Só pra um não, distraído...
(escrito por Kaplan)
Marcel, Alain e Régine. Marcel solteiro, Alain e Régine casados.
Vamos pela ordem.
Nós os conhecemos através de amigos que já tínhamos feito em Paris, em viagem anterior. Voltando agora, descobrimos que os amigos mais antigos não moravam mais na capital, um estava em Lion e o outro na Alemanha.
Então, o jeito foi procurar esses três novos amigos para vivermos intensamente, como sempre acontecia quando a gente ia lá.
E Meg deu mais sorte, também eu estava mais preocupado em fotografar as obras do Louvre, fiquei três dias inteiros lá dentro. Bom é que se podia fotografar à vontade.
Então, ela ficou livre, leve e solta.
E pegou o Marcel. Já tinham transado em anos anteriores. Mas gostaram e repetiram.
Ela foi na casa dele, se abraçaram, beijaram. Tomaram um daqueles deliciosos vinhos franceses.
E não demorou muito para o clima esquentar e as roupas tiveram de ser tiradas, ninguém aguentava aquele calorão!
Lá foi ela admirar o belo pau dele e mais do que admirar, ela gostava mesmo é de pegar e boquetear. Não deu outra...
Ainda derramou um pouco de vinho no pau dele para ficar mais gostoso! Ela era muito inventiva!
O Marcel era um bom trepador também. Tinha aquele problema típico dos franceses, de não se contentar só com a xotinha, nada seria perfeito se o cuzinho não comparecesse para alegrar o ambiente.
Ela dava, mas primeiro, ela queria o prazer dela e ele respeitava isso. Então, na cama, rolava de tudo, cavalgada, cachorrinho, de frente e de costas, até que, com ela feliz da vida, ele podia se contentar também.
Lá se foi o cuzinho dela!
Tudo tranquilo, ela voltou pro hotel onde a gente estava hospedado.
E lá ela recebeu o recado do Alain, que queria muito revê-la. Mas ela agendou para o dia seguinte... sabia que ia rolar anal também!
Ele a levou a um flat que tinha alugado, e ela amou quando foi até a varanda e viu nada mais nada menos do que a Torre Eifell!!!
Já era de noite, ela iluminada era algo fantástico.
- O que é aquilo que está escrito na torre?
- É a contagem regressiva para o ano 2000. Faltam 889 dias.
- Que legal! Vai ser uma festa gigantesca aqui, hein?
- Já estão com tudo programado. Vocês virão, não é?
- Faremos o possível!
- Vamos ao que interessa!
Ela sorriu. Era o que queria também.
E como sempre, boquete primeiro!
E depois, sempre com a porta da varanda aberta, ela sentou e cavalgou. Parecia que ela estava sentada na torre, bem lá em cima.
E o gozo foi espetacular.
E a noitada se encerrou com o tradicional anal. Esses franceses!!!
Ela voltou para nosso hotel, me contou as novidades. Mostrei a ela mais de 200 fotografias que havia feito dentro do Louvre.
- E amanhã, cherie, tem mais algum cacetão pra você encarar?
- Tenho programa, mas sem cacetes. Com buceta!
- Mesmo? Quem?
- A Régine, esposa do Alain. Ela liberou ele para me comer hoje, mas falou que amanhã é ela!
E assim, foi no hotel em que a gente estava hospedado que a Régine apareceu. Mal entrou no quarto, tirou a roupa, ficando só de lingerie e pulou em cima da Meg, que estava de short e camiseta. A quantidade de beijos que elas se deram foi incontável!
E a língua dela deu um prazer imenso à Meg.
Não resta dúvida... Paris é a cidade do amor!
E Meg sabia tirar proveito desse lado amoroso da cidade e de seus habitantes!







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