Mostrando postagens com marcador exibicionismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador exibicionismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Sem mais nem menos as duas trocaram os maridos

 Foi uma grande surpresa pra eles!

(escrito por Kaplan)  

 

Aníbal tinha ficado intrigado com a insistência de sua esposa, Bianca, para visitarem um casal amigo, aliás amicíssimo deles, o Romualdo e a Vanda. Sempre se encontravam, iam a cinemas, teatros, boates, mas nunca rolara sexo entre eles.

O que ele não sabia é que a Bianca e a Vanda andaram conversando a respeito das transas delas com seus respectivos maridos e elas ficaram com vontade de conhecer os paus diferentes. Então tramaram um encontro no apartamento da Vanda para trocarem de parceiros, sem que eles soubessem que isso iria acontecer. 





E lá estavam os quatro, no maior papo, tomando vinho, e haja garrafas sendo abertas e esvaziadas, e a alegria era total. Quando, então, aconteceu o que elas queriam.

Começaram o jogo da verdade. E após algumas perguntas tolas, a Bianca virou-se para o Romualdo e perguntou se ele já tinha pensado em transar com ela.

Ele ficou vermelho, engasgou e todos riram. Aquilo era o sinal de que ele havia pensado nisso sim, então foi a vez de a Vanda perguntar ao Anibal a mesma coisa. E ele confirmou, já que era jogo da verdade...

- Pois então, vocês poderão realizar seus sonhos hoje, aqui, agora!

Foi a Bianca que falou e já foi chegando junto do Romualdo e dando-lhe um gostoso beijo, o que também foi feito pela Vanda com o Anibal. Eles olharam um para o outro, e deram de ombros. Ia rolar! 



Mais afoita, a Bianca levantou a saia e mostrou sua bela bunda quase por inteiro, tinha um delicado fio dental impedindo que Romualdo visse tudo, mas fazendo com que ele tivesse vontade... e a Vanda, que estava de calça comprida, tirou-a, a calcinha também e começou a pegar no pau do Anibal, tirando-o para fora da calça. Estava doida para ver o pau dele, pois a propaganda da amiga tinha sido muito positiva!

E aí as duas chuparam os cacetes dos maridos trocados e depois deram para eles, que estavam gostando muito daquilo. E sem olhar muito pros lados, cada um cuidando da parceira, rolaram pelo tapete, elas cavalgaram, ficaram de quatro, gozaram e eles também.

- Gente... que coisa legal que aconteceu aqui hoje... Maridos, gostaram de comer a mulher do amigo? Porque eu e tenho certeza de que a Vanda também, gostamos muito de chupar os paus dos amigos e queremos fazer isso mais vezes. Topam?

Os sorrisos e beijos que elas ganharam dos maridos trocados deram a resposta positiva...

 

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Três casais jogando e dando

 Elas deram... elas!

(escrito por Kaplan) 

 

Universitários são sempre muito criativos. Paulinha, como sempre, participa das brincadeiras e festas e depois vem me contar.

A última, envolveu ela, duas colegas Regina e Nadja e três colegas homens: Pedro, Miguel e Davi.

Todos eles já tinham histórico de transas, as três já tinham transado com os três. Mas aquela foi a primeira vez em que estiveram juntos, os seis, e estavam reunidos para trepar, não havia outra motivação.

Só que o dono do apartamento em que eles se reuniram era muito brincalhão e propôs que em vez de cada “casal” ir prum canto do apartamento, eles fizessem uma brincadeira. Ele havia feito várias “atividades” que eles e elas desenvolveriam assim que fossem perdendo num jogo de baralho.

Só que o único jogo que todos sabiam era o famoso Buraco. E costuma ser um jogo bem demorado, então eles fizeram diferente: cada um escolheria uma das meninas para parceiro.  E jogariam as duplas todas, o que também era novidade. E para fazer o jogo acabar rápido, venceriam as duas duplas que baixassem dois jogos. Dois jogos simples, nada de canastra limpa ou suja. Valia, inclusive, trinca de qualquer número. E a dupla perdedora... tinha que sortear o que lhes caberia fazer.

Todos gostaram da ideia, sabendo, de antemão, que ia rolar muita sacanagem.

O Pedro escolheu a Paulinha, o Davi escolheu a Regina e o Miguel a Nadja.

Distribuiram as cartas e o jogo começou. 


O papel mandou... ela fez o strip!

E o primeiro casal perdedor foi o Miguel e a Nadja. Tiraram o papel e riram. Aquilo só podia ser ideia do Miguel mesmo (ele era o dono do apartamento).

Ela terá de fazer um strip bem sensual e ao final, tirar tudo. Ele terá de tirar a calça e cueca para todos verem como ele ficou excitado vendo a parceira.

Rindo, a Nadja fez o que lhe cabia. Deu a todos um belo show de strip, foi tirando a blusa, o short, a calcinha. Estava todo mundo e excitado, não apenas o Miguel. Foi um belo show!

Então foi realizada a segunda partida. E quem perdeu foi a Paulinha e o Pedro.

A atividade não poderia ser melhor, pelo menos para ela.

Ela terá de chupar o pau do parceiro até ele gozar, e ela terá de engolir tudo.

Como ela chupou! Era ótima aquela atividade!

Terceira partida. E Paulinha e Pedro tornaram a perder. 


E Paulinha mostrou tudo... e foi premiada!

Ela deverá tirar a calça, bermuda ou short, e a calcinha, sentar numa cadeira e exibir sua perereca para todos. Depois da exibição, ele deverá chupar a parceira.

Para Paulinha não podia ser melhor. Já havia feito o boquete nele e agora seria chupada. Beleza pura! Tirou a saia e a calcinha, sentou e mostrou a todos sua bela xotinha, abriu-a, e o Pedro, enlouquecido, foi lá dar uma demorada e bela chupada.

Para a quarta partida, Paulinho e Pedro ficaram de fora, pois já haviam participado duas vezes. Melhor, deram sequência ao que estavam fazendo, começaram logo a trepar enquanto os demais, excitados com o que viam, continuavam jogando, bem distraídos. Davi e Regina perderam e lá foram eles cumprir a atividade.

Ela deverá tirar a roupa de todos os homens em jogo e cavalgar o pau que estiver mais duro.

Para azar  do Davi, o mais duro era o do Miguel, que teve o prazer de ser cavalgado por ela. 


Aí virou orgia mesmo!


Aí o jogo acabou e foi uma trepação só. Aproveitando que Paulinha e Pedro estavam cavalgando e também a Regina e o Miguel, a Nadja e  Davi foram fazer a mesma coisa. E era gente cavalgando em cima do sofá, no tapete, no chão da sala. Só se ouviam os ais e uis, os gemidos, todos enlouquecidos com aquela brincadeira que tinha sido inventada.

E não pense que ficou só nisso. Troca de parceiros total, de modo que todos comeram e todas foram devidamente comidas.

E combinaram, para a próxima, inventar outra brincadeira como aquela!

 

quarta-feira, 17 de março de 2021

A bicicleta quebrou. Quem parou para ajudar foi premiado!

 Há males que vem pra bem

(escrito por Kaplan)

 

A jovem Silvia, adepta de uma mente sã num corpo são, gostava muito de pedalar, o que deixava todos que a viam naqueles shortinhos reveladores muito felizes! Que pernas eram aquelas! Faziam as pessoas imaginarem o resto do corpo dela! 

Ela sabia deixar todo mundo com tesão... que pernas!


Lá estava ela, pedalando pela estrada. Andava quase 30 quilômetros toda manhã. Ia toda feliz quando sentiu que a bike quebrara e ela quase foi ao chão. Assustada, pois estava bem longe de casa, ficou tentando dar um jeito, mas nada.

Tinha de esperar passar alguém para levá-la de volta. Consertar em pleno domingo era impossível.

A sorte dela é que o senhor Venceslau, um maduro bem simpático, que já a conhecia, vinha chegando com seu carro e ao vê-la, parou e foi ver o que estava acontecendo.

- Menina, mas que azar o seu... tem jeito de consertar isso aqui não, vai ter de esperar amanhã. Tem um mecânico que mora perto de mim, eu levarei pra você. Venha, vamos levar a bicicleta e a linda dona dela pra cidade.

- Ô, seu Venceslau, que sorte a minha  senhor ter passado aqui... e obrigada pelo linda!

- Isso você agradeça aos seus pais... eu só reconheço!

- O senhor é uma graça...

Ela falou sinceramente porque se sentia atraída por ele. Não sabia se era pela gentileza de carregar a bike e se prontificar a levar ao mecânico, ou por ter elogiado, mas ela se sentiu atraída e lembrou que há tempos uma amiga falara com ela como os homens mais velhos são melhores trepadores.  Ela sentiu que poderia verificar isso.

Então, quando chegaram à casa dele e ele tirou a bicicleta do carro para colocá-la na garagem e falou que ia levar a Silvia pra casa dela, ela perguntou se ele não tinha um café para ela.

E perguntou com uma voz tão doce e sensual, que despertou velhos instintos no Venceslau. Ela era maior de idade...

Então levou-a para dentro de casa. E ela demonstrou que não queria café, queria o dono do café.

- Fiquei com um calor com essa brincadeira! 



O maduro ficou louco quando viu tudo isso!

E tirou a camiseta e o short, ficou só de calcinha, pois não estava de sutiã.

Venceslau ficou louco de tesão... que mulher! E por que estava fazendo aquilo?

- Quero te agradecer por tudo. Não se preocupe, ninguém vai saber de nada que acontecerá aqui.

Foi até ele e tirou toda a roupa dele, sentou-o no sofá e começou um boquete que fez o Venceslau lembrar-se de seus tempos de moço, quando recebia boquetes das namoradas... Ela, por sua vez, estava admirada do belo pau dele, grande, cheio de veias... ia agradecer de jeito!

Cavalgou-o, que beleza era ter aquele pau duríssimo dentro dela, cutucando até a alma!

Ele a deitou, sem tirar  o pau de dentro e ela ficou de lado e ele atrás, metendo sem parar e aproveitando para beijar os seios dela.

Ele teve uma grande surpresa quando estavam fazendo um 69 e ela perguntou se poderia fazer algo que as namoradas dele nunca fizeram, provavelmente! Ele não tinha ideia do que era e falou que podia. E ganhou, além das chupadas no pau, umas lambidas no cu que fizeram ele estremecer todo. O que era aquilo! Tesão com uma língua no rabo! Ele nunca imaginara tal coisa, e estava ali, gostando da coisa! 


Concordou com a amiga... maduros são melhores do que verdes!

Mas parou e foi comê-la de quatro no sofá. Silvia estava controlando o tempo que ele gastaria para satisfaze-la, graças a um relógio de parede. Tinham entrado na casa as 9:10 e já eram 9:45. E o maduro continuava firme,o pau até parecia que ficara mais duro com as lambidas no cu, e metendo, metendo... ela gozou aos 40 minutos, mas continuou recebendo as bombadas dele. Começou a entender porque  a amiga tinha falado aquilo...

Ainda foi estocada por mais 15 minutos, estava suando, ele também, e finalmente ele gozou.

Falou com ele que precisava tomar um banho, não podia chegar em casa toda suada de sexo. Ia dar muito na cara.

Ele deu um banho nela, que coisa mais carinhosa... e ela perguntou se ele tinha gostado da surpresa que ela fizera. Ele disse que sim e perguntou onde ela aprendera aquilo. Ela riu  e desconversou, não podia contar que o irmão dela é que ensinara, pois também gostava de um fio terra...

- Amanhã eu te levo a bicicleta, assim que meu amigo terminar de consertar.

- Não, por favor,não leve. Me telefone que eu faço questão de tomar outro café com o senhor!

 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Exibiu-se para o vizinho. Ele comeu

Nós avisamos... ela precisou provar.

(escrito or Kaplan)

 

Tinha horas que Denise matava a gente de rir. Vou dar um exemplo.

Desde muito tempo que eu tinha um vizinho que vivia de olho lá no meu apartamento. Isso porque quando a Meg ainda estava entre nós ela viu, uma vez, ele olhando de binóculo e como ela era muito exibicionista, passou a dar shows pra ele. E um dia ele a chamou. E ela foi e voltou devidamente comida. E gostou; mas ele tinha dito que só a comeria de novo se ele continuasse se exibindo pra ele. Então, quando tinha vontade, ele aparecia pelada na janela e ele fazia sinal pra ela ir. E ele comia...

Quando contamos sobre isso para a Paulinha, ela experimentou, e ele a comeu também. E Paulinha contou pra Cecilia,que, safadinha,na mesma hora apareceu pelada e viu o cara, que ficamos sabendo chama-se George, fazendo sinal para ela ir. Ela foi e voltou até trocando as pernas, de tão boa que foi a trepada.

Denise falou que a gente estava zoando com ela. Não acreditou, não adiantou a Paulinha falar que era verdade, ela não acreditava.

Mas sabe como é quando a mosca da curiosidade pica alguém...

Uma bela manhã, depois que tínhamos dormido juntos, eu a deixei no apartamento e fui fazer uns pagamentos no banco. Demorei uns 40 minutos e quando chego, cadê ela? Não estava em casa. Nem deixara recado. Achei estranho, mas entrei pro banho e depois fui arrumar algumas coisas. Duas horas depois ela chega, com os cabelos meio desarranjados e meio envergonhada, respondeu à minha indagação do que tinha acontecido. 


Curiosa, ela quis ver se era verdade! Era!

- Olha, você sabe que eu não acreditei quando me contaram sobre o tal George, mas acabei tendo a prova de que era verdade mesmo. Assim que me levantei, pelada, fui tomar café e em vez de ficar sentada, fui até a varanda, com a xícara na mão. E ai vi que o tal cara estava com um binóculo mesmo e me fez sinal para dançar. Na hora fiquei pasma, mas o tesão,a vontade de me exibir para um estranho, falou mais alto  então, eu comecei a dançar, sem música, mas fui dançando e olhando pra ele e ele fez sinal para eu ir lá.Mas como eu não sabia onde ele morava, só o prédio, ele fez,com a mão o numero 8, indicando que era o oitavo andar e depois fez um oito, um zero e um dois. Ou seja, oitavo andar, apartamento 802. 


Olha só a maravilha! Ele a recebeu assim!

Fiquei grilada, mas como já estava acreditando que vocês falaram a verdade, pus o vestido e fui. Coração aos pulos,mas fui. Bati a campainha e ele abriu. Já estava pelado e com a barraca armada. E que barraca! Entendi porque a Meg e as meninas gostaram de conhecer o George.

E ele já foi tirando meu vestido, gostou que eu não tinha colocado nem o sutiã nem a calcinha, pegou nos meus seios e começou a beijá-los e a barraca me encostando, eu tive de pegar. Grossa, muito grossa, não aguentei, ajoelhei e comecei a chupar. Que gostoso... perfumado!

Depois que parei, ele me virou, me fez ficar encostada na parede, e ai foi ele que ajoelhou e começou a beijar minha bunda e daí para me dar uma chupada foi fácil...

Chupa bem o moço... que moço, deve ter mais de 50 anos, mas está em ótima forma!

Me enfiou o pau na boca de novo, mais boquete, eu já estava babando e deixando o pau dele todo molhado.

Aí ele me fez ficar de novo encostada na parede e meteu. Enfiou a tora na minha xotinha e deu umas bombadas sensacionais. Tudo sem falar uma palavra sequer.

Me virou de frente pra ele... e lá veio o pau entrar de novo em mim e eu só pensando na Meg ali, na Paulinha e na Cecilia com ele... que loucura...

Outro boquete e ele me pôs de quatro sobre o braço do sofá... e tornou a meter. Gozei ali mesmo. Que coisa maravilhosa tinha sido!

Mas se você pensa que acabou... errou! Acabou nada! Quem gozou fui eu, ele não!!! 


Isso doeu... mas ela gostou!



Ainda me colocou para cavalgar, e como foi loucura ficar pulando naquela imensidão de pau! Já estava anestesiada quando ele me tirou de cima dele, o pau todo babado, me pôs de quatro de novo, tornou a meter... e enfiou no meu ânus. Não acreditei que ele entrou... mas tive de acreditar, doeu bastante. A minha sorte é que depois de umas dez bombadas ele gozou. Tá doendo até agora. Mas sabe aquela dor que dá prazer? É ela...

 - E ele repetiu o disco, dizendo que toda vez que você quiser é só se exibir pra ele... aposto!

- Falou sim, mas te confesso que não vou repetir não. Tirando o anal, foi sensacional!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

O encontro de Meg com o espanhol

 O que será que ela queria?

(escrito por Meg, no diário)    

 

Ela era poliglota mesmo... espanhol, argentino, francês, italiano, inglês... traçou todos!

 Fiquei conhecendo o Hermano. Espanhol da gema, morava em Barcelona e estava no Brasil a turismo. Claro que eu fiz questão de oferecer um almoço pra ele e depois do almoço e depois que o Kaplan já tinha voltado para o laboratório, mostrei a ele o apartamento todo e paramos, logicamente, em meu quarto. 

Ele não ficou muito interessado... que coisa!

Mais direto impossível. Mas ele não pareceu se entusiasmar muito não. Olha que eu sentei na cama, com um vestido mini, não fiz questão de impedir que ele visse minha calcinha.

E ficamos conversando, falando a respeito de viagens e de homens e mulheres. Era a primeira vez dele no Brasil, estava achando as mulheres muy hermosas. E eu disse que já tinha ido à Espanha e gostara muito dos espanhóis.

Aí a conversa começou a ficar interessante. Num portunhol horrível de ambas as partes.

- Pero usted no llego a ver los catalanes.

- Si, los vi e experimentei.

- Como? No comprendo.

- Transei, fiz sexo com ellos.

Ele ficou admirado e como não era bobo, entendeu que eu o estava cantando. E para provocar mais ainda, tirei o vestido e fiquei só de lingerie. 

Se ele não entendesse.... mandaria embora!

- Y esta brasilena... muy hermosa también?

Os olhos arregalados dele me deram a resposta.

Tirei o sutiã. Sei que meus seios são muito elogiados. Fiquei dançando na frente dele, depois sentei e deixei ele ficar me admirando.

Ele tentou me perguntar o nome brasileiro para a vagina, expliquei que havia vários nomes. Claro que para explicar direito, tive de mostrar a ele, afastando a calcinha pro lado e deixando ele ver a minha!

Eu não sei porque ele ainda não tinha pulado na cama e me comido. Não dava para ele esconder a calça estufada... o jeito foi falar bem direto mesmo.

Perguntei se ele já tinha transado com alguma brasileira e como ele disse que não, me ofereci para o sacrifício. Chamei-o para perto da cama e alisei o pau dele por cima da calça. Então ele criou coragem, me abraçou, beijou, mamou. Sentou na cama, ainda de roupa, me fez sentar no colo dele, ficou me beijando, pegando meus seios e uma das mão finalmente entrou dentro da calcinha, ele sentiu como eu já estava molhadinha, aí me pôs de lado, afastou a calcinha e me deu uma chupada das boas! 


Uma belíssima vara gringa...


Tirei a roupa dele, não estava aguentando a demora, queria ver o que ele tinha de bom. E vi que alem de bom estava duro. Tratei de chupar longamente aquela vara gringa. Olha que as varas espanholas que eu já tinha conhecido não eram tão grandes como a do Hermano. Uma beleza de vara! Chupei até cansar.

Ele tornou a me chupar, me pondo de quatro e então, finalmente, conheci a vara em sua totalidade, entrando dentro de mim e me completando totalmente.

Cavalguei-o. Ah, meu dom Quixote! Que delícia que foi pular na lança do dom Quixote!

E me comeu de ladinho depois. Gente, eu já tinha gozado... e o pau do rapaz não amolecia por nada deste mundo!

Cavalgada de novo, mais boquete, mais chupada, e lá estava eu pulando de novo em cima dele. Outro gozo, não sou de ferro!

Ai, finalmente, ele criou coragem para gozar também!!! Kakakaka.... na minha boca, é claro, adoro beber leite espanhol!

Falei com ele que, se quisesse, poderia aparecer mais vezes, mas acho que ele queria conhecer outras brasileiras... apareceu não!

 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Ela não me atraia, mas me mostrou os seios, chupou meu pau... aí comi!

 De repente ficou irresistível

(escrito por Kaplan)

Já aconteceu isso com algum de vocês, leitores? Conhece uma figura, simpática, sem dúvida, mas que não tinha qualquer atrativo. Desde as roupas, parecia uma crente. Sempre muito sérias, saias muito compridas, blusas que escondiam até os braços... Eu a conheci, ficamos amigos e nunca pensei em mais nada, pela absoluta falta de tesão com a Simone. 


Assim, ninguém olhava pra ela...

Só que as pessoas se enganam facilmente...

E eu me enganei, mas enganei bonito!

Ela me chamou para dar um pulo no apartamento dela, queria conversar. Fui, mas confesso, sem pensar em mais nada, só em conversar mesmo. Ela me recebeu com aquelas roupas bem sérias, como sempre fazia.

Bem, não vou encompridar a história.

Em um dado momento, comecei a perceber que os assuntos dela eram meio estranhos. Por que ela queria falar comigo a respeito de óvnis, de seres extra-terrestres?

Eu escutava, pacientemente, quando fui surpreendido pela mão dela em minha coxa. E ela me deu um sorriso, abriu a blusa, abaixou o sutiã, me mostrando os seios. Que eram bonitos, não posso negar. 


Mas olha o que ela me mostrou!


Pegou minha mão e colocou-a nos seios, fechando os olhos. Eu não estava entendendo nada, mas os seios dela eram muito gostosos de pegar, então peguei, mamei. Ela demonstrou ter gostado muito e aí, para minha surpresa aumentar mais ainda, abriu minha calça, pôs meu pau pra fora, fez um gesto de aprovação, tirou minha calça, continuei sentado no sofá, ela ficou de quatro no sofá e me fez um boquete que eu tive a certeza, não era a primeira vez dela. Que chupada monumental que ela me deu! Chupava, lambia, punha as bolas na boca, me masturbava... que loucura!

Aí tirou a saia. Estava de calcinha e meias 7/8.  Só tirou a calcinha, continuou com as meias, me chupou mais um pouco e sentou em cima de meu pau, me cavalgando como uma legítima amazona, gemendo sem parar.

Eu comecei a gostar da coisa. Não entendia, não ligava a atuação dela ali no sofá com o que todos viam na rua, na faculdade. Eram duas pessoas diferentes, bem diferentes. Ela iria me explicar isso, mas depois, agora eu tinha de me concentrar na trepada. Que continuava boa demais! 


E ainda quis tudo!

Depois de cavalgar um bom tempo, ela ficou de quatro no sofá e a penetrei, bombando bastante, para arrancar mais gemidos dela. E eles vinham: ahhhhhhh. Uhhhhhh... e pedia para eu meter mais e mais e eu obedecia, dava cada estocada que ela quase caia no chão.

E mais surpresa: gozou e pediu para eu comer o cuzinho.

Ora, por que eu recusaria? Mandei brasa até gozar também.

Aí fomos conversar, mas nada de óvnis. Eu queria entender as duas Simones.

E ela me disse uma coisa bem simples: vestir-se como ela se vestia, era o melhor jeito de não receber cantadas ridículas. Ninguém a cantava, a prova disso é que eu mesmo jamais iria lhe dar uma cantada. Então, ela transava sim, e muito, mas só com quem ela queria. Ela escolhia as vítimas, carregava pro apartamento dela e aí trepava gostosamente.

E só pedia para eu não contar a ninguém, para não estragar a fantasia! O prêmio pelo meu silêncio era poder voltar lá quando eu quisesse, era só dar um telefonema...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Quer estudar comigo?

 Ele era bobo de não querer?

(escrito por Kaplan)

Quando Anita perguntou ao Tobias se ele queria estudar com ela, na casa dela... por que iria recusar?

Adorava aquela baixinha. Desejava-a. E seria uma boa oportunidade, quem sabe, de poder se declarar e conseguir alguma coisa?

Imaginava que seria difícil, afinal ela não morava sozinha.

Mas quando ela abriu a porta pra ele, com aquela camiseta super decotada, que mostrava os seios, quando ela se curvava, ele entendeu que ia rolar alguma coisa. 


Ah... ele achou os seios lindos... e ia rolar!

- Cadê seu pessoal? – perguntou para saber se a barra estava limpa

- Ninguém em casa, só eu. A tarde toda, viu? Podemos estudar tranquilamente.

Levou-o ao quarto. Pulou na cama, ele sentou-se na borda, ela mostrou o livro de Geografia que queria estudar, ele pegou, folheou. E ela quase subindo nas costas dele.

Ele falou:

- Anita, não vou dar conta de estudar com você.

- Por que não?

- Essa camiseta sua dá uns lances que me distraem.

- ah... é por isso? Fácil de resolver.

Tirou a camiseta. Ele só não caiu no chão porque estava sentado na cama. Que seios eram aqueles! Nem precisou pedir nada, ela os chegou à boca do rapaz e ele pôde mamar a vontade. Nunca imaginara que ela o desejava como ele a desejava!

Ela logo mostrou o que queria, colocou-o deitado, abriu sua calça, tirou-a e admirou o belo pau que ele tinha. Teve de dar uma chupada. O que ele gostou muito.

E já sabendo o que ia rolar, ele tirou a calcinha dela, colocou-a de quatro em cima da cama e beijou sua bunda, e lambeu seu cuzinho, sua xotinha. Ela gostou, ele chupava muito bem.

E ainda enfiava o dedo na xotinha, dedo grosso, gostoso de sentir dentro dela. Mas é claro que o momento melhor foi quando ele enfiou o pau, aquela tora toda dura e ficou bombando dentro dela, sacudindo-a todinha. Gemendo. Como não gemer!  


Até que enfim eles se entenderam!


E foram tantos aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiisss,  tantos uiiiiiiiiiiiiiiiiiiis, que há muito tempo ela não fazia.

Dali passaram para a cavalgada. Como ela gostou de pular na piroca dele!

Depois da bela cavalgada, outro boquete e aí cavalgou de novo, dessa vez de costas pra ele e de frente para o espelho, adorou ver a si mesma pulando feito louca!

Ganhou outra chupada dele, já tinha gozado, gemia e viu ele enfiando de ladinho e beijando-a.

Finalmente ele gozou. Ela estava super feliz.

- Já falei com minha mãe que você virá aqui para estudar comigo de vez em quando, viu? Ela não se incomodou, só falou para eu não esquecer da camisinha... e justo hoje eu esqueci!

- Pode deixar, da próxima vez eu trago!

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Ela vestiu a meia que ele pediu...

E treparam vendo as luzes da cidade

(escrito por Kaplan)

Sinésio tinha um verdadeiro fetiche com lingerie preta, de renda, devidamente acompanhada por meias pretas. E foi esse belo conjunto que ele deu de presente à sua paquera, quando a recebeu em seu belo apartamento, num prédio situado no alto de um morro e com uma varanda que permitia que se descortinasse grande parte da cidade. Não havia privacidade naquela varanda, prédios um pouco mais baixos, situados proximamente, permitiriam a curiosos ver o que se passava lá.

Era outro fetiche dele: exibir as mulheres lá para deixar os curiosos morrendo de inveja das gatas belíssimas que ele levava a seu apartamento. 

Olha o mulherão que ele iria exibir!


Isso aconteceu com Ariana, morena de 1,70m, 88 de busto e 94 de bumbum.

Ela estranhou quando chegou e recebeu o presente e ele pediu que ela experimentasse e ficasse na varanda observando a cidade.

- Mas eu poderei ser observada também, não está vendo aqueles edifícios ali perto?

- Poderá sim, mas isso não tem a menor importância, tem? Você não tem um lado meio exibicionista escondido?

Ela sorriu. Ele adivinhava tudo!

Então tirou a roupa, vestiu o sutiã e a calcinha de renda preta, colocou as meias, um sapato alto e foi para a varanda, se exibir aos curiosos de plantão. Ficou excitada quando viu que em algumas janelas homens e mulheres a olhavam, alguns até com binóculo. 



Trepar na janela.. com muita gente vendo... excitante!



 Ficou ali, mexendo-se sensualmente até que Sinésio chegou, abraçou-a por trás, passou a mão em sua bunda, beijou sua nuca.

Ela virou-se para ele e beijaram-se apaixonadamente. E foi levada para um grande pufe que ela nem havia percebido que ficava ali, quase na varanda, atrapalhando um pouco os curiosos, mas não totalmente.

Ali eles continuaram se beijando e ele lentamente começou a tirar o sutiã, a calcinha, mas deixou-a com as meias. Deitada no pufe, pernas abertas, ela recebeu uma chupada que a fez delirar, gemer, quase gozar. Se o pau dele fosse como a língua, ela estava feita!

Feliz, ela retribuiu o prazer que sentira fazendo um boquete demorado, molhado, deixando seu pau todo melado e pronto para agir como deve agir um bom pau.

E era um bom pau, que se enfiou dentro dela, com ele por cima, quase um papai e mamãe, mas bem mais vigoroso do que os papais e mamães costumam ser.

Depois foi de ladinho que ele continuou metendo, com o mesmo vigor e deliciando-se com os gemidos dela. 


Quem morava ali perto, aproveitou!!!



Teve seu corpo virado, em seguida, ficando de quatro e ele, lá atrás, enfiando de novo o pau e dando estocadas firmes, que faziam os seios dela quase serem atirados para fora do corpo. Gemidos continuavam ecoando pelo ambiente e ela excitadíssima pensando se tinha alguém vendo, provavelmente aqueles que estavam de binóculo deveriam estar e na certa batendo punhetas de satisfação em sua homenagem. Era algo bem interessante e diferente que ela fazia aquela noite. De meia.

E para culminar, uma bela cavalgada, iniciada com ela de costas para a cidade mas logo mudada para ela ficar de frente, o que lhe permitia ver que estava sendo vista. Aquilo a excitou mais que tudo e ela teve um orgasmo de primeira, possivelmente o melhor de sua vida. Muita coisa escorreu e chegou até às meias, que ele fez questão de tirar e guardar, sem lavar.

Fetiches são muito estranhos, ela pensou. Mas... interessantes! Muito interessantes!