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quinta-feira, 4 de março de 2021

Quer que eu tire minha blusa?

Ele quis, ela tirou. Rolou!

(escrito por Kaplan)  

 

E minha amiga Alda que foi passear na fazenda do colega dela, sem nunca ter visto uma fazenda antes?

Ficou deslumbrada com tudo o que viu, a casa, as comidas, as plantações e a área de vegetação protegida, um verdadeiro bosque. Na cidade em que ela morava tinha tão pouca árvores que ela achou que estava numa floresta, quando começou a passear com o Sisenando. 

Ela nunca tinha visto algo tão bonito!

Fez questão de voltar ao bosque várias vezes e o Sisenando começou a perceber que poderia investir, tal a euforia dela. Ele a convidara com segundas intenções, era a colega mais gostosa da faculdade e ele achava que merecia uma atenção especial...

Pois bem, num dos dias em que foram lá, ela fez um comentário que foi a deixa que ele precisava.

- Sisenando, eu fico tão maravilhada aqui que fico pensando que este poderia bem ser o jardim do Eden, onde Adão e Eva passeavam...

- É podia mesmo, só que tem um detalhe...

- É? Qual?

- Eva e Adão não andavam vestidos, para saber como eles se sentiam nós teríamos de ficar nus também.

- Duvida que eu fique?

- Você ficaria?

- Claro... quer que eu tire minha blusa, pra começar?

- Eu quero! Duvido muito que você tire...  


Ele duvidou... ela tirou!

Ela riu, já tinha entendido o que ele queria e não seria nada mal, ele era um cara legal, podia rolar alguma coisa mesmo, se não fosse bom... seria só a vez de conferir e ponto final.

Então ela tirou a blusa e, para alegria dele, ela estava sem sutiã e ele viu os seios dela e ficou babando...

Então a pegou, beijou, beijou os seios e a mão dele tentou entrar dentro da saia que ela usava, ela fingia que não queria, mas queria.. e ele juntou de novo seu corpo no dela, tirou a sua blusa e ficou com o  peito encostado nos seios dela, que estremecia... tava muito bom!

Aí ele estendeu as duas blusas e ela sentou nelas e ele ajoelhou na frente dela, ficou fazendo carinhos nos biquinhos dos seios e ela, finalmente deixou que ele tirasse a saia e a calcinha dela. Fez questão de que ele se despisse também, o que ele fez, e ela gostou de ver o pau dele.

Pegou e fez um longo boquete... que diferença que era chupar um pau na natureza ouvindo pássaros cantando, do que nos apartamentos e motéis da cidade..

- Será que o pau do Adão era tão gostoso quanto o seu?

- Não sei, mas que a Eva não deveria ser tão linda e gostosa como você eu tenho certeza!

- Eu vi um filme sobre a pré-história que as mulheres ficavam curvadas e os homens vinham correndo e crau... metiam nelas. Acho que devemos fazer igual a eles... 


Este era o famoso "crau"...

E ficou curvada e o Sisenando não perdeu tempo, veio rápido e crau! Nela, e ficou bombando sem parar.

Mas ela acabou preferindo ajoelhar nas blusas e ficar na posição de cachorrinho. E ele continuou metendo, até gozar, mas não dentro, e sim na bunda dela.

Agradecida, ela perguntou se poderiam continuar brincando de Adão  e Eva nos dias seguintes...

Aquele bosque... ainda bem que ele não falava...

 

domingo, 17 de maio de 2020

Visitando os amigos, foi muito bem tratada!


Ela merecia, fazia todo mundo feliz!

(escrito por Kaplan)

E minha namorada Denise,cada vez mais faceira e dadivosa, veio me contar que foi visitar dois colegas, amigos de longa data, se formaram juntos e cada um foi dar aula num lugar diferente, mas sempre se encontravam. Eduardo e Carlos, os nomes das duas feras que ela foi visitar. Ela me garantiu que foi a primeira vez que isso aconteceu, com transa. Sempre brincavam, mas só falando e chegou o dia em que aconteceu.
Vejam como ela me contou:

- Já te contei que a gente se encontra todo mês. Uma vez por mês, sem falta. É o dia que reservamos em nossas escolas para não dar aula e podermos sair, conversar, jogar papo fora, enfim, rir um bocado.  

Encontrar os dois colegas sempre uma vez por mês...

Mas dessa vez foi no apartamento do Eduardo que a gente se encontrou. Achei curioso, seria a primeira vez que estaríamos num apartamento de um de nós.
Quando cheguei, o Carlos já estava lá e o Eduardo abriu um vinho. Tomamos a garrafa inteira, o que não é demais, deu duas taças para cada um. Mas... vinhos sempre fazem a gente ficar mais alegre, mais soltos... e foi isso que aconteceu.
De repente me vi sentada no sofá, o Eduardo à minha direita, o Carlos na esquerda e foi um tal de eles me abraçarem, me encostarem, e um deles comentou que eu estava que nem o vinho, a cada ano que passava ficava mais gostosa...

Dei uma gargalhada e na hora pensei que eles estavam tentando alguma coisa.
Então perguntei: - Escuta aqui, vocês me atraíram para uma armadilha? Estão querendo me comer?
E eles responderam: - Estamos sim!
Desmontei. Eu que nunca tinha percebido nada, agora me via desejada por dois! Que não perderam tempo, começaram a enfiar a mão dentro da minha blusa, o Carlos tirou a camisa, tirou meu sutiã, o Eduardo também tirou a camisa e ficamos os três, só de calça, olhando um para o outro e rindo. 

E o encontro mensal virou menage...

E aí... as mãos e as bocas deles pegaram e mamaram em mim. A brincadeira virou coisa séria. Eu os desejei. Fiz eles ficarem pelados e vi dois belos paus ali, à minha disposição. Tiraram minha calça, me acariciaram, tiraram minha calcinha e eu sabendo que ia trepar com os dois, peguei nos dois paus e dei uma boa chupada neles.
Sentei no pau do Eduardo e o Carlos, em pé ao meu lado, me deu o pau para eu continuar chupando. Depois de pular um tempo, eu levantei, deitei, o Carlos me comeu de frente e eu fiquei chupando o Eduardo. 

Foi tão gostoso que irão repetir todo mês!

Fiquei de quatro e os dois me comeram assim. E sempre que um estava metendo, o outro estava com o pau na minha boca.
Foi delicioso! E agora, querido, fique sabendo que uma vez por mês você vai ganhar uma chifrada dupla!

domingo, 26 de janeiro de 2020

Ele sabia como tocar um violão... e outros tipos de violão!


Ela adorava ouvir e ser tocada

(escrito por Kaplan)      

Dois amigos, muito amigos, colegas de faculdade, apreciadores de boa música, Rafael e Tamar viviam se encontrando. Ele tocava violão, ela cantava.
Já de brincadeira, tinham pensado em arrumar mais alguém para formarem um trio. Pura brincadeira, pois estavam na faculdade não era para aprender música, queriam se tornar médicos.

Os encontros musicais sempre eram o final dos encontros para estudo.
Quase sempre na casa dele, pois o pai era médico e tinha uma biblioteca fantástica, a qual recorriam sempre.
Ele morava com o pai, viúvo. Ele, filho único.

Ela morava com os pais, ele engenheiro, ela professora. Não se incomodavam de a filha permanecer longas horas na casa do colega. Conheciam o pai dele, já tinham visto a biblioteca e o fato de ela poder utilizar os livros dali os livrava de terem de comprar. Livros muito caros!
E os dois se gostavam muito.

Tocar violão com esses trajes... sei não!

Então, aconteceu de um dia, depois de três horas estudando, já com a cabeça cheia, ele resolveu tocar seu violão. E ela, em vez de cantar, ficou apreciando o amigo. Gostava dele e já até pensara que poderiam se envolver, mas ele não tomava a iniciativa...
E naquele dia, ela resolveu dar uma dica.

- Toca aquela música do Roberto?
- Qual?
- Como é grande o meu amor por você...

Não era a primeira vez que ele tocava essa música e ela cantava. Mas naquele dia ela só ficou olhando pra ele, enquanto ele dedilhava o violão.
Quando terminou, ele comentou:

- Achei que você ia cantar...
- Hoje não, eu só quis ver você tocar. Você tem os dedos tão bonitos!

Ele deu um sorriso. Que observação mais estranha era aquela, depois de tantos anos convivendo, ela vinha dizer que ele tinha os dedos bonitos. E logo ele entendeu a razão daquele comentário.

- Seus dedos só tocam esse violão?
- Já toquei vários, mas um, em especial, ainda não toquei.
- Por quê? Que violão é esse, tão especial?
- Você! 

Sim, os dedos dele tocavam todos os tipos de violão...

Era tudo que Tamar queria ouvir. Sorriu, ele também, ela sentou-se junto a ele, encostou seu corpo no dele.

- Pode tocar! Ele te espera há tempos!

Então ele tocou. Começou pelos seios, que palpitavam sob a blusa folgada que ela usava. Viu que ela não estava usando sutiã. Virou-a, colocando-a sentada sobre ele, os seios bem na altura da boca. Abaixou as alcinhas da blusa e contemplou os mais belos seios que ele já tinha visto. Nem pequenos demais, nem grandes demais. E tocou-os, não mais com as mãos, mas com a boca. Beijou-os carinhosamente, sentiu os mamilos endurecendo de tesão. Colocou um na boca e puxou levemente. Ela gemeu. Que música era aquela que ele estava tocando em seu corpo!

Tirou o shortinho dela. A calcinha. Que bucetinha mais linda! Que bundinha mais gostosa!
Colocou-a de pé, mas permaneceu sentado. A bundinha na altura de sua boca ganhou lambidas, beijos. Mais gemidos, mais emoção. 

Aquela música que eles tocaram... não tinha partitura...

Tirou a roupa. Encostou seu corpo no dela. Os seios em seu peito. Os lábios em seus lábios. A mão na xotinha. A mão dela em seu pau.
Deitou-a com suavidade no tapete e sua língua percorreu todos os milímetros da xotinha. Molhada. Ela estava no auge da excitação.

Levantou uma das pernas dela, o suficiente para que pudesse introduzir seu pau na xotinha e começar um movimento de vai e vem, que a fez soluçar de prazer.
Colocou-a sentada sobre ele. Ela mal começou a cavalgar e já prorrompeu em um gozo intenso, fantástico. Deitou seu corpo sobre o dele, soluçando. Rindo. Que gozo!

- Te amo tanto, Rafa...
- Eu também te amo...
- Por que nunca falamos sobre isso?
- Para que esse momento, aqui e agora, fosse tão especial...

Levantaram-se, ela o abraçou e por longos minutos cantou a música que ele tocara. “Eu tenho tanto pra te dizer, como é grande o meu amor por você!”


terça-feira, 3 de setembro de 2019

Amigos em casa, chifre na certa


Fiquei 15 dias fora... olha o que aconteceu!

(escrito por Meg, no diário)

Dessa vez ela exagerou. Só porque fiquei duas semanas fora, trabalhando, ela aprontou demais. Só para descrever o que rolou ela gastou 8 páginas do diário! Ao todo, 5 caras estiveram com ela, o que dá uma média de 1 a cada 3 dias. Que fúria! Isso aconteceu na época em que ela fazia cursinho. E os 5 eram personagens das aulas.

Nada melhor que uma viagem longa do maridão para que eu pudesse aproveitar – e do meu jeito! Era um período de muito estudo, o vestibular estava chegando, todo mundo estressado demais, eu inclusive. E de longa data eu sei que a melhor coisa para desestressar é trepar. Então, eu que vivia sendo cantada pelos colegas resolvi que precisava relaxar. E fui convidando um aqui, outro ali... foram duas semanas ótimas! E com todos eu usei o mesmo estratagema: chamar para estudar comigo, em meu apartamento. Só mudava a matéria a ser estudada. Kakaka... como os garotões são fáceis de serem seduzidos!

O primeiro foi o Israel. Era bom na Matemática e veio me ensinar a fazer contas... uma, duas, três... tudo numa tarde só. 

É preciso saber escolher o traje...
Para que eles não tivessem dúvida sobre minhas malignas intenções, já os recebia quase pelada. O Israel, por exemplo, quase caiu de costas quando abri a porta vestindo só minha calcinha e uma camiseta. Sorri pra ele, puxei-o pra dentro e sentou numa poltrona larga que tinha na sala. E eu sentei quase em cima dele, falei que estava muito calor e arranquei a blusa dele. E fiquei alisando aquele peito com poucos cabelos. 

Bem ousado, quando ele viu o que eu estava querendo, já começou a me beijar. Mandei a mão no pau dele, já começava a dar sinais de vida! Aí sentei mesmo no colo dele, meus seios ficaram na altura do rosto, ele levantou minha camiseta e mamou gostoso em mim.

Vi que ele merecia um tratamento especial, então tirei a camiseta, ajoelhei entre as pernas dele, tirei a calça e a cueca. Que mimoso o pau dele! Grande e gostoso. Claro que fiz o boquete e deixei-o bem duro. Foi a vez de ele tirar minha calcinha, me lamber toda, me colocar sentada na poltrona e continuar me chupando. Sabia fazer as coisas! 

Matemática em ação: este foi o número 1.
E aí trepamos. Eu de quatro e só fiquei assim, porque a gente estava tão excitado que ambos gozamos logo.
Então fomos estudar Matemática. 

Pelados. Pegando um no outro sem parar. Não demorou muito para ele estar em forma e eu o cavalguei. Outro gozo super legal.
Fomos beber e comer e depois estudar de novo. Achei que ele não iria dar conta de outra, mas deu. Quase uma hora de estudos, fazendo contas, equações e o diabo a quatro o deixaram excitado de novo e ele me comeu de ladinho. Aí perguntou se eu gostava de leite, sorri e fui chupar até ele gozar em minha boca.

Depois que ele foi embora é que verifiquei que não tinha aprendido nada de matemática, mas ele entrou para a minha lista de bons trepadores.


O segundo foi o Danilo, muito bom em Química. E rolou uma química muito boa entre a gente.
Quando ele chegou, eu ainda estava terminando de arrumar a cozinha. Estava só com um robe, sem mais nada, porque pretendia repetir o que havia vestido quando o Israel veio. Não deu tempo. Quando ele me viu lavando um prato, só com aquele robe, chegou e me pegou por trás. E já foi arrancando o robe, me deixou nua, elogiou, falou que eu era muito bonita. E eu emendei na hora: - e você, também é bonito? Deixa eu te ver! 

Olha só que bonito ele é...
Enquanto ele tirava a camisa, eu comecei a desabotoar a calça dele e a abaixei, deixando-o nu também. Belo pau, já a meio caminho de ficar duro. Menor um pouco do que o do Israel.
Nem fomos pra sala ou pro quarto. Chupei-o ali mesmo na cozinha.

E ele me colocou sentada na bancada da pia e me chupou também, além de me dar uma bela comida, ali mesmo. Gozou, creio que devia estar bem excitado. Eu não tive tempo, mas tive a certeza de que haveria outra.

Fomos estudar a Química, matéria que eu tinha uma dificuldade enorme. Naquele dia estudamos mesmo, de verdade, umas 3 horas. Aí, antes de ir embora, ele sentou numa cadeira e me chamou para brincarmos mais um pouco. Sentei e cavalguei e depois fiquei de quatro e ele bombando sem parar. Dessa vez eu gozei e ele também. Falou que sempre que eu precisasse de noções de Química, ele estaria à disposição. Eu garanti que o chamaria sim.


O terceiro foi o Felipe. Foi o colega com quem eu mais trepei, porque ele veio num sábado e ficou até no domingo. Dormiu comigo. Felipe era o bamba em Inglês.
E já o recebi tentando praticar meu inglês: Good afternoon, Felipe. I want to fuck with you!
Ele gostou muito da minha pronúncia, mas me beijou bastante, para conferir se a língua era boa!
Delícia de garotão!

Eu estava com outro robe, somente. E como ele me disse que estava muito cansado (trabalhava e estava chegando do serviço dele, em pleno sábado!), perguntei se ele queria tomar um banho, beber e comer alguma coisa. Ele aceitou o banho primeiro. Só não sei se ele imaginava que eu daria o banho nele... e gostou de ver eu entrando no banheiro com ele, tirando sua roupa, tirando meu robe e entrando debaixo do chuveiro junto dele. A pegação começou ali, foram muitos beijos, amassos, chupadas e trepamos lá dentro do boxe. 

Mais um que encantou-se com minha bunda...
- Good ass! Ele me disse, elogiando minha bunda. Falei que estava à disposição dele.
Saímos do banho, fizemos um lanche, tomamos um vinho e eu vi que os olhos dele estavam quase fechando. Ele devia estar mesmo muito cansado, então o levei para a cama.

- Dorme, Felipe, amanhã cedo a gente estuda. Mas ver aquele jovem nu na minha cama, me acendeu, e eu não resisti a fazer um boquete. Que gostoso chupar aquele pau lavadinho, cheiroso...
Só que isso o despertou e ele sentou, abriu meu robe e me chupou também, para, depois, enfiar o belo pau em mim, me levando ao gozo num papai e mamãe bem interessante.
Aí dormimos, de verdade.

Acordei, às 7 horas, com ele me bolinando. Aí me comeu de cachorrinho, cavalguei e gozamos bonito.
Tomamos o café da manhã e fomos estudar. Ele ficou até quase na hora do almoço, quando disse que precisava ir porque ia almoçar na casa da namorada. Fiquei sem graça, eu não sabia que ele tinha namorada, mas ele falou que não tinha problema. 
– Não se grile por isso! I love you!


Na quarta-feira, transei com o quarto, o Isac.
De novo blusinha e calcinha para receber o homem que sabia tudo de Física. E que já tinha me dito que queria muito estudar o meu físico. Original, né? Então ele pôde estudar desde a hora que chegou e me comeu com os olhos naquele traje que eu usava.
Levei-o para a cama e ele deve ter adivinhado que eu desejava que ele estudasse meu físico por inteiro, todos os detalhes... agarrei-o, enchi-o de beijos e ele correspondeu à altura, me despindo, começando a me beijar a testa, os olhos, a boca, a nuca, os seios, a barriga e chegou na xotinha que, além de beijada foi chupada com toda a força física da língua dele. Bela chupada! 

Um esforço físico para chupar... valeu!
O que eu tinha de fazer? Lógico, boquete nele. Deitado na cama, eu deitada entre as pernas dele e mandando ver numa chupada no pau grosso dele. Foi o mais grosso da turma que esteve comigo naqueles dias. Mas muito saboroso também, como os outros.

Daí subi com o corpo e sentei nele, cavalgando com gosto aquela trolha grossa. E com ele beijando meus seios... não demorei nada para gozar. Ele não, e não se incomodou com isso.
Estudamos por umas duas horas e aí... como já estávamos na cama e nus... foi só dar uma chupadinha que ele ficou endureceu de novo. Me comeu de quatro e depois cavalguei de novo. E aí gozamos ambos.


No sábado foi algo especial, o quinto a me comer não foi um colega, foi o monitor de Geografia. Eu passei a quinta e a sexta-feiras seduzindo ele que finalmente concordou em me ensinar a ler mapas em minha casa.
Douglas era o nome dele. Quando ele chegou, também um pouco antes do horário que tínhamos marcado, eu ia entrar para o banho, então fui abrir a porta pelada.
E fui falando que eu ia tomar banho e, se ele quisesse, poderia ir junto. 

Ele estudou bem o relevo...
Claro que ele quis, arrancou logo a roupa e me acompanhou ao banheiro. Me deu um bom banho. Também, quis conhecer de perto todas as regiões do meu corpo! Meus seios foram alvo de muito estudo, o mesmo acontecendo com minha xotinha e meu bumbum. 

Analisou todos os detalhes do “relevo”, curtiu os montes e vales, a floresta e a caverna de trás. Foi o único daquela turma que se interessou em comer meu cuzinho. Isso depois de ter me feito gozar com a trepada na xotinha.

Foi só aquela trepada que demos. Como ele sabia que eu não queria ler mapa algum, depois que terminamos o banho com essa bela trepada, ele foi embora. Chato! Eu daria mais pra ele!


segunda-feira, 14 de maio de 2018

Como ela conseguiu iniciar suas duas melhores amigas


Até que não foi difícil...

(escrito por Kaplan) 


Mulheres são curiosas, acho que todas as minhas leitoras vão concordar com isso. Qualquer situação em que estejam envolvidas, querem saber de tudo, manifestam um desejo muito grande de saber detalhes... isso é bom ou ruim?
Difícil responder. Provavelmente algumas terão passado por experiências desagradáveis e tenham se arrependido de terem sido curiosas. Outras, pelo contrário, vão pensar: ainda bem que tive curiosidade, porque isso está muito legal!
Eu quero passar a vocês o que Meg escreveu no caderno dela, descrevendo como conseguiu fazer suas duas colegas de faculdade, Lúcia e Rejane, experimentarem transar com mulheres.
Leiam e tirem suas conclusões:

Desde o primeiro dia em que conheci Lúcia e Rejane, na faculdade, senti um tesão muito grande por elas. E pus na cabeça que iria tentar. Afinal, o pior que podia me acontecer era receber um NÂO bem sonoro. Eu só tinha receio de elas se isolarem de mim... isso eu não queria que acontecesse! 

Este grupo promete... e vou querer todas!

Então comecei a aproveitar os trabalhos de grupo que os professores marcavam para ficar mais próxima delas. Não apenas delas, porque acabou que fizemos um grupo maior, nós três e três colegas do sexo oposto, o Julio, o Gabriel e o Virgilio.
Tudo começou com nós três seduzindo os rapazes e aí foi uma trepação que não tinha mais tamanho. Nossa... trepamos demais e sempre trocando. Eu não saberia dizer qual dos três era mais gostoso. Adorava todos eles, e minhas amigas também eram só elogios aos desempenhos deles.

Mas como eu era a mais velha e a única casada, as duas ficavam curiosas em saber de meu marido. Aquela coisa de sempre: mas ele sabe que você o trai? – Não, gente, eu não o traio, ele sabe, aceita, logo não é traição. – E se ele te trair? – Gente, ele não me trai, quando sai com outra ele me conta – Terríveis essas dúvidas que todo mundo tinha.

E um dia, aproveitando esses papos, só nós três, eu acabei falando com elas da minha bissexualidade. A princípio elas ficaram espantadas. Como era possível? Elas me viam transando com os colegas, toda eufórica, tendo gozos fantásticos... e mesmo assim eu transava com outras mulheres?

A doutrinação é necessária... e gastei muito latim para explicar a elas.
E como elas eram curiosas... quiseram experimentar.
E as duas vieram ao meu apartamento, numa tarde, não para trabalhar, e sim para tentar ver como era aquilo.
Fiquei eufórica. Parecia que eu iria conseguir! 

Estávamos começando bem... elas eram lindas e gostosas!

Ficamos as três na sala, sentadas no sofá e elas perguntaram coisas e mais coisas. Afinal, eu falei: - Escuta, vocês querem experimentar? Só experimentando vocês saberão se é bom ou não. Elas disseram que sim, queriam. Então falei: vamos tirar as roupas. E dei o exemplo, arrancando minha camiseta e tirando meu short e calcinha. Elas, ainda tímidas, gastaram mais tempo para se despir.
Falei que não ia ficar falando tudo, eu ia fazer e elas deveriam acompanhar, ou seja, tudo que eu fizesse elas deveriam fazer também. Concordaram  e coloquei em prática o que achei necessário.

Comecei dando um beijo demorado na Lúcia. Vi que ela ficou de olhos arregalados, mas não me afastou. E aí a Rejane foi beijada pela Lúcia. Ficaram um pouco vermelhas, aquele sorriso amarelo, mas gostaram, porque continuaram se beijando. E eu me juntei a elas nos beijos, então ficamos as três revezando quem beijava quem.
Comecei a mamar nos seios da Rejane e depois que parei, achei legal que a Lúcia veio mamar nos meus, e depois a Rejane mamou na Lúcia.

Percebi que as duas já estavam prontas, e enquanto a Rejane mamava na Lúcia, eu me abaixei e fui dar uma boa chupada na xotinha dela. Só ouvi um murmúrio abafado e vi que ela ficou toda arrepiada com minha chupada. Quando elas pararam, ofereci minha xotinha para a Lúcia chupar. Como ela era desajeitada... tive de interromper e mostrar a ela como fazer. Aprendeu rápido!

Deitamos as três no chão e fizemos uma espécie de circulo, cada uma chupando a xotinha da outra. Falei com elas que queria que elas me masturbassem. 

Elas aprenderam rápido e o melhor de tudo: gostaram muito!

E, deitada, pude sentir as mãos e os dedos das duas em minha xotinha. Incrível como elas conseguiam chegar aos pontos mais sensíveis, me fazendo gemer. Não apenas gemi, como gozei, de tão excitada que eu estava. Então deixei as duas se tocando, se beijando, se masturbando.
Eu estava feliz. Havia conseguido matar a curiosidade delas e sabia que teria, a partir daquele momento, duas novas “namoradas”...