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terça-feira, 14 de novembro de 2017

A mãe dele estava muito a fim do colega



Será que o filho ia atrapalhar?

(escrito por Kaplan)

Mais uma da série “Mães que adoram os colegas do filho”. Dessa vez a mãe era a Susana, que ficou fissurada no Thomas, colega de seu filho na universidade. 

Mas ela perdeu o juízo... Estava louca para ter um encontro particular com ele, mas como? Sempre que ele aparecia em sua casa o filho estava e aí ela só podia fazer umas gracinhas para o Thomas, tipo dar uns lances dos seios quando vinha servir um suco ou algum salgadinho... 

Olha pra cá, Thomas... estou te mostrando...
 E ela percebia que o Thomas via e ficava incomodado. O que, na opinião dela era um bom sinal...
Mas estava difícil acontecer a oportunidade.
Difícil, mas não impossível. E aconteceu.

Telefone tocou. Ela estava sozinha em casa, foi atender e era o Thomas.
 

- Oi dona Susana!
- Oi, Thomas... se telefonou pra falar com seu amigo, ele não está.
- Que pena...
- Mas você pode vir assim mesmo, Thomas...
- Mas dona Susana...
- Para de me chamar de dona! Não sou tão velha assim!
- Desculpe, não foi essa a minha intenção...
- Só desculpo se você vier aqui agora me pedir as desculpas.

Deixou o Thomas tão embaraçado que ele disse que iria. E foi. 

Pode entrar em tudo, Thomas...
E ela o recebeu com um largo sorriso. E estava com uma veste tão transparente que o Thomas quase caiu duro quando viu os belos seios dela, a xotinha protegida por uma calcinha preta. Sim, porque ela não estava de sutiã!

- Entre, meu querido... quero te mostrar muito mais do que já mostrei...
- Não sei se devemos... seu filho pode ficar chateado.
- Você prefere que eu fique chateada?
- Não, por favor, não me entenda mal...

A loba atacou. Tirou a veste e ficou só de calcinha na frente dele. Seios fartos. Ele arregalou os olhos e não fez nada quando ela chegou bem perto dele e puxou a cabeça dele para que sua boca engolisse os biquinhos. Foi o suficiente para ele se animar e começar a beijar-lhe os seios, a dar pequenas mordidas nos biquinhos, arrancando alguns gritinhos dela.

Aí ela tirou a calcinha e começou a despir o Thomas. Adorou ver o pau dele já duro e fez-lhe um boquete. Depois ela recostou-se no sofá, pernas abertas. Apontou para a xotinha:

- Vem cá, vem! Ela é toda sua!
 

Ele ajoelhou no tapete e sua língua foi conhecer a xotinha da Susana. Lambeu-a toda, lambeu o grelinho, enfiou um dedo e ela gemeu.
Isso, Thomas... come tudo que tenho pra dar...
E comeu-a de ladinho, arrancando mais gemidos. 
Gemidos que se transformaram em Ahhh.... Uhhhh... Delícia!!!!quando ela sentou no pau dele e começou a cavalgar.
E quando gozou, ainda quis chupar o pau dele e ele gozou nos seios dela.

- Querido, sempre que você quiser eu estarei aqui. Só avise antes para que eu dê um jeito de fazer meu filho ficar fora de casa.
- Pode deixar... gostei muito! Vou querer vir mais vezes.
- Me beija, querido...

Ele lascou um beijão nela, depois se vestiu e foi embora.
Ela, feliz da vida, foi tomar banho, cantarolando.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Banho, chupada, comida - Meg e seu Otavio



Esses dois eram incríveis!

(escrito por kaplan)

Sim, amigas e amigos... uma dupla dinâmica, eis o que eram Meg e seu Otávio. Era realmente incrível como eles se deram bem desde que se conheceram, com aquele tesão todo começaram a transar e não pararam mais.

Ela vivia dando “um pulinho” na fazenda dele, que, para sorte dela, não era longe de onde morávamos. E passava lá um, dois dias, geralmente fins de semana, quando ele não tinha que se preocupar tanto com a lida na fazenda.

E trepavam muito, mesmo quando ele ainda era casado. E a mulher dele um dia descobriu, mas não criou caso. Confessou pra Meg que sempre que ela ia lá, a maior beneficiária era ela, porque o seu Otávio trepava como nunca antes de Meg chegar e depois que ela ia embora. Claro que durante a estadia também... 

Depois que ele ficou viúvo, ficou mais carente, e Meg ia lá até com mais regularidade, porque temia que ele pudesse entrar numa depressão muito grande. Então ela contribuía para que ele ficasse bem.
E numa dessas vezes, ela notou que havia algo de novo na casa. Ele ampliara o banheiro, e colocara uma banheira. E ela ficou encantada ao saber que ele a esperava para inaugurar a banheira.

- Otávio, você é uma gracinha mesmo!
Que delícia...  e fez isso pra mim!!!

Tirou rapidamente a roupa e entrou na banheira. Esperou que ele ligasse a água, controlou a temperatura. Ele trouxe sais de banho que ela jogou dentro da água. Esperava que ele entrasse junto com ela, mas ele continuava vestido e só apreciando o espetáculo que ela lhe proporcionava.

Então ele pegou uma esponja e começou a passar nas costas dela.
 

- Humm.... que gostoso!

E das costas ele passou aos seios, ela até fechou os olhos ao sentir a esponja deslizar suavemente sobre eles, contornando-os... era delicioso!
E aí ele se levantou e trouxe uma toalha. Ela ficou espantada. Ele não iria entrar com ela? O que estava acontecendo? 

Ahh.... me mata de tesão!

Mas levantou-se e ele a enxugou, carinhosamente. Aí a levou até sua cama, deitou-a, abriu suas pernas e sua língua fez o resto. Ela gemeu. Que chupada gostosa tinha sido aquela! E ele continuava, não parava de chupar. Levantou as duas pernas dela e sua língua lambeu o cuzinho também.
Ela já estava louca para chupar o pau dele. Será que já estava duro?

Ele mesmo deu a resposta, levantando-se, só de cueca e mostrando um volume enorme... ela sorriu, satisfeita, pegou nele e aí fez aquele boquete que ele tanto gostava.

Então ele a colocou de quatro na cama e penetrou-a por trás. E bombou bastante, arrancando gemidos e suspiros. Ela estava muito feliz, porque via que ele já estava “recuperado”, voltava a ser o velho e bom trepador que ela sempre encontrara por lá.
E ele não se esqueceu que ela gostava mesmo era de cavalgá-lo. E deitou-se na cama, com o pau apontando pro teto.Ela sentou-se, mais que depressa, e começou a cavalgá-lo e pulou até gozar lindamente. 

Leite rural... tudo de bom!!!

Naquele dia ela queria tudo. E tornou a abocanhar o pau dele e o chupou até sentir o gosto do “leite rural” em sua boca, escorrendo pelo queixo, chegando aos seios...
Para ela, o que acontecera só demonstrava uma coisa: o trepador estava de volta!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

As duas namoravam, mas não rejeitavam um bom pau



Isso é tudo de bom...

(escrito por Kaplan)

Duas amigas de longa data: Cinthia e Maria Helena. Ambas morenas, cabeleiras fartas, Cinthia com seios um pouco maiores do que os da amiga. Bundinhas equivalentes. Pequenas, roliças. Gostosas, enfim.

Sua amizade sexual vinha de longa data. Elas sempre se recordavam dos seus 16 anos, quando começaram a namorar rapazes e ao contar uma pra outra o que rolava, acabaram se excitando e experimentando. E gostaram muito, passaram a fazer sempre. 

Homem é bom, mas você é ótima, demais!
Mas não deixaram os rapazes de lado. Não os namoravam mais, mas uma trepadinha de vez em quando não era dispensada... e até mesmo ménages.

Um dia, conversando sobre isso, chegaram à conclusão de que uma pica era algo tentador.Rememoraram as que conheciam. Algumas, fimose operada, a cabeça bonita, livre, outras, com muita pele. Era uma grande variedade, mas como disse Maria Helena um dia: se eles souberem usar a pica que têm... estão de parabéns!

E foi assim quando conheceram um novo colega no curso de Jornalismo que faziam. O Falcão era bonito, másculo... e logo elas ficaram pensando como seria a pica dele.

- Só tem um jeito de saber, Cinthia. E você sabe qual é.
- Eu sei... e é o jeito melhor que existe. Vamos atraí-lo para nosso covil.

Pra variar, usaram como pretexto um trabalho de grupo. O grupo era composto apenas pelos três. O Falcão e as duas. E ele foi atraído para o apartamento da Maria Helena, que ficava despovoado na parte da tarde.

Quando ele chegou, preparado para fazerem um trabalho sério, teve a surpresa de ver que elas o colocaram num sofá entre as duas e ficaram fazendo perguntas e mais perguntas, querendo saber tudo da vida dele.
Ele começou a achar que havia algo diferente... preferiu aguardar.

E logo teve a confirmação, porque no meio das perguntas, elas acabavam colocando a mão em suas coxas e cada vez mais perto do pau. Só pra ter certeza de algo que ele já estava achando que era certo, ele riu e comentou:

- Se continuarem a por as mãos nas minhas pernas daqui a pouco vão encontrar algo diferente...

Mas o que será que tem aqui?
Percebendo que ele já estava sabendo das intenções dela, Cinthia tomou a palavra:

- Algo diferente? Seria algo assim... bem duro, gostoso de pegar?
- Sou suspeito pra falar isso...
- E nós teríamos de experimentar...
- E estão esperando o quê? 


Todos riram... e elas pegaram pra valer. Abriram a braguilha dele e puseram pra fora um belo cacete.


- Uau!
- Maria Helena, a dona da casa é você... por gentileza, experimente-o em primeiro lugar.
- Muito obrigada pela deferência!

E deu uma bela chupada.

- Gostei... gostei muito... agora você, experimente também!

E Cinthia fez também um belo boquete.

- Falcão... está de parabéns... que pau mais gostoso é esse!!!
- Obrigado. E eu teria o prazer de ver algo interessante de vocês?
- Hummm... depende, né Maria Helena? O que você acha que é interessante em nós?
- Tudo! Do dedão do pé ao último fio de cabelo...
- Olha só que guloso...bem, nem preciso perguntar pra Cinthia... ela já tirou tudo... exibicionista!

Aí Cinthia e Falcão avançaram sobre Maria Helena e a despiram.
E elas ficaram em pé, na frente dele, para serem devidamente olhadas. Ele fez um sinal para elas se virarem e ele admirou as duas bundinhas perfeitas.

- Meninas... tenho de experimentar, da mesma forma que vocês tiveram... 

Esta experimentação é muito boa...
As duas estavam gostando do humor daquela trepada que se avizinhava. Chegaram bem perto dele, que começou a passar as mãos nos dois corpos. Arrepiou as duas e lambeu as duas xotinhas.
A grande surpresa dele foi quando Maria Helena ajoelhou numa poltrona, oferecendo sua bundinha a ele, que meteu gostoso na xotinha dela. E aí Cinthia subiu na poltrona, ficou sentada na parte mais alta dela e Maria Helena ficou chupando-a enquanto levava as bombadas do Falcão.


Depois as duas saíram da poltrona, levaram o Falcão para o sofá. Ele sentou, Cinthia sentou no pau dele e Maria Helena ficou ao lado, tendo os seios chupados e os lábios beijados pela amiga enquanto cavalgava.

Foi uma farra boa. Claro que, em seguida, foram fazer o trabalho, motivo de estarem ali reunidos. Mas como não se vestiram... logo o trabalho ficou pra amanhã, porque trepar era muito melhor!