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segunda-feira, 2 de março de 2020

As férias loucas – 17


Décimo sétimo dia – quarta, dia 29 –

O penúltimo dia foi abrilhantado pela presença do massagista que encontrou Paulinha e Cecilia na lista. Paulinha foi a primeira.
Para surpresa do massagista, ela foi de calcinha de biquíni. Ele estranhou e perguntou se ela estava menstruada.
- Não... é que quero ver como você tira a calcinha de suas clientes...
Ele deu um sorriso. Creio que deve ter sido a primeira vez que ali naquela casa alguém aparecia com alguma peça de roupa...
Então ela deitou de bruços e ele começou a massagem. Pelos pés, pernas, aí chegou na bundinha dela e foi então que ele empurrou um pouco o corpo dela que ficou com a bundinha levantada, e ele tirou a calcinha, bem lentamente. Depois massageou e beijou-a. Sua língua já foi visitar a xotinha e Paulinha estremeceu. 

Muito revigorante esta massagem...

Ele continuou a massagem pelas costas, depois ela se virou. Ver aqueles dois peitinhos e a xotinha ali fez o massagista suspirar. Ele sabia que seria a última massagem nela. Então caprichou.
Cuidou especialmente dos peitinhos. Depois desceu pela barriguinha, chegou na xotinha. Outra massagem demorada ali. Nas pernas, em seguida. E Paulinha não conseguia mais parar quieta na maca.
Não teve vergonha de pedir:
- Põe a camisinha e vem pra cima de mim...
- Calma... estou terminando.
Depois que ele chegou aos pés e os massageou, ele tirou a roupa. Ela viu o pau dele já bem duro. Pegou a camisinha e fez o que ela tinha pedido. Deitou por cima dela, eles se beijaram.
- Me come, quero guardar essa trepada em minha mente pelo resto da minha vida!
Depois dos beijos foi a vez de ele dar uma chupada monumental nela que gemeu para não gritar!
Dedos enfiados e língua no grelinho... era demais!
- Tira a camisinha, quero te chupar também.
Ele tirou e ela fez um boquete também caprichado. Queria que ele se lembrasse sempre dela. Parou quando viu que ele já estava todo babado e soltando um principio de gozo. Tratou de colocar a camisinha nele de novo.
Ele a puxou para a beirada da maca e, em pé, meteu nela.
- Ahhhh... que delícia!!! Mete muito!
Ele meteu e meteu, ela já estava suando. Chamou-o para deitar na maca e o cavalgou. Pulou até gozar.
Feliz da vida, ela se despediu dele com alguns beijos, pegou a calcinha e foi pro quarto.

Ele ficou aguardando a Cecilia, que também queria uma despedida especial.
E ela chegou, toda sorridente, mas não viu o massagista. Imaginou que ele deveria estar fazendo alguma coisa e ficou esperando, e como ele demorava muito, ela, que estava louca de vontade de transar com ele, começou a se masturbar na maca.
Na verdade, o massagista estava se refazendo da bela trepada que dera com Paulinha. E quando ele chegou e a viu se masturbando, pirou!
E então começou a massagear a moça pelas costas. Tampou a bundinha dela com uma toalha, era muita tentação...
Das costas ele passou direto para as pernas. Ela ficou revoltada. Será que ele não iria fazer massagem no bumbum? Abriu um pouco as pernas para incentivá-lo, mas ele não tirou a toalha enquanto não terminou nas pernas e nos pés. Aí tirou e fez aquela massagem gostosa na bunda, no reguinho e chegando à xotinha que já pulsava de desejo.
- Uma pena que você está indo embora, Cecilia.
- Também acho... gostaria de ficar para sempre. Aliás, que tal isso? Nós dois casamos, você me ensina a massagear, e nós dois viremos sempre. Eu massageio os homens e você as mulheres.
- Nem pensar... imagina se eu vou querer minha esposa se oferecendo para cinco homens toda semana!
- Não pensei que você fosse tão careta assim... vem prá cá, massageia e come mulheres casadas!
Virou-se e ele começou a massagear os seios dela, a xotinha.
- Por que você acha que sou solteiro até hoje?
- Nem quero saber. Quero te chupar, dê aqui esse pinto gostoso!
E fez um boquete como sempre fazia, deixando-o totalmente duro e pronto para penetrá-la.
Falou com ele para deitar na maca e ficou ajoelhada entre as pernas dele.
- Vai me cavalgar?
- Primeiro tenho de terminar o boquete. 

Aquela foi a manhã das massagens especiais!

E continuou chupando o pau dele. Depois levou sua xotinha até a boca do massagista que lhe deu bela chupada. Então ela cavalgou. Pulou bastante e depois ficou de quatro e ele meteu até ela gozar.
- Quer saber? Quero mais...
- Pode ser lá atrás?
- Claro que é...
E ele comeu o cuzinho dela. Ela agradeceu bastante, beijou-o e foi embora.
Ele não tinha mais ninguém a massagear naquele dia. Foi embora.

O Murilo, muito curioso pelo que as garotas falavam do massagista, perguntou para a Paulinha o que tinha de tão especial.
- Murilo, não dá para te falar, terei de fazer em você para que fique bem entendido como gostamos da massagem dele. Vamos lá?
Levou-o até a sala da massagem e mandou que ele deitasse na maca.
- Vou te explicar fazendo o que ele faz com a gente, tá? É massagem mesmo, da boa!
Como ele estava de bruços, não viu que ela quase explodia de tanto rir. Como se fosse só massagem o que eles faziam naquela sala!
Mas ela fez direitinho, como o massagista fazia. Começou pelas costas, passou pela bunda, mas de leve, foi para as pernas e os pés. Depois voltou à bunda, abriu as pernas dele e fez a massagem que recebia, com as mãos passando no rego e chegando às bolas. Viu que ele estremeceu. Caprichou no períneo, eu já tinha falado com ela como era sensível aquela região.
Depois ela fez algo que o massagista nunca fizera. Untou bem o corpo do Murilo, deitou-se sobre ele e ficou esfregando os seios nas costas, na bunda.

Ele também quis... mas feita por ela!

Aí levantou, mandou ele virar, fez a massagem no peito e no pinto e repetiu a dose. Untou a frente dele, deitou-se por cima e ficou esfregando os seios e a xotinha nele.
Então pegou o pau dele e o chupou. Ele já estava entendendo porque elas gostavam tanto de massagem...
Sentou nele e o cavalgou. Ficou de quatro e deixou que ele comesse seu cuzinho.
- Entendeu agora por que a massagem é tão boa? Toda quarta feira é isso que acontece aqui...
- Estou pensando seriamente em me tornar massagista...

Enquanto as meninas se divertiam, fui procurar a madura. Encontro dos dois mais velhos do grupo, Kaplan e Lourdinha.
Encontrei-a no quarto. Sorriu ao me ver e já foi pegando em meu pau. E me chupando, claro que iria fazer isso antes de mais nada...

A madura dando pro maduro...sem cair do galho!

Depois foi minha vez de chupá-la e sem mais delongas, ela sentou em mim e começou a pular freneticamente. Foi uma sessão só de chupadas e cavalgadas, nada mais que isso. Mas quem disse que o prazer foi menor? De jeito algum, foi horas deliciosas que passamos juntos, sem pressa, sem correria, sem a agitação das pessoas mais jovens que estavam na casa.
Gozos ótimos, tanto dela quanto meu.
Ia sentir saudades dela, com certeza!

Cecilia e Paulinha estavam mesmo atacadas naquela manhã. Não é que logo depois da massagem, a Cecilia chamou a Denise para irem ao lago?
- Humm... vou achar delicioso transar com você dentro d’água...
- Eu também acharia, mas... não será só isso. O Orlando já foi pra lá.
- Ora... ménage no lago? Vai ser delicioso!  

Duas louras no lago para um taradinho...

E foram as duas, rindo, apressando o passo, pegando nas bundas uma da outra.
Em lá chegando, encontraram o Orlando esperando por elas. E nem se preocuparam em conversar, a Cecilia já foi pegando o cara de frente, dando-lhe beijos e pegando em seu pau, enquanto a mão direita dele virava-se para trás e sarrava a xotinha da Denise, que até se curvava de prazer.
E já a Cecilia começava o boquete nele, e Denise beijava a bunda dele, enfiava a mão entre as pernas e pegava em suas bolas e a Cecilia não parava de chupar o cacetão...
E só ouvindo o barulho da água e o canto dos pássaros... beleza de cena!
Denise levantou e ficou beijando-o, os seios dela foram apalpados e beijados por ele e a Cecilia não parava de chupar.
A própria Denise se ocupava de sua xotinha, já que as mãos do Orlando estavam passeando pelos seios e pela bunda dela.
Cecilia entendeu que Denise também queria chupar o rapaz e deixou, mas ele fez diferente. Segurou uma das pernas da Cecilia, levantando-a e metendo nela. E de vez em quando tirava o pau que Denise então chupava, sentindo o gosto da xotinha da Cecilia.
Ele parou de comer a Cecilia e foi meter na Denise, em pé mesmo, ela só se curvou e ele meteu. E Cecilia foi então beijar os seios da Denise, mamar neles, alisar o corpo dela por inteiro e ela gemendo com as estocadas do Orlando... que farra!
Opa! Lá foi o cuzinho da Denise sendo penetrado por ele... e quem disse que Cecilia não iria querer também? Dia de glória pro Orlando, comer dois cuzinhos.
Foram nadar no lago, com mais pegadas em pau, em seios, em xotinhas.
Realmente, elas iriam ficar com muita saudade daquelas férias!

Eles só não sabiam que atrapalharam a Margareth e o Gustavo, que tinham planejado uma boa trepada no lago, mas quando chegaram perto e viram os três, recuaram e foram trepar no mato mesmo.
Acharam uma pequena clareira, estenderam uma toalha, ela sentou, ele ficou em pé e ela entendeu o que ele desejava em primeiro lugar: ser chupado por aquela boca ávida que ele já tinha experimentado e queria ainda uma vez antes de ir embora. 

Se o lago está ocupado, o mato serve!
Ela não se negou, fez um boquete muito demorado nele, primeiro com ele em pé, depois ele deitou e ela continuou, o pau todo babado, fácil de entrar... e entrou na xotinha dela que fez questão de cavalgar o rapaz mais jovem, dono do pau dos mais resistentes daquele grupo.

Cavalgou, ficou de quatro, deu de ladinho.
E chupou-o de novo até ele gozar e ela beber tudo, também queria guardar boas lembranças daquele rapaz!

E por incrível que pareça, depois das duas trepadas, Paulinha foi para a sala, para ler um pouco. 

Ler desse jeito... levanta qualquer pau!
 Estava lá, tranquilamente, feliz pelo que já tinha feito... quando foi surpreendida pelo Giovani, que trazia um pequeno embrulho para ela. Um presente de despedida! Ela o beijou em agradecimento, ficaram abraçados e ela sentiu algo duro a tocando. Nem ela acreditou que ficou com vontade de dar uma terceira trepada naquela manhã. Mas aconteceu!
Não demorou muito para que ele desse uma chupada na xotinha dela, que amoleceu toda e encarou, fez um boquete nele e depois se pôs de quatro no sofá. Ele ajoelhou atrás dela e enfiou a vara, metendo com muito vigor e levando-a a gemer mais um pouco naquela manhã.
Cavalgou-o e depois deu o cuzinho de novo.
Foi para o quarto, me encontrou lá e comentou que ia chegar toda arregaçada em casa...

O almoço foi bem frugal. A pedidos, a Lourdinha e a Marga fizeram uma macarronada. Já tínhamos experimentado antes e sabíamos ser deliciosa. 

O avental tesou muito...
... e um cara nu comendo macarrão... também!




















Denise foi ajudá-las e aí foi um espetáculo à parte, aquele avental... que vontade de esquecer o macarrão e comer a cozinheira! E depois da macarronada pronta, lá veio o Murilo encantar as garotas, comendo em pé.
Pronto... todo mundo já no maior frenesi, mas, como sempre, primeiro nos refestelamos nos sofás, dando um tempinho pra digestão ser feita e depois é que cada um foi tomar seu rumo.
Eu, Cecilia, Orlando, Murilo ficamos na piscina. Denise também, mas logo ela saiu. Havia música e Cecilia dançava e caprichava na dança, bem sensual, o que levou o Murilo a pegá-la de jeito.
Danou-se... Lá veio o Orlando querendo me pegar. Eu não tive como fugir. O cara já foi chegando e chupando meu pau. Claro que ele ficou duro, ele deu um largo sorriso e me mostrou que o dele também estava. Entendi. Tive de chupar o distinto também. Tudo na piscina, quem passasse por ali veria tudo que rolava.
Procurei nem olhar para ver se havia alguém, mas tinha esquecido que a Cecilia e o Murilo estavam se pegando do outro lado. Deveriam estar vendo e se divertindo... safados! 

E mais uma vez ele me pegou de jeito...

Aí o Orlando ficou de quatro em cima da espreguiçadeira e lá fui eu meter. Meti, bombei com força, porque sabia que depois ele viria pra cima de mim. Era uma coisa impressionante como o pau dele ficava duríssimo, ele fazia questão que eu pegasse enquanto metia. Era um pedaço de ferro que eu segurava, coisa de doido!
E depois ele quis que eu o cavalgasse. Dando o rabo cavalgando... dei, podia ser diferente?

Como eu tinha dito, Cecilia havia ficado dançando no gramado que rodeava a piscina. Ela sabia dançar e fez questão de fazer uma dança mais que sensual. Queria mesmo atrair alguém e antes que eu me candidatasse, o Murilo chegou, elogiando.

- Você dança muito bem, Cecilia... é uma artista!
- Obrigada... adoro dançar mesmo!
- E sentar na toalha, você gosta?
- Humm... estou sentindo que alguém quer fazer alguma coisa bem indecente?
- Acertou...
- Então vou sentar.

Sentou com as pernas abertas. Era o que ele queria. Deitou-se na toalha e foi com a língua apreciar o gosto da xotinha dela, ali, toda oferecida. Deu-lhe uma boa chupada. E ela gosta muito de ser chupada, sempre o corpo dela todo se manifesta quando tem uma língua adentrando a xotinha. Ela treme, arrepia... é algo divino!
E depois de quase estrebuchar, ela fez questão de chupar o pau dele. Não sem antes elogiar a chupada que recebera, que ela classificou como a melhor de todas daquela temporada.
E a chupada dela foi como a tia Meg tinha ensinado: 

Depois de chupar...cavalgar!

- Nada de ficar só colocando o pau na boca e ficar fazendo vai e vem. Isso é só pra começar. Tem de cuidar do pau inteiro, tem de Lamber o tronco todo, tem de engolir as bolas, e sempre voltando à chupada. Tem de passar a mão no períneo, que é muito sensível, deixa o homem alucinado, e se ele gostar, enquanto chupa, faz um fio-terra nele. Tem homem que não gosta, mas a maioria adora.

Ela fez tudo como aprendera. E depois cavalgou o Murilo e deu aquele gritinho que ela sempre dava quando gozava, feliz da vida!

Denise, que estivera na piscina, entrou na casa. Quando perguntei a ela o que tinha feito, ela me disse que tinha ido ao quarto do Giovani.
- Cheguei lá, porta aberta como sempre e achei curioso, ele estava arrumando as roupas no armário.
Perguntei a razão, me pareceu tão estranho para quem só andava nu...
Ele me disse que estava sem nada pra fazer, então resolveu dar uma arrumada.
Aí eu disse que poderia arrumar uma coisa pra ele fazer. Ele entendeu, me deu um sorriso e rolamos na cama!
Sentei de frente pra ele e fiquei passando a mão na minha xota, mostrando que ela estava à disposição dele.
Ele não perdoou minha ousadia. Me fez deitar, levantou uma perna minha e enfiou o pau, metendo bastante, adorei as metidas dele! Depois me colocou de quatro e de novo, me penetrou com vigor.
Aí me fez cavalgá-lo. Sentei nele, de frente, encostei meus seios na boca dele, mamou e eu pulando sem parar.
Como sempre, foi muito gostosa a transa com ele. Nem preciso dizer que gozei legal! E ele gozou na minha barriga...  

Gozo na barriga não era muito comum...

Me ajuda a limpar, ajuda?
Levei-a ao banheiro e lhe dei um banho bem gostoso. Voltou limpinha, e prontinha para o que acontecesse à noite!


E Paulinha, imagine só, ficou procurando alguém e o único disponível era justamente o Gustavo, com quem ela tinha transado na parte da manhã.

- Ele estava ouvindo música, no quarto. Perguntei se podia ficar ali, ouvindo também, ele concordou, então ficamos os dois na cama, bem encostadinhos, e a música tocando, a gente comentando sobre cantores e bandas que gostávamos... e aí sai um beijo, mais um, e eu já fui pondo a mão no pau dele, ele pegou nos meus peitinhos... precisava de mais nada!
- Você quer? – ele perguntou... imagina se precisava perguntar isso! Nem respondi, fui chupar o pau dele, acho que foi a resposta melhor que eu poderia dar. Mas no meio da chupada eu senti que talvez ele não quisesse, afinal tínhamos transado hoje. Então fiquei só no boquete. Mas ele acabou entusiasmando, me chupou também e trepamos. Cavalgada, pra variar um pouco. Hihihi
Foi legal, mas a da manhã tinha sido melhor...

Depois de toda essa farra, à noite o sexo continuou rolando solto.
Noite estrelada, muito calor, e Denise resolveu ficar na piscina, onde o Orlando a encontrou.

- O que essa linda loura está fazendo aqui?
- Se eu falasse que estava te esperando, você acreditaria?
- Nunca. Inventa outra!
Rindo, já sabendo que ia rolar, ela voltou ao diálogo:  

De noite, na piscina, ele a encontrou... comeu!

- Muito bem. Vejamos, então. Estava à espera de duas mãos, não importa se masculinas ou femininas, que viessem me fazer um agrado, uma massagem, quem sabe?
- Aí eu acredito e tanto acredito que te ofereço minhas humildes mãos.
Ela, sempre rindo, ficou deitada de bruços e ele começou a fazer uma massagem, mas não saiu da bunda!
Quando ela viu que de massagem só ia ter aquilo, resolveu ir em frente. Virou, ficou deitada de costas, mandou ele deitar ao seu lado, e pegou no pau dele e ficou “massageando-o”, o que lhe garantiu ter a mão do Orlando em sua xotinha.
Resolveram tomar um banho, foram para o chuveiro e lá se pegaram pra valer. Ele passava a mão na xotinha, no rabinho, ela pegava no pau dele, chupou... trocaram beijos e mais beijos, mas não transaram ali. Saíram, se enxugaram e foram para o quarto dele. A cama os esperava e lá rolou um boquete demorado.

- Vou sentir saudade desses paus maravilhosos que conheci aqui. O seu, então, é uma delícia!
 Poderia ficar chupando a tarde toda!
- Pois fique, o que te impede?
- Não me tente... aliás, mesmo se tentar eu não vou fazer isso, porque gosto dele dentro de mim também.
- Está demorando para colocá-lo onde você quer!
Era sempre divertido transar com o Orlando.
Aproveitou que ele estava deitado e sentou no pau dele, cavalgando-o, gemendo e tendo seus seios acariciados sem parar por ele. E depois foi de ladinho, ele metendo vigorosamente e ela gemendo sem parar. E pensando a que horas ele iria colocá-la de quatro para traçar o cuzinho... não demorou nada!

Margareth e Cecilia estavam tomando vinho no sofá. Penso que estavam criando o clima para uns amassos bem gostosos. De fato estavam, mas o Murilo apareceu e vendo as duas e pegando, não teve dúvidas: entrou na jogada!
Sentou no meio das duas que não se incomodaram de ser interrompidas. Atacaram o rapaz com unhas e dentes... e brincavam elas também entre si enquanto cuidavam do moço. Assim, enquanto a Margareth enchia-o de beijos, a Cecilia acariciava a amiga, e depois, com Margareth de quatro, Murilo passava o corpo por cima dela e beijava a Cecilia, e não demorou para as duas começarem a chupar-lhe o pau, que endureceu totalmente e ficou à disposição delas.
E elas chupavam juntas, o que significa que trocavam beijos em cima da cabeça do pau dele, lambiam o tronco e quando as línguas chegavam à cabeça, mais beijos elas se davam e o pau dele até pulava de tanta emoção!  

Teve menage também... era despedida!

Cecilia, como sempre, foi a primeira a sentar no pau dele e cavalgar, deixando Margareth livre para sentar com a xotinha na boca do Murilo e ser lambida e chupada. Depois foi a vez de Margareth cavalgar e ser beijada pela Cecilia.
Aí ele colocou as duas de quatro,uma ao lado da outra e meteu muito nas duas, quando as viu até cansadas de tanto receberem as metidas... comeu o cu das duas.
- Não me levem a mal, garotas, hoje é praticamente o último dia, eu tinha que aproveitar... e sei que vocês aproveitaram também!

Paulinha estava meio triste e foi para o quarto, arrumou as coisas dela, colocou na mochila e ficou na cama pensando em tudo que tinha acontecido naquela casa de sexo.
Eis que o Giovani a procura.  

Pode voltar sempre...

- Tá tristinha por que vai embora?
- É, é sim... nunca pensei em viver o que vivi aqui e sei que vou ficar com muita saudade!
- Pois saiba que as portas estarão sempre abertas, é só nos comunicar com antecedência.
- Me dá um beijo?
- Quantos você quiser!

E ele a beijou e ela o beijou e rolaram na cama. E logo ele estava por cima dela, beijando-a, mamando nos peitinhos, lambendo a xotinha e ela só corcoveando de prazer. Ele levantou as duas pernas dela e, ajoelhado à sua frente, deu-lhe uma chupada homérica, que a fez gemer compulsivamente.
Ela pegou o pau dele, chupou e pediu que ele a comesse.
- Eu sei que você gosta muito de ficar por cima... então fique!
Ela sorriu, ele já tinha aprendido tudo sobre ela!
Sentou nele e o cavalgou gostosamente. Com o corpo curvado, para deixar os peitinhos serem mamados enquanto ela pulava.
Depois foi de ladinho. Ela gostava muito também. E de cachorrinho. Chupou-o de novo, deixou o pau dele todo melado e deu o cuzinho.
- Quero levar seu gozo comigo...
E ele gozou dentro do cuzinho dela.
- Agora sai, Giovani... acho que vou chorar um pouco...

Enquanto isso, na piscina rolava também. A Lourdinha estava lá, nadando, aproveitando que a água ainda estava bem morna, por conta do sol que brilhara o dia inteiro. 

Nadar e trepar à noite... tudo tem seu lugar!

Nem precisou Gustavo dizer que estava a fim. Ela sabia! Por isso saiu da água, deitou-se na beirada da piscina, iluminada pelas lâmpadas e levantou a perna direita, deixando sua xotinha bem à vista e insinuando o que ele deveria fazer. Como bom entendedor, ele apenas se ajoelhou entre as pernas dela e deu-lhe aquela chupada que fez com que ela revirasse os olhos. Dali ele avançou aos seios e sua mão ficou na xotinha. Mamando e dedando, ele fez Lourdinha gemer e se entregar totalmente a ele. Ela via o pau dele bem duro à sua frente, não resistiu, fez um boquete que agradou bastante o rapaz.
Depois ela ficou na posição de frango assado para ser penetrada e receber as bombadas firmes dele. Que a levaram ao gozo, gostoso, com vontade de pedir bis. Mas a noite já ia adiantada e eles entraram indo cada um para seu quarto.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

As férias loucas – 14


Décimo quarto dia – domingo, dia 26 – 

Lourdinha foi a primeira a acordar, mas não pra fazer o café, como fazia todos os dias. O violeiro já estava lá esperando por ela. Balançava o pau, todo oferecido. Ela não teve outro jeito senão ir com ele. Como já comentei, ela estava acostumada. Ela e a Margareth eram as que nunca reclamavam, acho que por transarem com ele toda semana, já haviam se acostumado.
E foi na cozinha mesmo que aconteceu. 

Canta, violeiro, canta!!!
Vendo o pau dele já quase chegando no ponto, ela ajudou, ajoelhando na frente dele e fazendo um boquete. Ereto, totalmente ereto.
Ele a comeu primeiro colocando-a de quatro, no chão mesmo, e depois ele deitou para ela cavalgá-lo. Depois de muito pular, ela saiu, sorriu para ele, fez outro boquete que terminou com o gozo dele em sua boca.

- Muito bem, seu moço, já me deu seu leite, agora deixa eu fazer o café para a turma.
- Quem está faltando?
- A Margareth e a Paulinha.
- Apesar de a Margareth me aguentar melhor, vou comer a moreninha.
- Vai com cuidado, ela é magrinha...
- Bom mesmo é você com essa bundinha gostosa e macia...
- Sai pra lá... vai procurar a moça. Melhor, espera o café ficar pronto, vou chamar a turma e depois do café você a leva.
- Boa ideia.

E assim aconteceu. O sino tocou chamando pro café e logo todos estavam lá. Paulinha estremeceu vendo o violeiro olhar para ela. Sabia que seria a próxima.
Café tomado, cada um foi para seu canto, e o violeiro pegou Paulinha na sala mesmo, no sofá.
Coitada, eu vi a carinha de dor dela quando ele enfiou o trabuco. De ladinho, e depois a colocou para cavalgar. Ela pulou alguns minutos e levantou. Ele percebeu que não iria conseguir muito mais coisa com ela e a dispensou. Ela correu para o quarto.
E ele foi procurar a Margareth. Orlando falou que ela estava na hidro e ele se dirigiu para lá balançando aquela pica enorme.
Ela me contou depois:  

No banho, na hidro, em todo lugar!
- Eu estava lá, tranquila, tomando uma massagem na hidro quando ele entrou e já foi me mostrando o pau. Sabia o que ele queria e fiz, um boquete, como sempre, sem conseguir colocar tudo na boca. Definitivamente eu não tenho uma garganta profunda...
E ele me traçou do jeito de sempre. Me pôs de quatro, depois cavalguei, de quatro novamente e aí ele me deu o pau para eu chupar... e ele gozar na minha boca! Sabe que estou ficando entediada com ele? Nunca varia, não dá uma chupada na gente... é só meter, meter... mas temos de aguentar, quem mandou chamá-lo a primeira vez, né?

Paulinha tinha corrido para o quarto e vi que Cecilia foi atrás dela. Na certa precisavam conversar sobre a trepada com o violeiro.
Resolvi dar uma força e me dirigi ao quarto. Encontrei as duas na cama, juntinhas, e pararam de falar quando eu entrei. 

Uma consolava a outra...
 - Mais uma experiência dolorosa, Paulinha?
- É, tio... não adianta. O pau deste cara é descomunal, eu não consigo achar graça, a Cecilia gosta, ela é doida!
- Não é que eu goste profundamente, Paula... mas eu relaxo e curto da melhor maneira possível. Não é de todo ruim não.
- Não me convenceu. Olha só o pau do tio, que graça! Isso sim dá prazer. Chi... olha lá, tá ficando duro.
- Ah, tio, para com isso... se não parar vou te fazer um boquete.
- Por favor...

Aí as duas esqueceram do violeiro e me pegaram de jeito.
Cecilia me puxou pra cima da cama, deitou ao meu lado, pegando em meu pau, me deu uns beijos e depois foi fazer o boquete. Como chupou gostoso!
Olhei para a Paulinha. Parece que tinha esquecido do violeiro mesmo, porque nos observava e sua mão percorria sua xotinha, indício claro que estava se excitando vendo a prima me chupar.
Da chupada, Cecilia passou para a cavalgada e aí que Paulinha ficou excitada mesmo. Criou coragem, e começou a me beijar e a me dar os peitinhos para eu mamar gostoso neles.

Quando Cecilia ficou de quatro para eu meter, Paulinha levou sua xotinha à boca da prima que não regateou, deu boas lambidas nela.
Em outros tempos, Paulinha já teria expulsado a prima para sentar também em meu pau, mas eu desconfiei que não iria come-la, ela devia estar ainda bem dolorida da transa anterior. Então continuei metendo na Cecilia até ela gozar.
Ficamos os três na cama, conversando, eis que Denise chega, com o cabelo todo desalinhado. Começamos a rir e Cecilia foi a primeira a comentar que ela deveria ter feito algo de muito bom!

- Confesso, fiz mesmo. Acabei de descobrir que mesmo sendo professora, recebi uma aula de bom sexo como há tempos não recebia! E o culpado foi o rapaz que você trouxe, Paulinha, o Gustavo.
Estava eu, calmamente, na piscina, passando protetor e pensando em tomar um pouco de sol quando ele apareceu e começou a puxar conversa. Como não tirava a mão do pau, desconfiei que ele estava a fim de transar comigo, mas fiquei enrolando, falando de coisas banais, queria ver ele me seduzir.
E começou ajoelhando ao meu lado e passando protetor nas minhas costas. Nem preciso dizer que recebi uma quantidade imensa de protetor na bunda, que ele não parava de tocar, apertar... estava gostoso, não nego. Deixei rolar e logo ele estava abrindo minhas pernas e passando a mão nas zonas perigosas...
Não resisti quando virei e vi o pau dele durão. Fiz um boquete que o animou a me chamar para o quarto. Afinal, a Margareth também estava lá tomando sol. 

A professora aprendeu tanto!!
E aí aconteceu de tudo: de ladinho, frango assado, de frente, de quatro, cavalgando, 69, espanhola, eu já estava suando, tinha gozado e ele não parava e ainda me fez beber o esperma dele.
Entenderam porque meus cabelos estão assim?
Preciso tomar um banho e me arrumar, acho que vou transar mais algumas vezes hoje...

- Margareth estava com quem?
- Com o Murilo. Não sei se ainda transam, fiquei muito tempo no quarto do Gustavo.
Olhamos pela janela e não vimos ninguém na piscina. Das duas, uma: ou já tinham terminado ou tinham saído para outro ambiente. Ela iria me contar. E não demorou nem 10 minutos para ela chegar e me colocar a par do que rolara.

- Eu e a Denise estávamos querendo nadar e tomar sol. Mas aqui é impossível, sempre aparece alguém para atrapalhar.
- Não recrimine. Você também já fez isso comigo!
- É verdade. Não estou recriminando não, porque sempre rola algo interessante.
- Mas me conta.
- Olha, depois que a Denise saiu com o Gustavo, eu fui nadar um pouco. 

Ela só queria nadar....

E estava no meio da piscina, feliz da vida, quando o Murilo chegou e me chamou. Saí, ele sentou na espreguiçadeira e me puxou, fiquei no colo dele e a gente se beijou muito. Ele beija muito bem, gosto muito. Daí fiquei brincando com o pau dele que endureceu, claro e ficou pronto para ser chupado. Foi o que eu fiz. Chupei, chupei e chupei. Muito bom!
Daí ele levantou, me colocou sentada na espreguiçadeira, ajoelhou entre minhas pernas e me deu aquela chupada! Ele viu que eu tinha gostado muito e aí deitou ao meu lado, mas atrás de mim e meteu. Dando de ladinho na espreguiçadeira... acontece de tudo nessa casa!
Depois ele me colocou de quatro e enfiou a vara em mim novamente. E como ele já sabe que gosto de cavalgar, deitou-se no chão e lá fui eu bancar a amazona, pulando bastante até conseguir meu gozo. E como ele continuava ereto, lá fui eu chupar de novo até ele gozar em minha boca. Não deixa de ser um bom aperitivo para o almoço!
E por falar em almoço, cadê a Lourdinha?
- Não sei, não a vi.
- Então deixa eu ir adiantar as coisas na cozinha. Me ajuda?
- Claro!

Fomos à cozinha e enquanto ela via o que tinha para ser feito, fui lavando as verduras, os tomates, ralando as cenouras, cortando as beterrabas. A salada estava pronta quando a Lourdinha chegou, com a cara vermelha.

- Oi, gente... não me levem a mal. Achei que hoje cedo seria só o violeiro, mas adivinha quem me pegou agorinha? Meu marido! Coisa mais inexplicável!

Ante as gargalhadas minhas e da Margareth, ela riu também e contou que tinha ido ao pomar (que ficava um pouco afastado da casa, no vasto quintal) para ver se já tinha alguma fruta madura para fazer uma sobremesa. 

O que você foi fazer no mato?
- Aí me aparece o senhor Giovani, cheio de maus pensamentos, me abraça, me beija, me toca, me deixa acesa. E como ele e eu trepamos muito pouco quando a casa está cheia, bem entendido, eu com ele, porque ambos trepamos o dia inteiro mas com vocês.
E ele me colocou deitada no chão, e veio por cima de mim, me chupou, enfiou a piroca e fizemos um belo papai e mamãe.
Foi lindo, demorado, gostoso, me deu um gozo fantástico e ele também gozou e ficamos deitados lá, batendo papo sobre esses dias magníficos que estamos tendo. Perdi a noção da hora e quando dei por mim, vim correndo, ainda tive de tomar uma chuveirada para tirar os capins e terra do meu corpo. Ainda bem que vocês começaram. Que gracinha, Kaplan, já fez a salada toda... vou te agradecer de um jeito especial hoje à tarde. Vamos aproveitar o sol e fazer um picnic na beira do lago, é lá que vou te agradecer!

Margareth sorriu e comentou, brincando:

- Ê, Kaplan... já tem pra hoje à tarde! Eu? Pobre de mim, não faço a menor ideia de quem será o felizardo que vai me pegar...

­Ganhou um tapinha na bunda. Merecido!

O que fora planejado era exatamente um picnic às margens do lago. Não me recordo se já tinha falado para os leitores e leitoras que as margens do lago tinham uma certa estrutura, no sentido de que havia mesas e bancos de madeira, que foram devidamente ocupados por guloseimas e bebidas.
Todos foram e passamos uma tarde muito agradável. Trepadas aconteceram, óbvio, mas não foi apenas sexo que aconteceu lá. Muitas conversas, episódios de nossas vidas ficaram conhecidos, o que reforçou os laços de amizade e afinidade que tínhamos.
E muitas brincadeiras, tinham levado um gravador e assim a tarde teve boa música. Danças aconteceram, fizemos um “trenzinho” dançando, sem preconceito se atrás de você tinha homem ou  mulher: todos se encoxavam, paus endureciam, boquetes eram feitos. 

boquetes...
... conversa...

Dança...








Até uma bola tinha sido levada e alguns ficaram rebatendo. Era uma delícia a gente vendo os seios das meninas pulando e descendo e elas vendo nossos paus fazendo os mesmos movimentos. Muito riso, muita alegria.  

Que beleza isso...

Trepadas? Sim, claro, a primeira foi do Gustavo pegando a Margareth. As brincadeiras deixaram o rapaz com o pau duro o tempo todo e ele precisou dar um jeito naquilo. Pegou a Margareth de jeito, e ela só fez curvar o corpo e sentir o pau dele entrando. E todo mundo assistindo, rindo, e os paus endurecendo e as mãos das meninas procurando as xotinhas. O clima era propício. Nem preciso dizer que o Orlando pegou a Cecilia para brincarem um pouco, o que ela gostou muito, principalmente porque ele deitou para ela cavalgá-lo e ela fez que nem nos filmes de farwest. Com um laço imaginário na mão, gritava “Aiô, Silver!” e pulava freneticamente.

Aproveitando que todos se distraiam com os trepadores, a Lourdinha veio me dar o presente prometido.
Ajoelhou na minha frente e me fez um boquete muito gostoso. E mostrando que conhecia os problemas de deitar no chão, pegou uma toalha e estendeu, deitando-se, e eu me deitei ao lado dela, dei-lhe uma mamada demorada enquanto minha mão percorria sua xotinha. Que, em seguida, foi devidamente penetrada. De ladinho, de quatro, ela se esmerou em me dar o maior prazer possível e eu também me segurei o máximo para que ela tivesse um gozo daqueles que deixam lembrança. 

Isso foi o presente que ganhei...

Quando terminamos, olhamos e vimos que todos estavam devidamente ocupados. O Gustavo continuava metendo na Margareth, o Orlando e a Cecilia faziam um 69, a Paulinha masturbava  Murilo, e o Giovani e a Denise estavam trepando dentro d’água.
Mais música, mais dança, o tempo passava e a animação não diminuía.
Contamos piadas, causos e mais causos, alguns divertidíssimos. Comemos tudo que tinha sido levado e bebemos tudo que tinha sido levado.

Vi Cecilia cochichando com Murilo e Gustavo e logo fiquei sabendo o que era. Ela queria uma DP e eles tiveram o maior prazer em fazer com ela.
Denise e Paulinha dançavam agarradinhas, se beijando, para deleite de todos.
Infelizmente a tarde caiu e tivemos de voltar à casa. Gostosamente, elas nos guiaram, puxando-nos pelos paus. Que criaturas mais deliciosas eram elas!

Ninguém pensou em lanche aquela noite. E nem brincadeiras existiam mais, a não ser que repetíssemos alguma. Ninguém quis.
Então ficamos, depois de todos tomarmos banhos, ficamos na sala, nos dois sofás. Me pediram para contar mais alguma aventura da Meg. Acabei contando uma, daquelas que parecem mentira, mas é verdade.

- Bem, gente, vou dizer a vocês que os vizinhos que tivemos, nos diversos edifícios em que moramos, foram homens muito felizes. Se a Meg se encantasse com um, podia saber que ele seria traçado, custasse o que custasse.
Evidente, que, depois de conseguir a primeira vez... os vizinhos se deleitavam. Foram muitos e centenas as trepadas dela com vizinhos. Cada qual mais divertida do que a outra. Mas a que vou contar a vocês me pareceu sempre a mais interessante.
Era um vizinho novo, cujo nome não interessa. Mas era um belo tipo de homem e ela ficou encantada quando o conheceu e foi logo me confessando que precisava, precisava urgentemente conhecê-lo na sua integridade. Eu ri, sabia o que aquilo significava: ela queria o cara!
Mas ele não era de dar muita bola não. E ela ficando cada vez mais desesperada. E aí, como dizem, a sorte ajuda os amantes.
Eis que ela chega no edifício e cai uma chuva torrencial. Espera o elevador e quem mais chega? Ele, o tal.
Subiram os dois, após aqueles cumprimentos frios de boa tarde, o elevador começa a subir e ouve-se um estrondo. Um raio atingiu um transformador e a energia acabou. E o elevador parou. Ela se assustou, era a primeira vez que acontecia isso.
Logo, vieram me avisar que ela estava gritando uns dois andares abaixo. Fui até lá, falei que devia ter sido por causa do transformador mas o síndico já tinha avisado a empresa que fazia a manutenção dos elevadores e eles perguntaram sobre a urgência, pois tinham de atender inúmeros casos semelhantes. Perguntei se ela estava sozinha, ela me disse que não, estava com o tal vizinho. Transmiti ao síndico que falou com a empresa e eles disseram que havia casos mais urgentes, de crianças presas, de pessoas idosas e que, provavelmente, só poderiam estar no nosso prédio em duas horas ou mais.  
Então transmiti isso a ela e pedi que ficasse calma, iria demorar um pouco. Voltei para meu apartamento já pensando que ela iria aproveitar. E não deu outra. Depois que o elevador voltou a funcionar, ela chegou ao apartamento com aquela cara de alegria, de satisfação do dever cumprido.
Me contou tudo. Das conversas dos dois inicialmente, falando do problema, e depois ela  começou a seduzir o vizinho, falando que estava muito quente ali. E abriu a blusa, e como nunca usava sutiã, o vizinho viu os seios dela quase totalmente. 

Fazia muito calor no elevador estragado...

E ela viu que a calça dele se movimentava bastante numa determinada região.
Bastou um sorriso para ele entender. Alegou que estava mesmo com muito calor, tirou a calça e mostrou o pau a ela que tratou de fazer um boquete. E os boquetes dela eram sensacionais. Ganhou uma chupada também e depois só se inclinou para receber a piroca dele. E não deixaria escapar a oportunidade de fazer tudo que sabia para ganhar o vizinho de uma vez por todas. Cavalgou-o, deixou ele comer seu cuzinho. Tudo isso com tempo, pois os técnicos demoraram duas horas e quarenta minutos para chegar e colocar o elevador funcionando.
Nem preciso dizer que depois dessa, toda chance que aparecia eles agarravam freneticamente!

Contar aquele caso acendeu a todos. Orlando e Lourdinha se engalfinharam num dos sofá, Cecilia e Gustavo no outro, Denise foi pro quintal com o Giovani, Margareth pegou o Murilo e Paulinha veio ter comigo, comentando que não sabia daquele caso.

O legal do Orlando e da Lourdinha ficarem transando no sofá era que os dois moravam ali, e deviam trepar muito, mas o tesão deles continuava a mil, quando a casa estava cheia. E não se incomodavam se alguém ia ver. Aliás, ali ninguém se incomodava com isso. 

Donos da casa transam no sofá...

Como sempre, ele gostava de ter seu pau chupado. E ela sabia disso, foi logo pegando nele e fazendo um boquete, como ela sabia e como ele gostava. Engolia, lambia, punha as bocas na boca, lambia o períneo até chegar no cu, ele estremeceu todo e, mais que depressa colocou-a de quatro no sofá e mandou ver. Enfiou e bombou e ela o provocava dizendo que precisava colocar mais energia, ele retrucava que ia acabar com ela, ela ria sem ele ver, porque sabia que ele daria tudo de si para agradá-la.
Ele tirava o pau, batia com ele nas nádegas dela. Ela acabou virando o corpo, ficando deitada de costas e ele não perdoou, meteu de novo. E tome bombadas, que ela até fechava os olhos de tanto prazer que sentia!
Não faltaram também a cavalgada dela e o gran finale, ele comendo o cu da amiga. Gostava mesmo!

Um pouco mais discretos, Giovani e Denise foram para o quintal, estenderam uma toalha na grama e se deitaram, falando algumas coisas que só eles escutavam. 

No quintal também era muito bom!

E ela já foi pegando no pau dele e chupando. Mas creio que foi só para endurecer bem, porque logo foi sentando nele e cavalgando. Depois ficou passando a mão no corpo dele, nas coxas, no pau, fez um fio terra porque sabia que ele gostava, ele pegava nos seios dela e ela os levou até sua boca para ele mamar. Depois ela voltou a pegar no pau dele, conferiu a dureza e tornou a sentar.
Depois da nova cavalgada, fizeram um 69 e aí deu para ouvir os gemidos dela.
Passo seguinte, ela de quatro e ele, ajoelhado, metendo sem dó nem piedade. Sacudia o corpo dela por inteiro.
E quando parou, ela fez novo boquete, tornou a ficar de quatro e eu tive a certeza, depois confirmada por ela, que ela deu o cuzinho a ele. Era outro fanático por cus...

Sem discrição alguma, Cecilia e Gustavo estavam no outro sofá se pegando pra valer.
Ela já sentou direto no pau dele que estava sempre a postos, para cavalgar. Ela de costas pra ele, porque assim podia ver o que se passava no outro sofá. Acho que estava doida por um ménage e se o Orlando acabasse logo, com certeza o chamaria.
Depois de muito cavalgar é que ela foi fazer boquete nele e ele chupar a xotinha dela.
Ali não teve anal, mas gozo na boca sim.
Como Orlando e Lourdinha ainda continuavam, ela e Gustavo foram para seus quartos.

Curiosa, Paulinha foi ter comigo no quarto.
­- Tio, não conhecia essa história do elevador não. Tia Meg era realmente um espanto!
- E você está me saindo uma segunda Meg, sabia?
- Quem me dera! Estou longe disso!
- Mas eu acho que você não veio aqui para falar da Meg, certo?
- Claro que não!

E foi me dando uns beijos bem deliciosos, que retribui dando-lhe uma bela de uma chupada, molhando sua xotinha toda.
- Enfia um dedo, enfia...
Como não atender um pedido desses, quase suspirado... enfiei um dedo, fiquei fazendo movimentos de vai e vem, só observando-a de olhos fechados, quase mordendo os lábios.
Ganhei uma chupada em seguida. Que me fez lembrar de algumas da Meg... ela aprendeu direitinho com a tia! 

A sobrinha que mais parecia com a tia... gostosas!!!

Ficou de quatro e a comi. E é claro que ela iria me cavalgar. Imagina se não faria isso!
Fez, cavalgou, gozou, me chupou e gozei em sua boca. Ela lambeu os lábios, feliz da vida. Deitou e dormiu! Gustavo veio procurar por ela, vendo que dormia, deu boa noite e saiu.

Foi no quarto que Margareth e Murilo também se encontraram para um belo divertimento.
Que começou com ele mamando nos belos seios da morena e recebendo uma excelente chupada, que ele retribuiu chupando gostosamente a xotinha dela.
E aí meteu, com ela ajoelhada na cama, com a bunda bem perto do final do colchão e ele em pé mandando lenha.
Também teve cavalgada e anal.
Estavam no quarto dela e dormiram juntos. Não se preocupou em saber onde Orlando iria dormir. Em algum lugar da casa ele estaria e bem acompanhado!