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sábado, 3 de abril de 2021

A historia do chapeuzinho vermelho numa perspectiva mais atual e mais adulta

Acho que ficou mais interessante!

(escrito por Kaplan)

 

Três amigas se reúnem na cama de uma delas. Não, não eram lésbicas não, eram apenas amigas muito queridas que tinham  o hábito de se reunir todo mês na casa de uma. E contavam casos, e falavam com quem ficaram, se foram a motéis, com quem, se tinha sido bom...  

Contando pras três, mostrou e elas ficaram interessadas

E um dia a Fátima, que recebia a Célia e a Glória em seu apartamento, contou a respeito de uma fantasia que ela e um ficante tiveram e realizaram.

- Gente, eu tinha visto um desenho com minha irmãzinha, com a história da Chapeuzinho Vermelho. Vocês conhecem essa história, tenho certeza!

As duas confirmaram que conheciam sim. Aliás, que crianças não se deliciaram com essa história? Todas tinham ouvido as mães contarem, e depois, já adolescentes, viram desenho animado... enfim, a história da chapeuzinho, do lobo mau e da vovózinha era bem conhecida.

- Pois então, eu tinha ficado com um gatinho,  o Gabriel, que conheci numa balada, e além dos beijos e amassos tradicionais, ele me falou que gostava de ter e de realizar fantasias eróticas. Gente, aquilo me deixou muito excitada! Conversamos muito a respeito e eu inventei, na hora, que tinha a fantasia de ser a chapeuzinho vermelho que encontrava o lobo no meio do mato e em vez de irem à casa da avó, trepavam loucamente.

- De onde você tirou essa ideia maluca?

- Não sei, só sei que saiu isso e ele falou que iríamos realizar a fantasia.

Eu ri e deixei de lado, imagina se isso ia acontecer! Pois aconteceu! Eu tinha dado meu telefone pra ele, e ele me liga dizendo que já tinha o local e as fantasias para realizar o que eu tanto desejava! Nossa, eu disse a ele isso, que desejava tanto? Nem me lembrava, mas parece que tinha dito, porque ele recordou e providenciou tudo!

- Mas onde vocês foram?

- Nem te conto, mas eu devia estar muito alucinada quando ele me disse que iríamos no bosque da faculdade!

- Você é louca! 



ela se sentiu ridícula, mas por pouco tempo...

- Acho que sou, porque eu topei e fiquei tremendo que nem vara verde quando chegamos lá e ele me deu uma capa com capuz vermelho e colocou uma máscara de lobo! Aí, ele falou que era para eu esperar um pouco que ele iria se esconder mais à frente.

E lá fui eu... morrendo de medo de alguém chegar e me ver naquela roupa ridícula!

Pois bem, andei uns dez minutos e aí ele pula de trás de uma árvore, fica na minha frente e faz aquelas perguntas da historinha.

- Onde você está indo, linda garotinha?

- Vou visitar minha avozinha que mora ali na frente!

- Cuidado com os lobos, eles são  muito perigosos!

- Mas que perigo eu correria se encontrasse um lobo mau?

- Ah, menina, esses lobos tem um pau muito grande!

- É mesmo? Muito grande mesmo?

- Sim, bem parecido com o meu, quer ver?

- Eu quero!   


Que lobo mais interessante era aquele!

E ele me mostrou. E era um senhor pau que ele tinha, eu não percebera isso no dia em que ficamos e estava vendo ali, ao vivo e a cores, uma maravilha!

- Mas pra que que lobos tem o pau tão grande?

- Pra te comer!

Eu já estava excitadíssima e peguei no pau dele, fiquei alisando e chupando, e ia dar pra ele ali mesmo, correndo o risco de sermos vistos. E aí levantei o vestido, tirei a calcinha e falei:

- Por favor, senhor lobo, me coma!

Ele comeu, mas, primeiro me deu uma chupada que eu estremeço até hoje só de lembrar!

Me encostou na árvore, tirou minha roupa toda...

- Louca, você é louca!

- Ah... eu esqueci de tudo... dei pra ele e foi uma gostosura ver ele enfiando aquela vara em mim. Nunca gozei tanto, não sei se por causa da vara, ou da adrenalina de estar pelada, trepando, num bosque que poderia ser visitado por outras pessoas e nos pegar ali no maior flagra!

Ele me comeu duas vezes, ou seja, ficamos mais de uma hora realizando a fantasia da chapeuzinho e do lobo bom... definitivamente aquele lobo não era mau! Agora, o melhor de tudo, eu falei que tenho duas amigas que também tem fantasias e ele disse que terá o maior prazer em realizar. Então tratem de pensar, porque não sou egoísta, vou compartilhar o lobo de pau grande com vocês!

quinta-feira, 4 de março de 2021

Quer que eu tire minha blusa?

Ele quis, ela tirou. Rolou!

(escrito por Kaplan)  

 

E minha amiga Alda que foi passear na fazenda do colega dela, sem nunca ter visto uma fazenda antes?

Ficou deslumbrada com tudo o que viu, a casa, as comidas, as plantações e a área de vegetação protegida, um verdadeiro bosque. Na cidade em que ela morava tinha tão pouca árvores que ela achou que estava numa floresta, quando começou a passear com o Sisenando. 

Ela nunca tinha visto algo tão bonito!

Fez questão de voltar ao bosque várias vezes e o Sisenando começou a perceber que poderia investir, tal a euforia dela. Ele a convidara com segundas intenções, era a colega mais gostosa da faculdade e ele achava que merecia uma atenção especial...

Pois bem, num dos dias em que foram lá, ela fez um comentário que foi a deixa que ele precisava.

- Sisenando, eu fico tão maravilhada aqui que fico pensando que este poderia bem ser o jardim do Eden, onde Adão e Eva passeavam...

- É podia mesmo, só que tem um detalhe...

- É? Qual?

- Eva e Adão não andavam vestidos, para saber como eles se sentiam nós teríamos de ficar nus também.

- Duvida que eu fique?

- Você ficaria?

- Claro... quer que eu tire minha blusa, pra começar?

- Eu quero! Duvido muito que você tire...  


Ele duvidou... ela tirou!

Ela riu, já tinha entendido o que ele queria e não seria nada mal, ele era um cara legal, podia rolar alguma coisa mesmo, se não fosse bom... seria só a vez de conferir e ponto final.

Então ela tirou a blusa e, para alegria dele, ela estava sem sutiã e ele viu os seios dela e ficou babando...

Então a pegou, beijou, beijou os seios e a mão dele tentou entrar dentro da saia que ela usava, ela fingia que não queria, mas queria.. e ele juntou de novo seu corpo no dela, tirou a sua blusa e ficou com o  peito encostado nos seios dela, que estremecia... tava muito bom!

Aí ele estendeu as duas blusas e ela sentou nelas e ele ajoelhou na frente dela, ficou fazendo carinhos nos biquinhos dos seios e ela, finalmente deixou que ele tirasse a saia e a calcinha dela. Fez questão de que ele se despisse também, o que ele fez, e ela gostou de ver o pau dele.

Pegou e fez um longo boquete... que diferença que era chupar um pau na natureza ouvindo pássaros cantando, do que nos apartamentos e motéis da cidade..

- Será que o pau do Adão era tão gostoso quanto o seu?

- Não sei, mas que a Eva não deveria ser tão linda e gostosa como você eu tenho certeza!

- Eu vi um filme sobre a pré-história que as mulheres ficavam curvadas e os homens vinham correndo e crau... metiam nelas. Acho que devemos fazer igual a eles... 


Este era o famoso "crau"...

E ficou curvada e o Sisenando não perdeu tempo, veio rápido e crau! Nela, e ficou bombando sem parar.

Mas ela acabou preferindo ajoelhar nas blusas e ficar na posição de cachorrinho. E ele continuou metendo, até gozar, mas não dentro, e sim na bunda dela.

Agradecida, ela perguntou se poderiam continuar brincando de Adão  e Eva nos dias seguintes...

Aquele bosque... ainda bem que ele não falava...

 

quarta-feira, 4 de março de 2020

Como fiz Meg descobrir que podia amar outra mulher


Ela adorou e virou adepta!

(escrito por Kaplan)

- Sua mulher é uma delícia, Kaplan... será que ela me aceita?

Quem perguntava isso era minha ex-colega de faculdade, a Mariza, que como os leitores devem se recordar, foi a primeira bissexual que nós conhecemos. Ela e a Márcia nos mostraram que podiam se amar e trepar com a gente, sem problema.
Pois ela me aparece, sem mais nem menos, fica conhecendo a Meg e gamou. Daí a pergunta que ela me fez.

- Não sei, já andei falando com ela a respeito de ser bi, mas ela teve uma educação muito rígida e ainda não aceitou a ideia, não. Acho que vai acabar aceitando, nunca pensou em fazer ménage e já fez.

- Poxa, posso ajudar? Eu adoraria ter ela na minha cama.
- Vamos bolar um plano. 

Meg nem imaginava o que iria rolar...
Aí eu pensei e achei que um piquenique seria uma boa. Mariza também concordou, Meg adorou a ideia sem saber o que a esperava.
E lá fomos nós para um bosque, ideal para o tal piquenique. Longe, afastado da cidade... ali se podia fazer muita coisa boa.
Eu as levei, levei a cesta com os comes e vi que tinha esquecido os bebes, olha só! Tudo fazia parte do plano.

- Meninas, fiquem ai que vou buscar as bebidas.

E aí a Mariza começou a doutrinação.
Começou elogiando a Meg, depois perguntou se eu havia comentado sobre a sexualidade dela.

- Sim, ele já me falou. E me conta como é isso? Eu sou meio bobinha ainda, estou aprendendo tanta coisa que nem imaginava... moça de interior, sabe?
- Sei, mas eu também era... até conhecer a Márcia, colega nossa. Fomos morar na mesma república e ela me seduziu, apaixonei por ela, ela me ensinou tudo. E continuo gostando de homens também. Aliás, não sei se o Kaplan te contou, eu e ele trepamos demais nos quatro anos de faculdade.
- Ele me contou sim. Falou que vocês duas balançaram o coreto da faculdade.

Mariza riu.

- Mas é muito legal, Meg. O dia que você quiser arriscar e experimentar, pode falar comigo, vou adorar, porque te acho linda demais!
- Podemos fazer alguma coisinha antes de ele voltar?
- Nossa... assim você me mata de alegria! Chega mais! 

Ela ficou interessada... otimo sinal!
Meg chegou perto dela e ganhou um beijo. Eu conhecia os beijos da Mariza, eram muito bons. E Meg não ficou assustada, pelo contrário.

- Menina... gostei!
- Tem mais!

E mais beijos foram dados, e Meg foi ficando excitada com aquilo. Mariza aproveitou, vendo que ela estava disponível. Tirou a camiseta da Meg e mamou gostoso nos seios dela. Eu já tinha falado com ela para fazer isso porque a Meg tinha uma fissura total quando alguém pegava, ou beijava ou mamava nela.
Daí, Meg tirou a camiseta da Mariza e mamou nela também.

- Acho que podemos ficar nuas... aqui não aparece ninguém.

Tiraram as roupas e juntaram seus corpos, beijos aconteceram, mãos percorreram tudo, as bundinhas, as xotinhas. 

Ela ensinou tudo pra Meg, que adorou!

Ela ensinou para a Meg o que era velcro, como chupar uma xotinha, fizeram um 69.
Meg estava realmente entusiasmada. Estava gostando e entendendo porque eu insistia tanto para ela experimentar.
Estava se deliciando em chupar a xotinha da Mariza quando eu voltei com as bebidas.

Fiquei vendo, elas me viram, mas não deram bola, continuaram com a chupação. Agora era a Mariza que chupava a Meg, que revirava os olhos de tanto prazer.

Fizeram outro 69, acho que só para que eu visse. E eu tirei a roupa, mostrando como eu estava excitado com o que elas faziam.
Então me chamaram e eu fui contemplado com um boquete feito pela Meg e depois pela Mariza. Quando Mariza me chupava, Meg comentou que ia me largar e viver com ela.

- Come ela, querido. Ela merece ser comida primeiro, por tudo que me ensinou.
- Eu não falei que sua esposa é linda, Kaplan? Estou amando ela! 

E tudo acabou num belo menage...
Ficou de quatro e mandei lenha. Comi, lembrando as boas trepadas que a gente tinha dado quando estudávamos. Meg assistiu a tudo.
Larguei a Mariza e comi a Meg, também de quatro. E Mariza aproveitava para passar a mão nela, nos seios...
Colocamos Meg deitada de costas, eu meti e a Mariza sentou com a xotinha na boca, para ser chupada pela Meg.

Meg tinha gozado e Mariza não, então tornei a meter nela até ela conseguir.
O restante do piquenique foi para comentarmos sobre bissexualidade. E Meg definiu que iria participar disso ativamente. De fato, nunca mais parou de encontrar amigas com as quais partilhava lindos momentos na cama.


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

No bosque, as brincadeiras dos primos com ela se transformaram em algo mais sério!


Mas levar na brincadeira era bom também...

(escrito por Kaplan) 

Não tinham se passado 5 anos que eu e Meg nos casamos, quando ela foi passar um fim de semana na terra dela, onde deixara inúmeros parentes, inclusive pai, mãe e irmãs. E primos.
Ah... esses primos... eu sabia, porque ela tinha me contado, que quando adolescentes eles brincavam muito escondidos dos pais. Escondidos... vocês devem imaginar a razão. 

Adolescência... coisas proibidas!

Sim, brincar de médico, nadar pelados, subir nas árvores ela sem calcinha e eles olhando cá de baixo e batendo punhetas, que ela adorava ver de perto e até ajudava. Mas não passava disso. Bem, brincar de médico implicava em mãos passando nela quando ela era a paciente e ela passando neles quando os papeis se invertiam. Ela adorava pegar nos pintos e ver como eles ficavam duros.
Mas chupar, transar... não, nunca tinha acontecido.

Só que agora ela era casada, já conhecia muita coisa da vida... e eles também já estavam bem crescidos, todos na faixa dos 22, 23 anos, ela tinha 24.
E um belo dia ela saiu passeando com o Jaime e o Tomé, que a levaram a um local que ela não se recordava se conhecia. Parecia que não...
E lá eles fizeram questão de lembrá-la das brincadeiras de antigamente.

- Meg, a gente brincava de médico com suas irmãs, com as nossas, com outros primos e até vizinhos, lembra?
- Como não lembrar?
- E você era a mais gostosa de todas.
- Para com isso, eu sou uma mulher casada...
- Casou e ficou mais gostosa ainda. Seu marido tá te tratando muito bem!

Ela ria. Elogios sempre fazem bem ao ego. E resolveu brincar com eles.

- E aqueles pintinhos que vocês tinham? Continuam pintinhos ou cresceram?
- Olha só, Tomé... vê se isso é uma pergunta que uma mulher casada faça... essa nossa prima está precisando de um castigo! 

Já casada, eles podiam abusar... e ela queria!

E ele agarrou-a pelas costas. Ela se debatia, mas sem muita convicção, porque estava achando que aquela brincadeira poderia ter um final feliz. Ela pedia socorro ao Jaime que em vez de ajudá-la, foi segurá-la também, e eles começaram a desabotoar o vestidinho que ela usava.
Quando os seios apareceram, eles enlouqueceram.

- Jaime, olha só como os peitos dela ficaram... que coisa linda!

E ele tratou de dar uma boa mamada neles, enquanto o Jaime continuava segurando-a. Mexer nos seios da Meg era provocar uma excitação medonha nela. E assim, ela parou de se debater, deixando que eles abrissem seu vestido todo.

- Vocês despertaram um vulcão adormecido. Agora vão ter de dar conta!
- Você estava querendo. Veio sem nada por baixo do vestido!
- Lógico, seus bobos. Quero fazer com vocês o que nunca fizemos.

Mas eles pegaram o vestido dela e amarraram os braços dela com ele numa árvore. E aí foi um tal de beijar, mamar, chupar a xotinha, tudo ao mesmo tempo pois eram duas bocas ávidas. E ela adorando. Viu que os primos também já estavam “maduros”. E como mamavam e chupavam gostoso.

- Ei, está tudo ótimo, mas ainda quero ver se os pintinhos cresceram...

Tomé foi o primeiro a mostrar. Abriu a calça e ela viu um belo pau.

Como o pintinho cresceu...

- Uau... o pintinho virou um senhor galo...dê cá...

E fez um boquete demorado nele que quase gozou. Então deixou o Jaime ser chupado também.. E enquanto o chupava, o Tomé aproveitou que ela estava meio curvada para meter o pau na xotinha. Que beleza! Um ménage com dois primos no meio do mato.
Depois foi a vez do Jaime meter também, enquanto ela voltava a chupar o Tomé.

Com os dois ainda de pau duro, ela pediu que eles gozassem nos seios dela. Ajoelhou e os dois, um de cada lado, ficaram batendo punheta até despejarem tudo nela.

Ela não tinha como se limpar, então colocou o vestido por cima da lambrecança que eles tinham feito. Voltaram para as casas e ela tratou de correr para o banheiro, tomar um bom banho e lavar o vestido. O que as irmãs acharam estranho, mas “depois que casam as pessoas ficam meio esquisitas”...

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Lances de faculdade


Vida boa era aquela!

(escrito por Kaplan) 

Fim de semana, folga nos estudos e saída com as amigas para lugares “quentes”, onde se poderia fazer mil coisas que os pais delas jamais poderiam imaginar que elas fizessem!
É, a vida de estudantes universitários sempre foi muito boa.
Foram tantos casos, que de vez em quando eu me recordo de um que ainda não foi contado aqui para meus sedentos e sedentas leitores!
Lá vai mais um:

Saí com Isabela e Lorena, duas encantadoras colegas que, como outras, já tinham assumido sua bissexualidade. Fico pensando como elas foram pioneiras! Nos anos 60 havia uma revolução sexual acontecendo no mundo. Gays saiam dos armários, lésbicas se assumiam, mas quase não se ouvia falar de bissexualidade. E tivemos o privilégio de ver ao vivo e a cores, garotas que transavam entre si e com a gente também.
Lorena e Isabela eram desse time.

Naquele sábado em que elas saíram comigo, levaram uma bola de vôlei, pois queriam treinar para entrar no time feminino da faculdade.
Quando chegamos a um local do bosque, estendemos toalhas no chão e colocamos lá os quitutes e as bebidas que leváramos. Como elas me chamaram muito cedo, eu não tinha tomado nem café ainda, comecei a comer um sanduíche e tomar uma cerveja, para rebater as da noite anterior.

E as duas ficaram jogando bola, uma para a outra, treinando cortadas e defesas. Jogavam bem!
O melhor de tudo: depois de começarem jogando de short e camiseta, fizeram a opção pelos trajes mais simples: nada! Isso mesmo, começaram a jogar peladinhas... era uma coisa muito boa ver as duas rindo, jogando, errando, os seios pulando... 

... assim ficou muito melhor!

Assim estava bom...
Depois de algum tempo, eu só apreciando, elas deram uma parada e foram até onde eu estava, sentaram-se na toalha ao meu lado, suadas.

- Os seios de vocês até brilham, de tanto que suaram.
- Enxuga pra nós?
- Com o máximo prazer!

Mas não foi com toalha que eu enxuguei... foi com a língua. Delícia lamber os seios delas suados. E aquilo serviu para elas esquecerem o vôlei e dar mais atenção a uma pica que estava ansiosa para penetrar nos buraquinhos que elas quisessem.
A Isabela deitou, de costas, pernas abertas. A Lorena agachou entre as pernas dela e ficou lambendo-lhe a xotinha. E eu, ajoelhei atrás da Lorena e mandei ver numa boa chupada na xotinha dela, por trás, pegando na bundinha, apertando. 

Agradecendo por eu as ter enxugado? Só pode...

E aí as duas vieram chupar meu pau. Uma de cada lado, lambendo, engolindo, pegando nas bolas. Trem bão dimais!

Melhor ainda: a Lorena quis ser a primeira a ser comida, ficou deitada de lado, eu atrás dela, meti e ao mesmo tempo que metia via que ela beijava a Isabela, que se masturbava.
Espelho, espelho meu, existe ménage mais gostoso do que esse? Duvido. Era muito legal ver a Isabela, de olhos fechados, se masturbando e sendo beijada.
Foi a vez de eu comer a Isabela. De quatro, com a Lorena com a cabeça em cima da bunda da amiga, e de vez em quando tirando meu pau, chupando e o devolvendo à xotinha dela.

Ela também ficou de quatro, ao lado da colega e eu entendi o que elas queriam: que eu as comesse de forma alternada. Metia numa por alguns minutos, tirava e enfiava na outra, repetindo até que elas gozassem e a Lorena foi a primeira. Depois que a Isabela também gozou, o que me restava fazer era gozar nas duas bundas que estavam bem à minha frente.

Tinha sido muito legal. Mas não ficou só nisso, esse lance foi de manhã, quando chegamos e ficamos lá até umas 15 horas. O que significa isso? Que trepamos mais, treinamos jogadas de vôlei (os três nus), bebemos e comemos. E trepamos. Tinha sido esse o objetivo da nossa ida!


quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Atração fatal: se conheceram na chegada e já foram para o mato


Ele conhecia um cantinho especial...

(escrito por Kaplan)

Teve um filme com este nome, em que a Glenn Close pirou quando conheceu o Michael Douglas, vocês devem se lembrar disso, não?
Bem, a história de hoje não tem nada a ver com a daquele filme, mas foi uma atração fatal também.

A família de Belmiro ia receber uma moça oriental, acho que era libanesa ou síria, que atendia pelo nome de Jade. Vinha fazer intercâmbio, já que um irmão do Belmiro tinha ido para o país dela.
Ele foi encarregado de buscá-la no aeroporto.  

O avião chegou e com ele a Jade. Como ela seria?
Foi com uma certa má vontade, pensando que a moça viria com aquelas vestes típicas, talvez até com o rosto tampado. Mas estava redondamente enganado.
Estava lá na porta de saída dos vôos internacionais, com a plaquinha com o nome dela e de repente vê uma morena alta, de camiseta e shortinho, com pernas compridas, linda de morrer, chegar sorridente perto dele e perguntar com aquele sotaque típico de estrangeiros:

- Belmirô???

Ele olhou espantado. Só podia ser a Jade.
Então confirmou e ela apertou-lhe a mão.

- Sou Jade.
- Você fala português?
- Sim, mas não muita. Vim para melhorar.

É... realmente não falava muita..., mas tudo bem. Ajudou-a com a bagagem, levou-a até o carro. O dia estava esplêndido, muito sol, temperatura alta. Ela olhou admirada o céu totalmente azul, sem uma nuvem.

- Muita bonito o céu... limpo! Em meu terra, sempre cinza.

Que gracinha o jeito dela falar, foi pensando ele.  

Ele parou o carro. Parou por quê?

Ligou o carro e foram em direção à chácara onde moravam. Era quase uma hora de viagem, muito calor, logo ele parou num posto para comprar água, sucos. Ela desceu com ele e ele notou que todo mundo olhava para a Jade, as mulheres espantadas, os homens com vontade de despi-la.
Realmente, era uma linda mulher.
Ela olhava em volta, a paisagem deslumbrante. Totalmente diferente do país dela, pelo visto.

- Posso caminhar em volta?
- Pode, vou com você.

Em volta do posto havia um bosque. Muitas árvores, pássaros cantando. Ela estava admirando tudo. Entraram pelo bosque e ela foi ficando cada vez mais perto dele, apoiando-se nele para caminhar, até que rolou o tesão mais alto do mundo entre os dois e eles se beijaram alucinadamente.

Agora não precisavam mais de palavras. As bocas ficariam ocupadas em beijos, cada vez mais intensos. E as mãos... ah, as mãos foram se ocupando de outros lugares... ele enfiou a mão por dentro da camiseta dela e chegou aos seios, firmes, e ela não se fez de rogada. Tirou a camiseta e deixou que ele não apenas visse como pegasse, beijasse e mamasse. E a mão dela procurava no meio das pernas dele o seu objeto de interesse. 

Foi mesmo uma atração fatal...

O que fez com que ele se despisse, já doido pra transar com ela. E ela também tirou tudo, antes de ajoelhar e fazer um boquete que não ficava nada a dever aos boquetes das brasileiras.

Depois ela ficou de quatro, pronta a receber a pica do Belmiro, que entrou de uma vez só e bombou bastante, arrancando gemidos ininteligíveis.
Depois ela ficou de frango assado e ele meteu de novo.
E mais uma vez de quatro e ele meteu até vê-la gozar e ele também gozou.

- Jade gostou muita de Belmirô... vamos poder fazer isso de novo?
- Claro que vamos...

Levantaram-se, vestiram-se e foram para a casa dele.
Ela ficou lá três meses, aprendeu muito! Tanto que resolveu não voltar. Casou-se com o Belmirô!