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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Quando ficou sabendo que o médico era negro, ela tratou de marcar uma consulta


Louras tem fascinação...

(escrito por Kaplan)   

Eu ainda vou entender essa verdadeira fascinação que as mulheres louras têm pelos negros, e mulatos também.
Nunca conseguiram me explicar, mas eu acho que sei o motivo.

Só pode ser o estereótipo: negros tem paus maiores do que os brancos.
Isso é relativo. Há negros com paus bem grandes, mas há brancos também. Aliás, a Meg me disse uma vez que o maior pau que ela enfrentara era de um branco, que ela chamava carinhosamente de “meu jumento”. O bicho era do tamanho do antebraço dela. Imagina um pau que vai da mão até o cotovelo. E ela me dizia que ele fazia com tanto jeito que não causava incômodo nenhum.
Gente, é loucura. Da mão ao cotovelo temos uns 27 ou 28 cm... é muita humilhação para quem, como eu, tem modestos 17cm...

Mas as louras, eu dizia, acho que o fascínio delas são os 23 ou 24 cm da maioria dos paus dos negros. E uma amiga nossa, Roberta, era fã.
E não é que, um belo dia, ela ficou sabendo de um médico negro na cidade? Não teve dúvida, tratou de marcar uma consulta com ele, sem sequer saber a especialidade. Mas o doutor Geraldo... precisava conhecê-lo! 

Até a secretária viu...
Consulta marcada, ela já foi vestida pra matar, causou espanto na secretária do doutor. Minivestido, tomara que caia, quando ela sentou para esperar a sua hora de entrar, a secretária enxergou a calcinha dela... não tinha como não ver!
O doutor também achou estranho o traje dela quando ela entrou para ser atendida e, despachada, foi logo sentando na maca, sem ele ter falado com ela para fazer isso. Mas ela sabia que sentando ali, o doutor veria o que a secretária já tinha visto. E, com certeza, a reação dele seria outra.

Ele, pacientemente, fez a ficha dela e depois procurou saber o motivo da ida dela. Ela reclamou de dores pelo corpo todo e foi mostrando a panturrilha.

- Dói aqui, dói na outra, dói no pescoço... minha vida é tomar remédios pra dor. E eu preciso mudar isso, doutor Geraldo, não dá pra ficar tomando remédios a vida inteira...
- Concordo. Vamos ver.

E começou a examinar os locais onde ela dizia que sentia dor. Não viu nada nas pernas, nem nos braços. Ela mexeu com pernas e braços como ele mandou e ele percebeu que aquela história dela era falsa. O que será que ela pretendia?

- Onde mais dói, senhora?
- Aqui, doutor.

E abaixou o vestido para ele ver os seios... tão doloridos, coitados!
Ainda desconfiado, ele fez o exame dos seios dela para ver se tinha algum nódulo. Nada.

- Dona Roberta... a senhora não tem nada. O que veio, exatamente, fazer aqui? Por que me procurou? 

Ele sacou logo o que ela queria...
- Tesão, doutor Geraldo. Eu morro de tesão com pessoas de sua cor. É impossível descrever, mas é puro tesão.

Ele ficou embasbacado, mas ela não deu tempo de ele expulsá-la do consultório.
Como ele já tinha sentado, ela se aproximou e quase sentou no colo dele, enfiando o rosto dele entre os seios.
Então, colocou a mão sobre o pau dele. E viu que era grande e, mais interessante ainda, estava endurecendo.

- Este é o único remédio que preciso, doutor... aplique em mim!

Começou a tirar a roupa do médico, que não fez nada para impedir. Já tinha sacado que era isso mesmo que ela queria. E por que não receitar um chá de picão duro?
Ela viu o que queria, era grande mesmo e caiu de boca.
Depois ela sentou na mesa e ele a comeu de frente, colocando a mão em sua boca para que a secretária não ouvisse os gemidos dela. 

Isso doutor... é o remédio que precio!

E ela ainda o cavalgou, sentindo aquele pau grandioso entrar dentro dela, completá-la por inteiro. Pulou bastante até conseguir seu gozo.

- Doutor, não sabe como estou revigorada. Seu remédio é realmente excelente. Mas é claro que preciso marcar nova consulta com sua secretária, não é mesmo? Posso ter alguma recaída e é sempre bom prevenir. Melhor prevenir do que remediar, já dizia minha avó.

- Sim, pode marcar. Atenderei com prazer. Se quiser, posso atender em sua casa também.
- Seria ótimo, mas não dá. Meu marido poderia desconfiar e não ficaria legal.

Por essa o doutor Geraldo não imaginara. Acabara de colocar um par de chifres num marido que ele sequer conhecia!



sexta-feira, 9 de junho de 2017

Vendo a esposa se esbaldar com o negão



 Estamos chegando perto... hoje temos 1.451.092 acessos...

Corno é sempre corno... gosta mesmo!

(escrito por Kaplan)
 
Quando Reginaldo chegou em casa, naquele dia, mal abriu a porta e quase infartou. Não que o que ele viu fosse novidade, não era, mas... era sempre delicioso ver aquilo!
Aquilo o quê?

Maravilha! Ela está dando pra ele de novo!
Simples: sua bela esposa Elba, nua, deitada no sofá e entre suas pernas abertas, o Emanuel, o amigo deles, negro e com um belo dote, que fazia a felicidade dela de vez em quando. Pois lá estava ele, lambendo a xotinha da esposa, arrancando suspiros e gemidos dela. Reginaldo adorava ver cenas como aquela!

E se deixou ficar, quietinho, sem perturbar os dois, mesmo sabendo que já tinha sido visto por ela, que sorriu para ele, pois tinha certeza de que a surpresa tinha sido boa. E tinha mesmo.

E depois de ser lambida e chupada, foi a vez dela pegar no pau do Emanuel e levá-lo à boca. E chupou com a mesma volúpia com que havia sido chupada.

E depois ela ficou ajoelhada no sofá, de costas para o Emanuel que não perdoou. 

Encostou seu corpo no dela e a pica dele foi direta para a xotinha, fazendo-a inclinar-se e segurar bem para não cair deitada no sofá. Era sempre assim quando ele a comia por trás. E o marido só olhando, e sabendo que aquilo, mal começara, mas duraria muito tempo, porque o Emanuel fazia de tudo com a Elba. Seu pau já estava duro e ele não conseguia tirar a mão de lá. Sabia também que em breve estaria gozando vendo e ouvindo a esposa ser fodida e gemendo sem parar. 

Ele ainda vai virá-la do avesso!
E depois daquela primeira posição, o Emanuel sentou-se no sofá e colocou Elba sentada em seu pau, de costas para ele e ela começou a pular. Ele logo fez ela virar o corpo, sem tirar o pau, até ela ficar de frente pra ele que abocanhou os seios dela. Mais gemidos, mais emoção para Reginaldo.

E ele ainda a deitou, puxou sua bundinha para o braço do sofá e, em pé, voltou a meter, sacudindo Elba sem parar.

Ela já não tinha forças nem para gemer, só arfava, suava, olhos fechados, boca crispada. Sempre era daquele jeito. Ela quase desfalecia quando trepava com o Emanuel. As suas trepadas com o marido também eram boas, mas não dava para comparar... o marido perdia sempre...

E Reginaldo sabia disso, e não se incomodava. O prazer da esposa era mais importante e o prazer dela também lhe proporcionava prazeres enormes... estava tudo bem, todos felizes!

Viu os dois rolarem no tapete e ele tornar a enfiar... Reginaldo admirava a potência do Emanuel, aquele pau enorme e sempre duro... ele chegou até a pensar, um dia, que seria interessante pegar no pau dele... mas tirou a ideia da cabeça. 

Ele come tudo... até o cuzinho dela!
Mas esporrou bonito, dentro da calça que ficou toda molhada, quando viu o Emanuel enfiar aquela pica toda no cuzinho da Elba. E foi lá que ele gozou, deixando-a estática no sofá. 

Reginaldo agradeceu ao Emanuel que se vestia e foi embora.
E ele foi ajudar a esposa a se recuperar.

- Querida, hoje foi demais! Você gostou muito, não foi?

Ela só conseguiu balançar a cabeça, afirmativamente. Carinhosamente, ele a carregou para o banheiro, colocou-a na banheira e abriu a torneira. Uma água morna era o suficiente para ela “voltar ao normal”.

Dali ele a enxugou e levou-a para a cama. Deixou-a nua, apenas a cobriu e deixou que ela dormisse. E ele foi trocar a roupa, tomar um lanche, e depois deitou-se ao lado dela, abraçou-a e dormiu, bem feliz!

 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Ela arranjou um bom meio de transar com o zelador


Esse zelador zelava mesmo... pra tudo!

(escrito por Kaplan)

Mais um belo caso de uma loura fascinada por um negro. Ela se chamava Indira e ele Jeremias. Ela era universitária, 24 anos, morava sozinha num apartamento pequeno que seus pais lhe deram quando ela veio fazer o curso na faculdade. Nessa idade, tudo é gostosura, não é? 1,68cm de altura, 53kg, 86cm de bumbum e 82cm de seios. 

O pau dele me deixa emocionada...sempre
Ele, 45 anos, era zelador do prédio em que Indira morava. Alto, cerca de 1,90m e aquela “coisa” que Indira pressentiu que ele tinha e conseguiu verificar pessoalmente, uma pica de 26cm.
Ela era nossa amiga e vivia contando pra gente o que conseguia fazer.
Como, em cada pavimento havia muitos apartamentos, era muito complicado o Jeremias entrar no dela sem ser notado. Principalmente  porque havia umas senhoras mais velhas, que sempre a olhavam de cara amarrada e que não hesitariam em denunciar tais entradas.

- Meg, consegui um jeito ótimo de trepar com ele.
- Me conta! Despistando das velhinhas aí do seu andar?
- Totalmente! Descobri ontem que o Jere tem um banheiro lá no térreo, junto do quartinho dele e só ele é que usa, porque o porteiro tem o banheiro dele que é pertinho da guarita. O de Jere é mais longe e foi aí que tive a brilhante ideia de frequentar... lugar limpíssimo, afinal ele é o zelador e cuida direitinho das coisas dele, né.
Então, ontem, quando estava chegando perto das 16 horas, que é o horário que ele larga o serviço, eu corri pra lá e fiquei esperando ele chegar.
Quando ele chegou e me viu, abriu aquele sorriso. Parece que ele adivinhou que eu tinha achado o local secreto mais adequado.
E aí abriu o macacão e me mostrou aquela coisa linda... molinho, molinho... mas endureceu na mesma hora em que peguei e comecei a chupar. É tão lindo ver ele ficando duro dentro da minha boca... você sabe, já deixei você experimentar aquele dia em que fomos no seu apartamento... 

Meg também se emocionou...

- Nem me lembre... fico molhada só de pensar na farra que fizemos... precisa combinar com ele de voltar aqui!
- Vou falar com ele. Mas aí, depois do dito cujo já durinho, eu tirei o macacão dele, ele tirou minha roupa toda também, me lambeu de alto a baixo... nossa, aquela língua...

Aí, tem um banco lá, ele me pôs deitada de bruços e começou a pincelar o pauzão em mim... fazendo que entrava, mas não entrava, só se esfregava... nossa, que loucura!
Ele só meteu quando me pôs deitada de costas e aí sentou no banco e me puxou, minha buceta entrou direto no pauzão e ele começou a me dar aquelas cutucadas que parece que o pau dele chega quase perto do coração...é bom demais...

Depois ele sentou no vaso sanitário e eu sentei de costas no pau dele e comecei a pular, e gozei... é impossível não gozar. Mas ele continuou firme e me comeu de cachorrinho também.
E como ele nunca goza dentro... já viu, tive de chupar de novo até que ele gozasse e engoli o que foi possível. Nossa... foi muito bom, como sempre, aliás!

Agora já sabemos que temos um lugar tranquilo para trepar. As velhotas nunca irão aparecer lá mas ele me disse que se elas aparecerem, ele vai mostrar a pica pra elas, e com certeza elas sairão correndo!!!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Meg não queria pintar...queria ver o pinto dele!



E ela adorou ver... e pegar... e chupar...


 (escrito por kaplan)

Depois que Meg terminou o curso de Belas Artes, quis se dedicar à pintura. Fez de tudo no curso: escultura, pintura, fotografia... e embora curtisse muito ser fotógrafa (que já era antes de entrar na faculdade), resolveu que ia dar uma atenção especial à pintura.

Num dos quartos do apartamento em que morávamos, ela montou um ministudio. Cavalete, várias telas, tintas a granel, uma banqueta para ela sentar e pintar. Demais móveis seriam utilizados em função da necessidade da pintura. Por exemplo, se estava pintando uma pessoa, precisava de uma cadeira, ou um divã, enfim, era fácil encontrar o que ela precisava.
Fez vários retratos de amigas e até auto-retratos.

Mas quando ela conheceu o Ananias... Ah... quis imortalizar o corpo dele numa tela. E ele, a princípio, recusou, achou estranho o convite dela para ele ser modelo. Ela não desistiu. Nunca desistia!

E continuou pedindo, martelando a cabeça do Ananias até que ele aceitou, acho que para se ver livre dela! 

Quando eu vi aquilo... estremeci por inteiro!!!
Ela marcou então o dia para ele ir lá. Conversei com ela sobre os reais objetivos da escolha do Ananias e ela me confessou, depois de várias negativas, que tinha ficado interessada no pinto dele. Tinha visto ele de sunga no clube e a visão era muito significativa.

Entendi logo. O coitado do Ananias era a próxima vítima...

E lá veio ele... ela estava preparada para tudo acontecer já na primeira sessão. Não podia deixar o Ananias escapar!

De macaquinho jeans, só uma blusinha por baixo, ela esperou que ele chegasse, bateram um papo antes e finalmente ela disse que ia começar. Arrumou um banco para ele ficar sentado, discutiu com ele a pose e pediu para ele tirar a roupa.

- O quê? Você quer me pintar pelado?
- Uai, sim... você vê algum problema nisso? Fica envergonhado?
- Não é isso, fico pensando  o que seu marido vai achar quando chegar e encontrar um crioulão pelado junto com a esposa dele!

Meg deu uma gargalhada.

- Nada disso, Ananias. Meu marido é fotógrafo, eu também sou. Já cansei de fotografar homens nus e ele mulheres nuas. Nada demais! É arte. Ele sabe que você viria hoje, não faço nada escondido. Pode ficar tranquilo, se seu grilo é este, acabei de matar. Pode tirar a roupa, sem susto.

Ainda meio desconfiado, ele tirou a camisa. Meg começou a ter taquicardia. O cara era muito musculoso, vê-lo no clube era uma coisa, vê-lo e desejá-lo dentro do apartamento era outra coisa muito diferente.

Ele tirou a calça. Só de ver o volume dentro da cueca ela já suspirou baixinho. E aguardou que ele tirasse a cueca. E babou. Que pauzão! Mole era maior do que o meu duro!
Não resistiu, pegou nele. 

Grande e lindo... aliás, maravilhoso!!!
- Nossa, Ananias, vejo que o que falam da raça negra não é mentira... seu pau é grande, e lindo!

Falando e pegando... o bicho deu sinal de vida, foi endurecendo na mão dela, que vibrou com aquilo, esqueceu que queria pintar o Ananias e caiu de boca no pauzão dele!

Aí a ficha do Ananias caiu. Meg não queria pintá-lo, queria o pinto dele!

Então não bobeou mais. Levantou-a e deu-lhe um sonoro beijo na boca, arrancou a blusinha dela e mamou nos seios, e ela gemeu, enlouquecida.

Tirou o macaquinho e nem precisou tirar a calcinha, ele só a colocou de lado, fez ela ficar ajoelhada no banco e enfiou o pau, fazendo o vai e vem que a deixou trêmula. Como conseguira enfiar tão facilmente aquele pauzão na xotinha dela...

E aí rolaram pelo quarto, derrubando cavaletes, bancos, o que tinha pela frente.
Ela sentou no pau dele e pulou bastante, gozou, ele continuava firme, colocou-a de quatro e continuou metendo, depois, usando sua força, levantou-a e colocou sua xotinha no pau dele e comeu-a em pé, ela no ar, sustentada apenas pelos dois braços dele. 

Não acredito que coube na minha boca... e entrou em mim!
Gozou de novo e aí foi a vez de ele gozar, inundando o rosto dela.
Ficaram deitados, abraçados... 

- Fala a verdade, Meg... esta história de pintar era brincadeira sua, né?
- Não, eu quero te pintar sim, deixa eu fazer pelo menos o esboço hoje.
- O esboço? Quer dizer que terei de voltar?
- Mas é claro, não gostou de ter ficado esta tarde aqui?
- Claro que gostei...
- Então, depois do esboço tenho de passar para a tela... vai demorar, viu? Está disposto?

Ele riu. Entendeu muito bem a jogada dela, e como tinha gostado, voltou. Não uma, mas oito vezes, até que a tela ficasse pronta. Foram dois meses de muita trepação dos dois!