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sexta-feira, 23 de abril de 2021

Três casais jogando e dando

 Elas deram... elas!

(escrito por Kaplan) 

 

Universitários são sempre muito criativos. Paulinha, como sempre, participa das brincadeiras e festas e depois vem me contar.

A última, envolveu ela, duas colegas Regina e Nadja e três colegas homens: Pedro, Miguel e Davi.

Todos eles já tinham histórico de transas, as três já tinham transado com os três. Mas aquela foi a primeira vez em que estiveram juntos, os seis, e estavam reunidos para trepar, não havia outra motivação.

Só que o dono do apartamento em que eles se reuniram era muito brincalhão e propôs que em vez de cada “casal” ir prum canto do apartamento, eles fizessem uma brincadeira. Ele havia feito várias “atividades” que eles e elas desenvolveriam assim que fossem perdendo num jogo de baralho.

Só que o único jogo que todos sabiam era o famoso Buraco. E costuma ser um jogo bem demorado, então eles fizeram diferente: cada um escolheria uma das meninas para parceiro.  E jogariam as duplas todas, o que também era novidade. E para fazer o jogo acabar rápido, venceriam as duas duplas que baixassem dois jogos. Dois jogos simples, nada de canastra limpa ou suja. Valia, inclusive, trinca de qualquer número. E a dupla perdedora... tinha que sortear o que lhes caberia fazer.

Todos gostaram da ideia, sabendo, de antemão, que ia rolar muita sacanagem.

O Pedro escolheu a Paulinha, o Davi escolheu a Regina e o Miguel a Nadja.

Distribuiram as cartas e o jogo começou. 


O papel mandou... ela fez o strip!

E o primeiro casal perdedor foi o Miguel e a Nadja. Tiraram o papel e riram. Aquilo só podia ser ideia do Miguel mesmo (ele era o dono do apartamento).

Ela terá de fazer um strip bem sensual e ao final, tirar tudo. Ele terá de tirar a calça e cueca para todos verem como ele ficou excitado vendo a parceira.

Rindo, a Nadja fez o que lhe cabia. Deu a todos um belo show de strip, foi tirando a blusa, o short, a calcinha. Estava todo mundo e excitado, não apenas o Miguel. Foi um belo show!

Então foi realizada a segunda partida. E quem perdeu foi a Paulinha e o Pedro.

A atividade não poderia ser melhor, pelo menos para ela.

Ela terá de chupar o pau do parceiro até ele gozar, e ela terá de engolir tudo.

Como ela chupou! Era ótima aquela atividade!

Terceira partida. E Paulinha e Pedro tornaram a perder. 


E Paulinha mostrou tudo... e foi premiada!

Ela deverá tirar a calça, bermuda ou short, e a calcinha, sentar numa cadeira e exibir sua perereca para todos. Depois da exibição, ele deverá chupar a parceira.

Para Paulinha não podia ser melhor. Já havia feito o boquete nele e agora seria chupada. Beleza pura! Tirou a saia e a calcinha, sentou e mostrou a todos sua bela xotinha, abriu-a, e o Pedro, enlouquecido, foi lá dar uma demorada e bela chupada.

Para a quarta partida, Paulinho e Pedro ficaram de fora, pois já haviam participado duas vezes. Melhor, deram sequência ao que estavam fazendo, começaram logo a trepar enquanto os demais, excitados com o que viam, continuavam jogando, bem distraídos. Davi e Regina perderam e lá foram eles cumprir a atividade.

Ela deverá tirar a roupa de todos os homens em jogo e cavalgar o pau que estiver mais duro.

Para azar  do Davi, o mais duro era o do Miguel, que teve o prazer de ser cavalgado por ela. 


Aí virou orgia mesmo!


Aí o jogo acabou e foi uma trepação só. Aproveitando que Paulinha e Pedro estavam cavalgando e também a Regina e o Miguel, a Nadja e  Davi foram fazer a mesma coisa. E era gente cavalgando em cima do sofá, no tapete, no chão da sala. Só se ouviam os ais e uis, os gemidos, todos enlouquecidos com aquela brincadeira que tinha sido inventada.

E não pense que ficou só nisso. Troca de parceiros total, de modo que todos comeram e todas foram devidamente comidas.

E combinaram, para a próxima, inventar outra brincadeira como aquela!

 

sexta-feira, 1 de maio de 2020

O jogo de damas preparou o clima para o swing


Quem ganhasse pegava a esposa do outro

(escrito por Kaplan)   

Há coisas que não devem ser objeto de apostas. A não ser que o que for apostado seja realmente do interesse de quem está no jogo.
Explico melhor. Estou falando de dois casais, Vitor e Iris e Daniel e Aurora.
Muito amigos, cada casal apadrinhou o outro por ocasião do casamento.
Viviam se encontrando e nesses encontros os dois sempre gostavam de jogar damas. Eram muito bons de estratégia e até faziam relatórios, sabiam quantas partidas cada um ganhara desde que começaram a anotar.
E, por incrível que pareça, quando o Vitor atingiu a 34ª vitória... eles viram que estavam empatados! Riram muito da coincidência e aí foram beber, e beberam muito. E aí aconteceu o que ninguém imaginava, ou talvez já tivessem imaginado mas nunca haviam verbalizado. 


Já meio alto, o Vítor desafiou o amigo para uma nova partida, seria o desempate. E muito confiante, propôs que quem ganhasse transaria com a esposa do outro. As duas arregalaram os olhos. Que proposta era aquela?
Daniel tentou dissuadir o amigo, mas ele também já estava meio alto e até que achou interessante. Pensou a coisa lógica: se ele ganhasse, ia pegar a Iris e com certeza sua esposa ia querer tratamento igual, ou seja, pegaria o Vítor. O mesmo ia acontecer se o Vítor ganhasse: ele pegaria a Aurora e o Daniel ia atacar a Iris.
Convenceram as esposas e elas acabaram concordando. Enquanto eles começavam o jogo, uma comentou com a outra que aquilo poderia ser interessante. Toparam! 
Depois de alguns minutos, em que as jogadas já não eram tão firmes como quando eles estavam sóbrios, o Vítor venceu. E a Iris, já sabendo que teria de transar com o Daniel enquanto seu marido comeria a Aurora, fez uma proposta que os dois aceitaram de imediato.
- Antes de fazermos a troca de casais, eu gostaria que a Aurora e eu chupássemos os paus dos dois. Depois, cada um no seu canto. 


Sem problemas, todos aceitaram e as duas então começaram chupando o pau do Daniel, deixando o Vítor maluco de tesão. E, em seguida, elas o chuparam. Daí a Iris pegou o Daniel e foi para um canto do sofá, deixando o outro canto para seu marido e a Aurora.
E cada uma fez questão de mostrar para o marido trocado o quanto sabiam fazer um sexo gostoso. Foram chupadas e mais chupadas, eles também as chuparam, Aurora ficou de quatro, Iris de ladinho, depois mudavam tudo, cavalgaram, fizeram papai e mamãe, espanhola, 69. Estavam todos eles achando tudo maravilhoso e no fundo todos já pensavam porque nunca haviam tido aquela ideia.
Quando estavam quase gozando, elas colocaram os maridos sentados lado e lado e sentaram neles. Foi cavalgando simultaneamente que elas atingiram seu gozo e os dois também.  


Dormiram os quatro na mesma cama, coisa que nunca tinham feito também. E durante a noite, alguém acordava e começava tudo de novo. Só acordaram lá pelas 10 horas do dia seguinte. E foram tomar café com as esposas sentadas nos colos. Trocados, evidentemente.


quarta-feira, 3 de abril de 2019

Quatro casais e um jogo porreta!


É cada uma que inventam...

(escrito por Kaplan)   

Quando alguns amigos bem libertinos nos convidaram para conhecer um novo jogo, eu já sabia que o jogo era mero pretexto para uma orgiazinha básica. Falei com Denise, ela ficou meio reticente, mas a curiosidade é um defeito ou uma virtude dela. Então ela topou e fomos.

Encontramos os três casais: Martim e Tânia; Benito e Liliana; Conrado e Márcia. Todos se conheciam, exceto Denise que foi devorada com os olhos pelos três. Elas já conheciam os maridos, então não se preocuparam, a ideia ali era diversão, apenas diversão.
Depois de algumas cervejas, vinhos e uísque, conforme os gostos diferenciados, a Liliana nos mostrou como seria o jogo. 


- Jogaremos com um dado. Todos saem desta casa aqui. Você vai andando sempre circulando, não tem nenhuma casa de fim. Se você cai numa casa verde, ótimo, é só esperar sua vez de jogar de novo. Se cair numa casa azul, você tem de tirar uma peça de roupa e fica uma rodada sem jogar. E se cair numa casa vermelha, você tem de tirar tudo, ficar totalmente nu ou nua e para de jogar, esperando que a primeira pessoa do sexo oposto também caia numa casa vermelha. Aí ela vai tirar a roupa toda e os dois começam a transar. Os outros continuam jogando até que todos estejam nus e transando também. Terminado o jogo, trocam-se todos os parceiros. E depois dos quatro terem trepado, trocam-se os parceiros de novo. A festa só acaba quando todos e todas tiverem transado quatro vezes. Ou seja, todos os homens transarão com todas as mulheres e todas as mulheres serão devidamente comidas por todos os homens.

Aplausos e mais aplausos. Jogo inteligente, porreta mesmo.
Liliana colocou na mesa o papel com o desenho das casas, pegou um dado e entregou-o à Denise.

- Como é a primeira vez da Denise nesse grupo, ela será a primeira a jogar. Depois as demais mulheres, e por último os quatro marmanjos.

Sorrindo, mas bem nervosa, Denise atirou o dado. Gelou dos pés à cabeça. Tirou o 6. E era justamente a primeira casa vermelha. Eu não conseguia parar de rir, os três ficaram alucinados porque iriam vê-la nua e as três também acharam graça no azar da Denise. Não teve jeito, ela teve de tirar tudo e os marmanjos ficaram, discretamente, babando vendo-a peladinha. 

Ela só pensava: onde fui amarrar minha égua...
Liliana tirou 1. Casa verde.
Márcia tirou 4. Casa azul. Tirou a blusa, mostrando os belos seios a todos.
Tânia também tirou o 4. Optou por tirar a calça comprida.
Minha vez. Tirei o 5. Casa verde. Gostei!
Benito tirou o 2. Casa azul. Tirou a camisa.
Martim chegou perto. Tirou o 5. Casa verde também.
Conrado quase entrou em desespero. Tirou o 1. Casa verde.
Terminada a primeira rodada o resultado era: Denise nua, Márcia, Tânia e Benito fora da segunda rodada.

Liliana jogou o dado. Saiu o 3. Caiu na casa azul. Tirou a saia. Com Márcia e Tânia fora da rodada, o dado voltou a mim. Tirei o 4 e cai casa azul. Tirei a calça.
Martim torcia para sair o 1 e ele cair na vermelha para transar com a Denise. Mas deu 6. Caiu em casa verde de novo. 

Eu é que vou estrear a nova gata do grupo!
Conrado, suspirando, jogou o dado e não acreditou: 5. Ele caiu na mesma casa da Denise. Mais que depressa tirou a roupa, pegou-a pela mão e colocou-a agarrada a ele, metendo nela em pé. Martim e Benito ficaram babando de vontade, mas fazer o quê?
A terceira rodada começou com Márcia. Tirou 6 e caiu na casa verde.
Tânia jogou em seguida. Não acreditou. Caiu na casa vermelha. Tirou a roupa toda e ficou aguardando quem seria o próximo homem a ficar nu para transar com ela.

Benito era o próximo. Tirou o 6 e foi para uma casa verde. E Martim encerrou a terceira rodada tirando 6 e indo para outra casa verde.
Quarta rodada. Liliana tirou 4 e parou em casa verde. Márcia tirou 5 também ficou em casa verde. 

Esta delícia veio para mim... beleza pura!
Minha vez. Tirei 4 e parei na segunda casa vermelha. Olhei para Tânia que sorriu. Tirei a roupa e fui transar com ela no tapete perto de onde Denise e Conrado transavam. Ela estava cavalgando ele em cima do sofá e pela cara estava gostando muito!
Benito tirou 6 e caiu em casa verde. Martim conseguiu 6 também e ficou em casa verde.

Quinta rodada. Os quatro restantes já estavam loucos para caírem em casas vermelhas. Não estavam aguentando ver Conrado, Denise, eu e Tânia transando e eles ainda cheios de roupas...
Liliana deu pulos de alegria vendo o 5 no dado. Era o que precisava para cair na vermelha. Tirou a roupa toda e ficou dançando, esperando para ver quem a comeria.

Márcia já estava bem adiantada nas casas do jogo. Mas o dado não colaborou. 1, apenas 1. Caiu na casa azul e tirou o short. Ficou só de calcinha.
Benito tirou 6 e caiu em casa verde. Lamentou, gostava de trepar com a Liliana e seria uma boa possibilidade.
Martim encerrou tirando 4 e caindo na casa vermelha. Rapidamente tirou a roupa e foi trepar com a Liliana no tapete ao meu lado.

Sobravam Márcia e Benito. Pra que continuar o jogo? Olharam um para o outro,pensaram a mesma coisa. Tiraram as roupas e começaram a trepar também.
Nesse meio tempo, tanto Denise quanto Tânia já estavam bem satisfeitas. E aí as duas trocaram, Denise veio trepar comigo e ela com o Conrado.
Denise estava felicíssima. Me levou para um canto mais longe e comentou que a trepada com o Conrado tinha sido ótima. E me agradeceu por tê-la convidado.

- Bem, agora eu é que vou te comer. E depois você ainda terá o Benito e o Martim.
- Pelo visto vou sair com a buceta roxa daqui hoje...
- Tá ruim?
- Nada! Tá danado de bão!  

Pra que jogar mais? Vamos todos e todas trepar!
E assim foi. Como combinado antes, assim que um casal terminava, esperava outro. No final, comemos todos os cuzinhos. Eu comi o da Márcia, Martim o da Denise, Benito comeu o da Tânia e Conrado o da Liliana.

Vocês, leitoras e leitores, nem precisam perguntar se esse jogo foi realizado mais vezes. Claro que foi e como a notícia correu, teve dias em que havia 10 casais jogando. Turma boa!

Denise não se cansava de me agradecer ter possibilitado a ela conhecer dez picas novas. Gostou tanto que andou dando pra uns e outros, mesmo sem jogo! Safadinha!

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Aprender sinuca sempre é boa ocasião para transar


Sempre encaçapa...

(escrito por Kaplan)

É verdade, amigos e amigas... já narrei vários episódios em que “aulas” de sinuca se transformaram em épicas transas entre o mestre e a ou as discípulas deste nobre jogo.

E hoje me chegou mais um episódio, envolvendo, de um lado, a moça chamada Lorena, interessadíssima em pegar o sinuqueiro Itamar... ops... interessada em aprender com ele como se jogava aquela coisa estranha de ter de colocar numa caçapa bolas de cores e números diferenciados.

Ele se dispôs a ensinar, mas como percebeu, logo nos primeiros momentos, que a Lorena não tinha a menor habilidade... percebeu o que ela estava querendo na realidade. E se dispôs a encarar, afinal a morena era mui bela e charmosa... e já que ela estava interessada nele... pimba! Vamos encaçapar!

Assim, ele passou a tentar ensinar a ela como segurar no taco direito, que bolas ela deveria atingir... e para isso, mostrava como ela devia se inclinar sobre a mesa, como mirar a bola com o taco... e isso ele fazia encaixando seu corpo no dela que, é claro, errava tudo. 

Estou gostando muito de aprender com você...

Ele insistia, chegava até a colocar a mão sobre o seio esquerdo dela, sussurrava no ouvido dela o que ela tinha de fazer, e como fazer... mas ela só conseguia ficar arrepiada...
Então, desesperada, ela jogou o taco sobre a mesa e falou:

- Desisto, essas bolas eu não gosto delas.

E ele rebateu em cima:

- E você gosta de outras bolas?

Ambos sorriram, porque perceberam que ambos sabiam o que eles queriam.
Ela foi direta. Colocou a mão nas bolas dele.

- Essas eu não adoro. E esse taco aqui – falou pegando no pau – me parece bem mais interessante do que esse outro...

Não terminou de falar porque ele a beijou. E disse que ela podia pegar as bolas de que ela gostava. Era o sinal de que ele queria que ela abrisse sua braguilha e pegasse seu pau, o que ela fez, mas não pegou apenas, abocanhou. Ajoelhou na frente dele e mandou ver num boquete.

- Você tem duas caçapas que eu gosto muito também...
- Hum... pretende colocar seu taco nelas?
- Sim, mas primeiro quero preparar tudo...

Sentou-a na beirada da mesa, levantou a saia dela, afastou a calcinha pro lado e mandou ver numa chupada que a deixou até zonza...

Ambos tiraram as roupas, rapidamente.

- Manda seu taco nessa caçapa,  manda... 

Esse buraco é mais interessante para você enfiar seu taco...

Ali mesmo, sentada na beirada da mesa, ela viu ele enfiando o pau na sua xoxota. E ele bombou bastante.
Depois ele deitou na mesa, ela subiu e foi colocar a xoxota na boca do Itamar. E ela, inclinando-se, passou a chupar o pau dele. Faziam um 69 em cima da mesa...

E logo ela o estava cavalgando, sentindo a dureza daquele taco de 18cm completá-la totalmente. Nem preciso dizer que de tanto pular, ela conseguiu o gozo dela.

- Vai querer tentar a outra caçapa?
- Vamos lá...

E lá se foram as pregas do cuzinho dela...
Ela saiu de lá satisfeita. Itamar sabia mesmo como usar o taco para conseguir chegar com as bolas na caçapa. Mas ele disse que gostaria de ensinar mais a ela, e ela prometeu voltar! 

Com um professor bom como aquele... como não voltar?




quinta-feira, 5 de abril de 2018

Ela só parava de jogar quando ele chegava.


Aí valia a pena largar o laptop

(escrito por Kaplan)

Ah... essa juventude de agora... mais interessada em tecnologia do que qualquer juventude anterior. E quando falo juventude me refiro também aos adultos que continuam jovens, como a nossa querida amiga Jade.

Com seus 23 anos, ela não fazia outra coisa a não ser ficar nas redes sociais e nos joguinhos eletrônicos. 

Que droga... não estou conseguindo trocar de fase...
E um belo dia, lá estava ela, de camiseta e sem calcinha, deitada na cama, com seu laptop, jogando não sei que jogo e nervosa porque não estava conseguindo vencer.

Saiu, foi até a geladeira e pegou um suco, voltando para o quarto. Seu irmão Balduíno acabava de chegar da faculdade e era “fera” , então ela pediu que ele fosse até seu quarto para ajudá-la.

Ele foi, mas safado como ele só, sempre colocava um “precinho” para ela pagar...
Ela não reclamava, porque o “precinho” dele era algo que ela gostava muito.
Que “precinho” era esse?
Elementar, meu caro Watson... ele já chegava no quarto com a calça arriada e o pau louco para ser chupado por ela.
Era o tipo de pagamento que ela gostava de pagar...

- Só seu pau mesmo para me acalmar... dê logo aqui! 

Isso me acalma um tanto... 
E pegou nele e começou um belo boquete. Interrompido de vez em quando para ela masturbá-lo e ficar olhando bem nos olhos dele, vendo como ele gostava de ser chupado por ela.

Finalmente, com o pau totalmente duro... ela, que já estava quase nua, tirou a camiseta, pois sabia que ele adorava ver os seios dela.
Seios médios, redondinhos, com auréola pequena e biquinhos que logo endureciam ao primeiro contato... maravilhosos!

Deixou que ele pegasse neles enquanto ela o masturbava. Já estava bem relaxada, ao contrário de como ele a encontrara.
Voltou a chupar. Mas nem se lembrava mais do jogo, queria agora ir até o fim com ele. Deitou na cama e tirou a calcinha. Bucetinha toda depilada, como ele sempre pedira para ela deixar.

E como sabia também que ele se excitava profundamente vendo-a tocar uma siririca, foi o que ela fez em seguida. Masturbou-se bastante e ele só apreciando o espetáculo.
Levantou-se e foram para o quarto dele. Lá chegando,ela sentou-se bem na beirada da cama e ele veio com tudo, enfiando o pau e bombando bastante. Aquele local era o escolhido porque já tinha sido testado. Aliás, todos os locais da casa haviam sido testados e aquele era o aprovado. Dava a altura certinha para ele enfiar.

Ela gemia. Jogo? Mas que jogo era aquele mesmo? Nada... o jogo agora era pau versus xotinha. Era a única coisa que a fazia esquecer o laptop.
Gozou bonito... sempre gozava com ele.
Relaxada, totalmente relaxada. Puxou o irmão para cima dela e o encheu de beijos.

- Cada dia que passa você fica melhor... e ainda continua durão... 

Cuzinho... melhor lugar para gozar!

- Você sabe onde gosto de gozar...
- Jura? Vai querer mesmo?
- Eu vou...
- Então tá...

Ficou de quatro e ele enfiou o pau no cuzinho dela. Era ali que ele preferia gozar. Não era o que ela gostasse mais... mas... custava agradar o mano que agora ia lhe ensinar truques para ganhar aquele jogo miserável?


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Semana temática 3 - Aventuras na piscina 3



Jogar vôlei na piscina foi só o início do swing

 (escrito por Kaplan)

Nada como uma boa transa sem ser combinada. Acontecer por acaso. Muito bom!
É que Meg e eu tínhamos um casal amigo, com o qual nunca tivéramos nada. E foi num dia em que nós os visitávamos que aconteceu o lance que mudou nossas vidas!

Eles tinham piscina em casa e logo que chegamos, Meg e Marilu entraram e ficaram brincando com uma bola de vôlei. 

3 bolas lindas: as duas da Meg e a que ela carrega.
Eu e o Moacir nos sentamos e ficamos tomando cerveja e jogando conversa fora. De vez em quando elas vinham até onde estávamos, bebiam de nossos copos e logo voltavam à piscina.

Numa das vezes em que vieram, Marilu pediu ao marido que pegasse a rede de vôlei e a colocasse na piscina. Claro que era uma rede diferente, mais estreita, própria mesmo para ser usada em piscinas. Ele o fez e ela então nos chamou para jogarmos.

- Que vocês preferem? Casal contra casal, homens contra mulheres, casais trocados? Qual a opção mais interessante?

Acabamos optando por homens X mulheres.
E o jogo estava bem equilibrado, as duas jogavam muito bem.
Aí aconteceu o lance que mudou tudo. A Marilu parece que achou que estava meio sem graça e propôs algo diferente:

- Olha aqui, vamos fazer um set de 5 pontos. Quem perder tira a roupa, topam? 

Castigo dos derrotados: ficar pelados.
 Ninguém levou a sério, mas ela insistiu e acabou que topamos. E quem perdeu? Eu e o Moacir. Então tiramos as sungas, enquanto elas riam sem parar.
Aí ela propôs mais uma prenda diferente.

- Agora, quem perder tem de beijar o ou a parceiro.
- Sai pra lá, vê lá se vou beijar seu marido!

Meg reforçou o pedido da amiga e ainda provocou:

- Qualé a de vocês, machões? Não confiam no seu taco? Se perderem dão um beijo, ninguém vai virar gay por conta de um beijo.

Olhei pro Moacir, que deu de ombros como a dizer: foda-se! É brincadeira mesmo!

Então topamos, mas nunca jogamos com tanta intensidade e ganhamos. Aí elas tiveram de dar um beijo e isso, pra Meg era café pequeno. Lascou "aquele" beijão na Marilu, foi um beijo demorado, de língua, que fez o pau do Moacir quase pular da piscina. O meu também, apesar de eu já estar acostumado a ver. 

Que beijo é esse que a Meg está me dando...
Marilu foi a mais surpresa. Imaginara – nos disse mais tarde – que receberia um beijinho simples, aquilo que chamamos hoje de selinho. Mas quando a boca voraz de Meg quase a devorou, ela ficou espantada. E não foi pelo ineditismo da situação, mas por saber que Meg gostava de beijar mulheres. Era evidente que gostava, o próprio beijo dado era o exemplo mais claro disso.

- Calma, aí, pessoal, calma... O que foi isso? Não estou entendendo mais nada.

Percebi na hora que ali poderia ser o início de algo mais interessante do que o jogo de vôlei. Então propus que saíssemos da piscina para conversarmos a respeito.
Elas toparam e Meg já saiu da piscina tirando o biquíni. Afinal, os homens estavam nus! E quando Marilu viu, também tirou. Então a conversa foi entre quatro pelados.

- Meg, me explica esse beijo.
- Não tem como explicar. Eu gosto de beijar, seja homem seja mulher.
- Você sabia disso, Kaplan? Já viu ela beijar outro homem?
- Vários! Ela é uma grande beijoqueira.
- E... por acaso você beija outras mulheres também?
- Marilu, vou falar tudo de uma vez para você não precisar ficar fazendo perguntas atrás de perguntas. Meg e eu temos um casamento liberal, temos liberdade de transar com quem quisermos, fazemos ménages, swings... tudo dito e negociado, não fazemos nada escondido.
- Moacir, você ouviu isso? Eles são adeptos de swing!
- Isso te escandaliza? 

Meg adorou conhecer mais um pau gostoso....
- Claro que não, criatura! Nós também somos! Por que vocês nunca nos falaram isso?
- Uai... talvez pelo mesmo motivo que vocês nunca nos falaram!

As gargalhadas foram gerais. E aí Marilu veio sentar em meu colo e falou com Meg para cuidar do Moacir.  Ela já foi direto no pau dele e o chupou.
No meu colo, Marilu me beijava e eu afagava os seios dela. Belos seios, por sinal!
E foi ali mesmo, perto da piscina que rolou a primeira transa nossa. Elas nos cavalgaram bastante, gozaram, comemos os cuzinhos.

E daquele momento em diante... tudo mudou. Nos obrigaram a passar a noite lá, os quatro na mesma cama, rolou 69, DP nas duas. Foi muito bom. E daquele dia em diante, sempre que havia oportunidade e vontade, estávamos fazendo nossos swings!