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sábado, 3 de abril de 2021

Dois coroas comendo uma coroa, lembrando os velhos tempos!

Que lembranças boas!

(escrito por Kaplan) 

 

Nem só de gatas maravilhosas vive um blog erótico como este. Há também os maduros e as maduras, que trepam até hoje como se fossem jovens.

Me refiro ao encontro da Neuza, com 55 anos e seu marido Luis, de 60, com um amigo de outros carnavais, o Marcus, de 63 anos.

Ele aparece na casa deles,resolvem fazer um churrasco e aí o Marcus fica só de bermuda, porque fazia um tempo muito bom, e Neuza, sentada ao lado dele num banco, tirou o sutiã do biquíni e ficou relembrando com ele algumas aventuras, enquanto isso o Luis preparava o churrasco e só ficava de ouvido em pé. Ele também guardava boas lembranças dos ménages que aquele trio havia feito. E já fazia muito tempo que tinham feito o último.  


Recordar é viver....

Ficaram relembrando e aquilo atiçou os paus dos dois. Incrivel, ainda sentiam o mesmo tesão de outras épocas. E a Neuza não quis saber, inclinou-se sobre o Marcus, enfiou a mão dentro da bermuda que ele usava, e sentiu que ali dentro se escondia algo que ela gostava muito.

E atrevida como ela só, abaixou a bermuda dele e pegou no pau, que levou à boca. O Marcus percebia que ela não tinha perdido o jeito... como chupava bem aquela amiga agora coroa! E o Luis, vendo, também ficava bem excitado!

Ver o amigo pelado e a esposa de topless chupando com expressão de felicidade, levou o Luis a esquecer o churrasco e a olhar detidamente o que acontecia ali ao lado. E quase gozou vendo o Marcus tirar a calcinha dela, ajoelhar atrás dela e ficar lambendo, beijando a bunda e chupando a xota da esposa... que tesão! Tinham feito muito isso e valia a pena ver de novo!

Assistiu, emocionado, a esposa ficar de quatro e receber a vara do amigo. E ela cavalgou também! Nessa hora, o Luis chegou perto deles, pau em riste e quis participar, recebendo um boquete gostoso da esposa. E ele também quis ser cavalgado por ela, e o Marcus então a liberou. Liberou nada! Já que ela ia cavalgar o marido, era hora de ela chupar o amigo! 


Até DP ela aguentou firme...


E o amigo lembrou que ela gostava muito de receber os dois paus ao mesmo tempo, então tratou de enfiar o dele no cu, enquanto o marido enfiava na xota. Uma DP na faixa dos 60 anos... quem diria?

Ficaram felizes com a lembrança, mas ela reclamou que os três deveriam ter se cuidado melhor. Aquelas gorduras, aquelas barrigas... tiraram um pouco o gosto da trepada!

 

 

quarta-feira, 17 de julho de 2019

A madura levou o jovem jardineiro pra dentro de casa


Ela jamais perdoaria o rapaz...

(escrito por Kaplan)

Barbara já estava naquela idade que se costuma chamar de “idade da loba”. Passara dos 40, mas continuava com a mesma sede e fome de sexo da sua juventude. E não escolhia parceiros pela idade, bastava olhar e ver algo interessante que desferia golpes fatais!

Foi assim que o Lacerda, um jovem jardineiro, com pouco mais de 20 anos, acabou caindo nas garras e nas graças dela. 

Um jardim que precisava de cuidados... foto: Kaplan

Desde o primeiro dia em que ele foi trabalhar na casa dela, que tinha um jardim e um quintal bem grandes, que ela começou a olhar para o rapaz. E o desejou. E quando isso acontecia... ninguém a segurava.
Esperou que ele estivesse no quintal, local mais reservado e começou a rondar, perguntando coisas, querendo saber da vida dele, se tinha namorada, ele tinha, se o sexo com ela era bom, ele disse que sim.

- Ela é da sua idade, mais ou menos, não é?
- Sim, temos 23 anos, tanto ela quanto eu.
- É sua primeira namorada?
- Não, é a terceira.
- E quando você começou a transar? Com a primeira?

Meio envergonhado, ele disse que sim.

- Já transou com mulheres mais velhas, mais experientes?
- Não senhora.
- Eu adoro transar com jovens, tem muito mais energia do que os coroas, sabia?
- Não... não sabia.

Ela já tinha rodeado demais. Não gostava disso, seu negócio era ir direto ao ponto. E foi:

- Eu gostaria de ser chupada por você. Quer?

O Lacerda não sabia o que responder. Ficou olhando, meio apavorado, para aquele mulherão à sua frente que começava a subir a saia, foi subindo, ele viu a calcinha aparecer e ela puxou a calcinha pro lado, ele viu a xota dela e ela falou com ele para dar uma chupada. Como ele ficasse indeciso, ela chegou bem perto, empurrou a cabeça dele em direção à xota e esperou. Ganhou alguns beijos, queria mais, pediu para ele chupar com vontade. E aí o Lacerda fez o que ela queria. 

Rapaz... isso aqui parece muito apetitoso!

Foi uma chupada demorada, que ela gostou. Quando parou, ela o levantou, deu um beijo e pegou no pau dele, ainda vestido. Sentiu a firmeza. A chupada fizera ele ficar bem teso. Carregou-o para dentro da casa.

Levantou a saia toda, tirou a calcinha, ajoelhou no sofá e mandou ele continuar. Ele sabia o que devia fazer, para alegria dela. Se tivesse de ensinar tudo ia ser um porre. Ainda bem que não precisava, ele sabia fazer. E recebeu beijos na bunda, lambidas e mais chupadas.
Resolveu agir. Jogou o rapaz sentado no sofá e começou a despi-lo. O pau não era gigante, mas era de bom tamanho e ela ficou pegando nele, examinando com atenção.
Quando ele estava no máximo da dureza, ela fez um boquete nele. O rapaz suspirou. Já tinham dito que mulheres mais experientes sabem fazer um homem gemer sem sentir dor. Estava conferindo...

E ela começou movimentos que o deixaram abismado, procurava guardar tudo para praticar com a namorada depois.

Ela sentou e cavalgou, depois saiu e chupou o pau dele de novo. Mandou que ele a chupasse também. Cavalgou de novo. Da primeira vez ela tinha ficado de frente pra ele. Agora ficou de costas e ele via uma bunda grande, maravilhosa, à sua frente, subindo e descendo, subindo e descendo. A coroa era realmente uma máquina de sexo. 

A coroa deu tudo de si... ele aprendeu muito!

Ela deitou de costas e falou com ele para chegar junto e meter. Posição que ele nunca fizera com as namoradas, achou interessante, se bem que seus joelhos acusaram alguma dor. Mas meteu gostoso, que xota tinha aquela mulher!

E o gozo dela, que maravilha... ela gemia, se contorcia toda e desabou. E aí foi chupar o pau dele de novo até ele gozar. Dentro da boca e ela ainda deixou cair um pouco nos seios, passou a mão... tinha sido uma experiência fantástica para ele.

- Lacerda, acho que você terá de vir aqui toda semana!
- Não precisa, dona Barbara, uma vez por mês e dou conta do recado. Seu jardim ficará bonito!
- Lacerda... presta atenção, meu filho! Te espero semana que vem. Tem um “gramado” diferente para você aparar, viu?


quarta-feira, 19 de junho de 2019

A coroa e o garotão


Ensinou tudo a ele

(escrito por Kaplan)

E temos a história da Samira, uma verdadeira loba. Literalmente, porque já tinha mais de 40 anos, mas conservava um belo corpo e principalmente uma vontade louca de transar.
Tinha sido casada e o marido tinha uma fazenda que ficou sendo dela quando o marido morreu. Ela não entendia muito do assunto rural, mas fez o possível para que a fazenda continuasse a produzir os ovos. Sim, lá eles tinham uma grande área destinada à criação de galinhas que produziam centenas de ovos diariamente.

E para melhor administrar aquilo tudo, ela resolveu contratar uma pessoa que tivesse conhecimento do assunto. Apareceram vários candidatos e ela ficou toda inclinada no Robson, um garotão, recém-saído da faculdade e que tinha ares de “nerd”, aquele estudante que esquece do mundo porque o que interessa a ele é apenas o estudo. 

Ele foi o escolhido... parecia muito bom!

Com o tempo, ela foi conseguindo fazer o Robson olhar para o mundo e, especialmente, para ela.

Um belo dia ela saiu com ele pela propriedade. Levou uma toalha o que fez o Robson perguntar qual seria a finalidade e ela respondeu que, quando estivesse cansada, iria sentar na toalha. Ele entendeu, mas não tinha a menor ideia do que o aguardava.

Lá pelas tantas ela se declarou abertamente para ele. Cansou de esperar que ele tivesse a iniciativa e abriu o jogo. O Robson ficou assustado, mas, no fundo,ele já tinha percebido as insinuações da Samira e assim, passado o susto, ele correspondeu ao que ela desejava.

Ela estendeu a toalha no chão e falou com ele para se despir, o que ela fez também, mas não tirou tudo de uma vez, ficou primeiro de lingerie o que foi suficiente para tesar bastante o Robson, cujo pau endureceu. Ele chegou bem perto dela, encheu-a de beijos e passou as mãos nos seios e na xotinha dela, ainda por cima do sutiã e da calcinha.
Então, vendo que ele ia participar ativamente, ela tirou a lingerie, ajoelhou na toalha,pegou no pau dele e fez um boquete.

O Robson estava participando, mas ela notou que ele era bem inexperiente, então começou a usar recursos que sempre haviam funcionado, como ficar sentada e se masturbar, para ele ver.

Ele viu e entendeu que devia substituir a mão dela na xotinha pela sua língua. E deu-lhe uma chupada que ela gostou muito.

E mostrando que sabia o que fazer, apesar da timidez, ele a colocou de quatro e mandou ver numa penetração bem gostosa, a que se seguiram gemidos e mais gemidos da Samira. 

Ele aprendeu rápido e ela gostou muito!

Terminaram o belo encontro, prenunciador de novos no futuro, com ela cavalgando bastante. Primeiro ela ficou de frente pra ele e depois virou o corpo, ficando de costas e permitindo a ele ver a beleza da bunda que ela tinha.

Ambos conseguiram chegar ao clímax, o que garantiu a ele manter seu emprego e compartilhar da cama da patroa. E a ela, garantiu o sexo do qual ela sentia muita falta desde que o marido falecera.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

A loba procurou e achou pau


Quem procura direito sempre acha...

(escrito por Kaplan)   

A loba do título atendia pelo nome de Marília. 43 anos, belo corpo, uma bunda de 98 cm que chamava a atenção de todo o mundo.E ela não achava ruim ser chamada de loba, pois assumia plenamente o papel devorando qualquer lobinho que aparecesse em sua frente.
Um deles foi meu amigo Santiago, que me contou o que rolou entre eles. 

Dançar é pra começar (acervo Kaplan)
Quando ele a conheceu, numa festa, conversaram animadamente, dançaram  e ao final ele a convidou a ir à sua casa, já advertindo que tinha piscina e ela podia levar roupa de banho.

Pois ela foi. Chegou na casa, bateu a campainha e esperou, mas ninguém veio atender. Ousada, ela mexeu na fechadura e viu que não estava trancada. Entrou... e começou a percorrer a sala, outra sala, viu a cozinha e foi da porta de vidro da cozinha que dava para o quintal onde estava a piscina, que ela viu o Santiago, de bermuda, sentado numa espreguiçadeira, vendo uma revista.
Abriu a porta e o chamou.

- Ei, rapaz, bati a campainha e você não atendeu!
- Desculpa, nem ouvi, estava aqui entretido na leitura. Então você veio mesmo!
- Claro, imagina se eu recusaria um convite seu!
- Beleza, gata. Mas vamos entrar, você trouxe biquíni, como te falei?
- Sim, trouxe. 

Que mesmo que eu ponha o biquini?
Entraram, e ela, em vez de ir colocar o biquíni, ficou ao lado dele, com o corpo quase colado ao dele e ficou conversando e logo a loba demonstrou o que queria. Sua mão chegou à coxa do Santiago e da coxa pulou para a região mais interessante, o pau dele. Totalmente mole.

- Gata, você não tem rodeios, hein?
- Não. Sei o que quero e não faço rodeios.
- E o que você quer?

Ela pegou as duas mãos dele e colocou sobre os seios dela. Abaixou a parte de cima do vestido e ele pôde pegar nos seios diretamente. Belos. Sem dúvida ela tinha belos seios. Chupou os biquinhos, lambeu. E isso fez com que ela percebesse aqueles movimentos da bermuda que indicavam que ele estava ficando duro...

Tirou a bermuda dele. Pau duríssimo que ela tratou de colocar na boca e fazer o boquete. Ajoelhada no sofá, ela permitiu que ele levantasse o vestido até a cintura  e pegasse em sua bunda, que, aliás, estava sem calcinha. Ela realmente não perdia tempo... foi sem sutiã e sem calcinha.
E enquanto ela chupava ele passava a mão na bundinha dela, enfiava o dedo no reguinho. 

Ela devora mesmo! Que beleza!
Viu ela esfregando seu pau nos seios e aí ele resolveu tomar conta da situação. Levantou, fez ela ficar deitada com as pernas abertas e deu-lhe uma senhora chupada na xotinha. Chupou muito, com muita categoria, deixando-a suspirando, pegando nos seios, na cabeça dele...
Então ele ajoelhou no sofá e meteu nela, bem de frente.

Os suspiros se transformaram em gemidos com as estocadas firmes que ele lhe dava.

Mas uma loba não aceita transar só de um jeito. Ela escapuliu daquela posição, deu outra chupada no pau dele e fez ele sentar, para ela sentar em cima dele e pular bastante. Pulou muito, demonstrando uma energia que encantou o Santiago. Pulava de frente pra ele e depois virou o corpo pulando de costas.

E depois deixou que ele comesse seu cu, de ladinho.
Ele preferiu continuar enrabando-a com ela de quatro. Ela aceitou, sempre concordava com tudo, o importante era o prazer!
E ainda ganhou uma esporrada nos seios.

Aquela loba sabia escolher seus lobinhos... nunca dera errado!


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Dona gostosa NÃO queria arrumar o computador


Entendi... ela queria se arrumar com o técnico!

(escrito por Kaplan)     

Délcio era técnico em computadores. E desde que a senhora Ana Paula o conheceu, ficou bem interessada nele. Não pelas qualidades técnicas, entenda-se. E ela resolveu que ia dar um pega no Délcio.
Arrumou uma bagunça qualquer no computador e ligou pra ele.

- Délcio, esse computador me deixa maluca... vem cá dar um jeito nele, por favor!
- Pode ser amanhã? Hoje é praticamente impossível.
- Pode ser sim. Te espero a que horas?
- Vou depois do almoço, acredito que às 14 horas estarei aí.
- Obrigada, meu querido. Não sei o que seria de mim sem você!

Desligou pensando em como poderia pegar o Délcio no dia seguinte. A começar pela roupa. Achou melhor usar só um robe, sem mais nada. Caso desse tudo certo, seria fácil abri-lo e se exibir para ele.
Pontualmente às 14 horas do dia seguinte, ele batia à porta. 

Se eu não conseguir com este robe... desisto!

Ela foi atendê-lo, pressurosa. Tremia só de pensar que poderia dar tudo certo como ela imaginava. Seu medo era ele entender que o computador não tinha problema algum e não perceber que o que ela queria era ele e não o computador.

Levou-o até o quarto onde o computador ficava. Ele sentou e começou a procurar qual o defeito que ela não conseguia falar o que era.

- Aceita um café, ou uma água, Délcio?
- Uma água, por favor.

Ela saiu para buscar o copo de água e ele ficou mexendo e, claro, não encontrando nada.

Aí ela chegou, deu a ele o copo com água e sem cerimônia alguma postou-se atrás da cadeira que ele ocupava e colocou as duas mãos nos ombros dele.

- Já sabe qual o problema?
- Ainda não vi nada. Estou passando o antivírus para ver se o problema é causado por algum malware.
- Bem, você sabe que eu não tenho a menor ideia do que é isso que você falou...

Ele começou a ficar incomodado. As mãos dela massageavam seus ombros e desciam pelo seu peito. Foi virar o rosto para falar com ela e quase ganhou um beijo. Assustado, ele se levantou e inquiriu.

- Dona Ana Paula... o que é isso?
- Isso, Délcio? Tem o nome de tesão. Tenho tesão em você. Só isso.

Ainda assustado, ele sentou de novo e foi tentar encontrar o problema que ela dissera ter no computador. Nem prestou atenção direito nela, mas acabou por sentir algo estranho e olhou pra baixo. Ela havia se ajoelhado por debaixo da mesa e punha a mão em seu pau. Ele tentou se levantar, mas ela não deixou, abriu a braguilha e pegou no pau dele. 

Ah... consegui!!!

E começou a chupar. A lamber. A beijar. Sabia que assim o Délcio não iria resistir.

De fato, ele entendeu a jogada dela. Como a achava bem gostosa, ele deixou ela fazer o boquete e só depois é que ela se levantou e abriu o robe, se mostrando para ele. Que ele foi tirando aos poucos, pois ela foi arrastando-o para a cama. E fez questão de sentar no pau dele para cavalgar bastante. O Délcio tinha um belo pau, grosso, que a preenchia totalmente. E ele pegava em sua bunda, dava uns apertos, e movimentava bastante, fazendo-a gemer compulsivamente.

Ficaram muito tempo trepando assim, até que ele percebeu que ela estava quase gozando, então fez com que ela ficasse deitada de lado e continuou bombando.
Ela, finalmente, gozou, dando socos na cama e gemendo bem alto.

Alucinada com o belo gozo, ela pegou no pau dele de novo e tornou a chupá-lo até extrair dele o suco que gostava de beber.

Estava feliz. O técnico se mostrou muito competente. Curiosamente, o computador, na semana seguinte, deu o mesmo defeito...


terça-feira, 14 de novembro de 2017

A mãe dele estava muito a fim do colega



Será que o filho ia atrapalhar?

(escrito por Kaplan)

Mais uma da série “Mães que adoram os colegas do filho”. Dessa vez a mãe era a Susana, que ficou fissurada no Thomas, colega de seu filho na universidade. 

Mas ela perdeu o juízo... Estava louca para ter um encontro particular com ele, mas como? Sempre que ele aparecia em sua casa o filho estava e aí ela só podia fazer umas gracinhas para o Thomas, tipo dar uns lances dos seios quando vinha servir um suco ou algum salgadinho... 

Olha pra cá, Thomas... estou te mostrando...
 E ela percebia que o Thomas via e ficava incomodado. O que, na opinião dela era um bom sinal...
Mas estava difícil acontecer a oportunidade.
Difícil, mas não impossível. E aconteceu.

Telefone tocou. Ela estava sozinha em casa, foi atender e era o Thomas.
 

- Oi dona Susana!
- Oi, Thomas... se telefonou pra falar com seu amigo, ele não está.
- Que pena...
- Mas você pode vir assim mesmo, Thomas...
- Mas dona Susana...
- Para de me chamar de dona! Não sou tão velha assim!
- Desculpe, não foi essa a minha intenção...
- Só desculpo se você vier aqui agora me pedir as desculpas.

Deixou o Thomas tão embaraçado que ele disse que iria. E foi. 

Pode entrar em tudo, Thomas...
E ela o recebeu com um largo sorriso. E estava com uma veste tão transparente que o Thomas quase caiu duro quando viu os belos seios dela, a xotinha protegida por uma calcinha preta. Sim, porque ela não estava de sutiã!

- Entre, meu querido... quero te mostrar muito mais do que já mostrei...
- Não sei se devemos... seu filho pode ficar chateado.
- Você prefere que eu fique chateada?
- Não, por favor, não me entenda mal...

A loba atacou. Tirou a veste e ficou só de calcinha na frente dele. Seios fartos. Ele arregalou os olhos e não fez nada quando ela chegou bem perto dele e puxou a cabeça dele para que sua boca engolisse os biquinhos. Foi o suficiente para ele se animar e começar a beijar-lhe os seios, a dar pequenas mordidas nos biquinhos, arrancando alguns gritinhos dela.

Aí ela tirou a calcinha e começou a despir o Thomas. Adorou ver o pau dele já duro e fez-lhe um boquete. Depois ela recostou-se no sofá, pernas abertas. Apontou para a xotinha:

- Vem cá, vem! Ela é toda sua!
 

Ele ajoelhou no tapete e sua língua foi conhecer a xotinha da Susana. Lambeu-a toda, lambeu o grelinho, enfiou um dedo e ela gemeu.
Isso, Thomas... come tudo que tenho pra dar...
E comeu-a de ladinho, arrancando mais gemidos. 
Gemidos que se transformaram em Ahhh.... Uhhhh... Delícia!!!!quando ela sentou no pau dele e começou a cavalgar.
E quando gozou, ainda quis chupar o pau dele e ele gozou nos seios dela.

- Querido, sempre que você quiser eu estarei aqui. Só avise antes para que eu dê um jeito de fazer meu filho ficar fora de casa.
- Pode deixar... gostei muito! Vou querer vir mais vezes.
- Me beija, querido...

Ele lascou um beijão nela, depois se vestiu e foi embora.
Ela, feliz da vida, foi tomar banho, cantarolando.