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quinta-feira, 11 de março de 2021

Ela tocava violão, ele tocou no violão dela

O dela tinha um som melhor?

(escrito por Kaplan)  

 

Esta história de violão é um pouco diferente da que narrei outro dia. Isso porque quem tocava o violão era a Bernadete e quem gostava muito de ouvi-la tocar era seu primo Airton. Ela vivia insistindo para que ele também aprendesse a tocar violão, mas ele dizia que o único violão que lhe interessava era ela com seu corpo lindo.

Ela ia, mas feliz mesmo, e vocês já sabem a razão da felicidade. Sim, isso mesmo,  ela vivia tocando pra ele e sendo tocada por ele, e era cada tocada que a deixava arrepiada ao extremo.

Infelizmente, tinham de ter esses toques sempre escondidos, pois as famílias nunca poderiam saber o tipo de toques que ele dava nela.

Aproveitavam todas as ocasiões possíveis. 


Sorte ele ver este short...

Numa delas, que é a que vou contar pra vocês, estavam sozinhos na casa dela, e ela, no quintal, vestindo apenas um shortinho daqueles que deixam a bunda quase toda à vista, e uma blusa bem apertada, que deixava todo  mundo perceber que ela não usava sutiã, tocava seu violão para ele ouvir, mas ele só prestava atenção nas pernas dela.

E os peitinhos dela? Lindos!
Depois de ela ter tocado umas cinco músicas, sempre olhando pra ele e sorrindo, ele caminhou até onde ela estava, deu um forte abraço nela, puxando o shortinho mais pra cima ainda, quase entrando no reguinho, ela vibrou pois sabia que uma transa louca iria acontecer.

Sim, era uma loucura transar no quintal, sabendo que alguém poderia aparecer e seria um escândalo familiar!

Mas gostava de viver perigosamente e aceitou a sedução dele.

A blusa dela foi retirada e ele mamou bem gostoso nos belos seios da prima. Fazia questão de sempre começar as transas mamando nela porque a primeira vez que rolou sexo entre eles foi justamente porque ele viu os seios dela, no quarto, ele chegou de surpresa e viu ela só de calcinha. 


Primeira vez que ele a viu... ficou maravilhado!


cavaE por mais estranho que possa parecer, ela não se incomodou quando percebeu que ele a via. Só não o chamou para entrar no quarto porque tinha gente na casa. Mas, na primeira oportunidade, ela falou com ele, perguntou o que ele tinha sentido, ele confessou que se excitara e ela falou que também ficara excitada sabendo que ele a tinha visto seminua.E aí, rolaram beijos e tudo o o mais. Então, em homenagem àquele dia, ele sempre começava as transas mamando gostoso neles.

E ela sempre fazia boquete nele, porque desde que o vira pelado, ficara entusiasmada com o pau dele, bem maior do que o do seu namorado. E bem mais eficiente também! 


Nada de gozar dentro... pode não!

Não demorou muito para que os dois ficassem totalmente nus e ela sentasse no pau dele e cavalgasse e depois ele a comesse deitados, de ladinho, a levasse ao gozo e depois gozasse em sua barriguinha.

Mal tinha ela limpado e se vestiram, chegaram os dois irmãos dela que não desconfiaram de nada porque o Airton vivia ali na casa deles.

Para sorte deles, naquela semana ainda tiveram chance de outra transa.

Ele chegou na casa dela e encontrou-a no quarto, ouvindo um CD que gravara, com as músicas preferidas dela.

A maior surpresa dele foi que ela estava nua, na cama, só com os fones de ouvido. E nem viu ele chegando. Ele entrava porque a porta da casa nunca era fechada, a cidade era tranquila, eram outros tempos!

Então, vendo-a daquele jeito, ele já começou a tirar a camisa e apareceu na frente dela, que se assustou pensando que era um dos irmãos. Ao ver o primo, acalmou-se, abraçou-o e ele seguiu o roteiro, mamou nela bastante. 


Doía... mas o primo merecia!!!

E ela fez o boquete, como sempre fazia. E cavalgou-o. E pulou muito e gemeu mais ainda.

E ficou de quatro e ele meteu bastante.

E gozou. E ele meteu no cuzinho dela. Ela não curtia muito, mas liberava de vez em quando. Não podia desagradar o primo. Imagina, perder aquelas trepadas com ele!

- Temos de tomar mais cuidado, Airton...vão acabar pegando a gente.

- Se pegarem eu falo que caso!

Ela deu uma gargalhada. Imagina, dois primos casando! Teriam de mudar de cidade, porque o falatório ia ser monumental!

 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Um violão, um beijo, mão boba e pimba!

 Grandes amores começam assim

(escrito por Kaplan)  

 

Ter um sonho é bom, nem sempre se consegue realizá-lo, infelizmente. O sonho de Cláudia era tocar bem um violão. Por isso, vendo o Sotero, seu vizinho, tocar quase todo dia a deixava encantada e, ao mesmo tempo, frustrada.

A mãe dele vivia chamando a Cláudia para ver o filho tocar. O sonho dele era gravar um CD e ele praticava todos os dias, depois que voltava da faculdade. A Cláudia ia sempre. Ficaram grandes e bons amigos, ela o incentivava como se estivesse incentivando a si própria. Mas ela não levava jeito, contentava-se em ouvir, horas a fio, o Sotero tocar.

E começou a sonhar que ele tocava pra ela, era uma verdadeira serenata que ele lhe fazia. Começou a ter sonhos eróticos com ele!

E uma tarde em que os dois estavam sozinhos na casa dele, ele tocando ela ouvindo, ele dedilhou aquela canção do Roberto, “Como é grande o meu amor por você”... aquilo despertou nela os mais poderosos instintos e ela se aproximou e deu um beijo no rosto dele. E quando ela o estava beijando, ele já tinha colocado o violão na cama e sua mão direita encostou no seio dela. Ela estremeceu, os dois se olharam fixamente e nunca se viu uma mulher ficar só de calcinha em tão poucos segundos! Ela ficou alucinada, tirou a roupa e ajudou o Sotero a tirar a dele. 



E quando ela o deixou totalmente pelado, ele fez questão de tirar a calcinha dela, que sorriu e comentou:

- Nunca imaginei que nós dois fôssemos tão bonitos!

- Você é bem mais do que eu... olha que seios lindos você tem, que bundinha mais gostosa...

- Não só eu, você tem o corpo lindo também.

- Está bem, vou concordar com você, somos lindos!

Ela sorriu e deu a cartada decisiva:

- Você toca maravilhosamente bem o violão, mas eu tenho uma surpresa: vou te mostrar que sei tocar uma flauta muito bem também.

- Você toca flauta? Trouxe? Vai tocar pra mim?

- Não, tolinho, vou te mostrar que sei tocar esta flauta aqui!  






E apontou para o pau dele, ainda mole, que se estendia por uns 15 cm sobre seu corpo.

Ela pegou e tocou. Ou seja, deu uma chupada que fez o pau dele endurecer em questão de segundos, o que a motivou a tocar a flauta por longos minutos.

Ele já estava suando de tanto tesão e não resistiu à ideia dela:

- Para sermos a dupla musical mais linda do mundo, só falta a sua flauta entrar dentro do meu violão.

Ele sorriu, ela estava com um humor fantástico aquele dia. Como que ele ainda não tinha se dado conta de que a desejava, com a mesma intensidade que ela demonstrava o desejar?

Então, a flauta dirigiu-se ao violão dela, que já tinha ficado de quatro para o contato visual deixar o flautista mais animado.  




 Eles transaram lindamente, ele conseguiu arrancar gemidos e mais gemidos dela, depois ficaram de lado, ele nem tirou a flauta de dentro do violão e continuou metendo até ela ter seu gozo. E o dele, claro, só podia acontecer dentro do violão.

Viraram namorados. Era óbvio que isso iria acontecer.

 

 

domingo, 26 de janeiro de 2020

Ele sabia como tocar um violão... e outros tipos de violão!


Ela adorava ouvir e ser tocada

(escrito por Kaplan)      

Dois amigos, muito amigos, colegas de faculdade, apreciadores de boa música, Rafael e Tamar viviam se encontrando. Ele tocava violão, ela cantava.
Já de brincadeira, tinham pensado em arrumar mais alguém para formarem um trio. Pura brincadeira, pois estavam na faculdade não era para aprender música, queriam se tornar médicos.

Os encontros musicais sempre eram o final dos encontros para estudo.
Quase sempre na casa dele, pois o pai era médico e tinha uma biblioteca fantástica, a qual recorriam sempre.
Ele morava com o pai, viúvo. Ele, filho único.

Ela morava com os pais, ele engenheiro, ela professora. Não se incomodavam de a filha permanecer longas horas na casa do colega. Conheciam o pai dele, já tinham visto a biblioteca e o fato de ela poder utilizar os livros dali os livrava de terem de comprar. Livros muito caros!
E os dois se gostavam muito.

Tocar violão com esses trajes... sei não!

Então, aconteceu de um dia, depois de três horas estudando, já com a cabeça cheia, ele resolveu tocar seu violão. E ela, em vez de cantar, ficou apreciando o amigo. Gostava dele e já até pensara que poderiam se envolver, mas ele não tomava a iniciativa...
E naquele dia, ela resolveu dar uma dica.

- Toca aquela música do Roberto?
- Qual?
- Como é grande o meu amor por você...

Não era a primeira vez que ele tocava essa música e ela cantava. Mas naquele dia ela só ficou olhando pra ele, enquanto ele dedilhava o violão.
Quando terminou, ele comentou:

- Achei que você ia cantar...
- Hoje não, eu só quis ver você tocar. Você tem os dedos tão bonitos!

Ele deu um sorriso. Que observação mais estranha era aquela, depois de tantos anos convivendo, ela vinha dizer que ele tinha os dedos bonitos. E logo ele entendeu a razão daquele comentário.

- Seus dedos só tocam esse violão?
- Já toquei vários, mas um, em especial, ainda não toquei.
- Por quê? Que violão é esse, tão especial?
- Você! 

Sim, os dedos dele tocavam todos os tipos de violão...

Era tudo que Tamar queria ouvir. Sorriu, ele também, ela sentou-se junto a ele, encostou seu corpo no dele.

- Pode tocar! Ele te espera há tempos!

Então ele tocou. Começou pelos seios, que palpitavam sob a blusa folgada que ela usava. Viu que ela não estava usando sutiã. Virou-a, colocando-a sentada sobre ele, os seios bem na altura da boca. Abaixou as alcinhas da blusa e contemplou os mais belos seios que ele já tinha visto. Nem pequenos demais, nem grandes demais. E tocou-os, não mais com as mãos, mas com a boca. Beijou-os carinhosamente, sentiu os mamilos endurecendo de tesão. Colocou um na boca e puxou levemente. Ela gemeu. Que música era aquela que ele estava tocando em seu corpo!

Tirou o shortinho dela. A calcinha. Que bucetinha mais linda! Que bundinha mais gostosa!
Colocou-a de pé, mas permaneceu sentado. A bundinha na altura de sua boca ganhou lambidas, beijos. Mais gemidos, mais emoção. 

Aquela música que eles tocaram... não tinha partitura...

Tirou a roupa. Encostou seu corpo no dela. Os seios em seu peito. Os lábios em seus lábios. A mão na xotinha. A mão dela em seu pau.
Deitou-a com suavidade no tapete e sua língua percorreu todos os milímetros da xotinha. Molhada. Ela estava no auge da excitação.

Levantou uma das pernas dela, o suficiente para que pudesse introduzir seu pau na xotinha e começar um movimento de vai e vem, que a fez soluçar de prazer.
Colocou-a sentada sobre ele. Ela mal começou a cavalgar e já prorrompeu em um gozo intenso, fantástico. Deitou seu corpo sobre o dele, soluçando. Rindo. Que gozo!

- Te amo tanto, Rafa...
- Eu também te amo...
- Por que nunca falamos sobre isso?
- Para que esse momento, aqui e agora, fosse tão especial...

Levantaram-se, ela o abraçou e por longos minutos cantou a música que ele tocara. “Eu tenho tanto pra te dizer, como é grande o meu amor por você!”


domingo, 10 de novembro de 2019

As férias de Cecilia e Kaplan – parte 7


Vendo a pistola do negão violeiro

Logo chegamos a uma conclusão sobre o que fazer naquela manhã de sábado. Margareth concordou em levar Cecilia e eu ao local que elas não sabiam que eu já conhecia.
Mal chegamos, as duas entraram na água e fizeram poses para as fotos que eu tirava. 


Lindas fotos das duas juntas

















e da Margareth sozinha




Depois deixei a máquina em local seco e entrei na água também. As duas me pegaram, me beijaram, me chuparam. Margareth também comentou sobre o evento da noite anterior que ela tinha presenciado junto com a Cecilia.

- Olha, Kaplan, fazia tempo que eu não me excitava tanto vendo o que vi. O Orlando caprichou, pra te deixar bem à vontade. Mas acho que hoje ele vai te comer e vai querer ser chupado. Está a fim de ir em frente?
- Margareth, a Cecilia me convidou pra vir aqui, e eu não sabia nada sobre como vocês vivem e recebem hóspedes. Não estou criticando, é fantástico tudo isso. Me senti deslocado por não estar me envolvendo com o Orlando, nem com o Giovani e agora com o Filipe. Como ainda temos mais quatro dias aqui, acho que vou acabar transando com pelo menos mais um deles. Meu lema é: está na chuva, tem de molhar. Vou encarar sim, resolvi isso ontem e não vou voltar atrás. Tive de beber muito para ficar à vontade, mas deu certo. Seu marido é realmente um cara bacana.

- Que ótimo! Mas já que estamos aqui, só nós três, matem minha curiosidade sobre vocês?
- O que quer saber?
- Já sei que a Cecilia não é sua sobrinha de sangue, sua esposa é que era tia dela. E fiquei sabendo, por alto, de duas primas. E também de sua namorada, Denise. Me falem mais sobre vocês!

Acho que gastamos mais de uma hora pra dar à Margareth uma visão completa sobre nós, e ela ficou bem entusiasmada quando soube que Denise também tinha uma namorada.

- Vocês precisam voltar mais aqui, trazendo todo mundo. Vai ser ótimo!
- Já pensei nisso. Paulinha e Helena viriam num piscar de olhos, mas Helena está morando em Paris, deve vir em janeiro ou fevereiro. Janeiro seria melhor, porque Denise estará de férias. Tudo precisa ser combinado. Não sei se Isabela, a namorada da Denise toparia, ela não é bi. É lésbica assumida e não muda.

- Vamos programar tudo isso. Quando voltarmos, vamos ver com o Giovani como andam as reservas para janeiro. Quem sabe dá tudo certo?
- Ótimo. Mas agora chegou a sua hora de nos contar. Como você entrou nessa? Quando se descobriu bissexual? 

Minha amiga foi me consolar.. aí rolou!

- Foi tão interessante! E a culpada disso é a Lourdinha. A gente já se conhecia há tempos e eu não sabia que ela era bi. Na época ela namorava o Giovani e eu pensava que ela era hétero. Eu tinha 17 anos, tinha terminado um namoro meio tumultuado na véspera do meu aniversário de 18. Estava inconsolável, quando a Lourdinha me telefonou e pediu que eu fosse ao apartamento dela. Gostei do convite, porque poderia desabafar mais uma vez... só que ela tinha preparado uma surpresa pra mim.
- Isso é que é amiga!
- Verdade. Quando cheguei, ela estava sozinha, falou para eu sentar no sofá da sala e tampar os olhos, que ela tinha a surpresa. Fiz como ela tinha falado, deu para perceber que ela saía da sala e logo voltava. Falou para eu abrir os olhos e vi que tinha um pacote na mesinha. Abrimos, era um bolo lindo. Ela pegou uma velinha e acendeu. Falou para eu fazer um pedido e soprar a velinha. Fiz, soprei, ela aplaudiu.
Aí brinquei que nunca tinha realizado os pedidos que fizera nos aniversários anteriores. E ela me disse que gostaria muito, porque talvez fosse igual ao pedido que ela fizera no último aniversário dela. Fiquei curiosa e perguntei o que ela tinha pedido. E a resposta dela quase me fez cair do sofá.

- O que ela disse?
- Que o pedido dela era passar uma tarde de amor comigo.
- Uau... que lindo!
- Lindo? Quase morri de susto. Ela era – e ainda é – a minha melhor amiga, mas nunca poderia pensar em algo assim. Fiquei estatelada. Para despistar, comecei a partir o bolo e coloquei um pedaço tão grande no prato que rimos. O jeito, falou ela, é a gente comer juntas. E assim, ela pegava um pedaço e colocava em minha boca, eu fazia o mesmo e nossos olhares se cruzavam e eu comecei a sentir um fogo dentro de mim. Fiz algo sem pensar: peguei, com o dedo, um pedaço do chantilly e passei nos lábios dela, que riu. “Vai ter de limpar”, disse ela, e rindo, eu lambi os lábios dela e aí a coisa ficou séria. Foi um beijaço de todo tamanho. Ela beija muito bem, vocês sabem disso.

Concordei. Mas a Cecilia arregalou os olhos e comentou que não transara ainda com a Lourdinha. Nem com o Giovani. Teria de fazer isso com urgência!
Rimos muito e a Margareth continuou. 

Rolamos no sofá, enlouquecidas! Ela me ganhou!

- Aí, vocês podem imaginar. Aos beijos, tiramos nossas roupas. Já tínhamos ficado nuas antes, mas sem pensar em nada, ali, naquele momento, o fogo do tesão estava nas duas e nos pegamos pra valer. Não sei como, eu que nunca tinha pensado em sexo com mulheres, sabia fazer tudo, sabia chupar, sabia mamar, sabia enfiar os dedos, até a Lourdinha ficou surpresa com o que eu fazia. Fizemos 69... nossa, fizemos de tudo. Foi assim que começamos.
Aí, quando ela resolveu abrir essa casa, me convidou, eu já estava noiva do Orlando. Nesse meio tempo a gente fez swing, ménages... já nos conhecíamos bastante. Fizemos uma lista de amigos e amigas que sabíamos eram fãs de sexo e começamos a convidar. A sua amiga, Cecilia, quando veio trouxe um cara que fez sucesso. Mas levou um pau na bunda do Orlando também. O Orlando é foda, gosta muito de um pau! Então, essa é minha história!

- Obrigado pela confiança. Mas vamos voltar? Já devem estar com comida na mesa à nossa espera!
Saímos e voltamos. De fato, a comida ainda não estava na mesa. O Filipe e o Orlando estavam na cozinha, fazendo uma macarronada!  


Eles fazem macarrão...

Elas conversam, riem...




















As quatro se juntaram na mureta da área e ficaram conversando, rindo, enquanto os dois concluíam o prato principal do dia.
Almoçamos, como sempre em um clima de muita amizade, com muito riso, piadas, e os olhares já começavam a escolher os pares da tarde. Mas houve uma surpresa para Cecilia. Ela já tinha enviado umas piscadas para o Giovani, que entendera e topara.

Só que o novo casal chegou. Eram 15 horas, a cozinha já estava arrumada e cada par pensava em se deslocar, quando se ouviu o barulho do carro chegando, eram Mauro e Aline.
Como eles se conheciam, foram abraços e mais abraços, enquanto os recém chegados já começavam a tirar as roupas também, porque todo mundo estava nu. E quando fomos apresentados, o tal do Mauro não era de brincadeira. Catou a Cecília e falou que precisava conhecê-la melhor. 

O novo hóspede catou a Cecilia e levou-a pro quarto




E ela me catou também...





E a Aline não ficou atrás, veio até mim e me convidou para ir ao meu quarto com ela, também precisava me conhecer melhor, já que conhecia todos e todas ali reunidos. Todo mundo riu e não vimos quem ficou com quem depois que levei-a ao meu quarto.

- Cara, adorei! Sempre curti homens maduros e finalmente os deuses me premiaram! Está aqui há quanto tempo?
- Acho que uns seis ou sete dias, a gente perde um pouco a noção de tempo.

Demonstrando que ela conhecia bem as personagens da casa, já foi me perguntando se eu já tinha sido enrabado pelo Orlando.

- Ainda não, mas ele está programando para hoje a noite.
- Mas já rolou alguma coisa, né? Ele não perde tempo...
- Já, ontem a noite ele me chupou e eu o comi. Acho que ele pretender inverter isso hoje.
- Numa boa, pode ir, o Mauro também assustou a primeira vez, mas hoje já curte. Aliás, quando a gente estava vindo, fizemos uma aposta: se o Orlando comeria ele primeiro ou a mim. Pelo visto ambos perdemos a aposta!

- Você é muito linda.
- Merci! Aquela menina que o Mauro pegou é sua filha, namorada, amante?
- Não, é sobrinha.
- Hummm... e você come ela?
- Sim, por isso ela me convidou.
- Legal, mas vamos pra cama? 

Comi, antes de ser comido... é justo!

Fomos e transamos bastante. Eram 19 horas quando saímos do quarto. A sala e a cozinha estavam vazias. Ela riu.

- Pelo visto, todo mundo trepando... fomos os mais rápidos e olha que foram quase quatro horas... mas não devem demorar, porque hoje é o dia do violeiro. Sua sobrinha vai gostar, o cara tem uma pica enorme!
- Ele também participa?
- Uhh... e como. Pode ter certeza de que ele vai ficar até amanhã e não vai embora enquanto não comer todas, eu, inclusive.
- Potente, hein?
- Você vai ver a potência dele em breve...

Logo as pessoas começaram a aparecer. Cecilia veio do quarto com um sorriso tão grande que imaginei a farra que acontecera lá. Aline chegou perto dela e falou algo no ouvido. Ela fez um gesto de positivo.
Voltei ao quarto com a Cecilia que me contou que trepara demais com o Mauro.

- O cara é muito bom. Nossa, muito bom mesmo! Comeu tudo, só não comeu minha orelha!
- E a Aline te chamou para ficar com ela, não foi?
- Sim, ela é legal?
- Muito, trepamos bastante também.
- Vou dar uma descansada, pois daqui a pouco teremos coisas.
- Já fiquei sabendo de uma coisa enorme que você vai conhecer.
- É?
- O tal do violeiro. A Aline disse que tem uma pica monstruosa e só vai embora depois de comer todas, o que te inclui, evidentemente.
- Nossa... já te falei que isso aqui é o paraíso? Pois repito. É sim. 

Que beleza! Um luau!

Deixei-a deitada, e fui ver se o pessoal precisava de alguma coisa para o que iria rolar à noite.
Estavam armando uma fogueira no quintal.
O Orlando me viu, passou a mão na minha bunda e falou que ia ter fogueira e cantoria. E brincou:

- Te proíbo de dar pro negão antes de dar pra mim, viu?
- Pode deixar, já fiquei sabendo do perigo e vou passar longe!

Logo a fogueira foi acesa e ficamos em volta dela. O violeiro não demorou a chegar. Estava vestido, o que achei estranho. Margareth falou que ele sempre fazia isso. Nunca mostrava de cara o que tinha de melhor, mas logo ele iria tirar a roupa e todos veriam o pauzão.
E ele era um bom cantor. Músicas de qualidade, tocava e cantava, acompanhado pela turma. As bebidas rodavam, alguns salgados eram servidos e todo mundo se animava. Cecilia chegou, completando a turma.


E o violeiro chegou...

O violeiro, que atendia pelo nome de Antônio, deu uma longa olhada nela, pois era a única que ele ainda não conhecia. Deve ter pensado: vou partir essa magrela ao meio! E tratou de exibir o que ele tinha. Tirou a roupa e Cecilia abriu a boca, espantada. Era enorme mesmo. As outras riram, claro, já tinham experimentado aquela coisa...
Mas não seria naquela noite. A Margareth foi a primeira, já que o Orlando estaria ocupado comigo. A Aline e a Cecilia foram brincar bastante, o Mauro comeu a Lourdinha, o Filipe e o Giovani foram fazer ménage com a Carla.

E sem maiores detalhes, aconteceu comigo o que estava previsto. Chupado, chupei também e fui comido e comi também. Novas experiências. Foi ruim? Incrível, nem tanto quanto eu pensava. Acho que o fato de eu ter feito troca-troca na adolescência ajudou a receber a pica do Orlando com mais tranquilidade. Será que ficaria só nele? Ou mais alguém iria se habilitar? 

Os dias seguintes diriam!