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sexta-feira, 3 de julho de 2020

Como seduzir um amigo


Até que foi fácil...

(escrito por kaplan)  

Quando elas querem... elas querem! E Branca não era exceção. Cismou que seu amigo Aurelino deveria dar um passeio em sua cama, junto com ela e fazendo mil coisas que ela gostava. Mas ele parecia difícil...
Pra ela nada era tão difícil assim. E acabou comprovando, um dia em que ele apareceu na casa dela, sozinha, conversaram longamente, e depois ela resolveu colocar em prática algumas táticas de sedução que conhecia. 

Como beber um suco de forma sedutora...

Começou oferecendo bebidas. Na verdade, sucos. Ele aceitou e começou a ficar incomodado com o jeito sensual que ela usava para beber. Ela passava a língua na borda do copo, passava o dedo, enfiava um dedo no líquido e aí punha o dedo na boca e chupava... lambia os dedos, passava a mão nos seios, por cima do vestido, lógico, mas com tal intensidade que ele podia ver que ela estava sem sutiã.
E ele foi ficando excitado...

Quando ela percebeu o olhar dele fixo, entendeu que tinha sido mais fácil do que imaginara. Então iniciou um belo striptease, tirou o vestido, exibiu os seios a ele e só de calcinha ela se movia da maneira mais sensual que podia.
De costas, mostrando o belo bumbum, ela tirou a calcinha, lentamente e ai virou-se pra ele, mostrando uma bucetinha toda depilada, que deixou o Aurelino babando...
Ela estava de um lado da mesa, ele de outro, então ela subiu na mesa e foi procurar a boca do amigo para beijá-lo com a intensidade necessária para ele saber o que ela pretendia. 



Isso, amigo... faz o que ela quer!

E ele soube, aceitou os beijos, depois subiu na mesa também e beijou o corpo dela por inteiro, mamou e depois deu uma senhora chupada na bucetinha lisinha. Ela gemeu de alegria e de prazer. Confirmava o que se dizia dela: não perdoava um!
A chupada que ele deu demorou uns 10 minutos que quase a levaram ao gozo. Que língua o amigo tinha! Ela perdera muito tempo para seduzi-lo!
Não aguentando mais esperar, ela arrancou a calça dele e sentou no pau duríssimo. Cavalgou bastante, antes de levantar e fazer um boquete que durou quase os 10 minutos da chupada que ele dera. Enquanto chupava, ela tinha sua xotinha dedada por ele. Que dedos mais grossos eram aqueles! Maravilhosos. 
Amigos para sempre!!!
Cavalgou-o novamente. Depois ficou de quatro em cima da mesa e ele, em pé, meteu à vontade. Ela gozou. E continuou, não queria parar.
E deitou na mesa e ele deitou por cima dela e continuaram num papai e mamãe que ela há tempos não fazia.
E gozou de novo.
Achando que estava bom para o primeiro encontro deles, voltou a chupar até que Aurelino também gozasse e ela pudesse experimentar o gosto do leitinho dele. Adorou!
Preciso dizer que continuaram meses afora a trepar? Preciso não, né?

terça-feira, 18 de junho de 2019

O encontro no ateliê da faculdade


Quem seria o(a) felizardo(a)?

(escrito por Meg, no diário)

Ela, realmente, não perdoava. Conheceu, gostou, deu... era assim a Meg

Eu já estava no terceiro ano da faculdade, quando conheci o Francis, que acabava de entrar. Lindo, ele. Logo dei um jeito de me enturmar. Os papos iniciais eram sobre a faculdade, sobre os professores, sobre as matérias. Ele estava louco para começar a pintar, a esculpir, a fotografar. Mas isso só iria acontecer no segundo ano, porque o primeiro era para as matérias mais teóricas. Isso não impediu que eu o levasse ao ateliê de pintura, para ele conhecer como era e ver os trabalhos que fazíamos por lá. 

Aquele era o local da matadora....

Evidentemente, como eu já pensava em seduzir o rapaz, levei-o num dia em que eu sabia que não teria ninguém por lá. Estávamos só nós dois e eu podia dar o bote. Se ele ia aceitar eu não sabia, mas, para sorte minha, acho que ele já tinha entendido que eu estava interessada nele.

E ele ficou admirado de ver os trabalhos que lá estavam. Meus colegas e eu tínhamos já pintado paisagens, naturezas-mortas e também pessoas. E ele, curioso, começou a perguntar:

- Essas paisagens vocês tiram as ideias de revistas?
- Nem sempre, muitas a gente pinta quando sai da escola. Aqui, essas de praia, por exemplo, foi quando meu grupo resolveu fazer e fomos para uma praia, passamos uns dias lá e pintamos. Claro que fizemos outras coisas também, você me entende...
- Olha só...

Rimos e ele continuou com as perguntas.

- E essas pessoas? Quem são?
- Temos modelos vivos, homens e mulheres. E nos pintamos também.
- Como é isso? Estou vendo que tanto os modelos como as modelos vocês pintam nus. Eles posam nus ou vocês imaginam como eles e elas são?
- Não, eles posam nus sim. É arte, meu querido, não temos preconceitos não.
- Você já posou para algum colega?
- Já, meu amigo Virgilio fez um desenho meu, deixa eu ver se acho ele por aqui... Ah. Ali está. 

Esta sou eu, desenhada por um colega...

Mostrei a ele o desenho que ele fizera. O Francis ficou louco, pois eu estava nua.

- Nossa... ele foi bem fiel?
- Foi, quer ver para crer?
- Você deixaria eu ver?
- Claro, sem problemas.

E aí tirei a camiseta e o sutiã. Ele viu meus seios e comparou.

- É... os seios estão muito parecidos.
- O resto também.

E tirei a bermuda e a calcinha e fiz a pose que o Virgilio tinha me pedido quando pintou.
Consegui o que eu queria. Ele se aproximou, me abraçou, pegou nos meus seios. Amoleci na hora, me virei, beijei-o.

- Quando eu estiver fazendo as aulas de pintura, você posará para mim também?
- Claro... poso para você pintar, me esculpir, me fotografar... de preferência em outros lugares que não aqui. Só nós dois. E quero te ver nu para ver se vale a pena te ter como modelo. Me mostra?

Ele tirou a roupa. Éramos dois loucos. Imagina se alguém aparece por ali! Mas tivemos sorte e quando ele estava nu eu pude fazer um boquete nele. 

Comeu tudo de mim, logo no primeiro encontro!

Depois ele me pôs de quatro, me deu uma bela lambida e enfiou o pau em mim. Me comeu bonito, o rapaz! Nem precisei de cavalgá-lo para chegar ao gozo.

E ele era bem atrevido, quando viu que eu tinha gozado, tirou o pau da minha xota e enfiou no meu cu. Vê se pode! Na primeira vez já faturou tudo!


O vizinho mostrou-lhe o pau, ela ficou interessada!


Ela apreciava bastante!

(escrito por Kaplan)

Já de há muito que Dalila estava interessada no seu vizinho William. Era um cara que chamava a atenção das garotas daquele condomínio. A casa onde ele morava era ao lado da casa da Dalila. E ali não havia muros dividindo os lotes. Quando muito, algumas plantas  faziam o papel dos muros. Assim, volta e meia eles se viam, trocavam palavras. Nas duas casas havia piscina, mas quando os dois estavam sozinhos em suas respectivas moradias e eles aproveitavam o sol, quase sempre nadavam numa das piscinas. 

Ela precisava chamar a atenção dele... os biquinis ajudavam!

Ela caprichava nos biquínis. Tinha um belo corpo, sabia disso, e queria, de todo jeito, conquistar o vizinho. Que era amável, bom papo, mas nunca deixava entrever que estaria interessado em “algo mais”.

Teve uma manhã em que ela ficou na sala de sua casa, e a parede que dava para o quintal era toda de vidro. Ele a via sempre que ela estava por lá.
E ela sentou-se num dos sofás, com uma roupa bem sexy, quase transparente, e ficou ouvindo música. Sua mão passeava por suas pernas em movimentos suaves. Ela queria que ele visse. E ele viu.

Então, para alegria dela, ele ultrapassou as plantas e chegou próximo à parede de vidro. Ficou sorrindo para ela.
E ela, para tentar mais uma vez seduzi-lo, começou a dançar de forma bem maliciosa, chegando perto do vidro e passando a mão nos seios, nas pernas. Teve sucesso, finalmente! 

Olha o que ele mostrou! O que ela queria ver!

Sem mais nem menos, ele, que estava com uma calça de moleton, enfiou a mão dentro da calça e foi abaixando-a, mostrando o pau que tinha e que já estava bem ereto. Ela arregalou os olhos. Inacreditável! Finalmente, conseguira. E estava interessada em fazer de tudo com ele.

Chegou com a boca no vidro, na altura em que o pau dele estava e fez sinal de que iria abocanhá-lo. Ele só pediu para ela abrir a porta, o que ela fez rapidamente e assim ela pôde fazer o que insinuara: enfiou o pau dele na boca, fez um boquete daqueles de arrebentar.

Estava muito feliz. Depois de tantas insinuações, finalmente o William estava em suas mãos e boca.
Arrastou-o para o quarto, subiram na cama, ela o despiu e ele a despiu, e quando tirou sua calcinha, já caiu de boca na xotinha dela, dando-lhe uma bela chupada.

Ela estremeceu. Curtiu aquela chupada como nunca! E depois se abriu toda para receber o pau dele. Pernas pra cima, como um frango assado, ela começou a sentir as estocadas que ele lhe dava, ao mesmo tempo em que a beijava sofregamente. 

A alegria dela em beber o leitinho não tinha igual!

Depois ela ficou de quatro e ele, ajoelhado na cama, metia sem parar, até vê-la gozar. Feliz da vida, ela deu mais uma chupada no pau dele até ele gozar também, e ela engoliu tudo.

- Por que você demorou tanto, William? Não é de hoje que tento fazer isso que fizemos hoje!
- Eu queria ter certeza de que ambos queríamos. Se você quiser, a partir de hoje podemos tentar recuperar o tempo perdido...


quinta-feira, 6 de junho de 2019

A secretária do médico seduziu Meg


Além dos médicos, as secretárias... quem aguenta?

(escrito por Meg, no diário)

Dificil de entender? Nada... ela atraía todo mundo mesmo!

Era uma coisa engraçada. Toda vez que eu ia me consultar com o doutor Amado, eu notava olhares diferentes da secretária dele para mim. Ela se chamava Venerice e sempre fiquei pensando que ela sabia das minhas consultas demoradas... claro, eu e ele sempre transávamos no consultório, por isso quando eu telefonava para marcar horário, era sempre a última do dia. Ela me recebia, esperava eu entrar e ia embora. Assim, ficávamos livres para a consulta, sempre pelados... e para as deliciosas trepadas pós-consulta.

Mas semana passada, quando fui me consultar, notei que ela estava vestida primorosamente. Não pude deixar de comentar, falei que ela estava linda, e pronta para arrasar. E perguntei quem era o felizardo?
Ela saiu detrás da mesa, veio até mim, se inclinou e falou baixinho:

- Me vesti assim para você! 

Antes da consulta, a conversa fatal!
Engoli em seco. Então aqueles olhares diferentes eram por conta disso?
Ela continuou:

- Não é só o doutor que gosta de transar com você. Eu gostaria muito também!

Nossa... aquilo me seduziu. Não tive como evitar que ela me beijasse e nos beijamos muito, correndo o risco de a porta abrir e o doutor aparecer com a pessoa que ele estava consultando.

- Me queira, Meg... eu também posso te dar muito prazer!
- Pode ser hoje?
- Adoraria!
- Vou só me consultar, falo uma desculpa com ele e desço. Me espere lá na portaria. Você me seduziu, Venerice! Mas como sabia que eu sou bi?
- Ouvi atrás da porta, na sua primeira consulta. Desculpe, mas quando você veio aqui a primeira vez me deixou alucinada.
- Isso tem mais de dois anos. Você guardou segredo esse tempo todo?
- Sim, foi isso, mas hoje eu decidi jogar tudo pro alto e te falar.
- Então estamos combinadas. Me espere lá na portaria. 

O doutor ficou triste... mas a secretária ia adorar!
Naquela consulta, o doutor Amado ficou decepcionado. Eu fiquei nua, para ele me examinar, mas depois inventei que meu marido estava me esperando porque tínhamos um compromisso. Falei que treparíamos quando eu levasse os exames que ele ia pedir. Sempre pedia!

Então desci, com o coração aos pulos. Venerice me esperava. Fomos até meu carro, entramos. Perguntei onde ela queria ir. Falei que em minha casa não poderia, pois o Kaplan estaria lá.

- Vamos ao meu apartamento – disse ela. Moro sozinha, não teremos problema algum. Vai avisar seu marido?
- Não. Ele sabe que quando tenho consulta eu demoro a chegar...

Demos uma gargalhada e ela foi me indicando o caminho.
Quando entramos no apartamento, ela me levou direto para o quarto e começou a se despir. Queria que eu a visse e eu adorei vê-la nua. Era uma bela mulher, com seus 34 anos.

Deitei-me sobre ela e começamos a nos beijar e nos apalpar. Depois ela me fez rolar para o lado e sentou-se com a xotinha em minha boca. Dei-lhe uma chupada que ela confessou ter sido a melhor da vida dela. Sei lá se era... a gente sempre fala que tudo é melhor! 

Essas chupadas são inesquecíveis...
Deitei-a na cama e continuei chupando e enfiando meus dedos dentro dela, que gemia, feliz da vida por ter conseguido me seduzir tão facilmente. Eu enfiava os dedos, mamava nos seios dela, ela revirava os olhos...

Quando parei, ela me disse que meus dedos pareciam uma pica.

- Você já experimentou uma?
- De homem não – respondeu e ante meu olhar curioso, ela pegou um strap-on no criado e me mostrou.

- Essa pica é muito boa, apesar de ser meio chato usá-la sem ninguém por perto.
- Você quer que eu use em você?
- Quero, mas antes quero usar em você. Pode?
- Claro, eu adoro picas humanas e de silicone também!

Aí eu fiquei de quatro e ela me enfiou o bicho que era fino, mas comprido. Eu já tinha experimentado outros bem diferentes... 

Não posso negar... mesmo artificial é muito bom!
Fui bem comida por ela e gozei como gozaria se fosse uma pica humana. Então foi minha vez de usar nela, que preferiu dar de ladinho. E atingiu o gozo também.

Eu sabia que não ia ficar só naquela noite. Me despedi, fui pra casa, o Kaplan me perguntou se o doutor tinha dado conta, eu disse que sim. Achei melhor não contar pra ele.

Algumas semanas depois, voltei ao apartamento dela. Eu já tinha levado os exames para o doutor Amado e pressenti que ela ficou escutando meus gemidos atrás da porta. Aquilo me deu um tesão!

Por isso, no dia seguinte liguei e perguntei se poderia ir ao apartamento dela naquela noite, ela ficou feliz em saber. E me recebeu muito bem. Ficamos na sala, conversando um pouco. Eu confirmei que ela tinha ficado ouvindo a trepada minha com o doutor. Ela disse que ouviu meus gemidos e até se masturbou pensando no que estava acontecendo.
Aí tirou minha roupa e começou a mamar em mim. E depois de mamar me lambeu o corpo todo, mas passou horas me chupando, me deixando bem molhada. E já foi buscar o strap-on, me colocou e falou:

- Me come do jeito que ele te comeu!

Achei estranho, mas fiz como ela pediu. Primeiro tirei a roupa dela, deixei-a sentada no sofá e dei-lhe aquela chupada que ela tanto gostara da primeira vez. Então enfiei o strap-on nela. O doutor Amado tinha me comido na mesa, mas ali teve de ser no sofá... e depois fiz com que ela sentasse no meu “pau” e cavalgasse, como eu tinha feito também com o doutor. Ela gozou bastante. Mas não saí de lá sem gozar não... tratei de colocar nela e sentei e pulei como eu tinha pulado.

Volta e meia a gente se encontrava naquele apartamento. Era muito bom dar pro médico e pra pica da secretária!


quarta-feira, 20 de março de 2019

Meu problema: não sei dizer não...


Ainda bem... gosto disso

(escrito por Kaplan)  

Jane gostava muito de passar as férias da faculdade no sítio de seus tios. Na verdade, não era um sítio de verdade. Era uma casa de campo, num condomínio belíssimo de paisagens, que ela gostava de fotografar e pintar depois. Era uma pintora nata, nunca tinha feito cursos de técnicas de pintura, mas tinha um talento extraordinário. 

Ela só não pintava pintos...
E, além disso, como em quase todos os condomínios, as casas ficavam vazias, pois os casais trabalhavam na cidade e os filhos estudavam também na cidade.
Mas nas férias, a coisa mudava de figura. Pelo menos na casa deles. Isso porque eles recebiam carinhosamente a sobrinha e a deixavam por conta do primo, o Aurélio. Aí rolava o perigo. Não que Jane tivesse ido para fazer coisas, mas o Aurélio não dava sossego. E o problema dela: não sabia dizer não...

Então, praticamente todos os dias rolavam bons momentos de sexo entre eles.
Como no dia em que fiquei sabendo de todos os detalhes, que ela mesma me contou, num dia em que não soube dizer não à minha cantada.

- Meu problema é esse. Como dizer não a uma cantada bem dada? Por um cara interessante?
- Obrigado por me considerar um cara interessante
- Mas você é, sabe disso. Fiquei sabendo de suas histórias com a Paula, sua sobrinha. E achei realmente interessante, diferente, e o carinho que ela tem por você, que nem é tio de verdade dela, isso me fascina. Por favor, não se aproveite disso, tá? Porque eu nunca vou ter coragem de falar não.
- Pode deixar, não vou me aproveitar. Só de vez em quando, pode ser?
- De vez em quando pode sim.
- Mas me conta o que você ia contar, sobre seu primo Aurélio.

- É mesmo, já estava me esquecendo. Bem, não vou te falar de todas as vezes, porque já foram muitas, muitas mesmo. Já perdi a conta! Mas vou te falar do último dia em que estive lá. Ele tinha me dito que iria na cidade com os pais e que eu ficaria sozinha. Não me incomodei com isso. Então, quando acordei, tirei a camisola, pus uma lingerie e fui para a cozinha ver se eles tinham deixado café pronto ou se eu teria de fazer. Tinham feito. Enchi uma xícara e enquanto esperava a torradeira terminar de tostar meu pão, fiquei olhando pela janela e tomando alguns goles do café. Aí eu levei um baita susto, porque ouvi passos. Fiquei sem ação. Seria o tio? E se ele me visse naqueles trajes?

Mas não era ele, era o Aurélio, que vinha só de cueca e camiseta. Perguntei o que estava acontecendo, porque ele me disse que não estaria em casa. Ele riu e falou que era brincadeira, ele não iria sair não, porque jamais me deixaria sozinha. E me encheu de elogios, como ele sempre faz e eu já sabia o que ia acontecer. Quando ele começou a me alisar os braços, a me beijar, a passar as mãos nos meus seios e na minha bunda... amoleci toda e me entreguei. 

Meu primo é muito safado... nunca digo não a ele!
E foi um tal de me pegar na bunda, me beijar, me encostar no corpo dele e eu sentindo aquela belezura dura lá embaixo... e o dedo dele passando pelo meu reguinho... cruzes, fico excitada só de lembrar!

- Pelo visto, foi um amanhecer maravilhoso o seu!
- Se foi... aí me levou pro quarto, sentou na cama, me pôs sentada no colo dele, de frente, a cara dele no meu sutiã, e a mão dele entrando dentro da minha calcinha, me cutucando tudo que tinha por lá... e aí me pôs de quatro e foi tirando minha calcinha lentamente, parecia que ele admirava cada centímetro de minha bunda. Admirava, beijava, lambia. Lambeu meu cuzinho, acredita? Me deu uma chupada na xotinha. Eu já estava gemendo, você sabe que gemo muito rapidamente. E ele enfiou um dedo no meu cuzinho, depois outro... estava me preparando para aquilo que ele gosta muito, que é uma transa anal.
Aí ficamos pelados. Tirei o sutiã, ele tirou a camiseta e a cueca. O pau dele já estava no ponto.

- E você foi fazer um boquete...
- Imagina se eu não faria! E olha, acho que foi o mais demorado que já fiz até hoje. Claro que não olhei no relógio, mas minha boca ficou até meio anestesiada de tanto que chupei. E depois, aproveitando, sentei no pau dele e fiquei cavalgando.

- Do jeito que você faz sempre comigo? 

Eu gosto tanto de cavalgar...
- Sim... nada de pular feito louca, uma cavalgada bem suave, mexendo lentamente o corpo, beijando o rapaz... muito bom. Sabe que gozo sempre que faço isso, e não foi diferente. Gozei bonito! Mas ele continuava bem firme, e me virou, fiquei sentada de costas pra ele que pegava nos meus peitinhos e fazia movimentos mais do que eu...

E entendi porque ele me virou. Logo ele tirou o pau da minha xotinha e enfiou no cuzinho. Como gosta de um! Toda vez que transo com ele, sempre o final é este.

- Mas você também gosta. Ou já fez anal comigo sem gostar?
- Gosto, não vou negar. A primeira vez eu tinha dúvida, mas como te falei, não sei dizer não, então ele conseguiu. E aí nunca mais paramos... 

Aprendi com ele... agora gosto sempre!
Sem tirar o pau de dentro do meu cuzinho, ele foi me virando e fiquei deitada de lado. E ele continuou metendo. Acho que ele quis vingar do boquete demorado que eu fiz e demorou demais me comendo o cuzinho. Tive de pedir a ele para resolver... Aí ele tirou e se masturbou, porque adora jogar seu leitinho no meu rosto, nos seios, na barriga, até no pé ele já derramou.

- Realmente, uma manhã maravilhosa.
- E olhando bem pra você acho que vai rolar outra, né?
- Você quer?
- Sabe que não sei dizer não...

Minha madrasta, meu tesouro!


Esse enteado era fogo!

(escrito por Kaplan)

O pai de Simão estava sentado na sala, com ele, conversando sobre as novidades. Simão havia ficado seis meses no exterior, chegara de volta no dia anterior, cansado, foi dormir. De manhã, depois de tomar o café com o pai, é que foram conversar. 

Temos novidades, filho!
- Meu filho, eu não tenho muito tempo agora, tenho de ir trabalhar, mas tem uma coisa muito importante que preciso te falar.
- O que foi, pai? Está tão sério! É coisa muito grave? Alguém morreu?
- Não, pelo contrário. É que... eu casei de novo.
- Quando foi isso? Por que não me contou?
- Tem dois meses. Eu já conhecia a Mércia há tempos e acabou que ficando sozinho aqui, ela veio me visitar, veio um dia, depois outro e acabou rolando um clima muito bom, então resolvemos casar e casamos.
- Não me lembro de conhecer alguém com esse nome.
- Acho que não conheceu mesmo não. Ela deve estar chegando, foi passar o fim de semana na casa dos pais, que moram em outra cidade. Só estou esperando ela chegar para te apresentar e tenho de sair.

- É... novidade mesmo. Então agora eu tenho uma madrasta.
- Que deve ter a sua idade, Simão.
- Está brincando, pai?
- Não. Mas isso não importa. Ó, bateram a campainha, deve ser ela.

Enquanto Simão ficava sentado tentando processar a informação, o pai foi abrir a porta e trouxe a Mércia com sua malinha.

- Mércia, querida, este é meu filho, Simão. 

Mas ela é a madrasta? Delícia!
Ele se levantou para dar a mão a ela, porém ela o puxou e deu-lhe um abraço e dois beijinhos.

- Seu pai fala tanto de você, mas não disse que era tão bonito!
- Bondade sua...

O pai a chamou.

- Vem, Mércia, vou levar sua mala ao quarto. Tenho de sair rápido.

Ele foi à frente, puxando a mala e ela foi mais devagar, quase rebolando. Ao chegar ao corredor, aquele ponto que seria a última visão que Simão teria dela, ela se virou, deu um sorriso sedutor e piscou o olho pra ele. Ele ficou cabreiro. O que era aquilo?
Mas não teve tempo de pensar. Seu pai voltou à sala, despediu-se dele e foi trabalhar.

Simão resolveu conversar com a madrasta e foi até o quarto. Porta aberta, ele ouviu o barulho do chuveiro. Ela estava tomando banho. Ele notou que a porta do banheiro estava aberta e não se conteve de curiosidade. Foi até lá e olhou para dentro do boxe. A visão que teve foi algo deslumbrante. Mércia estava totalmente nua, tomando banho, ensaboando-se sensualmente.
Será que ela estava fazendo aquilo de propósito? Ficou lá, olhando e deixando que ela visse que ele estava olhando. 

Socorro! Ela é gostosa demais!!!
Onde seu pai tinha achado aquela mulher tão gostosa?
Resolveu ver o que estava acontecendo.
Foi até o boxe e abriu a porta. Ela pareceu surpreendida e fechou a porta. Ele abriu de novo. Ela sorria e fez algo que o deixou excitado: virou-se de costas pra ele e ficou balançando as nádegas.
Mas queria saber das coisas primeiro.

- O que aconteceu aqui enquanto eu estive fora?
- Seu pai não te contou?
- Só me disse que tinha se casado.
- Na verdade não nos casamos oficialmente ainda. Estamos morando juntos para ver se dá certo.
Escuta, a porta aberta esfria aqui dentro. Podemos conversar, mas entra aqui.
- Você sabe o que está me pedindo?
- Claro que sei. Entra logo!

Ele tirou a roupa e entrou. Ela ficou encantada.

E ela se encantou com o enteado!
- Moço bonito, pau lindo. É maior do que o do seu pai, sabia?
- E o que você tem feito com o pau dele?
- Ah! Quando te vi, eu sabia que você era safadinho. Quer que eu te mostre, não é?
- O safadinho sou eu? Ou somos ambos?
- Nossa! Acho que vou adorar morar aqui com vocês dois! Adoro seu pai, mas ele já tem mais de 70, entende? Não tem a energia que você deve ter. E eu sinto falta. Se você resolver a contento... seremos uma família muito feliz! Deixa eu te mostrar o que eu faço.

Começou um demorado boquete nele. Depois os dois saíram do boxe, se enxugaram e foram para o quarto. Nus, eles se abraçaram, beijaram. Ele mamou nos seios dela, lindíssimos. Enfiou a mão entre as pernas dela, um dedo entrou dentro da xotinha e ela gemeu.

Jogou-a na cama, abriu-lhe as pernas e deu-lhe uma tremenda duma chupada, que a deixou toda arrepiada, molhada, gemendo sem parar.
Depois, em pé, ele a puxou pelas pernas até ela ficar com a xotinha bem na beirada da cama e enfiou seu pau dentro dela.
- Nossa! Isso é tudo que eu preciso para ser feliz... mete, mete, mete... 

Que energia o enteado tinha!
Quanto mais ela falava, mais ele se excitava e metia com força. Ela lambia os lábios, sentindo um prazer imenso. Aquele rapaz, agora seu enteado, sabia de tudo!
Ela é que não sabia de nada.  Se achava que já estava bom, logo iria perceber que estava enganada.

Sim, porque depois daquela primeira metida, demorada, que ele deu, logo ele deitou seu tronco sobre ela para beijá-la enquanto metia. E em seguida, a colocou de lado, sempre com o pau dentro dela e ela conheceu um jeito diferente de dar de ladinho.

Em seguida, ele deitou-se. O pau continuava tão duro quanto antes, erguendo-se altaneiro. Era um convite a um novo boquete que ela fez com prazer. Para depois sentar nele e cavalgar como há muito tempo não cavalgava algo tão duro.
E foram muitos minutos, muitos mesmo, com ela cavalgando, ele rodando o corpo na cama e ela rindo das travessuras dele. Mas sem sair de cima. 

Esta bunda merece algo especial...
Ele estava adorando ver a bundinha dela. Tinha certeza de que ela deveria gostar de anal, mas isso seria em outro momento. Por ora, meter naquela xotinha era algo muito especial!

E cachorrinho, ela gostava? Claro e foi assim que ele continuou metendo nela. Ela já tinha gozado duas vezes e ele se mantinha firme, impávido colosso.
E então ele resolveu colocar no cuzinho dela.

- Aiiiiiiiii... tá doendo!!!

Ele deu uma parada e foi enfiando devagar e sempre. Entrou tudo. A carinha dela não estava demonstrando alegria nem prazer.

- Não gosta de anal?
- Muito não, mas pode continuar...

Já que ela autorizara, ele continuou, só mudou de posição, colocando-a cavalgando. Ela não sentiu muita diferença, estava desconfortável.
Por isso, alegrou-se quando ele tirou o pau e começou a bater uma punheta. E recebeu um jato de porra no rosto. Testa, cabelos, face, tudo cheio. 

Ele sujou o rosto dela por inteiro!
E aí escutam a voz do pai dele. Chamando por ela. Desespero! Simão saiu correndo e escondeu-se debaixo da cama. Ela enfiou-se debaixo dos lençois. Ele entrou.

- Oi querida, vim mais cedo hoje para conversar com o Simão, mas não o vi.
- Ah. Ele saiu!

Simão não viu o gesto dela para o pai, indicando que ele estava debaixo da cama. O pai deu um sorriso.

- Deu tudo certo, hoje?
- Tudo, querido. Tudo em cima!
- Que bom! Bem, vou tomar um banho, daqueles bem demorados!
- Quem sabe eu vou lá ver?
- Pode ir!

Saiu do quarto. Simão saiu debaixo da cama. Olhou para ela que continuava com a cara cheia de porra.

- Ele viu seu rosto? Tá todo esporrado!
- Viu sim, seu bobo. Mas não tem problema. Nós combinamos isso.
- Como assim?
- Não te falei que ele não dá muito conta do recado? Me garantiu que você quebraria o galho. E eu vi, que galho é esse que você tem! Pode ter certeza! Seremos uma família muito feliz!