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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Atração fatal: se conheceram na chegada e já foram para o mato


Ele conhecia um cantinho especial...

(escrito por Kaplan)

Teve um filme com este nome, em que a Glenn Close pirou quando conheceu o Michael Douglas, vocês devem se lembrar disso, não?
Bem, a história de hoje não tem nada a ver com a daquele filme, mas foi uma atração fatal também.

A família de Belmiro ia receber uma moça oriental, acho que era libanesa ou síria, que atendia pelo nome de Jade. Vinha fazer intercâmbio, já que um irmão do Belmiro tinha ido para o país dela.
Ele foi encarregado de buscá-la no aeroporto.  

O avião chegou e com ele a Jade. Como ela seria?
Foi com uma certa má vontade, pensando que a moça viria com aquelas vestes típicas, talvez até com o rosto tampado. Mas estava redondamente enganado.
Estava lá na porta de saída dos vôos internacionais, com a plaquinha com o nome dela e de repente vê uma morena alta, de camiseta e shortinho, com pernas compridas, linda de morrer, chegar sorridente perto dele e perguntar com aquele sotaque típico de estrangeiros:

- Belmirô???

Ele olhou espantado. Só podia ser a Jade.
Então confirmou e ela apertou-lhe a mão.

- Sou Jade.
- Você fala português?
- Sim, mas não muita. Vim para melhorar.

É... realmente não falava muita..., mas tudo bem. Ajudou-a com a bagagem, levou-a até o carro. O dia estava esplêndido, muito sol, temperatura alta. Ela olhou admirada o céu totalmente azul, sem uma nuvem.

- Muita bonito o céu... limpo! Em meu terra, sempre cinza.

Que gracinha o jeito dela falar, foi pensando ele.  

Ele parou o carro. Parou por quê?

Ligou o carro e foram em direção à chácara onde moravam. Era quase uma hora de viagem, muito calor, logo ele parou num posto para comprar água, sucos. Ela desceu com ele e ele notou que todo mundo olhava para a Jade, as mulheres espantadas, os homens com vontade de despi-la.
Realmente, era uma linda mulher.
Ela olhava em volta, a paisagem deslumbrante. Totalmente diferente do país dela, pelo visto.

- Posso caminhar em volta?
- Pode, vou com você.

Em volta do posto havia um bosque. Muitas árvores, pássaros cantando. Ela estava admirando tudo. Entraram pelo bosque e ela foi ficando cada vez mais perto dele, apoiando-se nele para caminhar, até que rolou o tesão mais alto do mundo entre os dois e eles se beijaram alucinadamente.

Agora não precisavam mais de palavras. As bocas ficariam ocupadas em beijos, cada vez mais intensos. E as mãos... ah, as mãos foram se ocupando de outros lugares... ele enfiou a mão por dentro da camiseta dela e chegou aos seios, firmes, e ela não se fez de rogada. Tirou a camiseta e deixou que ele não apenas visse como pegasse, beijasse e mamasse. E a mão dela procurava no meio das pernas dele o seu objeto de interesse. 

Foi mesmo uma atração fatal...

O que fez com que ele se despisse, já doido pra transar com ela. E ela também tirou tudo, antes de ajoelhar e fazer um boquete que não ficava nada a dever aos boquetes das brasileiras.

Depois ela ficou de quatro, pronta a receber a pica do Belmiro, que entrou de uma vez só e bombou bastante, arrancando gemidos ininteligíveis.
Depois ela ficou de frango assado e ele meteu de novo.
E mais uma vez de quatro e ele meteu até vê-la gozar e ele também gozou.

- Jade gostou muita de Belmirô... vamos poder fazer isso de novo?
- Claro que vamos...

Levantaram-se, vestiram-se e foram para a casa dele.
Ela ficou lá três meses, aprendeu muito! Tanto que resolveu não voltar. Casou-se com o Belmirô!

terça-feira, 19 de março de 2019

O que acontece quando primos e prima assistem filmes pornôs juntos?


Acho que não deveriam ver, mas...

(escrito por Kaplan)  

É o tipo da coisa curiosa. Será que assistir a filmes pornôs pode induzir a fazer a arte virar vida? Ou, em outras palavras, pode despertar a curiosidade de ver se se pode fazer tudo aquilo que aparece na telinha da TV?

Marli, com seus 25 anos, achou que não teria nada de mais chamar os primos que moravam ali perto para assistir um desses filmes. Alan e Vitoriano foram. Ela não tinha dito que eram pornôs, falou que era um filme...
Eles tinham 24 e 21 anos respectivamente. 

Uau... que filme é este? 

Chegaram na casa dela, ela vestia um short e uma blusinha, trajes comuns, quase toda vez que eles iam lá ela estava vestida dessa maneira. E eles estavam só de bermuda, efeito do calor que fazia naqueles dias. Ninguém se incomodava de ver os dois só de bermuda, afinal eram primos visitando prima.
Mas se eles estavam com calor ao chegar, imagina como ficaram suando vendo o que se passava na frente deles.

- Marli, você que escolheu este filme? Ou alguém recomendou?
- Fui eu mesma. Me pareceu ser legal. E é legal. Vocês não estão gostando?
- Estamos... mas dá um arrepio, né?
- Que bobagem! Vamos curtir.

Continuaram assistindo e a cada trepada que viam, eles juntavam seus corpos ao dela, que gostou daquilo. E resolveu aproveitar.

- Nossa, que calor que tá fazendo, né?

Tirou a blusinha e ficou como os primos... só de short, e os dois arregalando os olhos vendo os peitinhos dela. Ela procurava não rir, mas estava engraçada a situação que fora provocada sem ela ter programado nada. 

Os três só de shorts... isso não ia pegar bem! Ó... pegou!

Um olhou pro outro e sem falar nada, o Alan começou a beijar a prima e o Vitoriano já foi com a mão nos seios dela. Ela achou ótimo e não resistiu à tentação de colocar as mãos nos dois paus que já estavam duríssimos.

Eles tiraram o short dela. Só de calcinha ela sorria, vendo os dois definirem o que iriam fazer. E o Alan foi o primeiro a enfiar a mão dentro da calcinha dela e começar a acariciar a xotinha. E o Vitoriano ficava beijando e acariciando os seios.

- Gente, me deixem ver seus pintos.
- Você ainda não deixou a gente ver sua xota!
- Vou contar até três e todos tiramos, ok?
- Ok!

No três, ela arrancou a calcinha e os dois tiraram as bermudas.

- Que pintos lindos! Dê cá!

Pegou nos dois e começou a chupar, ora um, ora outro.

- Você chupa melhor que aquela atriz...
- Claro, minha boca está no seu pinto e a dela não!

Depois de chupar bastante, ela se ofereceu.

- Quem vai me comer primeiro? 

Com certeza, foi melhor do que o filme que estavam vendo!

Tiveram de tirar par ou impar e o Vitoriano ganhou. Ela ficou de quatro, ele meteu por trás e ela ficou chupando o pau do Alan. Depois que ele meteu bastante, saiu fora e o Alan a colocou sentada em seu pau, o Vitoriano ficou em pé, do lado, ela chupando ele enquanto cavalgava o Alan.

Ninguém gozou. Mas gostaram muito da brincadeira e daí em diante, em toda oportunidade lá estavam os dois sarrando a prima. Nem precisavam mais do estímulo de filmes pornôs!


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Quando ficou sabendo que o médico era negro, ela tratou de marcar uma consulta


Louras tem fascinação...

(escrito por Kaplan)   

Eu ainda vou entender essa verdadeira fascinação que as mulheres louras têm pelos negros, e mulatos também.
Nunca conseguiram me explicar, mas eu acho que sei o motivo.

Só pode ser o estereótipo: negros tem paus maiores do que os brancos.
Isso é relativo. Há negros com paus bem grandes, mas há brancos também. Aliás, a Meg me disse uma vez que o maior pau que ela enfrentara era de um branco, que ela chamava carinhosamente de “meu jumento”. O bicho era do tamanho do antebraço dela. Imagina um pau que vai da mão até o cotovelo. E ela me dizia que ele fazia com tanto jeito que não causava incômodo nenhum.
Gente, é loucura. Da mão ao cotovelo temos uns 27 ou 28 cm... é muita humilhação para quem, como eu, tem modestos 17cm...

Mas as louras, eu dizia, acho que o fascínio delas são os 23 ou 24 cm da maioria dos paus dos negros. E uma amiga nossa, Roberta, era fã.
E não é que, um belo dia, ela ficou sabendo de um médico negro na cidade? Não teve dúvida, tratou de marcar uma consulta com ele, sem sequer saber a especialidade. Mas o doutor Geraldo... precisava conhecê-lo! 

Até a secretária viu...
Consulta marcada, ela já foi vestida pra matar, causou espanto na secretária do doutor. Minivestido, tomara que caia, quando ela sentou para esperar a sua hora de entrar, a secretária enxergou a calcinha dela... não tinha como não ver!
O doutor também achou estranho o traje dela quando ela entrou para ser atendida e, despachada, foi logo sentando na maca, sem ele ter falado com ela para fazer isso. Mas ela sabia que sentando ali, o doutor veria o que a secretária já tinha visto. E, com certeza, a reação dele seria outra.

Ele, pacientemente, fez a ficha dela e depois procurou saber o motivo da ida dela. Ela reclamou de dores pelo corpo todo e foi mostrando a panturrilha.

- Dói aqui, dói na outra, dói no pescoço... minha vida é tomar remédios pra dor. E eu preciso mudar isso, doutor Geraldo, não dá pra ficar tomando remédios a vida inteira...
- Concordo. Vamos ver.

E começou a examinar os locais onde ela dizia que sentia dor. Não viu nada nas pernas, nem nos braços. Ela mexeu com pernas e braços como ele mandou e ele percebeu que aquela história dela era falsa. O que será que ela pretendia?

- Onde mais dói, senhora?
- Aqui, doutor.

E abaixou o vestido para ele ver os seios... tão doloridos, coitados!
Ainda desconfiado, ele fez o exame dos seios dela para ver se tinha algum nódulo. Nada.

- Dona Roberta... a senhora não tem nada. O que veio, exatamente, fazer aqui? Por que me procurou? 

Ele sacou logo o que ela queria...
- Tesão, doutor Geraldo. Eu morro de tesão com pessoas de sua cor. É impossível descrever, mas é puro tesão.

Ele ficou embasbacado, mas ela não deu tempo de ele expulsá-la do consultório.
Como ele já tinha sentado, ela se aproximou e quase sentou no colo dele, enfiando o rosto dele entre os seios.
Então, colocou a mão sobre o pau dele. E viu que era grande e, mais interessante ainda, estava endurecendo.

- Este é o único remédio que preciso, doutor... aplique em mim!

Começou a tirar a roupa do médico, que não fez nada para impedir. Já tinha sacado que era isso mesmo que ela queria. E por que não receitar um chá de picão duro?
Ela viu o que queria, era grande mesmo e caiu de boca.
Depois ela sentou na mesa e ele a comeu de frente, colocando a mão em sua boca para que a secretária não ouvisse os gemidos dela. 

Isso doutor... é o remédio que precio!

E ela ainda o cavalgou, sentindo aquele pau grandioso entrar dentro dela, completá-la por inteiro. Pulou bastante até conseguir seu gozo.

- Doutor, não sabe como estou revigorada. Seu remédio é realmente excelente. Mas é claro que preciso marcar nova consulta com sua secretária, não é mesmo? Posso ter alguma recaída e é sempre bom prevenir. Melhor prevenir do que remediar, já dizia minha avó.

- Sim, pode marcar. Atenderei com prazer. Se quiser, posso atender em sua casa também.
- Seria ótimo, mas não dá. Meu marido poderia desconfiar e não ficaria legal.

Por essa o doutor Geraldo não imaginara. Acabara de colocar um par de chifres num marido que ele sequer conhecia!



Eles viram o casal trepando na beira do rio


Gostaram tanto de ver que treparam também...

 (escrito por Kaplan) 

Aloisio e Carmen, amigos do interior, gostavam muito de nadar num riacho que passava lá perto. Era bem frequentado pela jovens. Como eles não gostavam de muita gente fofocando sobre eles, que eram apenas amigos, fugiam de uma pequena praia que havia lá e que era o local onde todos ficavam.  

Eles queriam sossego... só isso!
Sempre procuravam locais mais tranquilos. Não faziam nada de mais, apenas não queriam confusão.

Mas naquele dia... aconteceu algo que eles nunca tinham visto. Ramiro e Marina, dois namorados que eles conheciam e dos quais eram amigos também, haviam procurado e encontrado o mesmo local onde eles iriam ficar.

E os dois estavam nus, se beijando, se enrolando em cima de uma toalha ou colcha que tinham colocado em cima do capim. Logo viram os dois levantando, olhando e como não viram ninguém, voltaram para a toalha e se deitaram. A Marina estava de lado, de frente pro namorado e de costas para onde Aloísio e Carmen se encontravam.

- Que bunda maravilhosa a dela... – ele comentou quase sussurrando.
- Você olha a bunda e eu olho outra coisa... – ela devolveu o sussurro.
- Já sei, safadinha... tá de olho no peru dele.
- Estava. Agora estou olhando o que ele está fazendo...

De fato, chamava a atenção ele deitado entre as pernas dela e chupando-lhe a xotinha. E ela ainda levantou as pernas, para ele ficar mais à vontade...
Quando ele parou ficou ajoelhado na frente dela que mandou ver num boquete. Para, depois, ficar de quatro e ele enfiou a cara entre as nádegas dela. 

Olha só... trepando pra valer!

- O que ele tá fazendo? Beijando o cu da Marina?

- Parece que sim, mas deve estar lambendo a xotinha dela porque vai meter daqui a pouco.
- Como é que você sabe disso?
- Ora, de ouvir falar...
- Sei... e a safadinha sou eu... Nossa, olha como os peitos dela balançam... ele deve estar metendo com muita força! Ela tem seios bem grandes, né?
- Já tinha visto?
- Já, no colégio a gente tomava banho juntas depois da Educação Fisica, e ela é que tinha os maiores. Todas nós ficávamos com inveja... que besteira... Vocês também tomavam banho juntos?
- Claro, todo colégio é assim.
- E ficavam comparando quem tinha o peru maior... aposto. 



Que bunda sensacional a dela!
- A gente ficava sim... acho que isso é normal. Mas olha lá, parece que acabaram, eles já levantaram e ela ajoelhando... gente que bunda... que é aquilo? Como é que a gente não repara tanto quando estão vestidas... ela é muito gostosa.
- Ou... isso não foi muito educado não... estou aqui...
- Desculpa, mas é porque estou vendo ela... nunca vi você pelada...
- Se você ficar eu fico também.
- Jura?
- Cara... ver os dois não te fez ficar excitado não? Eu fiquei!
- E quer fazer a mesma coisa que eles?
- Eu topo, você tá a fim?
- A gente é tão amigos, né? Já tinha pensado nisso?
- Estou pensando agora e por favor não me desaponte. Tira a roupa!

Foi num segundo que os dois ficaram nus.

- Uau! Seu peru é do mesmo tamanho do dele... 

Que boquete... e eu nunca tinha provado isso...

- Sua bunda é menor que a dela, mas é muito bonita também. E seus peitos são menores, gosto mais assim. Aqueles peitões da Marina não me agradam muito não.

Teve que calar a boca, porque a Carmen já estava fazendo um boquete nele.
O jeito foi participar ativamente. Ver sempre é inspirador!
Esperou ela terminar o boquete, estendeu as roupas, já que não tinham levado toalhas, ela ajoelhou e ele a comeu como a Marina tinha sido comida. Ela reclamou depois que terminaram que ele não tinha feito sexo oral com ela nem dera a lambida no cu.

- Na próxima eu vou querer tudo isso, viu?

Ele gostou de saber que haveria uma próxima!


quarta-feira, 4 de julho de 2018

Os negócios iam bem e a sócia resolveu dar pro sócio


Pro labore diferente, este!

(escrito por Kaplan) 

Quer coisa melhor que uma pequena empresa ir crescendo e gerando bons lucros? Com certeza é ótimo isso. E foi justamente o que aconteceu com a empresa criada por dois arquitetos, Heloisa e Daniel. Aproveitaram o grande crescimento da economia nos anos 2002 em diante, tiveram grandes projetos aprovados e entrou muito dinheiro em caixa. Previdentes, trataram de investir os bons lucros, pois sabiam que nem sempre seria assim.
Mas comemorar... ah! Isso eles podiam!

E foi justamente isso que fizeram ao regressar de uma reunião em que um projeto deles foi vencedor e assinaram um contrato que lhes renderia mais de 200.000,00. Ao voltarem para o escritório, a euforia transformou-se em tesão. A vontade que Heloisa tinha de beijar o Daniel era enorme, mas eles nunca haviam tido qualquer tipo de relacionamento amoroso ou sexual. Só que naquele dia os hormônios falaram mais alto...

Entraram, sentaram-se um em frente a outro e ficaram se olhando, sorrindo... e pensando... e ela agiu primeiro.
Levantou-se, foi ficando atrás da cadeira dele e o abraçou. Ele se levantou, meio assustado, apesar de ter gostado muito daquele abraço.

- O que você está pensando, Heloisa? 

Sucesso nos negócios produzem tesão. Quero trepar!

- Que quero transar com você, agora. Estou tão feliz que quero transar!

Ele nem respondeu, simplesmente a abraçou e caminhou em direção à mesa, colocou-a sentada lá e inclinou seu corpo sobre o dela, enchendo-a de beijos.

Ele tirou a camisa e ela arrancou o vestido, ficando só com a lingerie. Que ele olhou, admirou e depois fez questão de beijar aquele corpo inteiro à sua frente 

Essa buceta vale mais que o contrato que assinamos!

Tirou a calcinha dela, arreganhou as duas pernas e caiu de boca na suculenta xotinha, lambendo-a toda. Heloisa dava pinotes na mesa, não imaginava que Daniel era tão bom amante assim.

Entregou-se completamente àquela boca faminta que não parava de lhe chupar.

- Daniel, que maravilha... quanto tempo perdemos, meu amigo... chupa mais, me faz gozar com sua língua...

Daniel até que podia tentar, mas ele não apenas gostava de chupar, gostava muito também de ser chupado e ofereceu seu pau a ela que não recusou. Fez um belo boquete que foi seguido pela trepada mais sensacional da vida dela.
Ele a comeu de todo jeito possível num escritório pequeno, e com mesas e cadeiras apenas.

Em cima da mesa ele a comeu de frente e arrancou o primeiro gozo dela. Na cadeira, ele sentou e ela sentou nele e pulou bastante.
Rolaram pelo chão, e ela deu de ladinho a ele.
Voltou a cavalga-lo e teve um novo orgasmo. E ele gozou também, quase junto com ela.

- Vamos ter de esperar o próximo grande contrato para fazermos isso de novo, Heloisa?
- Claro que não... isso vai virar uma rotina aqui nesse escritório. Você deixou todos os meus casos no chinelo... vou querer muitas vezes!

E ela teve, mas poucos ali no escritório. Ele preferia levá-la a motéis ou ao seu apartamento, em ambos havia um clima melhor para os sócios fazerem seus negócios... e que negócios!