segunda-feira, 8 de junho de 2026

5001. Semana temática: Cecília, a audaz parte1

 Amiga de Cecília casou com um negão que gostava de ménage

(escrito por Kaplan)

 

Nesta semana vamos nos divertir e excitar com um punhado de casos protagonizados pela Cecília.

Olha só o titulo deste: amiga dela casou com um negão que gostava de ménage.

Cecília também gostava!

Então, ela adorou quando a amiga Rosa a chamou para ir em sua casa num sábado, quando o marido trabalhava só um turno e depois estaria em casa à disposição delas.

Curiosamente, ela chegou no apartamento da Rosa junto com o maridão. Gostou dele de cara. Negro, forte, bonito, simpático, agradável.

A Rosa os recebeu enrolada apenas numa toalha... tinha acabado de sair do banho!



Deixou os dois na sala, conversando, se conhecendo. E avisou que iria esperá-los no quarto.

O jeito foi os dois irem lá.

E a encontraram já totalmente nua, deitada, à espera.

- Quero te mostrar uma coisa linda, Cecília. Vem cá.

O marido chegou, ela abriu a calça dele e escapuliu um pauzão já duro...

- Não é lindo?

- É sim.

- E gostoso também!

Chupou o pau do marido na frente da Cecília que estava até suando frio. Louca pra chupar também, é claro! 






E ela deixou. As duas ficaram chupando o caralhão.

Logo estavam os três pelados.

E como a Cecília e a amiga já tinham um caso antigo, logo a Rosa sentou no pau do marido e ficou mamando os peitinhos da Cecília. O maridão deu um urro... era tesão demais!

E a amiga não era egoísta. Deixou a Cecília ser comida primeiro.

Ela suou frio de  novo... mas a pica entrou  numa boa, de cachorrinho.

E depois a Rosa cavalgou de novo, e a Cecília ajudava esfregando a mão na perereca da amiga (que não era vizinha...)

E a Cecília deu pra ele de novo, agora deitada e ele quase em cima dela. 



Nem preciso dizer que ele comeu os dois cuzinhos...

Ela adorou ter ido lá, e prometeu voltar sempre que eles quisessem.

 

terça-feira, 2 de junho de 2026

Ele foi mal nas provas, ela precisou consolar...

 Mila era uma excelente consoladora!

(escrito por Kaplan)

 

Dois irmãos. Ela, Mila, com seus estupendos dotes físicos e 25 aninhos, recém formada em Geografia, aguardando chance de dar aulas...

Ele, Gabriel, magrelo, mas pauzudo, com seus 23 anos. Ainda estudando, e naquele dia havia ido para a faculdade fazer um exame final. Precisava de nota, e voltou pra casa desconsolado. Fizera uma péssima prova. Já sabia, de antemão, que não conseguiria sucesso e teria de repetir aquela matéria no ano seguinte.

Quando ele chegou, ela estava conversando no celular com uma amiga, mas quando viu a cara dele... falou com a amiga para esperar. E teve uma ideia muito sacana. Ligou o vídeo, levou o celular para o quarto do irmão e o colocou de jeito que filmaria a cama dele.

E foi sentar ao lado do Gabriel, perguntando a razão daquela cara triste. Ele, amargurado, contou tudo.

E ela se sentiu na obrigação de contribuir pra animar o jovem.

Foi direto ao assunto, não seria a primeira vez que ia rolar alguma coisa entre eles.

Falou que sexo seria um bom meio de esquecer tudo e voltar a sorrir.

Ele não acreditava nisso, mas quando ela começou a passar a mão em seu pau, o amigo lá de baixo acordou... 


Ela sentiu cheiro de vitória em seu plano. E ia filmar para a amiga ver!

E pra deixar o irmão mais animado, tirou a blusa e mostrou os seios a ele.

Para que a amiga visse tudo em detalhes, ela fez ele ficar deitado na melhor posição, ajoelhou e começou a fazer um boquete.

O irmão não tinha como ver a filmagem.

Mas estava adorando o boquete. Sempre gostava! 


E depois de ver o bicho durinho, durinho...

Sentou nele, claro. Não iria deixar pra ninguém.

E de frente para o celular, ela sentou e começou a pular.

A amiga devia estar louquinha vendo aquilo.

Primeiro ela ficou de frente para o celular.

Depois ela levantou e tornou a sentar, mas agora mostrava o bumbum... 


E como o irmão tinha também uma preferência, ela ficou de quatro, ele ajoelhou por trás dela e falou: Au, au...

Ela riu, entendeu. Ele queria comer de cachorrinho...

Deu certo... ele logo esqueceu do drama.

E ela quis saber se haveria mais alguma prova pra ele fracassar...

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Numa piscina ela nadava e também dava

 Era a parte que ela mais gostava

(escrito por Kaplan)

 

A vida nas grandes cidades é bastante tensa e a tendência é que isso se agrave. Por isso, as pessoas abonadas procuram fugir para locais próximos, onde podem viver – ainda que muitos só vivem nos fins de semana e feriados - , respirar ar puro, encontrar pessoas de seu nível social, que pagam, às vezes, uma fortuna para terem pessoas que cuidam da portaria dos condomínios e garantem a segurança de todos. 

Aqui temos vários assim. E não se pode negar que as residências ali construídas geralmente são de um bom gosto muito grande. Algumas, em lotes duplicados ou triplicados, tem piscina, quadras de tênis, ou de futebol society.

Andrea era esposa de Umberto, um próspero engenheiro, que cuidou de forma detalhada da casa que construíram num desses condomínios.

Mas faltou a piscina, com o que ela não se conformava.

E tanto encheu a paciência do marido que ele finalmente concordou, contratou o pessoal e a piscina ficou pronta.

Convidaram alguns vizinhos com quem já tinham feito amizades, para a inauguração, com um churrascão e muita cerveja, vinho e uísque, para atender a todos os gostos.

Mas o sucesso ficou por conta do biquíni da Carla. O que era aquilo!!! 






Na frente, mal tampava os biquinhos dos seios e deixava a rachinha para ser vista, medida e apreciada por todos. E atrás... aquilo não era fio dental, era só fio!

Vários dos visitantes comentaram, entre si, claro, sobre o biquíni dela. Ficavam intrigados, pensando que jamais deixariam suas esposas usar tal vestimenta na frente de amigos recentes. Na verdade, o Umberto não se incomodava com isso, sabia que a esposa era exibicionista e até gostava de ver a homarada babando enquanto as esposas encaravam com ferocidade.

E ela estava particularmente interessada num convidado especial, aliás, o único amigo solteiro, o Leo.

Custou a ficar perto dele, sem muita gente em volta. E ouviu dele os comentários que eram feitos.

- Povo bobo... espero que você não tenha a mesma ideia doentia deles.

- Fique tranquila, não faço parte da turma...

- Olha, confesso a você, o que eu mais gosto é nadar nua. Desde que frequentei uma praia naturista senti um prazer enorme em nadar sem nada. Você já nadou pelado? 


- Não, mas é claro que você hoje não poderia fazer isso...

Ela riu.

- Claro que não. se com esse biquíni já tem tanta celeuma, imagina se eu estivesse nua.

- Mas você nada mesmo, sem roupa?

- Sim, faço sempre.

- Acho que está me enganando...

- Aparece aqui na segunda de manhã. Verá que é verdade.

Foram interrompidos pelo chamamento ao churrasco. A partir dai, só conversas fúteis, até a hora que começaram todos a se despedir.

A Carla não cabia em si de contente. Tinha conseguido atrair a atenção exatamente da pessoa que a interessara.

Assim, na segunda, depois que o maridão saíra para a cidade, ela foi para a piscina, fez alguns alongamentos, tirou o biquíni e entrou nua na piscina. 



Não demorou muito para que o Leo aparecesse.

- Olha só... era verdade mesmo!

Ela riu.

- Te falei... conto mentiras não.

- O Umberto não acha ruim você falar com as pessoas que nada nua?

- Não, mas pode acreditar que tenho critério. Falo para todo mundo não, só para quem considero bem, como você.

- Puxa, obrigado.

- Vai pra cidade trabalhar?

- Não, hoje eu fico por aqui.

- Então, experimenta... tira a roupa e vem nadar comigo.

Ele ficou encabulado... será que tinha algo a mais rolando sem ele saber? Na dúvida, melhor fazer como ela sugeria. Tirou tudo e entrou na piscina. Ela não esperou ele chegar junto, ela chegou junto a ele.

- Não quero ver apenas você nadando... quero algo mais, e gostaria que você também quisesse.

Pronto, ele entendeu tudo e o resultado foi uma bela transa ali. 




Nada mais precisava ser dito.

Ele passou a frequentar a piscina todo santo dia. 

Melhor, de segunda a sexta, porque no final de semana o marido sempre levava convidados e ela tinha de usar biquíni...

 

sexta-feira, 29 de maio de 2026

O dia em que Meg pôs chifre na amiga

Foi difícil, mas aconteceu!

(escrito por Kaplan)

 

Provavelmente você leitora, você leitor, lendo as aventuras da Meg aqui no nosso blog, devem fazer uma ideia de ela ser muito ativa em termos de sexo e que não respeitava nada. Se queria, avançava o sinal e pegava o cara.

De certa forma, vocês estão certos. Mas ela tinha um princípio fundamental, ético. Jamais transava com o marido de uma amiga, a não ser que houvesse concordância total dela.

Não era o caso que vou narrar agora.

Dava para ver que o Guilherme, sócio de nosso clube, quase devorava a Meg, mas ele tinha uma esposa que não aceitaria jamais que acontecesse alguma coisa fosse com a Meg ou com outra mulher. Mas ele insinuava. 





No clube, após nadar, jogar bola, a gente se reunia para tomar as cervejas todas que existissem por ali. Era o momento em que ele se aproximava da Meg, mas sem falar nada, só olhando, porque a esposa também estava lá.

Nas festas que a gente ia, seja no clube ou na casa de algum sócio, sempre havia música e dança. Ele,depois de dançar com a esposa, vinha todo pressuroso e chamava a Meg para dançar. Como eu não me incomodava, acabava ficando numa mesa com a esposa dele, conversando enquanto ela e ele dançavam. 



De vez em quando, sem que a esposa visse, ele dava uma cantada ligeira, mas ela recusava sempre.

Falou com ele de forma dura, mas tinha de ser:

- Guilherme, eu não vou sair com você para colocar chifre numa pessoa que gosto muito. Sua esposa jamais aceitaria. Não quero. Por favor, não insista.

Parecia que ele iria se conformar.

Mas acabou que aconteceu.

Tudo começou de uma forma simples. O Guilherme era engenheiro e havia sido contratado pra construir a casa de um amigo. E esse amigo estava planejando ter uma “história” da construção da casa. Queria fotos das várias etapas da construção.

- Então, Kaplan, combinei com ele de ir sábado que vem lá. E como sou seu amigo, insisti em que eu não iria fazer boas fotos, tinha de te levar. Ele vai pagar uma boa nota pelo trabalho. Você topa?

- Sábado que vem? Olha, eu tenho de te telefonar depois porque não me recordo se tenho algum compromisso. Não recordo. Chegando em casa eu te ligo e confirmo.

- Beleza, fico no aguardo.

Só que, quando chegamos em casa, eu olhei a agenda. Tinha um casamento para fotografar.

Pedi pra Meg falar com ele.  





- Puxa, que azar! Contava como certo.

- Bem, se vocês não tiverem preconceito, eu posso fazer as fotos – foi o que ela disse. E ele aceitou prontamente.

Então, enquanto Meg preparou-se para fazer fotos, o Guilherme pensou em outra coisa. A esposa dele não iria.

E ele teria uma tarde toda para convencer a Meg.

Claro que não falou nada com ela.

No sábado, ele a pegou em casa, foram até o sítio do sujeito, ela fez várias fotos de uma casa ainda em construção. 



Comentou com o Guilherme, quando começaram a viagem de volta, que parecia uma idiotice fazer aqueles tipos de fotos.

- Eu sei,  mas o cara quer, paga bem, então a gente faz. Daqui a um mês voltaremos para ver o avanço das obras. Ou você ou o Kaplan, certo?

- Por mim, tudo bem...

A estrada estava bem vazia, muito calor. Ele parou num restaurante para comerem alguma coisa e beber água. Foi aí que ele voltou ao ataque, explicando como gostava dela, e aquele papo de que o casamento não ia muito bem... 



Ela sorria e dizia: Não!

Pegaram o carro e ele foi dirigindo. Era um local onde havia vários motéis. Ele insistiu:

- Que tal entrarmos num desses? Talvez você mude de ideia...

- Podemos até entrar, mas te garanto que iremos dar gargalhadas, morrer de rir, porque eu não vou mudar de ideia.

Ele gostou de ouvir isso e entrou no primeiro.

Ela gostou do local. Muitos espelhos, cama redonda... não era má ideia, mas trair a amiga? Não era o caso.

Depois de tentar dissuadi-la, ele se deu por vencido.

- Está bem... vou só tomar um banho e a gente vai pra casa.

Tirou a roupa e entrou no boxe. Não trancou a porta. Ela viu ele peladão tomando banho...

- Que se dane! – pensou ela.

Resolutamente tirou o roupa e entrou junto com ele. 



Ele amou a decisão dela.

- Veio só tomar banho ou posso me entusiasmar?

- Entusiasme. Não aguento ver um pau como esse seu e não poder usar. Minha amiga vai me odiar quando souber.

- Não vai saber, não contarei.

E ali no boxe de um motel, aconteceu.



Ela fez boquete, ele a chupou, ele a comeu em pé, ele sentou no chão e ela o cavalgou.

Serviço completo.

- Espero que mês que vem seja você que venha fotografar a casa do sujeito!

Ela riu. Nada mais tinha a fazer.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Achou que sonhava. Mas era real

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Ela adorava tirar a roupa dele

E ele a dela...

(escrito por Kaplan)     

 

Silenciosamente, aquele casal entrava num ambiente que não era muito frequentado. Tratava-se da biblioteca da faculdade, e a frequência era apenas nos períodos de aula. Mas a personagem feminina, Natália, não se intimidava, porque seu namorado, Ulisses, trabalhava ali e sabia quais os horários mais interessantes para eles “brincarem” sexualmente falando.

Horários e salas mais adequados, melhor dizer.

Foram direto para a sala do diretor. Ambiente clássico, pouco iluminado, lugar gostoso mesmo! 


- Tem perigo de ele aparecer não, Ulisses?

- Perigo nenhum. Ele esteve aqui hoje cedo e falou que iria para um sítio de um amigo dele, só volta na segunda.

- Fico preocupada sempre com seu emprego...

- Esquece, tá tudo em ordem. Vem cá, gostosura!

E eles começaram a se abraçar, se beijar e as roupas começaram a desaparecer dos corpos frementes...

Ávida, ela abaixou a calça dele e pegou no pau. Que beleza! Já estava do jeito que ela gostava.


Pegou nele bastante, mas a vontade era mais do que isso, era colocar em sua boca, sugar tudo, engolir se fosse o caso,mas sabia que ele não iria deixá-la na mão. Nunca acontecera, não seria naquele dia que daria alguma zebra.

O silêncio da sala só era quebrado pelo barulho dela chupando loucamente o pau do Ulisses. Era um chup chup bom demais de se ouvir.

Aí foi a vez de ele tirar a roupa dela e dar-lhe uma chupada que produziu um gemido, logo abafado. O silêncio ali era fundamental.



- Mete em mim, querido... mete... preciso de seu pau dentro de mim!

Ele obedeceu.

Enfiou com gosto e meteu por um bom tempo, até perceber que ela estava satisfeita. Tinha gozado, estava bamba, sorrindo sem parar. Isso acontecia sempre com ela!

Sorrateiramente, saíram do local e foram embora. Ele ficava ainda, tinha que trabalhar, ela foi pra casa, cantando de tanta felicidade!

terça-feira, 26 de maio de 2026

Ela pediu pra fazer ginástica pelada

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.