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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O pai chamou o bombeiro e ele bombou na filha


Cada coisa que acontece!

(escrito por Kaplan)

Mais coisas bizarras e deliciosas para quem participou. Três personagens, mas apenas dois aproveitaram. O fato é que Elisete entrou na banheira e notou que ela estava defeituosa. Então comunicou ao Vilmar, seu pai, que tratou de entrar em contato com o Santiago, que era o faz-tudo do condomínio.
E ele saiu para trabalhar, recomendou que a filha desse uma gorjeta para o Santiago assim que ele terminasse o trabalho.
Mas não foi uma gorjeta que ela deu...
Isso porque ela achava o Santiago um cara muito legal, e que a interessava. Ela tinha aquele fetiche de patricinhas que acham que empregados podem ser bons trepadores e não se pejam em tesá-los para conferir. 

O que ela pretendia deixando ele vê-la assim?

Então, quando o Santiago chegou para ver o problema com a banheira, o que ela fez quase deixou o rapaz infartado.
Para mostrar o defeito que ela vira... ela entrou na banheira, que ainda estava com a água que ela colocara antes.
Entrou como, perguntariam meus leitores e leitoras de olhos arregalados.
E a resposta é simples... ela entrou sem roupa!

Quando ele a viu nua, pediu desculpas, ficou de costas pra ela e falou que ia esperar lá fora. Mas ela disse que não, ele podia olhar qual era o problema. Sorria, vendo o aperto dele, que ajoelhou debaixo da pia para ver se o problema estaria ali no encanamento, que era comum à pia e à banheira.
Elisete então, saiu da banheira e ficou em pé, ao lado dele, totalmente nua, sem se enxugar. E ele começou a desconfiar que não havia problema nenhum a ser consertado. Olhou tudo, não viu nada, levantou-se e falou com ela que não havia defeito algum e que ia embora. 

Parecia uma cobra, de tão grande!

Ela não iria deixar, agarrou-o pelo cinto e apesar dos esforços dele para se desvencilhar, ela abriu a braguilha e puxou pra fora uma cobra mole. O que era aquilo? Que pauzão mais grandão era aquele!

- Santiago... você não vai escapar de mim. Relaxa, papai pediu para eu te dar uma gorjeta, mas você vai me dar o prazer de usar esse seu pau primeiro.
- Dona Elisete, seu pai me mata se souber disso.
- Ele não está, eu não vou contar, ele nunca vai saber. Fica quieto.

E chupou o pau dele até deixá-lo tinindo de duro. Magnífico! Nunca tinha visto igual. Precisava experimentar.

- Já comeu alguém aqui no condomínio, Santiago?
- Não senhora.
- Vou ser a primeira? Que beleza!

Ela inclinou o corpo sobre a borda da banheira, ficou com aquele bundão maravilhoso exposto para ele que achou que era demais. Não podia recusar. Dane-se o emprego, mas eu vou comer, pensou ele.
E enfiou a tora na xotinha da moça. Deixou-a, literalmente, de quatro com as bombadas que deu, batendo seu corpo nas nádegas dela que gemia, descontrolada. 

Ela mal acreditou, mas foi a primeira!

Não satisfeita com a “surra” que levara, ela estendeu um roupão no chão do banheiro, mandou ele deitar e sentou em cima, pulando selvagemente nele. Os seios dela eram mordiscados por ele, dando novas e belas sensações a ela. Gozou e não conseguiu parar de pular. Aquele pau era demais! Teria de contar para as amigas que moravam ali. Que privilégio ser a primeira a experimentá-lo!

E o cara não gozava e ela pulava, cansou, ficou de quatro novamente e lá veio ele enfiando a vara e dando estocadas e mais estocadas. Abraçada à borda da banheira, ela gozou de novo, suando feito uma condenada.
Arriscou: ofereceu o fiofó a ele que, alegremente, enfiou tudo dentro dela. E pensando, que dona safada essa, dá tudo...
E aí ele gozou. Dentro dela, inundou-a.

Levantaram. Ela perguntou quanto ele queria de gorjeta.

- Nada não, dona. Não tinha nada a consertar e mesmo que tivesse, o que aconteceu agora dispensa qualquer gorjeta.
- Você é lindo, Santiago. Escuta, eu posso arrumar algum outro defeito qualquer dia desses, não posso?

Ele entendeu e deu um sorriso que ela também entendeu. Claro que podia!

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Massagista em casa... rola!


Rola e rala...
(escrito por Kaplan)

A morena Valéria andava um tanto ou quanto estressada e uma amiga recomendou que ela procurasse um consultório de massagens.

- Vai por mim, Valéria... faço sempre e quando estou estressada que nem você, antes que eu comece a morder pessoas, vou no massagista e saio de lá leve como uma pluma.
- Ah, mas eu odeio isso de ir em clínicas ou consultórios... ele não atende em casa não?
- Não sei, mas tenho o telefone dele, liga e pergunta. O Tonaco é muito bom no que faz.

Valéria ficou pensando se valia a pena, e acabou ligando pra ele. 

Estou precisando muito... me atende!
- Oi, é o Tonaco?
- Sim, quem está falando?
- Você não me conhece, meu nome é Valéria e uma amiga me indicou você. Ando precisando de massagens relaxantes, porque estou uma pilha de nervos.
- Ok... deixa eu ver na agenda um horário para você.
- Tem uma coisa... você atende em casa?
- Às vezes sim. Mas sempre dou prioridade a quem vem aqui, tendo horários vagos eu posso atender em sua casa, se não for muito longe...

Ela falou onde morava. Não era muito longe. Ele viu que no dia seguinte teria um horário livre às 16 horas. Ela concordou e então ele se dispôs a ir até lá. Combinaram tudo, ela fez questão de comprar os produtos que ele usaria e disse que não precisaria de levar maca, ela tinha um quarto de hóspedes com cama de solteiro e faria a massagem nela.

Na hora em que ela abriu a porta, tomou um susto. À sua frente estava um negão de quase dois metros de altura.

- Boa tarde, Valéria. Sou o Tonaco, vim para fazer a massagem. 

Então você é o Tonaco...
Sentaram-se e combinaram hora e preço. Ele viu que a Valéria devia ser rica e não fez desconto. Também, ela não pediu.

Ela o levou até o quarto, ele foi admirando a beleza da casa, enorme, belos quadros nas paredes. Ficou pensando o que poderia levar aquela jovem a ficar estressada...

Ela devia ter 1,60m, sua cabeça ficava na altura do peito dele.

- Bem, vamos começar então. A senhorita...
- Senhora, sou casada.
- Desculpe, a senhora tira o vestido, por favor, e deite-se de bruços.

O que o Tonaco não sabia é que Valéria tinha ligado para a amiga que o recomendara e falara abertamente que ele não fazia só massagens... mas tinha de ser convencido a fazer outras coisas.

- E, amiga... o que ele faz com aquele cacetão dele... vai te arrancar todo o estresse do mundo!

Então Valéria já estava sabendo das outras qualidades dele. E por isso, quando ele terminou de preparar os óleos que usaria e virou-se para a cama onde ela estava, teve a surpresa de ver que ela cobrira o bumbum com uma toalha, mas tirara o sutiã...

Começou a fazer a massagem pelas costas dela. Ela sentiu o peso das mãos dele, mãos gigantes, deslizando da nuca até onde começava o bumbum, que estava sob a toalha. Mas nos movimentos que ele fazia, acabou que a toalha desceu e ele viu que ela estava sem calcinha também. Começou a desconfiar que o estresse da madame tinha a ver com o marido...

Mas fez massagem no bumbum dela, depois desceu para as pernas e chegou até os pés. Ele sabia fazer uma boa massagem, de fato. Ela estava gostando muito, e já doida para ele mandar que ela virasse, pois aí iria exibir seus belos seios e sua xotinha. 

É... a madame está muito tensa mesmo... que bunda!
Ele já tinha tirado a toalha ao massagear o bumbum dela e ela sentia arrepios só de pensar que poderia conhecer o cacetão dele, conforme descrito pela amiga. Gostou quando ele pressionou suas nádegas, até abriu um pouco as pernas, para ele ter uma visão privilegiada de seu cuzinho e de sua xotinha. E ele caprichou na massagem entre as pernas, roçando seus grossos dedos na xotinha dela.

Então ele falou com ela para se virar.
E ela virou, sem proteção de toalha. Toda nua, frontal, se exibindo para o Tonaco. E ele viu que ela esboçava um sorrisinho bem sacana. Teve a certeza de que a amiga o entregara. E aquela esposinha estressada iria querer algo mais daquela massagem.

- Tonaco, você já sabe que estou querendo mais do que uma massagem, não sabe? Minha amiga te elogiou muito, ela sabe a razão de meu estresse: falta de sexo. Quero transar com você.
- Senhora...
- Esquece isso, sou Valéria, uma esposa precisando desesperadamente de ter um pau dentro dela, precisando loucamente de gozar, de gemer, de gritar, de ver estrelas!

Abraçou-o pelo pescoço e beijou-o. Tonaco sentiu o quanto ela estava desesperada. 

Isso não é um homem... é um jumento!
Não se incomodou quando ela começou a tirar o cinto e a calça dele. E ela viu o cacetão. Realmente, fazia jus ao tamanho dele. E o melhor de tudo, devia ser o dobro do pau do marido. Tratou de pegar nele e fazê-lo endurecer. Mãos e boca e logo o cacetão mostrava todo seu vigor.

- Deita aqui comigo e faça tudo o que você sabe fazer de melhor!

Foi o que ele fez. Deitou-se e ela literalmente foi virada do avesso. Uma língua forte causou-lhe prazeres inconfessáveis ao chupá-la. Ele a deixou bem molhada, pois sabia que nem todas conseguiam aguentar o cacetão. Enfiou e ela sentiu-se totalmente completa.

- Tonaco, que cacete gostoso você tem... me come!

E ele comeu. De ladinho, de cachorrinho, cavalgando, em pé... foram mais de 40 minutos ele bombando e ela conseguiu gozar duas vezes.

Quando ele acabou ela estava vidrada, com os cabelos arreganhados, mas nunca estivera tão feliz!

- Ah! Meu caro Tonaco... você vai ter que vir aqui em casa toda semana...
- Virei sim, Valéria. Também gostei muito de transar com você.

E, de fato, ele ia toda semana lá. O marido ficou curioso de ver que a esposa parara de gritar com ele, de reclamar de sexo... será que tinha a ver com o massagista?
Teve de perguntar.

- Escuta, Valéria... esse massagista seu é pessoa séria? Não abusa de você não?
- Que isso, querido... se você o conhecesse ia ficar despreocupado. Ele é gay!

O marido achou ótimo saber disso. E ela e o Tonaco riam sempre que se lembravam do que ela dissera!


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Ela amarrou o namorado para traí-lo


Vingança feminina... terrível!

(escrito por Kaplan)

Não se deve deixar rastros de crimes cometidos... elas descobrem e a vingança é maligna.
Rogério pôde comprovar isso da pior maneira possível.

Mas antes, deixa eu explicar o motivo da vingança e quem se vingou de quem.
Ele era namorado da Rosalinda, uma graça de morena. Mas que, um dia, descobriu que o Rogério não ficava trabalhando o tempo todo, como ele sempre afirmava quando ela reclamava a ausência dele. 

Então este é o "trabalho" dele... FDP!
Ele distraiu, deixou o celular na sala enquanto ia ao banheiro. E ela, muito curiosa, pegou e viu alguns recados... e algumas fotos... que não tinham nada a ver com trabalho... vocês já sacaram o que foi que ela viu, não sacaram? Pois é, era isso mesmo. Fotos de Rogério beijando uma gata, mensagens dela comentando que a noite anterior tinha sido ótima... coisas simples assim!

Mas ela não era de fazer escândalo. Deixou o celular onde estava e não disse nada, não falou absolutamente nada com ele. Depois que ele foi embora, prometendo que voltaria no dia seguinte, ela ligou para o Miguel, um amigo que vivia dando cantadas nela.

- Miguelito... hoje, sem você me cantar, resolvi que quero trepar com você!
- Uau, gata... que notícia maravilhosa! Verdade mesmo? Brigou com o Rogério?
- Não... calma... só resolvi que quero trepar com você. Então, você pode vir aqui amanhã à noite?
- Vou onde você quiser, na hora que você escolher!
- Tá bom, querido. Amanhã, lá pelas 20 horas. Agora, por gentileza, se acontecer algum imprevisto e você não puder vir, me avisa antes das 19, tá?
- Pode deixar, nada vai me impedir de estar aí às 20 horas!

Ela preparou tudo no dia seguinte. E deixou dentro da gaveta o mais importante.
Rogério chegou às 19 horas, como sempre fazia, pois alegava que não podia ficar muito tempo por conta do trabalho, teria de levantar muito cedo no dia seguinte... essas coisas!
E mal entrou, já foi abrindo o laptop e falando que tinha de ver algumas coisas importantes.

Então ela ficou atrás dele, que estava sentado nessas cadeiras de rodinhas e comentou sobre um filme que eles tinham assistido, que envolvia cenas de sadomasoquismo.

- Rô... lembra daquele filme?
- Claro... te excitou tanto!
- Pois é... e eu tenho sonhado muito com aquelas cenas. Vamos brincar um pouco?
- Eu adoraria, mas o trabalho...
- Não, esquece o trabalho, é só alguns minutos.
- Então tá... mas não podemos demorar!

Ela então abriu a gaveta e pegou um rolo de uma fita superpotente. Cortou um pedaço e falou que iria colar na boca dele, pois ele não poderia falar nada. Era assim que acontecia nos sonhos dela. Ele deixou.
E aí ela amarrou os dois braços dele nos braços da cadeira.
E depois juntou as duas pernas dele e amarrou pelas coxas e depois pelas panturrilhas. Ele não podia se mexer, tentava falar e a voz não saía direito.

- Prontinho... agora vamos esperar um pouco.

Com os olhos ele questionou por que esperar, e o que esperar?
Ela sorriu e fez o sinal de “espera” com a mão. 

Você vai ver como "trabalho" com ele...
Dali a pouco batem a campainha. Ele achou que ela iria desamarrá-lo, mas não, ela simplesmente foi abrir a porta e voltou de mãos dadas com o Miguel.
Rogério cerrou as sobrancelhas. O que poderia ser aquilo?
E ela respondeu:

- Vou te mostrar como eu trabalho... já que você vive trabalhando, não vai se importar...
Ele conseguiu balbuciar:

- Não estou entendendo...
- Não? Então olhe aqui.

Pegou o celular e mostrou as fotos da moça que o beijava. E ainda leu as mensagens.

- Quer dizer que a noite anterior foi ótima... pois você vai ver agora o que é ótimo!

Abraçou o Miguel, beijou-o. E já foi colocando a mão no pau dele, viu que ainda não estava do jeito que ela queria. Então tirou a camisa dele. Sempre o beijando. E o Miguel tratou de tirar o shortinho dela e ela mesma tirou a blusa, ficando só de lingerie.
Então tirou a calça e a cueca dele. O pau já estava quase lá. E ela colaborou, dando uma bela chupada.
Virou-se para o Rogério e comentou sobre o tamanho do pau do Miguel.

- Maior que o seu, hein?

Rogério estava abismado. E não podia falar ou fazer nada. Só ver. 

A vingança é doce... e dura!
E viu sua namorada ficar totalmente nua, na frente do Miguel totalmente nu. Ajoelhada, ela chupava o pau dele. Depois deitou-se no sofá para ser lambida por ele da cabeça aos pés, demorando-se, claro, nos seios e na xotinha.

Em seguida, o que deixou o Rogério mais triste ainda: ela dirigiu o pau do Miguel para sua xotinha e ele meteu bastante, muito mesmo. Depois ela ficou de quatro no sofá, com o rosto virado para o Rogério e enquanto o Miguel bombava nela, ela mostrava sua cara de satisfação para o Rogério.
Fez um escândalo quando gozou. Claro que ali havia fingimento, mas ela queria provocar as piores sensações no Rogério.

Terminaram, o Miguel se vestiu, foi embora.

- Nossa... que trepada sensacional... nunca tive uma tão boa!

Os resmungos do Rogério fizeram ela se lembrar que ele estava ali.
Então cortou as fitas e o libertou.
E o despachou.

- Nunca mais me apareça por aqui, seu safado. Vai trabalhar com aquela vagabunda que gostou da noite com você!


segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Sobrinha enlouquecendo o namorado na piscina


Era apenas mais um...

(escrito por Kaplan)

Eu acho que todos os namorados ou ficantes das minhas sobrinhas passavam por um momento de nervosismo ou até mesmo de terror, quando elas os convidavam a ir ao sítio.

- Só pra gente nadar, lá é tão gostoso! – diziam elas e eles invariavelmente aceitavam.

Só que a mãe da Paulinha não deixava ela ir sozinha com o namorado. Tinha de ter um adulto e este, logicamente, era eu.

E o nervosismo ou terror deles era exatamente esse. Paulinha os pegava e ai passava em meu edifício para me pegar. Só então ela explicava porque eu estaria indo. Eu observava a reação deles: era sempre a mesma. Faziam uma cara de quem comeu e não gostou...

Eu tinha vontade de rir, mas gostava de bancar o sério e ia em silêncio total até chegarmos ao sítio. Aí eu falava que ia subir e dormir, porque estava muito cansado. Que ela fosse me acordar quando quisessem ir embora.

Eu subia, fechava a porta do quarto em que ia ficar, não para dormir, mas para ver o que os dois iam fazer. E mal cheguei já vi ele reclamando que não sabia que eu iria.

- Fica tranquilo, o tio é muito sério, mas é gente boa. Ele tinha de vir, se não mamis não nos deixaria vir sozinhos. Ele vai dormir a tarde inteira, vamos ficar aqui na piscina como se estivéssemos só nós dois! 

O tio não vai nos atrapalhar, pode vir...
Ainda meio desconfiado, o namorado da ocasião, que se chamava Veríssimo, ficava andando um pouco, a ver se realmente eu não aparecia. Enquanto isso, Paulinha, com o fogo todo da idade (ela tinha 26 anos naquela ocasião) já começava a tesar o rapaz. Tirou o short e a blusa, estava já com biquíni. E começou a dançar, mesmo sem música, tirou o sutiã e ficou mostrando os peitinhos lindos para o namorado. E foi tirando a calcinha também, passando a mão na xotinha. Deitou no chão e ficou virando o corpo, rindo pra ele, depois ficou ajoelhada, com a bunda virada pra ele e balançando. Eu já estava excitado, não sei como o tal do Veríssimo ainda não havia pulado em cima dela!

E ela sabia provocar!
Ficou de pé, dançou mais um pouco, ficou de costas, rebolando, punha as duas mãos em volta dos seios, depois em volta da xotinha, virava, punha as mãos nas nádegas, abria, ele devia estar vendo a xotinha e o cuzinho dela. E ainda continuava vestido.

Acho que ela perdeu a paciência. Foi até onde ele estava e começou a tirar a calça e o pau dele pulou pra fora. Ela fez questão de pegar nele, beijá-lo e olhando pra mim. Era realmente um belo pau o do rapaz, bem grande, não grosso demais, mas grande. 

Elas sabem escolher... belo pau o do rapaz!
E ela tratou de cuidar bem dele... mas não conseguia colocá-lo inteiro na boca. Era bem grande!
Teve de se contentar em chupar a cabeçorra, lamber o mastro todo, lamber as bolas.
Escutei ela falando, quando deu uma parada no boquete:

- Veríssimo, verdadeiramente seu pau é algo divino... que delícia que é chupar essa vara!

Ele riu, feliz da vida...
E ela ficou de quatro. Então ele ajoelhou atrás dela e meteu. Escutei o gemido mais alto que ela deu quando entrou tudo. E tome vara! Como ele meteu nela... quando eu comecei a marcar o tempo, deu pra ver que ele meteu uns 15 minutos sem parar. Pela cara dela, eu já tinha visto que ela gozara, estava de olhos fechados, boca entreaberta... eu conhecia esses sinais!

Ele continuava, tirava o pau, batia com ele na bundinha dela, ela ria... e ele enfiava de novo.
Quando ele, finalmente, chegou ao ponto de querer gozar, tirou o pau e gozou nas costas dela. Ela caiu deitada de bruços e ali ficou um tempo, com uma cara de felicidade tremenda...

Logo ele a levantou e foram tomar uma chuveirada para limpar as costas dela antes de entrarem na piscina e nadarem bastante, parando para trocar beijos e amassos variados.
Saíram e entraram na casa. Dali a pouco ela apareceu no quarto onde eu estava e falou baixinho:

- A gente vai ficar ali no quarto, ele quer me comer de novo, depois a gente vai embora, tá?
- Você vai engolir aquela vara de novo? Tá querendo morrer?

Segurando para não dar uma gargalhada, ela falou:

- Tio, viu que coisa? Fenomenal! Mas só consigo dar pra ele de cachorrinho... cavalgar nem pensar, o trem vem até na minha garganta!
- Vai lá... deixa ele te arrebentar. Vai deixar a porta entreaberta?
- Claro, você sabe que sempre deixo! Pode ir lá ver! 

Única posição que ela aguenta essa vara...
Eu fui e vi... mais uns 20 minutos de trepação, sempre na posição de cachorrinho. E mais um gozo nas costas. E mais um banho, esse eu não vi.

Aí me chamaram, eu fingi que estava dormindo, “acordei” bocejando e voltamos. Ela deixou ele primeiro e depois me deixou.

- Não vai subir?
- Tio... nem pensar... já dei tudo que podia dar hoje. Amanhã eu venho e a gente recorda para te deixar bem excitado! Obrigado pela companhia. Gostou do que viu?
- Gostei, você, a cada dia que passa fica mais experiente! Ainda bem que posso aproveitar isso!

Me mandou um beijo e foi pra casa. Na certa ia dormir umas 10 horas seguidas!


segunda-feira, 23 de julho de 2018

O namorado tanto insistiu que ela deu o cuzinho


É o segredo: insistir sempre!

(escrito por Kaplan)

Já tinham quase um ano de namoro firme. Amarildo e Cida se conheceram na faculdade, não faziam o mesmo curso, mas foi lá que se conheceram. Deram umas saídas, se experimentaram, gostaram e ai resolveram namorar pra valer.
Mas ele adorava comer um cuzinho.. e ela não liberava isso de jeito nenhum...
Ele insistia, insistia, e ela se mostrava inflexível.
Porém, ele era insistente, queria e não deixava de tentar.

Até que um dia, não sei se por cansaço dela pela persistência dele, ela resolveu que ia dar. Mas tinha de ser um dia especial. Aproveitou que o dia dos namorados estava próximo. Vai ser nesse dia, pensou ela, ainda meio temerosa, mas tinha de experimentar.
Então no dia dos namorados, eles saíram para um motel que já conheciam.
E chegando lá, já começaram com os abraços, beijos e o tirar das roupas. Ela não falou nada sobre o que tinha decidido.
O receio dela é porque o Amarildo era bem dotado... 

Será que vou aguentar isso tudo lá atrás?

E quando ele tirou a calça e ela viu, pela milésima vez  o pau dele... pensou em desistir. Mas não, tinha prometido a si mesma que iria tentar.
Começou então um boquete nele, que endureceu rapidamente. Ela só conseguia engolir a metade do pau dele.
Rolaram na cama, se beijando, se tocando. Seios beijados, chupados, pau engolido no que era possível, e ela o cavalgou primeiro.

Depois ela ficou de quatro. Era  o momento que ela pensou o mais adequado para tentar. Quando ele começou a colocar o pau na xotinha, ela virou pra ele e falou:

- Presente pra você... pode colocar no outro buraquinho...
- Jura? De verdade?
- Sim, mas querido... você sabe que seu pinto é meio grandão, né? Eu vou tentar, mas se não conseguir não quero que você fique triste nem bravo comigo. Vai com calma...

Ele sabia que não era muito fácil mesmo. Não era toda mulher que aguentava. Foi, portanto, cheio de cuidados que ele começou a colocar a cabeça no cuzinho dela. Pediu que ela ficasse bem relaxada, que ajudaria.

- Ai, ai, ai... devagar... isso doi... 

Nossa... acho que vou desmaiar...

Ele não estava apressado. Mas sabia que o mais difícil era fazer a cabeçorra entrar, depois ficava mais fácil. Era o que todas as mulheres diziam pra ele.
Então foi enfiando e tirando... até que deu um golpe e a cabeça entrou toda. Ela deu um gritinho, tinha doido paca, mas aguentou firme. Também sabia da dificuldade inicial, suas amigas que transavam anal já a tinham prevenido.

Ele achou que podia tentar outra posição, então deixou-a deitada de lado e ele atrás dele. Ficou mais fácil enfiar a cabeçorra de novo, ela sentiu menos dor e aí ele pôde bombar mais tranquilo.
Experimentaram também com ela cavalgando e depois de frango assado.
Aí ele gozou.

Ela não tinha gozado, e sabia que era normal. As amigas disseram que dificilmente gozavam com sexo anal.

O jeito foi, então, ficarem mais uma hora no motel, tomarem um banho, ela lavou o pau dele bastante e depois de novo boquete, ele a comeu como sempre, proporcionando o gozo que ela não tivera antes.