Sábado, dia 21 de novembro
Clara
ainda estava meio chateada com o Murilo, pelo que ele dissera no dia anterior.
Evitava até ficar perto dele. Ele percebeu e ficou chateado também, não queria
criar polêmica com ninguém, então aguardou um momento propício para ficar a sós
com ela e se desculpar. E conseguiu isso quando ela foi tomar banho. Ele deu um
tempo, viu que ninguém iria lá, então foi e antes que ela falasse qualquer
coisa, ele pediu desculpas, falou que tinha sido uma fala besta, que não queria
que ela ficasse com raiva dele, porque gostava muito dela e do Filipe.
- Tá
certo, Murilo, mas só vou te desculpar se você me der um banho bem gostoso!
Ele
riu, ela riu, ele entrou debaixo do chuveiro com ela, abraçou-a, beijou-a,
lambeu-a, ensaboou-a, enxaguou-a, chupou-a, mamou-a.
- Eu
jamais iria querer ficar de mal de você, Murilo. Você é tão carinhoso, tão
gostoso... quero te chupar, posso?
- Só se
você falar que estou perdoado...
- É
claro que está, meu anjo.
- Então
eu deixo...
Rindo,
ela ajoelhou e fez o mais longo boquete que já havia feito em alguém. Foi muito
demorado, ela chupou, lambeu, pegou as bolas e colocou-as na boca, lambeu a
região entre o saco e o cu, deu uma lambida no cu, voltou a engolir o pau.
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| E ela chupou a linguiça... para perdoar o amigo... |
- Você
é muito gostoso!
- Então, me come!
- Como
assim, eu te comer? Você é que me come!
- Se a
sua xotinha engolir meu pau, é como se você estivesse comendo uma lingüiça,
então, pode me comer!
- Nunca
tinha pensado nisso... minhas trepadas agora serão bem mais saborosas. Se bem
que de vez em quando a gente encontra uma salsicha em vez de lingüiça...
Ele
riu...
- Tem
encontrado algumas?
- O
Filipe tem uns amigos que tem paus bem pequenos, mas deixa isso pra lá, deixa
eu te comer, então!
Ele
deitou-se e ela foi sentando, bem devagar, imaginando mesmo que seria uma
lingüiça entrando dentro da boca dela. E cavalgou, melhor, comeu direitinho o
amigo querido.
Não
pararam por aí. Ela também se deitou e ele deu-lhe uma bela chupada e fez um
papai e mamãe com ela. Graças ao grande espaço do boxe, ela ainda ficou de
quatro para ele meter de novo e aí chegaram ao gozo.
- Ah,
que pena que você gozou também... eu queria brindar a esse nosso banho tomando
um pouco de leite...
- Não
vai faltar ocasião!
Quando
o Filipe viu os dois saindo rindo e abraçados, ficou aliviado. A última coisa
que ele queria era ver a namorada e o amigo irritados um com o outro.
E eu
fui “visitar” a Cris, no quarto dela e encontro ela e a Marga se beijando.
Pensei em dar o fora, mas elas me chamaram e eu obedeci, claro.
Ficamos
batendo um papo, rindo de coisas até bobas, até que elas resolveram me colocar
deitado e iniciaram uma guerrinha pra ver quem me pegava para fazer alguma
coisa. E no meio da guerrinha elas se beijavam, mamavam... entrei na
brincadeira, tentando pegar as duas e elas tentavam escapar, estávamos num rolo
só naquela cama.
Demos
uma parada naquela guerrinha, fiquei em pé na cama e a Cris abocanhou meu pau,
a Marga ficou deitada numa posição tal que pude enfiar o dedão do pé na xotinha
dela, ela gostou muito da novidade. Dali passamos para a fase em que eu chupava
as duas. Deitadas lado a lado, eu ia dividindo as lambidas nas xotinhas, e elas
aproveitavam para se beijar.
Comi a
Cris, deitada, meti de frente e bombei bastante, e vendo a Marga se masturbar.
Depois fui pegá-la e ela preferiu a posição que sempre gostou mais, que era me
cavalgando.
E por
fim, coloquei a Marga de quatro, pus a Cris ao lado dela, as duas bundas
ficaram à minha disposição, uma ao lado da outra e voltei a meter, ora numa,
ora na outra até que gozamos. Marga nos deixou, tinha de ajudar a Lourdinha na
cozinha.
-
Kaplan, fiquei pensando esta noite, você é um cara muito estranho. Trepa com
sua sobrinha! Isso é incesto!
- Você
está duplamente equivocada. Primeiro que sexo entre parentes maiores de idade e
com consentimento é permitido sim pelas leis. Segundo, não tem problema, porque
ela não é minha sobrinha.
- Hã?
Como assim? Ela não é sobrinha sua?
- Não,
ela, a Paulinha e a Cecilia, são sobrinhas da Meg, não minhas. Sempre me chamaram
de tio, até hoje chamam, mas não sou tio de verdade delas.
- Ah...
bom... então retiro o que eu disse, você não é mais estranho!
Rimos
bastante e ela me confidenciou que já tinha acertado com o Murilo que iriam à
sauna e ela poderia escolher mais uma pessoa e estava me convidando.
- Uau... obrigado, vou sim, imagina,
ménage na sauna! Dá para fazer um filme! Bão... vai ficar ai na cama ou vamos
pra piscina?
- Legal, vamos sim, nadar abre o
apetite e quero comer muito, para ficar bem forte e aguentar esses dois machos
incríveis que irão à sauna comigo!
Filipe tinha se divertido bastante com
a Helena. Ela ficou, de propósito, deitada no sofá, empinando a bunda, para ver
quem seria atraído, homem ou mulher: não importava!
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| Alguém iria deixar "isso" de lado? Nunca! |
Evidentemente, a primeira pessoa que
entrasse na sala e visse aquele espetáculo, não iria embora sem provar do petisco.
E foi o Filipe o primeiro que passou, viu, pegou, comeu, gostou. E ela foi
vista, pegou também, foi bem comida e adorou!
Foi ali na sala mesmo que ela fez
boquete, que ele a chupou, que ela cavalgou, fez boquete de novo, ficou de
quatro, tornou a cavalgar e gozou bonito!
Foram essas as trepadas matinais,
porque a Lourdinha estava enrolada na cozinha até que a Marga chegasse para
ajudá-la e o Orlando e o Giovane estavam na oficina, consertando algumas coisas
e lá não deu clima pra um comer o outro.
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| Três paus disponíveis... mas pra depois... |
Então estávamos, Cris e eu na piscina,
e logo chegaram o Murilo e a Clara, aos beijos de reconciliação, e depois a
Helena e o Filipe também apareceram, todos satisfeitos, pensando só em nadar e
tomar sol. Mais trepadas? Só à tarde, parecia ser o consenso.
 |
| Três xotas disponíveis... mas pra depois... |
E assim
foi. Almoçamos, e, como sempre, tiramos umas horinhas pra descansar, papear,
ouvir música. E depois, começaram a se formar os pares e os trios. A Cris foi
logo avisando que estaria na sauna com o marido e comigo. Na verdade, eu ouvi
ela falando isso quando eu já estava entrando na sauna. Sentei num canto e
fiquei esperando o casal. Eles chegaram, sorriram pra mim e sentaram num degrau
acima do que eu estava e, de brincadeira, para esquentar os tamborins, comecei
a me masturbar e fiquei mostrando meu pau duro pra ela.
Fingindo
uma enorme surpresa, ela falou com o Murilo:
- Meu
bem, acho que temos a companhia de um taradinho... olha só como o pau dele está
duro!
Entrando
na brincadeira, o Murilo falou que ela deveria ir conferir.
- Como?
- Vai
lá e faz um boquete, isso vai dizer se ele é taradinho mesmo ou não.
Ela deu
uma gargalhada, mas fez o que ele sugeriu. Veio até onde eu estava e me chupou.
Aí o marido veio, deitou-se e puxou-a para chupar a xotinha dela e ela
continuou me chupando. Que trio!
E não
demorou muito para que ela tivesse os dois paus na boquinha. Claro que não
colocou os dois juntos, mas ficou no tradicional chupa um, masturba o outro,
depois chupa o outro e masturba o um.
Ganhou
uma chupada minha e depois chupou o marido até ele gozar em sua boca.
 |
| Ela se deliciava com o marido e comigo... |
E
ficamos lá, ela sentada entre as pernas dele e eu, mais em cima, só olhando. O
mais foram papos, não precisava de comê-la, nem de ela e eu gozarmos. Nem
sempre isso é necessário para se ter prazer!
Mas a
Clara queria ter prazer, e justo com a Helena. Foi incisiva: Trepa comigo antes
de você viajar!
Helena,
emocionada com o pedido, foi junto com ela pro quarto. Cobriu-a com o lençol e
entrou debaixo dele e foi caminhando pelo corpo da Clara, até chegar à boca e
enche-la de beijos. Deitadas, ficaram trocando beijos e rolando na cama, ora uma
estava por cima, ora por baixo, e as mãos pegavam nos corpos, apertavam as
bundas, acariciavam os seios...
E Clara
quis chupar a xotinha da Helena, que aceitou prazerosamente, e seu corpo volteava
na medida em que a língua da Clara penetrava nela.
 |
| Que delícia de xotinha... |
Tinha de
retribuir e o fez. Ajoelhou no chão, puxou o corpo da Clara para a beirada da
cama, a xotinha ficou bem na altura da boca e ela chupou gostosamente.
Daí
para um 69 foi fácil e depois os dedos fizeram o que tinham de fazer, entrando
nas xotinhas e levando-as ao delírio.
-
Feliz, Clara?
-
Muito. Vou sentir muitas saudades de você, Helena!
- Eu
também... tentarei voltar outras vezes e te aviso, para a gente se reencontrar!
Enquanto
isso, Lourdinha pegou a bicicleta e saiu, sem falar onde ia. Claro que havia
algo por trás disso, e logo desconfiamos de alguém que não estava por ali, como
sempre fazia: o Orlando devia estar onde ela ia, ou iria até onde ela estivesse.
Era
fato. Na verdade,ela saiu e ele saiu logo depois, também de bicicleta,
encontrou-se com ela num dado local e andaram juntos, rindo, como se dois
namorados fossem.
Até que
chegaram a uma clareira no meio daquele bosque que existia na propriedade. Ali pararam,
encostaram as bicicletas no chão, se abraçaram, se beijaram e não demorou para
ele estar pronto para o combate. Ajoelhou na frente dela que apoiou-se numa
árvore para receber a chupada na xotinha que ele estava lhe dando. Caso alguém
os tivesse seguido, veria Lourdinha com os olhos fechados, curtindo a língua
dele entrando dentro dela.
Depois,
quem ajoelhou foi ela para fazer o boquete nele. Sentir o pau grosso dentro de
sua boca, sem poder engolir ele todo, mas sentindo toda a dureza, era algo que
ela curtia toda vez que transavam.
 |
| Foram para o mato para ninguém ver... |
Atrevidamente,
ela o colocou deitado no chão e sentou-se nele. Devia ser muito boa a sensação
de cavalgar, sentindo uma leve brisa a percorrer seu corpo, ver seus cabelos
esvoaçando e ouvindo pássaros os mais diversos entoando seus cantos, muitos,
talvez, de amor.
Seus
gemidos perdiam-se no ar, seu grito de alegria ao ter o orgasmo não foi ouvido
por ninguém.
Sorrindo,
ela beijou o Orlando e se posicionou, de quatro. Ele não iria dispensar de
comer o cuzinho dela naquele belo ambiente natural. Ela, por sua vez, curtia a
entrada do pauzão grosso dentro dela, fosse em qualquer buraco.
E
depois que ele gozou lá dentro, eles se levantaram, se espanaram para não dar
na vista que haviam feito sexo na terra, pegaram as bicicletas e retornaram
para a casa. Muitos olhares acompanharam a chegada deles!
Já a
Marga, tinha ficado na cozinha, copiando algumas receitas quando dois
cavalheiros se aproximaram e atrapalharam seu belo trabalho. Mas Filipe e
Giovani não iriam ser os únicos a não transar naquela tarde!
Já
chegaram pegando os seios dela, cada um deles mamou em um, e isso deixou a moça
já ansiosa por mais coisas gostosas que poderiam ser feitas. Eles estavam ali
justamente para isso, proporcionar a ela bons momentos.
 |
| Eles não iriam deixá-la escrevendo... |
Ela viu
os dois paus já eretos, e bota eretos nisso! E tratou de começar a aproveitar,
fazendo o de sempre, chupando um e masturbando o outro e depois invertendo,
chupou com gosto, eram dois paus que ela já conhecia de longa data.
De
joelhos na cadeira, e o Giovani foi o primeiro a enfiar o pau na xotinha dela,
por trás, enquanto ela voltava a cuidar do pau do Filipe com a boca.
E os
dois revezaram, trocavam de lugar e ela experimentava novas e deliciosas
sensações. Mas o melhor foi o final, depois de mais de meia hora naquele
revezamento, quando o Giovani enfiou no cuzinho e o Filipe na xotinha. Uma DP,
claro, por que não?
Aquela
cozinha também tinha muitas histórias para contar...
E, à noite, mais uma brincadeira, a
última da semana.
Novamente foi a Lourdinha a dar a
explicação. “Vamos sentar aqui na sala, em círculo e ninguém pode trocar de
lugar depois que a brincadeira começar. Estão vendo essa caixa? Aqui dentro tem
um punhado de papéis, e em cada um se fala de uma atividade que deve ser
realizada pela pessoa que roda a garrafa com a pessoa que a garrafa apontar.
Vou dar um exemplo:”
Ela
pegou a garrafa e rodou. Ela parou em frente do Filipe.
- Muito bem. Agora eu ou ele – tanto faz – tiro o papel. E nós dois temos
de fazer o que está escrito no papel. Tudo entendido? A brincadeira não demora,
porque somos dez pessoas e isso quer dizer que depois da quinta pessoa a rodar
a garrafa, todos já terão participado. Ah! Quem participa sai e fica olhando,
não dá pra repetir não. E somente a primeira mensagem é que conta. Tirada ela,
todos devem fazer a mesma coisa, ok?”
Dados foram usados para ver quem começava e foi justamente a Cris. Ela
rodou a garrafa, que apontou para a Marga. Então, tiraram o papel que tinha a
instrução para todos, não apenas para as duas.
Tudo bem, as duas gostaram e se
chuparam pelos 5 minutos estabelecidos.
Dados jogados, e Filipe é que giraria a garrafa. Deu sorte, muita sorte!
A garrafa apontou para a Helena e os dois transaram para todos nós apreciarmos.
Dados jogados de novo, Giovani foi o vencedor, girou a garrafa... e ela
apontou pra mim. Lá fui eu dar o cu de novo, mas também agora com o direito de
comer o dele.
 |
| Eu sempre levava ferro... |
Nova rodada e a Cris é que giraria a garrafa. Eu tinha certeza de que
ela estava rezando para a garrafa não apontar o Orlando e ela deu sorte,
apontou para o Murilo. Trepar com o marido na frene de todo mundo não era tão
mal assim.
E então, sobraram Orlando e Lourdinha, que nem precisaram rodar a
garrafa, e já foram se comendo para alegria de todos nós. E eles, era a segunda
trepada que davam naquele sábado!
Como a brincadeira acabou rapidamente e ainda era cedo, ficamos na sala,
bem à vontade, comentando sobre tudo que acontecera na semana. No domingo à
tarde, Helena e eu retornaríamos, para tristeza geral.
 |
| A noite terminou em alegria, porque no dia seguinte... |
 |
| ... essa alegria não iria existir mais... |