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domingo, 12 de abril de 2020

O marido deixou a esposa com o amigo... adivinha!


Tem marido que é cego, surdo...

(escrito por Kaplan) 

Dá para pensar se ele era inocente ou se queria virar corno. Porque a facilidade com que ele deixou a esposa com o amigo... inacreditável!
Estou falando do casal Jéssica e Alfredo. Seis anos de casado, tudo legal, se davam muito bem, o sexo era bom. E continuou sendo, depois do que aconteceu e que vou contar a vocês agora.
Foi num dia em que um amigo deles foi visitá-los e ficaram um bom tempo na sala, batendo papo, tomando vinho, ouvindo música. E não teve como o amigo deixar de ver as pernocas da Jéssica, pois ela estava com um shortinho bem curtinho... que pernas! 

Ele viu e gostou demais do que viu!

Pois num dado momento, o Alfredo vira para os dois e fala que tem um negócio urgente a resolver, tinha de sair.
- Fica aí com a Jéssica, eu devo demorar umas duas horas, mas vamos bater mais papos quando eu voltar.
- Não, eu volto depois – disse o amigo já preparando pra se levantar.
- De jeito algum. Fica se não ficarei chateado com você. Segura ele, amor, eu volto logo!
Saiu e deixou o amigo meio constrangido, olhando disfarçadamente as pernas dela. Como se ela não tivesse percebido esses olhares!
E tomam mais vinho, a alegria era geral. E ela não titubeou, já estava aflita com a situação.

- Gostou das minhas pernas, hein? Não para de olhar!
- Desculpa, Jéssica. Mas... como não ver? São lindas, aliás a dona é toda linda!
- Julga que sou linda só porque tenho pernas bonitas?
- Claro que não, mas elas são um bom parâmetro, não acha?
- Eu acho que só posso ser considerada linda se você ver tudo...
- Epa... acho que alguém bebeu mais do que devia...
- Bebi tanto assim não, mas quando você elogia minhas pernas, eu fico com vontade de me mostrar inteira. Quer ver? Só tem essa chance!
- Nossa, Jéssica, você me deixa numa situação...
- Vamos fazer assim: você tira meu short e eu tiro minha camiseta e sutiã.
- Quer isso mesmo?
- Quero!
- Então, tá!  

Ele puxou o shortinho dela, enquanto ela tirava a camiseta e o sutiã. Ele babou, não era só de pernas que Jessica era linda, era toda linda. E ainda abria as pernas, convidando-o a fazer coisas inimagináveis. Esqueceu do Alfredo.
Ajoelhou na frente dela e deu a chupada que ela pedia. Que xota mais gostosa aquela! 

Tudo nela era delicioso!

Ela fez um boquete e depois ficou deitada no sofá, para ele meter de frente, ajoelhado entre as pernas dela.
Dali passaram para a velha cavalgada. Ela sentou, gemeu, pulou, gemeu mais ainda.
Ficou de quatro, gemeu, gozou. E ele também, despejando nas costas dela o seu gozo.
Pegou papel para limpá-la. Não ia ficar bem se a porra descesse para o sofá. Limpa, eles se vestiram e continuaram conversando como se nada tivesse acontecido.
Assim, quando o Alfredo voltou, encontrou os dois nos mesmos lugares...

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Os amigos paulistas bi de Meg se exibindo para ela

Eles de novo...

(escrito por Kaplan)

Essa invenção das webcams realmente causou um furor muito grande nos aficcionados das redes sociais. Também nos chats, que ainda são utilizados, temos as salas onde se pode conversar vendo o que se faz do outro lado. Quase sempre é pornô... adolescentes que querem ver mulheres nuas e mostrar seus pintinhos a elas.

Pois quando apareceu o skype, também se verificou este uso indecoroso de imagens. E uma bela noite, chego em casa e vejo a Meg enlouquecida na frente do computador. Logo pensei que tinha alguma sacanagem na jogada e não me enganei. 

Ela se divertia e se excitava vendo os dois...

Ela estava assistindo uma transa dos seus dois amigos bissexuais, o Renato e o Fernando. Eles tinham falado de vir, mas não puderam, então para compensar deram um show pra ela.
Ela viu que eu tinha chegado e me fez sinal para não aparecer. Mas não se incomodou que eu visse os dois, ficando de lado para a cam não me pegar. Talvez eles se inibissem se me vissem olhando o que eles faziam.

Devia estar no começo, pois o Renato estava deitado de bruços, só de bermuda, e o Fernando, também só de bermuda, em cima dele. E lhe dava beijos na nuca, nas costas.
Depois ele ficou de costas e aí os beijos foram na boca e o Fernando foi descendo, beijando os mamilos dele, a barriga e chegou à bermuda. Estufada. Ele sorriu e abaixou a bermuda, o pau saltou, duro e ele o abocanhou. Era a primeira vez que eu via o pau dele. Tamanho bom, do jeito que a Meg gostava. E o Fernando sabia fazer um boquete! E foi tirando sua bermuda também, mas como ele estava ajoelhado, não deu pra ver o pau dele. E ele continuava chupando... parecia gostar muito! 

Ela se despiu tambem, para ver e gozar!

Meg não conseguia se controlar. Já tinha tirado a roupa toda e se masturbava. Ela sempre me disse que era muito tesão ver os dois trepando. E eu via que era mesmo. Ela não parava quieta um minuto sequer, sem tirar os olhos da tela do computador.
Só quando eles resolveram fazer um 69, é que pude ver o pau do Fernando. Quase do mesmo tamanho do pau do Renato. E aí lá veio um show de chupação mútua, que alucinava a Meg.

E então o Fernando ficou de quatro e o Renato crau nele. Enfiou o pau de primeira, e nem careta teve! 

Ela morria vendo os dois!

E ele ficou metendo, mas sem muita força, bem suave as metidas dele. Interessante!
Depois de alguns minutos ele tirou o pau e gozou nas costas do namorado.
Meg já estava descabelada. Louca para ver o Fernando comer o Renato, mas os dois levantaram da cama, vieram para a frente da cam e se despediram.

- Pera aí... e a segunda parte?
- Que segunda parte?
- ô Fernando, você não vai comer o Renato não?
- Hoje não, querida. Fica pra próxima!

E rindo, eles desligaram a cam.
Ela olhou pra mim, perplexa.

- Viu só?
- Sim, o que você queria ver mais?
- Ora, eles sempre se comem... e hoje foi só um.
- Vai ver que eles tinham algo a fazer.
- Mas você viu como me excito, não viu?
- Sim... você estava transtornada...
- E vai ficar por isso mesmo?
- Claro que não...

Tive de comer... com muito prazer!



sexta-feira, 10 de maio de 2019

Sou louca para transar com seu amigo... vamos nessa?


Aqui a história se inverteu...

(escrito por Kaplan)

E o Cristiano que virou corno a pedido da esposa? Incrível, fantástico, extraordinário! Marla era fascinada pelo Alírio, grande amigo do marido.
E uma noite, em que o casal transava gostoso, surgiu o assunto de corno, de ménages, de swings.
Ela perguntou:  

Momento ideal para perguntar. Quer ser corno?
- Você gostaria de ser corno, querido?
- Nunca pensei nisso. Será que é bom?
- Olha, acho que o primeiro passo você já deu, que é ficar me exibindo pros seus amigos. As roupas que você me pede para usar quando vamos sair com eles são para eles ficarem babando, vendo minhas pernas, os lances de seio dos vestidos e blusas decotados... é ou não é?
- Você tá certa, eu gosto de saber que eles te desejam.
- Então, se eu desse para algum, acho que você gostaria de ver...
- Por que estamos falando disso?
- Porque eu sou louca para transar com o Alírio... mas não se preocupe, só faria isso se você concordasse.
- Posso pensar?
- Claro... não preciso de resposta imediata.

Dois dias depois, eles estavam na cozinha e ele perguntou:

- Por que você disse que gostaria de transar com o Alírio?
- Ele é muito educado, um gentleman, e bastante sedutor também. Me dá cada olhada, você nunca reparou?
- Nunca.
- Ficou chateado?
- Não. Curioso, apenas. Acho que vou topar.

O coração dela quase saiu pela boca de tão excitada que ela ficou ouvindo-o aceitar.

- Mas eu tenho uma condição: quero estar junto.
- Por mim tudo bem, acho que ele não se importaria. 

Pode vir, ele concordou!
(Parentesis necessário: ela já tinha conversado com o Alirio sobre a conversa anterior e ele ficou muito interessado, porque, realmente era louco de vontade de trepar com a Marla. E ela disse que provavelmente o marido iria querer ver e ele concordara).

Como era um domingo, ele falou com ela para telefonar para ele e chamá-lo. Tremendo de emoção, ela pegou o telefone, ligou e conversou rapidamente com o Alírio, que, felizmente, estava sem fazer nada e assim logo ele apareceu no apartamento do casal.

Inicialmente a Marla ficou sentada ao lado do marido e o Alírio na outra ponta do sofá. Conversaram bastante e chegou uma hora em que o próprio Cristiano virou pra eles e falou que podiam começar.

Ela, então sentou-se juntinho do Alírio, que mais que depressa tirou a blusa dela e mamou. Belos seios tinha a Marla, médios, firmes. Ele gostou demais de mamar nela.
Aí ele tirou a calça, mostrando o pau a ela que na mesma hora se inclinou sobre ele e chupou bastante. 

Viu ela chupando e pirou!
Cristiano não sabia bem como se comportar. Excitado estava, mas ao mesmo tempo enciumado, então não olhou o tempo todo. De vez em quando dava uma olhadela. Quando ele viu a Marla chupando o Alírio, seu coração disparou. Mas aguentou firme.

Quando ela cavalgou, ele olhou. Sabia que ela gostava muito e eles sempre praticavam as cavalgadas.

Mas quando ela ficou de quatro e o Alírio meteu, ela com a cara perto do marido, ele virou o rosto pro lado. E quando ele gozou nas costas dela, ele correu foi pegar papel higiênico para limpá-la.

O Alírio entendeu que não tinha de ficar mais ali. Sabia de tudo que antecedera àquele encontro, sabia que seria a primeira vez e que, agora, era hora do casal se entender.

Enquanto ele se retirava, ela ia para o banheiro e ele foi atrás. Tomaram banho juntos, a princípio no mais completo silêncio. Mas ela queria saber dele:

- Fale alguma coisa Cristiano. Gostou ou não?
- Não consigo definir direito, Marla. Fiquei dividido entre a excitação e o ciúme.
- Mas não precisa ter ciúme, querido. Foi só sexo, estou aqui, estamos aqui, nós somos um casal lindo. Olha, se você quiser colocar chifre em mim, para se sentir melhor, pode colocar, não sei se vou querer ver, basta você me contar,tá?

Foi assim que começou mais um casamento aberto. Dali em diante eles puderam ter a liberdade de transar com quem quisessem. E não queriam ver, bastava saber!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Ela ganhou uma jóia por deixar o marido vê-la transando com o vendedor


Maridos cornos não tem jeito mesmo!

(escrito por Kaplan)  

Realmente, quando um corno é assumido, ele faz de tudo para ver ou até participar do chifre. É o caso de Venâncio, louco pra ver a esposa Susana dando pra alguém.
Deu sorte, que um dia ela telefonou, falando que tinha um vendedor de jóias oferecendo algumas muito bonitas. Será que ela poderia escolher uma?
Na hora, ele acertou:

- Fala com ele para voltar sábado de manhã que eu vejo com você.

Ela desligou o telefone. Olhou para o vendedor e falou:

- Nathan, pode guardar. Já entendi a jogada dele. É louco para me ver trepando com alguém. E ele vai tentar me convencer a transar com você, assim ele me dará uma jóia de presente.
- Não sei se eu gosto da ideia, Susana.
- Olha, já que ele quer ver, que seja com você que eu já conheço de todas as particularidades. Anda guarda tudo isso e vamos lá pra cama. 

Quero ver e te dou a joia que você quiser!
Ah! O Venâncio não sabia que ela e o Nathan já trepavam regularmente...
E assim eles subiram, treparam, e ele ficou de voltar no sábado.

Quando chegou, Venâncio colocou pra Susana que daria a jóia que ela quisesse, desde que ela trepasse com o vendedor e deixando ele ver.
Ela fez que ficou brava, xingou, fechou a cara, mas depois concordou.
Ele ficou feliz. No outro dia, ela telefonou pro Nathan.

- Venha aqui, precisamos treinar como faremos.

Ele foi e ela o levou pra cama de novo. Treparam e ai combinaram o que iriam dizer para parecer que seria a primeira vez.
E no sábado, o Venâncio fez questão de dar um banho nela e escolheu a roupa para ela vestir: um shortinho jeans e uma blusa preta bem decotada.
Dali a pouco o Nathan chegou, ela o recebeu e o levou para o sofá. Ele perguntou, sussurrando, se o marido estava, ela fez com a cabeça que sim. E ele, então, começou a mostrar as jóias: colares, braceletes, pulseiras, anéis. 

Joias me dão tesão... não consigo refrear...
Ela vibrava com tudo e em dado momento, chegou bem perto dele e falou:

- Sabe que jóias assim me deixam com muito tesão?
- É mesmo? E como você resolve isso?
- Assim:

Deu um beijo nele, começou a passar a mão no pau dele, abriu a braguilha e pôs o pau pra fora, fez um grande e demorado boquete.

- Susana, mas você é casada!
- Não tem importância, meu marido não vai se incomodar com isso.
- E é só com boquete que você resolve?
- Claro que não. 

Tirou a blusa e mostrou os seios a ele. Ele tirou a calça, ela se recostou no sofá, ele colocou o pau entre os seios dela e ficou fazendo uma espanhola.
Depois ela o colocou em uma posição para que o marido pudesse ver exatamente o que ela iria fazer. Ajoelhada na frente do Nathan, ela fez outro boquete. 

Meu tesão só aumenta... me come?
Levantou-se, tirou a blusa dele. Ele estava totalmente nu e ela então tirou o shortinho e a calcinha e os dois ficaram abraçados, se beijando, ela pegando na bunda dele, ele passando a mão na xotinha dela. O Venâncio já tinha gozado e continuava se masturbando, de tão feliz!

Foi a vez do Nathan colocar a Susana deitada no sofá, subir em cima dela, fazer outra espanhola e ela gemendo e falando que estava muito bom aquilo.

- Quero sentir seu pau dentro de mim!
Ele só ficou deitado ao lado dela, levantou a perna direita e meteu.

- Ahhhh... que gostoso! Mete, Nathan, mete muito! Mas depois você me chupa, tá bem? Adoro uma chupada!

Ele sabia e com muito custo não dava uma gargalhada. Quantas vezes ele já tinha chupado aquela buceta gulosa dela. Então, depois de meter bastante, ele levantou, ajoelhou no chão e foi dar umas lambidas e chupadas. Tornou a subir no sofá e meteu nela de frente. Ela gemia e estava quase gozando quando ele a puxou e fez ela sentar em seu pau. E tome mais bombadas que a fizeram gozar. 

Já te fiz gozar, quero gozar no seu cu, posso?
Ele perguntou se ela gostava de anal, ela disse que nunca tinha feito. Mentira! Fazia com ele e com  marido também.

- Vamos tentar? Se doer eu paro.
- Isso, por favor, vá com cuidado, tá?

Ele não podia rir. Foi enfiando lentamente, muito mais lentamente do que sempre metia e ela ficou gemendo, fingindo que estava doendo um pouco. Mas logo ele já estava dando estocadas e mais estocadas. Ela urrava, batia com a mão no sofá.

- Goza rápido... tá dolorido!

E escondia o rosto para o marido não perceber que ela estava rindo. Ela sempre gostou de dar o rabinho pro Nathan.
E aí ele tirou e gozou nas costas dela. Igual aos filmes que o Venâncio assistia. Ela tinha combinado isso também com o Nathan.
Aí se vestiram e ela disse que ia ficar com um anel.

- Meu marido falou que deposita pra você na segunda feira. A não ser que você prefira vir buscar o dinheiro aqui.
- Pode ser, sempre é meu caminho mesmo.
- Então, estamos combinados. Te aguardo na segunda. Obrigada! Meu marido vai adorar este anel!

Despediram-se, ele foi embora e ela ficou sentada, admirando o anel que tinha comprado.
Venâncio apareceu, suando.
Encheu-a de beijos.

- Obrigado, obrigado. Não sabe o prazer que tive te vendo transando com ele. E deixa eu ver o que você comprou. Mas só este anel?
- Eu não gosto de abusar, meu bem.
- E por que você disse a ele que nunca transara anal?
- Meu bem, pensa! Da segunda vez que eu vejo o cara, eu dou pra ele. Se falasse que estava acostumada com anal, o que ele iria pensar de mim? Que sou uma vadia!
- Nossa, mas você pensou em tudo. É mesmo a mulher da minha vida!
- Que bom que você ficou feliz. Agora, posso te confessar uma coisa?
- Pode, claro!
- A jóia que mais gostei foi o pinto dele. Você se incomodaria de eu usar aquela jóia dele mais alguma vez?
- De jeito nenhum, use quantas vezes quiser. Mesmo que eu não esteja aqui pra ver, mas me conta tudo depois, viu?
- Quer me comer agora?
- Quero.
- Aqui ou na cama?
- Na cama. O sofá é dele, a cama é minha!


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

A filha foi visitar o pai viúvo


Consola daqui, consola dali...

(escrito por Kaplan)   

Danilo ficou viúvo. Morava no interior, numa boa casa, só com a esposa. A única filha deles, Dinorah, morava na capital, onde tinha se formado em Direito e trabalhava num bom escritório.

Mas ela ficava eternamente preocupada com o pai, ainda mais agora que ele estava sozinho, e, por isso, em toda oportunidade ela dava um pulinho lá para ver como iam as coisas.
Notava a tristeza do pai. Casamento de 35 anos que terminara de forma tão triste.
Achava que ele devia namorar, mas ele descartava.
Então, numa das vezes em que ela esteve lá, foi decidida.

Encontrou o pai, às 16 horas, vestido e com um roupão por cima da calça e da blusa. 

Com esse calor você com este roupão!!!
- Ah, não, pai...mas o que é isso?
- To com um pouco de frio..
- Frio... tá o maior calor, pai... não se entrega assim não, reage!

Ameaçou tirar o roupão dele, ele escapuliu. Ela pegou no cinto e segurou. Levou o  pai até o sofá, sentaram e ficaram conversando.

- Eu sei que você não quer namorar. Mas tem feito sexo com alguém?
- Não, claro que não...
- Não sente falta, pai?
- É... tem horas que sinto sim...mas acabou!
- Não, não pode ter acabado não... o senhor ainda é novo, é viril...
- Filha, eu amava sua mãe, não vou amar outra mulher.
- A mim vai sim...
- Claro, mas você é minha filha.
- E daí? Nenhuma mulher do mundo vai te amar mais do que eu. A única que amava não existe mais.
- Mas você é minha filha... não vou fazer sexo com você...
- Vamos sim... eu quero!

E já colocou as mãos no pau dele, que assustou e tirou, mas ela insistiu. E abriu a braguilha e pôs o pau dele pra fora... 

Seu pau é lindo! (foto: Kaplan)
- Sabe que teve um dia que eu espiei você e a mamãe transando? Fiquei emocionada vendo seu pinto... é tão grande e bonito...

E pôs na boca e deu uma boa chupada. Ele ficou todo arrepiado...

- Nossa, filha, que coisa mais gostosa... sua mãe nunca fez isso.
- Olha só... eu adoro fazer...
- Faz muito no seu namorado?
- Tenho namorado não... um casinho aqui, outro ali, mas sempre faço.

E continuou, fez um boquete que deixou Danilo alucinado.
Vendo que ele já tinha se rendido, ela ordenou:

- Vamos fazer direito, tira a calça.

Ele obedeceu e viu que ela tirava o vestido e a calcinha e o sutiã. Que mulher linda estava ali na frente dele... e ela voltou a chupá-lo, mas depois deitou-se no sofá, com as pernas abertas, mostrando sua xotinha. 

Mate seus desejos!
Ele entendeu que ela queria e fez sexo oral nela.  Depois ela pediu para ele enfiar o pinto nela. Ele não conseguiu evitar. Enfiou,meteu, tirou, tornou a enfiar. E viu que ela gemia de prazer...

- Pai, você me fez gozar... nunca gozei tão rápido em minha vida! Puxa... mamãe passava bem...

Ele riu, saiu de dentro dela e ficou deitado no sofá. Ela abocanhou o pau dele de novo e chupou gostosamente.

- Olha, já que você ainda está teso, quero mais... vou fazer igual vi você e a mamãe fazendo...

Sentou no pau dele. Ela iria cavalgá-lo, era sua lembrança de adolescência. Pulou, remexeu o bumbum, esfregou os seios no rosto dele e ele mamou.
As mãos dele apertavam sua bunda e ela sorria, feliz, porque tinha visto ele fazer isso. Sinal de que estava gostando e participando pra valer.

Como ele aguentava... ainda estava duríssimo e nem dava sinal de que iria concluir...
Levantou, deu outra chupada no pau dele e tornou a sentar, mas agora de costas pra ele, que ficou admirando a beleza do bumbum dela.
Incrível... ela gozou pela segunda vez! Nunca tinha acontecido isso com os “casinhos” que ela arrumava na capital...

E ele ainda a colocou de quatro no sofá e meteu mais uma vez. E ai gozou, mas nas costas dela, não iria arriscar gozar dentro. 

Ele é melhor do que os caras que arrumo!
- Pai, pai... você não pode se esconder do mundo não... você pode fazer a felicidade de muita mulher aqui... sem brincadeira, essa foi a melhor trepada da minha vida!
- Deixa de ser exagerada...
- Não, falo a verdade... você é fabuloso na cama, no sofá... onde for! Olha, vou te dar uma intimação: você trate de arrumar uma namorada e trepe bastante com ela. Se não fizer isso, eu vou ter de fazer de novo o que fizemos hoje!

Ele riu, mas nada disse.
Pois nas duas vezes seguintes em que ela foi lá, ele ainda não tinha arrumado ninguém... ela cumpriu o que tinha prometido. Só na terceira vez é que ela encontrou-o feliz com uma amiga com quem estava namorando.

- Já comeu ela, pai?
- Já.
- Ela gostou,aposto....
- É... reclamou não!

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Três cuzinhos para um garanhão


Que cara mais sortudo!

(escrito por Kaplan)           

Realmente, Ismael era um cara de muita sorte. Vivia na casa de sua prima Carmen, aproveitando a piscina e, ao mesmo tempo, quando só estavam os dois, eles se aproveitavam mutuamente... entenderam, espero!

E num dia em que ele esteve lá, a princípio ficou meio decepcionado, porque ela estava com duas amigas, a Deise e a Cléria. Estavam as três na piscina, conversando quando ele chegou. Ela o apresentou às duas e ele, sem saber o que fazer, tirou a camisa e deitou-se numa espreguiçadeira.
Logo Carmen o chamou: 

Esse cara tirou a sorte grande!
- Ei, primo, junte-se a nós... não estamos contando segredos! Pode participar do papo, que está ótimo!

Ele foi até elas, ficaram conversando e logo a Carmen revelou o que as duas amigas estavam fazendo ali.

- Ismael, sabe que contei a elas o que a gente apronta aqui quando estamos sozinhos?
- Não me diga isso... era segredo nosso, Carmen!
- Querido, elas são de minha inteira confiança. E sabe por que elas nunca vão contar nada a ninguém? Porque elas querem também... e não apenas você vai brincar com elas como brinca comigo, como verá coisas que terá de manter em segredo também. Que tal? Topa ou não?

A perspectiva de “brincar” era conhecida dele. Só anal. Carmen nunca dera a xotinha, sempre exigira que fosse só anal. O que ele gostava muito também. Então teria três cuzinhos? Que beleza!
Topou na hora.

Então elas começaram a agir. Desnudaram-se e tiraram a bermuda dele. Só de ver as três peladas ele já ficara totalmente ereto. Carmen pegou o KY e lambuzou o pau dele além de passar no próprio rabinho. E foi a primeira a sentar no pau dele, recebendo a tora dentro de seu cuzinho. Aliás, ela entusiasmara as duas amigas justamente elogiando a tora... elas ficaram com uma curiosidade tremenda em conhecer. 

Ele gozou rápido... também, com três peladinhas...

E quando ela começou a pular no pau dele, ele entendeu o que ela tinha falado, sobre as “coisas que ele veria e teria de manter em segredo”. As duas começaram a passar as mãos nos seios da Carmen, na xotinha, beijavam os seios, beijavam na boca... e foram tantos beijos e amassos que ele não resistiu por muito tempo. Gozou. Carmen ficou surpresa. Ele nunca fora tão rápido... As amigas iam pensar que tinham sido vítimas de uma propaganda enganosa...

- Desculpa, Carmen... Uma coisa é transar com você, outra é ver vocês três me dando esse espetáculo...
- Entendi... mas você vai conseguir transar com todas nós, né?
- Vou sim, me dá um tempinho que eu volto à forma.

Foi um tempinho mesmo, porque enquanto ele se recuperava, elas continuaram se pegando e deixaram o Ismael alucinado. O pau reagiu na hora. E foi a vez de Cléria conhecer o dito cujo.

Ele, deitado, recebeu mais uma dose carinhosa de Ky colocado pela Carmen, enquanto Deise fazia o mesmo no cuzinho da Cléria.

Ela sentou, fazendo caretas, porque era a menos acostumada com anal. Mas logo se acalmou, relaxou bastante, respirou fundo e começou a levantar e abaixar o corpo. As duas a ajudaram, também com beijos, toques na xotinha, chupadas nos peitinhos.
Quando ela se cansou, levantou e deu o lugar para a Deise que, mais acostumada, já foi sentando e pulando alegremente.

E  o Ismael também já reagia da forma como a Carmen propagandeara: firme como uma rocha, aguentava o tempo que fosse necessário. 

Visão do paraíso...
Depois que a Deise sentiu que já estava de bom tamanho, também se levantou e aí, como o Ismael continuava firme e forte, as três se ajoelharam, lado a lado, oferecendo seus cuzinhos a ele. Cara de sorte nunca vi igual!

Ficou metendo nas três, por um bom tempo, até que, finalmente, tornou a gozar, espalhando sua porra nas costas das três.

Elas correram para o chuveiro que tinha perto da piscina, lavaram suas costas e depois pularam na água. Chamaram o Ismael, que também se lavou e pulou na água com elas. Brincadeiras, beijos, chupadas polvilharam aqueles momentos muito legais de todos eles.

E a promessa de que poderia rolar de novo, bastava os pais da Carmen viajarem para que ela chamasse a todos.