Foram as melhores férias das vidas deles
(escrito por Kaplan)
Aqui
vamos contar vários episódios de umas pequenas férias de 10 dias que duas
amigas queridíssimas e o irmão de uma delas viveram na fazenda dos pais dos
dois irmãos. Márcia e Teodomiro eram os irmãos, e a amiga atendia pelo nome de
Eduarda. Por causa dessa confusão das greves, o calendário da faculdade foi todo
modificado e os períodos de férias foram encurtados, daí essas estranhas férias
de 10 dias.
Mas
isso não importa. O fato que nos interessa é que Márcia e Eduarda eram amantes,
mas não eram homossexuais, eram bi. E o Teo gostava do mesmo modo da irmã e da
amiga.
Só que
ele começou a se sentir meio de lado, pois as duas, aproveitando que não havia
ninguém por lá, a casa da fazenda estava por conta deles, as duas, eu dizia,
viviam se pegando pela casa e pelas redondezas. E ele, só vendo...
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| Essas duas se tocavam o dia todo! |
Como,
no primeiro dia, ele ia andando e viu as duas no maior pega, na ponte que tinha
sobre o riacho que passava lá. A Márcia já estava com seios à mostra e a
Eduarda estava quase assim também. Ele foi passando, as duas o viram com
carinha triste e o chamaram.
- Fica
assim não, mano... a gente só tá dando uma aproveitada, mas não vamos te
abandonar não.
E para
provar isso, elas tiraram a camisa dele e depois a bermuda e ambas deram uma
gostosa chupada no pau dele.
- Tá
vendo Duda, como que o pau dele é lindo? Eu fico doida com este mano... chupo
todo dia, nem que seja só uma chupadinha ligeira, mas não dispenso não. Vai, aproveita, cherie!
E a
Eduarda não perdoou, chupou mesmo, vendo o pau dele endurecer totalmente dentro
de sua boca. Que sensação gostosa. E ele adorando ver as duas beijando seu pau
e na sequencia beijando-se e passando as mãos nos seios... os da irmã ele já
conhecia e pretendia conhecer não apenas os seios mas o corpo todo da amiga, tão elogiada pela
Márcia.
-
Quantas vezes eu vou poder usar o seu irmão?
-
Quantas você quiser... ele é todo nosso essas férias!
- Então
deixa eu chupar mais um pouco. Tá mais feliz agora, querido?
- Agora
ficou legal.
E a
Eduarda voltou ao boquete nele.
- Muito
bom... não quero nem imaginar ele entrando em mim... Todo seu, Márcia!
Passou
a bola, melhor, o pau para a amiga que chupou mais um bocado. Devolveu pra Duda
que não conversou, enfiou o pau na boca.
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| A amiga adorou o pau dele! |
- Você
tem razão...se eu tivesse um irmão com um pinto desses, ia chupar todo dia
também. E acho que vou experimentar tudo dele agora mesmo.
Duda
tirou a roupa toda, era linda e aí resolveu trepar com ele ali mesmo.. Primeiro
ela ganhou uma chupada na xotinha dada pela amiga.
-
Nossa, agora fiquei na dúvida se transo com ele ou com você... brincadeira, vem
cá moço, me mostra tudo que você sabe!
Foi em
pé mesmo. Ele estava em pé, a Duda também,e a Márcia, agachada, levou o pau
dele à xotinha da amiga e ele pode
começar a dar as estocadas que ela queria receber. E a Márcia também tirou a roupa
e ficou se esfregando nos dois. Ali não havia preocupação com gozo, com orgasmo,
era só divertimento,o que fez com que a Duda saísse do pau dele e o enfiasse no
cuzinho da Márcia.
-
Traidora! Gritou a Márcia, e todos riram muito.
Vestiram-se
e caminharam pra casa.
-
Gente, vamos organizar essa orgia. Hoje, já que começamos com ménage, fica
assim até a gente dormir. Amanha, o dia todo, mano, você fica de fora, será
nosso dia. Depois, será seu dia com a Duda e depois seu dia comigo e depois
mais ménages. Topam?
Os dois
concordaram. Chegaram à casa, já era de tarde, foram tomar banho,os três juntos,
e tome beijos e chupadas...
E de
noite, na cama, ele pôde comer as duas com mais calma, demonstrando toda sua
capacidades de dar prazer às companheiras. Dormiram juntos e de manhã o Teo foi
pra seu quarto, ficou vendo TV e lendo, só imaginando o que as duas estariam
fazendo...
De
fato, elas começaram logo cedo, ali no sofá da sala. Márcia, totalmente nua,
pernas arreganhadas e Duda, só de calcinha, ajoelhada na frente dela chupando-a
sem parar. Márcia gemia, enlouquecida, lembrava-se que fora justamente uma
chupada dela numa festa, todo mundo bêbado, que a fizera resolver sua
sexualidade: gostava de homens e de mulheres também. Nunca um homem a chupara daquele jeito!
Duda
parou e foi se inclinar sobre a amiga e beija sua boca.
Então,
foi a vez de Márcia retribuir, tirou a calcinha da amiga, passou as mãos na
bundinha dela, beijou e depois se ajoelhou para chupar a xotinha dela. Não só
chupar, também massagear o clitóris, dando um prazer total a ela. E quando
começou a dar lambidas na xotinha, no cuzinho, Duda revirou os olhos. Aquilo
era o supra sumo...
 |
| Nadar nuas... sem ninguém vendo! |
Bem,
depois dessa manhã, elas saíram pela fazenda, foram nadar peladas naquele
riacho e aproveitaram para beijos e amassos sem conta.
-
Nossa, Márcia, que férias serão essas... eu achei que seríamos nós duas apenas,
mas seu irmão vai nos fazer muito felizes também... que pinto, o dele. Bem que
você me falou, não fez propaganda enganosa não. Tem muto tempo que vocês
transam?
-
Transar mesmo tem pouco tempo, a gente já era maior. Mas na adolescência começamos a nos descobrir, a gente tinha uma barraca lá em casa, e a armávamos
no quintal. Depois que a gente chegava das aulas, íamos ficar lá e com um
vizinho, muito amigo do Teo. Aí, com as mudanças nos corpos da gente, ficávamos
curiosos e começamos a nos ver, pelados. Esse vizinho era safado, tinha umas
revistas pornográficas, levava pra gente ver e daí para começarmos a dar
chupadas não custou, mas nunca transamos pra valer não. Era só a curiosidade
mesmo. Aí a gente mudou pro apartamento atual, perdemos o contato com ele e
logo eu e Teo passamos no vestibular e ficando sozinhos em casa, à tarde, tinha
dias que a gente lembrava da barraca, das revistas, do vizinho e resolvemos
fazer as coisas que fazíamos, tipo chupar, daí para trepar... e aí te
encontro... e ganho aquela chupada fenomenal na festa. Minha vida sexual foi
resolvida ali. Graças a você, minha amada amante!
E mais
beijos encerram a manhã no riacho. Voltaram correndo, nuas, para a casa, rindo,
felizes da vida.
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| Um espetáculo as duas nuas! |
Almoço
e como ninguém é de ferro, uma cochilada boa... dormindo abraçadinhas.
Mais
tarde, transaram novamente, na cama mesmo. E à noite, mais beijos e amassos, e
chupadas até que dormiram.
Na
manha seguinte, Teo foi acordado com Duda nua pulando em sua cama.
- Bom
dia, querido! Hoje é nosso dia e quero começar sendo bem comida. Aproveite!
Ele
aproveitou! Já dormira super excitado pensando o que as duas teriam feito,
dormira de pau duro e agora a loura maravilhosa ali, nua, na sua cama... uau!
Se
engalfinharam, beijos, chupadas, 69, cavalgada, cachorrinho, ela se esgotou de
tanto gozar. Que sorte a dela encontrar um casal de irmãos tão ávidos de sexo!
Depois
do café, deixaram a irmã dele em casa e foram curtir uma caminhada. Eis que
encontram uma estátua de um cavalo, surpresa total para ela, que resolveu
montar no bicho e ele teve de empurrá-la pela bunda para que ela conseguisse. E
aí, ele montou atrás, ficou segurando-a pela cintura e brincaram de cavalgar.
Subitamente,
ela viu que seu vestido começava a subir, era o Teo tirando-o e deixando-a só
de calcinha,pegando nos seios dela, beijando-a na nuca. E a mão dele entrando
dentro de sua calcinha... nossa, que loucura era aquilo.
- Nunca
trepei trepada num cavalo...
- Então
vai ser hoje...
Ele
saiu, tirou a calça, pegou-a no colo e tirou a calcinha e voltaram para cima da
estátua, mas ele sentou primeiro e ela sentou nele, e foi assim a cavalgada em
cima do cavalo. Risos e mais risos. Vestiu a calcinha, ele a calça, mas ela não
pôs o vestido.
 |
| Um banco providencial... e crau!!1 |
Continuaram caminhando e encontraram um banco, ele sentou, ela
sentou no colo dele e e se beijaram longamente. E a mão dele voltou se insinuar dentro da calcinha, e o jeito foi
gemer loucamente. Ele tirou a calcinha e deu uns amassos na bundinha dela,
passou o dedo no reguinho, enfiou na xotinha e beijou tudo. E ainda insinuou
outro dedo no cuzinho e não houve protestos.
Mas
antes que ele tomasse a iniciativa, ela ajoelhou na frente dele, abaixou a
calça e fez um boquete no pau que tanto admirara. E depois, ela sentou pra
cavalgar direito, afinal, aquela em cima da estátua tinha sido só de
brincadeira.
Dessa
vez, foi pra valer e não parou enquanto não gozou. E ele também.
- Já
falei com sua irmã e repito: essas férias vão ficar na história!
Resolveram
voltar à casa, estavam famintos. Ela só catou a calcinha e o vestido e viu que
ele ia se vestir, reclamou, ele atendeu e foram os dois, pelados para a casa.
Márcia
estava justamente esquentando a pizza do dia quando eles entraram. Sorriu,
feliz ao ver que os dois tinham se dado bem.
Depois
do almoço Márcia foi nadar e os dois ficaram na casa, vendo um filme na TV. E
foi em frente à tela da TV que eles treparam de novo, de cachorrinho para que
pudessem ver o final do filme.
Foram
nadar, a Márcia já tinha nadado e estava espichada, nua, tomando solzinho da
tarde.
-
Querem que eu saia?
- Claro
que não... pode ficar aí, querida!
O nado
deles não teve nada de especial, só beijos e amassos. Guardaram as energias
para a noite e teve mais uma cavalgada na cama, que a levou ao gozo novamente.
De
manhã cedo, ela deu um beijo e uma chupada no pau dele e saiu. Logo depois a
irmã entrou, também já pelada e pronta para
o que desse e viesse.
Transar
com a irmã não era novidade para Teo. E eles começaram no quarto mesmo, depois
de ela ter agradecido, mais uma vez, por estar ali dando prazer a ela e à
amiga.
Ele a
comeu, em pé, na frente de uma cômoda que tinha espelhos e ambos ficaram vendo
suas expressões de prazer quando ele bombava em sua xotinha.
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| Nada como um bom cuzinho... |
Depois
do café, eles voltaram ao quarto para decidir o que fazer, pois estava
chovendo, então acabaram trepando na cama mesmo. Cachorrinho e cavalgada fizeram a delícia das
duas, porque a Duda veio ver o que estava rolando e com não tinham combinado
que não poderiam ver, eles deixaram ela ver toda a transa.
E
conversaram muito, pois o que fazer com aquela chuva caindo?
Só
treparam de novo algumas horas após o almoço, dessa vez sem assistência. De
noite, na cama, outra trepada gostosa. E já pensando o que fazer no dia
seguinte quando os três estariam juntos
de novo.
Novo
dia de ménage. Começou cedo, com a Duda indo para a cama onde Teo e Márcia já
estavam e ela foi pegando a Márcia, enchendo-a de beijos e o Teo aproveitando
para dar uma senhora lambida no cuzinho da Duda, enfiando também um dedo. Ele
queria comer o cuzinho das duas e seria logo de manhã. Elas não se incomodaram
nem um pouco, gostavam, viviam colocando consolos lá uma na outra, então
ficaram de quatro, lado a lado para ele poder fazer o que queria.
 |
| Comer duas ao mesmo tempo... |
E ele
foi metendo, ora num, ora no outro, até sentir que seu gozo ia sair, tirou o
pau e gozou nas duas bundinhas.
Dali
foram para um banho e depois foram tomar o café da manhã. Todo mundo pelado e
cada hora uma vinha e sentava no pau dele, oferecendo um pedaço de bolo, um
biscoito, uma fruta.
Voltaram
para a cama, Duda deitou-se, Márcia deitou-se sobre ela, mas na perpendicular
porque queria chupar o Teo, que estava em pé, ao lado da cama.
- Bem
que você disse que não passa um dia sem dar uma chupada nele...
- Passo
mesmo não... adoro! Mas eu adoro te chupar também!
E
começou a chupar a xotinha da Duda, que se sentiu liberada para pegar o pau do
Teo e chupar também...
E foi
um tal de chupar xotas e pau, e Duda fez 69 com a Márcia, depois fez com o Teo
e ele também fez com a irmã... um frenesi total!
E as
duas chupando juntas o pau dele e aproveitando o encontro das bocas para se
beijarem loucamente...
E
depois a Duda sentou no pau dele e a Márcia sentou na boca dele e ele a chupava
e a Duda o cavalgava... que homem no mundo tinha a sorte dele?
Foi um
festival de gozos naquela cama.
De
tarde, o cansaço bateu e os três dormiam profundamente, agarradinhos.
De
noite, outra festa de cavalgadas, gozos, e mais sono... e cedinho as duas se retiraram
da cama e foram para a cozinha, mas antes vestiram algo, para ficar
diferente...
Mais um
dia só das duas. E morrendo de rir, as duas chegaram à cozinha de camisola. O
jeito foi cada uma arrancar a da outra, em meio a risadas que até atraíram a atenção
do Teo, que chegou lá, pelado e quando viu as duas “brigando” para deixar a
outra pelada, logo ficou de pau duro, mas teve de sair, era o dia de ele ficar
de fora.
Nuas,
em vez de café preferiram beber o leite falso dos seios delas. Foram mamadas e
mais mamadas e que depois se tornaram chupadas. Márcia colocou a Duda sentada
na bancada da pia e mandou ver com sua língua na xotinha da amiga que pulou
tanto que chegou a pensar que poderia quebrar a pia...
 |
| Até banana entrou na jogada! |
E
quando Márcia sentou na mesa, Duda pegou uma banana, descascou e enfiou na
xotinha dela, fez uns movimentos de vai e vem, depois tirou e comeu um pedaço
dando outro para a Márcia.
- Essa é autêntica banana com mel...o mel mais
delicioso do mundo, o seu!
- Isso
foi a coisa mais linda que já ouvi... amiga, como poderei um dia agradecer tudo
que você já me proporcionou?
-
Podemos casar...
- Acha
que já não pensei nisso? Mas acho que seria muito complicado em termos de
família. Sua família aceitaria? A minha eu tenho certeza que não.
- Mas
temos uma chance... caso com seu irmão e você vem morar conosco...
-
Nossa! Seria o paraiso... Olha, vamos acabar com ele, dar uma surra de boceta
nele para convence-lo de nossa ideia. Temos cinco dias pra isso.
O
coitado do Teo ate hoje não sabe como saiu vivo daquela fazenda. Elas mudaram o
esquema de transas que haviam bolado e passou a ser cada um por si. E as duas,
de comum acordo, não deram sossego a ele, trepando com ele a todo momento, teve
um dia que ele foi chamado à responsabilidade oito vezes! Quatro com cada uma!
Era o propósito delas e ele acabou por aceitar por livre e espontânea pressão,
a pensar em casar com a Duda. Até que isso foi bem aceito, mas os pais dele se
recusaram a deixar a Márcia ir morar com ele.