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quinta-feira, 4 de março de 2021

As duas se gostavam, mas o irmão de uma gostava das duas

 Foram as melhores férias das vidas deles

(escrito por Kaplan)

 

Aqui vamos contar vários episódios de umas pequenas férias de 10 dias que duas amigas queridíssimas e o irmão de uma delas viveram na fazenda dos pais dos dois irmãos. Márcia e Teodomiro eram os irmãos, e a amiga atendia pelo nome de Eduarda. Por causa dessa confusão das greves, o calendário da faculdade foi todo modificado e os períodos de férias foram encurtados, daí essas estranhas férias de 10 dias.

Mas isso não importa. O fato que nos interessa é que Márcia e Eduarda eram amantes, mas não eram homossexuais, eram bi. E o Teo gostava do mesmo modo da irmã e da amiga.

Só que ele começou a se sentir meio de lado, pois as duas, aproveitando que não havia ninguém por lá, a casa da fazenda estava por conta deles, as duas, eu dizia, viviam se pegando pela casa e pelas redondezas. E ele, só vendo... 

Essas duas se tocavam o dia todo!

Como, no primeiro dia, ele ia andando e viu as duas no maior pega, na ponte que tinha sobre o riacho que passava lá. A Márcia já estava com seios à mostra e a Eduarda estava quase assim também. Ele foi passando, as duas o viram com carinha triste e o chamaram.

- Fica assim não, mano... a gente só tá dando uma aproveitada, mas não vamos te abandonar não.

E para provar isso, elas tiraram a camisa dele e depois a bermuda e ambas deram uma gostosa chupada no pau dele.

- Tá vendo Duda, como que o pau dele é lindo? Eu fico doida com este mano... chupo todo dia, nem que seja só uma chupadinha ligeira, mas não dispenso não.  Vai, aproveita, cherie!

E a Eduarda não perdoou, chupou mesmo, vendo o pau dele endurecer totalmente dentro de sua boca. Que sensação gostosa. E ele adorando ver as duas beijando seu pau e na sequencia beijando-se e passando as mãos nos seios... os da irmã ele já conhecia e pretendia conhecer não apenas os seios mas  o corpo todo da amiga, tão elogiada pela Márcia.

- Quantas vezes eu vou poder usar o seu irmão?

- Quantas você quiser... ele é todo nosso essas férias!

- Então deixa eu chupar mais um pouco. Tá mais feliz agora, querido?

- Agora ficou legal.

E a Eduarda voltou ao boquete nele.

- Muito bom... não quero nem imaginar ele entrando em mim... Todo seu, Márcia!

Passou a bola, melhor, o pau para a amiga que chupou mais um bocado. Devolveu pra Duda que não conversou, enfiou o pau na boca. 


A amiga adorou o pau dele!

- Você tem razão...se eu tivesse um irmão com um pinto desses, ia chupar todo dia também. E acho que vou experimentar tudo dele agora mesmo.

Duda tirou a roupa toda, era linda e aí resolveu trepar com ele ali mesmo.. Primeiro ela ganhou uma chupada na xotinha dada pela amiga.

- Nossa, agora fiquei na dúvida se transo com ele ou com você... brincadeira, vem cá moço, me mostra tudo que você sabe!

Foi em pé mesmo. Ele estava em pé, a Duda também,e a Márcia, agachada, levou o pau dele à  xotinha da amiga e ele pode começar a dar as estocadas que ela queria receber. E a Márcia também tirou a roupa e ficou se esfregando nos dois. Ali não havia preocupação com gozo, com orgasmo, era só divertimento,o que fez com que a Duda saísse do pau dele e o enfiasse no cuzinho da Márcia.

- Traidora! Gritou a Márcia, e todos riram muito.

Vestiram-se e caminharam pra casa.

- Gente, vamos organizar essa orgia. Hoje, já que começamos com ménage, fica assim até a gente dormir. Amanha, o dia todo, mano, você fica de fora, será nosso dia. Depois, será seu dia com a Duda e depois seu dia comigo e depois mais ménages. Topam?

Os dois concordaram. Chegaram à casa, já era de tarde, foram tomar banho,os três juntos, e tome beijos e chupadas...

E de noite, na cama, ele pôde comer as duas com mais calma, demonstrando toda sua capacidades de dar prazer às companheiras. Dormiram juntos e de manhã o Teo foi pra seu quarto, ficou vendo TV e lendo, só imaginando o que as duas estariam fazendo...

De fato, elas começaram logo cedo, ali no sofá da sala. Márcia, totalmente nua, pernas arreganhadas e Duda, só de calcinha, ajoelhada na frente dela chupando-a sem parar. Márcia gemia, enlouquecida, lembrava-se que fora justamente uma chupada dela numa festa, todo mundo bêbado, que a fizera resolver sua sexualidade: gostava de homens e de mulheres também. Nunca um homem  a chupara daquele jeito!

Duda parou e foi se inclinar sobre a amiga e beija sua boca.

Então, foi a vez de Márcia retribuir, tirou a calcinha da amiga, passou as mãos na bundinha dela, beijou e depois se ajoelhou para chupar a xotinha dela. Não só chupar, também massagear o clitóris, dando um prazer total a ela. E quando começou a dar lambidas na xotinha, no cuzinho, Duda revirou os olhos. Aquilo era o supra sumo... 


Nadar nuas... sem ninguém vendo!

Bem, depois dessa manhã, elas saíram pela fazenda, foram nadar peladas naquele riacho e aproveitaram para beijos e amassos sem conta.

- Nossa, Márcia, que férias serão essas... eu achei que seríamos nós duas apenas, mas seu irmão vai nos fazer muito felizes também... que pinto, o dele. Bem que você me falou, não fez propaganda enganosa não. Tem muto tempo que vocês transam?

- Transar mesmo tem pouco tempo, a gente já era maior. Mas na adolescência começamos a nos descobrir, a gente tinha uma barraca lá em casa, e a armávamos no quintal. Depois que a gente chegava das aulas, íamos ficar lá e com um vizinho, muito amigo do Teo. Aí, com as mudanças nos corpos da gente, ficávamos curiosos e começamos a nos ver, pelados. Esse vizinho era safado, tinha umas revistas pornográficas, levava pra gente ver e daí para começarmos a dar chupadas não custou, mas nunca transamos pra valer não. Era só a curiosidade mesmo. Aí a gente mudou pro apartamento atual, perdemos o contato com ele e logo eu e Teo passamos no vestibular e ficando sozinhos em casa, à tarde, tinha dias que a gente lembrava da barraca, das revistas, do vizinho e resolvemos fazer as coisas que fazíamos, tipo chupar, daí para trepar... e aí te encontro... e ganho aquela chupada fenomenal na festa. Minha vida sexual foi resolvida ali. Graças a você, minha amada amante!

E mais beijos encerram a manhã no riacho. Voltaram correndo, nuas, para a casa, rindo, felizes da vida. 

Um espetáculo as duas nuas!

Almoço e como ninguém é de ferro, uma cochilada boa... dormindo abraçadinhas.

Mais tarde, transaram novamente, na cama mesmo. E à noite, mais beijos e amassos, e chupadas até que dormiram.

Na manha seguinte, Teo foi acordado com Duda nua pulando em sua cama.

- Bom dia, querido! Hoje é nosso dia e quero começar sendo bem comida. Aproveite!

Ele aproveitou! Já dormira super excitado pensando o que as duas teriam feito, dormira de pau duro e agora a loura maravilhosa ali, nua, na sua cama... uau!

Se engalfinharam, beijos, chupadas, 69, cavalgada, cachorrinho, ela se esgotou de tanto gozar. Que sorte a dela encontrar um casal de irmãos tão ávidos de sexo!

Depois do café, deixaram a irmã dele em casa e foram curtir uma caminhada. Eis que encontram uma estátua de um cavalo, surpresa total para ela, que resolveu montar no bicho e ele teve de empurrá-la pela bunda para que ela conseguisse. E aí, ele montou atrás, ficou segurando-a pela cintura e brincaram de cavalgar.

Subitamente, ela viu que seu vestido começava a subir, era o Teo tirando-o e deixando-a só de calcinha,pegando nos seios dela, beijando-a na nuca. E a mão dele entrando dentro de sua calcinha... nossa, que loucura era aquilo.

- Nunca trepei trepada num cavalo...

- Então vai ser hoje...

Ele saiu, tirou a calça, pegou-a no colo e tirou a calcinha e voltaram para cima da estátua, mas ele sentou primeiro e ela sentou nele, e foi assim a cavalgada em cima do cavalo. Risos e mais risos. Vestiu a calcinha, ele a calça, mas ela não pôs o vestido. 


Um banco providencial... e crau!!1

Continuaram caminhando e encontraram um banco, ele sentou, ela sentou no colo dele e e se beijaram longamente. E a mão dele voltou  se insinuar dentro da calcinha, e o jeito foi gemer loucamente. Ele tirou a calcinha e deu uns amassos na bundinha dela, passou o dedo no reguinho, enfiou na xotinha e beijou tudo. E ainda insinuou outro dedo no cuzinho e não houve protestos. 

Mas antes que ele tomasse a iniciativa, ela ajoelhou na frente dele, abaixou a calça e fez um boquete no pau que tanto admirara. E depois, ela sentou pra cavalgar direito, afinal, aquela em cima da estátua tinha sido só de brincadeira.

Dessa vez, foi pra valer e não parou enquanto não gozou. E ele também.

- Já falei com sua irmã e repito: essas férias vão ficar na história!

Resolveram voltar à casa, estavam famintos. Ela só catou a calcinha e o vestido e viu que ele ia se vestir, reclamou, ele atendeu e foram os dois, pelados para a casa.

Márcia estava justamente esquentando a pizza do dia quando eles entraram. Sorriu, feliz ao ver que os dois tinham se dado bem.

Depois do almoço Márcia foi nadar e os dois ficaram na casa, vendo um filme na TV. E foi em frente à tela da TV que eles treparam de novo, de cachorrinho para que pudessem ver o final do filme.

Foram nadar, a Márcia já tinha nadado e estava espichada, nua, tomando solzinho da tarde.

- Querem que eu saia?

- Claro que não... pode ficar aí, querida!

O nado deles não teve nada de especial, só beijos e amassos. Guardaram as energias para a noite e teve mais uma cavalgada na cama, que a levou ao gozo novamente.

De manhã cedo, ela deu um beijo e uma chupada no pau dele e saiu. Logo depois a irmã entrou, também já pelada e pronta para  o que desse e viesse.

Transar com a irmã não era novidade para Teo. E eles começaram no quarto mesmo, depois de ela ter agradecido, mais uma vez, por estar ali dando prazer a ela e à amiga.

Ele a comeu, em pé, na frente de uma cômoda que tinha espelhos e ambos ficaram vendo suas expressões de prazer quando ele bombava em sua xotinha. 


Nada como um bom cuzinho...

Depois do café, eles voltaram ao quarto para decidir o que fazer, pois estava chovendo, então acabaram trepando na cama mesmo.  Cachorrinho e cavalgada fizeram a delícia das duas, porque a Duda veio ver o que estava rolando e com não tinham combinado que não poderiam ver, eles deixaram ela ver toda a transa.

E conversaram muito, pois o que fazer com aquela chuva caindo?

Só treparam de novo algumas horas após o almoço, dessa vez sem assistência. De noite, na cama, outra trepada gostosa. E já pensando o que fazer no dia seguinte quando os três estariam  juntos de novo.

Novo dia de ménage. Começou cedo, com a Duda indo para a cama onde Teo e Márcia já estavam e ela foi pegando a Márcia, enchendo-a de beijos e o Teo aproveitando para dar uma senhora lambida no cuzinho da Duda, enfiando também um dedo. Ele queria comer o cuzinho das duas e seria logo de manhã. Elas não se incomodaram nem um pouco, gostavam, viviam colocando consolos lá uma na outra, então ficaram de quatro, lado a lado para ele poder fazer o que queria. 


Comer duas ao mesmo tempo...
E ele foi metendo, ora num, ora no outro, até sentir que seu gozo ia sair, tirou o pau e gozou nas duas bundinhas.

Dali foram para um banho e depois foram tomar o café da manhã. Todo mundo pelado e cada hora uma vinha e sentava no pau dele, oferecendo um pedaço de bolo, um biscoito, uma fruta.

Voltaram para a cama, Duda deitou-se, Márcia deitou-se sobre ela, mas na perpendicular porque queria chupar o Teo, que estava em pé, ao lado da cama.

- Bem que você disse que não passa um dia sem dar uma chupada nele...

- Passo mesmo não... adoro! Mas eu adoro te chupar também!

E começou a chupar a xotinha da Duda, que se sentiu liberada para pegar o pau do Teo e chupar também...

E foi um tal de chupar xotas e pau, e Duda fez 69 com a Márcia, depois fez com o Teo e ele também fez com a irmã... um frenesi total!

E as duas chupando juntas o pau dele e aproveitando o encontro das bocas para se beijarem loucamente...

E depois a Duda sentou no pau dele e a Márcia sentou na boca dele e ele a chupava e a Duda o cavalgava... que homem no mundo tinha a sorte dele?

Foi um festival de gozos naquela cama.

De tarde, o cansaço bateu e os três dormiam profundamente, agarradinhos.

De noite, outra festa de cavalgadas, gozos, e mais sono... e cedinho as duas se retiraram da cama e foram para a cozinha, mas antes vestiram algo, para ficar diferente...

Mais um dia só das duas. E morrendo de rir, as duas chegaram à cozinha de camisola. O jeito foi cada uma arrancar a da outra, em meio a risadas que até atraíram a atenção do Teo, que chegou lá, pelado e quando viu as duas “brigando” para deixar a outra pelada, logo ficou de pau duro, mas teve de sair, era o dia de ele ficar de fora.

Nuas, em vez de café preferiram beber o leite falso dos seios delas. Foram mamadas e mais mamadas e que depois se tornaram chupadas. Márcia colocou a Duda sentada na bancada da pia e mandou ver com sua língua na xotinha da amiga que pulou tanto que chegou a pensar que poderia quebrar a pia... 


Até banana entrou na jogada!

E quando Márcia sentou na mesa, Duda pegou uma banana, descascou e enfiou na xotinha dela, fez uns movimentos de vai e vem, depois tirou e comeu um pedaço dando outro para a Márcia.

-  Essa é autêntica banana com mel...o mel mais delicioso do mundo, o seu!

- Isso foi a coisa mais linda que já ouvi... amiga, como poderei um dia agradecer tudo que você já me proporcionou?

- Podemos casar...

- Acha que já não pensei nisso? Mas acho que seria muito complicado em termos de família. Sua família aceitaria? A minha eu tenho certeza que não.

- Mas temos uma chance... caso com seu irmão e você vem morar conosco...

- Nossa! Seria o paraiso... Olha, vamos acabar com ele, dar uma surra de boceta nele para convence-lo de nossa ideia. Temos cinco dias pra isso.

O coitado do Teo ate hoje não sabe como saiu vivo daquela fazenda. Elas mudaram o esquema de transas que haviam bolado e passou a ser cada um por si. E as duas, de comum acordo, não deram sossego a ele, trepando com ele a todo momento, teve um dia que ele foi chamado à responsabilidade oito vezes! Quatro com cada uma! Era o propósito delas e ele acabou por aceitar por livre e espontânea pressão, a pensar em casar com a Duda. Até que isso foi bem aceito, mas os pais dele se recusaram a deixar a Márcia ir morar com ele.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Meg era a melhor vizinha que um cara podia ter

Mal chegava ela se oferecia!

(escrito por Kaplan)      

 

De fato, ela sempre ficava interessada e já partia pro ataque sem a necessidade de treinamento, nem de ouvir recomendações de um técnico.

Foi assim com o Jadir, que se mudou pra nosso prédio e foi morar na cobertura bem em frente à nossa.

Só de ver o cara sem camisa recebendo a mudança, e vendo que não havia presença feminina na área, ela já colocou um dos shorts que destacavam sua bunda, uma camiseta que destacava os seios, pois ela não usara sutiã, e foi oferecer seus préstimos ao rapaz e já saber o território em que poderia jogar. 

Que vizinha mais apetitosa!!!


- Bom dia, vizinho! Que bom receber gente nova no prédio! Sou a Meg, que mora bem de frente, e você é o....

- Jadir, meu nome é Jadir, e moro bem em frente a você!

- Ah, adorei isso... tem bom humor, acho fundamental! Bem,mas vim aqui só pra te falar que se você e sua esposa precisarem de algo, podem bater ali que estarei às ordens!

- Muita gentileza sua! Mas acho que não vou poder aceitar, porque não tenho esposa!

- Gente, arrumei um vizinho piadista! Não precisa vir com a esposa, pode vir solteiro mesmo!

Feliz com a descoberta, ela se despediu e entrou em casa. Já pensando que o Jadir estava no papo!

Naquele fim de semana, fomos ao sitio da irmã dela e voltamos, como sempre, trazendo legumes e vegetais da horta. Mas deu para perceber que a quantidade que ela colocou na cesta era bem maior do que a normal. Já fiquei pensando o que poderia ser e, na volta, ela gargalhou e confirmou. Seria a arma para ganhar o Jadir.

E, logo na manhã de segunda, quando abri a porta para ir trabalhar, a porta do apartamento dele estava aberta e ele, sem camisa, arrumava os móveis. Me viu, cumprimentou e logo a Meg apareceu carregando os vegetais e hortaliças que havia trazido pra ele.

Curioso, ele perguntou quem eu era, ela disse que era o marido e ele deve ter ficado meio desanimado sabendo que ela era casada. Mas nada disso importava, ela já foi entrando no apartamento e falando que levara aqueles produtos pra ele e que se ele precisasse, ela poderia ensinar como preparar tudo.

Ele sorriu, preocupado, e mais ficou quando ela começou a ficar perto dele, passando a mão no peito dele e deu-lhe um beijo.

- Epa, Meg... o que foi isso?

- Uai... na minha terra chama-se de beijo...

- Mas seu marido acabou de sair...

- Eu sei, você prefere que eu te beije na frente dele?

- Não... tá maluca!

- Esquece ele, eu falei que vinha passar a manhã com você... a não ser que você não queira!

E lascou mais uns beijos nele. Ele amoleceu. Beijou-a também. 


Passou a mão na bunda dela, o que ela entendeu como um convite para passar a mão no pau dele. E já caiam no sofá, ela sentada nele, ainda  ambos vestidos, e ela esfregando a xota no pau dele, sentindo ele ficar duro. E ele levantou a camiseta dela e mamou nos seios, gostosamente, deixando-a mais enlouquecida ainda.

- Tem certeza de que você é de verdade, Meg? Nunca tive uma vizinha tão gostosa, que me quisesse assim que eu chegasse num prédio.

- Vou te dar uma prova de que sou de verdade.

Saiu de cima dele, abriu braguilha e pôs o pau dele pra fora,fazendo um gostoso boquete.

Entusiasmado, ele tirou a calça e a cueca,ficou totalmente pelado, em pé, ela ajoelhou na frente dele e continuou com o boquete.

Aí foi a vez de ele colocá-la deitada no sofá, tirar o shortinho e a camiseta, deixando-a tão nua quanto ele. E mandou ver numa chupada magistral na xotinha dela. Ainda bem que naquele prédio só havia dois apartamentos por andar... porque o que ela gemeu... 


Ela agradou bastante do novo vizinho...

Fizeram um 69 e depois ele a comeu, de cachorrinho e cavalgando. Gozo fantástico, retribuído com outro boquete que permitiu a ela saber o gostinho do rapaz, engoliu tudo!

- Jadir, eu tive a certeza, assim que te vi que seria premiada com uma trepada dessas. Faço uma proposta: a cada dia vamos trepar num aposento diferente, e não me enrole porque eu conheço e sei quantos aposentos tem seu apê, aqui em baixo e cima. Quando terminarmos o circuito aqui, faremos o mesmo no meu apartamento. Gostou da ideia?

- Gostei, e amanhã então será na cozinha, pois você virá para me ensinar como se lava os vegetais,como descascar as batatas e as cenouras.

- Ótimo, e trate de comprar umas bananas caturras hoje, que vou te ensinar um jeito delicioso de comê-las!

Jadir nem dormiu pensando o que ela iria fazer com as bananas... 


Será que foi isso que ele pensou?


E o que ela fez foi algo que não era a primeira vez que ela fazia... enfiou a banana na xotinha e deu para ele comer. Banana com sabor de Meg...

 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Seu Francisco, o diarista, vai à loucura!


Fez a fama... então deita na cama!

(escrito por Kaplan)

Lembram do seu Francisco? O aposentado que virou diarista e, mais do que isso, comedor de patroas, filhos e filhas de patroas. Pois a fama dele correu o mundo. E atraiu a atenção de Deisiane, que ficou muito interessada em conhecer os dotes dele.

E se antes ele se mostrava meio constrangido, depois de algum tempo ele já se sentia o rei do pedaço. Quando ele foi à casa da Deisiane, por exemplo, ela estava tomando o café da manhã e com algumas bananas na mesa. Pegou numa delas e ficou imaginando se a “banana” do seu Francisco seria como aquela. 

Já me contaram muito sobre sua "banana"...
Ele entrou e ela o convidou a sentar-se e tomar café com ela. Ele aceitou e não se incomodou quando ela começou a passar a mão em sua cabeça, em seu braço. Ele percebeu que ela não o tinha chamado para fazer faxina, ela queria era trepar com ele. Então se ofereceu. E ela também, pois abriu a blusa que vestia e mostrou a ele os seios, que ele beijou e elogiou.

Ela tirou a camisa dele e beijou-lhe o peito, beijou-lhe a boca, ele sentiu, pelos beijos, a imensa necessidade dela de uma transa. Era viúva, devia estar há muito tempo sem uma boa trepada. Ela não perdia tempo, tirava sua calça e começava a tirar a dele, ele acabou ajudando-a, e passava as mãos no corpo dela, vendo a barriguinha já começada, as estrias na bunda... mas isso não o incomodava, sabia que as mulheres mais velhas passavam por essas coisas desagradáveis a elas, mas gostosas a ele.

Há tempos ela não tinha isso...
E quando ela viu o pau do seu Francisco, lembrou-se de quando tinha o marido e chupou-o. Realmente, o tempo não fazia as pessoas esquecerem de certas coisas. Seu Francisco gostou do boquete. Levou-a para a sala, deitou-a no sofá, tirou sua calcinha e chupou a xota, saudosa de uma língua ali. 

E então, ele fez com que ela ficasse de quatro no sofá e comeu-a com todo o vigor que ainda possuía. Ela não sabia se ria de alegria ou se chorava de emoção tendo uma pica dentro dela.

Como o sofá era desses de canto, ela sentou-se no meio, ficando com as pernas bem separadas e aí ele chegou, em pé, e meteu de novo, pela frente.

Ela não parava, quis cavalgar e ele não se opôs. E depois ela desceu e ele ficou enfiando os dedos na xota da Deisiane, conseguiu enfiar três e ela gemeu, alucinada. O marido nunca tinha feito algo parecido...
E ele tornou a meter nela, até ver que ela desfalecia. Então bateu uma punheta e despejou tudo na barriga dela.

- Sua fama é merecida, Francisco. Me proporcionou um grande prazer hoje. E espero que toda terça feira você esteja aqui a postos!

No dia seguinte, ele foi à casa de Camila, que morava sozinha também, mas era bem mais moça do que a Deisiane. Ele sabia que ela não estaria lá, mas tinha deixado a chave no esconderijo, onde ele a pegou, entrou e começou a faxinar.

Ela só chegava de tarde, quase na hora de ele ir embora, mas tinha de esperar porque ela trazia o pagamento do dia... E mais do que isso, trazia uma xotinha louca para “pegar” o pau dele e se deliciar.  

Aguenta nós duas, seu Francisco?
Surpresa! Ela trouxe uma amiga, a Cibele, que, pela cara, demonstrava já saber do que o seu Francisco era capaz. E não é que as duas chegaram, foram ao quarto e voltaram só de lingerie para a sala? Seu Francisco suspirou. Era muita areia pro caminhãozinho dele... Mas teria de encarar! Quem mandou ter a fama? Agora teria de deitar na cama. Mas que prazer ele sentia com isso! Comer belas mulheres e ainda ser pago!

E a Camila já foi puxando-o e tirando sua camisa. Ele estava de bermuda, que usava para trabalhar, ainda não tinha terminado e, portanto, não se trocara.

- Cibele, você precisa ver o pau maravilhoso do Francisco.

E Camila então, tirou a bermuda dele e a Cibele olhou, entusiasmada. Ajoelhou na frente dele e não teve dúvida. Pegou, mexeu, chupou. E a Camila não deixou por menos, foi ajudar a amiga na chupação.

E depois deixou a amiga ser a primeira a cavalgar, mas ficou ajudando, passando a mão nas bolas dele, segurando nas pernas dela, fazendo o seu Francisco desconfiar que as duas deviam brincar uma com a outra.

Teve a certeza, quando Cibele saiu para Camila sentar, mas ela ficou passando a mão na xotinha da amiga, lascou-lhe alguns beijos e mamou nos seios dela. Depois Cibele foi beijar o seu Francisco, enquanto Camila pulava, alegremente.

Terceira rodada: Cibele sentada com as pernas abertas e seu Francisco chupando-a, ajudado pela Camila.
E ele meteu de novo na Cibele, ali sentada, e Camila deitada ao lado dela, beijando-a, alisando suas pernas.

Seu Francisco sabia que isso existia, mas nunca tinha visto tão de perto... que tesão que dava ver as duas beijando... 

Primeira vez que ele viu duas se pegando enquanto ele comia.
Quarta rodada: Camila ficou onde Cibele estava e ele nem saiu do lugar, só trocou de buceta... e lá estava a Cibele se atracando com a Camila, para alegria dele. Metia vendo as duas beijando, vendo Cibele mamando nos fartos seios da Camila.

Quinta rodada: comeu as duas de cachorrinho. Foi quando Camila gozou. E caiu estatelada no tapete. Então ele se encarregou da Cibele, que ficou mais preocupada em beber o leitinho dele do que gozar.
Os três pelados no tapete.

- Seu Francisco, tem várias amigas minhas querendo te conhecer... Posso trazer cada quarta feira uma?
- Se eu disser que não a senhora vai aceitar?
- Lógico que não!
- Então traga, a gente vê o que pode fazer!



terça-feira, 28 de agosto de 2018

O tio comprou uma filmadora e pediu para a sobrinha posar


Isso é um perigo!

(escrito por Kaplan)   

Acreditam nisso? Bem, os mais jovens leitores talvez nem saibam do que vou falar, mas os mais vividos saberão. Filmadora Super 8. Lembraram? 

Acreditem! Isso existiu!

Pois é. Tio Floriano comprou uma, entusiasmado. E saiu filmando tudo que podia. O que não era muita coisa, pois os filmes eram pequenos.
E depois de filmar o cachorro, as flores do jardim, resolveu filmar pessoas. E de quem ele se lembrou? Sim, da sobrinha mais querida, que, aliás, tinha acabado de passar no vestibular. 18 aninhos de muita saúde e beleza. Carmen era o nome dela.

Ele morava sozinho e a chamou para fazer um filminho. O que ele não imaginava era que a Carmen tinha ideias diferentes sobre o filminho... ela sempre foi vidrada no tio. Como ela morava perto e sempre estava junto com ele, acabou tendo um certo tesão com ele. Mas nunca falara nada, mesmo porque esse sentimento aflorara quando ela tinha 16 anos. Sabia que falar nisso com ele ou com alguém era encrenca certa. Mas agora, que já era “de maior”, resolveu aproveitar a deixa. O tio queria fazer um filminho com ela. E ela adorou a ideia e já foi pensando o que iria fazer para apimentar o filminho.

Chegou na casa dele com uma blusinha e uma minissaia. E quando o tio pegou a câmera e começou a filmá-la, ela o interrompeu.

- Ah, tio... vamos fazer uma coisa mais legal. Só ficar filmando meu rosto não fica bom.
- O que você sugere?
- Espera! 

O tio enlouqueceu... como ela chupava!
Ela correu na cozinha. Viu que tinha uma bela penca de bananas lá, pegou uma e descascou-a um pouco. Antes de voltar à sala, ela abriu dois botões da blusa, o que deixava parte dos seios à mostra, porque ela não estava de sutiã.
E quando regressou à sala, falou com ele para filmá-la comendo a banana.
E vocês podem imaginar como ela “comeu” a banana. Na verdade chupou-a, como chupava o pau do namorado, deixando o tio suando frio. O que era aquilo?

Depois que terminou com a banana, vendo a excitação do tio, ela falou:

- Tio, deita ai no chão e me filma de baixo pra cima.

Ele achou interessante a ideia, mas tremeu todo quando começou a filmá-la e ela foi chegando perto e a cabeça dele ficou entre as pernas dela. E o que ele filmava... era a xotinha dela, porque ela não foi de calcinha também não. 

Que lindos! (foto: Kaplan)
Macaco velho, tio Floriano entendeu o que ela estava programando para aquele “filminho”. Levantou-se e viu que ela tirara a blusa. Os seios dela o deixaram de boca aberta. Lindos de morrer!
E ela sentou-se no sofá, com as pernas abertas e a minissaia suspendida. Xotinha à vista.

- Acho que estou ficando louco, Carmen, mas você me seduziu totalmente. Vamos em frente?
- É tudo que quero, tio!

Ele ajoelhou-se entre as pernas dela e deu-lhe uma senhora chupada. Ela gemeu. Tinha certeza de que ele iria lhe dar prazer. E já começara. Aquela chupada era divina!

- Tira a calça, tio...

Ele tirou e ela ajoelhou-se no tapete e fez-lhe um boquete. Ele respirava com dificuldade. Aquilo era algo que ele nunca pensara. Gostava demais da Carmen, mas o que estava rolando ali? Impensável!

Ela deitou-se de lado, no tapete e seu olhar era convidativo. Floriano deitou-se atrás dela e depois de muitas passadas de mão naquele corpo jovem, ele enfiou o pau na xotinha e deu umas bombadas.
Ela gemeu muito. Era tudo que queria!
Ele deitou-se de costas e puxou-a para sentar-se nele. E ela pôde cavalgar no tio, pulou demais, tinha muita energia e adorava cavalgar. Teve seu gozo e o tio continuava firme como uma rocha.
Comeu-a de cachorrinho.
Ela suava, descontrolada.

Leite do tio tinha outro sabor...
- Tio, está ótimo... chega... 

Ele parou, levantou, ela tornou a ajoelhar e voltou a chupar o pau dele até ele gozar. Lambeu os lábios, engoliu boa parte.

- Que pena que você não filmou tudo...
- Ficou louca? Esse filme poderia sumir e aí nós estaríamos na maior encrenca!

- Eu sei, estava brincando. Mas falando sério... vamos ter mais encontros como esse, não vamos? Eu adorei!

- Apesar de nunca ter pensado nisso que aconteceu, eu também gostei. Volte sempre que quiser, meu anjo!


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Os namoradinhos na banheira experimentando as frutas

Não estranhem que hoje só publico um conto. Não é falta deles, tenho centenas já escritos e aguardando, pacientemente, na fila, a ocasião para serem publicados. Mas é que quero comemorar um número expressivo. Este é o conto de número 3.000 que escrevo. Há mais contos aqui no blog, vocês sabem disso, hoje já temos 3.085 contos publicados, só que estes 85 foram colaborações de amigas e amigos leitores. De minha autoria hoje completo os 3.000.
Acho que dá para fazer um livro... o que acham? Me digam o que pensam a respeito!
Kaplan



Frutas? Que frutas?
(escrito por Kaplan)

Vamos e venhamos, amigos e amigas... quando a gente é jovem, arruma namorada ou namorado, a vida vira uma festa, né? Tudo é motivo de alegria, de risos, de trepadas homéricas.
E Karina e Augusto não fugiram à regra. Resolveram ir a um motel, mas antes passaram num mercado e compraram morangos, uvas e cerejas... e foram comer onde? Na banheira do motel!
Chegaram lá, pediram um quarto com banheira de hidro, se despiram, encheram a banheira e colocaram as frutas ali ao lado. 

Morango te excita?

E aí, foram pegando as frutas e se excitando. Ela pegou um morango, espremeu-o em cima dos seios e ficou passando-o nos biquinhos. Na mesma hora o Augusto foi provar aquele morango, que lhe pareceu tão delicioso. E seu pau endurecia e os biquinhos dela também...
Rindo, continuaram a brincadeira. Ela saiu um pouco da banheira, deitou-se ao lado, pegou um cacho de uvas e colocou sobre a xotinha. 

Vem chupar essas uvas... (foto: Kaplan)

E ele, claro, foi chupar as uvas, chupou todas até ver o triângulo que havia ficado sob elas, e aí foi a vez de ele chupar gostosamente a xotinha dela.
Ela voltou a entrar na banheira  e sentiu que era sua vez de proporcionar prazer a ele. Mas olhando as frutas...

- Amor, esquecemos da banana... vou ter de pegar um substituto...

Ele riu, entendeu o que ela queria dizer. E foi levando sua “banana” duríssima para ela colocar na boca e fazer aquele boquete...
Que ele agradeceu falando que não tinham comprado melões... ela entendeu que ele falava dos seios dela e reclamou:

- Ah... não são melões... são menores!
- Nada disso, são melões, adoro melões e vou comer seus melões...

Avançou sobre ela, mamando bastante os peitinhos.
Saíram os dois, deitaram nas toalhas ali do lado, ele esfregou as cerejas e os morangos no corpo dela e lambeu tudo... ela estava quase gozando só com a língua dele na xotinha e no corpo. 

A banana mais deliciosa que eu já provei...

Aproveitou que ele ficou ajoelhado para acariciar a banana dele com os dois pés. E, em seguida, ele enfiou o pau na xotinha dela.
Foram longos minutos de meteção, que a levaram ao delírio.
Deitada, ofegante... ela viu que não havia mais frutas.

- Augusto, ainda bem que não compramos mangas...
- Por quê?
- Minha avó sempre me disse que manga com leite faz mal...
- Bobagem... leite que sai da minha banana não faz mal pra ninguém...

Mais risadas e ela fez um novo boquete. Podia tomar o leite dele, ele garantia!!!