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segunda-feira, 10 de maio de 2021

Pegando minha amiga francesa no banheiro da casa dela

 Camille sempre era uma surpresa!

(escrito por Kaplan)

 

Havia um congresso em Paris e meu amigo me chamou para fotografar. Muito exibicionista! Levava um fotógrafo do Brasil para cobrir um evento em que haveria, provavelmente, dezenas de outros profissionais. Mas eu sabia a razão: ele pagava as passagens pra mim... e pra Meg... entenderam? E ela ia como se fosse namorada ou esposa dele, toda chic... e depois ele a carregava pro hotel para passar a noite com ela, trepando sem parar. Ela adorava! Ele fazia questão de comprar roupa para ela usar, abafar, deixar todo mundo babando. Exibição? Sim, mas ela gostava muito, provocava, e depois, na cama, ficavam relembrando as reações dos coroas, se divertiam e trepavam pra valer.

Quando o marido viaja, ela precisa de companhia...

E uma amiga que nós tínhamos feito em outras viagens, a Camille, sabendo disso, falou que era para eu ir dormir na casa dela. O marido não estava, ela sozinha... queria companhia.

Depois que terminei de fotografar o evento, me despedi da Meg e do amigo da onça, e fui pra casa dela. Na verdade, um pequeno apartamento, porque manter uma casa em Paris é coisa pra milionários, e ela não era.

Cheguei, ela disse que já tinha preparado uma boa refeição, mas com certeza eu iria querer tomar um banho primeiro. De fato, estava suado, cansado, um banho cairia bem.

Fui ao banheiro, tomei o banho, me enxuguei, amarrei a toalha na cintura e me preparava para sair, quando ela entrou.

- Já terminou? Foi rápido...

- Já, mas foi um bom banho.

- E por que está escondendo de mim aquilo que gosto tanto?

- Gosto que você procure... será que vai encontrar? 



Isso é que se chama de um belo banho francês!

Ela riu e tirou a toalha de meu corpo e começou a pegar no meu pau, que foi endurecendo, claro.

Abracei-a e tirei sua blusinha e saia, calcinha. Ela ajoelhou e me fez um boquete. Com as mãos, segurava minha bunda, apertando. Era muito gostoso o jeito francês de chupar um pau...

- Estava com saudades desse pau brasileiro. É Inigualavel. Andei conhecendo uns alemães e franceses, mas não tem comparação. Eles tem um gosto grande de cebola, os brasileiros não.

- Hummm... você disse os brasileiros... então andou conhecendo outros?

- Você é terrível! É... conheci dois desde a época em que vocês estiveram aqui. Muito saborosos!

- E essa xotinha francesa, continua perfumada?

- Você precisa descobrir por seus próprios meios!

- Adoro sua safadezas, Camille...

Virei-a de costas pra mim, ajoelhei atrás dela e dei-lhe uma bela chupada na xotinha e umas lambidas no cuzinho. E depois penetrei-a, praticamente de quatro, meti bastante, eu sabia que era a posição que ela mais curtia.

E ela sempre gozava com uma rapidez impressionante. E não foi diferente. Suando, ela gozou e falou que precisava de um banho, e me chamou para tomar com ela, prometendo um prêmio. Eu jamais perderia esse prêmio! 


Quem recusaria este prêmio???


Mesmo no apertado boxe (ah... esses banheiros franceses, tão pequenos...) deu para eu sentar e ela sentar em mim, mas enfiando no cuzinho dela. Este era o prêmio.

Terminamos o banho, saímos do banheiro, fomos para a mesa onde queijos e vinhos nos esperavam, ao lado daquelas baguetes maravilhosas que os franceses fazem sempre.

Ficamos nus, depois, tomando mais vinho e conversando. Ela estava meio indignada com a Meg me deixando de lado e indo passar a noite com o cara. Tive de explicar a ela.

- Acontece que os dois se gostam muito. Mas ele é casado e a esposa é bravíssima, não dá a menor chance de eles se encontrarem. Então, eles tem de aproveitar essas viagens, quando ela estará ausente e eles poderão se divertir.

- Mas todas viagens? Quantas?

- Umas seis ou sete por ano, mas a maioria é dentro do Brasil mesmo. No exterior já viemos aqui e em Londres. Por isso é que vamos ficar 4 dias aqui. O evento foi só hoje, mas eles querem os 3 dias restantes para transarem à vontade.

- Sacanagem.... eu trabalho e só posso te encontrar a noite.

- Tem problema não, cherie! Sabe como gosto de fotografar Paris. Fico fotografando de dia, e de noite estarei aqui.

- Tudo bem. Vamos dormir, então.

- Fomos pra cama, mas antes de dormir ainda fizemos um 69 e não teve jeito de ficar só nisso: ela me cavalgou até gozar de novo.

Era uma grande amiga, a Camille.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

A filha, a mãe e o padrasto – triângulo quentísimo!

 Mais uma família feliz!

(escrito por Kaplan)

 

Muito interessante esta história.  A filha era a Andresa, 22 anos, belo corpo. Alcina era a mãe, 46 anos e não ficava atrás em gostosura. Tanto é que não demorou a se casar de novo, com o Thiago, 50 anos, belo corpo pois se cuidava bem.

Conviviam numa boa, mas a filha vivia pegando os dois aos beijos e amassos pelos corredores e na sala, na cozinha... fazia piadas sobre o furor deles, mas só via isso, beijos e amassos, sorrisos e felicidade. Ela ficava feliz também, pela mãe ter encontrado um novo marido.

Mas teve um dia que não ficou só em beijos e amassos não. Eles tinham acabado de tomar o café da manhã, ele ajudava na lavação dos pratos, xícaras e talheres e quando olhou para a Alcina que buscava colocar um prato numa prateleira mais alta, ele notou que ela estava sem calcinha, a minúscula saia que ela usava permitiu isso. E ele, esquecendo da enteada, quase ajoelhou no chão para apreciar o espetáculo.

A Andresa riu e falou com ele para ter juízo, e foi tomar seu banho.  


E a filha flagrou a mãe com o padrasto...

Enquanto ela se banhava, os dois se atracaram no corredor e logo a Alcina estava pelada, chupando o pau do Thiago que só tirara a calça e a cueca. E nem notaram que estavam na frente da porta do banheiro...

Aí, a Andresa abre a porta, enrolada numa toalha, e se depara com a mãe chupando o pau do padrasto. Aquilo era novidade, ela nunca tinha pegado os dois num flagra tão explícito.

Ficaram os três parados, sem ação.

E foi a Alcina que acabou falando e propondo algo que nenhum deles havia pensado.

Levantou, foi até a filha e começou a tirar a toalha dela, que arregalou os olhos, sem entender o que a mãe estava querendo. Mas entendeu quando ela falou:

- Filha, deixa o Thiago te ver. Ele te acha tão bonita!

Completamente sem ação, Andresa se viu nua na frente do padrasto e só aí pode ver, com calma, como o pau dele endurecia até ficar totalmente ereto.

- Vem, vamos cuidar desse homem. 



Ainda assustada, ela foi chupar o padrasto, junto com a mãe

Ela levou os dois para a cama, deitaram-se e ela deu o pau dele pra filha chupar e ajudou também. A Andresa continuava sem entender, mas estava gostando!

Alcina sentou no pau dele e falou com a Andresa para ficar em pé, com as pernas abertas para o Thiago chupá-la. Foi uma chupada tão boa, que ela ficou com as pernas bambas.

- Agora vem aqui, deita na minha frente, abra as pernas. E Andresa tomou um susto vendo que Alcina iria chupá-la. E como ela gostou daquela chupada! O namorado dela não era capaz de dar tanto prazer quanto ela recebia. Seu corpo dava pulos, a mãe tinha que segurar suas coxas para continuar chupando.

E depois ele comeu a Andresa, com Alcina ao lado, olhando tudo. Viu quando a filha gozou, quase desfalecendo de tanto tesão, então as duas ficaram de quatro e ele bateu uma punheta e jogou seu esperma no rosto das duas. 


E depois de bem comidas, o gozo nos rostos...


Andresa saiu correndo em direção ao banheiro, Alcina foi atrás.

- Que foi, filha? Não gostou?

- Mãe, o que foi isso que aconteceu?

- Sei lá, mas eu gostei!

- Eu também gostei, mas...

- Mas...

- Isso vai acontecer de novo?

- Pode ser... o futuro sempre é uma incógnita...

- Fala sério, mãe.

- Não tem jeito de não acontecer de novo... claro que vai!

 

Três momentos de Denise e seu professor

 Ela estava mudada, realmente!

(escrito por Denise) 

 

Continuação das trepadas da Denise com seu antigo professor, o Sisenando. Eles gostaram mesmo daquele reencontro (conto Denise e seu professor numa tarde amorosa) e andaram trepando mais algumas vezes, inclusive ela descobriu um segredo daquele apartamento repleto de livros.

Vejamos o que ela me contou:

 

- Ele me telefonou uma noite dessas e me convidou para um café da manhã no apartamento dele. Aceitei, adoro cafés da manhã preparados com carinho. Cheguei lá, ele me levou à cozinha, onde a mesa já estava preparada. Eu já ia sentar quando ele soltou a pérola.

- Sabe um sonho que sempre tive? Tomar café da manhã pelado com uma loura monumental também pelada. 


Será que este é o melhor jeito de tomar café da manhã?

Tive de rir. Eu tinha certeza de que iríamos transar depois do café. Mas aquilo, de tomarmos café nus, foi uma novidade e tanto. Eu não iria negar isso a ele, tirei minha roupa, esperei ele tirar a dele e tomamos o café...só que eu fique sentada numa coisa meio dura... e não era a cadeira, pois fiquei sentada no colo dele. Café da manhã bem erótico esse!

Ele passou mel nos meus seios, e chupou tudo, aquilo já me deixou “no ponto”, mas teve mais, ele fez um chocolate frio e derramou na minha xotinha e bebeu foi lá, falou que era o copo mais delicioso que ele já havia tomado.

E eu não deixei por menos. Tinha uma geléia de goiaba na mesa e passei no pau dele, que ficou muito saboroso... fica a dica para as leitoras incrementarem seus cafés da manhã!

E ainda nos lambuzamos com mamão, laranja espremida nos nossos corpos... fiquei pensando que teríamos de tomar um banho antes de irmos pra cama, mas aí veio o segredo que, segundo ele, fui a única a saber.

Eu sabia que ele morava no último andar, só que não sabia que lá naquele prédio tinha cobertura. Mesmo porque eu não tinha visto escada alguma lá. 


Ela adorou se exibir nua, na cobertura, cheia de prédios vizinhos...


O segredo era esse: uma das estantes tinha rodinhas, e, ao girá-la, a escada aparecia. Subimos nus os degraus e vi lá em cima, uma área coberta, onde havia uma jacuzzi, e uma área descoberta que dava para se ver uma bela paisagem, mas também havia prédios ao lado. E meu lado exibicionista falou mais alto, andei por lá, pelada como estava, e vendo que pessoas me viam desfilando minha nudez. Só depois é que entrei para a jacuzzi onde ele já me esperava, cheio de espuma.

Sentei de costas pra ele que começou a me ensaboar. E que ensaboada mais gostosa foi aquela, bem carinhosa, passando as mãos em meus seios, tirando o suco de laranja que havia permanecido por lá, me lavou por inteira, não deixando marcas do mel nem do mamão espremido em minha xotinha. E tudo isso recheado de beijos e chupadas, que me deixaram, de novo, “no ponto”.

Então me virei e fui dar banho nele, mas principalmente no pau dele, que foi chupado carinhosamente por mim.

- Não sabia que você tinha esse lado exibicionista, Denise, nunca demonstrou isso.

- Fiquei assim tem pouco tempo.Na faculdade eu ainda não era não. Se eu fosse, teria feito alguma exibição pra você naquela época.

- Eu ia adorar. Ver você desfilando ali me deixou muito excitado. 


Ele adorou ter os pés dela no pau...

- Estou vendo... então falta só você me contemplar com mais um gozo fantástico, como foi o nosso primeiro.

- Claro, minha querida, que tal você sentar, engolindo meu pau?

- Ideia excelente, e será realizada imediatamente, senhor!

Sentei e o chão ficou molhado de tanto que pulei no pau dele e fazendo a água sair da banheira.

Depois eu me levantei e fiquei quase de quatro, pois pus as mãos na borda da jacuzzi e fiquei exibindo minha bunda pra ele. Que levantou e veio, e enfiou, e bombou e me levou ao gozo.

Virei pra ele e falei que o café da manhã estava incompleto,pois tinha faltado o leite, e eu fazia questão de tomar!

Ele adorou me ver chupando seu pau até gozar em minha boca.

Saí de lá satisfeitíssima e exigi que ele me convidasse mais vezes para tomar café com ele.

Mas teve um outro dia em que eu o surpreendi, pois lembrei de uma coisa que ele gostava muito e levei pra ele: uma cachaça!

E tomamos quase uma garrafa inteira, a ponto de ele ficar com sono e ir deitar. E eu fui atrás, tontinha de todo! Quase cai na cama em cima dele. Falei –lembro isso – que queria trepar com ele, mas ele não reagia. Tirei a blusa, deitei e coloquei a mão dele nos meus seios e depois coloquei-os na boca dele, que, mesmo tonto, conseguiu me dar uma mamada bem gostosa.

Ele tinha colocado uma coberta, eu tirei e joguei longe, e vi que ele estava só de cueca. Então tirei minha saia, minha calcinha e levei minha xotinha à boca do professor, que parece ter acordado, me deu uma bela chupada. 


O professor era um mestre na arte de chupar uma xotinha...


Aproveitei, virei o corpo, tirei a cueca dele e ficamos chupando ao mesmo tempo,  num belo 69, que fazia tempos que eu não fazia. Aí sentei no pau dele, cavalguei, já cansada, fechando os olhos, também com muito sono, mas com vontade de trepar.

Dei de quatro, nem sei como conseguimos e terminamos com um papai e mamãe. Que loucura! Caimos um ao lado do outro e dormimos até a manhã seguinte!

Aí, claro, precisamos tomar o café da manhã...

quarta-feira, 17 de março de 2021

Ele se surpreendeu quando viu que a garota não era bem uma garota

 Mas valia a pena experimentar

(escrito por Kaplan) 

 

A internet reserva boas surpresas, principalmente para os iniciantes, que dão mancadas em cima de mancadas.

Um desses foi o Elias. Entusiasmado com o que amigos contavam, de programas que faziam etc e tal, ele começou a procurar e entrou num site que oferecia acompanhantes em Salvador, cidade onde ele tinha um apartamento e pra onde iria dali a duas semanas.

Viu lá no site uma loura, Clara era o nome dela, morava em Salvador, pra encurtar a história eles marcaram de se encontrar numa praça perto do apartamento dele e ela disse que estaria usando uma blusinha branca e um shortinho jeans. E passou o celular dela para ele entrar em contato quando chegasse. 

Esta blusinha enganava...

E assim, vemos a Clara andando até chegar ao local combinado. A blusinha branca dela chamava a atenção, porque dava pra ver os seios com perfeição!

Dali a pouco ela recebe uma chamada no celular. Era o Elias, dizendo:

- Acabei de ver uma lourinha de blusa branca e short jeans, parada na ponte sobre o lago. É você, Clara?

- Se não tiver outra loura como você descreveu, sou eu mesma, Elias! Onde você está?

- Chegando ai, estou atrás de você.

Ela se virou e viu que ele estava logo ali mesmo. Chegou, se cumprimentaram com dois beijinhos e ele a foi levando para o apartamento. Atrevido, colocou a mão na bunda dela ela riu e falou que os vizinhos iriam ficar escandalizados.

- Não ficarão mais do que já ficaram vendo sua blusa...estou doido para te ver sem blusa, poder pegar e fazer algumas coisas gostosas...

Chegaram ao prédio, subiram para o ultimo andar. Uma cobertura... uau, o Elias devia ser abonado...

E ele então veio arrancar a blusa dela, admirar os belos seios, mamar à vontade, tudo ali na cobertura que não tinha muita privacidade não... vizinhos de outros prédios poderiam ver o que se passava lá.

Ele quis tirar o short dela, mas ela se antecipou tirando a calça dele e fazendo um boquete que deixou o Elias admirado. As baianas sabiam das coisas, foi  o que ele pensou. 


Ele babava vendo os seios dela...

E via ela lambendo, engolindo... que maravilha!

Aí ela levantou, ele tirou o shortinho dela, viu que usava uma calcinha de renda, olhou atrás, fio dental, bunda maravilhosa. Tirou a calcinha por trás e ao virar a Clara... levou um susto!

- Ei, mas o que é isso?

- Ora... meu pinto...

- É maior que o meu!

- Se tiver receio, só você me come, eu não te como!

-Peraí... eu achei que você  era mulher!

- Como assim, você entra num site de acompanhantes trans e acha que sou mulher?

- Eu fiz isso?

- Claro, eu é que não fiz. Você me procurou, não fui eu que te procurei...

- Nossa...

- Entrou em site errado, pelo visto...Bem, estava bom demais par ser verdade. Deixa eu ir embora.

- Calma... vamos conversar. Eu peço desculpas, realmente não estou acostumado com esse negócio de internet e cometi um erro.  Mas... você pode ser uma experiência nova pra mim, nunca transei antes assim.

- Você é quem sabe.

- Então, como a gente começa?

- Bem, eu já tinha começado com o boquete... agora depende de você, se quiser fazer em mim, se não quiser, meu rabo está à sua disposição.

- Vou te comer então... 


Ele comeu o cu dela, não era tão diferente assim não...

Ali na cobertura havia alguma cadeiras, Clara colocou o pé direito numa delas e o esquerdo na chão, pediu ao Elias para usar camisinha e ele então meteu. Era a primeira vez que ele comia um cu que não era totalmente feminino. Mas achou legal.

Habituado com mulheres, ele levou a mão ao local onde deveria estar a xotinha, mas encontrou o pau da Clara. Não se incomodou de pegar nele, viu que estava duro e ficou punhetando, achando divertido o que estava fazendo. Depois a Clara o cavalgou e pelo vidro da porta da cobertura ele via o pau dela subindo e descendo... que pau grande que ela tinha!

Comeu-a de ladinho também... e ficou pensando que não era tão diferente assim a transa com alguém como a Clara, não sabia se era ele ou ela... mas não via diferença com transar com uma mulher. As mesmas posições, até os gemidos dela eram iguais aos de uma mulher... realmente era uma grande experiência.

Gozou, enchendo a camisinha de porra.

- Ficou satisfeito, Elias? Sei que não era o que você planejara...

- É, não era, mas não vou mentir, gostei sim, muito.

- Que bom, gosto quando gostam. Deixa eu ir então.

- Tem algum outro programa agendado pra hoje?

- Não, só faço um por dia.

- Pode passar o dia comigo?

- Posso, mas você sabe que o preço é diferente...

- Sem problemas.

- O que vamos fazer? Passear, ir a praia?

- Não... nada disso, vamos ficar aqui o dia inteiro.

- Gente... ele gostou mesmo, mas não venha pedir em casamento depois, hein?

- Quem sabe? Quero tomar um banho com você.

- Vamos lá!  

Foi um banho muito gostoso e o nosso Elias finalmente ficou com vontade de pegar e chupar o pauzão da Clara. Comparou os dois cheios de espuma, o dela era maior do que o dele mesmo! Espantoso! 



O rapaz ficou louco vendo... mas depois saiu correndo1

Como não havia nada para comer, ele pediu uma pizza e quando o entregador chegou, ela falou que ia pegar. Colocou uma toalha na frente do corpo, o entregador já ficou de olhos bem abertos, ela pegou a pizza e falou para ele esperar que ia pegar o dinheiro., foi até o Elias e o entregador ficou vendo a bunda dela, nuinha da silva... ficou doido! E aí, quando ela trouxe o dinheiro e entregou a ele... a tolha caiu e ele viu o pintão. Saiu rapidamente do lugar! Clara e Elias riam até não poder mais.

De tarde, assistiram televisão, abraçadinhos, trocando carícias, beijos e chupadas.

Ele colocou música, dançaram... e treparam de novo.

Quando a noite começou a chegar, Clara chegou à cobertura e viu a lua nascendo, lua cheia, nascendo no mar... viu que havia vários casais se beijando nas coberturas e apartamentos vizinhos, alguns já sem roupa alguma e chamou o Elias.

- Quero trepar de novo. Olha que lua! Nunca trepei com uma lua dessas. Senta aqui.

Ele sentou e Clara sentou no pau dele e o cavalgou, olhando o tempo todo para a lua que subia do mar... lindo luar .

Elias não se conteve., tirou a Clara de seu pau e falou que queria experimentar.

E deu o cu pela primeira vez na vida. Tinha que viver aquela experiência, o que não significava que continuaria dando pelo resto da vida. Mas aquele dia passado com a Clara foi algo que ele nunca esqueceu!

A bicicleta quebrou. Quem parou para ajudar foi premiado!

 Há males que vem pra bem

(escrito por Kaplan)

 

A jovem Silvia, adepta de uma mente sã num corpo são, gostava muito de pedalar, o que deixava todos que a viam naqueles shortinhos reveladores muito felizes! Que pernas eram aquelas! Faziam as pessoas imaginarem o resto do corpo dela! 

Ela sabia deixar todo mundo com tesão... que pernas!


Lá estava ela, pedalando pela estrada. Andava quase 30 quilômetros toda manhã. Ia toda feliz quando sentiu que a bike quebrara e ela quase foi ao chão. Assustada, pois estava bem longe de casa, ficou tentando dar um jeito, mas nada.

Tinha de esperar passar alguém para levá-la de volta. Consertar em pleno domingo era impossível.

A sorte dela é que o senhor Venceslau, um maduro bem simpático, que já a conhecia, vinha chegando com seu carro e ao vê-la, parou e foi ver o que estava acontecendo.

- Menina, mas que azar o seu... tem jeito de consertar isso aqui não, vai ter de esperar amanhã. Tem um mecânico que mora perto de mim, eu levarei pra você. Venha, vamos levar a bicicleta e a linda dona dela pra cidade.

- Ô, seu Venceslau, que sorte a minha  senhor ter passado aqui... e obrigada pelo linda!

- Isso você agradeça aos seus pais... eu só reconheço!

- O senhor é uma graça...

Ela falou sinceramente porque se sentia atraída por ele. Não sabia se era pela gentileza de carregar a bike e se prontificar a levar ao mecânico, ou por ter elogiado, mas ela se sentiu atraída e lembrou que há tempos uma amiga falara com ela como os homens mais velhos são melhores trepadores.  Ela sentiu que poderia verificar isso.

Então, quando chegaram à casa dele e ele tirou a bicicleta do carro para colocá-la na garagem e falou que ia levar a Silvia pra casa dela, ela perguntou se ele não tinha um café para ela.

E perguntou com uma voz tão doce e sensual, que despertou velhos instintos no Venceslau. Ela era maior de idade...

Então levou-a para dentro de casa. E ela demonstrou que não queria café, queria o dono do café.

- Fiquei com um calor com essa brincadeira! 



O maduro ficou louco quando viu tudo isso!

E tirou a camiseta e o short, ficou só de calcinha, pois não estava de sutiã.

Venceslau ficou louco de tesão... que mulher! E por que estava fazendo aquilo?

- Quero te agradecer por tudo. Não se preocupe, ninguém vai saber de nada que acontecerá aqui.

Foi até ele e tirou toda a roupa dele, sentou-o no sofá e começou um boquete que fez o Venceslau lembrar-se de seus tempos de moço, quando recebia boquetes das namoradas... Ela, por sua vez, estava admirada do belo pau dele, grande, cheio de veias... ia agradecer de jeito!

Cavalgou-o, que beleza era ter aquele pau duríssimo dentro dela, cutucando até a alma!

Ele a deitou, sem tirar  o pau de dentro e ela ficou de lado e ele atrás, metendo sem parar e aproveitando para beijar os seios dela.

Ele teve uma grande surpresa quando estavam fazendo um 69 e ela perguntou se poderia fazer algo que as namoradas dele nunca fizeram, provavelmente! Ele não tinha ideia do que era e falou que podia. E ganhou, além das chupadas no pau, umas lambidas no cu que fizeram ele estremecer todo. O que era aquilo! Tesão com uma língua no rabo! Ele nunca imaginara tal coisa, e estava ali, gostando da coisa! 


Concordou com a amiga... maduros são melhores do que verdes!

Mas parou e foi comê-la de quatro no sofá. Silvia estava controlando o tempo que ele gastaria para satisfaze-la, graças a um relógio de parede. Tinham entrado na casa as 9:10 e já eram 9:45. E o maduro continuava firme,o pau até parecia que ficara mais duro com as lambidas no cu, e metendo, metendo... ela gozou aos 40 minutos, mas continuou recebendo as bombadas dele. Começou a entender porque  a amiga tinha falado aquilo...

Ainda foi estocada por mais 15 minutos, estava suando, ele também, e finalmente ele gozou.

Falou com ele que precisava tomar um banho, não podia chegar em casa toda suada de sexo. Ia dar muito na cara.

Ele deu um banho nela, que coisa mais carinhosa... e ela perguntou se ele tinha gostado da surpresa que ela fizera. Ele disse que sim e perguntou onde ela aprendera aquilo. Ela riu  e desconversou, não podia contar que o irmão dela é que ensinara, pois também gostava de um fio terra...

- Amanhã eu te levo a bicicleta, assim que meu amigo terminar de consertar.

- Não, por favor,não leve. Me telefone que eu faço questão de tomar outro café com o senhor!

 

quinta-feira, 4 de março de 2021

As duas se gostavam, mas o irmão de uma gostava das duas

 Foram as melhores férias das vidas deles

(escrito por Kaplan)

 

Aqui vamos contar vários episódios de umas pequenas férias de 10 dias que duas amigas queridíssimas e o irmão de uma delas viveram na fazenda dos pais dos dois irmãos. Márcia e Teodomiro eram os irmãos, e a amiga atendia pelo nome de Eduarda. Por causa dessa confusão das greves, o calendário da faculdade foi todo modificado e os períodos de férias foram encurtados, daí essas estranhas férias de 10 dias.

Mas isso não importa. O fato que nos interessa é que Márcia e Eduarda eram amantes, mas não eram homossexuais, eram bi. E o Teo gostava do mesmo modo da irmã e da amiga.

Só que ele começou a se sentir meio de lado, pois as duas, aproveitando que não havia ninguém por lá, a casa da fazenda estava por conta deles, as duas, eu dizia, viviam se pegando pela casa e pelas redondezas. E ele, só vendo... 

Essas duas se tocavam o dia todo!

Como, no primeiro dia, ele ia andando e viu as duas no maior pega, na ponte que tinha sobre o riacho que passava lá. A Márcia já estava com seios à mostra e a Eduarda estava quase assim também. Ele foi passando, as duas o viram com carinha triste e o chamaram.

- Fica assim não, mano... a gente só tá dando uma aproveitada, mas não vamos te abandonar não.

E para provar isso, elas tiraram a camisa dele e depois a bermuda e ambas deram uma gostosa chupada no pau dele.

- Tá vendo Duda, como que o pau dele é lindo? Eu fico doida com este mano... chupo todo dia, nem que seja só uma chupadinha ligeira, mas não dispenso não.  Vai, aproveita, cherie!

E a Eduarda não perdoou, chupou mesmo, vendo o pau dele endurecer totalmente dentro de sua boca. Que sensação gostosa. E ele adorando ver as duas beijando seu pau e na sequencia beijando-se e passando as mãos nos seios... os da irmã ele já conhecia e pretendia conhecer não apenas os seios mas  o corpo todo da amiga, tão elogiada pela Márcia.

- Quantas vezes eu vou poder usar o seu irmão?

- Quantas você quiser... ele é todo nosso essas férias!

- Então deixa eu chupar mais um pouco. Tá mais feliz agora, querido?

- Agora ficou legal.

E a Eduarda voltou ao boquete nele.

- Muito bom... não quero nem imaginar ele entrando em mim... Todo seu, Márcia!

Passou a bola, melhor, o pau para a amiga que chupou mais um bocado. Devolveu pra Duda que não conversou, enfiou o pau na boca. 


A amiga adorou o pau dele!

- Você tem razão...se eu tivesse um irmão com um pinto desses, ia chupar todo dia também. E acho que vou experimentar tudo dele agora mesmo.

Duda tirou a roupa toda, era linda e aí resolveu trepar com ele ali mesmo.. Primeiro ela ganhou uma chupada na xotinha dada pela amiga.

- Nossa, agora fiquei na dúvida se transo com ele ou com você... brincadeira, vem cá moço, me mostra tudo que você sabe!

Foi em pé mesmo. Ele estava em pé, a Duda também,e a Márcia, agachada, levou o pau dele à  xotinha da amiga e ele pode começar a dar as estocadas que ela queria receber. E a Márcia também tirou a roupa e ficou se esfregando nos dois. Ali não havia preocupação com gozo, com orgasmo, era só divertimento,o que fez com que a Duda saísse do pau dele e o enfiasse no cuzinho da Márcia.

- Traidora! Gritou a Márcia, e todos riram muito.

Vestiram-se e caminharam pra casa.

- Gente, vamos organizar essa orgia. Hoje, já que começamos com ménage, fica assim até a gente dormir. Amanha, o dia todo, mano, você fica de fora, será nosso dia. Depois, será seu dia com a Duda e depois seu dia comigo e depois mais ménages. Topam?

Os dois concordaram. Chegaram à casa, já era de tarde, foram tomar banho,os três juntos, e tome beijos e chupadas...

E de noite, na cama, ele pôde comer as duas com mais calma, demonstrando toda sua capacidades de dar prazer às companheiras. Dormiram juntos e de manhã o Teo foi pra seu quarto, ficou vendo TV e lendo, só imaginando o que as duas estariam fazendo...

De fato, elas começaram logo cedo, ali no sofá da sala. Márcia, totalmente nua, pernas arreganhadas e Duda, só de calcinha, ajoelhada na frente dela chupando-a sem parar. Márcia gemia, enlouquecida, lembrava-se que fora justamente uma chupada dela numa festa, todo mundo bêbado, que a fizera resolver sua sexualidade: gostava de homens e de mulheres também. Nunca um homem  a chupara daquele jeito!

Duda parou e foi se inclinar sobre a amiga e beija sua boca.

Então, foi a vez de Márcia retribuir, tirou a calcinha da amiga, passou as mãos na bundinha dela, beijou e depois se ajoelhou para chupar a xotinha dela. Não só chupar, também massagear o clitóris, dando um prazer total a ela. E quando começou a dar lambidas na xotinha, no cuzinho, Duda revirou os olhos. Aquilo era o supra sumo... 


Nadar nuas... sem ninguém vendo!

Bem, depois dessa manhã, elas saíram pela fazenda, foram nadar peladas naquele riacho e aproveitaram para beijos e amassos sem conta.

- Nossa, Márcia, que férias serão essas... eu achei que seríamos nós duas apenas, mas seu irmão vai nos fazer muito felizes também... que pinto, o dele. Bem que você me falou, não fez propaganda enganosa não. Tem muto tempo que vocês transam?

- Transar mesmo tem pouco tempo, a gente já era maior. Mas na adolescência começamos a nos descobrir, a gente tinha uma barraca lá em casa, e a armávamos no quintal. Depois que a gente chegava das aulas, íamos ficar lá e com um vizinho, muito amigo do Teo. Aí, com as mudanças nos corpos da gente, ficávamos curiosos e começamos a nos ver, pelados. Esse vizinho era safado, tinha umas revistas pornográficas, levava pra gente ver e daí para começarmos a dar chupadas não custou, mas nunca transamos pra valer não. Era só a curiosidade mesmo. Aí a gente mudou pro apartamento atual, perdemos o contato com ele e logo eu e Teo passamos no vestibular e ficando sozinhos em casa, à tarde, tinha dias que a gente lembrava da barraca, das revistas, do vizinho e resolvemos fazer as coisas que fazíamos, tipo chupar, daí para trepar... e aí te encontro... e ganho aquela chupada fenomenal na festa. Minha vida sexual foi resolvida ali. Graças a você, minha amada amante!

E mais beijos encerram a manhã no riacho. Voltaram correndo, nuas, para a casa, rindo, felizes da vida. 

Um espetáculo as duas nuas!

Almoço e como ninguém é de ferro, uma cochilada boa... dormindo abraçadinhas.

Mais tarde, transaram novamente, na cama mesmo. E à noite, mais beijos e amassos, e chupadas até que dormiram.

Na manha seguinte, Teo foi acordado com Duda nua pulando em sua cama.

- Bom dia, querido! Hoje é nosso dia e quero começar sendo bem comida. Aproveite!

Ele aproveitou! Já dormira super excitado pensando o que as duas teriam feito, dormira de pau duro e agora a loura maravilhosa ali, nua, na sua cama... uau!

Se engalfinharam, beijos, chupadas, 69, cavalgada, cachorrinho, ela se esgotou de tanto gozar. Que sorte a dela encontrar um casal de irmãos tão ávidos de sexo!

Depois do café, deixaram a irmã dele em casa e foram curtir uma caminhada. Eis que encontram uma estátua de um cavalo, surpresa total para ela, que resolveu montar no bicho e ele teve de empurrá-la pela bunda para que ela conseguisse. E aí, ele montou atrás, ficou segurando-a pela cintura e brincaram de cavalgar.

Subitamente, ela viu que seu vestido começava a subir, era o Teo tirando-o e deixando-a só de calcinha,pegando nos seios dela, beijando-a na nuca. E a mão dele entrando dentro de sua calcinha... nossa, que loucura era aquilo.

- Nunca trepei trepada num cavalo...

- Então vai ser hoje...

Ele saiu, tirou a calça, pegou-a no colo e tirou a calcinha e voltaram para cima da estátua, mas ele sentou primeiro e ela sentou nele, e foi assim a cavalgada em cima do cavalo. Risos e mais risos. Vestiu a calcinha, ele a calça, mas ela não pôs o vestido. 


Um banco providencial... e crau!!1

Continuaram caminhando e encontraram um banco, ele sentou, ela sentou no colo dele e e se beijaram longamente. E a mão dele voltou  se insinuar dentro da calcinha, e o jeito foi gemer loucamente. Ele tirou a calcinha e deu uns amassos na bundinha dela, passou o dedo no reguinho, enfiou na xotinha e beijou tudo. E ainda insinuou outro dedo no cuzinho e não houve protestos. 

Mas antes que ele tomasse a iniciativa, ela ajoelhou na frente dele, abaixou a calça e fez um boquete no pau que tanto admirara. E depois, ela sentou pra cavalgar direito, afinal, aquela em cima da estátua tinha sido só de brincadeira.

Dessa vez, foi pra valer e não parou enquanto não gozou. E ele também.

- Já falei com sua irmã e repito: essas férias vão ficar na história!

Resolveram voltar à casa, estavam famintos. Ela só catou a calcinha e o vestido e viu que ele ia se vestir, reclamou, ele atendeu e foram os dois, pelados para a casa.

Márcia estava justamente esquentando a pizza do dia quando eles entraram. Sorriu, feliz ao ver que os dois tinham se dado bem.

Depois do almoço Márcia foi nadar e os dois ficaram na casa, vendo um filme na TV. E foi em frente à tela da TV que eles treparam de novo, de cachorrinho para que pudessem ver o final do filme.

Foram nadar, a Márcia já tinha nadado e estava espichada, nua, tomando solzinho da tarde.

- Querem que eu saia?

- Claro que não... pode ficar aí, querida!

O nado deles não teve nada de especial, só beijos e amassos. Guardaram as energias para a noite e teve mais uma cavalgada na cama, que a levou ao gozo novamente.

De manhã cedo, ela deu um beijo e uma chupada no pau dele e saiu. Logo depois a irmã entrou, também já pelada e pronta para  o que desse e viesse.

Transar com a irmã não era novidade para Teo. E eles começaram no quarto mesmo, depois de ela ter agradecido, mais uma vez, por estar ali dando prazer a ela e à amiga.

Ele a comeu, em pé, na frente de uma cômoda que tinha espelhos e ambos ficaram vendo suas expressões de prazer quando ele bombava em sua xotinha. 


Nada como um bom cuzinho...

Depois do café, eles voltaram ao quarto para decidir o que fazer, pois estava chovendo, então acabaram trepando na cama mesmo.  Cachorrinho e cavalgada fizeram a delícia das duas, porque a Duda veio ver o que estava rolando e com não tinham combinado que não poderiam ver, eles deixaram ela ver toda a transa.

E conversaram muito, pois o que fazer com aquela chuva caindo?

Só treparam de novo algumas horas após o almoço, dessa vez sem assistência. De noite, na cama, outra trepada gostosa. E já pensando o que fazer no dia seguinte quando os três estariam  juntos de novo.

Novo dia de ménage. Começou cedo, com a Duda indo para a cama onde Teo e Márcia já estavam e ela foi pegando a Márcia, enchendo-a de beijos e o Teo aproveitando para dar uma senhora lambida no cuzinho da Duda, enfiando também um dedo. Ele queria comer o cuzinho das duas e seria logo de manhã. Elas não se incomodaram nem um pouco, gostavam, viviam colocando consolos lá uma na outra, então ficaram de quatro, lado a lado para ele poder fazer o que queria. 


Comer duas ao mesmo tempo...
E ele foi metendo, ora num, ora no outro, até sentir que seu gozo ia sair, tirou o pau e gozou nas duas bundinhas.

Dali foram para um banho e depois foram tomar o café da manhã. Todo mundo pelado e cada hora uma vinha e sentava no pau dele, oferecendo um pedaço de bolo, um biscoito, uma fruta.

Voltaram para a cama, Duda deitou-se, Márcia deitou-se sobre ela, mas na perpendicular porque queria chupar o Teo, que estava em pé, ao lado da cama.

- Bem que você disse que não passa um dia sem dar uma chupada nele...

- Passo mesmo não... adoro! Mas eu adoro te chupar também!

E começou a chupar a xotinha da Duda, que se sentiu liberada para pegar o pau do Teo e chupar também...

E foi um tal de chupar xotas e pau, e Duda fez 69 com a Márcia, depois fez com o Teo e ele também fez com a irmã... um frenesi total!

E as duas chupando juntas o pau dele e aproveitando o encontro das bocas para se beijarem loucamente...

E depois a Duda sentou no pau dele e a Márcia sentou na boca dele e ele a chupava e a Duda o cavalgava... que homem no mundo tinha a sorte dele?

Foi um festival de gozos naquela cama.

De tarde, o cansaço bateu e os três dormiam profundamente, agarradinhos.

De noite, outra festa de cavalgadas, gozos, e mais sono... e cedinho as duas se retiraram da cama e foram para a cozinha, mas antes vestiram algo, para ficar diferente...

Mais um dia só das duas. E morrendo de rir, as duas chegaram à cozinha de camisola. O jeito foi cada uma arrancar a da outra, em meio a risadas que até atraíram a atenção do Teo, que chegou lá, pelado e quando viu as duas “brigando” para deixar a outra pelada, logo ficou de pau duro, mas teve de sair, era o dia de ele ficar de fora.

Nuas, em vez de café preferiram beber o leite falso dos seios delas. Foram mamadas e mais mamadas e que depois se tornaram chupadas. Márcia colocou a Duda sentada na bancada da pia e mandou ver com sua língua na xotinha da amiga que pulou tanto que chegou a pensar que poderia quebrar a pia... 


Até banana entrou na jogada!

E quando Márcia sentou na mesa, Duda pegou uma banana, descascou e enfiou na xotinha dela, fez uns movimentos de vai e vem, depois tirou e comeu um pedaço dando outro para a Márcia.

-  Essa é autêntica banana com mel...o mel mais delicioso do mundo, o seu!

- Isso foi a coisa mais linda que já ouvi... amiga, como poderei um dia agradecer tudo que você já me proporcionou?

- Podemos casar...

- Acha que já não pensei nisso? Mas acho que seria muito complicado em termos de família. Sua família aceitaria? A minha eu tenho certeza que não.

- Mas temos uma chance... caso com seu irmão e você vem morar conosco...

- Nossa! Seria o paraiso... Olha, vamos acabar com ele, dar uma surra de boceta nele para convence-lo de nossa ideia. Temos cinco dias pra isso.

O coitado do Teo ate hoje não sabe como saiu vivo daquela fazenda. Elas mudaram o esquema de transas que haviam bolado e passou a ser cada um por si. E as duas, de comum acordo, não deram sossego a ele, trepando com ele a todo momento, teve um dia que ele foi chamado à responsabilidade oito vezes! Quatro com cada uma! Era o propósito delas e ele acabou por aceitar por livre e espontânea pressão, a pensar em casar com a Duda. Até que isso foi bem aceito, mas os pais dele se recusaram a deixar a Márcia ir morar com ele.