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sábado, 3 de abril de 2021

Dois coroas comendo uma coroa, lembrando os velhos tempos!

Que lembranças boas!

(escrito por Kaplan) 

 

Nem só de gatas maravilhosas vive um blog erótico como este. Há também os maduros e as maduras, que trepam até hoje como se fossem jovens.

Me refiro ao encontro da Neuza, com 55 anos e seu marido Luis, de 60, com um amigo de outros carnavais, o Marcus, de 63 anos.

Ele aparece na casa deles,resolvem fazer um churrasco e aí o Marcus fica só de bermuda, porque fazia um tempo muito bom, e Neuza, sentada ao lado dele num banco, tirou o sutiã do biquíni e ficou relembrando com ele algumas aventuras, enquanto isso o Luis preparava o churrasco e só ficava de ouvido em pé. Ele também guardava boas lembranças dos ménages que aquele trio havia feito. E já fazia muito tempo que tinham feito o último.  


Recordar é viver....

Ficaram relembrando e aquilo atiçou os paus dos dois. Incrivel, ainda sentiam o mesmo tesão de outras épocas. E a Neuza não quis saber, inclinou-se sobre o Marcus, enfiou a mão dentro da bermuda que ele usava, e sentiu que ali dentro se escondia algo que ela gostava muito.

E atrevida como ela só, abaixou a bermuda dele e pegou no pau, que levou à boca. O Marcus percebia que ela não tinha perdido o jeito... como chupava bem aquela amiga agora coroa! E o Luis, vendo, também ficava bem excitado!

Ver o amigo pelado e a esposa de topless chupando com expressão de felicidade, levou o Luis a esquecer o churrasco e a olhar detidamente o que acontecia ali ao lado. E quase gozou vendo o Marcus tirar a calcinha dela, ajoelhar atrás dela e ficar lambendo, beijando a bunda e chupando a xota da esposa... que tesão! Tinham feito muito isso e valia a pena ver de novo!

Assistiu, emocionado, a esposa ficar de quatro e receber a vara do amigo. E ela cavalgou também! Nessa hora, o Luis chegou perto deles, pau em riste e quis participar, recebendo um boquete gostoso da esposa. E ele também quis ser cavalgado por ela, e o Marcus então a liberou. Liberou nada! Já que ela ia cavalgar o marido, era hora de ela chupar o amigo! 


Até DP ela aguentou firme...


E o amigo lembrou que ela gostava muito de receber os dois paus ao mesmo tempo, então tratou de enfiar o dele no cu, enquanto o marido enfiava na xota. Uma DP na faixa dos 60 anos... quem diria?

Ficaram felizes com a lembrança, mas ela reclamou que os três deveriam ter se cuidado melhor. Aquelas gorduras, aquelas barrigas... tiraram um pouco o gosto da trepada!

 

 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

As férias – parte 6

 Sexta-feira, 20 de novembro

 

Mais um belo dia de sol para aquele grupo com elevado teor erótico. Como eu fazia todos os dias, assim que acordei, por volta de 6 horas, fui levar o café da manhã pra Helena, que já estaria trabalhando desde as 5 horas. Qual não foi minha surpresa ao ver que Murilo e Filipe já estavam lá e os três estavam transando! Ela gostava mesmo daqueles dois!

Lá estavam os dois, um de cada lado dela, passando as mãos no corpitcho da minha sobrinha, que sentia cócegas e ria, mas já pegando nos dois paus, bem duros, que eles lhe apresentavam. E como não podia deixar de ser, ela logo ajoelhou pra chupar os dois. Pegou o do Murilo e ficou punhetando ele enquanto fazia o boquete no Filipe, depois ela inverteu. 

E ainda tentou colocar os dois paus na boca... ela estava se superando!

Deitou na mesinha, o Filipe aproveitou para enfiar o pau nela e o Murilo, do outro lado, ganhava mais uma chupada das boas.

Aí ela virou o corpo, ficou de quatro dando pro Murilo e chupando o Filipe. Cada lance desses demorava bons minutos e o tio aqui, só de pau duro vendo o que rolava... até sentir alguém pegando em minha bunda, só podia ser ele. E era! Orlando já colocando o pau no meu cu, tive de dobrar o corpo pro bicho entrar e fiquei sendo comido enquanto apreciava a performance da Helena com os dois. E ela já estava cavalgando o Murilo, e depois ficou de quatro e o Filipe fez com ela o que o Orlando fazia comigo. 

A melhor maneira de começar o dia...

Depois o Filipe ficou de pé, com o pau no cuzinho dela, e o Murilo veio pela frente. Uma DP em pé! Ela gemia feito louca com os dois metendo nela ao mesmo tempo. E logo duas camisinhas eram retiradas, cheias de porra e eles se masturbaram e ela engoliu o que pôde.

Aí ficaram assistindo ao final da brincadeira do Orlando comigo. E Helena comentou que depois daquele leite todo que ela tomara, o café vinha a calhar. Beijou os dois paus, sentou, tomou o café, os três foram trabalhar e eu e o Orlando saímos de lá.

- Você continua gostoso, viu, Kaplan? Gostei muito! Tem certeza de que não quer retribuir?

- Agora não, estou fraco com sua metida e nem tomei café ainda.

Fui tomar o café, a Cris estava lá, sorrindo.

- Eu vi, sem querer, mas vi que você já inaugurou o dia... está gostando mesmo de ser bi? O Murilo fala que já, mas eu sempre penso que ele fala por falar...

- Não sei se ele pensa como eu, não é que eu goste de paixão, mas já me acostumei, não ligo mais, então acho que posso dizer que gosto.

- E tem feito isso lá no mundo exterior? Porque aqui é uma coisa, lá é outra...

- De fato, não aconteceu ainda não. Mas pelo menos eu sei que se pintar vou poder encarar.

- Legal isso. Muito legal! Você não deixou de ser homem só porque, desculpe falar assim, só porque deu o cu pra outro.

- Assim como você não deixou de ser mulher, só porque transou com outras mulheres.

- Esta casa ensina muita coisa pra quem se hospeda aqui. Já comentei com a Lourdinha, que ideia sensacional foi essa que eles tiveram! Como é que você descobriu esse local?

- Não fui eu, foi a Cecilia que ficou sabendo, queria vir e me chamou.

- Ela é da pá virada, não é? O Murilo a elogia demais! Já fiquei até com um pouco de ciúmes dela, sem a conhecer, mas eu gostaria de ser amiga dela.

- Os papos com você sempre são bons, mas eu vou tomar banho agora.

- E por que não me leva, pra continuarmos nosso papo?

- Excelente ideia. Peguei-a no colo e levei-a pro chuveiro, mas lá quase não conversamos!


Conversar? Imagina!!!


Ao passar pela sala, vi a Marga deitada numa posição muito convidativa, esperando alguém e quem se interessou primeiro foi a Clara. Pena que não vi o que elas fizeram...

Ao sair do banho, fui levar as toalhas para o varal que ficava no quintal, a Cris foi procurar o marido, que, por “alguma razão” estava demorando mais tempo no trabalho... se ela soubesse como foi o início do trabalho daqueles três...

Mas o mais bacana foi ver o Giovani e a Lourdinha transando na varanda da casa. Era algo que se via pouco, os dois transando, assim como o Orlando e a Marga. Pensando bem, eu e a Helena precisávamos dar mais uma... iria pegá-la à noite!

Na verdade, não vi os dois transando, vi eles se pegando e depois ela foi para o quintal, havia lá um pedaço de árvore muito grande, ela praticamente deitou-se nele e ficou esperando ele chegar. 


Qualquer diva do cinema... magnífica!

 Pose de diva, mas que teve de abaixar as pernas logo depois, para abrir o espaço necessário à penetração dele. Coisa linda de se ver!

 Obviamente, quando a Cris foi pra sauna... lá foi o Orlando atrás! Ela até fingiu que não viu ele entrando, estava deitada, olhos fechados, mas ele sabia que ela não dormia, tinha acabado de entrar!

Ele sentou-se num degrau abaixo do que ela estava e ficou acariciando o pau. A Cris não conseguia ver aquilo e ficar só no “ver”. Então, seduzida, ela desceu e foi até onde ele estava e falou sério:

- Olha, se você prometer que não vai comer meu cu hoje, eu pego, eu chupo, eu trepo. Mas tem de prometer!

- Está bem, prometo. Por que não gosta?

- Seu pau é muito grosso, Orlando. Me machuca, de verdade. Já dei pra todo mundo, numa boa, mas todos tem os paus mais finos do que o seu... é só por isso!

- Ok.

Aí ele a beijou, chupou, ela fez boquete e os gemidos dela ressoaram pelo ambiente da sauna quando ele a possuiu. Arfando pelo gozo, ela comentou: 


- Tá vendo como eu gosto de trepar com você? Desse jeito eu vou gostar sempre e até pedirei bis!

- Está pedindo?

- Bem... quer dizer... talvez... SIM!!!!! Quero mais!

E ele mamou nos peitinhos dela, chupou-a demoradamente e a colocou sentada em seu pau. Ela deixou o corpo desce mansamente até que tudo estivesse dentro dela, completando-a por inteiro.

Outro gozo e ela deitou-se, arfando de novo.

- Memorável, Orlando! Obrigadíssima por essas de hoje. Quando eu escrever minha biografia, vou reservar algumas páginas para falar bem de você. Capítulo: Os grandes trepadores de minha vida.

- Acho que você tá querendo mais uma...

- Socorro! Não, querido... Hoje eu não preciso de mais nenhuma com ninguém, apesar de ter certeza de que haverá...

- Esta é a única certeza que todos temos aqui, diariamente!

Rindo, os dois se abraçaram e saíram da sauna assim que ouviram o sino do almoço.

- Nada como almoçar depois de comer...

Todo mundo riu, entendendo a piadinha do Orlando. Menos a Cris, que ficou vermelha como sempre!

Naquele dia, o almoço seria ao ar livre: um churrasco bacana, que já estava no ponto para ser devorado. Não havia lá fora uma mesa que coubesse os dez, então, as pessoas se dividiam em grupos de quatro ou cinco, em mesas menores. 







Depois do churrasco e de tudo limpo e guardado, hora pra relaxar, na sala, batendo papo, ouvindo música, algumas garotas ensaiando danças, tudo zen... e lá pelas 3 horas, a piscina estava bem convidativa, todo mundo mergulhou e aí começaram as pegadas de paus, de seios, de bundas, e foram se formando pares, o Orlando pegou a Helena, a Cris ficou com o Giovani, a Clara, fingindo-se brava por conta do ménage da parte da manhã, exigiu que o Murilo e o Filipe fizessem com ela, o que me levou a um ménage também, com a Lourdinha e a Marga.

O primeiro menage foi no quarto. A Clara sentou na cama e ficou esperando os dois que chegaram e não conversaram, foram direto ao ponto, o Filipe metendo, o Murilo sendo chupado, depois o Murilo colocou-a pra cavalgar, ela chupou o Filipe, tudo isso por mais de meia hora, até que chegou o momento crucial, o Murilo comeu o cuzinho dela e o Filipe meteu pela frente, fizeram a DP que tinham feito de manhã e que ela exigiu que fosse igual. E foi! Em pé, como haviam feito com a Helena. 



- A gente precisa fazer essas coisas mais vezes, gente... olha que estamos há mais de seis meses e vocês nunca fizeram uma DP comigo, nem com a Cris... poxa! A gente merece também!

- Falha nossa, colega – disse o Murilo ao Filipe. Falha nossa, temos de nos penitenciar comendo o cuzinho dessas gostosas...

- Para de brincar, Murilo, falo sério. Vocês são muito chatos!

Levantou-se e saiu, brava, do quarto, deixando os dois lá.

- É, eu brinquei, mas é verdade, precisamos fazer coisas mais alternativas quando voltarmos ao pseudo-normal que viviamos antes da Helena e do Kaplan  chegarem.

O outro ménage, meu com as duas donas da casa foi também muito legal. Não teve DP, lógico, mas chupadas, boquetes, cavalgadas, cachorrinhos e dois cuzinhos.. lá isso teve! E muita conversa também, elas são adoráveis.

E depois do jantar, um mexidão com os restos mortais do churrasco, mais uma brincadeira.

Quem explicou foi a Lourdinha.

A brincadeira hoje é assim, vamos ficar todos lado a lado, mas não podemos mudar de lugar depois que a brincadeira começar. É jogo rápido, pra todo mundo poder participar e gozar... ou não!

 


Esta era a posição de cada casal


 É simples. Pra variar, temos aqui uma caixa com vários recadinhos picantes. Então, quem for tirando e solucionando, vai saindo até que todos saiam. E aí, dependendo da hora e do entusiasmo, podemos fazer uma bela farra aqui na sala! São 5 papeis, ou seja, depois que acabar o quinto, todos os papeis voltam para a caixa.

Seguindo a ordem estabelecida por ela, fui o primeiro a sortear o papel

 


A vítima era o Murilo, e lá fui eu “brincar” com  o pau dele, bati uma punheta, o pau ficou duro, dei uma chupada. E saí fora da brincadeira!





Foi a vez da Helena tirar o papel.   




Ela ficou sem saber o que fazer... à direita dela não tinha ninguém! Então convencionou-se que, se fosse uma roda, a Clara estaria à direita dela. Ela gostou e foi lá fazer o show. Foi tão gostoso que eu notei que todos os homens ficaram totalmente eretos, inclusive eu!

 

Murilo vinha na sequência.




Foi o mesmo caso e lá veio a Clara ser contemplada. Ganhou uma belíssima chupada do Murilo. Reflexo do pequeno incidente da parte da tarde...

 A Cris, tremendo, tirou o papel e arregalou os olhos. 





 

 

Era o Orlando o homem mais próximo dela! “Ah... Não, ele me prometeu que hoje não ia fazer isso...” 

Não teve jeito, teve de ver a posição melhor para aguentar o rei do anal com a pica mais grossa de todos. Juntou-se a nós com uma cara!!!

Orlando foi quem tirou em seguida.

 


Chamou a Margareth, que ficou de quatro e levou boas bombadas.

Bem, os cinco papeis foram colocados de volta na caixa, que foi sacudida, para misturar bem.

 




Margareth foi a próxima a tirar e riu. Falou com o Orlando que ele era azarado!





Giovani ficou feliz, era o homem mais perto dela e ganhou aquele presentão!

 Depois da felicidade, Giovani tirou o papel.


Bem, o único homem que continuava na brincadeira era o Filipe, que também ganhou uma bela chupada.

 Lourdinha veio em seguida   






 

Só restava um homem, o Filipe que ganhou aquele belo boquete. E agora restava um casal e dois papeis.

 

Filipe tirou primeiro.

 


Clara se sentiu poderosa, ia ser comida pelo marido!

E depois, como a única participante, tirou o último papel. 



Riu. Como poderia fazer aquilo se não havia mais nenhuma mulher no jogo? Entendemos o drama, mas sem o show não iríamos ficar, então ela foi autorizada a escolher uma das garotas e escolheu a Cris. 




 Deu umas boas lambidas na xotinha da amiga, para compensar o que ela tinha levado do Orlando...

 Terminada a brincadeira, eu sugeri ao Giovani que guardasse aquilo, mas que, numa próxima vez, não deixasse os casais juntos, ficaria melhor se estivessem separados. O grupo concordou.

E como dormiríamos aquela noite, véspera de sábado em que os três trabalhadores não precisariam trabalhar e estariam disponíveis o dia inteiro? Para ser diferente, ninguém trocaria, seria a noite dos maridos, namorados e tios... antes que alguém sugerisse diferente, catei a Helena e levei-a para o quarto. Foi uma bela noite, mais calma do que as anteriores, só uma bela cavalgada e depois dormimos!

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

As férias de Cecilia e Kaplan – parte 6


Kaplan cede à pressão

Levantei cedo. Margareth tinha combinado com a Lourdinha que providenciaria o café da manhã e saiu correndo em direção à cozinha. Fui passear perto da piscina, pensando em tudo que acontecia. 

Virar bi ou não virar? Eis a questão!

Sentei, o sol ainda fraco inundava o quintal, fechei os olhos e fiquei me imaginando sendo chupado pelo Orlando. Será que depois de velho isso ia acontecer mesmo? Não cheguei a nenhuma conclusão a respeito.

Voltei a caminhar e aí passei pela janela do quarto da Carla. Incrível, lá estavam as duas transando! Mas não tiveram a noite toda pra isso? Pois estavam as duas abraçadas, se beijando, sentadas numa mureta que havia na janela. E como beijavam! Furiosamente, parecia que era a última vez que fariam isso, estavam desesperadas!
E Cecília começou a colocar os dedos na xotinha da Carla. E elas beijavam, mamavam, passavam as mãos no corpo uma da outra, e lá estava Cecilia chupando a xotinha da nova amiga. Dava para perceber que Carla gemia, só não dava para escutar porque a janela estava fechada.

Não demorou para que as posições se invertessem e Carla é que foi chupar a xotinha da Cecília, que não sentou. Acho que ela me viu e fez questão de ficar de pé para eu pegar todos os detalhes da chupada que ela estava levando. Ela em pé, a Carla ajoelhada e sua língua trabalhando bastante, fazendo Cecília dar socos na parede. Devia estar quase gozando a lourinha.
Inverteram de novo, e foi para que eu visse. Cecilia olhou pra fora, piscou o olho pra mim e colocou Carla na mesma posição em que ela estivera, ajoelhou e mandou ver uma bela chupada na “perereca” da amiga. 

Quando se juntavam... começavam os desejos!

E estavam fazendo um velcro quando a Margareth tocou o sino avisando que o café estava pronto. Aí elas pararam e, felizes, sorrindo, de mãos dadas, apareceram na cozinha. Só eu e Margareth é que estávamos lá. Dali a pouco chegou o Filipe, já bem interessado na Cecilia e sentou perto dela. Aquilo prometia!
Depois que todos levantaram e tomaram seu café, a Margareth chamou a Carla e a Cecilia para darem o tal passeio que ela prometera. Na verdade, só a Cecilia não conhecia o local. Nem eu, que, sem elas perceberem, peguei minha máquina e fui seguindo-as.

A propriedade era muito grande mesmo. Andamos bastante, e tinha horas que eu era obrigado a me esconder porque poderia ser visto por elas. Eu queria fotografá-las, mas sem poses, coisas bem espontâneas. 

As três chegaram ao local maravilhoso.

Quando elas deram uma parada, numa parte alta e ficaram olhando pra baixo, com a Margareth falando algo que não deu para eu ouvir, tirei a primeira foto. Lindas, as três, nuas, de costas. Corpos maravilhosos!
Aí elas começaram a descer e fui atrás. E vi o que elas tinham visto lá de cima. Era um lago, pequeno, bem pequeno, mas cercado de vegetação exuberante. Cenário maravilhoso. Lá de cima eu me posicionei para continuar fotografando sem que elas me vissem. Cecília pediu para Carla fazer-lhe uma trança, sinal de que iria entrar na água. 

De trança, para mergulhar nas águas límpidas...

E elas começaram a nadar, e paravam, se beijavam, conversavam, riam. Alguma coisa que a Carla falou com a Cecilia levou-a a fazer uma cara de admiração. Seria o quê? Curiosidade mata...
Mas penso que descobri logo, porque ouvi passos. Me escondi e vi o Filipe chegando e indo atrás delas. E já foi direto pegando a Cecilia, desmanchou a trança dela, abraçou-a, beijou-a. As duas bateram palmas e se atracaram, deixando o novo casal à vontade. 

Surpresa: o Filipe chegou com tudo em cima!

E depois de ter conhecido a esposa, Cecilia conheceu o marido. Que também tinha um belo pau, que foi chupado por ela com o fervor com que ela sempre chupa.
Saíram da água e treparam em cima de umas pedras que havia ali perto. E onde as duas já estavam se divertindo a valer, se beijando, se chupando. Comeu a Cecilia de quatro. Ela gemia alto, dava para eu ouvir. Depois que gozou, o Filipe ainda não tinha gozado e foi comer a esposa. E a Margareth deu outro cansaço para a Cecilia.

Fiquei pensando como é que teria surgido aquela ideia de fazer uma casa com vários quartos e alugá-los a pessoas interessadas em sexo. Sim, era puro sexo. Mal se viam, trepavam. Claro que, depois, com o passar das horas, se conversava muito, contavam-se casos e as pessoas acabavam descobrindo suas afinidades.
E mais uma vez me veio o pensamento de que eu estava sendo o “diferente” ali. Eu via os três homens brincando muito entre si, passando a mão nas bundas uns dos outros, mas não faziam nada disso comigo, porque eu não dava abertura a eles.

Então resolvi que ia encarar naquela noite.
Voltei para a casa. Uns 40 minutos depois o Filipe e as três regressaram. Resolveram fazer um churrasco.
A casa tinha uma área coberta perto da piscina. Ali ficava a churrasqueira e também tinham feito um bar. As três chamaram a Lourdinha.

- Hoje você fica de folga, vamos deixar os marmanjos cuidarem do churrasco. 


eles cuidam das carnes...

Elas bebem e conversam...



















Ela gostou da ideia e ficaram as quatro sentadas, bebericando, enquanto as carnes eram bem cuidadas.
O churrasco se prolongou até às 17 horas, com muita conversa, risos. Eu ainda estava meio tenso, mas fiquei perto do Orlando a maior parte do tempo, o que foi notado pela Cecilia e pela Margareth. Cecilia veio me perguntar e confirmei que ia ver que bicho que dava. Ela ficou super feliz, mas eu garanti que não deixaria ela ver. O sorriso que ela deu me fez perceber que ela ia fazer o possível e o impossível para presenciar. Danadinha ela!

Eu já tinha bebido duas grandes doses de uísque e à noite, quando acontecia a tradicional dança entre os donos e os hóspedes, tomei mais três. Estava dançando com a Carla, quando o Orlando, que, ao que tudo indica já ficara sabendo, se aproximou e começou a dançar comigo. Mesmo bem alto, eu conseguia perceber os olhares de quase todos para mim. Mas não vi a Cecilia nem a Margareth, imaginei que estariam se pegando de novo.
Logo o Orlando me carregou para o quarto dele.

- Fica tranquilo, Kaplan. Estou sabendo que você não é chegado, mas sinto que está tentando fazer o melhor. Vamos com calma, faremos algumas coisas hoje e amanhã faremos outras. Está bem pra você?
- Dirija, cara. Nem sei como se começa isso. 

O cara me chupou direitinho... que chupada!

Ele me deu um beijo. Acho que não correspondi, minha memória falha nesse momento. Em seguida ele me pôs sentado na cama, ajoelhou entre minhas pernas e me fez um boquete. Meu pau estava totalmente mole, mas com o boquete dele não consegui evitar: ele endureceu bastante. O cara sabia realmente chupar. Depois disso não me lembrei de mais nada.
E não foi ele que me contou, foi a Cecilia, que estava escondida no quarto e presenciou tudo. Junto com a Margareth, claro... Quando cheguei no quarto ela me esperava e contou que tinham visto.

- Você é muito safada, Cecilia... te falei que não queria que você visse!
- E você acha que eu não iria ver? Vi sim. E foi lindo, tio. Você se comportou muito bem.
- Me fala aí, eu estava tão bêbado que acho que dormi com ele me chupando.

Ela riu.

- Que chupada, hein, tio? Sua pica ficou durona na boca dele. Ele lambeu tudo, engoliu suas bolas, lambeu a cabecinha, engoliu... nossa, fiquei molhada só de ver!
- Ele me comeu?
- Não, ele falou que isso seria um segundo momento. Mas você comeu o cu dele.
- Não lembro disso. 

e Kaplan comeu o cu do Orlando... o que viria depois?

- Mas eu vi. Ele ficou de quatro na cama e você ajoelhou atrás dele e enfiou bonito. Ele pôs uma camisinha em você, viu? Aliás, já notei que aqui todo mundo é precavido nesse aspecto. Depois ele sentou em você para cavalgar. Fiquei sabendo que você gozou porque ele tirou a camisinha e mostrou pra gente, cheia de leitinho. Depois disso não sei o que mais rolou, eu e a Margareth estávamos tão alucinadas que viemos pra cá e nos pegamos pra valer!

- Talvez tenha sido só isso mesmo, não estou sentindo dor alguma no rabo, não devo ter dado.
- Acho que agora não terá mais aquele sentimento de ser diferente. Todo mundo aqui é igual.
- Tomara que sim. E qual o programa de hoje?
- Hoje é sábado, é a noite dos violeiros, parece. Durante o dia, podemos fazer o que quisermos. Fiquei com vontade de voltar naquele lugar que fomos ontem. Vou ver ainda com as meninas e os rapazes. Ah... parece que tem casal novo chegando. Quer dizer, novo pra nós, são velhos conhecidos da casa. Tio, isso aqui é o paraíso. Nunca transei tanto e pelo visto ainda temos mais dois para conhecer!

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Universitários – orgia na piscina

Era o que a gente mais gostava

(escrito por Kaplan)   

Quando cheguei no sítio onde iria ter a festa de encerramento de mais um semestre letivo da faculdade em que eu estudava, vi umas vinte pessoas já animadíssimas em torno da piscina.
Uma rápida olhada e o que eu vi: 

E vai rolar a festa...
Som rolando alto. Duas dançavam de biquíni e garrafas na mão. Já deviam estar bem altas! No gramado ao lado, um cara sentado e uma garota entre as pernas dele, se esfregando. O sutiã já estava praticamente tirado e ela esfregava a calcinha no short dele.

Umas cinco ou seis pessoas ainda estavam vestidas, mas pela cara de que já tinham bebido e ainda estavam com copos na mão, eu sabia que não iria demorar para ficarem nuas ou seminuas. Uma das garotas que dançava tirou o sutiã e ficou de topless.

Cheguei perto do casal que estava no gramado e eles já estavam em outra posição, ele deitado e ela o chupando. Ficaram meio envergonhados e pularam dentro da água, e ficaram se agarrando lá.

Outra garota já estava despindo um colega e começando um boquete no pau dele que estava mole, mole, mas logo ficou duro, duro... 

No chão, na mesa, na cama... valia tudo!
Tão logo ele endureceu, o rapaz colocou a moça curvada sobre uma mesa e mandou lenha. Olhei em volta, eles foram os primeiros a trepar. Ninguém estava trepando ainda, só chupadinhas, passadas de mão, aos poucos todos se despindo.

O casal que estava na piscina, saiu, tiraram as roupas e ele foi meter nela em pé, encostada numa pilastra.

Entrei na casa. Na sala, em meio a almofadas, um casal trepando. Ela era minha amiga e quando me viu me avisou que eu seria o próximo. Que linda! Mas não fiquei ali esperando, fui ver quem mais estava por lá.

Num dos quartos, uma garota terminava o boquete e ficava de quatro para receber a pica do cara que estava com ela.

Voltei para a piscina, já tirando a roupa, excitado com o que eu via. Minha amiga terminara com o cara e me agarrou, ficamos deitados no chão e ela me pediu para come-la. Foi de ladinho que aconteceu minha primeira trepada naquele dia.

Coloquei-a de quatro depois e mandei lenha. Ela reclamou que eu tinha demorado e queria trepar mais vezes comigo. Não dispensava outros não... delícia!

Outra colega chegou e já foi sendo agarrada, nem deram tempo de ela tirar a roupa, dois colegas que estavam sem ninguém começaram a pegação nela, que adorou. Que chegada triunfal era aquela!

Então, quem estava ali, já trepara. Claro que iria haver rodízios, só tinha um casal que era namorado de verdade, mas que não se importavam de transar com outros e outras. 

Homens fazem churrasco...
Fomos preparar o churrasco, enquanto as garotas ficavam num canto conversando e depois resolveram nadar. Espetáculo ver aquele bando de garotas nuas pulando ao mesmo tempo na piscina, entre gritos e risadas. Nadaram bastante, depois saíram e vieram ver se o churrasco já estava pronto. Como não estava, saíram nos agarrando e fiquei com a namorada de verdade.
... garotas nadam peladas...


Conversei um pouco com ela. Queria saber se continuariam com aquela liberdade toda depois que terminassem a faculdade. Ela me garantiu que sim, imagina se iriam virar caretas depois de tantas transas maravilhosas que aconteceram. Me falou que naqueles três anos já tinha contabilizado vinte e uma trepadas sem ser com o namorado e ele tinha pegado umas 17 meninas.

Bem, eu não era o 22, porque já tinha trepado com ela. E trepamos em seguida, dentro da casa, num dos quartos. É... realmente ela iria deixar saudades!
Fomos comer e ela viu o namorado dela pegando uma outra. Riu. Não ligava pra isso, nem podia, havia acabado de transar com um outro!

Nova parada para finalmente a gente comer. Aquele bando de gente pelada comendo e bebendo, cantando, ouvindo música e novos pares iam se formando. 

Fechei com chave de ouro minha participação na festa!

Logo aquela minha amiga me chamou. “Quero uma DP. E o cu é seu. Chama alguém para completar” disse ela. Chamei o primeiro que vi dando sopa e fizemos a DP. Ela urrava tão alto que chamou a atenção de todo mundo... e vi mais três garotas fazendo DP também. Nem todas iam fazer, porque algumas não topavam anal de jeito algum.

E assim passamos o dia, nadando, bebendo, trepando. Festa de fim de ano sempre era essa orgia toda!