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sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

As férias - parte 7

 Sábado, dia 21 de novembro

 

Clara ainda estava meio chateada com o Murilo, pelo que ele dissera no dia anterior. Evitava até ficar perto dele. Ele percebeu e ficou chateado também, não queria criar polêmica com ninguém, então aguardou um momento propício para ficar a sós com ela e se desculpar. E conseguiu isso quando ela foi tomar banho. Ele deu um tempo, viu que ninguém iria lá, então foi e antes que ela falasse qualquer coisa, ele pediu desculpas, falou que tinha sido uma fala besta, que não queria que ela ficasse com raiva dele, porque gostava muito dela e do Filipe.

- Tá certo, Murilo, mas só vou te desculpar se você me der um banho bem gostoso!

Ele riu, ela riu, ele entrou debaixo do chuveiro com ela, abraçou-a, beijou-a, lambeu-a, ensaboou-a, enxaguou-a, chupou-a, mamou-a.

- Eu jamais iria querer ficar de mal de você, Murilo. Você é tão carinhoso, tão gostoso... quero te chupar, posso?

- Só se você falar que estou perdoado...

- É claro que está, meu anjo.

- Então eu deixo...

Rindo, ela ajoelhou e fez o mais longo boquete que já havia feito em alguém. Foi muito demorado, ela chupou, lambeu, pegou as bolas e colocou-as na boca, lambeu a região entre o saco e o cu, deu uma lambida no cu, voltou a engolir o pau.  


E ela chupou a linguiça... para perdoar o amigo...

- Você é muito gostoso!

- Então, me come!

- Como assim, eu te comer? Você é que me come!

- Se a sua xotinha engolir meu pau, é como se você estivesse comendo uma lingüiça, então, pode me comer!

- Nunca tinha pensado nisso... minhas trepadas agora serão bem mais saborosas. Se bem que de vez em quando a gente encontra uma salsicha em vez de lingüiça...

Ele riu...

- Tem encontrado algumas?

- O Filipe tem uns amigos que tem paus bem pequenos, mas deixa isso pra lá, deixa eu te comer, então!

Ele deitou-se e ela foi sentando, bem devagar, imaginando mesmo que seria uma lingüiça entrando dentro da boca dela. E cavalgou, melhor, comeu direitinho o amigo querido.

Não pararam por aí. Ela também se deitou e ele deu-lhe uma bela chupada e fez um papai e mamãe com ela. Graças ao grande espaço do boxe, ela ainda ficou de quatro para ele meter de novo e aí chegaram ao gozo.

- Ah, que pena que você gozou também... eu queria brindar a esse nosso banho tomando um pouco de leite...

- Não vai faltar ocasião!

Quando o Filipe viu os dois saindo rindo e abraçados, ficou aliviado. A última coisa que ele queria era ver a namorada e o amigo irritados um com o outro.

E eu fui “visitar” a Cris, no quarto dela e encontro ela e a Marga se beijando. Pensei em dar o fora, mas elas me chamaram e eu obedeci, claro.

Ficamos batendo um papo, rindo de coisas até bobas, até que elas resolveram me colocar deitado e iniciaram uma guerrinha pra ver quem me pegava para fazer alguma coisa. E no meio da guerrinha elas se beijavam, mamavam... entrei na brincadeira, tentando pegar as duas e elas tentavam escapar, estávamos num rolo só naquela cama.

Demos uma parada naquela guerrinha, fiquei em pé na cama e a Cris abocanhou meu pau, a Marga ficou deitada numa posição tal que pude enfiar o dedão do pé na xotinha dela, ela gostou muito da novidade. Dali passamos para a fase em que eu chupava as duas. Deitadas lado a lado, eu ia dividindo as lambidas nas xotinhas, e elas aproveitavam para se beijar.

Comi a Cris, deitada, meti de frente e bombei bastante, e vendo a Marga se masturbar. Depois fui pegá-la e ela preferiu a posição que sempre gostou mais, que era me cavalgando. 



E por fim, coloquei a Marga de quatro, pus a Cris ao lado dela, as duas bundas ficaram à minha disposição, uma ao lado da outra e voltei a meter, ora numa, ora na outra até que gozamos. Marga nos deixou, tinha de ajudar a Lourdinha na cozinha.

- Kaplan, fiquei pensando esta noite, você é um cara muito estranho. Trepa com sua sobrinha! Isso é incesto!

- Você está duplamente equivocada. Primeiro que sexo entre parentes maiores de idade e com consentimento é permitido sim pelas leis. Segundo, não tem problema, porque ela não é minha sobrinha.

- Hã? Como assim? Ela não é sobrinha sua?

- Não, ela, a Paulinha e a Cecilia, são sobrinhas da Meg, não minhas. Sempre me chamaram de tio, até hoje chamam, mas não sou tio de verdade delas.

- Ah... bom... então retiro o que eu disse, você não é mais estranho!

Rimos bastante e ela me confidenciou que já tinha acertado com o Murilo que iriam à sauna e ela poderia escolher mais uma pessoa e estava me convidando.

- Uau... obrigado, vou sim, imagina, ménage na sauna! Dá para fazer um filme! Bão... vai ficar ai na cama ou vamos pra piscina?

- Legal, vamos sim, nadar abre o apetite e quero comer muito, para ficar bem forte e aguentar esses dois machos incríveis que irão à sauna comigo!

Filipe tinha se divertido bastante com a Helena. Ela ficou, de propósito, deitada no sofá, empinando a bunda, para ver quem seria atraído, homem ou mulher: não importava! 


Alguém iria deixar "isso" de lado? Nunca!

Evidentemente, a primeira pessoa que entrasse na sala e visse aquele espetáculo, não iria embora sem provar do petisco. E foi o Filipe o primeiro que passou, viu, pegou, comeu, gostou. E ela foi vista, pegou também, foi bem comida e adorou!

Foi ali na sala mesmo que ela fez boquete, que ele a chupou, que ela cavalgou, fez boquete de novo, ficou de quatro, tornou a cavalgar e gozou bonito!


Foram essas as trepadas matinais, porque a Lourdinha estava enrolada na cozinha até que a Marga chegasse para ajudá-la e o Orlando e o Giovane estavam na oficina, consertando algumas coisas e lá não deu clima pra um comer o outro.

Três paus disponíveis... mas pra depois...
Então estávamos, Cris e eu na piscina, e logo chegaram o Murilo e a Clara, aos beijos de reconciliação, e depois a Helena e o Filipe também apareceram, todos satisfeitos, pensando só em nadar e tomar sol. Mais trepadas? Só à tarde, parecia ser o consenso. 
Três xotas disponíveis... mas pra depois...







E assim foi. Almoçamos, e, como sempre, tiramos umas horinhas pra descansar, papear, ouvir música. E depois, começaram a se formar os pares e os trios. A Cris foi logo avisando que estaria na sauna com o marido e comigo. Na verdade, eu ouvi ela falando isso quando eu já estava entrando na sauna. Sentei num canto e fiquei esperando o casal. Eles chegaram, sorriram pra mim e sentaram num degrau acima do que eu estava e, de brincadeira, para esquentar os tamborins, comecei a me masturbar e fiquei mostrando meu pau duro pra ela.

Fingindo uma enorme surpresa, ela falou com o Murilo:

- Meu bem, acho que temos a companhia de um taradinho... olha só como o pau dele está duro!

Entrando na brincadeira, o Murilo falou que ela deveria ir conferir.

- Como?

- Vai lá e faz um boquete, isso vai dizer se ele é taradinho mesmo ou não.

Ela deu uma gargalhada, mas fez o que ele sugeriu. Veio até onde eu estava e me chupou. Aí o marido veio, deitou-se e puxou-a para chupar a xotinha dela e ela continuou me chupando. Que trio!

E não demorou muito para que ela tivesse os dois paus na boquinha. Claro que não colocou os dois juntos, mas ficou no tradicional chupa um, masturba o outro, depois chupa o outro e masturba o um.

Ganhou uma chupada minha e depois chupou o marido até ele gozar em sua boca. 


Ela se deliciava com o marido e comigo...

E ficamos lá, ela sentada entre as pernas dele e eu, mais em cima, só olhando. O mais foram papos, não precisava de comê-la, nem de ela e eu gozarmos. Nem sempre isso é necessário para se ter prazer!



Mas a Clara queria ter prazer, e justo com a Helena. Foi incisiva: Trepa comigo antes de você viajar!

Helena, emocionada com o pedido, foi junto com ela pro quarto. Cobriu-a com o lençol e entrou debaixo dele e foi caminhando pelo corpo da Clara, até chegar à boca e enche-la de beijos. Deitadas, ficaram trocando beijos e rolando na cama, ora uma estava por cima, ora por baixo, e as mãos pegavam nos corpos, apertavam as bundas, acariciavam os seios...

E Clara quis chupar a xotinha da Helena, que aceitou prazerosamente, e seu corpo volteava na medida em que a língua da Clara penetrava nela. 


Que delícia de xotinha...

Tinha de retribuir e o fez. Ajoelhou no chão, puxou o corpo da Clara para a beirada da cama, a xotinha ficou bem na altura da boca e ela chupou gostosamente.

Daí para um 69 foi fácil e depois os dedos fizeram o que tinham de fazer, entrando nas xotinhas e levando-as ao delírio.

- Feliz, Clara?

- Muito. Vou sentir muitas saudades de você, Helena!

- Eu também... tentarei voltar outras vezes e te aviso, para a gente se reencontrar!



Enquanto isso, Lourdinha pegou a bicicleta e saiu, sem falar onde ia. Claro que havia algo por trás disso, e logo desconfiamos de alguém que não estava por ali, como sempre fazia: o Orlando devia estar onde ela ia, ou iria até onde ela estivesse.

Era fato. Na verdade,ela saiu e ele saiu logo depois, também de bicicleta, encontrou-se com ela num dado local e andaram juntos, rindo, como se dois namorados fossem.

Até que chegaram a uma clareira no meio daquele bosque que existia na propriedade. Ali pararam, encostaram as bicicletas no chão, se abraçaram, se beijaram e não demorou para ele estar pronto para o combate. Ajoelhou na frente dela que apoiou-se numa árvore para receber a chupada na xotinha que ele estava lhe dando. Caso alguém os tivesse seguido, veria Lourdinha com os olhos fechados, curtindo a língua dele entrando dentro dela.

Depois, quem ajoelhou foi ela para fazer o boquete nele. Sentir o pau grosso dentro de sua boca, sem poder engolir ele todo, mas sentindo toda a dureza, era algo que ela curtia toda vez que transavam. 


Foram para o mato para ninguém ver...

Atrevidamente, ela o colocou deitado no chão e sentou-se nele. Devia ser muito boa a sensação de cavalgar, sentindo uma leve brisa a percorrer seu corpo, ver seus cabelos esvoaçando e ouvindo pássaros os mais diversos entoando seus cantos, muitos, talvez, de amor.

Seus gemidos perdiam-se no ar, seu grito de alegria ao ter o orgasmo não foi ouvido por ninguém.

Sorrindo, ela beijou o Orlando e se posicionou, de quatro. Ele não iria dispensar de comer o cuzinho dela naquele belo ambiente natural. Ela, por sua vez, curtia a entrada do pauzão grosso dentro dela, fosse em qualquer buraco.

E depois que ele gozou lá dentro, eles se levantaram, se espanaram para não dar na vista que haviam feito sexo na terra, pegaram as bicicletas e retornaram para a casa. Muitos olhares acompanharam a chegada deles!

Já a Marga, tinha ficado na cozinha, copiando algumas receitas quando dois cavalheiros se aproximaram e atrapalharam seu belo trabalho. Mas Filipe e Giovani não iriam ser os únicos a não transar naquela tarde!

Já chegaram pegando os seios dela, cada um deles mamou em um, e isso deixou a moça já ansiosa por mais coisas gostosas que poderiam ser feitas. Eles estavam ali justamente para isso, proporcionar a ela bons momentos.

Eles não iriam deixá-la escrevendo...

Ela viu os dois paus já eretos, e bota eretos nisso! E tratou de começar a aproveitar, fazendo o de sempre, chupando um e masturbando o outro e depois invertendo, chupou com gosto, eram dois paus que ela já conhecia de longa data.

De joelhos na cadeira, e o Giovani foi o primeiro a enfiar o pau na xotinha dela, por trás, enquanto ela voltava a cuidar do pau do Filipe com a boca. 

E os dois revezaram, trocavam de lugar e ela experimentava novas e deliciosas sensações. Mas o melhor foi o final, depois de mais de meia hora naquele revezamento, quando o Giovani enfiou no cuzinho e o Filipe na xotinha. Uma DP, claro, por que não?

Aquela cozinha também tinha muitas histórias para contar...

 

E, à noite, mais uma brincadeira, a última da semana.

Novamente foi a Lourdinha a dar a explicação. “Vamos sentar aqui na sala, em círculo e ninguém pode trocar de lugar depois que a brincadeira começar. Estão vendo essa caixa? Aqui dentro tem um punhado de papéis, e em cada um se fala de uma atividade que deve ser realizada pela pessoa que roda a garrafa com a pessoa que a garrafa apontar. Vou dar um exemplo:”

Ela pegou a garrafa e rodou. Ela parou em frente do Filipe.

 

- Muito bem. Agora eu ou ele – tanto faz – tiro o papel. E nós dois temos de fazer o que está escrito no papel. Tudo entendido? A brincadeira não demora, porque somos dez pessoas e isso quer dizer que depois da quinta pessoa a rodar a garrafa, todos já terão participado. Ah! Quem participa sai e fica olhando, não dá pra repetir não. E somente a primeira mensagem é que conta. Tirada ela, todos devem fazer a mesma coisa, ok?”

Dados foram usados para ver quem começava e foi justamente a Cris. Ela rodou a garrafa, que apontou para a Marga. Então, tiraram o papel que tinha a instrução para todos, não apenas para as duas.

 

 


                     Tudo bem, as duas gostaram e se chuparam pelos 5 minutos estabelecidos.

Dados jogados, e Filipe é que giraria a garrafa. Deu sorte, muita sorte! A garrafa apontou para a Helena e os dois transaram para todos nós apreciarmos.

Dados jogados de novo, Giovani foi o vencedor, girou a garrafa... e ela apontou pra mim. Lá fui eu dar o cu de novo, mas também agora com o direito de comer o dele. 


Eu sempre levava ferro...
Nova rodada e a Cris é que giraria a garrafa. Eu tinha certeza de que ela estava rezando para a garrafa não apontar o Orlando e ela deu sorte, apontou para o Murilo. Trepar com o marido na frene de todo mundo não era tão mal assim.

E então, sobraram Orlando e Lourdinha, que nem precisaram rodar a garrafa, e já foram se comendo para alegria de todos nós. E eles, era a segunda trepada que davam naquele sábado!



Como a brincadeira acabou rapidamente e ainda era cedo, ficamos na sala, bem à vontade, comentando sobre tudo que acontecera na semana. No domingo à tarde, Helena e eu retornaríamos, para tristeza geral. 


A noite terminou em alegria, porque no dia seguinte...

... essa alegria não iria existir mais...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

As férias – parte 6

 Sexta-feira, 20 de novembro

 

Mais um belo dia de sol para aquele grupo com elevado teor erótico. Como eu fazia todos os dias, assim que acordei, por volta de 6 horas, fui levar o café da manhã pra Helena, que já estaria trabalhando desde as 5 horas. Qual não foi minha surpresa ao ver que Murilo e Filipe já estavam lá e os três estavam transando! Ela gostava mesmo daqueles dois!

Lá estavam os dois, um de cada lado dela, passando as mãos no corpitcho da minha sobrinha, que sentia cócegas e ria, mas já pegando nos dois paus, bem duros, que eles lhe apresentavam. E como não podia deixar de ser, ela logo ajoelhou pra chupar os dois. Pegou o do Murilo e ficou punhetando ele enquanto fazia o boquete no Filipe, depois ela inverteu. 

E ainda tentou colocar os dois paus na boca... ela estava se superando!

Deitou na mesinha, o Filipe aproveitou para enfiar o pau nela e o Murilo, do outro lado, ganhava mais uma chupada das boas.

Aí ela virou o corpo, ficou de quatro dando pro Murilo e chupando o Filipe. Cada lance desses demorava bons minutos e o tio aqui, só de pau duro vendo o que rolava... até sentir alguém pegando em minha bunda, só podia ser ele. E era! Orlando já colocando o pau no meu cu, tive de dobrar o corpo pro bicho entrar e fiquei sendo comido enquanto apreciava a performance da Helena com os dois. E ela já estava cavalgando o Murilo, e depois ficou de quatro e o Filipe fez com ela o que o Orlando fazia comigo. 

A melhor maneira de começar o dia...

Depois o Filipe ficou de pé, com o pau no cuzinho dela, e o Murilo veio pela frente. Uma DP em pé! Ela gemia feito louca com os dois metendo nela ao mesmo tempo. E logo duas camisinhas eram retiradas, cheias de porra e eles se masturbaram e ela engoliu o que pôde.

Aí ficaram assistindo ao final da brincadeira do Orlando comigo. E Helena comentou que depois daquele leite todo que ela tomara, o café vinha a calhar. Beijou os dois paus, sentou, tomou o café, os três foram trabalhar e eu e o Orlando saímos de lá.

- Você continua gostoso, viu, Kaplan? Gostei muito! Tem certeza de que não quer retribuir?

- Agora não, estou fraco com sua metida e nem tomei café ainda.

Fui tomar o café, a Cris estava lá, sorrindo.

- Eu vi, sem querer, mas vi que você já inaugurou o dia... está gostando mesmo de ser bi? O Murilo fala que já, mas eu sempre penso que ele fala por falar...

- Não sei se ele pensa como eu, não é que eu goste de paixão, mas já me acostumei, não ligo mais, então acho que posso dizer que gosto.

- E tem feito isso lá no mundo exterior? Porque aqui é uma coisa, lá é outra...

- De fato, não aconteceu ainda não. Mas pelo menos eu sei que se pintar vou poder encarar.

- Legal isso. Muito legal! Você não deixou de ser homem só porque, desculpe falar assim, só porque deu o cu pra outro.

- Assim como você não deixou de ser mulher, só porque transou com outras mulheres.

- Esta casa ensina muita coisa pra quem se hospeda aqui. Já comentei com a Lourdinha, que ideia sensacional foi essa que eles tiveram! Como é que você descobriu esse local?

- Não fui eu, foi a Cecilia que ficou sabendo, queria vir e me chamou.

- Ela é da pá virada, não é? O Murilo a elogia demais! Já fiquei até com um pouco de ciúmes dela, sem a conhecer, mas eu gostaria de ser amiga dela.

- Os papos com você sempre são bons, mas eu vou tomar banho agora.

- E por que não me leva, pra continuarmos nosso papo?

- Excelente ideia. Peguei-a no colo e levei-a pro chuveiro, mas lá quase não conversamos!


Conversar? Imagina!!!


Ao passar pela sala, vi a Marga deitada numa posição muito convidativa, esperando alguém e quem se interessou primeiro foi a Clara. Pena que não vi o que elas fizeram...

Ao sair do banho, fui levar as toalhas para o varal que ficava no quintal, a Cris foi procurar o marido, que, por “alguma razão” estava demorando mais tempo no trabalho... se ela soubesse como foi o início do trabalho daqueles três...

Mas o mais bacana foi ver o Giovani e a Lourdinha transando na varanda da casa. Era algo que se via pouco, os dois transando, assim como o Orlando e a Marga. Pensando bem, eu e a Helena precisávamos dar mais uma... iria pegá-la à noite!

Na verdade, não vi os dois transando, vi eles se pegando e depois ela foi para o quintal, havia lá um pedaço de árvore muito grande, ela praticamente deitou-se nele e ficou esperando ele chegar. 


Qualquer diva do cinema... magnífica!

 Pose de diva, mas que teve de abaixar as pernas logo depois, para abrir o espaço necessário à penetração dele. Coisa linda de se ver!

 Obviamente, quando a Cris foi pra sauna... lá foi o Orlando atrás! Ela até fingiu que não viu ele entrando, estava deitada, olhos fechados, mas ele sabia que ela não dormia, tinha acabado de entrar!

Ele sentou-se num degrau abaixo do que ela estava e ficou acariciando o pau. A Cris não conseguia ver aquilo e ficar só no “ver”. Então, seduzida, ela desceu e foi até onde ele estava e falou sério:

- Olha, se você prometer que não vai comer meu cu hoje, eu pego, eu chupo, eu trepo. Mas tem de prometer!

- Está bem, prometo. Por que não gosta?

- Seu pau é muito grosso, Orlando. Me machuca, de verdade. Já dei pra todo mundo, numa boa, mas todos tem os paus mais finos do que o seu... é só por isso!

- Ok.

Aí ele a beijou, chupou, ela fez boquete e os gemidos dela ressoaram pelo ambiente da sauna quando ele a possuiu. Arfando pelo gozo, ela comentou: 


- Tá vendo como eu gosto de trepar com você? Desse jeito eu vou gostar sempre e até pedirei bis!

- Está pedindo?

- Bem... quer dizer... talvez... SIM!!!!! Quero mais!

E ele mamou nos peitinhos dela, chupou-a demoradamente e a colocou sentada em seu pau. Ela deixou o corpo desce mansamente até que tudo estivesse dentro dela, completando-a por inteiro.

Outro gozo e ela deitou-se, arfando de novo.

- Memorável, Orlando! Obrigadíssima por essas de hoje. Quando eu escrever minha biografia, vou reservar algumas páginas para falar bem de você. Capítulo: Os grandes trepadores de minha vida.

- Acho que você tá querendo mais uma...

- Socorro! Não, querido... Hoje eu não preciso de mais nenhuma com ninguém, apesar de ter certeza de que haverá...

- Esta é a única certeza que todos temos aqui, diariamente!

Rindo, os dois se abraçaram e saíram da sauna assim que ouviram o sino do almoço.

- Nada como almoçar depois de comer...

Todo mundo riu, entendendo a piadinha do Orlando. Menos a Cris, que ficou vermelha como sempre!

Naquele dia, o almoço seria ao ar livre: um churrasco bacana, que já estava no ponto para ser devorado. Não havia lá fora uma mesa que coubesse os dez, então, as pessoas se dividiam em grupos de quatro ou cinco, em mesas menores. 







Depois do churrasco e de tudo limpo e guardado, hora pra relaxar, na sala, batendo papo, ouvindo música, algumas garotas ensaiando danças, tudo zen... e lá pelas 3 horas, a piscina estava bem convidativa, todo mundo mergulhou e aí começaram as pegadas de paus, de seios, de bundas, e foram se formando pares, o Orlando pegou a Helena, a Cris ficou com o Giovani, a Clara, fingindo-se brava por conta do ménage da parte da manhã, exigiu que o Murilo e o Filipe fizessem com ela, o que me levou a um ménage também, com a Lourdinha e a Marga.

O primeiro menage foi no quarto. A Clara sentou na cama e ficou esperando os dois que chegaram e não conversaram, foram direto ao ponto, o Filipe metendo, o Murilo sendo chupado, depois o Murilo colocou-a pra cavalgar, ela chupou o Filipe, tudo isso por mais de meia hora, até que chegou o momento crucial, o Murilo comeu o cuzinho dela e o Filipe meteu pela frente, fizeram a DP que tinham feito de manhã e que ela exigiu que fosse igual. E foi! Em pé, como haviam feito com a Helena. 



- A gente precisa fazer essas coisas mais vezes, gente... olha que estamos há mais de seis meses e vocês nunca fizeram uma DP comigo, nem com a Cris... poxa! A gente merece também!

- Falha nossa, colega – disse o Murilo ao Filipe. Falha nossa, temos de nos penitenciar comendo o cuzinho dessas gostosas...

- Para de brincar, Murilo, falo sério. Vocês são muito chatos!

Levantou-se e saiu, brava, do quarto, deixando os dois lá.

- É, eu brinquei, mas é verdade, precisamos fazer coisas mais alternativas quando voltarmos ao pseudo-normal que viviamos antes da Helena e do Kaplan  chegarem.

O outro ménage, meu com as duas donas da casa foi também muito legal. Não teve DP, lógico, mas chupadas, boquetes, cavalgadas, cachorrinhos e dois cuzinhos.. lá isso teve! E muita conversa também, elas são adoráveis.

E depois do jantar, um mexidão com os restos mortais do churrasco, mais uma brincadeira.

Quem explicou foi a Lourdinha.

A brincadeira hoje é assim, vamos ficar todos lado a lado, mas não podemos mudar de lugar depois que a brincadeira começar. É jogo rápido, pra todo mundo poder participar e gozar... ou não!

 


Esta era a posição de cada casal


 É simples. Pra variar, temos aqui uma caixa com vários recadinhos picantes. Então, quem for tirando e solucionando, vai saindo até que todos saiam. E aí, dependendo da hora e do entusiasmo, podemos fazer uma bela farra aqui na sala! São 5 papeis, ou seja, depois que acabar o quinto, todos os papeis voltam para a caixa.

Seguindo a ordem estabelecida por ela, fui o primeiro a sortear o papel

 


A vítima era o Murilo, e lá fui eu “brincar” com  o pau dele, bati uma punheta, o pau ficou duro, dei uma chupada. E saí fora da brincadeira!





Foi a vez da Helena tirar o papel.   




Ela ficou sem saber o que fazer... à direita dela não tinha ninguém! Então convencionou-se que, se fosse uma roda, a Clara estaria à direita dela. Ela gostou e foi lá fazer o show. Foi tão gostoso que eu notei que todos os homens ficaram totalmente eretos, inclusive eu!

 

Murilo vinha na sequência.




Foi o mesmo caso e lá veio a Clara ser contemplada. Ganhou uma belíssima chupada do Murilo. Reflexo do pequeno incidente da parte da tarde...

 A Cris, tremendo, tirou o papel e arregalou os olhos. 





 

 

Era o Orlando o homem mais próximo dela! “Ah... Não, ele me prometeu que hoje não ia fazer isso...” 

Não teve jeito, teve de ver a posição melhor para aguentar o rei do anal com a pica mais grossa de todos. Juntou-se a nós com uma cara!!!

Orlando foi quem tirou em seguida.

 


Chamou a Margareth, que ficou de quatro e levou boas bombadas.

Bem, os cinco papeis foram colocados de volta na caixa, que foi sacudida, para misturar bem.

 




Margareth foi a próxima a tirar e riu. Falou com o Orlando que ele era azarado!





Giovani ficou feliz, era o homem mais perto dela e ganhou aquele presentão!

 Depois da felicidade, Giovani tirou o papel.


Bem, o único homem que continuava na brincadeira era o Filipe, que também ganhou uma bela chupada.

 Lourdinha veio em seguida   






 

Só restava um homem, o Filipe que ganhou aquele belo boquete. E agora restava um casal e dois papeis.

 

Filipe tirou primeiro.

 


Clara se sentiu poderosa, ia ser comida pelo marido!

E depois, como a única participante, tirou o último papel. 



Riu. Como poderia fazer aquilo se não havia mais nenhuma mulher no jogo? Entendemos o drama, mas sem o show não iríamos ficar, então ela foi autorizada a escolher uma das garotas e escolheu a Cris. 




 Deu umas boas lambidas na xotinha da amiga, para compensar o que ela tinha levado do Orlando...

 Terminada a brincadeira, eu sugeri ao Giovani que guardasse aquilo, mas que, numa próxima vez, não deixasse os casais juntos, ficaria melhor se estivessem separados. O grupo concordou.

E como dormiríamos aquela noite, véspera de sábado em que os três trabalhadores não precisariam trabalhar e estariam disponíveis o dia inteiro? Para ser diferente, ninguém trocaria, seria a noite dos maridos, namorados e tios... antes que alguém sugerisse diferente, catei a Helena e levei-a para o quarto. Foi uma bela noite, mais calma do que as anteriores, só uma bela cavalgada e depois dormimos!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

As férias - parte 5

 Quinta-feira, 19 de novembro

 

Depois de levar o café para a Helena, na salinha onde ela tinha o laptop e ela ter me falado que quase perdeu a hora por conta dos carinhos da Marga (“tio, ela é demais, você sabe disso, mas é o tipo da mulher com quem eu me casaria, numa boa! Que delícia! Quero ter mais uns rolos com ela!”), bem, como eu dizia, depois disso, fui procurar o Giovani. Queria saber dele as perspectivas que tinha para o hostel.

Encontrei-o ainda no quarto, meio sentado, meio deitado na cama. Sentei lá também e puxei conversa. 


Este papo ia ter futuro...


- E ai, meu amigo? Como que está a situação com essa pandemia? Quais são as perspectivas para o ano que vem?

- Estou preocupado. Acho que todos estão. Pelo visto, ainda teremos de conviver com essa situação excepcional por um bom tempo, acho que o ano que vem ainda será como este.

- E aí? Como fica este local maravilhoso? Dá pra sobreviver só com dois pagando aluguel, no caso o Filipe e o Murilo?

- Apertado, mas dá. Não sabe como sua vinda deu uma aliviada! O pior é que eu estava com planos de ampliar o hostelzinho, talvez mais 4 ou 5 quartos. Tive essa ideia, até já bolei uma planta para construir, e tive de parar. Num ponto até que foi bom, porque me permitiu pensar em detalhes que não haviam sido pensados antes, como, por exemplo, a situação da Lourdinha e da Margareth. Fazer refeições para 10 pessoas é uma coisa, pra 20 já é diferente. Contratar uma pessoa só para fazer isso acho complicado e arriscado. Ela participaria da vida livre que levamos? E se não participasse, daria conta de manter segredo?

- É, realmente é algo a se pensar. Estou me lembrando aqui de uma coisa que talvez possa ajudar. Quando a família da Meg ia passar férias na praia, e a gente também ia, havia um acordo. Cada dia era uma família que cuidava de fazer as diversas refeições e limpar a casa. Então, você poderia pensar numa escala assim. Não precisa tirar um casal o dia todo. Na parte da manhã eles preparariam tudo, à tarde ficariam livres e à noite era só esquentar o que tinha sido feito de manhã. E os demais teriam o compromisso de lavar. Cada pessoa lava o prato, o talher, copo, tudo que usar. Isso não afetaria ninguém. A Lourdinha, em vez de fazer tudo, ficaria apenas orientando, já que tem a experiência acumulada.

- Rapaz, mas que ideia fantástica! É isso que faremos. Quem vier já saberá que terá de assumir uma manhã para fazer tudo. Você merece uma chupada!


Preocupado... já estou gostando disso...

Eu ri. Sabia que ia acabar acontecendo. Ele me chupou bastante, meu pau endureceu e ai rolou uma transa. Chupei-o também, depois sentei e ele sentou em meu pau e depois eu fiquei de quatro e ele me comeu.

Saí de lá pensando que naquela casa não se podia dar moleza... logo vinha alguém endurecer!!!

E já endureci vendo a Lourdinha e a Cris no sofá no maior Love...

Veio à minha mente o que Helena tinha me falado ontem. Como é excitante ver duas mulheres transando... e esta situação deve ser a mesma quando elas presenciam dois homens in Love.

Eu, com certeza, sempre fiquei de pau duro vendo Meg, Denise, as sobrinhas... e dá aquela vontade de pular no meio e participar, mas a gente tem de se conter, não podemos interromper, só ver e, se for o caso, bater uma bela punheta. Como eu acabava de sair de uma trepada, não iria bater punheta, só ficaria vendo as duas. A mais experiente e a menos experiente e que aprendia tudo com facilidade! 


o amor de duas mulheres encanta!

Ela me viu, sorriu e depois fechou os olhos, curtindo cada movimento da língua da Lourdinha em sua xotinha. Seu corpo não parava quieto, Lourdinha tinha de segurá-la pela cintura para poder continuar a dar a chupada que a enlouquecia.

Por onde andariam os demais, com exceção dos 3 que trabalhavam enquanto os 7 se divertiam?

Pensei que estariam na piscina e vi, ali perto, no belo gramado, o Orlando e a Clara se divertindo pra valer. E ela ainda falou quando me viu:

- Este homem é louco, me comeu a noite toda e acaba de me pegar de novo!

- E tá ruim? Perguntou ele.

- Tá bom demais!!! Mete, meu caro, mete... 


Ele não dava trégua... e elas gostavam!
Sentei numa cadeira da piscina e fiquei vendo. Ela se divertia pra valer, não parava de sorrir com as maluquices do Orlando. Ela deitava sobre ele, enchia-o de beijos, mordia os mamilos dele, abocanhava o pau, chupava com uma vontade que dava gosto ver! E cavalgou o pobre rapaz até sentir seu gozo. Aí levantou e disse que o Orlando estava proibido de ficar perto dela, pelo menos naquele dia! Amanhã, quem sabe?



Veio sentar-se perto de mim e comentou que ele a pegou e levou pro quarto, a Marga estava com a Helena lá, tiveram de ir pro quarto dela, com sorte o Filipe estava com a Lourdinha, no quarto dela. E ele já foi chegando e comendo. Pensei que ia dormir em seguida, mas qual! Não deu nem pra cochilar e la veio ele esfregando o pau na boca e como é que a gente resiste? Dei de novo... e lá pelas 3 horas... lá veio o cara de novo e dessa vez só queria o fiofó... e às 5 da manhã, eu tomando banho, quem chega e me come de novo? Ele... fomos tomar café, fui pro meu quarto arrumar a bagunça, ele chega na janela e me chama pra ver uma coisa. Vim e o que vi foi o pau dele, duro e convidativo. Entendeu o drama? Num espaço de 12 horas, cinco trepadas! Como ele tem energia no pau, Kaplan! É coisa de se colocar em livros! Bem, vou dar uma nadada, a água deve estar boa.

Para levantar e sair, ela pegou em meu pau e me deu um beijo. E mergulhou. 


trepar e depois nadar... muito bom1



Fiquei pensando que a energia não era só do Orlando não...

Bem, já se aproximava a hora do almoço. Helena largou o laptop e veio me falar que a Cris a tinha convidado para tomarem um gostoso banho na hidro.

- Você nem me falou que tinha hidro aqui!

- Nossa... Devo ter esquecido. Me perdoa. Tem sim, ela fica naquele quarto que fica após a gente sair da cozinha, à direita. Fica sempre aberta, pode entrar a hora que quiser.

- Combinei com ela de ir lá pelas 15 horas. Primeiro vamos almoçar e depois vou sair com ela, parece que ela quer conversar alguma coisa. Quando a gente voltar, iremos na hidro.

- Tá gostando, Helena? Era o que você imaginava? Qual a sensação de ter 5 paus e 4 xotas à sua disposição?

- Você me trouxe ao paraíso, não foi? E pensar que lá em Tambaba, depois de desfilar nossas belezas o dia inteiro, com sorte a gente arrumava um... aqui nem preciso desfilar. Posso ficar parada que chove pau e xota pra mim... lugar maravilhoso! Fico pensando que trazer o Etienne aqui ele ia adorar, só não sei se ele toparia fazer o que você já faz com desenvoltura. Outro que ia adorar, é o Jean-Luc, mas o negócio dele é só pica. Precisamos fazer uma revolução sexual, tio!

- Isso aqui não deixa de ser revolucionário.

- É verdade.  Vamos nadar um pouco?  


Chupado dentro da piscina... loucura!

Entramos na água e ficamos conversando, e a notícia que dei deixou-a tão entusiasmada que ganhei um pequeno boquete dentro da piscina.

- O Giovani está pensando em ampliar pra dez o número de quartos.

- Eu morro! 10 paus e 9 xotas,tudo pra mim?

- Tudo isso pra todos e todas...

- Vai ser bom demais, imagina eu, Paula, Cecilia, Denise...todas juntas com esse bando de homens!

Bateram o sino, sinal de que o almoço estava pronto. Saímos da piscina, nos enxugamos e fomos nos juntar ao grupo para a bela refeição que a Lourdinha e a Marga fizeram. E depois que terminamos o almoço, algumas conversas na sala, e vi quando a Cris chamou a Helena para irem andar e conversar.

E lá foram as duas, de bicicleta. Outro show visual... 


Quem aguenta ver isso e ficar mole?

Demoraram bastante e a conversa era sobre o trabalho da Helena na França. Mais ou menos foi assim, segundo a Helena me contou:

- É muito complicado ir trabalhar na França, Helena?

- Bem, sinceramente eu não posso te garantir. Eu fui mas onde trabalho é numa editora cujo dono é meu antigo patrão daqui do Brasil, contei isso aquele dia. Então, ele simplesmente me colocou lá, a sócia dele, que é francesa talvez não tenha gostado muito, mas como eu levo muito a sério tudo que faço, ela aprendeu a gostar de mim. A fillha dela, que também trabalha lá, virou minha aliada porque volta e meia a gente está na cama.

- Uau!

- Mas você pretende sair daqui e ir morar lá?

- É meu sonho.

- Fala francês, fluentemente?

- Não...

- Primeiro passo: faça um curso de francês, porque eles fazem muita questão disso. Eu apanhei um pouco, porque só arranhava, hoje já domino perfeitamente. Mas chegar lá sem falar nada da língua, pode desistir.

- Já pensei nisso. Vou fazer sim. E, sem ser abusada, mas é que gostei tanto de você, que tenho a ousadia de perguntar em que você poderia me ajudar lá.

- Tudo que eu puder, você pode contar. Não posso te garantir emprego na editora porque, como te falei, ela é de duas pessoas, não sou eu que contrata. Mas quando você for, pode ficar comigo no meu apartamentozinho. É pequenino mesmo, só um quarto, mas como iremos dormir na mesma cama...

- Você é linda demais! Jura?

- Claro... sem problema algum! Agora, com certeza o Etienne vai querer te fotografar e comer.

- Mas ele é seu...

- Não, não é meu namorado não... é um ficante, a gente transa de vez em quando, aliás, muitas vezes, mas sem compromisso. Tanto é que quando a Cecilia, a Paula e a Denise estiveram lá, ele comeu todas.

- Nossa! Bem, você já me ajudou bastante. Não queria que você comentasse com o Murilo não, tá? Somos namorados, adoro ele, mas garanto que se eu for, ele não me acompanhará. Ele não sai daqui de jeito nenhum.

- É, estou vendo que você está bem animada. Bem, quer falar mais alguma coisa ou podemos voltar e entrar na deliciosa banheira de hidro?

- Vamos lá!

- A ultima a chegar é a mulher do padre!

E saíram pedalando, mas a Helena tinha mais forças nas pernas e chegou primeiro.

- Faz de conta que sou o padre... vou te comer na hidro!

- Oba! Será uma comida abençoada!  


Diversão garantida ou seu dinheiro de volta...
Realmente, as duas se divertiram na hidro e Helena deu um belo trato na Cris. O que ela chupou a xotinha da amiga, não tá no gibi. E foi chupada também, a Cris já estava ficando especialista. Fizeram velcro e 69 na beirada da hidro o que levou as duas a caírem dentro da água, entre risadas e mais risadas.

Com as duas ausentes, sobraram 3 mulheres para 5 homens. O jeito foi fazer uma divisão para que todas e todos ficassem satisfeitos. Eu e o Murilo pegamos a Lourdinha; o Orlando e o Filipe pegaram a Marga e a Clara ficou com o Giovani. Dois ménages e um casal. Não foi mal negócio. Posso afirmar pelo que aconteceu em meu quarto, com a Lourdinha e o Murilo. Fomos chupados vorazmente por ela que depois cavalgou o Murilo, ficou de ladinho comigo e é claro que iríamos fazer uma DP nela, que aceitou de bom grado.


Isso sempre é bom e gostoso de fazer...

A Marga disse que lá também aconteceu isso tudo, e mais o Orlando comendo o Filipe. Ele não perdia uma chance!

- E Kaplan, a Helena tá certa: dá um tesão danado ver dois homens transando... fiquei me masturbando vendo aquilo.

As trepadas da tarde estavam encerradas. E à noite, iria rolar o quê?

Foi super interessante o que rolou. Foi ideia da Cris (acho que ela estava doida pra falar sobre isso...) e todos apoiaram. Cada um ficou uns 10 minutos pensando para lembrar o que poderia ser contado. O que ela propôs: Segredos de adolescentes.

A ideia foi ótima, mas achamos prudente limitar a adolescência dos 15 aos 21 anos. Antes disso era perigoso e após 21 já éramos adultos. Tudo acertado, nos reunimos na sala, bem à vontade, sentados no tapete ou nos sofás e as mãos e pés ficaram bem ativos enquanto cada um falava.

Foi sorteio. Clara seria a primeira.

- Gente... segredos...vocês querem que deixe de ser segredos, pelo visto. E namorados e maridos, vocês vão perdoar a gente, né? Eu, por exemplo, nem te conhecia, Filipe, quando aconteceu o fato que era segredo até hoje... eu já tinha 18, já não era virgem mais, tinha acabado de passar no vestibular e meus pais me deram de presente uma viagem a Angra, mas eles foram juntos. E lá fizemos um passeio de lancha e eu amei o rapaz que conduzia a lancha. Fiz questão de me exibir pra ele, mas de biquíni, porque pai e mãe estavam juntos. E resolvi que ia ter um causo sério com ele. Então, quando o passeio terminou, saímos da lancha, andamos um pouco, falei com meus pais que ia pegar um cartão do rapaz para indicar para minhas amigas, corri até onde ele estava, pedi o cartão, vi que tinha o telefone dele e falei que ia querer um passeio de lancha só nós dois. Iria ligar pra ele, ele gostou da ideia! Aí, chegamos no apartamento que meus pais tinham alugado, tomamos banho, meu pai foi tirar um cochilo e eu falei com mãe que iria dar uma volta para conhecer melhor o lugar. Ela pediu pra eu não demorar e eu saí só com um vestidinho, sem sutiã e sem calcinha e fui procurar um orelhão, liguei pro rapaz da lancha, ele falou que estava livre, corri lá e ele saiu rapidamente. Falei com ele que tinha de ser segredo, se meu pai descobrisse eu seria deserdada. Ele entendeu que ia rolar algo bom e me levou pruns cantinhos bem escondidinhos. 


Segredo: ela transou na lancha!



E lá eu tirei o vestido e quando ele olhou pra trás, me viu sentada, nua, pernas abertas, convidando-o para uma boa trepada.

E ele veio, já tirando a camiseta e a bermuda e demos uma trepada daquelas homéricas. Só não foi melhor porque ele tinha já agendado um passeio com outras pessoas e precisava retornar, então não pudemos ficar mais tempo. Nossa... consegui contar! Eu tenho de escolher o próximo? Escolho o Filipe, já que ele ficou sabendo dos meus podres, quero saber os dele!!!

Filipe riu.

- Isso que você contou foi um “podre”? eu achei sensacional! E podia ser até mesmo depois de ter me conhecido, adoro esses chifres!!!

- Bem, o segredo meu envolveu mais duas pessoas. Eu tinha 17, estava terminando o 2º grau, e duas colegas e eu estudávamos quase sempre juntos. Toda a matérias das aulas da manhã no colégio eram repassadas à tarde e fazíamos trocentos exercícios a respeito. Era sempre na casa de uma e a mãe dela estava sempre presente, e levava refrigerantes, salgadinhos e outras coisas pra gente, dando a maior força. O lance aconteceu num dia em que eu ia chegando e a mãe dela estava saindo para ir no salão. Acho que era sexta-feira, ou ela tinha um casamento... alguma coisa assim. O fato é que entrei, tranquei a porta e fui para a sala onde a gente sempre estudava. A casa tinha 4 salas!!! E lá chegando, a surpresa: uma só de camisa e calcinha, a outra só de bata e calcinha, sentada na mesa, com os pés na cadeira que a primeira estava sentada, e as duas fazendo carinhos uma na outra e a que estava sentada na mesa desceu e sentou no colo da outra, e se beijavam...

Ele não acreditou no que viu!


Fiquei atônito, nunca tinha visto algo parecido. Elas me viram, riram e me chamaram. “Hoje vamos estudar Anatomia. Queremos saber a diferença entre homens e mulheres”, falou a que morava lá, elas gargalhavam vendo minha cara de espanto, mas acabei chegando junto delas, e elas tiraram minha roupa, tiraram as delas também e foi uma festa só. E elas assim: “olha, o que é isso que ele tem no meio das pernas? Por que não temos um igual? Pra que serve isso?” e não paravam de rir, então eu fui mostrar para que servia. Comi uma na mesa com a outra passando a mão em tudo, depois a outra me deitou e me cavalgou e a outra me beijava, me apertava... foi algo muito bacana. Claro que elas me pediram segredo e eu disse que guardaria, mas... queria mais, e fizemos isso muitas vezes, pena que o ano acabou, elas foram para outra faculdade e aí perdemos  contato.

Ele escolheu a Cris, alegando que ela devia estar muito interessada em contar o segredo dela, já que tinha dado a ideia da reunião.

Como sempre, ela ficou vermelha e depois começou a narração.

- Eu já tinha 19, estava atrasada na escola, porque tomei uma bomba na 7ª série, então ainda estava no 3º ano do colegial e tinha um professor de Geografia, mais velho, mas dono de uma sabedoria monumental. Aposto que todas aqui já se apaixonaram por um professor! Pois eu apaixonei, e pra mal dos pecados, ele morava num predio vizinho ao que eu morava. E coincidia de muitas vezes quando eu saía pra escola, ele também estava indo e a gente caminhava juntos, e na volta eu fazia questão de voltar com ele e ele falava dos países e dos costumes dos povos, e eu ficava cada vez mais admirada da cultura dele e sonhava que estava nos lugares com ele e uma tarde eu fui no apartamento dele. Fiquei admirada dos livros e de um globo gigante que ele tinha na sala, sentei no sofá e fiquei admirando e ele, em pé, me falando dos países e costumes (o globo era ilustrado) e de repente ele falou pra eu chegar pro lado e ele sentou e continuou mostrando, mas eu disse que onde eu estava não conseguia ver, ele então falou par eu sentar no colo dele, e eu sentei e aí vocês já sabem... 


Meu segredo: transa com o mestre!

só senti o pinto dele endurecendo, fiquei excitada, e ele colocou a mão na minha calcinha e eu tirei e ele tirou a roupa toda e aquele sofá presenciou a mais espetacular chupada que eu já tinha ganhado. Sério mesmo, só voltei a ter outras desse tipo com o Murilo e com vocês aqui. Estão de parabéns! E da chupada passamos ao mais importante, trepamos muito gostoso, depois que fiz um boquete nele. Fiquei de quatro no sofá e ele me comeu lá. E depois dessa, quase toda semana eu daa um jeito de aparecer no apartamento dele e a gente transava bem gostoso. Nunca contei a ninguém, mas precisa contar e como o que acontece em Vegas, fica em Vegas, espero que nunca saia dessa sala a informação!



Agora eu quero saber o segredo da Helena.

- Pode parecer incrível, mas o segredo que tenho é de como e com quem transei a primeira vez na vida. Geralmente todas fazem questão de comentar, mas não foi o meu caso. Acontece que sempre gostei de atividades físicas, fiz ballet, ginástica olímpica e vôlei. Além dar uns chutinhos no futebol, mas pouca coisa.

E nos meus 17 anos, quando comecei a jogar vôlei, nas aulas de Educação Fisica, as aulas eram dadas por professora, para as alunas e por professor, para os rapazes. Ambos eram treinadores de equipes de clubes, e foi assim que o professor me viu jogando, achou que eu tinha jeito e me chamou para entrar no clube onde ele treinava as moças. Fiquei muito feliz, falei lá em casa, meus pais não se opuseram e comecei a jogar no time das iniciantes, que ele treinava. E ele sempre me incentivando, ficando após o treino comigo e ensinando mais posicionamentos, essas coisas. A princípio, eu não achava  nada demais, mas esses “extras” começaram a ficar mais longos e ele passou a me levar em casa, no carro dele. Agora imaginem: eu de shortinho justo, sentada ao lado dele, que via minhas pernas quase por inteiro. E na hora de passar marcha, a mão dele sempre esbarrava em minha perna e eu ficava arrepiada com aquilo, sentia um comichão na xotinha, e descobri que estava a fim de ter sexo com ele. Sem saber de nada, nunca tinha feito. As únicas coisas feitas até então aconteciam nas festas da turma do colégio, muita pegação, beijos, mão naquilo, aquilo na mão... nunca passou disso. Mas eu sabia que queria. E conversei muito com ele, ele confessou que também desejava muito isso e não sabíamos como poderíamos fazer. Motel nem pensar, eu era menor. Ele morava sozinho, mas como eu iria lá? A nossa sorte foi que rolou uma greve, quando a gente estava na escola e na hora do recreio os professores avisaram que não teria mais aulas, estavam entrando em greve. E pelo jeito que ele me olhou, eu entendi, que era a nossa chance. Depois que todos saíram, em algazarra pelas ruas, nós despistamos e conseguimos sair no carro dele para o apartamento. 


Ele treinou-a direitinho... primeira vez!

Ele foi muito legal, carinhoso, usou camisinha, e fez tudo que eu ainda não tinha feito. Foi muito legal, e o segredo era por causa da dupla função dele: professor da escola e treinador no clube. Se a notícia vazasse, seria o fim da carreira dele. Foi só uma vez, mas foi marcante. Ele me ensinou a jogar vôlei e a pegar nas bolas dele!


E agora, vamos conhecer o segredo da Margareth!

Meu segredo é quase do fim do prazo que vocês estabeleceram, eu já tinha 20 anos e era bem escolada. E na faculdade... já viu, né? O que rolava de sexo, drogas e rock não tava no gibi. Eu até que me contentei só com o rock e o sexo, não me interessava pelas drogas não. Não fumava nem cigarro careta!

E sexo grupal rolava demais. Mas o segredo que vou contar a vocês, foi resultado de uma brincadeira. Não sei porque, numa dessas conversas de boteco, eu falei que até sem enxergar, eu saberia quem é que estava transando comigo. Isso porque ali havia três com quem eu vivia transando. Eles apostaram que eu não saberia, então, na primeira oportunidade, num apartamento de um deles, eles resolveram me desafiar, eu topei, eles me colocaram uma venda, me puseram numa cama e eu respeitei. 


Ela nunca soube de quem era o pau...

Não tirei a venda, porque tinha certeza de que eu saberia identificar. Primeiro me fizeram chupar um pau. Não reconheci. Não era nenhum dos três e aí tive a certeza de que haveria um quarto ou um quinto elemento presente e resolvi aproveitar. Falei que pela boca não tinha conseguido, mas transando eu saberia. Aí alguém me comeu. Também errei, claro, tive a certeza de que era outro cara. Falei que precisava ser chupada e nenhum daqueles três já tinha me chupado tão bem... então falei que desitia, e quando eles me tiraram a venda, só estavam os três malandros, rindo sem parar, falei com eles: “eu sei que não foi nenhum de vocês, quem foi, então?” Até hoje não me contaram, então achei melhor não contar isso pra ninguém... este é meu segredo, e o senhor, doutor Murilo, qual o seu?



- Foi um caso meio estranho, que preferi nunca contar a ninguém, para não prejudicar a uma amiga, que foi participante do caso. Eu tinha amizade longa data com um cara que namorava uma moça, também muito amiga minha. E um dia em que eles estavam lá em casa, estávamos no maior papo, e tomando cerveja, quando, sem mais nem menos, ele fala que a namorada era a fim de transar comigo. Eu fiquei sem saber o que dizer, olhei pra ela, que estava com aquele sorriso amarelo de quem está com muita vergonha. Ou seja, tanto podia ser verdade como mentira dele. E ele já foi tirando a roupa dela,, deixando que eu visse tudo. E ela tinha um corpão, muito bonito. Não tive como não me excitar vendo-a. E rolou um sexo bem legal. 

A atitude deles deixou-o pasmo!

Ela me fez um boquete, depois tirou a roupa, o que faltava, né, que era a lingerie, e ficou de quatro, então fiz uns preparativos e depois meti o pau nela, com o meu amigo só olhando. E ela ainda me cavalgou e eu vi que ela teve um orgasmo, então paramos, mesmo sem eu ter gozado. Logo depois eles foram embora. Mais tarde, naquele dia, ela me ligou para pedir desculpas. Sim, ela havia comentado com ele que tinha tesão comigo, mas não esperava que ele comentasse isso daquele jeito. 

E que, mesmo tendo gozado, não se sentira muito à vontade com ele presente, olhando tudo. Foi a dica para eu convidá-la para um encontro, só nós dois.

E o nosso ilustre criador do hostel mais erótico do mundo, tem algum segredo?

- Todos temos, pelo visto. Bem, eu também tinha 17 anos quando aconteceu o que mantive em segredo até hoje, se bem que já poderia ter comentado com a Lourdinha, nem sei porque não o fiz. É o seguinte: minha família morava em um edifício de 3 andares, e a gente morava no 2º. E da janela do meu quarto dava para ver a casa de uma tia, que era bem próxima. Mas essa tia era bem safadinha, vivia andando de biquíni pelo quintal, onde havia uma piscina. E eu não sei se era pra exibir mesmo ou se era ingenuidade dela, às vezes ela fazia topless. Imaginem um garoto de 17 anos vendo aquilo! Era punheta todo dia que ela mostrava os seios. 


A tia se exibia toda pra ele!

E nos dias que ela tirava tudo, mas dentro da casa e ficava na janela mostrando! Loucura total! Até que um dia eu telefonei pra ela e falei que estava vendo, era para era ter mais cuidado. E ela perguntou se eu já tinha visto, o que achava, e até se eu tinha batido punheta. Como eu respondi que sim, que achei lindos os seios dela, ela falou para eu ir lá, ver de perto. Morrendo de medo de alguém descobrir, eu fui, ela me recebeu com os seios de fora, perguntou o que eu estava achando, assim, de pertinho, eu até engasguei para responder e ela perguntou se eu queria mamar, ela deixaria. Aí mamei prá valer! Então, ela falou que queria ver uma coisa que eu tinha e que ela queria mamar também, e eu mostrei meu pau, ela pegou e me fez um boquete que foi uma coisa de doido! Levantou, porque tinha ajoelhado para me chupar, falou que o que estava acontecendo tinha de ficar em segredo, pelo fato de ela ser minha tia, perguntou se eu já tinha transado, eu respondi que sim, fora só uma vez, mas... então ela disse que eu sabia o que tinha de fazer. Entramos dentro da casa e eu meti nela no sofá. E pela pressa, ela percebeu que eu não tinha experiência quase nenhuma, então ela me disse que eu deveria voltar lá sempre, que ela iria me ensinar todos os truques para uma boa trepada. Voltei praticamente uma vez por semana, durante dois anos. Aprendi tudo e aí, conheci a Lourdinha, que pode confirmar a vocês que eu sabia tudo mesmo! E aproveitando, ela pode nos contar o segredo dela...

- Que coincidência, querido... seu segredo era com a tia, e o meu é com um tio! Essa não! Muita coincidência. Vamos lá. Eu tinha 20 anos, e esse tio veio visitar a gente. Éramos só nós três, pai, mãe e eu. E pai e mãe trabalhavam, eu estava de férias, o tio chegou, hospedou-se lá em casa e no dia seguinte, mãe preparou o café da manhã e saiu com meu pai para trabalharem, e pediu que eu servisse o café pro tio. Eu adorava esse tio, desde pequena sempre foi o parente favorito. E depois que eu cresci, eu senti atração por ele e achei que podia fazer alguma coisa. Ia levar o café na cama pra ele, mas... fui pelada! Era super arriscado, eu sabia. Ele podia negar fogo e contar pra minha mãe, que era Irmã dele. E eu ficaria em maus lençóis... mas achei que valia a pena tentar. Primeiro, eu tomei meu café pelada, esperando que ele aparecesse na copa,  então, como isso não aconteceu, levei pra ele.


Ele não foi... ela foi ao quarto dele!

O melhor de tudo é que ele estava nu debaixo do lençol... e quando me viu, foi automático o pau dele crescer e ficar exposto... “O que você está fazendo, Lourdinha”, ele perguntou e eu respondi que por enquanto eu só tinha levado o café pra ele, mas queria fazer muitas coisas mais, e queria que ele não rejeitasse. Ficou boquiaberto, eu coloquei a bandeja numa cômoda que tinha no quarto e fui ver a razão do lençol estar levantado numa certa região. Eu já era bem experiente e ele percebeu isso, porque já caí de boca no pau dele, deixando ele doidinho. E ele fez tudo certo: começou com papai e mamãe, depois ele me chupou, me pôs de quatro no chão e mandou bala e por fim eu cavalguei Beleza total. Ele gostou tanto que em vez de ficar só dois dias, ficou quatro! E nós trepamos muito nesses quatro dias. Deixou saudade! Nunca mais tivemos oportunidades como essas. Muito bem, agora vamos ver o que o rei do anal tem a nos revelar!

- Rei do anal, eu? Quanta honra! Mas eu tenho um segredinho mesmo. E já que a moda é segredos com parentes, foi com uma prima que aconteceu comigo. Ela era mais velha que eu, uns dois ou três anos, eu tinha 18, estava na casa dela, visitando, me hospedei lá uns dias e tal como na casa da Lourdinha, os pais dela saíam cedo para o trabalho. Eu fiquei arrumando a cozinha, quando a prima chegou com compras. E foi logo me mostrando uma banana enorme. 


Que bananão!!!


E peguntou, logo pra mim, o que aquilo lembrava. Eu levei tanto susto, que cortei o dedo, um corte pequeno, mas que sangrou e ela veio, toda solícita, pegar em minha mão e colocar debaixo de água, e começou a me olhar de um jeito que eu desconfiei logo qu ela queria ver outra banana... então mostrei e ela gostou do que viu, mandou brasa no boquete e depois, eu mandei brasa numa chupada, e transamos loucamente. E quando eu a comia de cachorrinho e vi aquele cuzinho piscando pra mim... enfiei lá, ela deu um grito, nunca tinha dado o rabinho, mas aguentou firme. Eu já tinha essa vocação pra rei desde jovem! Foi isso e o Kaplan vai encerrar com um belo segredo, tenho certeza!

- É, eu pensei que todos iam dormir e eu ficaria de fora, mas não tem jeito. Vamos lá.

Que vizinhas adoráveis!!!
Aconteceu quando eu estava de férias da faculdade e tinha ido pra capital, onde morava minha família e duas vizinhas me chamaram para nadar na casa delas. Eram pessoas muito amigas da minha família e estavam sozinhas lá quando me chamaram, o que eu já fiquei desconfiado. E enquanto eu ficava recostado numa espreguiçadeira, as duas ficaram, aparentemente, brincando de jogar água uma na outra e nessa brincadeira uma tirou o sutiã da outra, a outra tirou o sutiã da uma... aí eu levantei e fui até elas, elogiei os belos seios, elas me jogaram água também, ai eu sai correndo atrás delas, arranquei a calcinha de uma, depois da outra. Aí elas arrancaram meu calção (na época ninguém falava sunga), e eu comecei a beijar as duas, e elas foram dividir meu pau com os boquetes. 


Uma sentou em mim, cavalgando, a outra sentou em minha boca para eu chupá-la, tava uma festa boa demais pra ser verdade. E fizeram 69 comigo, as duas, e a que já tinha cavalgado foi colocar a xotinha na minha boca para a outra também cavalgar...e uma deu o cuzinho, a outra não quis dar, mas foi bom demais. O segredo é porque as duas famílias nunca poderiam saber disso!

Depois de tantos segredos, ninguém mais queria saber de segredo. Lourdinha comigo, Cris com o Filipe, Marga com o Murilo, Helena com o Giovani, Clara com o Orlando. Ali na houve mais segredo algum!