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quarta-feira, 14 de abril de 2021

Minhas amigas bi deixaram que eu as visse em plena função

 E ainda ganhei prêmio

(escrito por Kaplan)

 

Fui visitar minhas amigas e colegas que nos revelaram sua bissexualidade, Mariza e Márcia. Como sempre, as portas da república e dos quartos nunca ficavam fechadas, então, fui entrando e quando cheguei ao quarto das duas, vejo aquele espetáculo: a Mariza com a bunda virada para a porta, de joelhos na cama, chupando a xotinha da Márcia. 


Espetáculo mais lindo de se ver...



Pedi desculpas e ia sair quando a Márcia me fez um sinal para entrar e sentar. Foi o que fiz e fiquei apreciando o belo espetáculo.

E tome chupada... como elas gostavam de chupar uma à outra! E ficavam longos minutos nisso, bem mais do que geralmente os homens ficam quando chupam xotinhas. Pois elas ficam muito, e dão uma parada,sorriem para a outra e voltam a chupar... é gostoso de elas fazerem e mais ainda de ver o que elas faziam.

E depois, as duas se chupando simultaneamente, num belíssimo 69, não tinha jeito de meu pau não endurecer vendo aquilo. Estava quase explodindo dentro da minha calça!

E as mãos, que não paravam quietas, sempre alisando os corpos uma da outra, ou pegando nos cabelos, no rosto, e os beijos, então! Que coisa deliciosa ver as línguas se encontrando e depois não se via porque uma já estava dentro da boca da outra...

Sensacional o que eu estava vendo. Já tinha visto uma ou outra coisa, mas a “cerimônia” completa, sem interferência, era a minha primeira vez. E eu estava excitadíssimo, meu lado voyeur estava bem satisfeito com o que elas me proporcionavam. Dois amores de pessoas!

Dali a pouco elas deram  uma parada e aí notaram minha presença.

- Márcia, você viu que ele estava aqui? Eu vi ele chegar e ele ficou tão quietinho que até esqueci que ele tinha vindo...

Me chamaram para a cama.

- Kaplan, você é um cara bacana mesmo. Ficou no canto, sem falar nada, deixou a gente totalmente à vontade, merece um prêmio, não merece, Mariza?

- Eu concordo e acho que sei o prêmio que ele quer, olha só como está duro! 


Eu só queria um prêmio como esse...


De fato, eu ainda não tinha perdido a ereção. E assim, tive o prêmio. Elas tiraram minha calça e me fizeram um belíssimo boquete!

E mesmo sabendo que eu não chupava xotinhas tão bem como elas, arrisquei chupar as duas, já molhadinhas.

E como excelentes bissexuais, elas quiseram ser comidas... o que eu fiz com o máximo prazer!

Adorava aquelas duas!

 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

As duas não respeitaram nem o pai de uma amiga

 Gostaram dele... deram!

(escrito por Kaplan)  

 

Elisabeth e Terezinha chegaram juntas à casa de sua amiga Alessandra. O pai dela, Daniel, é que as recebeu.

- Boa noite, garotas! A Alessandra me avisou que vocês vinham, podem entrar. Ela não está e talvez só venha de madrugada, porque a médica chefe da residência a chamou para tomar conta de uma paciente que deve ter o filho hoje. E nunca se sabe a que horas a criança vai aparecer...

- Que chato! Acha que é melhor a gente ir embora?

- Não, por favor, ela me pediu para dizer que vocês devem esperá-la! Vamos entrando! 



As duas entraram e logo comentaram que o pai da Alessandra era um gato! 46 anos e um corpo de 30, via-se que tomava seus cuidados para manter-se em forma.

E a Elisabeth, que era a mais safada das duas, já ficou com vontade de fazer algumas coisinhas...

Bem, ela se sentou no sofá em que ele já estava e com uma coberta, a Terezinha ficou no outro sofá, ao lado, e já pegou no celular e nem dava atenção aos dois e muito menos ao filme que eles assistiam na tv.

Folgada, a Elisabeth tirou os sapatos e colocou as pernas em cima do sofá. Lembrando que ela estava de blusa e saia. Antes, ela pediu para ir ao banheiro e voltou de lá sem a calcinha. Tudo fazia parte do plano que ela estava rapidamente bolando.

Ao voltar, ela puxou a coberta, dobrou os joelhos e abriu as pernas. Quando o Daniel olhou pra ela, viu a xotinha da moça, e ela fez sinal para ele ficar em silêncio. E começou a se masturbar e o Daniel foi ficando indócil... o que a moça estava querendo? Quando ela colocou um pé sobre o pau dele, ele entendeu! 






Ela levantou, chamou a amiga para irem dormir. Ele as levou ao quarto da filha, que tinha uma cama de casal, procurou uma outra coberta e colocou na cama e ia saindo quando a Elisabeth foi atrás dele e falou alguma coisa. Depois ela entrou no quarto, viu que a Terezinha já estava só com uma camiseta e calcinha, deitada, fez a mesma trocar de roupa e deitou-se ao lado dela e falou:

- Falei com o pai da Alessandra para vir me comer. Você vai querer também?

- Vocè é doida!

- Vai querer ou não?

- Uai... já que ele vem... quero!

- Ótimo, vamos esperar!

E ficaram as duas deitadas, fingindo dormir e viram quando ele chegou à porta e olhou as duas. A Elisabeth o chamou, viu que ele entrou só de cueca, bom sinal! Ele ia topar! E ele já foi direto pra ela, tirou a calcinha, deu uma chupada e enfiou o pau e ficou bombando. A outra, continuava fingindo que dormia. Mas com os gemidos da Elisabeth, ela “acordou”  viu, e falou que também queria. Para surpresa do Daniel, a Elisabeth falou que era para a amiga chegar que ela iria prepará-la. E começou a chupar a xotinha da amiga e continuava recebendo as estocadas do Daniel.

E ele só pensando se a filha dele também fazia aquelas coisas que ele estava vendo...

Mas não era de ficar pensando. Estava comendo uma gostosa e a outra também queria...

E foi a Terezinha que ganhou uma chupada dele e depois levou vara, e a Elisabeth ficava beijando a boca da amiga...e depois a Elisabeth colocou sua xotinha na boca da amiga. E ficou sendo chupada... era demais pro Daniel! 



Aí as duas ficaram de quatro, bundas encostadas uma na outra e a Elisabeth pediu para ele comer as duas ao mesmo tempo. Ele ficou pensando em como fazer e acabou metendo com o pau em uma e com dois dedos na outra. E ficou revezando, enlouquecido pelos gemidos das duas.

Elas caíram deitadas quando gozaram e ele encheu as bundinhas delas com seu leite revigorante.

- Daniel, dorme aqui com a gente! Mas se, no meio da noite eu ou nós duas tivermos uma recaída, não se assuste, é só comer que a gente acalma!

 

quinta-feira, 25 de março de 2021

Passeando com duas colegas dadivosas

 Tempo bom!

(escrito por Kaplan)

 

Já falei, em várias histórias, das duas colegas de faculdade que eram bissexuais, Márcia e Mariza. Duas pessoas maravilhosas que sempre mereceram o respeito de todos nós, seus colegas, fossem os homens ou as mulheres. Elas nunca se incomodaram com possíveis discriminações. Mas de nós, com certeza, nunca tiveram discriminação alguma.

Guardo boas lembranças das duas.

Hoje vou falar de um passeio que fiz com as duas, era um local perto, mas muito legal. Muitas árvores, muitas clareiras e foi numa delas que paramos para fazer um picnic. Estendemos uma toalha e nela colocamos uma caixa de isopor cheia de bebidas e uma cesta de vime com sanduíches, o lanche mais fácil de fazer e o mais gostoso também. 


Jogando bola... que gracinha!

E elas tinham levado uma bola e ficaram rebatendo, e eu só apreciando o espetáculo, das duas de shortinho e camiseta, batendo bola um bom tempo.

Estava calor, elas não aguentaram ficar tempo demais, logo vieram sentar-se ao meu lado na colcha.

Mariza começou a passar a mão no meu peito, porque eu já tinha tirado a camisa e perguntou se eu tinha ido com o pensamento em trepar com elas. Falei sinceramente que se isso ia acontecer, ótimo, mas eu não tinha me programado para isso não, apenas para um passeio com as duas, batendo papos e coisa e tal.

- Azar o seu, porque nós viemos!

Foi um momento de muito riso, mas ela falou sério, tanto é que já foi tirando a camiseta e me mostrando os belos seios, enquanto a Márcia começava a me passar a mão. Bem, já que era pra ser, tirei a camiseta da Márcia e fui mamar nos belos seios dela. As duas tinham seios fantásticos! 


Elas estavam com bons pensamentos... tive de realizá-los!


Aí, como não podia deixar de ser, fui contemplado com aquele belo espetáculo da Mariza chupando a xotinha da Márcia. Como a Mariza estava de quatro, aproveitei para dar uma chupada nela também,o que significa que já estávamos em pleno ménage. Eita que delícia!

Então, as duas tiraram minha calça e vieram chupar meu pau. Maravilhoso ter duas bocas quase devorando seu pau... chuparam pra valer!

Aí comi a Mariza de conchinha e ela ficou beijando a Márcia deitada à sua frente. Beijos barulhentos, devia estar maravilhoso receber aqueles beijos!

Parei de meter na Mariza, a Márcia ficou de quatro e meti nela também, dando chance pra Mariza ficas assistindo e, de vez em quando, ela tirava meu pau da xotinha da amiga, dava uma chupadinha e voltava com ele pro lugar. 


Trepar com as duas sempre era gostoso demais!




Tornei a meter na Mariza e de novo na Márcia. E demos por encerrado o momento sexy do picnic.

Bebemos as cervejas, comemos os sanduíches e voltamos pras nossas repúblicas.

E não é que no outro dia, um domingo, a Márcia me chama para passear com ela? Só nós dois!

Lá fui eu... quem não iria?

Perguntei por que a Mariza não ia com a gente, ela respondeu que me queria só pra ela, sem dividir nem compartilhar. Só nós dois!

Linda, ela. 


Mas só com uma também valia a pena!


Fomos para outro mato, chegando a um certo ponto, paramos, ela me beijou e já foi tirando as  roupas dela e as minhas, pegou meu pau, me fez um boquete muito legal, e se entregou totalmente. A comi deitado por cima dela, ela sentada e eu sentado na frente dela, ela me cavalgando, ficando na posição de frango assado... muito boa a trepada!

Gozou, o que não tinha acontecido no dia anterior, e me fez gozar, me chupando, mas quando eu estava já pronto para expelir o esperma, ela tirou da boca e fez com que caísse tudo no capim. Riu até, porque eu tinha certeza de que ela iria beber.

 

quinta-feira, 4 de março de 2021

As duas se gostavam, mas o irmão de uma gostava das duas

 Foram as melhores férias das vidas deles

(escrito por Kaplan)

 

Aqui vamos contar vários episódios de umas pequenas férias de 10 dias que duas amigas queridíssimas e o irmão de uma delas viveram na fazenda dos pais dos dois irmãos. Márcia e Teodomiro eram os irmãos, e a amiga atendia pelo nome de Eduarda. Por causa dessa confusão das greves, o calendário da faculdade foi todo modificado e os períodos de férias foram encurtados, daí essas estranhas férias de 10 dias.

Mas isso não importa. O fato que nos interessa é que Márcia e Eduarda eram amantes, mas não eram homossexuais, eram bi. E o Teo gostava do mesmo modo da irmã e da amiga.

Só que ele começou a se sentir meio de lado, pois as duas, aproveitando que não havia ninguém por lá, a casa da fazenda estava por conta deles, as duas, eu dizia, viviam se pegando pela casa e pelas redondezas. E ele, só vendo... 

Essas duas se tocavam o dia todo!

Como, no primeiro dia, ele ia andando e viu as duas no maior pega, na ponte que tinha sobre o riacho que passava lá. A Márcia já estava com seios à mostra e a Eduarda estava quase assim também. Ele foi passando, as duas o viram com carinha triste e o chamaram.

- Fica assim não, mano... a gente só tá dando uma aproveitada, mas não vamos te abandonar não.

E para provar isso, elas tiraram a camisa dele e depois a bermuda e ambas deram uma gostosa chupada no pau dele.

- Tá vendo Duda, como que o pau dele é lindo? Eu fico doida com este mano... chupo todo dia, nem que seja só uma chupadinha ligeira, mas não dispenso não.  Vai, aproveita, cherie!

E a Eduarda não perdoou, chupou mesmo, vendo o pau dele endurecer totalmente dentro de sua boca. Que sensação gostosa. E ele adorando ver as duas beijando seu pau e na sequencia beijando-se e passando as mãos nos seios... os da irmã ele já conhecia e pretendia conhecer não apenas os seios mas  o corpo todo da amiga, tão elogiada pela Márcia.

- Quantas vezes eu vou poder usar o seu irmão?

- Quantas você quiser... ele é todo nosso essas férias!

- Então deixa eu chupar mais um pouco. Tá mais feliz agora, querido?

- Agora ficou legal.

E a Eduarda voltou ao boquete nele.

- Muito bom... não quero nem imaginar ele entrando em mim... Todo seu, Márcia!

Passou a bola, melhor, o pau para a amiga que chupou mais um bocado. Devolveu pra Duda que não conversou, enfiou o pau na boca. 


A amiga adorou o pau dele!

- Você tem razão...se eu tivesse um irmão com um pinto desses, ia chupar todo dia também. E acho que vou experimentar tudo dele agora mesmo.

Duda tirou a roupa toda, era linda e aí resolveu trepar com ele ali mesmo.. Primeiro ela ganhou uma chupada na xotinha dada pela amiga.

- Nossa, agora fiquei na dúvida se transo com ele ou com você... brincadeira, vem cá moço, me mostra tudo que você sabe!

Foi em pé mesmo. Ele estava em pé, a Duda também,e a Márcia, agachada, levou o pau dele à  xotinha da amiga e ele pode começar a dar as estocadas que ela queria receber. E a Márcia também tirou a roupa e ficou se esfregando nos dois. Ali não havia preocupação com gozo, com orgasmo, era só divertimento,o que fez com que a Duda saísse do pau dele e o enfiasse no cuzinho da Márcia.

- Traidora! Gritou a Márcia, e todos riram muito.

Vestiram-se e caminharam pra casa.

- Gente, vamos organizar essa orgia. Hoje, já que começamos com ménage, fica assim até a gente dormir. Amanha, o dia todo, mano, você fica de fora, será nosso dia. Depois, será seu dia com a Duda e depois seu dia comigo e depois mais ménages. Topam?

Os dois concordaram. Chegaram à casa, já era de tarde, foram tomar banho,os três juntos, e tome beijos e chupadas...

E de noite, na cama, ele pôde comer as duas com mais calma, demonstrando toda sua capacidades de dar prazer às companheiras. Dormiram juntos e de manhã o Teo foi pra seu quarto, ficou vendo TV e lendo, só imaginando o que as duas estariam fazendo...

De fato, elas começaram logo cedo, ali no sofá da sala. Márcia, totalmente nua, pernas arreganhadas e Duda, só de calcinha, ajoelhada na frente dela chupando-a sem parar. Márcia gemia, enlouquecida, lembrava-se que fora justamente uma chupada dela numa festa, todo mundo bêbado, que a fizera resolver sua sexualidade: gostava de homens e de mulheres também. Nunca um homem  a chupara daquele jeito!

Duda parou e foi se inclinar sobre a amiga e beija sua boca.

Então, foi a vez de Márcia retribuir, tirou a calcinha da amiga, passou as mãos na bundinha dela, beijou e depois se ajoelhou para chupar a xotinha dela. Não só chupar, também massagear o clitóris, dando um prazer total a ela. E quando começou a dar lambidas na xotinha, no cuzinho, Duda revirou os olhos. Aquilo era o supra sumo... 


Nadar nuas... sem ninguém vendo!

Bem, depois dessa manhã, elas saíram pela fazenda, foram nadar peladas naquele riacho e aproveitaram para beijos e amassos sem conta.

- Nossa, Márcia, que férias serão essas... eu achei que seríamos nós duas apenas, mas seu irmão vai nos fazer muito felizes também... que pinto, o dele. Bem que você me falou, não fez propaganda enganosa não. Tem muto tempo que vocês transam?

- Transar mesmo tem pouco tempo, a gente já era maior. Mas na adolescência começamos a nos descobrir, a gente tinha uma barraca lá em casa, e a armávamos no quintal. Depois que a gente chegava das aulas, íamos ficar lá e com um vizinho, muito amigo do Teo. Aí, com as mudanças nos corpos da gente, ficávamos curiosos e começamos a nos ver, pelados. Esse vizinho era safado, tinha umas revistas pornográficas, levava pra gente ver e daí para começarmos a dar chupadas não custou, mas nunca transamos pra valer não. Era só a curiosidade mesmo. Aí a gente mudou pro apartamento atual, perdemos o contato com ele e logo eu e Teo passamos no vestibular e ficando sozinhos em casa, à tarde, tinha dias que a gente lembrava da barraca, das revistas, do vizinho e resolvemos fazer as coisas que fazíamos, tipo chupar, daí para trepar... e aí te encontro... e ganho aquela chupada fenomenal na festa. Minha vida sexual foi resolvida ali. Graças a você, minha amada amante!

E mais beijos encerram a manhã no riacho. Voltaram correndo, nuas, para a casa, rindo, felizes da vida. 

Um espetáculo as duas nuas!

Almoço e como ninguém é de ferro, uma cochilada boa... dormindo abraçadinhas.

Mais tarde, transaram novamente, na cama mesmo. E à noite, mais beijos e amassos, e chupadas até que dormiram.

Na manha seguinte, Teo foi acordado com Duda nua pulando em sua cama.

- Bom dia, querido! Hoje é nosso dia e quero começar sendo bem comida. Aproveite!

Ele aproveitou! Já dormira super excitado pensando o que as duas teriam feito, dormira de pau duro e agora a loura maravilhosa ali, nua, na sua cama... uau!

Se engalfinharam, beijos, chupadas, 69, cavalgada, cachorrinho, ela se esgotou de tanto gozar. Que sorte a dela encontrar um casal de irmãos tão ávidos de sexo!

Depois do café, deixaram a irmã dele em casa e foram curtir uma caminhada. Eis que encontram uma estátua de um cavalo, surpresa total para ela, que resolveu montar no bicho e ele teve de empurrá-la pela bunda para que ela conseguisse. E aí, ele montou atrás, ficou segurando-a pela cintura e brincaram de cavalgar.

Subitamente, ela viu que seu vestido começava a subir, era o Teo tirando-o e deixando-a só de calcinha,pegando nos seios dela, beijando-a na nuca. E a mão dele entrando dentro de sua calcinha... nossa, que loucura era aquilo.

- Nunca trepei trepada num cavalo...

- Então vai ser hoje...

Ele saiu, tirou a calça, pegou-a no colo e tirou a calcinha e voltaram para cima da estátua, mas ele sentou primeiro e ela sentou nele, e foi assim a cavalgada em cima do cavalo. Risos e mais risos. Vestiu a calcinha, ele a calça, mas ela não pôs o vestido. 


Um banco providencial... e crau!!1

Continuaram caminhando e encontraram um banco, ele sentou, ela sentou no colo dele e e se beijaram longamente. E a mão dele voltou  se insinuar dentro da calcinha, e o jeito foi gemer loucamente. Ele tirou a calcinha e deu uns amassos na bundinha dela, passou o dedo no reguinho, enfiou na xotinha e beijou tudo. E ainda insinuou outro dedo no cuzinho e não houve protestos. 

Mas antes que ele tomasse a iniciativa, ela ajoelhou na frente dele, abaixou a calça e fez um boquete no pau que tanto admirara. E depois, ela sentou pra cavalgar direito, afinal, aquela em cima da estátua tinha sido só de brincadeira.

Dessa vez, foi pra valer e não parou enquanto não gozou. E ele também.

- Já falei com sua irmã e repito: essas férias vão ficar na história!

Resolveram voltar à casa, estavam famintos. Ela só catou a calcinha e o vestido e viu que ele ia se vestir, reclamou, ele atendeu e foram os dois, pelados para a casa.

Márcia estava justamente esquentando a pizza do dia quando eles entraram. Sorriu, feliz ao ver que os dois tinham se dado bem.

Depois do almoço Márcia foi nadar e os dois ficaram na casa, vendo um filme na TV. E foi em frente à tela da TV que eles treparam de novo, de cachorrinho para que pudessem ver o final do filme.

Foram nadar, a Márcia já tinha nadado e estava espichada, nua, tomando solzinho da tarde.

- Querem que eu saia?

- Claro que não... pode ficar aí, querida!

O nado deles não teve nada de especial, só beijos e amassos. Guardaram as energias para a noite e teve mais uma cavalgada na cama, que a levou ao gozo novamente.

De manhã cedo, ela deu um beijo e uma chupada no pau dele e saiu. Logo depois a irmã entrou, também já pelada e pronta para  o que desse e viesse.

Transar com a irmã não era novidade para Teo. E eles começaram no quarto mesmo, depois de ela ter agradecido, mais uma vez, por estar ali dando prazer a ela e à amiga.

Ele a comeu, em pé, na frente de uma cômoda que tinha espelhos e ambos ficaram vendo suas expressões de prazer quando ele bombava em sua xotinha. 


Nada como um bom cuzinho...

Depois do café, eles voltaram ao quarto para decidir o que fazer, pois estava chovendo, então acabaram trepando na cama mesmo.  Cachorrinho e cavalgada fizeram a delícia das duas, porque a Duda veio ver o que estava rolando e com não tinham combinado que não poderiam ver, eles deixaram ela ver toda a transa.

E conversaram muito, pois o que fazer com aquela chuva caindo?

Só treparam de novo algumas horas após o almoço, dessa vez sem assistência. De noite, na cama, outra trepada gostosa. E já pensando o que fazer no dia seguinte quando os três estariam  juntos de novo.

Novo dia de ménage. Começou cedo, com a Duda indo para a cama onde Teo e Márcia já estavam e ela foi pegando a Márcia, enchendo-a de beijos e o Teo aproveitando para dar uma senhora lambida no cuzinho da Duda, enfiando também um dedo. Ele queria comer o cuzinho das duas e seria logo de manhã. Elas não se incomodaram nem um pouco, gostavam, viviam colocando consolos lá uma na outra, então ficaram de quatro, lado a lado para ele poder fazer o que queria. 


Comer duas ao mesmo tempo...
E ele foi metendo, ora num, ora no outro, até sentir que seu gozo ia sair, tirou o pau e gozou nas duas bundinhas.

Dali foram para um banho e depois foram tomar o café da manhã. Todo mundo pelado e cada hora uma vinha e sentava no pau dele, oferecendo um pedaço de bolo, um biscoito, uma fruta.

Voltaram para a cama, Duda deitou-se, Márcia deitou-se sobre ela, mas na perpendicular porque queria chupar o Teo, que estava em pé, ao lado da cama.

- Bem que você disse que não passa um dia sem dar uma chupada nele...

- Passo mesmo não... adoro! Mas eu adoro te chupar também!

E começou a chupar a xotinha da Duda, que se sentiu liberada para pegar o pau do Teo e chupar também...

E foi um tal de chupar xotas e pau, e Duda fez 69 com a Márcia, depois fez com o Teo e ele também fez com a irmã... um frenesi total!

E as duas chupando juntas o pau dele e aproveitando o encontro das bocas para se beijarem loucamente...

E depois a Duda sentou no pau dele e a Márcia sentou na boca dele e ele a chupava e a Duda o cavalgava... que homem no mundo tinha a sorte dele?

Foi um festival de gozos naquela cama.

De tarde, o cansaço bateu e os três dormiam profundamente, agarradinhos.

De noite, outra festa de cavalgadas, gozos, e mais sono... e cedinho as duas se retiraram da cama e foram para a cozinha, mas antes vestiram algo, para ficar diferente...

Mais um dia só das duas. E morrendo de rir, as duas chegaram à cozinha de camisola. O jeito foi cada uma arrancar a da outra, em meio a risadas que até atraíram a atenção do Teo, que chegou lá, pelado e quando viu as duas “brigando” para deixar a outra pelada, logo ficou de pau duro, mas teve de sair, era o dia de ele ficar de fora.

Nuas, em vez de café preferiram beber o leite falso dos seios delas. Foram mamadas e mais mamadas e que depois se tornaram chupadas. Márcia colocou a Duda sentada na bancada da pia e mandou ver com sua língua na xotinha da amiga que pulou tanto que chegou a pensar que poderia quebrar a pia... 


Até banana entrou na jogada!

E quando Márcia sentou na mesa, Duda pegou uma banana, descascou e enfiou na xotinha dela, fez uns movimentos de vai e vem, depois tirou e comeu um pedaço dando outro para a Márcia.

-  Essa é autêntica banana com mel...o mel mais delicioso do mundo, o seu!

- Isso foi a coisa mais linda que já ouvi... amiga, como poderei um dia agradecer tudo que você já me proporcionou?

- Podemos casar...

- Acha que já não pensei nisso? Mas acho que seria muito complicado em termos de família. Sua família aceitaria? A minha eu tenho certeza que não.

- Mas temos uma chance... caso com seu irmão e você vem morar conosco...

- Nossa! Seria o paraiso... Olha, vamos acabar com ele, dar uma surra de boceta nele para convence-lo de nossa ideia. Temos cinco dias pra isso.

O coitado do Teo ate hoje não sabe como saiu vivo daquela fazenda. Elas mudaram o esquema de transas que haviam bolado e passou a ser cada um por si. E as duas, de comum acordo, não deram sossego a ele, trepando com ele a todo momento, teve um dia que ele foi chamado à responsabilidade oito vezes! Quatro com cada uma! Era o propósito delas e ele acabou por aceitar por livre e espontânea pressão, a pensar em casar com a Duda. Até que isso foi bem aceito, mas os pais dele se recusaram a deixar a Márcia ir morar com ele.

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Tio e tia receberam visita de casal de sobrinhos... rolou todo dia!

Mais uma família feliz...

(escrito por Kaplan) 

 

Mais uma família feliz! Ou, melhor dizendo, parte de uma família, porque nem todos sabiam do que rolava entre o casal de tios e o casal de sobrinhos.

Afrânio e Conceição eram o casal de tios, Tomás e Julieta, o de sobrinhos. Irmãos e, na verdade, eram sobrinhos da Conceição, mas desde que conheceram o Afrânio, ficaram muito interessados, a Julieta principalmente. Deu pro “tio”, a tia ficou sabendo e em vez de criar caso, pegou o Tomás. E aí os quatro viveram felizes.

Nas férias é que o bicho pegava! Os dois sobrinhos preferiam sempre passar as férias na casa deles, que era no interior. Os pais deles não se incomodavam, até gostavam de ver como os sobrinhos gostavam dos tios! Inocentes pais! 


Mal ela chegou, o tio foi conferir...


Mal chegaram e já foram “visitados” pelos tios saudosos. Estavam no quarto, desfazendo as malas e a Julieta, como sempre a mais afoita dos quatro, já tinha tirado a roupa e colocado um roupão, sem nada por baixo. Ela já pretendia dar pro tio logo, mas ele é que não esperou. Então, de repente o quarto deles foi invadido pelo tio e pela tia, o tio já foi sentando ao lado da Julieta e querendo saber  o que tinha embaixo daquele roupão e quando ele viu que ela estava nua já começou  a mamar nos peitos dela. Os dois nem olhavam pro lado, onde a tia já tirara sua blusa, tirava a calça do Tomás e caía de boca no pau dele.  Isso também foi o que a Julieta fez tão logo o tio tirou suas roupas.

Vejam só como eram felizes! Transavam um ao lado do outro, sem preconceitos, sem mimimi... Os dois machos foram devidamente chupados e devolveram o prazer sentido metendo suas picas nas duas xotas. E só se ouvia os gemidos das duas, que se olhavam de forma bem enternecida.

Os dois irmãos eram muito agradecidos àqueles tios. Foram eles que ensinaram tudo e o que acontecia entre eles superava qualquer coisa já pensada. 


O tio gostava de dar e de comer o sobrinho também...

Aprenderam a ser bissexuais. De vez em quando a tia pegava a sobrinha e o tio pegava o sobrinho. E transavam direitinho. Sim, o tio comia e era comido pelo Tomás e a tia e a sobrinha se deliciavam nos 69 e nos velcros...

E a tia e a sobrinha também se pegavam...











Naquela tarde, por enquanto estavam no tradicional: os homens comendo as mulheres, sendo chupados por elas, chupando-as. Era para matar a saudade, haviam ficado meses sem aparecer!

Mas depois de muito treparem, o tio não aguentou e falou que precisava dar uma chupadinha no pau do Tomás. Passou pro lado dele, deixando a esposa cuidar da sobrinha. Foi só por alguns minutos, logo ela exigiu que queria cavalgar o Tomás e o Afrânio voltou para a sobrinha que lhe fez um outro boquete bem gostoso. E depois ela foi cavalgá-lo também. E todos ouviram a tia soltar quase um grito quando gozou e levou o Tomás a gozar dentro dela. Ficaram assistindo a cavalgada ao lado que também proporcionou o gozo do tio e da sobrinha.

Só ai é que foram conversar, contar os casos, dar as noticias.

Já era fim de tarde, e as duas foram para a cozinha preparar o lanche da noite, como foram peladas, tiveram bons momentos de beijos e amassos.

- Tia, cada vez que a gente vem aqui eu me acabo de tanto tesão. Tive muita sorte de você ter me seduzido.

- Eu sempre fui assim desde que era moça da sua idade. Casei e por sorte o Afrânio também é chegado em tudo de bom que o sexo proporciona. Mas lembre-se que foi você que o seduziu, abrindo caminho para eu seduzir seu irmão e depois a você.


Esses papos eram sempre muito produtivos...


- Sabe por que a gente nunca vai contar isso pra ninguém? Porque ninguém acreditaria! E o que aprendemos com vocês, colocamos em prática e aprendemos coisas novas também. Ah... sabe que finalmente o Tomás concordou em transar comigo?

- Mentira!!!

- Verdade verdadeira. Aliás, que tal hoje a noite a gente fazer um swing? Começamos eu com ele, você com o tio e depois trocamos!

- Mas que ideia excelente... tenho certeza de que o Afrânio vai amar isso.

E aquilo aconteceu mesmo.

Agora,como eles sempre faziam nas férias, um dia era do tio com a sobrinha e da tia com o sobrinho, no outro, tio com sobrinho, tia com sobrinha. E assim passavam os dias até a hora de eles retornarem. Deixavam saudades, mas os tios sabiam que nas próxima férias, lá estaria o casal de sobrinhos de novo dando e recebendo prazer!

 

 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Duas amigas, tão diferentes, mas tão gostosas!

 Elas se amavam muito

(escrito por Kaplan) 

 

Definitivamente, este é o século das mulheres se revelarem e, principalmente, largarem os homens babacas e cuidarem de seus próprios interesses, namorando outras mulheres e até casando com outras mulheres. O que era condenado há algumas décadas, agora está sendo aceito, porque elas não tem o medo de homens as insultarem, agredirem verbalmente ou fisicamente. Elas são poderosas!

Alcione e Bianca eram assim. Faziam faculdade juntas , cedo descobriram que gostavam muito uma da outra, apesar de gostarem de seus namorados também...

Alcione morava numa bela casa com piscina, pretexto para Bianca aparecer lá todo fim de semana, mas no esquema de bem comportadas, já que a família estava presente. Adoravam as férias quando se encontravam todos os dias. 

Que vida boa dessas duas! Mas ainda iria melhorar mais!

Vamos ver um dia de férias delas. As duas de biquíni, sentadas em espreguiçadeiras, tomando sol, lendo, sozinhas em casa.

- Alcione, posso fazer topless?

- Uai... claro que pode... nem precisava pedir...

- Faz também, fico mais à vontade!

Alcione riu, e tirou o sutiã, como a amiga já havia tirado. Os seios eram bem diferentes. Os da Alcione eram pequenos, já os da Bianca eram médios, quase grandes. Ficaram comentando sobre isso e foram ficando com um tesão muito grande. E Bianca tirou a calcinha também e ficou se masturbando e depois foi até onde Alcione estava, pegou nos seios da amiga e deu-lhe um gostoso beijo, reproduzido com igual fervor por ela.

- Quer me matar, Bianca?

- Só se for de amor, posso?

- Pode sim, meu bem... 



Beijos delicados, amorosos...

E um festival de beijos aconteceu ali. E mãos nos seios. E beijos nos seios. E mordidinhas nos biquinhos. E arrepios generalizados.

- Meu Deus... por que as mulheres demoraram tanto tempo para descobrir que podem se dar prazer e muito mais prazer que um homem pode nos proporcionar...

E Alcione quase desmontava quando tinha seus seios sugados pela amiga. Ela sabia dar uma mamada gostosa...

E Bianca tirou a calcinha da Alcione e, curvada sobre ela, a beijava e passava sua mão, carinhosamente na xotinha da amiga, enfiava um dedo, dois... Alcione passou a agir também, pegando nos seios da amiga, acariciando-os. Beijando-os.

- Traz sua pepeca pra minha boca...

Bianca atendeu ao pedido, ficou em pé na espreguiçadeira e levou seu corpo na direção da cabeça da Alcione que, assim, pôde chupar lindamente, levando Bianca a gemer baixinho. 


Homem nenhum sabe dar esse prazer a uma mulher!

Depois Bianca virou o corpo, ficando por cima da amiga e elas fizeram um demorado 69, bebendo seus respectivos sucos. Como gostavam daquilo!

Foram nadar e depois vestiram seus biquínis.

- Que dia vamos contar pros nossos namorados sobre nós?

- Olha, se o seu é como o meu, vamos contar o dia que nós quisermos terminar com eles. Jamais admitirão!

- É verdade... o pior de tudo é que gosto de trepar com ele...

- Eu também gosto de trepar com o meu...

- Sabe que outro dia eu sonhei que a gente contava e eles nos contavam que também transavam... não acreditamos e eles transaram mesmo... amiga... que tesão que deu! Te peguei na mesma hora e ficamos nós duas de um lado e eles de outro, na maior ferveção... to ficando louca, não tô?

- Com certeza, louquinha da silva!