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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Bêbada, ela chamou o vizinho...


Acabou!!! A Semana Temática 04 acabou! Espero que tenham gostado, apesar de ninguém ter comentado nada...

 (escrito por Kaplan)

Eu sempre disse a ela para tomar cuidado com  bebida... mas ela não me levava a sério nesse quesito. Eu nem sei como ela conseguiu lembrar do que tinha feito com o Ronaldo, um vizinho nosso!

Vou tentar lembrar o que me aconteceu ontem. Há um intervalo de tempo que me foge à memória, terei de recorrer ao meu amigo Ronaldo para me ajudar a lembrar. Isso se foi na casa dele que eu bati quando cheguei... acho que era. Se não foi... nem imagino quem seja.

Só me recordo de que fui a uma festa com duas amigas minhas. E tomei todas! Misturei bebidas, e fiquei grogue. Tenho vaga lembrança de elas terem me deixado aqui no prédio. O porteiro abriu a porta pra mim. 

Entrei no elevador e não me lembrava para qual andar eu deveria ir... era o meu, mas qual era o meu? Ah... parecia ser aquele... mas não consegui enfiar a chave, então bati a campainha.  E alguém abriu a porta. Ah... eu conhecia, era um cara que trepava comigo de vez em quando...

Agarrei-o e dei um beijo. Ele parecia assustado, então comecei a tirar a roupa. E comecei a dançar, mas a sala rodava muito, então eu me sentei num sofá branco, depois sei que levantei e fiquei de costas pra ele, balançando minha bunda...

Tive de ir ao apartamento do Ronaldo para saber se era mesmo com ele que eu estive ontem a noite. Ele me recebeu às gargalhadas e me contou tudo que aconteceu. Bem, eu acredito nele, apesar de não lembrar de porra nenhuma... 

Ele disse que fiz isso... mas não me lembro...
 Disse ele que eu fiquei mostrando a bunda pra ele, balançando sem parar e que ele, que estava preocupado com minha bebedeira, acabou ficando excitado.
Ele disse que depois eu deitei no sofá e fiquei me masturbando e falando coisas sem nexo. Ele não se lembrou do que eu falei, até porque estava louco de tesão vendo eu enfiar meus dedos na minha xota. E que depois eu sentei e o chamei, pedi para chupar o pau dele. Ele abriu a braguilha e me deu o pau e eu chupei até quase dormir com ele na minha boca.

Só não dormi porque ele ficou metendo o pau na minha boca e eu quase vomitei... aí ele parou, ficou mais calmo e deixou eu chupar do meu jeito. E ele disse que depois me pôs no sofá e me chupou, enfiou os dedos em mim... eu não senti nada disso.
E que depois ele me comeu. Disso eu lembrava, eu via ele quase em cima de mim e sentia que ele metia lá embaixo. 

Sei que depois eu me recordo que o pau dele voltou à minha boca... ele confirmou que sim, e que depois de eu chupar ele me comeu de ladinho. E que, depois, eu pedi para ele comer meu cu, e ele me pôs ajoelhada no chão, apoiando meu corpo no sofá e ele mandou ver. Engraçado é que eu nunca tinha dado o rabo pra ele. Por que será que eu pedi para ele comer? 

Foi a primeira vez que dei o cu pra ele...

Ele riu, quando eu perguntei, e disse que não sabia, mas que gostou muito, pois era algo que ele sempre quis fazer e eu nunca topara. E depois ele resolveu me dar um banho, antes que eu apagasse completamente.

Com o banho eu dei uma melhorada, e achei estranho que ele comeu meu cu de novo. E aí me levou ao meu apartamento e me deixou lá.

Acho que foi por isso que amanheci com a bunda dolorida...

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Trepando na piscina particular


Sem ninguém para atrapalhar!

(escrito por Kaplan)

Dizem que ser rico é muito bom. Como eu nunca fui, não posso garantir. Mas minha amiga Islene me disse, um dia desses, quando a gente conversava no motel, depois de uma boa trepada, que é muito bom sim. E me deu um belo exemplo. 

Reencontrei e lembramos das trepadas!
- Lembra do meu colega de faculdade, o Luiz Otávio?
- Sim, me lembro bem. Tem visto ele?
- Vi, e do jeito que vi é que posso te garantir que deve ser muito bom mesmo ser rico.
- Hum.....
- Pois é, encontrei-o por acaso no shopping e ele me reconheceu de cara. Também, o que a gente trepou na época da faculdade, se ele tivesse me esquecido eu dava um soco na cara dele.
- E na certa ele te lembrou das trepadas....
- Kakaka... você é de morte. Claro que lembrou e não apenas isso, perguntou se eu estava a fim de mais uma... e eu topei na hora, porque me recordava de belas trepadas com ele.
Então, ele perguntou se eu estaria livre no sábado que ele queria me mostrar a casa dele. E como eu disse que estaria, ele falou para eu levar biquíni, que tinha piscina lá.
Tudo bem, me preparei e ele me pegou e me levou. 

- Ainda não entendi o lance de ser rico...
- A casa era uma coisa de doido, Kaplan... e ainda tinha uma piscina interna...
- Interna? Como assim?
- A gente entrava pela sala e ao lado tinha uma área coberta, rodeada de paredes de vidro, do lado da sala e um muro do outro lado. E ali tinha um jardim e uma piscina. Claro que não era enorme, mas uma piscina legal. Só gente rica é que pode se dar ao luxo de uma casa assim, não acha?
- É... to começando a perceber.
- Pois foi ali que ficamos, totalmente protegidos. E não tinha mais ninguém na casa, o que me levou a deduzir o óbvio, ele me levou lá pra gente trepar.
- Eu já estava deduzindo isso. 

Fui de biquini só pra despistar...
- Bem, eu já tinha ido de biquíni, então entrei na piscina. Água morna, quase quente!!! Outro luxo! E ele ficou de bermuda na beirada da piscina me olhando. E ficamos conversando, lembrando os bons tempos... e eu fui ficando com um tesão muito grande, só de lembrar o que a gente já tinha feito. E comecei a tesar o Luiz Otávio. Sem ele perceber, deixei o sutiã bem folgado e assim quando eu mergulhava boa parte dos meus seios aparecia. E também abaixei um pouco a calcinha e meu reguinho ficou pronto pra ele ver.

- Até eu já estou ficando excitado.
- Para! Acabamos de transar... deixa eu contar o resto!
- Pode, mas já sabe que vamos trepar de novo, né?
- Ótimo! Mas foi assim, de repente ele chegou bem perto e fez que ia me puxar pra fora e lasquei um beijo nele e aí começou tudo. Ele virou pra mim e falou que tinha ficado com tesão quando nos encontramos. E tirou a bermuda e me mostrou que estava mesmo. Aquele pau... uau!!! Aí ele me puxou mesmo, e ficamos em pé ao lado da piscina e eu vendo aquele pau... tratei de me ajoelhar e fiz um boquete nele até ele ficar duríssimo! Chupei com muita vontade, lambi de alto a baixo...você sabe que eu adoro fazer um boquete, né?
- Sei... eu sei...
- Kakaka... já tá tudo duro aí, né safado? Depois eu cuido de você.
- Faço questão disso! 

Me comeu em pé, o gostosão!

- Continuando... depois da chupada monumental... ele tirou meu biquíni, e me beijou o corpo todo, meus seios, minha bunda, minha xota... me deu uma chupada e tanto. Como ele é bem mais alto e fortão, me levantou e me encaixou no pau dele, me comeu de pé! Sem tirar o pau de dentro, me levou até uma mesinha, me pôs sentada e continuou metendo. Aí deitamos na toalha que eu tinha levado, e foi de ladinho, mais minutos e minutos que não acabavam... eu gozei, e ele continuava metendo, não parava e eu gemia feito uma louca! E meteu no meu cu... me comeu gostoso e gozou lá dentro.

Nossa... tinha sido bom demais, mas teve mais. A gente foi tomar um banho, ele lavou o pau direitinho, voltamos pra piscina, nadamos um pouco, saímos e ele me comeu de cachorrinho. Eita trem bão! E aí chupei de novo e ele gozou no meu rosto. E tudo isso aconteceu numa piscina, dentro de uma casa, sem ninguém vendo... só coisa de gente rica mesmo!
- O bom do motel é isso, ninguém vê também!
- É, já sei, to vendo esse pau duro aí, vem que eu gosto muito!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Meg e o vizinho - Todos os vizinhos a adoraram



Estatísticas de hoje: 1.538.928 acessos e 2.678 contos publicados.
 
(escrito por Kaplan)

Mais uma bela historia de vizinho. Meg gostou demais da maioria deles. E eles, com certeza, amaram conhecê-la... Este se chamava Adílio. Quando nós mudamos para o edifício, ele já morava lá. E calhou de morar um andar acima do nosso.
Era bem educado, quando nos viu chegando com a mudança foi até lá, se ofereceu para ajudar no que fosse preciso.

- Sei como é complicado, às vezes, adaptar a um novo edifício, com seus regulamentos. O que precisarem, podem bater na minha porta, estou em cima de vocês. 

E só nesse primeiro contato eu já notei os olhares gulosos dele para a Meg, que estava com roupa de briga, ou seja, pouco vestida para fazer a arrumação do novo apartamento. Ele olhou muito para as pernas dela, pois ela estava com um short minúsculo. E também observou – nem tinha jeito de não observar – os movimentos dos seios dela debaixo de uma camisetinha e, claro, sem sutiã.

Mas naquele dia não estávamos pensando em nada a não ser em colocar as coisas no lugar. Era um sábado e passamos todo aquele fim de semana ocupados. No domingo ele tornou a aparecer, querendo saber se estava tudo bem, se precisávamos de alguma coisa.
E na segunda-feira, assim que saí para o trabalho, lá estava o Adilio entrando em nosso apartamento, elogiando a rapidez com que arrumáramos tudo. 

Ela me oferece café... mas eu quero outra coisa!
Educadamente, Meg ofereceu a ele um café, que ele aceitou e aí começaram a conversar, ele contando sobre os vizinhos, ela falando de mim e dela, ele gostou de saber que ambos éramos fotógrafos. Aí prestou atenção em alguns quadros na sala e no corredor, com fotos.

- Essas penduradas foram vocês que tiraram?
- Sim, todas são nossas.
- Mas vocês são dois artistas! Nunca pensaram em fazer uma exposição?
- Já fizemos. Quer dizer, na verdade foi o Kaplan que fez, eu fui apenas a modelo em umas três fotos.
- E por que elas não estão dependuradas aqui?
- Ah... foram compradas. E não fizemos mais cópias.
- Mas não tem nem em tamanho pequeno? Eu gostaria de ver!
- Prometo que vou achar ainda esta semana e te mostro.
- Ok. Vou deixar você trabalhando. Já falei, se precisarem de ajuda, podem contar comigo, estou de férias até o fim do mês.
- Obrigada, mas acho que não será necessário. Mas se precisar... sei onde te encontrar!

Quando ela me contou, à noite, eu já pressenti que daquele mato ia sair algum cachorro... ela riu.

- Ele é simpático, prestativo, mas com sinceridade, não pensei em nada não.
- Ele, com certeza, pensou!

Rimos muito e ela, pra me provocar, falou que na próxima vez que o encontrasse ia prestar mais atenção!
Na terça ele não apareceu, mas na quarta lá estava ele:

- Então, conseguiu encontrar as fotos?
- Consegui, entra, vou te mostrar.

Pegou o álbum onde guardávamos as fotos em tamanho 9x12. 

- Olha, pequenas assim não parecem grandes coisas, mas na exposição elas mediam 40x60, era outra história. 

Esta sou eu... (foto: Kaplan)

E esta também sou eu... (foto: Kaplan)

Ele foi vendo, admirado. Eram fotos de belas garotas, nenhuma nua, mas todas em posições bem sensuais. E as da Meg apareciam alguns lances dos seios e do bumbum.
Os comentários que ele fez levaram Meg a acreditar que ele estava interessado. E discretamente, olhou para o meio das pernas dele e viu que estava meio estufado.
Aquilo mexeu com ela, mas ela preferiu não avançar  o sinal.

Na sexta-feira aconteceu.
Ele chegou, encontrou-a, como sempre, de shortinho e camiseta.
Ela o  convidou a entrar, sentaram-se num estrado forrado com uma bela manta e ele se mostrou bem direto:

- Meg, não sei se você vai pensar mal de mim... mas não consegui tirar você e suas fotos de minha cabeça. Me desculpe, mas você é maravilhosa!

Aí ela provocou:

- Mas só por aqueles lancezinhos? Se você visse outras mais explícitas então...
- Você vai deixar eu ver, não vai?
- Eu mostro, mas você sabe que estamos entrando num caminho sem volta, não sabe?
- Quero caminhar até o fim, não pretendo voltar. E você?

Ela só juntou seu corpo ao dele e deu-lhe um beijo que ele retribuiu e já foi mandando a mão nos seios dela, levantando a camisetinha e pegando nos seios. A região chave do erotismo... e ele mamou nos seios, beijou-os, tirou a camisetinha, trocaram mais beijos. E ele mamou mais ainda, e ela gemeu.
Não tinha volta mesmo. Ela queria, ele queria. E ia rolar bonito! 

Olha só...cueca transparente... adorei!
Ela tirou a camiseta dele. Ele levou a mão à xotinha, ela estremeceu ao toque. Ajoelhou no estrado e deixou que ele tirasse seu shortinho. Só de calcinha ela se entregou totalmente a ele, mas fez questão de tirar-lhe a calça, queria ver o motivo daquele estufamento que ela vira anteriormente.

Que gracinha... ele usava uma cueca transparente e seu pau já estava à vista. Mas ela não queria saber de cueca. Tirou-a e foi fazer o que gostava: um belo boquete, demorado, bem cuidado... e sentiu que estava agradando porque a respiração dele estava arfante.

Colocou o pau entre os seios e ficou friccionando e ele teve de fazer um bom esforço para não gozar ali mesmo. Voltou a chupar.
E foi chupada em seguida. Deitou-se no estrado, ele tirou a calcinha dela e deu-lhe uma chupada magnífica. E vendo-a molhadinha, aproveitou para meter ali mesmo. Ajoelhado, ele levantou o bumbum dela e enfiou o pau e começou com o vai e vem... e ela gemia muito. Aquele vizinho era especial!

Depois de meter bastante, ele levou o pau até a boca da Meg e foi virando o corpo até ficarem na famosa posição do 69. E assim se chuparam mais um bom tempo.
Já com os corpos suados, ele perguntou a ela qual a posição preferida e ela sorriu. Como ele já estava deitado, ela só levou a xotinha até o pau dele e começou a cavalgar, de costas pra ele, ele segurando os seios dela. Mas pediu para ela ficar de frente, ela levantou, deu mais uma pequena chupada no pau dele e sentou de frente e continuou pulando. Gozou, claro!

Ele não, então colocou-a de quatro e voltou a meter, agora por trás, e ela já estava enlouquecida. Tinha certeza de que ele iria querer enrabá-la e não deu outra...vendo-a toda relaxada, ele enfiou o pau no cuzinho e meteu até conseguir seu gozo também.
Esgotados, ficaram deitados no estrado.

- Por que eu tinha certeza de que essa nossa transa ia ser fantástica?

Ela riu.

- Não sei, mas você acabou comigo... e aí, vai querer ver as fotos que te falei?
- Posso vir vê-las na segunda?
- Claro que pode... todos os dias que você quiser!

Enquanto duraram as férias dele, ele ia lá ver as fotos... mas sempre via uma de cada vez!

Julia e os dois tios



Incansáveis... e quantas trepadas!

(escrito por Kaplan)

O que Julia mais gostava nas relações com os dois tios era que sempre eles aprontavam alguma surpresa.

Posso ir, tio? Tô querendo!!!
Como naquele dia, em que ela ligou pro tio da cidade – o taradinho, que foi o primeiro a comê-la – perguntando se poderia ir ao apartamento dele... Falou que já estava nua e  “com muitas saudades”, esta era a senha para dizer que estava a fim de dar uma boa trepada.
Ele disse que sim, ela poderia ir à tarde.

- E terei uma boa surpresa pra você!
-Mesmo? O que é?
- Se eu te contar deixará de ser surpresa... não é, gatinha curiosa?
- Sou curiosa mesmo... nem uma dica vai me dar?
- Não... apareça aqui que terá a surpresa!

Ainda eram 10 horas...ela mal conseguiu se segurar de tanta curiosidade. Depois de almoçar, arrumou tudo em casa, porque os pais saíam de volta ao trabalho, e foi correndo para o apartamento dele. 

Sou a sua surpresa favorita, concorda?
Nem precisou de usar a chave que tinha. A porta estava apenas entreaberta e ela entrou, não viu ninguém, foi olhar no quarto e viu a surpresa: deitado, peladão, o tio da fazenda!

- Mas o que você está fazendo aqui, tio?
- Te esperando... você não disse que estava curiosa para saber a surpresa? Sou eu a surpresa.
- E está nesses trajes por quê?
- Pra te comer, ora essa... tá parecendo a chapeuzinho vermelho conversando com o lobo mau... quantas perguntas! Anda, tira a roupa e vem pra cá pra eu te dar aqueles amassos gostosos...
- Cadê seu irmão? Eu combinei com ele.
- Foi ao banco, daqui a pouco ele estará aqui.

Bem, o jeito era aproveitar!
Tirou a roupa quase toda, ficou de camiseta. Viu que o tio estava bebendo vinho, pegou uma taça e começou a beber também, agora sentada ao lado dele, que passava a mão em seu corpo todinho... e ela foi ficando bem acesa...
Quando já ia começar a chupar o pau dele, o outro chegou.

- Gostou da surpresa?
- Adorei! Nunca poderia ter imaginado! Mas acho que vou gostar mais do que vocês dois vão fazer comigo...
- Isso... assim é que se fala! 

Que beleza de surpresa eles me prepararam... tenho de retribuir!

E o tio já foi abrindo a calça e mostrando a ela o pau. Que ela pegou com a mão esquerda, porque a mão direita já estava no pau do outro. E ela ficou masturbando os dois antes de começar a chupar um, depois o outro, voltava pro um, voltava pro outro... encerrou colocando os dois na boca!

E aí foi tomar outro gole de vinho, enquanto o tio da cidade tirava a roupa também.
Ajoelhada no sofá ela ficou chupando o tio da cidade e o irmão dele foi lá pra trás e enfiou o pau na xotinha dela. Como ela adorava esses ménages com os dois! Eram dois amantes de primeira, que lhe proporcionavam gozos incríveis!

Depois eles trocaram, ela ficou chupando o da fazenda e sendo comida pelo da cidade. Já gozara, e eles continuavam impávidos... ela ficou percebendo que algo bem interessante ia acontecer e não deu outra.

O tio da cidade a colocou sentada em seu pau e o da fazenda entrou no cuzinho... que bela DP... ela urrava de prazer com os dois cutucando-a sem parar... sentiu que o da fazenda gozava, enchendo seu cuzinho de porra e logo depois o irmão dele também gozou dentro dela.

- Nossa, gente... vocês dois deviam morar juntos... eu ia aparecer todo dia aqui!