como a nossa lojinha era no andar térreo, o dia inteiro era uma multidão passando pela nossa porta. Não apenas os que trabalhavam lá, mas também os clientes, acho que esses eram até em maior número.

Houve uma época em que estávamos sem uma secretária e Meg ficava então para atender os telefonemas, agendar serviços e pegar filmes para revelar. Os coloridos a gente mandava para um laboratório, ficava mais barato. Os preto e branco eu mesmo revelava, havia um espaço para montar o laboratório, o que fiz desde que alugamos aquela loja.

Ela, pra variar, usava roupas discretas, mas provocantes. O que chamava a atenção principalmente dos rapazes. 


Com o tempo, algumas pessoas que trabalhavam lá passaram a usar nossos serviços de revelação e cópia de fotos.

E viam as fotos expostas, gostavam. Uma senhora nos encomendou o álbum dos 15 anos da filha, uma moça levou o noivo e eles ficaram vendo exemplos de fotos de casamento (os nossos álbuns tinham alguns diferenciais) e lá íamos nós fotografar as bodas... fizemos até amizades com algumas pessoas. Elas saiam do trabalho, passavam lá e ficavam conversando sobre fotografias.

E quando comecei a dar cursos básicos de fotografia, muitas pessoas que trabalhavam no edifício se interessaram e formei várias turmas. Várias porque não queria saber de turmas grandes. 5, 6 anos eram o máximo de cada vez.

Por ocasião do terceiro curso que ofereci, um rapaz chamado Otávio, que estava sempre por lá,batendo papo, levando filmes pra revelar... nos disse que gostaria de estar presente. Claro que aceitamos, e assim que o grupo esteve completo, Meg avisou a ele os horários e dias em que o curso seria dado. Geralmente após o expediente comercial, já que seria impossível em horário de trabalho.

O curso tinha algumas aulas teóricas sobre iluminação (natural e flash), composição, tipos de filmes, enfim... tudo que alguém interessado precisa saber.

E tinha as aulas práticas.

Levava os alunos e as alunas num domingo em Ouro Preto e lá fazíamos muitas fotos, geralmente coloridas.

E finalmente, havia as fotos em preto e branco feitas no Studio. O que eles teriam aprendido nas aulas colocariam em prática, principalmente a questão da iluminação, a direção de modelos.

Na viagem a Ouro Preto, o Otávio começou a colocar as manguinhas de fora... só tirava retratos da Meg, que nem estava produzida para ser fotografada. Mas ele tirava assim mesmo.





Comecei a ficar desconfiado... então, na volta, deixei ela sentada num dos bancos da frente do ônibus e fui conversar com a turma do fundo do ônibus. Logo vi que o Otávio sentou ao lado dela e conversavam sorridentes.

Quando chegamos em casa, levantei a questão.

- Você tá interessada nele?

- Deu pra notar?

- Sim, deu.

- Ele tem um poder de sedução muito grande... vamos ver que bicho que dá.

A fúria com que ela trepou comigo logo depois,  me fez adivinhar!

Bem, a viagem foi no domingo, as fotos, como eu disse, foram feitas com filmes coloridos,m mandei pro laboratório e na quarta feira eles começaram a aparecer para ouvir meus comentários e críticas ao que fizeram. No geral estavam boas. Alguns pequenos erros de composição que eu diagramei para eles não esquecerem.

Nunca colocar a pessoa no centro. Sempre num dos terços. 


Aí marquei com eles as fotos no Studio, que seria a última aula.

De noite,  a Meg veio conversar comigo.

- Seguinte... o Otávio me perguntou se eu iria ficar nua ou seminua nas fotos de Studio. Eu fingi que fiquei sem graça e falei que ia pensar no assunto.

- Ué... mas você já fez isso...

- Eu sei... mas to querendo ser diferente com ele, e preciso da sua ajuda.

- Diga.

- Eu vou posar vestida, no Maximo vou dar uns lancezinhos de seios.  Depois que você der as instruções pro grupo, você chama  o Otávio pra te ajudar a levar alguma coisa lá pro andar de baixo. E aí, você fala que eu te contei o que ele perguntou e você vai dizer que geralmente eu fico muito constrangida posando para um grupo de pessoas. Por isso que não estaria,naquele momento, posando nua. Mas que eu não me incomodo de posar nua para um fotografo ou uma fotógrafa, só que tem de ser um só. E que, se ele quiser, eu poso pra ele. Mas sem mais ninguém saber.

- Meg e suas maluquices... está bem, verei o que posso fazer.

Na noite da aula de Studio, ela levou algumas roupas que foi trocando na medida em que os alunos iam fotografando-a. 







Depois de algumas poses, chamei o Otávio para me ajudar a levar alguns equipamentos para o andar de baixo e aí falei como ela tinha pedido.










- Olha, Otávio, a Meg me contou que você demonstrou interesse em fazer fotos dela nua. Sem problema, não precisa ficar constrangido. É minha esposa mas estamos falando aqui de arte fotográfica. Já aconteceu nos cursos anteriores. Ela só posou para uns 3, um de cada vez. Veja aqui.

Mostrei a ele alguns exemplos. 






Ele não conseguiu evitar de elogiar a bunda da Meg.

- Me desculpe, Kaplan... acho que não devia ter falado isso.

- Não tem problema, Otavio. Como te falei, estamos falando de arte, não de pornografia.

Então, voltemos ao Studio. Depois que todos forem embora, você fica e marca com ela outro dia, porque hoje ficaria muito tarde.

Foi o que fizemos. A turma foi se despedindo, eu desci para fechar a porta da loja e quando eles desceram, ela me disse que iriam fotografar no dia seguinte, à noite.

- Perfeito. Eu tenho um casamento pra fazer. Você sabe como costuma ser demorado. Então, você fecha a loja, vocês tiram as fotos e depois você pode ir pra casa. A gente se encontra lá.

A trepada daquela noite foi fantástica, também. Ela sempre ficava com um grau de excitação muito grande com a perspectiva de uma transa nova.

E na noite seguinte fizeram as fotos.

Como era filme preto e branco, na manhã seguinte fui revelar e ela foi me contando como tinha sido. 


- Aqui... a primeira foi essa, eu levei esse vestidinho transparente e fui tirando aos poucos até ficar toda nua.

O pau dele não negava... ele estava muito excitado de estar comigo ali, sem você por perto.

Eu fui dirigindo, porque ele estava nervoso e não se recordava do que você tinha falado sobre iluminação.

- Essa aqui ficou excelente! 




Conversamos muito, eu pelada...

Ele me agradeceu a confiança de posar nua. Eu disse que ele mereceu, pelas conversas que tivemos antes, eu senti que ele era honesto e eu podia confiar plenamente nele.

Quando levantamos para ir embora, eu meio frustrada, falei que tinha gostado do jeito dele e que poderíamos fazer mais fotos. Quem sabe ele teria uma casa de campo, um local cheio de flores, com piscina...

Ele me disse que infelizmente não tinha nada daquilo. Mas que iria pensar em algum lugar interessante. Eu disse que também pensaria, mas eu já sabia onde.  Naquela cachoeira dos Macacos, onde já fizemos belas fotos.

Assim, quando, depois de alguns dias ele veio me contar que não conseguira local algum, eu sugeri a cachoeira. Ele gostou mas ficou curioso, perguntando se lá não iriam outras pessoas.

Eu disse que era difícil. Era bem deserta.

Então combinamos de, no sábado irmos lá.

Ele me pegou de carro em casa e saímos.

Só que no meio do caminho caiu uma tempestade, dessas que dão até medo.

- Não vai dar, Otávio... com chuva é impossivel.

- Que pena... vai ser difícil achar outro lugar.

Me ocorreu na hora, vendo o local onde estávamos. Era na rodovia, justo naquele trecho em que tem uma meia dúzia de motéis.

Falei:

- Olha, por mim tudo bem. Podemos fotografar num desses motéis, conheço um que é cheio de espelhos, cama redonda... lindo demais!

- Mas o que o Kaplan vai dizer?

- Nada... tem problema não!

Então eles entraram no Chalet.

Ele conhecia também.

E fizeram várias fotos lá. 







Quando terminaram o filme, ele disse que iria tomar um banho, estava suando.

Ela não disse nada, mas quando escutou o chuveiro sendo aberto... já estava pelada, entrou lá.

Ele se assustou, mas ela disse que estava muito a fim.

E no boxe foi a primeira trepada.

As outras duas foram na cama mesmo, afinal, por que iriam desprezar um local tão acolhedor?

Aquele motel se tornou um lugar muito procurado pelos dois nos meses seguintes. Nem precisavam mais tirar fotos!