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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Uma bela festa na republica

 Tempos de estudante... bons tempos!

(escrito por Kaplan)      

 

O que pode acontecer quando três caras se reúnem com três gatas, com muita cerveja, caipirinha... isso numa sala tranquila, onde ninguém pode perturbar?

Tudo!

Tudo pode acontecer!

Depois de umas dez garrafas já esvaziadas, alguns litros de caipirinha também, colocam música e começam a dançar. E os pares já estavam mais ou menos definidos. Adauto e Sabrina, Wilson e Anísia, Vitorino e Berenice. E ao dançarem, já começavam a se esfregar, os rapazes começam a tirar as blusas, as meninas riem, sabendo que logo estão todos pelados.

E não apenas eles ficaram pelados, porque é claro que não as deixariam vestidas, então eles foram arrancando as roupas das parceiras até que todos estivessem devidamente fantasiados de Adão e Eva no paraíso. 


E a festa só começava...


Apesar das parcerias, nada era obrigatório. Tanto é que a Berenice sentou no sofá, entre o Adauto e o Vitorino, colocou uma das pernas sobre a perna de um e a outra perna sobre a perna do outro e eles ficaram um mamando nela, o outro esfregando a mão na xotinha.

A Sabrina e a Anisia deram uma saída, falaram que iam no banheiro, mas elas gostavam não apenas de fazer xixi uma na frente da outra, aproveitaram para se dar um belo trato, sabendo que, depois, era só pau que teriam. Se beijaram, mamaram, se chuparam e depois, felizes, voltaram para a sala e entraram na festa. Sentaram no colo dos rapazes e assim, agora, a festa era totalmente hétero. Elas eram mamadas, tinham as xotinhas invadidas pelos dedos dos rapazes, pegavam nos paus deles e os masturbavam, adoravam ver como eles endureciam ao contato de suas mãos. Aí caiam de boca, chupavam até cansar. Voltaram a dançar, agora pelados, e não demorou para que paus começassem a entrar nas xotinhas, ao som das músicas. Elas rebolavam o mais que podiam, enlouquecendo os três. 

Isso é que era uma farra boa!


Rapidamente os dançarinos deixavam de dançar e iam trepar direito. Mais boquetes delas, e um sentava no sofá para que a parceira sentasse em seu pau e cavalgasse, outro deitava no chão e a parceira também cavalgava e o terceiro punha a parceira de quatro e metia furiosamente.

E quem disse que aquelas parcerias eram definitivas? Nada... todas deram pra todos e todos comeram todas! Ali, ninguém era de ninguém. E a farra continuou noite adentro para que todos pudessem sair bem satisfeitos dali.

Com certeza, não houve qualquer reclamação!

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

As férias de Cecilia e Kaplan – parte 6


Kaplan cede à pressão

Levantei cedo. Margareth tinha combinado com a Lourdinha que providenciaria o café da manhã e saiu correndo em direção à cozinha. Fui passear perto da piscina, pensando em tudo que acontecia. 

Virar bi ou não virar? Eis a questão!

Sentei, o sol ainda fraco inundava o quintal, fechei os olhos e fiquei me imaginando sendo chupado pelo Orlando. Será que depois de velho isso ia acontecer mesmo? Não cheguei a nenhuma conclusão a respeito.

Voltei a caminhar e aí passei pela janela do quarto da Carla. Incrível, lá estavam as duas transando! Mas não tiveram a noite toda pra isso? Pois estavam as duas abraçadas, se beijando, sentadas numa mureta que havia na janela. E como beijavam! Furiosamente, parecia que era a última vez que fariam isso, estavam desesperadas!
E Cecília começou a colocar os dedos na xotinha da Carla. E elas beijavam, mamavam, passavam as mãos no corpo uma da outra, e lá estava Cecilia chupando a xotinha da nova amiga. Dava para perceber que Carla gemia, só não dava para escutar porque a janela estava fechada.

Não demorou para que as posições se invertessem e Carla é que foi chupar a xotinha da Cecília, que não sentou. Acho que ela me viu e fez questão de ficar de pé para eu pegar todos os detalhes da chupada que ela estava levando. Ela em pé, a Carla ajoelhada e sua língua trabalhando bastante, fazendo Cecília dar socos na parede. Devia estar quase gozando a lourinha.
Inverteram de novo, e foi para que eu visse. Cecilia olhou pra fora, piscou o olho pra mim e colocou Carla na mesma posição em que ela estivera, ajoelhou e mandou ver uma bela chupada na “perereca” da amiga. 

Quando se juntavam... começavam os desejos!

E estavam fazendo um velcro quando a Margareth tocou o sino avisando que o café estava pronto. Aí elas pararam e, felizes, sorrindo, de mãos dadas, apareceram na cozinha. Só eu e Margareth é que estávamos lá. Dali a pouco chegou o Filipe, já bem interessado na Cecilia e sentou perto dela. Aquilo prometia!
Depois que todos levantaram e tomaram seu café, a Margareth chamou a Carla e a Cecilia para darem o tal passeio que ela prometera. Na verdade, só a Cecilia não conhecia o local. Nem eu, que, sem elas perceberem, peguei minha máquina e fui seguindo-as.

A propriedade era muito grande mesmo. Andamos bastante, e tinha horas que eu era obrigado a me esconder porque poderia ser visto por elas. Eu queria fotografá-las, mas sem poses, coisas bem espontâneas. 

As três chegaram ao local maravilhoso.

Quando elas deram uma parada, numa parte alta e ficaram olhando pra baixo, com a Margareth falando algo que não deu para eu ouvir, tirei a primeira foto. Lindas, as três, nuas, de costas. Corpos maravilhosos!
Aí elas começaram a descer e fui atrás. E vi o que elas tinham visto lá de cima. Era um lago, pequeno, bem pequeno, mas cercado de vegetação exuberante. Cenário maravilhoso. Lá de cima eu me posicionei para continuar fotografando sem que elas me vissem. Cecília pediu para Carla fazer-lhe uma trança, sinal de que iria entrar na água. 

De trança, para mergulhar nas águas límpidas...

E elas começaram a nadar, e paravam, se beijavam, conversavam, riam. Alguma coisa que a Carla falou com a Cecilia levou-a a fazer uma cara de admiração. Seria o quê? Curiosidade mata...
Mas penso que descobri logo, porque ouvi passos. Me escondi e vi o Filipe chegando e indo atrás delas. E já foi direto pegando a Cecilia, desmanchou a trança dela, abraçou-a, beijou-a. As duas bateram palmas e se atracaram, deixando o novo casal à vontade. 

Surpresa: o Filipe chegou com tudo em cima!

E depois de ter conhecido a esposa, Cecilia conheceu o marido. Que também tinha um belo pau, que foi chupado por ela com o fervor com que ela sempre chupa.
Saíram da água e treparam em cima de umas pedras que havia ali perto. E onde as duas já estavam se divertindo a valer, se beijando, se chupando. Comeu a Cecilia de quatro. Ela gemia alto, dava para eu ouvir. Depois que gozou, o Filipe ainda não tinha gozado e foi comer a esposa. E a Margareth deu outro cansaço para a Cecilia.

Fiquei pensando como é que teria surgido aquela ideia de fazer uma casa com vários quartos e alugá-los a pessoas interessadas em sexo. Sim, era puro sexo. Mal se viam, trepavam. Claro que, depois, com o passar das horas, se conversava muito, contavam-se casos e as pessoas acabavam descobrindo suas afinidades.
E mais uma vez me veio o pensamento de que eu estava sendo o “diferente” ali. Eu via os três homens brincando muito entre si, passando a mão nas bundas uns dos outros, mas não faziam nada disso comigo, porque eu não dava abertura a eles.

Então resolvi que ia encarar naquela noite.
Voltei para a casa. Uns 40 minutos depois o Filipe e as três regressaram. Resolveram fazer um churrasco.
A casa tinha uma área coberta perto da piscina. Ali ficava a churrasqueira e também tinham feito um bar. As três chamaram a Lourdinha.

- Hoje você fica de folga, vamos deixar os marmanjos cuidarem do churrasco. 


eles cuidam das carnes...

Elas bebem e conversam...



















Ela gostou da ideia e ficaram as quatro sentadas, bebericando, enquanto as carnes eram bem cuidadas.
O churrasco se prolongou até às 17 horas, com muita conversa, risos. Eu ainda estava meio tenso, mas fiquei perto do Orlando a maior parte do tempo, o que foi notado pela Cecilia e pela Margareth. Cecilia veio me perguntar e confirmei que ia ver que bicho que dava. Ela ficou super feliz, mas eu garanti que não deixaria ela ver. O sorriso que ela deu me fez perceber que ela ia fazer o possível e o impossível para presenciar. Danadinha ela!

Eu já tinha bebido duas grandes doses de uísque e à noite, quando acontecia a tradicional dança entre os donos e os hóspedes, tomei mais três. Estava dançando com a Carla, quando o Orlando, que, ao que tudo indica já ficara sabendo, se aproximou e começou a dançar comigo. Mesmo bem alto, eu conseguia perceber os olhares de quase todos para mim. Mas não vi a Cecilia nem a Margareth, imaginei que estariam se pegando de novo.
Logo o Orlando me carregou para o quarto dele.

- Fica tranquilo, Kaplan. Estou sabendo que você não é chegado, mas sinto que está tentando fazer o melhor. Vamos com calma, faremos algumas coisas hoje e amanhã faremos outras. Está bem pra você?
- Dirija, cara. Nem sei como se começa isso. 

O cara me chupou direitinho... que chupada!

Ele me deu um beijo. Acho que não correspondi, minha memória falha nesse momento. Em seguida ele me pôs sentado na cama, ajoelhou entre minhas pernas e me fez um boquete. Meu pau estava totalmente mole, mas com o boquete dele não consegui evitar: ele endureceu bastante. O cara sabia realmente chupar. Depois disso não me lembrei de mais nada.
E não foi ele que me contou, foi a Cecilia, que estava escondida no quarto e presenciou tudo. Junto com a Margareth, claro... Quando cheguei no quarto ela me esperava e contou que tinham visto.

- Você é muito safada, Cecilia... te falei que não queria que você visse!
- E você acha que eu não iria ver? Vi sim. E foi lindo, tio. Você se comportou muito bem.
- Me fala aí, eu estava tão bêbado que acho que dormi com ele me chupando.

Ela riu.

- Que chupada, hein, tio? Sua pica ficou durona na boca dele. Ele lambeu tudo, engoliu suas bolas, lambeu a cabecinha, engoliu... nossa, fiquei molhada só de ver!
- Ele me comeu?
- Não, ele falou que isso seria um segundo momento. Mas você comeu o cu dele.
- Não lembro disso. 

e Kaplan comeu o cu do Orlando... o que viria depois?

- Mas eu vi. Ele ficou de quatro na cama e você ajoelhou atrás dele e enfiou bonito. Ele pôs uma camisinha em você, viu? Aliás, já notei que aqui todo mundo é precavido nesse aspecto. Depois ele sentou em você para cavalgar. Fiquei sabendo que você gozou porque ele tirou a camisinha e mostrou pra gente, cheia de leitinho. Depois disso não sei o que mais rolou, eu e a Margareth estávamos tão alucinadas que viemos pra cá e nos pegamos pra valer!

- Talvez tenha sido só isso mesmo, não estou sentindo dor alguma no rabo, não devo ter dado.
- Acho que agora não terá mais aquele sentimento de ser diferente. Todo mundo aqui é igual.
- Tomara que sim. E qual o programa de hoje?
- Hoje é sábado, é a noite dos violeiros, parece. Durante o dia, podemos fazer o que quisermos. Fiquei com vontade de voltar naquele lugar que fomos ontem. Vou ver ainda com as meninas e os rapazes. Ah... parece que tem casal novo chegando. Quer dizer, novo pra nós, são velhos conhecidos da casa. Tio, isso aqui é o paraíso. Nunca transei tanto e pelo visto ainda temos mais dois para conhecer!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Na despedida de solteira, a noiva botou pra quebrar


Essa era do balacobaco

(escrito por Kaplan)

A despedida de solteira da Kelly foi algo sensacional. Para quem participava e para ela, principalmente. Quem organizou tudo foi sua amiga Luana, que recebeu a seguinte instrução:

- Só convite gente que tope tudo, que não se escandalize com nada que faremos e que não contem a ninguém o que vai rolar.  Quero ver todas chupando o pau do dançarino, quem vai dar pra ele serei eu. Se depois alguém quiser, tudo bem. Mas tudo eu serei a primeira.

Tarefa difícil? Sim, mas não impossível. Luana e Kelly tinham várias colegas da faculdade que se encaixavam perfeitamente no perfil solicitado por ela.
E só de, na hora de convidar, Luana falava claro que era para levar camisinha, elas já imaginavam o que poderia rolar.

Ao todo foram doze garotas, mais a Luana e a Kelly, evidentemente.
E Luana levou o seu namorado para alegrar todo mundo. Sabia que ele tinha um requisito importante: um pau enorme. E era aniversário dele, seria um presentão!

Na hora marcada, as doze estavam sentadas num salão que a Luana tinha conseguido. Aguardavam a entrada da Kelly. E ela chegou, em meio aos gritos das amigas, vestindo apenas uma saia, com os seios à mostra e sem calcinha, como todos viram quando ela deu uma rodada e a saia subiu mostrando a bundinha dela.

- Amigas, obrigada por terem vindo. Garanto a vocês que será a melhor despedida de solteira que vocês já foram. Vamos receber nosso convidado!

E Luana levou o namorado, Zacarias, já pelado para ficar dançando. Ele dançava, ia na frente de todas as moças, que pegavam em seu pau, riam, mas ele queria a noiva. E quando a viu, foi até ela, tirou-a para dançar com ele e arrancou-lhe a saia, deixando-a nua. Ela falou ao ouvido dele:

- Cara, você hoje vai se divertir demais. Mas tudo comigo primeiro, viu?

Parou a dança, ajoelhou na frente dele, admirou o pauzão.

- Luana, minha amiga, que que é isso? Você dá conta?
- Claro que dou, quero ver se você vai dar! 

Socorro... ele é grande demais! Mas vou chupar!
Ela começou chupando o pau dele. Era até difícil de tão grande e grosso. Fez o que foi possível e depois, sob aplausos, ficou de quatro . Enquanto ele punha a camisinha, as amigas chegaram perto e deram tapas na bunda da Kelly que ria, apesar de preocupada com o tamanho do pau dele.

E ele meteu de com força. De uma vez só entrou com tudo, ela até arregalou os olhos quando sentiu aquilo tudo dentro dela. E ele encheu-a de bombadas, enquanto as amigas gritavam, batiam palmas.
Uma delas tirou a roupa.

- Eu sou a próxima!

E lá estava a Kelly sendo virada, ficando deitada num pufe e ele, ajoelhado, metia nela pela frente. Algumas das convidadas já começavam a tirar as blusas, o que levou Luana a fazer uma lista de prioridades.
Para surpresa dela, só quatro demonstraram vontade de serem comidas. As outras se contentavam em ver, aplaudir, e beber.

Kelly gozou e aí deu o lugar para a primeira da fila. Que também chupou o pau do Zacarias e depois cavalgou-o, só para sentir o que era ter aquilo tudo dentro dela. Não se preocupou em gozar, deu o lugar para a segunda, que preferiu dar de cachorrinho. 

As convidadas aproveitaram bastante!
A terceira também, e a quarta se contentou em chupar o pau dele até ele gozar em sua boca.

A festa terminava. Cada uma foi se despedindo e no final ficaram Kelly, Luana e o namorado. Kelly já tinha bebido tudo que encontrara pela frente. E convidou os dois para passarem a noite com ela no apartamento em que iria morar.

- Vai ser a melhor estréia de um apartamento. Quero ser comida por vocês dois!

Rindo, eles foram com ela. E passaram a noite lá, mas ela logo caiu dormindo, deixando que os namorados transassem à vontade.

- Gata, obrigado por isso. Foi o melhor presente de aniversário que eu recebi. Ficou com ciúme não, daquela mulherada me pegando?
- Você sabe que eu sou a boa samaritana. Gosto de compartilhar!


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Na boate deserta, eles trocaram as namoradas


Foi sem querer querendo...     

(escrito por Kaplan)    

Uma cena interessante acontecia naquela boate, onde apenas 4 pessoas estavam presentes. Dois homens e duas mulheres. Candido e sua esposa Monica, que eram os donos do local e Edmilson e Edileuza, um casal amigo deles. A boate estava deserta porque seria inaugurada no dia seguinte e os amigos foram chamados para uma “pré-estreia”. Entenderam, claro...

A música foi colocada (era o teste de som....rssss) e eles começaram a dançar, mas já com as trocas feitas, ou seja, Edileuza com Candido e Monica com Edmilson. 

Como dançavam bem...

E como não eram de muita brincadeira, enquanto dançavam, as roupas eram tiradas, beijos eram dados, mãos nos seios, mãos nos paus...e pronto! Os quatro totalmente nus e Edileuza já engolindo o pau do Candido que beijava a bunda da Monica que começava a chupar o Edmilson.
E Candido deitou no amplo sofá, continuou sendo chupado mas aproveitou a posição da esposa para chupar-lhe a xotinha.

Revoltada, de brincadeira, claro, Edileuza levou sua bunda até o rosto dele e eles começaram a fazer um 69, no que foram imitados pelos outros.

E como entre elas não havia segredos, logo Edileuza ficou de quatro para ser comida, mas ao mesmo tempo ela mamava nos seios da amiga.

E quando Monica e Edmilson terminaram o 69, Edileuza que continuava no cachorrinho, foi chupar o pau do marido, que se aproveitou para mamar nos seios da Monica, que fazia caricias nos seios da Edileuza.
Era uma confusão adorável!

E lá estava o Candido comendo a Edileuza deitada de costas, sendo mamada pela Monica que era comida de cachorrinho pelo Edmilson.
Depois Edmilson comeu a Monica de frente, abrindo espaço para a Edileuza ir mamar na amiga e o Candido levou o pau à boca da esposa.

As duas começaram um 69 mas os dois não pararam de meter nelas enquanto faziam. O que era estranho, pois elas chupavam as xotas com as picas esfregando em seus rostos... mas valia tudo!
Acabou que a Edileuza preferiu chupar o pau do marido.... 

Ali, ninguém era de ninguém e todos eram de todas!

Mas pararam com a bagunça e a Monica foi cavalgar o Edmilson e o Candido voltou a chupar a Edileuza de frente. Mas ela não parava quieta e tentou mamar nos seios da Monica, sendo puxada pelo Candido,em meio a risadas...
A meteção dos dois fez que elas se concentrassem cada uma em seu parceiro.

Mas eles também não paravam quietos e quando a Monica se ajoelhou para chupar o pau do Edmilson, Edileuza foi ajudá-la e o Candido aproveitou para comer a esposa. E ela começou a cavalgar o marido,  o que levou Edileuza a sentar no rosto dele para ser chupada. E o Edmilson ficou com as duas bocas famintas a chupar-lhe o pau.

Já estavam agora as esposas com os respectivos maridos, o que não queria dizer nada, porque a Edileuza foi cavalgar e a Monica sentou-se na boca do Edmilson. Agora, quem tinha as duas bocas na pica era o Candido.
Candido puxou a esposa pro lado e foi come-la de cachorrinho e Edileuza continuava a cavalgar o marido.
Aí foi a hora dos cuzinhos dançarem...

O primeiro a comer foi o Edmilson, que comeu a esposa de ladinho e vendo aquilo, a Monica também quis e o marido aceitou com prazer a oferta, e lado a lado, as duas ficaram se beijando enquanto seus cuzinhos eram arrombados pelos maridos. Mas é claro que depois eles trocaram novamente, e cada uma deu o cuzinho pro marido da outra.

Que beleza de pré-estreia foi aquela! Deixou saudades nos quatro e sempre que possível, eles trepavam de novo quando a boate fechava!

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Todo reencontro da turma virava orgia!


Ah! Os bons tempos de faculdade!

(escrito por Kaplan)

Nos bons tempos da faculdade a gente fazia muita bagunça. Claro que estudávamos também. Os professores não davam moleza. Acho que por causa disso mesmo é que todo fim de semana a gente se esbaldava em festas do cabide, orgias, ménages, trepadas.
Corria de tudo.  E todos ficavam sabendo onde se organizava uma festa... e lá ia a cambada toda pra aproveitar.

Uma orgia dessas envolveu seis garotas e cinco rapazes. E foi na república onde moravam três delas, a Marilza, a Vilma e a Lizete. Pois chamaram mais três colegas, a Maria Luiza, a Norma e a Manuela. E não deixariam de convidar os garanhões. Lá estavam eles: Constantino, Hércules, Sérgio, Valdo e Manuel. 

Chegar, despir, dançar, chupar, comer... era isso!
E quem chegava já tirava a roupa e começava a procurar o ou a parceiro(a) que estivesse dando sopa. Todo mundo se conhecia, todos já tinham trepado algumas vezes, então não tinha frescura de querer ou não querer. Ali todos e todas queriam. E queriam muito. A noite só começava!
Bebidas à vontade e logo todos estavam devidamente altos.

O Sérgio tinha levado uma champanhe que abriu e serviu as meninas... mas no gargalo!

E elas quase engasgaram com o liquido descendo pelas gargantas. As risadas eram gerais. A Manuela foi a primeira a ficar doidona, começou a dançar em cima da mesinha da sala e o Valdo, que tinha levado uma vasilha com mingau de milho verde bem molinho, pegou uma colher e foi passando na bundinha dela e os rapazes começaram a lamber... claro! 

Ela dançou e foi lambida por inteiro!
A segunda a subir na mesa e rebolar foi a Norma, que estendeu o pé para o Valdo, que passou o mingau no pé dela e ele mesmo chupou tudo,sob aplausos dos demais.
Mais uma que quis mingau na bunda e na xotinha: Lizete... os caras fizeram fila para chupar tudo.

Parecia uma disputa delas. A Marilza pediu que passassem nos seios e na xotinha. Outra fila...
Até a Lizete quis chupar o mingau nos seios dela... mais aplausos...

- Agora é a nossa vez, disse a Marilza.

E elas começaram a colocar mingau nos paus dos caras. E foram os boquetes mais doces que elas já tinham feito...

E pra sorte delas, porque havia 6 moças contra 5 rapazes, eu cheguei e aí ficou 6 a 6...
Como eu me atrasara, me deram um castigo: me tiraram as roupas, me colocaram deitado na mesinha e me lambuzaram o corpo com o resto do mingau. E as 6 vieram me limpar... sob protestos dos outros 5...

Mas depois de me lamberem todo, cada uma foi procurar um pau para si. Quem ficou comigo foi a Lizete, que deitou sobre mim e esfregou o corpo no meu. As sobrinhas do mingau passaram para o corpo dela que exigiu que eu a chupasse todinha. Que sacrifício.... 

Era dificil saber quem fazia o que naquela balbúrdia toda!
E depois ela começou a me cavalgar. Olhei os demais. Marilza estava de quatro e o Hércules metia firme nela;  Maria Luiza cavalgava o Constantino; Norma chupava o Sérgio; Valdo estava no maior papai e mamãe com a Manuela; e o Manuel comia a Vilma de cachorrinho também.

Só se ouvia os gemidos delas... e depois de um tempo, elas começaram a nos trocar. E isso se repetiu noite afora, de forma que todas deram para todos.
Só depois disso, e já eram umas três da madrugada, é que elas toparam dar o cuzinho e duas delas quiseram uma DP.

Cinco da manhã, estava todo mundo escornado, dormindo pelos cantos.Tinha casais no sofá, no chão e até nas camas...Acordando, ajudamos as três que moravam lá a arrumar a bagunça. E cada um foi pra sua república curtir a ressaca de tanta bebida e tanta trepada.

Mas todos já sabíamos que no sábado seguinte ia rolar outra...


sexta-feira, 6 de julho de 2018

A festa chic na republica dos estudantes


Muita gente bem vestida... só no inicio..

(escrito por Kaplan)

- Vamos lá, meninas... estamos atrasados!

Quem falava assim era eu mesmo. Fiquei de passar na república das meninas para irmos juntos a uma bela festa que iria aconteceu em outra república.
E quando cheguei lá, Márcia e Mariza não estavam prontas. Mariza de lingerie e Márcia só de calcinha. E ainda me repreenderam por vê-las nesse estado.
Mas minha bronca começou a surtir efeito. Logo Márcia já tinha colocado uma saia e uma blusa. Mariza continuava sentada e quando Márcia chegou perto dela para tentar agilizar, ela foi agarrada e começaram a troca de beijos...

Parem com essa safadeza e vamos embora pra festa!
Fiz que ia sair, então ela resolveu e colocou um vestido. Márcia teve de ajudar a fechar nas costas. Mas ela continuava atrapalhando. Deitou na cama e ficou chamando a Márcia para deitar junto com ela. E ficaram discutindo e eu cada vez mais nervoso. E as duas se beijando sem parar.

Era bonito de ver, não nego, mas sempre gostei de chegar na hora em meus compromissos. E já estava passando da hora de termos ido.

Elas faziam isso só para pirraçar. E quando ameacei de novo ir embora sem elas, elas levantaram, mas aí a Márcia começou a achar que a saia não combinava, levantou a saia, do que se aproveitou a Mariza para levantar o vestido e ficaram as duas balançando as bundas pra mim.

Mostrei que não estava brincando. Saí do quarto e fui esperar na rua, sabia que elas iriam logo atrás. Mas ainda demoraram um pouco.
Finalmente conseguimos chegar ao local da festa. Lá já estava uma turma boa:  o Rubens, Simone, Kátia, Bete, Marina, Claudio, Chico e outros, alguns dos quais eu nem conhecia direito.

A bebida já rolava solta, a música também: Beatles, Roling Stones... a Simone já começava a ficar mais alegre, fizeram ela beber vodka e ela estava pra lá de Bagdad.

Estes seios... ah! como mamei neles!

E a farra começava a ficar legal. Marina abaixava um pouco o vestido, me mostrando o seio, que tratei de dar uma chupada. A Kátia estava com um vestido de alcinha, superdecotado, quase mostrando os seios, e tinha gente de olho!

Logo começaram a se formar os pares e cada um escolhendo seu canto. Eu me enrosquei com a Kátia, a Mariza com um cara que eu não conhecia, a Márcia com o Rubens, a Marina com o Chico, a Simone com um cara da sala dela, o Cláudio pegou uma caloura. 
E as roupas começaram a desaparecer...

Fizeram uma brincadeira que eu perdi e aí fui obrigado a pagar uma prenda: vestir a calcinha da Marina. Fiquei lindo! Tive que mostrar a bunda pra todo mundo ver.
Kátia já tinha abaixado o vestido e tirado o sutiã. Pulamos na única cama que havia naquele ambiente e começamos a nos beijar e dar uns amassos. E isso animou o pessoal.


Isso é que é festa!

Todo mundo pegando todo mundo! Maravilha!
Não demorou estavam todos pelados, diminuíram as luzes mas não a música e o que se via era um espetáculo digno do Kama Sutra: garotas chupando paus, outras sendo chupadas, algumas cavalgando, outras de quatro no chão e sendo penetradas...

Sei que a brincadeira só acabou quando a luz do sol iluminou o quarto. Já ninguém sabia com quem tinha trepado. Quem estava dormindo em cima de mim era a Simone, ou seja, houve um troca troca danado durante a noite.

A ressaca foi brava, ainda bem que acordamos no domingo e teríamos um dia inteiro para curá-la. E aguardar, no próximo fim de semana, mais uma festa.
Bons tempos!