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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

A incrivel historia de dois jangadeiros gays

 Acharam um lugar secreto para se amar

(escrito por Kaplan)  

 

Ninguém pensaria que Wagner e Arnoldo fossem gays. Mas aquilo era um segredo que os dois guardavam e com razão, porque eram jangadeiros, homens fortes, másculos, que transportavam pessoas e coisas pelo mar.

Sempre atenciosos, educados, faziam muitas moças suspirarem, especialmente aquelas que vinham do Sul maravilha e eram doidas para ter um caso que pudessem contar pras amigas quando retornassem, mas eles sempre se desculpavam, trabalhavam muito e não tinham tempo para vadiar.

O problema não era esse, claro. Os dois se amavam e nas horas vagas eles saíam com suas jangadas e se reuniam no seu paraíso, um local reservado, difícil acesso, mas que eles acessavam sempre que queriam trocar beijos, amassos e outras coisas mais reservadas ainda!  

Revelar seu amor seria muito perigoso, pela profissão que tinham

Se pudéssemos surpreendê-los... veríamos coisas interessantes, sem dúvida.

Primeiro, o Arnoldo chupando o pau do Wagner, era um prazer imenso para os dois. O Arnoldo era um chupador de primeira, diversas vezes o Wagner não conseguia controlar e gozava na boca do amigo, tal era a maravilhosa chupada que recebia.

Depois o Wagner colocava seu parceiro de quatro e usava um dedo para abrir um pouco o cu do rapaz. Que, em seguida, chupava de novo, deixando o pau do Wagner bem melado, isso facilitava a penetração, que era o que vinha em seguida.

Os dois tinham paus muito grandes, com certeza fariam a delícia daquelas moças que se insinuavam para eles. 



Duas belas picas para as mulheres desejarem...porém...

E então, a picona do Wagner entrava no cu do Arnoldo, que gemia de tesão. Assim meio que de ladinho era a primeira comida do dia, porque o Arnoldo gostava muito de cavalgar e assim, em seguida, la estava o Wagner deitado e seu amigo pulando gostosamente na pica dele.

Sei de uma pessoa que ia adora ver e fotografar aquela cena. O mulato forte sentado numa picona, pulando e sua pica subindo e descendo. E depois, gozar, despejando no peito do amigo toda a porra que ele guardara. Meg iria enlouquecer vendo tal cena e se masturbaria, já que nenhum dos dois iria come-la...

Beijaram-se e entraram no mar, nadaram em meio às brancas ondas. Voltaram. Ia começar a segunda etapa, em que o Wagner chupava e era comido.

Wagner era branco, pintudo, mas o Arnoldo, mulato, tinha o pinto maior, pouca coisa, mas era maior. E lá foi o Wagner enfiar a picona na boca e fazer um boquete também demorado. 


Um metia, depois o outro...


Depois era comido, mas deitado com o parceiro por cima dele, era assim que gostava.

E também gostava de beber o leite mulato...

Quem diria... se aquele cantinho de praia, tão escondido que mais ninguém aparecia ali, quem diria se aquele cantinho falasse...

 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

As férias - parte 7

 Sábado, dia 21 de novembro

 

Clara ainda estava meio chateada com o Murilo, pelo que ele dissera no dia anterior. Evitava até ficar perto dele. Ele percebeu e ficou chateado também, não queria criar polêmica com ninguém, então aguardou um momento propício para ficar a sós com ela e se desculpar. E conseguiu isso quando ela foi tomar banho. Ele deu um tempo, viu que ninguém iria lá, então foi e antes que ela falasse qualquer coisa, ele pediu desculpas, falou que tinha sido uma fala besta, que não queria que ela ficasse com raiva dele, porque gostava muito dela e do Filipe.

- Tá certo, Murilo, mas só vou te desculpar se você me der um banho bem gostoso!

Ele riu, ela riu, ele entrou debaixo do chuveiro com ela, abraçou-a, beijou-a, lambeu-a, ensaboou-a, enxaguou-a, chupou-a, mamou-a.

- Eu jamais iria querer ficar de mal de você, Murilo. Você é tão carinhoso, tão gostoso... quero te chupar, posso?

- Só se você falar que estou perdoado...

- É claro que está, meu anjo.

- Então eu deixo...

Rindo, ela ajoelhou e fez o mais longo boquete que já havia feito em alguém. Foi muito demorado, ela chupou, lambeu, pegou as bolas e colocou-as na boca, lambeu a região entre o saco e o cu, deu uma lambida no cu, voltou a engolir o pau.  


E ela chupou a linguiça... para perdoar o amigo...

- Você é muito gostoso!

- Então, me come!

- Como assim, eu te comer? Você é que me come!

- Se a sua xotinha engolir meu pau, é como se você estivesse comendo uma lingüiça, então, pode me comer!

- Nunca tinha pensado nisso... minhas trepadas agora serão bem mais saborosas. Se bem que de vez em quando a gente encontra uma salsicha em vez de lingüiça...

Ele riu...

- Tem encontrado algumas?

- O Filipe tem uns amigos que tem paus bem pequenos, mas deixa isso pra lá, deixa eu te comer, então!

Ele deitou-se e ela foi sentando, bem devagar, imaginando mesmo que seria uma lingüiça entrando dentro da boca dela. E cavalgou, melhor, comeu direitinho o amigo querido.

Não pararam por aí. Ela também se deitou e ele deu-lhe uma bela chupada e fez um papai e mamãe com ela. Graças ao grande espaço do boxe, ela ainda ficou de quatro para ele meter de novo e aí chegaram ao gozo.

- Ah, que pena que você gozou também... eu queria brindar a esse nosso banho tomando um pouco de leite...

- Não vai faltar ocasião!

Quando o Filipe viu os dois saindo rindo e abraçados, ficou aliviado. A última coisa que ele queria era ver a namorada e o amigo irritados um com o outro.

E eu fui “visitar” a Cris, no quarto dela e encontro ela e a Marga se beijando. Pensei em dar o fora, mas elas me chamaram e eu obedeci, claro.

Ficamos batendo um papo, rindo de coisas até bobas, até que elas resolveram me colocar deitado e iniciaram uma guerrinha pra ver quem me pegava para fazer alguma coisa. E no meio da guerrinha elas se beijavam, mamavam... entrei na brincadeira, tentando pegar as duas e elas tentavam escapar, estávamos num rolo só naquela cama.

Demos uma parada naquela guerrinha, fiquei em pé na cama e a Cris abocanhou meu pau, a Marga ficou deitada numa posição tal que pude enfiar o dedão do pé na xotinha dela, ela gostou muito da novidade. Dali passamos para a fase em que eu chupava as duas. Deitadas lado a lado, eu ia dividindo as lambidas nas xotinhas, e elas aproveitavam para se beijar.

Comi a Cris, deitada, meti de frente e bombei bastante, e vendo a Marga se masturbar. Depois fui pegá-la e ela preferiu a posição que sempre gostou mais, que era me cavalgando. 



E por fim, coloquei a Marga de quatro, pus a Cris ao lado dela, as duas bundas ficaram à minha disposição, uma ao lado da outra e voltei a meter, ora numa, ora na outra até que gozamos. Marga nos deixou, tinha de ajudar a Lourdinha na cozinha.

- Kaplan, fiquei pensando esta noite, você é um cara muito estranho. Trepa com sua sobrinha! Isso é incesto!

- Você está duplamente equivocada. Primeiro que sexo entre parentes maiores de idade e com consentimento é permitido sim pelas leis. Segundo, não tem problema, porque ela não é minha sobrinha.

- Hã? Como assim? Ela não é sobrinha sua?

- Não, ela, a Paulinha e a Cecilia, são sobrinhas da Meg, não minhas. Sempre me chamaram de tio, até hoje chamam, mas não sou tio de verdade delas.

- Ah... bom... então retiro o que eu disse, você não é mais estranho!

Rimos bastante e ela me confidenciou que já tinha acertado com o Murilo que iriam à sauna e ela poderia escolher mais uma pessoa e estava me convidando.

- Uau... obrigado, vou sim, imagina, ménage na sauna! Dá para fazer um filme! Bão... vai ficar ai na cama ou vamos pra piscina?

- Legal, vamos sim, nadar abre o apetite e quero comer muito, para ficar bem forte e aguentar esses dois machos incríveis que irão à sauna comigo!

Filipe tinha se divertido bastante com a Helena. Ela ficou, de propósito, deitada no sofá, empinando a bunda, para ver quem seria atraído, homem ou mulher: não importava! 


Alguém iria deixar "isso" de lado? Nunca!

Evidentemente, a primeira pessoa que entrasse na sala e visse aquele espetáculo, não iria embora sem provar do petisco. E foi o Filipe o primeiro que passou, viu, pegou, comeu, gostou. E ela foi vista, pegou também, foi bem comida e adorou!

Foi ali na sala mesmo que ela fez boquete, que ele a chupou, que ela cavalgou, fez boquete de novo, ficou de quatro, tornou a cavalgar e gozou bonito!


Foram essas as trepadas matinais, porque a Lourdinha estava enrolada na cozinha até que a Marga chegasse para ajudá-la e o Orlando e o Giovane estavam na oficina, consertando algumas coisas e lá não deu clima pra um comer o outro.

Três paus disponíveis... mas pra depois...
Então estávamos, Cris e eu na piscina, e logo chegaram o Murilo e a Clara, aos beijos de reconciliação, e depois a Helena e o Filipe também apareceram, todos satisfeitos, pensando só em nadar e tomar sol. Mais trepadas? Só à tarde, parecia ser o consenso. 
Três xotas disponíveis... mas pra depois...







E assim foi. Almoçamos, e, como sempre, tiramos umas horinhas pra descansar, papear, ouvir música. E depois, começaram a se formar os pares e os trios. A Cris foi logo avisando que estaria na sauna com o marido e comigo. Na verdade, eu ouvi ela falando isso quando eu já estava entrando na sauna. Sentei num canto e fiquei esperando o casal. Eles chegaram, sorriram pra mim e sentaram num degrau acima do que eu estava e, de brincadeira, para esquentar os tamborins, comecei a me masturbar e fiquei mostrando meu pau duro pra ela.

Fingindo uma enorme surpresa, ela falou com o Murilo:

- Meu bem, acho que temos a companhia de um taradinho... olha só como o pau dele está duro!

Entrando na brincadeira, o Murilo falou que ela deveria ir conferir.

- Como?

- Vai lá e faz um boquete, isso vai dizer se ele é taradinho mesmo ou não.

Ela deu uma gargalhada, mas fez o que ele sugeriu. Veio até onde eu estava e me chupou. Aí o marido veio, deitou-se e puxou-a para chupar a xotinha dela e ela continuou me chupando. Que trio!

E não demorou muito para que ela tivesse os dois paus na boquinha. Claro que não colocou os dois juntos, mas ficou no tradicional chupa um, masturba o outro, depois chupa o outro e masturba o um.

Ganhou uma chupada minha e depois chupou o marido até ele gozar em sua boca. 


Ela se deliciava com o marido e comigo...

E ficamos lá, ela sentada entre as pernas dele e eu, mais em cima, só olhando. O mais foram papos, não precisava de comê-la, nem de ela e eu gozarmos. Nem sempre isso é necessário para se ter prazer!



Mas a Clara queria ter prazer, e justo com a Helena. Foi incisiva: Trepa comigo antes de você viajar!

Helena, emocionada com o pedido, foi junto com ela pro quarto. Cobriu-a com o lençol e entrou debaixo dele e foi caminhando pelo corpo da Clara, até chegar à boca e enche-la de beijos. Deitadas, ficaram trocando beijos e rolando na cama, ora uma estava por cima, ora por baixo, e as mãos pegavam nos corpos, apertavam as bundas, acariciavam os seios...

E Clara quis chupar a xotinha da Helena, que aceitou prazerosamente, e seu corpo volteava na medida em que a língua da Clara penetrava nela. 


Que delícia de xotinha...

Tinha de retribuir e o fez. Ajoelhou no chão, puxou o corpo da Clara para a beirada da cama, a xotinha ficou bem na altura da boca e ela chupou gostosamente.

Daí para um 69 foi fácil e depois os dedos fizeram o que tinham de fazer, entrando nas xotinhas e levando-as ao delírio.

- Feliz, Clara?

- Muito. Vou sentir muitas saudades de você, Helena!

- Eu também... tentarei voltar outras vezes e te aviso, para a gente se reencontrar!



Enquanto isso, Lourdinha pegou a bicicleta e saiu, sem falar onde ia. Claro que havia algo por trás disso, e logo desconfiamos de alguém que não estava por ali, como sempre fazia: o Orlando devia estar onde ela ia, ou iria até onde ela estivesse.

Era fato. Na verdade,ela saiu e ele saiu logo depois, também de bicicleta, encontrou-se com ela num dado local e andaram juntos, rindo, como se dois namorados fossem.

Até que chegaram a uma clareira no meio daquele bosque que existia na propriedade. Ali pararam, encostaram as bicicletas no chão, se abraçaram, se beijaram e não demorou para ele estar pronto para o combate. Ajoelhou na frente dela que apoiou-se numa árvore para receber a chupada na xotinha que ele estava lhe dando. Caso alguém os tivesse seguido, veria Lourdinha com os olhos fechados, curtindo a língua dele entrando dentro dela.

Depois, quem ajoelhou foi ela para fazer o boquete nele. Sentir o pau grosso dentro de sua boca, sem poder engolir ele todo, mas sentindo toda a dureza, era algo que ela curtia toda vez que transavam. 


Foram para o mato para ninguém ver...

Atrevidamente, ela o colocou deitado no chão e sentou-se nele. Devia ser muito boa a sensação de cavalgar, sentindo uma leve brisa a percorrer seu corpo, ver seus cabelos esvoaçando e ouvindo pássaros os mais diversos entoando seus cantos, muitos, talvez, de amor.

Seus gemidos perdiam-se no ar, seu grito de alegria ao ter o orgasmo não foi ouvido por ninguém.

Sorrindo, ela beijou o Orlando e se posicionou, de quatro. Ele não iria dispensar de comer o cuzinho dela naquele belo ambiente natural. Ela, por sua vez, curtia a entrada do pauzão grosso dentro dela, fosse em qualquer buraco.

E depois que ele gozou lá dentro, eles se levantaram, se espanaram para não dar na vista que haviam feito sexo na terra, pegaram as bicicletas e retornaram para a casa. Muitos olhares acompanharam a chegada deles!

Já a Marga, tinha ficado na cozinha, copiando algumas receitas quando dois cavalheiros se aproximaram e atrapalharam seu belo trabalho. Mas Filipe e Giovani não iriam ser os únicos a não transar naquela tarde!

Já chegaram pegando os seios dela, cada um deles mamou em um, e isso deixou a moça já ansiosa por mais coisas gostosas que poderiam ser feitas. Eles estavam ali justamente para isso, proporcionar a ela bons momentos.

Eles não iriam deixá-la escrevendo...

Ela viu os dois paus já eretos, e bota eretos nisso! E tratou de começar a aproveitar, fazendo o de sempre, chupando um e masturbando o outro e depois invertendo, chupou com gosto, eram dois paus que ela já conhecia de longa data.

De joelhos na cadeira, e o Giovani foi o primeiro a enfiar o pau na xotinha dela, por trás, enquanto ela voltava a cuidar do pau do Filipe com a boca. 

E os dois revezaram, trocavam de lugar e ela experimentava novas e deliciosas sensações. Mas o melhor foi o final, depois de mais de meia hora naquele revezamento, quando o Giovani enfiou no cuzinho e o Filipe na xotinha. Uma DP, claro, por que não?

Aquela cozinha também tinha muitas histórias para contar...

 

E, à noite, mais uma brincadeira, a última da semana.

Novamente foi a Lourdinha a dar a explicação. “Vamos sentar aqui na sala, em círculo e ninguém pode trocar de lugar depois que a brincadeira começar. Estão vendo essa caixa? Aqui dentro tem um punhado de papéis, e em cada um se fala de uma atividade que deve ser realizada pela pessoa que roda a garrafa com a pessoa que a garrafa apontar. Vou dar um exemplo:”

Ela pegou a garrafa e rodou. Ela parou em frente do Filipe.

 

- Muito bem. Agora eu ou ele – tanto faz – tiro o papel. E nós dois temos de fazer o que está escrito no papel. Tudo entendido? A brincadeira não demora, porque somos dez pessoas e isso quer dizer que depois da quinta pessoa a rodar a garrafa, todos já terão participado. Ah! Quem participa sai e fica olhando, não dá pra repetir não. E somente a primeira mensagem é que conta. Tirada ela, todos devem fazer a mesma coisa, ok?”

Dados foram usados para ver quem começava e foi justamente a Cris. Ela rodou a garrafa, que apontou para a Marga. Então, tiraram o papel que tinha a instrução para todos, não apenas para as duas.

 

 


                     Tudo bem, as duas gostaram e se chuparam pelos 5 minutos estabelecidos.

Dados jogados, e Filipe é que giraria a garrafa. Deu sorte, muita sorte! A garrafa apontou para a Helena e os dois transaram para todos nós apreciarmos.

Dados jogados de novo, Giovani foi o vencedor, girou a garrafa... e ela apontou pra mim. Lá fui eu dar o cu de novo, mas também agora com o direito de comer o dele. 


Eu sempre levava ferro...
Nova rodada e a Cris é que giraria a garrafa. Eu tinha certeza de que ela estava rezando para a garrafa não apontar o Orlando e ela deu sorte, apontou para o Murilo. Trepar com o marido na frene de todo mundo não era tão mal assim.

E então, sobraram Orlando e Lourdinha, que nem precisaram rodar a garrafa, e já foram se comendo para alegria de todos nós. E eles, era a segunda trepada que davam naquele sábado!



Como a brincadeira acabou rapidamente e ainda era cedo, ficamos na sala, bem à vontade, comentando sobre tudo que acontecera na semana. No domingo à tarde, Helena e eu retornaríamos, para tristeza geral. 


A noite terminou em alegria, porque no dia seguinte...

... essa alegria não iria existir mais...

domingo, 30 de agosto de 2020

Como foi seu primeiro anal?


As amigas contam, em segredo!

(escrito por Meg, no diário) 

Esse diário da Meg me trouxe cada surpresa, dessas de ficar de pau duro o tempo todo! Olha só o que ela arrancou de algumas amigas.

Eu gosto muito de anal. E sei que muita gente não gosta. E tenho certeza de que quem tentou e não gostou foi porque o parceiro não soube fazer com o carinho necessário.
Um dia desses, várias amigas vieram me ver e ficamos conversando. E fiquei sabendo que todas já tinham feito sexo anal, algumas continuavam fazendo e apenas uma fez e não gostou. Vou transcrever o que cada uma delas me contou. São histórias interessantíssimas!

Maria
- Eu sabia que minha irmã, que tem aquele nome estranho de Brunilde, fazia sexo anal com o namorado dela, o Tércio. Eu não entendia porque, e ela vivia me dizendo que era gostoso. Eu não me animava, então ela me propôs nós duas nos encontrarmos com o Tércio e ela ia me emprestar ele, para eu ver que não era tão ruim como eu pensava. A principio achei que era brincadeira, mas ela me garantiu que já tinha falado com ele e ele concordara. Então resolvi encarar.

Fomos, as duas pra casa dele, que tem uma varanda muito grande. Minha irmã foi logo ficando pelada e começando a chupar o pau dele. Eu, ainda meio sem jeito, tirei o sutiã, fiquei de calcinha, ao lado dele e ele não perdoou. Começou a me beijar. Aquilo me deu um tesão! Ver minha irmã chupando o namorado e ele me beijando... céus! Que coisa de doido! Me entreguei totalmente a ele, tirou minha calcinha, ficou passando a mão na minha bunda, na minha pepeka. Minha irmã levantou e me deu o lugar, passei a chupar o pau dele, que já estava muito duro... pensei em desistir!

Mas quando ele me virou, me colocou em pé apoiada na parede, ajoelhou atrás de mim e beijou minha bunda, lambeu minha pepeka, meu cuzinho... aí eu resolvi que ia em frente mesmo. Primeiro ele me comeu por trás, mas em pé, e na pepeka. E eu gemendo e vendo minha irmã batendo uma siririca, coisa mais louca mesmo. 

Doeu um pouco, mas entrou e gostei!


Aí ele me pôs curvada e foi enfiando, bem devagar, o pau no meu cuzinho. Ele sentiu que eu refuguei, então foi mais devagar ainda. Quando passou a cabeça, eu respirei, aliviada. E aí aguentei as bombadas que ele me deu. Não posso dizer que adorei, mas tirei o grilo que eu tinha e hoje transo anal numa boa com meu namorado. E de vez em quando eu e minha irmã vamos à casa do namorado dela e repetimos a dose. Ele também gostou de me comer...

Angela

Puxa vida, ouvindo o que a Maria falou, até eu fiquei com vontade de dar o cu pro cunhado dela! Que delicia que deve ter sido! Bem, meu caso também foi tranquilo, mas foi com meu primeiro namorado, o Solano, não sei se vocês lembram dele. E foi na casa dele também, melhor dizendo, na beirada da piscina que eles têm lá. Claro que não havia mais ninguém na casa naquele dia. Ele vinha me cantando pra dar pra ele, o anal, bem entendido, porque na frente ele já comia há tempos! Aí, na beira da piscina, aquele solzinho gostoso, o clima ajudou para eu ficar descontraída e dar. Começou com ele me pondo na espreguiçadeira e me dando uma chupada na buceta daquelas! Muito boa mesmo! Fiquei bem relaxada só com a chupada. E os dedos enfiados... parecia um pau me penetrando!


Ele fez direitinho... adorei e dou sempre!

Aí ele me deu o pau pra fazer boquete e fiz, deixando o pau dele bem molhado, imaginei que seria mais fácil assim. Mas ele me comeu o tradicional primeiro. E aí, com o pau mais molhado ainda com meu gozo, é que ele me pôs sentada nele e foi dirigindo o pau pro meu cu. Também doeu bastante até a cabeça entrar. Depois, como a Maria falou, o pau fica menos grosso e dá para suportar melhor.
Gostei, depois ele tirou o pau e gozou nos meus seios. Depois dessa, a gente transava numa boa. Depois que terminamos, quando meu novo namorado ficou sabendo que eu dava, quase desmaiou de emoção, nunca tinha comido um cuzinho. Tive de ensinar, ele aprendeu e hoje transamos de boa também!

Silviana

Acho que minha história será a mais estranha de todas. Eu namorava o Xavier e nunca tinha desconfiado de nada, mas acabei descobrindo que ele era bissexual. Tinha um caso de longa data com o Urbano. E o Xavier era o passivo, gostava de dar o cu. Ai conversei com ele, perguntei se ele queria acabar comigo e ficar com o Urbano, ele disse que não, que me amava muito, mas não conseguia resistir aos encantos do Urbano. Eu falei com ele que achava estranho essa história de sexo anal, e ele me disse que o dia que eu provasse ia gostar.

Já entenderam o estranho da minha história, né? Isso mesmo, dei a primeira vez para o Urbano, num ménage com os dois. Olha, é coisa de doido mesmo, ver dois machos fortes se beijando, se chupando. Mas eu vi e fiquei com um tesão danado, e tirei a roupa e fui chupar os dois. Chupava um, punhetava o outro, e invertia, e eles estavam gostando porque enquanto eu fazia isso, os dois, em pé, podiam se beijar loucamente. Teve uma hora que eu estava chupando o Xavier, que inclinou o corpo sobre minha cabeça e foi chupar o pau do Urbano. Aquilo foi máximo pra mim, estava até escorrendo meu gozo pelas pernas abaixo de tanto tesão. 

Loucura: meu namorado comendo o cu do amigo que comia o meu...


Então pedi para o Urbano me comer o cu antes que eu mudasse de ideia e ele me deitou, me comeu de ladinho, e tive a surpresa de ver o Xavier, entusiasmado com o que via, dar uma de ativo e comer o cu do Urbano. Ficamos os três engatados e o Xavier foi o primeiro a gozar, depois o Urbano gozou dentro de mim. Eu não gozei daquela vez. Mas foi muito legal e aí passei a dar pra ele de vez em quando. Com o Xavier ou sem... o que é melhor ainda!

Samira

- Eu pensava se contaria meu caso, mas ouvi tantas histórias malucas que acho que a minha não será tanto assim. Quem me comeu o cuzinho pela primeira vez foi meu irmão. A gente sempre teve muita liberdade em casa, no vestir, inclusive. Não me incomodava que ele me visse de calcinha, várias vezes eu o vi de cueca. Já tínhamos nos visto pelados tomando banho porque lá ninguém fecha a porta. Então todo mundo se vê, meu pai, minha mãe, e nós dois. Tudo é encarado com muita naturalidade. Mas comecei a notar que quando meu irmão me via assim, de calcinha ou tomando banho, o pau dele endurecia, era impossível não notar. E comecei a brincar com isso. 


Quando ele me viu assim, quis, e eu dei, mas não gostei
Até que um dia, eu estava na minha cama, lendo, só de camiseta e calcinha, quando vejo que ele entrou e me mostrou o pau dele, duro. E me falou que não aguentava mais de vontade e perguntou se a gente não podia fazer alguma coisa. Não sei o que me deu na hora, topei e comecei a chupar o pau dele e depois fiquei de quatro. Eu não podia transar naqueles dias, estava no meu período fértil e ele não tinha camisinhas. Então, na hora, falei com ele para comer meu cuzinho.

Foi duro, difícil, doeu muito. Por isso que nunca mais dei. E espero não dar pra namorado nenhum. Não gostei mesmo. Me admirei de ver que vocês gostam. Nem preciso perguntar pra Meg, já sei que ela curte muito. Invejo vocês!



quarta-feira, 20 de maio de 2020

Transando com o marido e com o namorado dele


Hein? Como é que é?

(colaboração de Dinorá) 

Uma velha amiga me escreve dando conta de um casamento bem interessante e diferente. Ela casou com o Diogo que tinha um  namorado, o Gonçalo. E aí... vejamos o que ela nos conta.

Kaplan, com todas as loucuras que fizemos na faculdade, eu nunca imaginei que ia me acontecer o que aconteceu e que, na verdade, não estou achando ruim não. Foi estranho na primeira vez, mas agora já encaro com naturalidade e tiro o maior proveito. Meu marido Diogo tem um namorado!!! Não se assuste! 

Lembra que nós tínhamos colegas que eram bissexuais? Lembro direitinho delas, a Mariza e a Márcia. Pois é, agora inverteu um pouco... 

Ele perguntou se o amigo podia vir... claro que podia!

Ontem à noite, por exemplo. Eu e o Diogo estávamos na cama, ambos líamos revistas. O telefone toca, ele atende, conversa, vira pra mim e pergunta se eu estava a fim de receber o Gonçalo. Ou seja, ele viria pra gente trepar. É quase só pra isso que ele vem. Eu topei na hora, porque se tem algo que gosto demais é do tal ménage.

Então, dali a pouco chega o Gonçalo. Cumprimenta primeiro o Diogo, com um beijaço na boca e depois é que vem me beijar. Ele gosta de mim, sim. Mas tem uma preferência pelo meu marido, fazer o quê?
Aí tiramos as roupas e eu ajoelhei entre eles, chupando os dois paus e eles, inclinando o corpo um na direção do outro, ficavam se beijando amorosamente enquanto eu fazia o boquete. É delicioso ver isso, como eu via pelo espelho do quarto! 

Eles se adoram e eu adoro os paus dos dois!

Fomos pra cama, ficamos ajoelhados, eu punhetando os dois, meu marido pede licença e vai chupar o pau do Gonçalo. Gente... você tem ideia do que é eu ver essa cena? Minha perereca quase encharca de tanto tesão! E depois foi a vez do Gonçalo fazer boquete no meu marido. Um martírio ver aquilo! Bom demais!

Eu tenho de tomar a iniciativa, senão os dois ficam só cuidando deles e esquecem de mim. Então deitei, fiquei chupando o pau do Diogo e mandei o Gonçalo me chupar. Ele gosta e chupa muito bem, adoro! Depois de me chupar, ele me comeu, ali mesmo, e eu continuei no boquete com o Diogo! 

O marido comia o amigo que era chupado por ela...

E lá foi meu marido dar o pau pro namorado chupar de novo! Ele me comendo e chupando meu marido. Outra cena admirável!
Mas eu controlo: fiquei de quatro pro Diogo me comer e fui chupar o pau do Gonçalo. É outra cena que se repete toda vez que nos encontramos!
Depois eu e o Diogo fomos fazer boquete juntos no Gonçalo. E a gente se beijava quando nossas bocas se encontravam na cabeça do pau dele, que, aliás, é maior do que o do meu marido. Muito bom de chupar e levar na perereca e no rabo.

E chegou a vez de os dois se comerem. Diogo comeu primeiro. Tudo com camisinha, claro! Deitado de costas, o Gonçalo levou vara. E depois o Diogo sentou nele e cavalgou. E eu me masturbando, porque ver aquilo é demais!
E depois de tudo isso, ainda ganho um banho de porra... os dois sempre gozam em meus seios e barriga. E vamos os três pro chuveiro, eles me lavam, eu lavo os dois e os dois comem meu rabinho lá dentro do boxe.

E no chuveiro eu dou o rabinho pros dois...

Não sei se você já percebeu, acho que sim, porque sei que você é inteligente. Os dois eram namorados, não tinham coragem de sair do armário para o mundo. Com o Diogo casando comigo, resolveram o problema. O Gonçalo era apenas um amigo do casal que visitava muito os dois... Eu aceitei participar do plano deles com a exigência de que seria comida e chupada por eles, além de chupá-los. Ou seja, eu é que fiz eles se tornarem bissexuais. Eles me agradecem até hoje!


sexta-feira, 1 de maio de 2020

O jogador ficou hospedado na casa do treinador, para alegria do filho


O filho aproveitou bem o hóspede

(escrito por Kaplan) 

Creio que já contei uma história parecida com essa. Mas sempre é interessante para conhecermos melhor as pessoas com quem convivemos.
Pois no clube havia um treinador do time de basquete, o Xavier. E ele tinha um filho já na faixa dos 24 anos, o Artur. Gay que ainda não saíra totalmente do armário. O pai não chegava a desconfiar, mas quem é entendido no assunto, só de olhar pro Artur, desconfiava. Nada contra, mas devia ser difícil pra ele conviver com os atletas e não poder se revelar, por temor ao pai.

E o pai, que não desconfiava de nada, volta e meia acolhia em sua casa atletas que vinham de outros estados ou de cidades próximas. Tinha até mesmo um quarto reservado para tais “hóspedes temporários!
E foi assim que o Sabino apareceu para ficar uns dias lá. Ele conhecia...
E logo percebeu que o Artur queria, mas tinha medo.
Então procurou um jeito de agradar o moço. Claro que foi numa hora em que o Xavier não estava em casa.
Tendo a certeza de que só estavam os dois lá, ele perguntou ao Artur se poderia tomar um banho.
- Claro que pode, Sabino, precisa perguntar isso não!


Ele entrou no banheiro, tomou o seu banho e depois de se enxugar, saiu peladão pela casa, parando na sala, onde o Artur via televisão. Mas quando ele viu o tamanho do instrumento... nem conseguiu mais ver a TV. E ficou pasmo vendo o Sabino andando pra lá e pra cá e o pauzão se mexendo todo. Aquilo era demais.

- Acha que ele é muito grande?
- Nossa. É enorme!
- Mas é bonito, não é?
- Eu diria que sim.
- Tá acostumado a ver?
- Muito pouco.
- Gosta de ver?
- Gosto.
- E de pegar?
- Gosto.
- Pega nele, então.

O Artur pegou. Ajoelhou na frente dele e pegou, admirado. Era gigante mesmo, nunca tinha visto um de tal tamanho.

- Acha que ele cabe em sua boca?
- Não sei, penso que tenho de experimentar. Posso?
- Claro que pode! Nós dois estamos doidos para isso acontecer, não estamos?
- Você descobriu bem rápido...  


E ele chupou o pau do negão. Que já foi tirando a camisa, a calça e a cueca do Artur. Sabia que ele queria. Pegou uma camisinha e foi enfiando no cu do rapaz, que fez caretas, umas lágrimas desceram pelo rosto, mas aguentou. As bombadas eram uma loucura. Parecia que uma locomotiva passava por cima dele!
De quatro, ali no sofá, ele realizava um sonho. Dava pela primeira vez.
E deu uma segunda, uma terceira, uma quarta, uma quinta... deu na cama, deu no banheiro, deu na cozinha... depois do quinto dia o Sabino voltou para a cidade dele. Deixou uma saudade!!!